10 BENEFÍCIOS INESTIMÁVEIS QUE VIAJAR PROMOVE PARA A SAÚDE E A VIDA.

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“Viajar é a melhor forma de se perder e de se encontrar ao mesmo tempo”. Benna Smith

Viajar promove benefícios que vão muito além do entretenimento, pois entrar em contato com o novo promove mudanças físicas e mentais. Abaixo, conheça 10 benefícios de uma viagem para a saúde e não entenda porque não deve economizar nesse auto investimento.

1- Mudança de rotina

Nós vivemos baseados em um mundo de rotinas para que as coisas aconteçam e tenham ordem. Nós temos horários que devemos cumprir, entretanto, com o tempo, essa repetição pode se tornar estressante e nos impedir de enxergar novas possibilidade. Viajar é quebrar esse ciclo de repetição e para que percebamos que podemos fazer coisas de maneira diferente.

2- Você fica menos preconceituoso (a).

Viajar permite conhecer coisas novas e ter contato com mundos e pessoas diferentes. Ao conhecê-los, em vez de temê-los e evitá-los, você perceberá que eles só têm a somar. Preconceito é fruto de ignorância e medo.

3- Maior criatividade.

Novas experiências aumentam o nosso leque de referências mentais. É tudo sobre se meter em situações novas e transformá-las em experiências surpreendentes. Isso definitivamente te deixa mais criativo. Quando você estiver em lugar diferente, posturas diferentes serão tomadas por você – mesmo que não queira.

4- Você pode redefinir a relação que você tem consigo mesmo e até com os outros.

Todo mundo precisa de um tempo sozinho, e viagens podem promover isso. A distância e algum tempo sem as companhias habituais permitem que valorizemos mais quem gostamos e tenhamos momentos mais construtivos com elas, quando as oportunidades permitem.

5- Maior confiança e autoestima.

Viajar e aprender são verbos que andam juntos. Nós temos que experienciar coisas novas, perguntar, resolver, escolher…

Se a “ocasião faz o monge”, mesmo os mais tímidos precisam aprender a se virar em locais diferentes.

Esse jogo de cintura exigido pela viajam deixa a pessoa mais confiante para enfrentar outras situações no futuro.

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6- Aumento da habilidade social.

Não há nada como se mudar ou viajar para fazer você perceber que, onde quer que você esteja, você desenvolverá laços afetivos e passará a se preocupar com pessoas diferentes, e, a parte boa: elas também se preocuparão com você. Em um lugar estranho tudo o que você fizer envolverá o contato com uma pessoa estranha.

7- Maior adaptação a mudanças.

Mergulhar fora de sua zona de conforto também faz você perceber que, independentemente da idade, é um novato na vida. Essa falta de controle nos torna mais maleáveis e adaptados.

8- Aumento da capacidade cognitiva.

Vocês sabiam que motoristas da táxi possuem a região do cérebro relacionada a localização espacial mais desenvolvida? Pois é, isso acontece porque eles são obrigados a aprender e memorizar caminhos o tempo todo. O mesmo pode acontecer com todas as funções que você estimular. Os exercícios de neurótica, por exemplo, consistem basicamente em fazer as mesmas coisas de maneira diferente. Fazer isso viajando pode ser uma opção melhor ainda.

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9- Colocar o corpo em movimento.

Corpo saudável é compor que se movimenta. Pessoas que viajam costumam ser menos propensas ao sedentarismo e as sequelas disso.

10- Novas histórias.

O ser humano é feito de histórias. São as histórias de nossas vidas que dizem quem somos. Logo, criar histórias é dar mais vida a nossa vida, mais sonho aos nossos sonhos, mais esperanças aos nossos dias.

Depois desses 10 itens a pergunta que fica é, quando será sua próxima viagem? Eu já estou planejando a minha.

Fonte: Por Josie Conti do site CONTI outra.

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DEFICIÊNCIAS – POR MARIO QUINTANA…

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“A verdadeira deficiência é aquela que prende o ser humano por dentro e não por fora, pois até os incapacitados de andar podem ser livres para voar”. Thaís Moraes

Neste texto, Mario Quintana discorre de como podemos ser deficientes perigosos para nós mesmos e para aqueles que nos cercam. E alerta que deficiências éticas e comportamentais são mais destruidoras dos que as deficiências físicas, já que essas são, na maioria das vezes, imperceptíveis a olho nu. Leiam:

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“DEFICIENTE” é aquele que não consegue modificar a vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade e que vive, sem ter consciência de que é dono de seu destino.

“LOUCO” é quem não procura ser feliz com o que possui.

“CEGO” é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.

“SURDO” é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e querer garantir seus tostões no fim do mês.

“MUDO” é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.

“PARALÍTICO” é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.

“DIABÉTICO” é quem não consegue ser doce.

“ANÃO” é quem não sabe deixar o amor crescer.

E finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois:

“MISERÁVEIS” são todos que não conseguem falar com Deus.

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OUTRO DIA DESSES EU ME DIVORCIEI…

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“Nada é por acaso, evoluir é consequência”. Bia Perez

Perfeito esse texto de Clara Baccari… sabemos que a separação é de fato um processo necessário, doloroso e lento… cuja relação terá muito o que se ponderar. No entanto não devemos morrer aos poucos junto de uma relação, que já se desgastou com o tempo e já terminou… nem devemos nos anular até o ponto de morrermos, com ela. Ao contrário, trata-se de um renascer!

Aprendi que a separação consciente é salutar a toda família, pois é só a consumação de fato, do que já estava separado, acabado… que nos dará paz e nos fará descobrir o que somos e o que queremos para nós… Ser feliz precisa muitas de vezes de coragem pra mudar o que não está bom. Essa é a tônica da sobrevivência humana… Com o tempo você percebe que tudo passa… nem vamos lembrar com dor desta nossa opção e sim de que sempre estamos no lugar e na hora certa. Leia:

Outro dia desses eu me divorciei. Saí da casa, da vida, da rotina…

O luto foi longo sim, luto de separação é sempre difícil e complexo. Vem a culpa, vêm os medos, as questões morais, a solidão, a loucura, a saudade, os apegos e os desapegos, os heróis e vilões, as roupas sujas expostas na sala de visitas.

Outro dia desses eu me divorciei. E tanta gente me perguntou o porquê.

Me disseram que relacionamentos são complexos, difíceis mesmo. Que a gente tem que enfrentar os desafios diariamente. Que a gente tem que passar por cima de tanta coisa, fazer vista grossa, tem que reconstruir, perdoar, recomeçar inúmeras vezes.

Mas ninguém diz como é mais difícil ainda ser outro dentro de um ciclo vicioso, ninguém conta como é quase impossível mudar as células viciadas em padrões, quebrar os comodismos culturais dentro de um acordo pré-estabelecido. Ninguém diz que normalmente o equilíbrio pende mais para um lado, que os corpos se ajustam às injustiças dos espaços mal divididos, que as mentes se aquietam para poderem ter energia para concretizar o desafio de pagar as contas no fim do mês.

Ninguém diz que esse passar por cima de tudo é na verdade tantas vezes um passar por baixo, é esconder atrás dos cômodos e das almas as dores e as alegrias. É passar por baixo de si mesmo. É voltar, é continuar, é engolir melhor os sapos que vão denunciar os coachados dois meses (ou dias, semanas… ) depois dos elos reatados e dos perigos amenizados.

É tudo muito sério para deixar de lado. Dói, é verdade. De uma maneira ou de outra, vai doer. Mas, mesmo assim, outro dia desses eu me divorciei.

Porque depois de ser adulta por tantos anos, eu quis voltar a ser espontânea.

Quais os motivos? Me pergunta alguém.

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Eu não sei bem… mas sabe quando a gente é criança e a brincadeira está tão boa que a gente se esquece de sentir fome, de olhar as horas, de trocar de carro, e pensar na pós-graduação do filho mais novo?

Sabe quando a gente é criança e encontra um amigo do peito bom de brincar e a gente nem pensa em saber qual é o passado dele, a profissão, as visões de futuro, o dia de amanhã… A gente nem lembra de notar a cor dos olhos dele, eles apenas brilham, a gente não repara nas diferenças, a gente apenas se perde na alegria, no momento.

A gente entra na terra úmida, sobe na árvore, joga a bola alto.

Se o amigo for bom de brincadeira, a gente sem querer querendo fica perto. Mas, se o amigo é chato, cheio de regras, de competições e conversas, chorão, reclamão, a gente anda, voa, desencana daquela energia. Uma hora a água da vida bate na bunda e a gente desatina.

A gente se divorcia.

Dia desses eu me divorciei e até o mito de abrir o vidro de azeitonas e a garrafa de vinho se desfez, deve ser porque até meus músculos estão mais despertos.

E não levanto a solidão como bandeira não. Apenas celebro a coragem, a vida, a possibilidade de ser dona de mim. Fecho um livro. Respiro fundo, sacudo a poeira… dou a volta por cima. Penso… E os amores mais genuínos que virão. Novas histórias serão escritas… mais feliz com certeza eu serei!

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Fonte: Resiliência Mag

NUNCA TE ESQUEÇAS DE QUE SÓ HÁ DOIS TIPOS DE DOR: A QUE TE DÓI… E AQUELA QUE TE FAZ MUDAR! ESCOLHA…

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“Existem transformações pelas quais vais ter de passar na vida mesmo que não as queiras”. José Micard Teixeira

Esta crônica de José Micard Teixeira, fala das escolhas que podemos fazer na vida. Entre a dor e aquela que te impulsiona a mudar e reconstruir novos caminhos… fico com a segunda opção. Leia:

Há muito que sabes que não há nada que consigas fazer para evitá-las, mas ainda assim acreditas que vai ser possível mudar o rumo dos acontecimentos.

Muitas vezes, quem gostarias de ser não tem nada a ver com quem realmente és, porque resulta tão-somente do teu desejo de agradar a alguém ou sentires-te amado.

Por outro lado, essa pessoa que você criou vem da tua vontade de sobreviver num mundo que te é hostil e falso e se apresenta a ti sem qualquer salvação possível.

No entanto, não vais conseguir viver bem contigo mesmo se não te aceitares como és e ao mundo a tua volta.

Sabes perfeitamente que só podes mudar aquilo que aceitas.

Você reclama da dor que te provoca a indiferença e a crueldade de algumas pessoas para contigo, do desrespeito e falsidade com que te tratam, mas por favor para de te queixar e nunca te esqueças que só existem dois tipos de dor, a que te dói e aquela que te faz mudar.

Escolha, mudar. Mude! Um começo já… Construa novas histórias de vida. A energia se renova.

Transforme sua vida!

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Fonte:  Residência Mag

SEJA VOCÊ O AMOR DA SUA VIDA!

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“Quando você se encontrar, não se perderá em mais ninguém. Seja você o amor da sua vida!”

Vivemos preocupados procurando algo… longe, distante e em outras pessoas… e muitas vezes nos esquecemos do que esta dentro de nós… Janda Barros, nos fala da importância de apreciar a nossa companhia. Leia:

Você é o amor que procura nos outros, você é a sua melhor companhia, você é completo (a)!

Quando a gente descobre que tudo o que precisamos está em nós mesmos, na nossa alma, no nosso coração e no nosso silenciar, paramos de procurar externamente. Esta descoberta vai mudar tudo.

Às vezes, estamos com a cabeça em um turbilhão de emoções, mil coisas para pensar, coração acelerado, que mal olhamos para a nossa essência, pois procuramos fora o amor que sempre esteve dentro de nós.

Entramos e saímos de relações, sem nos permitir olhar verdadeiramente para nós mesmos.

Ficamos focados no ego e na vaidade de ter um alguém e, muitas vezes, a todo custo ou a qualquer custo, ferindo a nossa identidade e o nosso amor-próprio, nossa autoestima.

O quanto você silencia para ouvir a si mesmo, libertando-se do ter que provar algo a alguém?

Muitas vezes, a resposta e o caminho estão dentro de nós, no nosso coração e na calmaria dele.

Silencie o seu coração. Todas as respostas estão dentro de você, seja amoroso (a) consigo.

Quando esquecemos que Deus nos ama, saímos à procura de um “alguém” que preencha nossa necessidade de sermos amados (as). Mas o amor está dentro de nós, a cada novo dia a cada novo despertar do coração.

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Seja bom (boa) com você, seja sua melhor companhia, não tenha medo “da solidão”, ela pode ser sua amiga. Convide a solidão para sair com você, para um café, um jantar, um cinema, ande de mãos dadas com ela, até o seu (sua) “parceiro (a) de vida” chegar.

Seja seu (sua) melhor amigo (a), não tenha medo! O amor vai chegar no tempo e no momento certo, mas, antes disso, você merece ter uma relação de muito amor consigo mesmo (a), você é a única pessoa que pode fazer por você o que espera que outra pessoa faça.

Enquanto isso vá, prepare-se, você só pode dar ao outro aquilo que você já tem, portanto, AME-SE, CUIDE-SE, ACEITE-SE e PERDOE-SE. Seja generoso (a), bondoso (a) e carinhoso (a) com você. O amor-próprio nos permite ter tempo para sorrir, para nos ouvir, abraçar, e para nos perdoar, de todas as coisas que fizemos no passado.

Você é o amor que procura nos outros, você é a sua melhor companhia, você é completo (a). O seu companheiro (a) vai/pode chegar… mas enquanto isso: seja você o amor da sua vida!

Fonte: Resiliência Mag

É PRECISO SABER MORRER!

“Aprende a viver bem, e bem saberás morrer.” Confúcio

A morte, embora seja certa, talvez a nossa única certeza, ainda é um grande tabu. É só começar a falar sobre o assunto, pra alguém logo dizer: “ih, que conversa baixo astral”. Se você acha que estou brincando, faça a experiência e levante o assunto numa roda. A questão é que o mundo está envelhecendo e, sem a menor dúvida, esse será tema cada vez mais frequente.

A nossa sociedade não foi educada para receber a morte, costumamos não falar ou simplesmente afastar o pensamento tipo: Ah, nem vamos tocar nesse assunto.

Pioneira em cuidados paliativos, britânica Kathryn Mannix defende que deixemos de usar eufemismos ao falar da morte e passemos a conhecer os estágios naturais do processo para aprendermos a lidar com eles.

Para a Dra. Kathrin Mannix, especialista em cuidados paliativos, em lidar com pacientes que estão em estágio terminal, há uma explícita “negação” da morte nesse mundo em que vivemos. “Acho que é hora de voltar a falar da morte e recuperar essa sabedoria” – afirma a médica (à BBC Brasil):

Na minha humilde opinião, morrer não é tão ruim quanto se pensa.”

Essa é a visão da morte por Kathryn Mannix, médica britânica pioneira em cuidados paliativos, que dedica sua carreira a tratar pacientes com doenças incuráveis nos últimos estágios de sua vida.

Para a autora do livro With the End in Mind: Dying, Death, and Wisdom in an Age of Denial (“Com o fim em mente: morrer, morte e sabedoria na era da negação”, em tradução livre), a sociedade nos leva a evitar falar desse processo e a substituir a palavra “morte” por eufemismos.

E isso torna muito mais difícil lidar com a perda de um ente querido, argumenta Mannix. A BBC Ideas, plataforma da BBC que explora ideias questionando verdades estabelecidas, traz seu depoimento:

“Nós deixamos de falar sobre a morte. Deixamos de usar a palavra ‘morrer’ e passamos a usar outras similares”.

Em vez de ‘morto’, dizemos ‘falecido’. Em vez de dizer que alguém está morrendo, dizemos que ele está “muito doente”.

“Eufemismos dificultam a perda de um ente querido”, diz Mannix

Quando se usam essas palavras, as famílias não entendem que está se aproximando o momento da morte.

Isso é um grande problema porque, quando a família está junto ao leito de alguém prestes a morrer, não sabe o que dizer entre si ou para o próprio doente, que também não sabe o que dizer ou o que esperar.

Trata-se de uma cena marcada por tristeza, ansiedade e desesperança. E, na minha humilde opinião, não precisa ser assim.

Acho que perdemos a imensa sabedoria humana de aceitar a morte de um modo normal. A única certeza que temes desta vida é que um dia vamos morrer.

Acho que é hora de voltar a falar da morte e recuperar essa sabedoria.

Como é morrer normalmente? Assim como nascer, é apenas um processo. Gradualmente, a pessoa vai se cansando, se esgotando.

À medida que o tempo passa, ela vai dormindo mais, passa menos tempo acordada.

A família pode ir aprendendo sobre os melhores momentos para dar os medicamentos (ao paciente) ou deixar as visitas entrarem.

Pode acontecer de visitantes ou familiares encontrarem o paciente dormindo. E muitas vezes pode estar acontecendo uma mudança que é pequena, porém muito significativa.

“A morte normal é realmente um processo tranquilo – algo que podemos reconhecer, para o qual podemos nos preparar e algo com o que podemoslidar”, diz Mannix.

É que, em vez de estar dormindo, a pessoa pode estar temporariamente inconsciente. Não podemos acordá-la nem dar a ela o medicamento. Não podemos dizer que chegou uma visita. Ainda assim, quando ela acorda, ela conta que teve um bom sono.

Então ficamos sabendo que esse estado de coma não foi aterrorizante. Simplesmente não percebemos esse lapso à inconsciência no momento em que ele ocorre.

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À medida que o tempo passa, essa pessoa passa menos tempo acordada, mais tempo dormindo, até que, no final, fica inconsciente o tempo todo.

“As pessoas falam desse som da morte como se fosse algo terrível, mas esse som, na verdade, me diz que o paciente está tão profundamente relaxado, e em um estado de consciência tão profundo, que sequer a saliva na gargantao incomoda enquanto as bolhas de ar entram e saem dos pulmões”.

Essas pessoas estão tão relaxadas que nem se darão ao trabalho de pigarrear, limpando a garganta, então pode ser que a respiração passe por pequenas quantidades de muco ou saliva na parte de trás da garganta.

Isso pode causar um ruído estranho, que muitos chamam de ‘estertor da morte’ ( death rattle , em inglês).

As pessoas falam desse som como se fosse algo terrível, mas esse som, na verdade, me diz que o paciente está tão profundamente relaxado, e em um estado de consciência tão profundo, que sequer a saliva na garganta o incomoda enquanto as bolhas de ar entram e saem dos pulmões.

Então, bem no finzinho da vida, haverá um período de respiração superficial, e uma expiração que não será seguida por uma inspiração.

Às vezes é algo tão suave que os familiares sequer percebem.

Por isso, a morte normal é realmente um processo tranquilo – algo que podemos reconhecer, para o qual podemos nos preparar e algo com o que podemos lidar.

“Sabemos que esse estado de coma (que precede a morte natural) não é aterrorizante. Simplesmente não percebemos esse lapso à inconsciência no momento em que ele ocorre”.

E isso deveria ser algo a ser celebrado. Algo com o que podemos nos consolar uns aos outros.

Mas por muitos considerarem indelicado falar sobre a morte, isso virou, de fato, o segredo mais bem guardado da medicina.

Por isso, na minha opinião, “morrer é algo que deveríamos recuperar, algo sobre o que deveríamos falar e nos consolar mutuamente.”

Assista em inglês, vídeo original com a entrevista.

https://www.bbc.com/ideas/videos/dying-is-not-as-bad-as-you-think/p062m0xt

Saiba mais sobre esta assunto:

https://oterceiroato.com/2016/01/15/a-morte-e-um-dia-que-vale-a-pena-viver-ana-claudia-quintana-arantes/

https://oterceiroato.com/2018/03/25/morrer-nao-se-improvisa-relatos-que-ajudam-a-compreender-as-necessidades-bel-cesar/

 

 

CANSEI!

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“Eu não tenho muito, mas tenho paz.” Wandy Luz

Chega uma hora que damos um basta! Cansamos de tantas coisas desnecessárias… nos tornamos mais leves. Livres! Acontece uma liberdade interna que os faz tão bem… Gosto de como Wandy Luz coloca isto, leia:

Cansei de tentar entender quem está ao meu lado, quem está contra mim ou quem está em cima do muro por medo de se posicionar.

Decidi me livrar de tudo e todos que tiravam minha paz

Tornei-me indiferente a opiniões alheias, e pouco me importo com críticas destrutivas, principalmente vindas de pessoas hipócritas, demagogas, que vivem de mentiras.

Não preciso provar nada a ninguém, não preciso ser aceita ou agradar a todos. A minha consciência está tranquila, porque sou exatamente o que quero ser.

Lealdade para mim não é simplesmente uma palavra, é um estilo de vida, uma regra.

A minha vida mudou quando eu simplesmente deixei de me importar com tudo que não é de fato importante. Eu não mudei por causa de um amor, ou uma desilusão, não… eu não mudo por você nem por influência de ninguém.

Eu mudei porque percebi que a vida era curta demais para condicionar a minha felicidade a pessoas e acontecimentos externos. Eu finalmente entendi que a única pessoa capaz de transformar solidão em companhia, tristeza em alegria, dor em amor, era, e sempre foi, eu mesma.

Eu aprendi a viver um dia de cada vez, às vezes com muita sensatez, às vezes fazendo tudo errado, porque eu tenho muitos defeitos para ser perfeita, mas sou muito abençoada para ser ingrata.

E foi errando que eu aprendi lições maravilhosas sobre a vida, sobre as pessoas, sobre o amor, sobre a dor, e o mais importante, sobre mim, sobre quem eu sou de verdade.

Eu não tenho muito, mas tenho paz. Eu não sou melhor do que ninguém, mas sou bem melhor do que ontem.

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“Cansei. Cansei de pedir desculpa por quem eu sou. Cansei de ouvir de todo mundo como é que se trabalha, se ama, se permanece, se constrói, cansei.” Coringa

Fonte: Resiliência Mag

SER VELHO É LINDO!

“Envelhecer ainda é a única maneira que se descobriu de viver muito tempo”. Charles Saint-Beuve

Gosto muito deste olhar sobre o envelhecer! Mirian Goldenberg compartilha aqui os resultados de sua pesquisa sobre como os homens e mulheres envelhecem, e a velhice é algo belo, ser velho é lindo! Mirian é Professora Titular do Departamento de Antropologia Cultural e do Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Doutora em Antropologia Social pelo Programa de Pós Graduação em Antropologia Social do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Colunista de jornal e autora de vários livros. Assistam ao vídeo:

Lindo pensar que estamos caminhando pra um aprendizado de vida, perfeita! E você já pensou sobre isso?

 

QUER ENVELHECER BEM? EVITE ESTES SETE ERROS.

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“Envelhecer ainda é a única maneira que se descobriu de viver muito tempo”. Charles Saint-Beuve

Achei interessante compartilhar este Post da Huffington, Sempre gosto de ler sobre como envelhecer bem, o que fazer e o que evitar…sempre é bom saber, não é mesmo? Este é um deles rsrsrs. Leiam:

Quando o assunto é a vida após os 50 anos, não há escapatória: há os que estão envelhecendo e os que estão envelhecendo bem. Estamos falando daqueles sortudos que, como um vinho, parecem melhores a cada ano que passa, enquanto outros vão aprendendo por tentativa e erro.

Coragem, alunos da escola da vida. Essas pessoas não estão envelhecendo melhor, mas sim de um modo mais inteligente. O segredo não está necessariamente no que elas estão fazendo: está no que deixam de fazer. Com a expectativa de vida aumentando em todo o mundo, essa é a época ideal para cuidar da nossa aparência e nosso bem-estar. Listamos algumas das coisas que essas admiráveis pessoas maduras estão evitando. Confira a lista:

1. Usar muita maquiagem. À medida que o tempo passa, você pode se sentir tentada a abusar da maquiagem para parecer mais jovial. Porém, não há nada de bonito em uma base carregada ou em cílios pesados de rímel.

A maquiagem deve realçar sua beleza natural, não escondê-la. Mireille Guiliano, autora de “Os Segredos das Mulheres Francesas”, ressalta a importância de uma maquiagem leve e natural. “Pare de tentar se vestir como sua filha ou com suas roupas de antigamente… Pegue leve na maquiagem. À medida que envelhecemos, o excesso de maquiagem nos deixa com aparência pior. Pense três vezes antes de chamar atenção para suas rugas”, recomenda a autora à Parade Magazine.

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2. Não consuma tanto sal!  A pressão alta é um dos muitos problemas que podem surgir com a idade. Na verdade, cerca de dois terços dos americanos acima de 60 anos sofrem desse mal, de acordo com o Instituto Nacional de Saúde dos EUA. Uma dieta rica em sódio é um gatilho. Como um envelhecimento saudável não depende apenas de fatores externos, devemos cuidar bem do nosso interior também. A hipertensão pode levar a graves consequências como ataques cardíacos, derrames e queda do funcionamento cognitivo. Portanto, não coloque sal demais nas suas refeições e passe longe de qualquer coisa com mais de 20% da dose diária recomendada de sódio.

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3. Negatividade. “Mantenho distância de pessoas, coisas e lugares negativos”.Me mantenho positiva e grata pelo que tenho”, contou a centenária Daisy McFadden à revista Forbes. Se o testemunho de Daisy parece pouco, saiba que inúmeros estudos já provaram que pessoas positivas tem menor tendência a sofrer perdas neurológicas e suas vidas são mais felizes. O Huffington Post publicou um artigo sobre uma pesquisa de 2011, que revelou que idosos felizes têm um risco de morte 35% menor do que os infelizes. Pessoas otimistas também sofrem risco menor de desenvolver problemas coronários, de acordo com uma pesquisa de Harvard. Portanto, alegre-se! Um rosto tranquilo ganha menos rugas.

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4. Assistir muita TV. Passar tempo demais no sofá é um mau hábito em qualquer idade, mas isso fica mais sério quando você envelhece. Você não só desperdiça um tempo precioso como também pode abreviar sua vida. Um estudo australiano revelou que cada hora passada diante da TV após os 25 anos reduz a expectativa de vida do indivíduo em 22 minutos. Como se isso não bastasse, assistir TV deixa você vulnerável a outros perigos do envelhecimento, como sedentarismo e isolamento social.

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5. Muita exposição ao sol. Em algum grau, não há como evitar as rugas e linhas de expressão que chegam com a idade. Porém, se você toma muito sol sem proteção, isso pode estar prejudicando seriamente sua pele. Estudos mostram que o uso de protetor solar pode evitar rugas, manchas e perda de firmeza e elasticidade. Como já sabemos, prevenir é o melhor remédio. Portanto, é melhor usar protetor solar hoje do que correr atrás de cremes anti-idade no futuro.

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6. Stress. A vida sempre vai trazer stress, seja por causa da sua família, do trabalho ou das finanças. É algo inevitável e pode vir acompanhado de problemas como insônia, depressão e doenças cardíacas. Alguns estudos sugerem que o stress pode deixar sua aparência 10 anos mais velhas. Contudo, as pessoas que estão envelhecendo bem aprenderam a gerenciar seu stress. Seja através de meditação, exercícios ou apenas alguns minutos diários longe da tecnologia e da sua mesa de trabalho, aprender a domar seu stress é algo muito positivo para o seu interior e exterior.

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7. Cometer exageros. É claro que você aproveitar a vida e enfiar o pé na jaca de vez em quando, mas ter moderação é fundamental para um envelhecimento saudável. Não importa se o seu vício é o álcool, alimentos gordurosos, doces ou refrigerantes: o consumo exagerado deles pode ter consequências ruins. Níveis aumentados de insulina e leptina (hormônios que controlam o açúcar no sangue e a armazenagem de gordura) são responsáveis por doenças graves como diabetes, obesidade e colesterol alto. Uma dieta rica em gorduras e açúcares e uma vida sedentária podem causar estragos. Uma dieta desequilibrada também aumenta a quantidade de radicais livres no seu corpo, o que pode danificar seu DNA e acelerar seu envelhecimento.

Concordo com tudo isso e você?

COISAS QUE APRENDI… FICANDO SOZINHA!

gratidao-foto01“Ficar só é necessário para nos reencontrarmos, para relembrar nossa essência, para olharmos exclusivamente para nós mesmos… E então nós descobrirmos um pouco mais e entendemos assim nossa real necessidade…” John Kervyson

Penso, assim como Guilherme Moreira Jr em sua crônica sobre como é bom ficar sozinho… O estar só não é o mesmo que solidão, quando compartilhamos e apreciamos da nossa própria companhia. E olhem que descobri muitas coisas de mim assim rsrsr. Aprecio muito a minha companhia! De bem com a vida e comigo mesmo. Leiam:

É bem simples, ficar sozinho e não me deixou incompatível para estar ao lado de outra pessoa. Ficar sozinho foi uma decisão de amor próprio, onde todo o tempo que passei em contato comigo permitiu que eu entendesse a importância de valorizar quem chega, quem fica feliz com a minha companhia.

Desconfio que esse é o primeiro mandamento da reciprocidade, saber encontrar a paz de estar inteiro consigo. Porque quando você é capaz de se enxergar sorrindo sem depender de ninguém, você entende a verdadeira essência dos relacionamentos. Ter a maturidade emocional em aceitar a solidão dos próprios pensamentos é o começo mais acertado para o momento no qual finalmente baixar a guarda junto de outra pessoa.

Ficar sozinho é passar a confiar nos seus sentimentos. É não ter medo de deixar fluir as coisas. Você não controla o tempo e as atitudes alheias. A ausência e o desprendimento de ter alguém caminhando junto a todo momento, além de me ensinar sobre dependência afetiva, também me ensinou sobre leveza. A solidão não precisa ser um peso. Ela pode muito bem ser um trajeto de descobrimento e soma daquilo que se quer. No caso, tranquilidade e equilíbrio.

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Ficar sozinho é criar uma própria balança sentimental, daquela na qual você aprende a manusear sem ultrapassar o limite das decepções amorosas que pode suportar. Do outro lado, você consegue encaixar os melhores encontros, as melhores experiências. Claro, não é uma ciência exata. Não existe nada de exato quando falamos do coração da gente, mas isso não significa a impossibilidade de querermos algo ou alguém em sintonia com os nossos afetos.

Ficar sozinho também me ensinou, e com muito amor, a não desmerecer entregas. Porque quem acolhe os nossos sonhos, quem luta do nosso lado, quem demonstra vontades sem cobrar nada em troca, esse é o tipo de pessoa que faço questão em dar uma pausa nos meus silêncios. Acredite, não é sempre que temos a chance de conhecer alguém assim. Então, faça o possível para quem te der essa liberdade sentir-se em casa.

Ficar sozinho não me tornou incapaz de amar outra pessoa. Ficar sozinho fez o meu amor crescer. A única diferença é que aprendi que antes de desejar da vida um amor de verdade, primeiro preciso saber amar os meus próprios lados.

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Gostaram? E você já aprendeu a ficar sozinho?