RETRATO DE MÃE!

Three generations

Uma simples mulher existe que, pela imensidão de seu amor, tem um pouco de Deus;
E pela constância de sua dedicação, tem muito de anjo;

Que, sendo moça, pensa como uma anciã e, sendo velha, age com as forças todas da juventude;

Quando ignorante, melhor que qualquer sábio desvenda os segredos da vida, e, quando sábia, assume a simplicidade das crianças;
Pobre, sabe enriquecer-se com a felicidade dos que ama, e, rica, empobrece-se para que seu coração não sangre ferido pelos ingratos;
Forte, entretanto estremece ao choro de uma criancinha, e, fraca, entretanto se alteia com a bravura dos leões;

Viva, não lhe sabemos dar valor porque á sua sombra todas as dores se apagam, e, morta, tudo o que somos e tudo o que temos daríamos para vê-la de novo, e dela receber um aperto de seus braços, uma palavra de seus lábios.

Não exijam de mim que diga o nome dessa mulher, se não quiserem que ensope de lágrimas este álbum porque eu a vi passar no meu caminho.

Quando crescerem seus filhos leiam para eles esta página: eles lhe cobrirão de beijos a fronte; e dirão que um pobre viandante, em troca de suntuosa hospedagem recebida, aqui deixou para todos o retrato de sua própria mãe…

Mãos

Perfeito! Feliz Dia das Mães!

Fonte: Dom Ramon Angel Yara – bispo de La Serena, Chile- Tradução de Guilherme de Almeida

 

 

 

CONHEÇA A TEORIA DOS SETÊNIOS: DE 7 EM 7 ANOS A SUA VIDA MUDA COMPLETAMENTE.

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“A Antroposofia é um caminho de conhecimento que deseja levar o espiritual da entidade humana para o espiritual do universo”. Rudolf Steiner

Novamente postando sobre Setênios. Interessante conhecer a Antroposofia que é uma linha de pensamento criada pelo filósofo Rudolf Steiner, que entende estabelece uma espécie de “pedagogia do viver”, pois ela abrange vários setores da vida humana como a saúde, a educação, a agronomia e outros. Esta linha de pensamento compreende que o ser humano tem que conhecer a si para também conhecer o Universo, pois somos todos parte e participantes desse mundo.

Tanto chineses quanto gregos foram os primeiros a observar que as mudanças biológicas e espirituais ocorriam de sete em sete anos na vida das pessoas, por isso “setênios”.

Dentro desse pensamento filosófico encontra-se uma forma cíclica de ver a vida chamada “teoria dos setênios”. Tal teoria foi elaborada a partir da observação dos ritmos da natureza, da natureza no sentido da vida, na qual todos nós estamos imersos. Ela divide a vida em fases de sete anos, vale lembrar que o número sete é um número místico dotado de muito poder em quase todas as culturas conhecidas. “A vida passa depressa, é dinâmica e, entender melhor esses momentos, poderá trazer certa conformidade e esperança”, diz Steiner.

Nossa vida é dividida, basicamente em 10 fases principais, sendo elas estabelecidas a cada 7 anos. A cada fase um novo ciclo é iniciado, que envolvem mudanças e transformações em diversos aspectos. Isto é o que concluíram os estudiosos dos setênios. Um estudo que se baseou na medicina tradicional chinesa e na antroposofia (dos gregos) – na qual a medicina antroposófica se baseia.

A Teoria Setênia propõe o seguinte:

Se o indivíduo tiver “respeitado” o ritmo de cada setênio, ele chegará no 10º (ou seja, com 70 anos), muito provavelmente com a consciência e a sabedoria necessárias para viver com boa saúde e lucidez, além de amar sem cobrar e ajudar sem perguntar.

O objetivo dos setênios, então, é de alertar as pessoas das fases existentes para que saibam das mudanças que estão enfrentando e as que estão por vir e as aproveitem de modo saudável.

A vida passa depressa, é dinâmica e, entender melhor esses momentos, poderá trazer certa conformidade e esperança. Um dos intuitos é fazer com que as pessoas fiquem atentas, que sejam vigilantes com elas mesmas e que possam decidir sobre suas ações de modo a responder aos estímulos diários, mantendo uma vida saudável mesmo em constante mudança.

Algo importante a se destacar é que, como cada um tem sua percepção de mundo e enfrenta as dificuldades a seu modo (além de terem os mais diferentes níveis de intuição, sensibilidade, empatia etc.), pode ocorrer de algumas mudanças que estão situadas em setênios futuros, serem experienciadas, por exemplo, antes de seu tempo, ou então depois do previsto pela teoria.

Até porque, cada ser amadurece de um modo único, exercita sua afetividade à sua maneira e, por essa razão, pode haver essa transição de experiências de um setênio a outro, todavia, costuma ser raro. Conheça como se dividi a Teoria Setênia… os ciclos da vida:

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1º Setênio Dos 0 a 7 anos – O ninho…Interação entre o indivíduo (adormecido) e o hereditário.

A fase da gestação, nascimento, nutrição e crescimento. No 1º setênio há o encontro entre a parte espiritual da individualidade e a parte biológica, preparada após a fecundação no ventre materno.

A hereditariedade está bem marcada nas células do corpo no 1º setênio, pela ação das forças herdadas, e são armazenadas nos rins para a vida inteira – deixando assim a marca na fisionomia do corpo do indivíduo.

Olha! É a cara da mamãe ou do papai” ou “da vovó/vovô”, são constatações que provam o que foi mencionado acima. Calor, confiança e amor: Eis os três alimentos à criança. Quem cria tal atmosfera para a criança são os pais. Se um dos pais está ausente, o esforço do outro terá de compensar.

O primeiro setênio deve oportunizar o movimento livre, a corrida, as brincadeiras, deve permitir que a criança teste e conheça seu corpo, seus limites e suas percepções de mundo. Por isso o espaço físico é muito importante, bem como o espaço do pensar e o do viver espiritual.

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2º Setênio – Dos 7 aos 14 anos: Dos 7 a 14 anos – Sentido de si, Autoridade do outro

Começam a surgir os dentes permanentes e inicia-se a evolução dos órgãos do sistema rítmico, aqueles contidos na caixa torácica (coração e pulmão). É nesta fase que o mundo externo “chega” a nós e, nós, a partir de dentro, podemos nos manifestar e expandir para o mundo. Esquematizando de forma gráfica esse movimento, temos forças entrando e forças saindo.

Nesse ciclo as normas e os hábitos estão sendo absorvidos, o desenvolvimento sadio do ser humano está relacionado à dosagem, o equilíbrio e a harmonia das relações de autoridade, valores, limites e permissões. É o sentir que está sendo afetado, o desenvolvimento das emoções. Do interior para o exterior e vice-versa. A característica deste setênio é a troca, promove um profundo despertar do sentimento próprio.

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3º setênio – Dos 14 aos 21 anos: Dos 14 a 21 anos – Puberdade/Adolescência – Crise de Identidade

O que todo adolescente busca? … liberdade! A mulher começa a menstruar e o homem se torna fértil. A fase onde o ser humano sai do mundo mais paradisíaco e cósmico da infância e entra no mundo terreno. Ele se torna cidadão terrestre, coparticipante da cidadania, de seu lugar, sociedade, e do mundo.

Essa liberdade também tem um sentido de exposição. Tudo está voltado para o externo, para fora, para o mundo. Há uma dificuldade em ouvir o outro e entender suas posições, tudo deve seguir o seu sentimento de mudança, de julgamento de certo e errado, de bom e ruim. É tanta energia interna para ser extravasada que o sujeito pode perder o controle de si mesmo e precisar de intervenção – salvo se os ciclos anteriores tiverem cumprido bem os seus papéis. As trocas nesse ciclo são importantíssimas. O diálogo, a abertura ao novo, a prática da compreensão, da solidariedade, assim como o seu reconhecimento e o pertencimento.

4º Setênio –Dos 21 a 28 anos – O “Eu” – a Independência e a Crise do Talento.

Músculos e ossos estão fortes, homem e mulher atingem o ápice da fertilidade, além de ser a fase da alma, da sensação e da emoção. Surgem dúvidas como: Escolhi a profissão certa? Quais talentos e aptidões eu deixei para traz? Consegui uma boa relação com o mundo, com o trabalho, com a família e comigo mesmo?

Os questionamentos são fruto desses choques. É o momento de questionar a tudo e a todos. O caminho contrário do “habitual” pode ser exclusivamente para reforçar a tensão. As drogas podem estar nesse contexto. É importante que saibamos que é uma fase extremamente difícil, onde o adolescente precisa negar e se opor, para que, a partir da percepção do que não é, encontrar-se a si mesmo.

Também é o momento do discernimento, das escolhas profissionais, do vestibular, do primeiro emprego, pois a liberdade também só faz sentido quando percebemos a vida econômica. O dinheiro então pode ganhar um sentido de poder que talvez não seja saudável. É a partir desta idade que começamos a ter um pensamento mais autônomo, ainda que, nesta época, acreditemos estar amadurecidos para efetuar julgamentos.

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5º Setênio –  Dos 28 a 35 anos – Fase Organizacional e Crises Existenciais

A partir dos 21 anos nossa individualidade, nosso self, toma uma força considerável na tentativa de estabilização. O baço-pâncreas não sustenta mais a carne, e o rosto começa a enrugar. Nesta fase vem a crise dos talentos: Será que estou no caminho? Qual o caminho a escolher? Também há questões sobre intelecto e índole próprios. Como: Consegui me expressar? Eu me sinto oprimido ou oprimi alguém? Encontrei meu local de atuação? Ocorreu alguma modificação importante em minha vida nessa fase? A história das pessoas começa a ser traçadas por elas mesmas, pois há uma tomada de caminho que não depende mais, diretamente, das outras instituições.

Estamos realmente, nessa fase, em organização. É nesse ciclo que passamos a pesar uma série de coisas, avaliar a trajetória da nossa vida, esse não lugar nos força a perguntar “quem sou eu”. Há uma renovação a partir desse ciclo.

Estamos tendo crises, mas é por meio dessas crises que construímos novos pensamentos, novos valores, terminamos relacionamentos e começamos outros, mudamos de emprego, de ideologias, de partidos políticos, enfim… crises, desorganizações e reorganizações.

É uma emancipação em todos os níveis, mas como resultado de toda a experiência nos três primeiros setênios. Surpreendentemente, é também a fase em que mais nos influenciamos pelos outros, pois a sociedade dirá o ritmo da vida de cada um.

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6º Setênio –  Dos 35 a 42 anos – Crise de Autenticidade

O fígado perde metade de suas funções e o cabelo começa a cair e embranquecer. É a fase da alma da consciência. As perguntas são: Já passou a metade da vida, o que farei daqui pra frente? Acrescentei novos valores à minha vida? Estou encontrando minha missão de vida? Estou caminhando nela? Encontrei e aceitei minha questão básica de vida? Temos, aqui, mais capacidade de julgamento, gozamos de mais maturidade psíquica e emocional. Em geral, já acumulamos alguns bens materiais ou ao menos conseguimos uma renda que seja suficiente para as questões básicas de consumo. O desafio, então, é encontrar valores espirituais e nos reconhecermos como seres únicos. A pergunta é: como é que encontro o caminho para a essência do mundo e para a minha própria essência?

Esse setênio configura a última fase do desenvolvimento da alma propriamente dita, estamos propensos a adentrar mais profundamente no nosso mundo espiritual, na parte mais sensível de nós. Buscamos a essência de tudo, no outro e em nós. Isso passa a acontecer com mais força nesse setênio pois, aqui, já há maturidade e aprendizado suficiente para esse conhecimento.

A carreira, a família (ou não) os desejos, tudo já teve seu tempo. Já alcançamos as conquistas que nos eram urgentes. Há um desaceleramento do ritmo do nosso corpo e da nossa mente, o que é algo importante para alcançarmos frequências mais sutis de pensamento, onde estará nosso corpo suprassensível.

É possível que esse ciclo traga um descontentamento com o novo. Pode ser que o sujeito questione se, chegando aos 40 anos, ainda há algo novo para se fazer. Buscar coisas novas é um exercício importante para esse ciclo. Em contraponto ao novo, há uma aceitação maior do que se é, de como se é, das histórias e experiências de vida.

 

7º Setênio – Dos 42 a 49 anos – Altruísmo x querer manter a Fase Expansiva

Os pulmões perdem mais capacidade de oxigenar o sangue, o rosto se torna descolado, a andropausa e menopausa geralmente chegam nesse setênio. A nova visão nessa etapa da vida questiona: Estou desenvolvendo alguma criatividade nova? Em que área? Como está meu casamento? E meus relacionamentos, a relação com meus filhos? Estou procurando ou já encontrei um novo lazer para esta fase? É um ciclo que tem um “ar” de recomeço, de ressurreição, de alívio, até. A crise dos trinta perde a força e parece não ter tido resultados tão graves como se pensava. É, porém, o momento de buscar, desesperadamente, por algo novo, para que a vida adquira sentido.

As mudanças nesse setênio são urgentes. Mesmo que nem todos estejam preparados para elas. As questões existenciais retornam com uma certa força, mas agora elas mais dinâmicas e menos melancólicas pois o sujeito já se vê capaz de produzir essas mudanças. O lema é “como está, não dá pra ficar”. O medo do envelhecimento surge. As questões internas despertadas pelos ciclos anteriores perdem um pouco de espaço para a estética e a necessidade de se fazer coisas que os jovens fazem. As rugas e a menopausa são os espinhos das mulheres nesse setênio.  A sexualidade retoma uma importância crucial. Contudo, a força que se perde com o declínio da sexualidade pode e deve ser empregada em outros nichos.

Esse setênio traz o contraditório: queremos mudanças, estamos em busca do novo, mas o envelhecimento que é uma mudança natural nos assusta, incomoda, gera ansiedade, muda nosso comportamento com relação a nós mesmos e ao mundo. Assim, sucumbimos à força do “sósia”, ou seja, da sombra, daquilo que está diretamente ligado aos aspectos pessoais não resolvidos, não integrados.

Nos enxergamos nas sombras do outro e entramos em confronto. As relações ficam à mercê das emoções distorcidas pelo que não vemos em nós, mas vemos nitidamente nas pessoas. No entanto, o que acontece é um espelhamento.

8º Setênio –  Dos 49 a 56 anos – Ouvir o Mundo

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A vitalidade declina, a energia dos rins e do fígado está mais fraca e surge a incapacidade de eliminar mais toxinas. Vem a fase inspirativa ou moral, e com isso, as perguntas: Consegui encontrar um novo ritmo de vida? Como está meu ritmo anual, mensal, semanal e diário? Quais são os galhos secos de minha árvore, os quais tenho de cortar para que os novos brotos possam aparecer?

É um momento em que estamos mais conscientes do mundo e de nós mesmos. É um bom momento para reconhecer os méritos da nossa história, aceitando-a sem julgamentos. Esse ciclo desperta em nós o existencialismo para observarmos mais de perto o valor simbólico das coisas. Deixamos o pessoal, particular em busca do universal, do humanístico, do existencial.

Contudo, alguns podem incorrer na falha dos egocentrismos, pois um ciclo depende do seu anterior. Assim, pode haver pessoas nesse setênio completamente voltadas para si, suas necessidades e do seu grupo. O desapego é uma consequência da vida pregressa.

Em termos físicos, esta fase espelha fisiologicamente o setênio 7 a 14 anos, o elemento do ritmo tem de ser priorizado, especialmente na condução de uma rotina. A vida nos ensina nesta época uma nova audição, temos a possibilidade de ouvir a voz do coração para esta renovação ético / moral que agora é propícia.

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9º Setênio – Dos 56 a 63 anos – Abnegação/Sabedoria

Os dentes começam a cair, a visão e a audição se tornam mais fracos, os reflexos e a

mobilidade passam a sofrer alterações em razão do declínio energético dos órgãos sólidos (coração, baço-pâncreas, fígado e rins). É a etapa mística ou intuitiva: O que eu consegui realizar? Como estou cuidando do corpo, da memória, dos órgãos dos sentidos? Como estão meus bens e aposentadoria? credita que o 56º ano de vida traz uma brusca mudança. Ela está na forma como a pessoas se relaciona consigo e com o mundo. Como os ciclos se correspondem, esse se liga ao primeiro setênio, aquele que vai do nascimento até os sete anos de vida. A audição, a visão, o paladar das pessoas dessa fase se iguala e o mundo fica estranho.

É importante pensar que essa teoria foi pensada em uma época em que a expectativa de vida era muito baixa e as pessoas com 60 anos eram verdadeiros anciãos. Logo é preciso também compreender que os ciclos são metafóricos e não tem uma relação matemática exata.

Contudo, essa fase, por exemplo, evidencia uma volta para dentro de si. O interno passa a fazer muito mais sentido que o externo. É importante internalizar-se, desenvolver os sentidos espirituais. A comunicação com o mundo externo passa a ter ruídos, principalmente pelas mudanças que a sociedade sofreu nesse período inteiro.

A reclusão passa a ser algo natural, boa para a autorreflexão e a busca pela essência. A sabedoria pelo conhecimento acumulado e a intuição que passa a ser mais clara, tornam-se elementos fundamentais dessas pessoas. Elas são o contraponto do sentimento de fracasso e insucesso que, porventura, possa aparecer, vindo dos questionamentos daquilo que se alcançou ou deixou de alcançar.

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10º Setênio – Dos 63 -a 70 anos – (e adiante) Sabedoria

A criança pequena tem em volta de si uma aura, uma luz, pois ainda não está totalmente encarnada. No 10º setênio, essa aura está interiorizada e luminosa por dentro, desde que a pessoa não esteja doente.

Se tiver respeitado o ritmo de cada fase, sua luz interior brilhará. Idosos e crianças são parecidos, pois são polos que se atraem. É o momento de passar o “cedro” ou o “cajado” do conhecimento! É um novo escutar e, neste momento, a pessoa é procurada a dar conselhos.

As questões são: Tenho momentos bons, sentimento de gratidão e alegria? Sou capaz de perdoar?

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Vivendo os Setênios:

Agora que as fases dos setênios foram apresentadas, é importante saber como aproveitar essa sabedoria. É preciso que a pessoa seja sempre ela mesma, mas saber das mudanças da vida e do corpo para pode tirar proveito de todas as fases. As condições básicas para o bem-estar é sentir o seu corpo e agir de acordo com isso. O corpo tem sua própria sabedoria, então não o perturbe e não se deixe levar apenas pela cabeça. Como você vê, nossa vida é feita de uma forma cíclica. Nossa energia vital circula pelas diversas fases da nossa vida. Nossa mente tem

diferentes estágios de aprendizado e nossa espiritualidade pode estar mais ou menos aberta também conforme cada estágio.

Hoje talvez essa divisão seja um pouco diferente e, com certeza, faz sentido pensar em mais um ou dois ciclos de sete anos, visto que estamos vivendo cada dia mais, mas o aprendizado com a Antroposofia e a teoria dos setênios é enorme.

Compreender as fases ou ciclos da vida é importante para aprendermos mais sobre nós mesmos e sobre o outro, adquirindo mais expertise no cuidado com as pessoas, especialmente os coaches, que devem ser peritos no desenvolvimento e aprendizagem humana. Saber sobre cada etapa nos possibilita saber mais sobre as crises e lidar melhor com elas.

Adaptado do Texto de: Helena Gerenstadt – Ilustração dos Setênios:

http://portalamigodoidoso.com.br/2018/03/10/conheca-teoria-dos-setenios-de-7-em-7-anos-sua-vida-muda-completamente/

http://www.jrmcoaching.com.br/blog/a-teoria-dos-setenios-os-ciclos-da-vida/

10 SÁBIAS LIÇÕES DO FILÓSOFO MARIO SERGIO CORTELLA – PARA EDIFICAR SUA VIDA!

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Mario Sergio Cortella é filósofo, educador, palestrante e professor universitário. Cortella também é autor de diversas obras no campo da Filosofia e da Educação. Entre suas obras destacamos: A Escola e o Conhecimento: fundamentos epistemológicos e políticos, Não Nascemos Prontos! Vida e Carreira: um equilíbrio possível? Liderança e Ética, Liderança em Foco, Vivemos Mais! Vivemos Bem? Por Uma Vida Plena e Pensar Bem nos Faz Bem!

10 sábias lições do autor para edificar sua vida. Leia!

  1. Raízes não são âncoras… Na vida, nós devemos ter raízes, e não âncoras. Raiz alimenta, âncora imobiliza. Quem tem âncoras vive apenas a nostalgia e não a saudade. Nostalgia é uma lembrança que dói, saudade é uma lembrança que alegra.
  2. É necessário fazer outras perguntas, ir atrás das indagações que produzem o novo saber, observar com outros olhares através da história pessoal e coletiva, evitando a empáfia daqueles e daquelas que supõem já estar de posse do conhecimento e da certeza.
  3. É necessário cuidar da ética para não anestesiarmos a nossa consciência e começarmos a achar que tudo é normal.
  4. O impossível não é um fato: é uma opinião.
  5. Elogie em público e corrija em particular. Um sábio orienta sem ofender, e ensina sem humilhar.
  6. Faça o teu melhor, na condição que você tem, enquanto você não tem condições melhores, para fazer melhor ainda.
  7. Esse mundo que aí está foi feito por nós, portanto, pode ser por nós reinventado.
  8. “Quando o modelo de vida leva a um esgotamento, é fundamental questionar se vale a pena continuar no mesmo caminho.
  9. O conhecimento serve para encantar as pessoas, não para humilhá-las.
  10. “Quem estudou latim se lembra que a palavra “feliz” é feliz que significa também “fértil”. Felicidade é sinônimo de fertilidade. Fertilidade não é apenas gerar outras pessoas. Fertilidade é impedir que a vida cesse na sua múltipla condição. Fertilidade é dificultar a desertificação dos nossos sonhos. Fertilidade é fazer com que não haja a esterilização do nosso futuro. Ser feliz é sentir-se fértil.

Gostaram?

Fonte: https://www.resilienciamag.com/10-sabias-licoes-do-filosofo-mario-sergio-cortella-para-edificar-sua-vida/

SEMPRE É TEMPO!

“Para realizar grandes conquistas, devemos não apenas agir, mas também sonhar; não apenas planejar, mas também acreditar.” Anatole France

Este é o depoimento sincero de minha amiga, Shirley Furlan que é uma empresária, com mais de 50 anos que decidiu buscar um antigo sonho e realizá-lo. Penso que… Sonhar e realizar são nossas vitórias… ir vencendo cada desafio, passo a passo, são nossas grandes aprendizagens na vida. Vivendo e aprendendo.

Sonhar, amar e aprender não tem idade, depende apenas de nossas escolhas, ações e acima de tudo de acreditar em si mesmo. Ter fé, otimismo, cumplicidade e entusiamo… fazem toda a diferença… sonhar e continuar sonhando sempre. Agora basta fazer acontecer! Leia:

Quando se gosta infinitamente de algo tem-se que buscar isto! E foi assim que pensei….depois de uma carreira de mais de 25 anos como empresária na área de eventos corporativos, fundei a primeira agencia de palestrantes do país, por 1996. a Includere(hoje conhecida como Futurus – Palestras e Palestrantes – http://www.Futurus.com.br ), buscar uma nova carreira, uma outra formação parecia loucura.

E realmente muitos disseram que eu estava ficando louca….aos 55 anos entrar novamente na Faculdade e só se formar após cinco anos, parecia mesmo uma loucura.

Mas pensei… se amo tanto fazer tudo isto, se posso me desdobrar procurando uma nova carreira, porque não?

Lá fui eu para um novo vestibular, e não é que passei!

As aulas pra mim já começaram mais tarde, pois entrei depois de um mês do início do ano letivo das aulas. Fui recebida por poucos e excluída pela maioria, já que era diferente, tinha cara de professora e não de aluna…..

Este foi o meu primeiro teste de volta para a Faculdade – eu só pensava no que tinha que enfrentar, já que estava firmemente decidida e fazer o curso. Era meu sonho de adolescente e não conseguia entender porque não tinha feito isto antes. Mas já que estava alí iria enfrentar tudo e todos!

E quem disse que bulling é só para as crianças ou outras situações – o incrível é sofrer bulling na Faculdade só porque você é mais velha – porque tem cara de mãe e não de aluna – porque você talvez tenha um pouco mais de experiência dos que muitos dos que estão ali…..mas enfim o bulling existe mesmo e eu pude comprovar isto ao longo dos 5 anos de curso.

“Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.” Sarah Westphal

Mas isto também serviu para eu me impor, mostrar que independentemente de tudo e de todos podemos concluir o curso e se sair muito melhor que muitos jovens que lá estavam.

E assim aconteceu, passei por diversas adversidades ao longo deste período, aprendi a lidar com as situações que me deixavam constrangida e negligenciada e ao final já havia um respeito velado por mim e por tudo o que fazia e mostrava ao grupo.

A conclusão do curso foi o ápice da realização de mais este sonho, saber que a idade não importa, o tempo não conta, as pessoas que torcem pra que você não tenha força… não importa. O que importa mesmo são as poucas pessoas que ficam ao seu lado, que te “suportam” por este longo período de 5 anos…. Isto sim conta e é por isto que quero compartilhar com todos vocês esta grande experiência.

A vida pra mim recomeçou aos 60 anos….então é verdadeiro quando podemos dizer que sempre é tempo de fazer, de recomeçar, de expandir nossos horizontes.

Convido todos a recomeçar comigo esta grande jornada de ser uma Arquiteta. e acima de tudo lembrar aque enquanto ha vida e esperança, é possivel se dedicar para tranformar sonhos em realidade!

Fonte: https://www.administradores.com.br/mobile/artigos/carreira/sempre-e-tempo/110431/

ETERNO!

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“Eterno, é tudo aquilo que dura uma fração de segundo, mas com tamanha intensidade que se petrifica, e nenhuma força jamais o resgata!”

Carlos Drummond Andrade nos descreve tão bem o que é eterno. .. fácil falar… mas difícil segui-las, né? Confira.

Fácil é ditar regras.
Difícil é segui-las. Ter a noção exata de nossas próprias vidas ao invés de ter a noção da vida dos outros.

Fácil é perguntar o que se deseja saber.
Difícil é estar preparado para escutar esta resposta. Ou querer entender a resposta.

Fácil é dar um beijo.
Difícil é entregar a alma sinceramente, por inteiro.

Fácil é sair com várias pessoas ao longo da vida.
Difícil é entender que pouquíssimas delas vão te aceitar como você é e te fazer feliz por inteiro.

Fácil é ocupar um lugar na agenda telefônica.
Difícil é ocupar o coração de alguém. Saber que se é realmente amado.

Fácil é sonhar todas as noites.
Difícil é lutar por um sonho.

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Fácil é ver o que queremos enxergar.
Difícil é saber que nos iludimos com o que achávamos ter visto. Admitir que nos deixamos levar, mais uma vez, isso é difícil.

Fácil é dizer “oi” ou “como vai?”.
Difícil é dizer “adeus”, principalmente quando somos culpados pela partida de alguém de nossas vidas.

Fácil é abraçar, apertar as mãos, beijar de olhos fechados.
Difícil é sentir a energia que é transmitida. Aquela que toma conta do corpo como uma corrente elétrica quando tocamos a pessoa certa.

Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias.
Difícil é encontrar e refletir sobre os seus erros, ou tentar fazer diferente algo que fez muito errado.

Fácil é ser colega, fazer companhia a alguém. Dizer o que se deseja ouvir.
Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer sempre a verdade quando preciso e com confiança no que diz.

Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre esta situação.
Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer, ou ter coragem para fazer.

Fácil é demonstrar raiva e impaciência quando algo o deixa irritado.
Difícil é expressar o seu amor a alguém que realmente te conhece, te respeita e te entende. E é assim que perdemos pessoas especiais.

Fácil é querer ser amado.
Difícil é amar completamente só. Amar de verdade, sem ter medo de viver, sem ter medo do depois. Amar é se entregar e aprender a dar valor a quem te ama.

Falar é completamente fácil, quando se tem palavras em mente que expressem sua opinião.
Difícil é expressar por gestos e atitudes o que realmente queremos dizer, o quanto queremos dizer, antes que a pessoa se vá.

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APOSENTEI E AGORA? BORA PRA PORTUGAL?

blog 3 anos

Hoje faz 3 anos de existência o meu Blog “O Terceiro Ato”… muito feliz com os muitos amigos que fiz aqui, com tudo que aprendi e das minhas novas e tantas descobertas que fiz… muitas delas foram compartilhadas aqui… Obrigada aos meus 1.040 seguidores, tão queridos… aos vistantes viajantes do dia a dia… Vocês é que me incentivam e me fazem continuar. O meu muito obrigada!

Hoje quero postar aqui sobre um dos assuntos que mais tenho acesso e escrevo aqui no Blog… sobre o tema Morar em Portugal, depois de se aposentar. Sempre procuro estar renovado e antenada no que acontece na atualidade… além de compartilhar minhas experiências com vocês, mantenho um dialogo aberto com os visitantes.

Faço com muito carinho e espero que gostem. Participem, comentem e compartilhem o que gostam… visitem as minhas Redes Sociais.

Saiba mais: https://oterceiroato.com/2016/06/20/como-viver-em-portugal-depois-de-aposentar/

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Sempre comento aqui que estou me preparando para ir “morar em Portugal” em 2020, após aposentadoria do meu marido… porque eu, já me aposentei, com o visto próprio para aposentados, o Visto D7. Pesquiso bastante sobre este assunto e costumo postar vários artigos aqui, que considero que possa me ajudar assim como outras pessoas, que estão nesta mesma situação. Portugal tem entre outras coisas uma excelente qualidade de vida, muita história e cultura é o que estou buscando pra mim.

Sempre são um sucesso estes meus posts, então decidi publicar vários posts sobre assuntos variados todos relacionados a este tema. Conheça também outros post muito acessado do Blog, sobre este assunto:

https://oterceiroato.com/2016/04/03/algarve-eleita-o-melhor-lugar-para-os-aposentados-morar/

https://oterceiroato.com/2016/02/29/aposentando-em-portugal-tipos-de-vistos-d7-para-aposentados/

https://oterceiroato.com/2016/03/21/saude-publica-em-portugal-como-funciona/

No momento complicado que vivemos em nosso País…tantas incertezas e decepções muitos tem este mesmo desejo atualmente, e vivem nesta mesma busca.

Leiam este artigo que foi publicado no site conexãojornalismo.com.br: “PORTUGAL PODE SER O PARAÍSO PARA BRASILEIROS – SAIBA COMO IR E FICAR POR LÁ”, que considero bem interessante, compartilhando:

Não, não se trata de um convite, nem tampouco de uma gozação. Mas para aqueles que não aguentam mais a crise e ainda acreditam que a única saída para o Brasil é o aeroporto, vale dar uma olhada na reportagem publicada pelo blog Euro Dicas. Ali a gente encontra o passo a passo para quem sonha passar o resto da vida em Portugal.

Mas… um aviso: não é para qualquer um. Tem que ter um mínimo de poder aquisitivo, estabelecido pelo governo português, para se candidatar a morador da Terrinha. Além disso, há controvérsias, alertas de que nem tudo são flores “no paraíso” – leia e decida se você vai ou fica:

Portugal alugar-apartamento-portugalComo viver em Portugal depois de aposentar:

Sim. Pode residir em Portugal como reformado/aposentado ou viver de rendimentos próprios (bens móveis ou imóveis, da propriedade intelectual ou de aplicações financeiras). Portugal tem uma lei para receber cidadãos aposentados do mundo inteiro que desejam viver aqui, desde que provem rendimentos suficientes. Inclusive tem benefícios fiscais de isenção de impostos! Entenda como funciona o processo para que os aposentados brasileiros possam morar em Portugal e saiba todas as vantagens de ser estrangeiro aposentado em Portugal, além da qualidade de vida, claro.

Como morar em Portugal sendo estrangeiro aposentado?

O aposentado deve solicitar um visto de Residência para reformados ou titulares de rendimentos junto ao Consulado de Portugal. Veja como pedir o visto:

1 – Comprovante de rendimentos que possibilitem a residência em Portugal, garantidos por período superior a 12 meses, e pode ser provado de duas formas:

No caso de aposentados, através do comprovante da aposentadoria, bem como a garantia do seu recebimento, ou então comprovar outros rendimentos em território nacional. No caso de cidadãos que vivem de rendimentos de bens móveis ou imóveis, da propriedade intelectual ou de aplicações financeiras, através de documento comprovante da existência e montante dos rendimentos, bem como da sua disponibilidade em Portugal.

2 – Outros documentos exigidos:

– Formulário de pedido de visto a preencher online
– Carta justificativa da pretensão de residir em Portugal
– 2 fotos 3×4 a cores e fundo liso, atualizada e com boas condições de identificação
– Passaporte original, com validade superior a 3 meses
– Cópia autenticada do passaporte (das folhas usadas e de identificação)
– Cópia autenticada da carteira de identidade (RG)
– Certidões de Antecedentes Criminais, com menos de 90 dias, emitidas pela Polícia Federal e pela Polícia Civil, com a assinatura reconhecida em Cartório
– Atestado Médico, com menos de 90 dias, passado por Órgão Oficial a declarar que não é portador de doença contagiosa, com a assinatura do médico reconhecida em Cartório
– Seguro Saúde Internacional Privado, ou o PB-4, caso seja beneficiário do INSS, pelo tempo que durar o visto
– Se casado, deve enviar cópia autenticada da certidão de casamento
– Se tiver filhos menores que acompanhem, deve enviar cópias autenticadas das certidões de nascimento
– Comprovante de alojamento em Portugal que, numa primeira fase, poderá ser reserva de hotel ou carta de pessoa conhecida, legalmente residente em Portugal, que garanta o alojamento.

LisboaQuanto preciso ter de renda para viver aposentado em Portugal?

Para que seu visto de residência como aposentado em Portugal seja aprovado, é preciso satisfazer alguns fatores mínimos, e um deles é o valor da aposentadoria por mês. O valor mínimo varia de acordo com a quantidade de pessoas no agregado familiar que vai se candidatar para morar no país.

Os valores de aposentadoria para viver em Portugal:

1º adulto – 100% do salário mínimo (580 Euros) vigente
2º adulto – 50% do salário mínimo vigente
Cada criança – 30% do salário mínimo vigente

Por exemplo em 2018: um casal aposentado precisaria de 870 Euros, mas com uma criança menor de idade precisaria ter um rendimento mínimo de 1064 Euros (180% do salário mínimo vigente) para aplicar o agregado familiar para o visto de residência, considerando que o salário mínimo é de 580 Euros em 2018.

A obtenção do visto não é automática, e quanto mais recursos financeiros você tiver, maior a probabilidade de sucesso. Para você saber se consegue viver bem Portugal com a sua aposentadoria, leia aqui o Custo de Vida em Portugal.

Isenção de IRS na aposentadoria de estrangeiros e vantagens.

idoso feliz 7   PORTUGAL EUROEm 2013, Portugal criou o status de “residente não habitual”, que permite ao aposentado estrangeiro ter isenção de impostos durante dez anos. Para fazer parte desse programa é preciso residir pelo menos 6 meses por ano em Portugal sem exercer atividade lucrativa, alugar apartamento em Portugal (imóvel em geral) ou comprar e não ter sido residente fiscal em Portugal nos cinco anos anteriores. Sem dúvida, não pagar impostos por 10 anos é um grande atrativo para ser um estrangeiro aposentado em Portugal.

Mas é não informar que essa isenção de impostos para aposentados estrangeiros em Portugal não vale para brasileiros… simplesmente porque o acordo Brasil-Portugal, sobre bitributação, determina que a cobrança de Imposto de Renda seja feita no país que paga a pensão, ou seja, um aposentado brasileiro que for residir em Portugal terá o Imposto de Renda retido na fonte, com alíquota de 25%. Já os acordos sobre bitributação dentro da União Europeia determinam o contrário. Por isso, esse benefício que o governo português criou só vale para aposentados dos países da UE.

Todos os brasileiros aposentados que vivem no exterior possuem um desconto de 25% em seus benefícios pelo simples fato de residirem em outro país. A Lei 13315/2017, sancionada pelo Presidente Temer, altera a lei 9779/99, onde o artigo 70 dizia:

Art. 7o Os rendimentos do trabalho, com ou sem vínculo empregatício, e os da prestação de serviços, pagos, creditados, entregues, empregados ou remetidos a residentes ou domiciliados no exterior, sujeitam-se à incidência do imposto de renda na fonte à alíquota de vinte e cinco por cento.

… e legaliza a retenção dos 25%, com o trecho que passou a determinar:

Art. 7º Os rendimentos do trabalho, com ou sem vínculo empregatício, de aposentadoria, de pensão e os da prestação de serviços, pagos, creditados, entregues, empregados ou remetidos a residentes ou domiciliados no exterior, sujeitam-se à incidência do imposto de renda na fonte à alíquota de 25% (vinte e cinco por cento).

Com isso, torna-se legal o que antes não era e a cobrança da taxa passa a ser constitucional. Em 2017 foi instaurada esta lei que deixe claro que a taxação também é devida sobre as aposentadorias e benefícios da previdência.  Em dezembro de 2016 foi sancionada a nova lei, mas a nova lei só passa a vigorar a partir de 2017… para os residentes em Portugal.

Uma injustiça ao meu ver, pois prejudica quem já trabalhou e contribuiu bastante neste país e busca agora na aposentadoria uma melhor qualidade de vida em Portugal terá que planejar bem e fazer muitas contas para ir mudar de País.

Cabe lembrar aqui que existem outras alternativas que devem ser estudadas e pensadas neste momento que parecem melhor… oferecem alguns benefícios neste caso, para todos nós Vale a pena conhecer e estudar… Como por exemplo:

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Continuar a residir também no Brasil , mantendo a sua conta bancaria normal, não como “CONTA DE NÃO RESIDENTE”. Quer dizer você (Aposentado ou não) poderá ficar no mínimo por 6 meses morando em Portugal e um período no Brasil. Isso contará como tempo para conseguir a sua cidadania portuguesa no futuro.

O transferwise, para enviar dinheiro para Portugal… Saiba mais: https://oterceiroato.com/2016/09/19/transferir-dinheiro-do-brasil-para-o-exterior-encontrei-a-melhor-forma-transferwise-1/

Taxas de tributação

A taxa de tributação dos rendimentos recebidos em Portugal para trabalhos dependentes ou independentes é de 20%. Entretanto, a taxa não é aplicada se esses rendimentos já forem tributados no país de origem.

Por exemplo: um aposentado que recebe sua aposentadoria no Brasil já tem o imposto descontado no Brasil, neste caso não há dupla tributação. Ou seja, o imposto será pago apenas no Brasil por 10 anos.

Essa isenção da tributação em Portugal é válida para países que possuem acordo com o país e que fizeram uma convenção para eliminar a dupla tributação para os cidadãos.

Saiba sobre Autorização de Residencia e Nacionalidade Portuguesa, por Naturalização.

A respectiva Autorização de Residência tem validade inicial de 1 ano, sendo renovada 2 vezes consecutivas pelo período de 2 anos cada. Após este prazo a renovação acontece a cada 5 anos, entretanto destacamos que depois de 6 anos de residência legal é possível solicitar a nacionalidade portuguesa, por naturalização!

Fonte: http://www.conexaojornalismo.com.br/colunas/gastronomia/nutricao/portugal-pode-ser-o-paraiso-para-brasileiros-aposentados-saiba-como-ir-e-ficar-por-la–35-40116

https://www.eurodicas.com.br/regime-fiscal-dos-residentes-nao-habituais/

http://koetzadvocacia.com.br/fim-das-acoes-brasileiros-no-exterior/

A MATURIDADE!

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“A maturidade nos faz perceber que não podemos mudar os fatos”…

Padre de Mello escreveu esta crônica, que eu gosto muito… Leia:

A maturidade faz parte de um processo. Em um processo não podemos queimar etapas. Ele é lento, chato e demorado. Uma criança passa por um momento de amadurecimento a partir do momento que começa a brincar. A maturidade acontece, quando tomamos posse do que nós somos, para aí então poder nos dividir com os outros. Isso faz parte do processo de maturidade.

Não nascemos amando, pelo contrário, queremos ter a posse dos outros. Essa é a forma de amar da criança, pois ela não consegue pensar de maneira diferente. Ela não consegue entender que o outro não é ela. Quantas pessoas já adultas pensam assim, trata-se da incapacidade de amar, falta de maturidade.

Na visa dele… Todos os encontros de Jesus levam a implantação do Reino de Deus. Mas só pode implantar esse reino quem é adulto, que já entende que só se começa a amar a partir do momento, que eu não quero mudar quem eu amo.

Geralmente quando tememos alguém ruim ao nosso lado, é porque nos reconhecemos naquela pessoa. Jesus não tinha o que temer porque era puramente bom, por isso contagiava os que estavam ao seu lado. Na maturidade de Jesus você encontra a capacidade imensa de amar o outro como ele é. Amar significa: amar o outro como ele é. Por isso quando falamos em amar os outros, podemos perceber o quanto deixamos de ser crianças. Devemos nos questionar a todo o momento quanto a nossa maturidade. A santidade começa na autenticidade.

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Por isso Jesus nos pede para ser como as crianças, que são verdadeiras e simples. É nisso que devemos manter da nossa infância e não a forma de possuir as coisas para si.

Você tem condições para perceber a sua maturidade. É só observar se você é obediente mesmo quando não há pessoas ao seu redor. Você não precisa que ninguém te observe, pois você já viu aquilo como um valor. Pessoas imaturas sofrem dobrado. Pessoas imaturas querem modificar os fatos, pessoas maduras deixam que os fatos os modifiquem. A maturidade nos faz perceber que não podemos mudar os fatos. Um imaturo ganha um limão e o chupa fazendo careta. O maduro faz uma limonada com o limão que ganhou. Muitas vezes os nossos relacionamentos de amizade são uns fracassos porque somos imaturos. Amigos não são o que imaginamos, mas o que eles são e com todos os defeitos.

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Amizade é processo de maturidade que nos leva ao verdadeiro encontro com as pessoas que estão ao nosso lado. Elas têm todos os defeitos, mas fazem parte da nossa vida e não a trocamos por nada deste mundo. Isso porque temos alma de cristão e aquele que tem alma de cristão não tem medo dos defeitos dos outros, porque sabe que aqueles defeitos não serão espelhos para nós, mas seremos um instrumento de Deus para ele superar esse defeito.Padre só pode ser padre a partir do momento que é apaixonado pelos calvários da humanidade. Se você não consegue lidar com os limites dos outros, é porque você não consegue lidar com os seus limites.

A rejeição é um processo de ver-se. Toda vez que eu quero buscar no outro o que me falta, eu o torno um objeto. Eu posso até admirar no outro o que eu não tenho em mim, mas eu não tenho o direito de fazer do outro uma representação daquilo que me falta. Isso não é amor, isso é coisa de criança. O anonimato é um perigo para nós. É sempre bom que estejamos com pessoas que saibam quem somos nós e que decisões nós tomamos na vida. É sempre bom estarmos em um lugar que nos proteja. Amar alguém é viver o exercício constante, de não querer fazer do outro o que a gente gostaria que ele fosse. A experiência de amar e ser amado é acima de tudo a experiência do respeito.

Como está a nossa capacidade de amar? Uma coisa é amar por necessidade e outra é amar por valor. Amar por necessidade é querer sempre que o outro seja o que você quer. Amar por valor é amar o outro como ele é, quando ele não tem mais nada a oferecer, quando ele é um inútil e por isso você o ama tanto. Na hora que forem embora as suas utilidade, você vai saber o quanto é amado. Tudo vai ser perdido, só espero que você não se perca. Enquanto você não se perder de si mesmo você será amado, pois o que você é significa muito mais do que você faz.O convite da vida cristã é esse: que você possa ser mais do que você faz! ”

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Crônica de  Padre Fábio de Melo. 

PAIS BONZINHOS, FILHOS FOLGADOS, ADULTOS RELAXADOS…

 

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Chegando o “Dia dos Pais”, queria colocar este texto de  Ana Maria Ribas Bernardelli , que expõe muito bem o papel de um  pai bonzinho. Como um alerta! Amor demais não basta! Tem que ter limites. Importante refletirmos sobre isso! Leia:

O que é mais importante para os pais: manter a casa em ordem, ou deixar os filhos à vontade, sem disciplina, e sem ordem? A resposta adequada seria: manter a casa em ordem, e esperar que os filhos fiquem à vontade  sob disciplina e  ordem. Basta que eles sejam educados para isso.

O que é mais importante para família: um marido satisfeito, feliz, relaxado, à custa de cuecas jogadas pelo banheiro, e toalhas molhadas sobre a cama, ou um parceiro ordeiro e colaborativo? A resposta adequada  seria: um marido feliz, satisfeito, ordeiro e colaborativo, que ajude a manter a casa longe do caos. E para esposa, o que seria?

A verdade é que há situações que não se excluem, pelo contrário, se complementam.

Esse é um tema nada excludente. Filhos, esposas e maridos  devem colaborar com a mínima ordem reinante sob pena de se tornarem abusivos fora do convívio familiar. Não há felicidade na desordem. Não pode haver tolerância com a desordem organizada sistematicamente como se a desordem fosse a ordem.

A criança que cresce sem envolvimento com a ordem, aprenderá a envolver-se com a desordem. O adulto que foi criança e não guardou o brinquedo que usou, terá grandes possibilidades de vir a ser  pouco colaborativo, daquele tipo que levanta da mesa na casa da tia sem retirar e lavar o seu prato, ou sem arrumar a sua cama.

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Não é de nenhum tratado filosófico que retirei essas conclusões; é da vida, da experiência, da análise prática.

Todas as crianças que são deixadas sem a disciplina da ordem criam uma desordem amplificada, depois de adultos. As casas que habitam são uma bagunça. As tarefas que deveriam ser resolvidas diariamente passam a ser desempenhadas em prazos dilatados por semanas, meses, e anos. A louça é lavada quando não há mais lugar sobre a pia e embaixo da pia. As roupas vão para a máquina, quando a última calcinha vai para o corpo. Tudo é abusivamente acumulado.

Não há regras que possam valer para quem foi criado sem regra alguma.

Há nos desordeiros domésticos uma forte tendência para  se tornarem acumuladores, aqueles indivíduos que guardam todo tipo de lixo fora e dentro deles. Começam por não catalogar objetos que, sem lugar definido, se misturam sob as mais diversas categorias. Livros no chão fazem companhia a chinelos jogados, documentos espalhados, travesseiros abandonados pelo caminho. As mais diversas coisas e coisinhas cujo destino é incerto, somam-se às coisas maiores que se acumulam na superfície.

A Teoria do Caos prevê a grosso modo que, se uma casa for deixada limpa, arejada, arrumada, com todos os objetos em seus devidos lugares, basta um tempo relativamente curto para que o abandono se encarregue de instalar o caos.

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O que quero dizer com isso? Quero dizer que todas as forças do Universo decaído trabalham a favor do caos. Não é preciso que eu e você façamos coisa alguma para que o caos se instale. Basta que não o façamos.

Dentro de pouco tempo, a poeira fina se depositará sobre a superfície em camadas sedimentadas, as aranhas farão suas teias, o mofo se expandirá sobre as áreas que guardam algum vestígio de umidade e tudo- absolutamente tudo- entrará em processo de desintegração e morte.

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A vida cobra a sua e a minha colaboração para que o universo se mantenha em cadência de ritmo, harmonia,  e perfeita intencionalidade da ordem.

Alguns pais parecem ignorar essa necessidade e não colocam os seus filhos na cadeia da ordem. Preferem que eles se juntem à cadeia da desordem. Alguns pais parecem ignorar essa necessidade e não colocam os seus filhos na cadeia da ordem. Preferem que eles se juntem à cadeia da desordem.

É a pior coisa que os pais podem fazer.

Pais muito “bonzinhos” se tornam incubadores de adultos porcalhões e relaxados. Pais muito “bonzinhos”, inconscientemente, esperam que seus filhos oss amem mais por isso, e, no devido tempo, cobrarão que esse “amor” lhes seja devolvido.

Pais “muito bonzinhos” são um dilema existencial  para carregar, mais tarde. Choramingam o tempo todo dizendo quão bons foram para os seus filhos, e exatamente por terem criado filhos irresponsáveis, bagunceiros e relaxados,  não receberão de volta nem o amor, e nem a ordem minimamente necessária, que a última etapa de vida pede, para que se morra em paz.

Dia desses, fui testemunha de um fato bastante humano e convincente: Diante do quarto do menino que apresentava um cenário bagunçado,  a mãe o mandou tomar banho, e enquanto ele tomava o banho, ela entrou no quarto e confiscou o Ipad.

Ao sair, o menino perguntou:

– Peguei. O Ipad só volta  quando o seu quarto estiver tão organizado como você o recebeu pela manhã.”

Assim aconteceu por dois dias. Não foi preciso mais do que dois dias para que o hábito se instalasse.

Haveria três caminhos: fazer tudo pelo filho; repetir todos os dias a mesma cantilena, elevando a voz;  exercer autoridade acompanhada do sequestro de um privilégio ao qual ele se acostumara: o uso do IPad.

Penso que ela fez uma ótima escolha.

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Então, é isso: pais eduquem os seus filhos para a manutenção da ordem. É um benefício que fará grande diferença na vida adulta e  é tão importante que até o ar, o céu, o sol, o mar, as árvores, as plantas, os rios, os peixes, os animais, os homens de boa vontade, a Terra, e o Universo agradecem.

Nota: Pais são aqueles que criam e podem ser mães, pais, avós ou qualquer outro responsável que esteja a frente da educação da criança.

Fonte: http://www.contioutra.com/mae-boazinha-filhos-folgados-adultos-relaxados/

É UMA QUESTÃO DE FÉ – FILME

“Não coloque limites em seus sonhos. Coloque fé.” Autor Desconhecido

Tenho uma coisa pra contar pra vocês… Adorei esse filme que vi a algum tempo atrás “É UMA QUESTÃO DE FÉ”. É ótimo… simplesmente – sensacional. Nos traz uma reflexão sobre a teoria dá evolução, caindo por terra muitas de nossas certezas e convicções quando não vemos nada evoluir… com o passar dos anos.

Veja um trecho do filme “E UMA QUESTÃO DE FÉ “-

Ou se preferir veja o  Filme inteiro. Bom divertimento.

A fé de Rachel é abalada quando ela começa a ser influenciada pelo seu professor de biologia, que ensina a teoria da evolução. Agora o pai dela vai lutar por aquilo em que acredita. Atores Jordan Trovillion, Jay Pickett, Harry Anderson Diretor Rich Christiano

Espero que gostem.

 

 

 

 

AVÓS QUE CUIDAM DOS NETOS VIVEM MAIS, DIZ ESTUDO.

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“Quanta sabedoria tem o olhar dos avós, quanta generosidade têm seus sorrisos, que aconchego têm seus abraços”. Raquel Piffer

Este estudo só vem confirmar o que eu acredito… ser avó é uma das melhores coisas da nossa vida… Ficar mais tempo com eles, pra ajudar os pais e termos mais contato com eles é uma benção. Com tudo combinado e emparelhado, vamos em frente… vivendo mais feliz.  Leiam:

Avós que cuidam dos netos vivem mais, diz estudo.

Em muitos casos essa não é a decisão mais fácil de se fazer, porque talvez os avós já estão em idade muito avançada ou simplesmente não gostam de cuidar de crianças. Mas, saiba que além de ser uma boa economia de dinheiro (sem gasto com babá), você está ajudando na saúde dos seus pais ou sogros.

Segundo um novo estudo publicado na “Evolution & Human Behavior”, avós que tomam conta dos netos vivem significativamente por mais tempo — o que faz total sentido, porque ter netos traz vários benefícios para a saúde.

Uma pesquisa publicada na revista científica Evolution and Human Behavior descobriu que avós e avôs que ajudam a cuidar dos netos vivem mais do que aqueles que não ajudam. Os pesquisadores observaram que os avós que ajudaram a cuidar dos netos ou outras crianças da família viveram cerca de sete anos a mais após o fim do estudo. Enquanto, os que não ajudaram viveram cerca de quatro anos a mais após o fim do estudo. Ou seja, os avós que ajudaram a cuidar de seus pequenos viveram cerca de três anos a mais do que aqueles que não contribuíram. Os autores do estudo acreditam que isto ocorre porque cuidar dos netos dá aos avós um senso de propósito e os ajuda a se manterem fisicamente e psicologicamente ativos.

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Como foi feito o estudo?

A pesquisa se baseou no Estudo de Envelhecimento de Berlim e analisou 20 anos de dados de 500 idosos com idade igual ou maior a 70 anos até 103 anos e durou entre 1990 e 2009.

Contudo, os autores do estudo alertam que é importante que os papais e mamães não se empolguem. “Ajudar os pais em um nível moderado tem um efeito positivo na saúde dos avós. Contudo, estudos anteriores mostraram que um envolvimento mais intenso dos avós nos cuidados com os netos pode causar estresse e ter um efeito negativo na saúde física e mental dos avós”, alerta Ralph Hertwig, autor do estudo e diretor do Center for Adaptive Rationality at the Max Planck Institute for Human Development. Então, nada de abusar da boa vontade dos avós.

Os avós que forneceram algum tipo de cuidado aos seus netos tinham uma taxa de risco 37% menor do que os seus colegas não cuidadores.

“Existe uma ligação entre tomar conta dos netos e redução de estresse, e nós conhecem o a relação entre estresse e alto risco de morte”, diz o Dr. Ronan Factora, médico geriatra de Cleveland.

“Se oferecer cuidado aos netos e outros em necessidade é um jeito de reduzir estresse, então essas atividades devem ser benéficas para avós que prestam cuidam de seus netos”, conclui.

Vale lembrar que não é tudo tão simples assim…

As pesquisas ainda estão evoluindo e precisamos destacar outros pontos que ainda não foram concluídos.

Por exemplo, os benefícios analisados foram além da relação familiar, ou seja, os idosos que cuidavam de crianças que não eram da sua família também apresentavam condições semelhantes.

Outro ponto importante é que o estudo não incluiu dados de avós que eram o primeiro responsável pelas crianças.

Fonte: https://awebic.com/humanidade/avos-vivem-mais/