ENVELHECER APRENDENDO…

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“Envelhecer é para os fracos. Eu vou é me reinventar!” Raquel Nunes

A velhice é a nossa etapa da vida mais desafiadora. Apesar de conseguimos hoje viver muito mais anos que nossos avôs, aos poucos percebemos o progressivo avanço do declínio físico, às vezes também do mental e é inevitável o questionamento sobre como encarar esta longa fase de maturidade, de ricas vivências entrelaçadas com a frequente percepção da lenta aproximação do fim. Como encontrar motivação para viver, quando tudo parece que conspira contra a vida? Vale a pena continuar aprendendo e evoluindo? Faz sentido fazer planos para um amanhã tão incerto? Não seria melhor resignar-se, perder a esperança e entregar os pontos?

Quando mais jovens, sabemos da fragilidade da vida, conhecemos algumas perdas, mas predomina a sensação de que ainda falta muito tempo e que é um assunto que pode ser deixado para o futuro. Quando mais maduros, mesmo na expectativa de vida mais longa, a questão se coloca de forma cada vez mais perceptível. Driblamos a morte parcialmente, a esquecemos momentaneamente, nos iludimos na esperança de que esse momento se retarde ao máximo, mas temos consciência de que é uma luta cada vez mais perdida.

Uma das questões mais difíceis de abordar na nossa sociedade é a aprendizagem de viver com dignidade e realização essa última longa e assustadora etapa da vida. Tudo é feito para destacar a juventude e esquecer a velhice e a morte. As pessoas sabem que isso acontecerá, mas, muitas preferem fugir, virar as costas, refugiar-se na curtição do momento, no imaginário ou na reelaboração das lembranças do passado. A fé religiosa também nos oferece um grande apoio, porque promete a continuidade em outra vida. Mas, no íntimo, sentimos muitas dúvidas em relação a esse depois.

Pessoalmente encontrei sentido para continuar motivado, nesta fase complexa da vida, no exemplo e palavras do psicólogo humanista Carl Rogers. Famoso e respeitado no mundo inteiro, ele afirmou que, com mais de 80 anos, apesar do seu declínio físico, encontrava uma grande motivação e alegria em continuar aprendendo, revendo suas idéias, suas certezas e podendo ser útil para muitas pessoas. Isso me abriu horizontes de que era possível encontrar sentido e motivação para encarar a maturidade e a velhice com mais confiança e esperança.

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Ter ideais motrizes, projetados para o futuro – vivendo plenamente no presente – nos ajuda a direcionar nossa vida. Servem como centro unificador de uma sequência de atividades aparentemente sem conexão, como foco que organiza leituras, reflexões, práticas, expectativas. As pessoas, que estabelecem um diálogo rico entre seus ideais e sua concretização possível no cotidiano, tendem a fazer avanços mais consistentes, a enfrentar as dificuldades que aparecem, não desanimando nos períodos mais obscuros e, no conjunto, se realizam mais.
O ideal nos impulsiona a seguir, até onde nos for possível, também na fase final da vida. Mantém viva a esperança, orienta nossas pequenas ações, costura os diversos momentos e atividades. Quem não tem um ideal motivador procura o que fazer, em que se ocupar, como se entreter, mas sem direcionamento parece que está preenchendo espaços, ocupando o tempo, buscando o que fazer. O outro faz as mesmas coisas, com sentido e foco.
É importante aprender a envelhecer com dignidade, coragem e paz, continuando a evoluir como pessoas, como profissionais, como pais, companheiros, cidadãos, cada dia, enquanto tivermos forças, até o fim.

Enquanto uns encontram motivação para avançar em projetos de crescimento e realização, também nesta fase, outros desistem, desanimam ou refugam, com medo. Procuram fora de si motivos para continuar vivendo: em momentos de entretenimento, de ocupação, de sobrevida. Aprendem pouco com o cotidiano: são como náufragos, a deriva, que só pensam em continuar vivos. “Vão levando”, contentando-se com suas expectativas mínimas, com suas receitas repetidas, com o arroz e feijão básicos, sem degustar tantos outros manjares possíveis.

Cada um tem suas circunstâncias, suas razões, para as atitudes e opções que faz ou deixa de fazer. Mas é triste constatar como muitos se encolhem, apequenam ou amedrontam.

O desafio mais interessante da nossa vida é transformá-la – no meio de contradições e através de um processo paciente, afetivo e perseverante de aprendizagem – em evolução crescente e realização mais plena.

Convém traçar estratégias para viver melhor esta etapa da velhice, combinando planos viáveis com um certo “deixar acontecer”. Planejar ações profissionais, de entretenimento ao nosso alcance. Não deixar-se dominar pelo medo, desânimo, abatimento. Teremos perdas em alguns campos como no da saúde, mas se conseguimos manter uma visão positiva e proativa da vida, será mais fácil enfrentar as dificuldades pontuais que encontrarmos. Junto com o planejamento também vale a pena deixar acontecer, estando abertos para cada acontecimento que se apresentar. Manter a mente ativa, com atividades interessantes é o melhor caminho para sentir-nos úteis e realizados.

Uma das questões mais difíceis é aceitar as perdas de pessoas queridas, que são nossas referências afetivas. É bom manter a lembrança dos que amamos e se foram e, ao mesmo tempo, curtir as pessoas amigas que ficam, de forma mais intensa, enquanto pudermos. Não sabemos o que nos espera, mas podemos viver cada dia intensamente, como uma oportunidade que se renova de valorizar o que conseguimos e de avançarmos no caminho de múltiplas realizações em tantos campos que a vida nos oferece.

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Cada etapa da vida é única, diferente e fascinante, que nos permite avançar – no meio de contradições – na ampliação da nossa percepção, conhecimento, valores, emoções e atitudes. Esse é um dos maiores encantamentos que a vida nos oferece: o de poder evoluir, crescer e tornar-nos pessoas mais interessantes, equilibradas e realizadas, apesar das freqüentes dificuldades e incertezas que experimentamos. Vale a pena manter sempre nossa atitude atenta para aprender mais, para ampliar a comunicação entre o mundo exterior e o nosso mundo interior, para avançar na integração cada vez maior entre as dimensões intelectuais, emocionais e éticas das nossas vidas.

Em todos os momentos, nos diferentes espaços em que nos movemos, em todas as situações que vivenciamos podemos aprender muito ou pouco, evoluir mais ou menos como pessoas, dependendo da atitude profunda que orienta nossa vida. Se estivermos mais atentos para aprender com tudo o que nos rodeia, refletindo mais sobre o que nos acontece, estando sempre abertos a relacionar-nos melhor com os que estão ao nosso lado, constataremos significativos avanços em todas as dimensões: pessoal, profissional, familiar, social.

http://moran10.blogspot.com.br/2013/01/aprendendo-envelhecer.html

CUSTO DE VIDA, COMO CALCULAR E COMPARAR ENTRE CIDADES DO MUNDO.

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“Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento”. Clarice Lispector

Que existem grandes vantagens em morar na Europa, ninguém duvida, mas antes de mudar para um novo país é preciso fazer muita conta. Você precisa levar em consideração o salário que pode conseguir ganhar com o seu conhecimento e trabalho, e o custo de vida do país que vai morar. Alguns países como a Irlanda, o salário mínimo é maior do que o custo de vida, o que faz o país ser um dos que mais entrega qualidade de vida com um salário mínimo.

Como calcular o custo de vida?

Custo de vida é a soma dos preços pagos pelos diversos bens e serviços que são consumidos pelas pessoas. Ou seja, o quanto você gasta no aluguel de casa, em transporte, roupa, comida, educação e etc, influência no custo de vida. Mas como saber qual o custo de vida em um país que você ainda não conhece? Temos um site que vai te ajudar a saber o custo de vida em mais de 200 países pelo mundo.

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Expatistan é um site (em inglês) colaborativo com informações do custo de vida no mundo todo. Ou seja, as pessoas entram e inserem os preços de algumas coisas na sua cidade, e cria uma base de dados com o custo de vida das cidades. Todas as informações ficam disponíveis de forma gratuita na internet. Como descobrir o custo de vida de uma cidade usando o Expatistan?

Você coloca a cidade que deseja mudar, e sua cidade atual. Fiz uma comparação do custo de vida em Portugal (Porto), com o custo de vida em Madrid, na Espanha. O resultado foi esse:

Para calcular o custo de vida, o site leva em consideração: comida, roupas, casa (internet, preço de móveis e etc), transporte, cuidados pessoais e entretenimento. O resultado final é que, o custo de vida em Madrid é 34% mais caro do que no Porto. Você pode ver os detalhes de cada item, clicando no “mais” e ver a comparação. É uma ótima ferramenta para saber quanto se gasta em cada cidade da Europa. Veja a comparação completa do custo de vida entre Porto e Madrid.

Isso significa que vale mais a pena morar no Porto do que em Madrid? Não necessariamente. Por que o site leva em consideração o custo de vida, mas não conta o salário médio de cada cidade. Londres tem um dos custos de vida mais caros da Europa, mas os salários compensam, por isso é uma das cidades que mais atrai brasileiros.

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É um bom site que pode nos ajudar a visualizar uma nova situação, vale a pena conferir. Erick da Euro dicas sempre nos dando grandes dicas. Se você está pesquisando uma cidade para morar, temos uma lista das melhores cidades para se viver .

http://www.eurodicas.com.br/custo-de-vida/

15 COISAS SOBRE LONGEVIDADE QUE VOCÊ DEVE SABER…

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“Até o momento, não existe uma fórmula mágica para as pessoas chegarem aos 100 anos cheias de saúde e energia, porém, seguindo algumas regras simples é possível envelhecer com saúde e felicidade por muitos anos…”

Alimentação balanceada, exercícios regulares, álcool sob controle, cigarro à distância, muitas horas de sono. Se tudo isso já faz parte da sua rotina, parabéns: você cumpre alguns dos pré-requisitos para viver mais. Acontece que há muitos outros: bons hábitos e fatores externos que são fundamentais para se chegar a uma “melhor idade” digna do nome.

Conheça essas e outras lições nas próximas páginas. Afinal, o negócio não é só chegar a 100: é chegar bem.

1- Nunca, nunca se aposente.

Pesquisas que comparam trabalhadores e aposentados da mesma idade mostram: quem parou está pior. Claro, vai depender da sua rotina. Mas como sabemos que a poltrona é tentadora, fique esperto. Não precisa trabalhar muito, nem todo dia – ache um hobby, um curso, um a fazer regular. E, não, assistir TV não conta como hobby.

  1. Passar fio dental faz bem para o coração

O que uma coisa tem a ver com a outra? Acompanhe o raciocínio: se você não passar fio dental, vai acumular placa bacteriana, que vai causar gengivite, que vai provocar a liberação de substâncias conhecidas como químicos da inflamação, que são os vilões por trás de várias doenças cardíacas. Mas se isso não for argumento suficiente pra você… poxa, gengiva inflamada, dentes em falta e mau hálito não ajudam ninguém na terceira idade.

  1. Otimismo faz mal à saúde

Enxergar apenas o lado bom das coisas tem seu lado ruim. Pois é: pessoas otimistas tendem a subestimar riscos – um traço de personalidade que pode levar de ultrapassagens ousadas a longas ausências no médico. Além disso, otimismo além da conta deixa você frustrado demais com as dificuldades da vida. Ou seja: com um pé atrás, você vai mais longe.

  1. Socializar é a fonte da juventude

Quanto mais velhos, menos saímos de casa. Lute contra isso: a ciência garante que conviver com outros é o gatilho de benefícios físicos e mentais que prolongam a vida.

  1. Deus ajuda quem vai à igreja

Fato: quem comparece à missa, culto, centro espírita, sinagoga, terreiro etc. em geral vive mais. Dilema: religiosos vivem mais porque rezam ou rezam porque vivem mais? Os dados não permitem concluir se a saúde dos anciãos é beneficiada pela experiência ou se, na verdade, quem tem disposição para ritos religiosos são justamente os mais saudáveis. Moral da história: na dúvida, tenha fé em alguma coisa – nem que seja em Richard Dawkins.

Close-up of hands toasting wineglasses in front of lit fireplace

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  1. Beba. E não precisa ser tacinha de vinho

Quando o assunto é álcool e longevidade, só se fala em vinho tinto. Preconceito: vinho branco, cerveja, uísque e outros fermentados e destilados também podem fazer bem. Há um índice menor de doenças cardiovasculares relacionado ao consumo diário de até duas doses – e de apenas uma para mulheres, ponto para os homens! Mas a ALFA e o Ministério da Saúde advertem: beba com moderação. Passou de duas doses, já vira problema.

  1. Palavras cruzadas salvam vidas

Atividades que exercitam seu cérebro mantêm sua inteligência e prolongam sua lucidez. Opções não faltam: palavras cruzadas, xadrez, videogame, sudoku, qual-é-a-música. Detalhe: assim que estiver craque, troque de treino – seus neurônios só mantêm o frescor enfrentando novos desafios.

  1. Mulher: o negócio é imitar

Elas vão mais ao médico, comem melhor, fumam menos, envolvem-se em menos acidentes e, assim, vivem mais. Então, deixe de frescura: seja mais feminino.

  1. Não fique viúvo. Você não sabe se cuidar sozinho

Não bastasse haver cinco viúvas para cada viúvo no Brasil, elas ainda vivem muito mais depois de perder seus maridos do que nós após perdermos a esposa. A verdade é que, sozinhos, tendemos ao caos – o que aos 30 anos tem seu charme, mas em uma idade avançada é fatal. Então, não fique solteiro: sua saúde agradece.

  1. Pare de se incomodar com bobagem

Mágoa, rancor, ressentimento: se ao ler essa lista você já recorda de vários exemplos pessoais, calma. Não é por aí. Se cultivados, esses sentimentos descambam na produção de cortisol, um hormônio que ataca seu coração, metabolismo e sistema imunológico. Diversos estudos relacionam uma alta taxa de cortisol a uma morte precoce. Portanto, aprenda a perdoar, relevar, deixar pra lá. Como dizia o guru indiano Meher Baba: Don’t worry, be happy – pois é, também achava que vinha daquela música.

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  1. Não confie nos seus genes

“Meu avô viveu 90 anos, não preciso me preocupar.” Precisa. Uma nova pesquisa concluiu que apenas 25% da duração da nossa vida podem ser atribuídos à herança genética; os outros 75% dependem de você. Se quiser chegar aos 90 como o seu avô, descubra como ele fez para chegar lá.

  1. Não tenha amigos legais. Tenha amigos saudáveis

OK, eles não são excludentes. Mas o ponto é: da mesma maneira que, para ganhar dinheiro, é melhor se cercar de ricos, e para emagrecer convém conviver com magros, para se ter saúde a receita é arranjar uma turma saudável – você melhora sem querer querendo.

  1. Tenha filhos – ou algo parecido, como cachorros

Caso tenha se ofendido, por favor, volte ao item 10. Pronto. É o seguinte: possuir uma conexão com alguém mais jovem que você (filho, enteado, sobrinho, neto) é algo que te mantém interessado pelo mundo à sua volta – e mais a fim de continuar vivendo nele. E, sim, cachorro e gato também contam: além de manter você conectado, curtir um animal de estimação libera ocitocina, o hormônio benéfico liberado na convivência pais e filhos.

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  1. Seja bom no que você faz. Ao menos tente
    Quanto menos trabalho, melhor. Esse conselho, que parece vindo do personagem Macunaíma, de Mário de Andrade, foi durante muito tempo adotado pelos especialistas em longevidade. Acreditava-se que uma vida sem esforço seria uma vida longa. Mas os médicos observaram que parece haver uma relação entre longevidade e empenho profissional. Por incrível e justo que pareça, passar décadas se dedicando e evoluindo em algo que você valoriza, ou seja, ralando muito, pode lhe valer vários anos a mais. Ao menos, garantem os especialistas, em comparação com quem passar o mesmo bocado de tempo trabalhando no que não gosta – essa sim é uma receita garantida para viver menos e pior.
  2. Ser um pouco hipocondríaco vale a pena
    Você vai continuar sendo considerado chato pela maioria dos amigos, mas pesquisas apontam que quem desconfia mais da própria saúde vive mais. No caso, é melhor prevenir e se remediar.

Concluo que tudo o que for possível deve ser feito para minimizar as situações de estresse… desta forma, quando a sua genética não for favorável, resta apenas tentar manter os hábitos mais saudáveis, pois só assim terá chance de viver mais e melhor.

Fonte: Escrito por Emiliano Urbim, da Revista Alfa.

ENVELHECIMENTO COM QUALIDADE DE VIDA!

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“Viver é envelhecer, nada mais.” Simone de Beavoir

É possível envelhecer com qualidade de vida? Sim, é possível! E não precisamos nos esforçar muito para que isso aconteça. A qualidade de vida é um termo multidimensional, que é quantificado de forma subjetiva, cada um a qualifica de acordo com aquilo que acha mais relevante para o seu bem-estar.

Para que se obtenha qualidade de vida na terceira idade, é importante considerar diversos fatores: bem-estar físico e psicológico, nível de independência, relações sociais, ambiente de trabalho e lazer, religiosidade, entre outros. De modo geral envelhecer com qualidade significa estar satisfeito com a vida atual e ter expectativas positivas em relação ao futuro.

Em vista disso, uma boa qualidade de vida é possível também na vida madura, mas é válido lembrar que quem mantém um padrão de boa qualidade de vida durante o ciclo de vida tem uma probabilidade maior de perceber uma qualidade de vida melhor na terceira idade.

Estudos consideram ser comum uma queda na percepção de qualidade de vida após a aposentadoria, por conta da interrupção das atividades físicas, mentais e intelectuais. Desta forma, é necessário que exista uma organização para os anos da velhice, quando ainda se está em plena atividade, a fim de reduzir o impacto causado pela inatividade.

É fundamental mantermos um equilíbrio entre as potencialidades e as limitações, que são inevitáveis do processo de envelhecimento. É comum os idosos serem acometidos por doenças crônicas específicas da idade, porém a qualidade de vida pode ser mantida com criatividade e lazer, sem dispensar os cuidados com a saúde.

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É importante lembrar que quem entra na terceira idade possui necessidades fundamentalmente iguais a de outros grupos etários, tais como: segurança física, financeira e emocional. O afeto, simpatia, amor e reconhecimento social são básicos para a percepção da autoestima. Desta forma, a necessidade de amor e afeto deve ser considerada como indicador de qualidade de vida.

O principal fator determinante de um alto nível de qualidade de vida parece ser um convívio social positivo, próximo e estável. O lazer associado a atividades físicas e mentais estão diretamente relacionadas ao favorecimento da qualidade de vida. Além disso, o engajamento em atividades intelectuais é pontado como fator de prevenção contra declínios cognitivos da idade.

Todos podem envelhecer a com qualidade, a receita é simples: cultive seus amigos e familiares, faça atividade física regularmente, cuide da sua saúde, estimule sua memória e preze sempre por sua felicidade!

Fonte: https://www.aterceiraidade.com

CUSTO DE VIDA NA ESPANHA.

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“O salário mínimo atual da Espanha está em 753€  por mês em 2016. Em Madrid a média salarial dos trabalhadores com formação acadêmica é de 1.440€”.  

Com a piora da crise política e financeira do Brasil, muita gente vem pensando em sair do país  buscando uma melhor qualidade de vida na Europa. A Espanha é um dos país que encanta. Com belas praias, povo caloroso e cidades encantadoras, o país de 47 milhões de habitantes faz divisa com Portugal, França e a pequena Andorra. Se você está pensando em morar na Espanha, confira nessa matéria qual o custo de vida do país. Veja o que diz Erick da Euro Dicas:

A Espanha é o segundo país que mais atrai brasileiros na Europa, só ficando atrás de Portugal. O país já teve fama entre os brasileiros de ser um ótimo lugar para trabalhar e fazer dinheiro, e já teve uma das imigrações mais temidas para os brasileiros que queriam morar na Europa. A verdade é que depois da crise europeia de 2008, a terra da paella e da “siesta” nunca mais foi a mesma.

Conhecer o custo de vida na Espanha é fundamental para quem quer estudar, trabalhar e morar na Espanha, para não ter surpresas com as contas no final do mês. Então listamos aqui as principais contas que formam o custo de vida na Espanha. Todos os preços usados como referência são do custo de vida de 2016 em Madrid.

Moradia
Alugar um apartamento em Madrid é sem dúvida a conta mais cara que você vai ter, e escolher bem onde vai morar é fundamental para sua qualidade de vida. O segredo aqui está em encontrar um bom custo-benefício, as vezes o apartamento mais barato pode não ser um bom negócio se estiver na contramão do seu trabalho/faculdade, por exemplo. Vale a pena pensar também que o essa vai ser sua casa daqui em diante, e pagar um pouco mais pode valer a pena, já que vai passar boa parte do seu tempo em casa

O preço do apartamento depende de muitas coisas além da localização, como quantos quartos, banheiros e etc, e tem também a possibilidade de ser mobiliado. Em média, um apartamento (1 quarto) mobiliado para um casal pode custar até 400€ (2015) /520€ (2016) nas regiões mais afastadas do centro, e até 600€ (2015) /715€ (2016) na região central de Madrid, próximo a estações de metrô e outras facilidades. Para facilitar, você pode ver um “mapa” com os preços de casas por bairro em Madrid.

Conheça os melhores sites para alugar casa em Madrid:

Comida
Para faz as compras do mês em Madrid, um casal tende a gastar próximo aos 200€, incluindo higiene pessoal, produtos de limpeza, comida básica (arroz, leite, ovo, óleo e etc) e ainda algumas coisas supérfluas como bolacha, pipoca, chocolate e etc.

Os principais mercados na Espanha são  MercadonaCarrefourSparAlcampoErosky e Lidl. O ideal é não fazer compras em um único mercado se a idéia for economizar.

Almoçar fora já é um pouco mais caro do que em Portugal, um menu completo (salada, prato principal, bebida, café e sobremesa) custa em torno de 12€, e menu completo do McDonald’s custa 7€. Atenção que os “pratos menu” por aqui são GRANDES e as vezes duas pessoas comem bem um único prato.

Contas
As contas são praticamente as mesmas do Brasil: água, luz, gás, internet/TV (8mb) e mais o aquecimento que é necessário no inverno. Sim, é provável que você precise, ainda mais se estiver acostumado com o clima tropical brasileiro, o inverno pode ser rigoroso.

Todas essas contas juntas giram custam em média 160€/180€ por mês para um casal. Um ponto importante para lembrar, água e luz é MUITO caro por aqui, então é bom se habituar a banhos rápidos e não deixar luzes e televisão ligadas.

Transporte público na Espanha
O transporte público funciona por zonas, e você pode fazer uma “Tarjeta de Transporte Público” que é semelhante ao bilhete único e serve para metrô, ônibus, trem e etc. Tem um preço fixo mensal de acordo com quantas zonas você costuma usar no seu dia a dia. Caso precise andar mais zonas em alguma exceção, pode comprar um bilhete avulso.

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O normal é comprar uma ou duas zonas, que é o suficiente para trabalhar, estudar e se divertir no final de semana, e custa 56€/mês. Se você precisar pegar um táxi, é bom saber que para andar 8km você vai gasta 17€, um pouco caro na minha opinião.

Saúde Pública na Espanha
A saúde pública na na Espanha é “gratuita” para todo mundo, inclusive quem está em situação ilegal tem direito a primeiros socorros. O gratuito esta entre aspas, por que as pessoas contribuem para a saúde pública com os impostos a partir dos 18 anos de idade.

Você se inscreve na junta da sua região e lhe é atribuído um centro médico próximo a sua casa e um médico, onde pode inclusive escolher se vai ser um homem ou mulher para te atender nas consultas. Se você quiser se consultar com um especialista, é preciso marcar uma consulta de clínico geral e ele te encaminha para o especialista. Grande parte dos medicamentos são gratuitos quando receitado pelo seu médico.

Salários mínimo na Espanha
O salário mínimo na Espanha não é dos mais altos da Europa, mas ainda consegue ficar a frente de Portugal e Grécia, por exemplo. O salário mínimo para 2016 na Espanha é de 753€, assim como no Brasil, o mínimo é pago para trabalhos mais braçais, como limpeza, caixa de mercado e etc. A taxa de desemprego no País ainda é alto, ficando em torno de 21%.

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Os empregos ligados a finanças e tecnologia, com algum tempo de experiência é possível ganhar até o dobro do salário mínimo nacional. Um casal trabalhando (mesmo que com salário mínimo) consegue viver confortavelmente, visto que o custo de vida na Espanha não é tão alto comparado ao salário. Veja: Como trabalhar na Espanha.

Para viver bem em qualquer lugar do mundo, é preciso equilibrar as contas fixas com o seu salário. Os valores exibidos aqui são em média, e você pode conseguir economizar em algumas coisas, só depende de pesquisa e força de vontade. Você pode ver abaixo a tabela completa do custo de vida na Espanha de 2015 (atualizado aqui em 2016).

Para saber o custo de vida em outras cidades ou países, você poder ler Custo de vida na Europa, como calcular e comparar.

Custo de vida mínimo na Espanha, em Madrid, para um casal.
Apartamento (em boa área, próxima ao centro) 500€
Comida 200€
Contas (luz, água, gás, aquecimento, internet e etc) 160€
Transporte Público 56€
Total 916€

Total mensal pode variar entre 744€ á 1.069€, dependendo das suas escolhas.

Aposentados

Lembrando que Outra possibilidade muito interessante é para as pessoas que tenham um patrimônio suficiente para se manter sem trabalhar (aposentados)…

podendo solicitar o visto de residência não lucrativa na Espanha. Neste caso o valor mínimo que tem que ser demostrado para conseguir o visto é de 2.130,04€  por mês para o titular. Se tiver algum membro da família que seja sustentado por ele, então tem que aumentar outros 532,51€ para cada membro que residirá com ele.

Saiba mais: https://oterceiroato.com/2016/11/07/sou-aposentado-no-brasil-posso-viver-legalmente-na-espanha/

Se você pretende mudar para a Espanha, veja aqui Como morar na Espanha, um resumo de todas as maneiras legais para morar no país. Caso seja descendente de espanhóis, pode ser útil também ler sobre a Cidadania Espanhola.

http://www.eurodicas.com.br/custo-de-vida-na-espanha/

GUARDE SUAS EXPECTATIVAS…

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“Se estiver em dúvida, vá pelo não. Pois se você ficou em dúvida, não era pra ser!” Pedro Bial.

Guarde suas expectativas. Ou se possível, não crie expectativas. Se você espera muito e nada acontece, você se decepciona. Se você espera nada e algo acontece, você se surpreende. Você vai perceber que tudo pelo qual você se preocupou foi apenas perda de tempo. Se der certo, você se preocupou com tudo à toa. Se der errado, você se preocupou com algo que nem valia a pena ter investido o seu tempo. Pare de criar expectativas, pare de se decepcionar e se surpreenda.

By Pedro Bial.

É PRECISO SABER DESLIGAR…

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“ A mente que se abre a uma nova idéia… jamais voltará ao seu tamanho original…” Albert Einstein
Esqueça o trânsito caótico, a urucubaca política, o tal balancete no final do ano. Deixe de lado a cobrança interna, a dívida externa, a tão eterna dúvida. Viver é assim. Não há como negar. Para ficar ligado é preciso saber desligar. Fácil? Nem tanto. Descobrir qual é o seu tempo é tarefa nobre: exige um grande conhecimento sobre si mesmo. Portanto, esqueça o relógio. Seu tempo está dentro de você. Chega de viver com a ansiedade no colo e o celular na mão. Não deixe a agenda ocupar ? sem querer – o lugar do coração. Respeite sua hora. Desacelere. TURN OFF. Mais do que correr, é preciso saber parar. Não adianta viver no piloto-automático e deixar de sorrir. Nem tirar folga e levar uma enorme culpa dentro da mala. O mundo lá fora exige produtividade e imediatismo. Aqui dentro, corpo e alma pedem menos, muito menos. Como fazer, então, para conciliar tempos tão diferentes? A resposta não está em livros. Mas dentro de cada um. Quer tentar? Respire fundo. Desencane. Perca seu tempo com você!É uma responsabilidade enorme desconectar-se, eu sei. Mas vida ao vivo é pra quem tem coragem. Coragem de arriscar. Cuidado em saber a hora certa de parar. Difícil? Pode ser. É um exercício diário que exige confiança e um amor incondicional por tudo o que somos e acreditamos. Uma aceitação suave dos próprios defeitos, um rir de si mesmo, um desaprender contínuo, um aprender sem fim sobre o que queremos da vida. Não importa se tudo parecer errado e o mundo virar a cara para você. Esqueça. Se esqueça. Hora de se perdoar. RENASÇA. Eu sei pouca coisa da vida, mas uma frase eu sigo à risca: é preciso respeitar o próprio tempo. E eu respeito! Acredito no que diz o silêncio na hora em que a mente cala. E meu silêncio – que não é mudo e também escreve – dita com voz desafiante: confie em si mesma. Quebre a rigidez. Ouse. Brinque. Viva com mais leveza. E – por favor – desligue-se. Só assim você vai transformar vida em letra e letra em vida. E ter coragem e fôlego pra ser VOCÊ, no momento em que o mundo te atropelar sem licença e disser: CHEGOU A HORA!

- RAIVA
By Fernanda Mello.

MORAR EM PORTUGAL: 5 DICAS PARA UMA BOA ADAPTAÇÃO.

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“Temos de nos tornar na mudança que queremos ver”. Mahatma Gandhi

Pesquisando sobre o impacto que as pessoas sofrem com a mudança de País gosto de ouvir as experiências de quem que já avançou por esta etapa…  Conheça o que a Priscila do site Cultuga nos conta:

Desde a primeira vez que pisei em Lisboa, eu já sabia que precisaria de um tempo maior para poder vivenciar e entender tudo aquilo que estava sentindo. Voltei outras vezes de férias, mas sempre retornava ao Brasil com a sensação de que algo ainda estava faltando.

Escolher morar na capital portuguesa não foi uma tarefa simples. Eu sabia que Portugal poderia me oferecer uma experiência de vida importante e de acordo com as minhas expectativas. Entretanto, do outro lado (do oceano) estava a minha família, os amigos queridos e os planos idealizados para uma vida inteira no coração de São Paulo.

A decisão foi feita no susto, mas desse momento até a mudança passou um ano inteiro. Foi o tempo que tive para amadurecer o projeto, me desfazer dos planos paulistanos e fortalecer os elos com as pessoas que mais amo para seguir um novo caminho.

Morar fora de seu país de origem, seja temporariamente ou com um objetivo permanente, não é uma escolha fácil. Quando projetamos uma forma de vida no exterior, pensamos principalmente no que aquele momento vai nos trazer de positivo. Porém, o primeiro ano em solo estrangeiro vem como uma avalanche de sentimentos e novidades. Receber e filtrar tudo isso requer mente aberta e bastante paciência.

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1. Deixar ser levado pela cultura e tradições locais

O primeiro conselho que dou para todos os brasileiros que me procuram e questionam a adaptação no país é: não tente fazer de Portugal um pequeno pedaço do Brasil. Parecem palavras duras, mas isso acontece com frequência, principalmente por dividirmos o mesmo idioma e termos alguns costumes similares. Aproveite a sua experiência no exterior para absorver a cultura e as tradições locais, não para impor as suas. De coração aberto e sem fazer incansáveis comparações aqui e acolá você certamente terá bons momentos e será bem recebido por todos.

2. Explorar o bairro, a cidade, as localidades vizinhas e o país

Conhecer Portugal é muito barato. Portanto, depois de se instalar, faça caminhadas frequentes pela cidade, descubra novos caminhos para os locais que frequenta, experimente todos os transportes, aproveite os finais de semana para conhecer os arredores de onde você vive e, sempre que puder, viaje pelo país. Apesar de pequeno em território, Portugal tem muitas riquezas culturais espalhadas por suas regiões que são completamente diferentes umas das outras.

3. Fazer novas amizades (portuguesas ou estrangeiras)

Se você for morar nas grandes cidades portuguesas, certamente vai notar o alto volume de estrangeiros que também vivem por ali. São pessoas vindas de diversas partes do mundo e de todas as idades. Busque por atividades e grupos relacionados aos assuntos de seu interesse para se integrar com esses estrangeiros mas, sobretudo, com portugueses. Dessa forma, você poderá compreender melhor as raízes do povo, com as pessoas locais, e as diferentes formas de adaptação, com as pessoas de fora.

4. Trocar os sites de notícia brasileiros pelos portugueses

Risque da sua lista de favoritos os sites de notícia brasileiros e inclua os portugueses (como o Público e o Observador). Essa leitura vai te levar para mais perto da cultura e da vida local (e do que acontece na União Europeia como um todo) e também vai afastá-lo da rotina brasileira. Via Facebook e por meio de amigos e familiares você já terá informações suficientes sobre as principais notícias do Brasil. O mesmo vale para canais de TV. Matar as saudades vale, claro que vale. Mas fazer disso uma rotina não vai te levar para perto do que realmente acontece no país que você escolheu para viver e passará os seus dias com a cabeça “lá” e não “cá”.

5. Quando a saudade apertar… Usar o Skype e o Whatsapp

A tecnologia é a maior e melhor aliada dos imigrantes, na minha opinião. Não dá para imaginar como era a nossa vida sem ela. Em poucos anos, tudo se tornou muito simples e bem fácil. Conversamos diariamente com as pessoas que a gente ama via Skype, podendo fazer parte da vida de todos e levando um pouco da nossa experiência por meio da câmera. Ainda temos a sensação de proximidade quando podemos usar o whatsapp a todo e qualquer instante. Se a saudade apertar, então, já sabe…!

http://www.cultuga.com.br/2015/08/morar-em-portugal-dicas-para-uma-boa-adaptacao/

SOU INTENSA!

martha-medeiros

“O destino decide quem entra na minha vida. Minha atitude decide quem fica”. Martha Medeiros

Sempre desprezei as coisas mornas, as coisas que não provocam ódio nem paixão, as coisas definidas como mais ou menos. Um filme mais ou menos, um livro mais ou menos. Tudo perda de tempo. Viver tem que ser perturbador, é preciso que nossos anjos e demônios sejam despertados, e com eles sua raiva, seu orgulho, seu acaso, sua adoração ou seu desprezo. O que não faz você mover um músculo, o que não faz você estremecer, suar, desatinar, não merece fazer parte da sua biografia.
(…) as coisas muito boas e as coisas muito ruins exigem explicação. Coisas mais ou menos estão explicadas por si mesmas.
(…) Não gosto de nada que é raso, de água pela canela. Ou mergulho até encontrar o reino submerso de Atlântida, ou fico à margem, espiando de fora. Não consigo gostar mais ou menos das pessoas, e não quero essa condescendência comigo também.

By Martha Medeiros

GUARDE SUAS EXPECTATIVAS…

- RAIVA

“ Se estiver em dúvida, vá pelo não. Poi se você ficou em dúvida, não era pra ser!!”Pedro Bial

Guarde suas expectativas. Ou se possível, não crie expectativas. Se você espera muito e nada acontece, você se decepciona. Se você espera nada e algo acontece, você se surpreende. Você vai perceber que tudo pelo qual você se preocupou foi apenas perda de tempo. Se der certo, você se preocupou com tudo à toa. Se der errado, você se preocupou com algo que nem valia a pena ter investido o seu tempo. Pare de criar expectativas, pare de se decepcionar e se surpreenda.

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 By Pedro Bial.