COMEÇANDO A PRATICAR O TAI CHI CHUAN… BORA VIR COMIGO!

Hoje começo a praticar o Tai Chi Chuan… (#taichichuan) tenho namorado já por algum tempo está #artemarcialchinesa, mas como tenho viajado demais fui prorrogando… prorrogando, mas meu médico e meu filho, me deram um ultimato! Começando já!

Agora com uma academia na esquina de casa, me animei, não dá pra empurrar com a barriga por mais tempo. Além de ser uma ótima Academia, de referência em São Paulo e aqui no Morumbi, juntei o útil ao agradável. Super recomendo vocês conhecerem a academia e a fazer uma aula experimental gratuita pra conhecerem melhor esta arte marcial e se identificando, fazendo a inscrição lá na Academia. Vamos lá. Escolhi fazer (#krdojoacademia) aqui http://krdojoacademia.com.br/

Um pouco mais sobre esta arte marcial: Taiji Quan ou Tai chi chuan (tai chi chuã) – Tai Chi Chuan é uma arte marcial chinesa, baseada em suaves movimentos circulares que trabalha #corpo, #mente e #espírito.

Além de ser uma #defesapessoal e um treinamento físico completo, é um caminho de busca do #equilíbrio entre o #bemestar #emocional.

Esta arte marcial é caracterizada pela #suavidade, ritmo calmo e #flexibilidade das posturas e movimentos e é utilizada como uma forma de #meditação em movimento.

O Tai Chi Chuan atuando tanto no corpo quanto na mente, com esta prática propõe alcançar o equilíbrio envolvendo todas as partes do corpo: músculos, pulmões, cérebro, coração, respiração e movimentos do corpo. Parece se encaixar em tudo que gosto e preciso rsrsrs.

Seus benefícios:

1. Rejuvenescimento: Tai Chi quando comparando com o caminhada rápida (sobre a #longevidade e a saúde), parece ser uma escolha mais fácil e mais conveniente como exercício de #antienvelhecimento.

2. Acalmar e combater o #estresse: Pode ser praticado como uma meditação em movimento. Os gestos lentos e circulares têm um efeito benéfico no sistema nervoso, #relaxando e reduzindo a tensão.

3. Reduz o nível de açúcar no sangue: O Tai Chi Chuan contribui para baixar o açúcar no sangue e pode beneficiar que tem #diabetestipo2.

4. Abaixa a #pressãoarterial e diminui o #colesterol: O Tai Chi Chuan reduz a pressão alta e o colesterol, através de seus movimentos.

5. Faz bem ao #coração: O Tai Chi Chuan, é benéfico para pessoas com problemas de insuficiência cardíaca.

6. Melhora a #qualidadedosono: Em estudos realizados recentemente mostram que quem pratica teve como resultado e uma melhorara significativa na #qualidadedevida e no aumento da duração do sono.

7. Antidepressivo natural: Confirme os estudos demonstram Tai Chi pode ajudar a melhorar o estado emocional e #psicológico das pessoas.

8. Beneficios para o #celebro e #concentração: Estudos descobriram que aqueles que praticaram esta arte três vezes por semana, durante 40 semanas, apresentaram #melhoriasnocérebro havendo inclusive um aumento no seu volume, que à medida que envelhecemos diminui. O Tai Chi Chuan melhora funções do cérebro como o nível de atenção e concentração, pois estas são necessárias para a realização dos movimentos dessa prática.

9. Faz bem para as articulações: Um estudo realizado no Tufts Medical Center demonstrou que adultos acometidos por #osteoartrite nos joelhos, que praticaram o Tai Chi Chuan duas vezes por semana, apresentaram uma melhoria real em aspectos como dor e função articular.

10. Recuperação após um acidente #vascularcerebral: Eu precisava de que, para começar além da vontade e da minha organização pessoal? Tratei de fazer isto logo no início do ano.

Para aprender a prática do Tai Chi Chuan precisava estar também mais centrada, estável, equilibrada e relaxada, pois estas são as capacidades que com o tempo vão aumentando de quem faz os movimentos desta arte milenar chinesa. Foi o que aconteceu comigo logo depois do período das festas e férias de verão.

Com tantos #benefícios, estou começando agora… e quem sabe você começa também!

Deu pra animar? Bora começar comigo.

CORONAVÍRUS… DOENÇA SUPERCONTAGIOSA.

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Surge mais uma grande perturbação para o nosso mundo atual, em meio a tantas outras… o temido coronavírus, originário da China e já com casos suspeitos no Brasil.

Mais de 9 milhões de pessoas ainda estão em Wuhan, cidade que é o epicentro do surto da doença e está isolada há uma semana pelas autoridades chinesas (ninguém sai/ninguém entra) como medida para tentar conter a expansão do vírus para o restante do país.

A maior parte dos novos casos e das mortes foi registrada na província de Hubei, cuja a capital é Wuhan. Só na cidade, a Comissão Nacional de Saúde detectou 356 novos casos e confirmou a morte de mais 25 vítimas da doença.

Além da China, outros 17 países nos quatro continentes já registraram casos confirmados de infecção por coronavírus.

Confira o resumo até a manhã desta quinta-feira (30)

• 170 mortes na China – a maior parte na província de Hubei, onde fica Wuhan, cidade epicentro da doença

• Nenhuma morte fora da China

• 8.149 casos suspeitos na China

• 80 casos suspeitos em outros 18 países

• Rússia fecha fronteira com China para frear transmissão

• 9 casos suspeitos no Brasil; nenhum confirmado

• Transmissão entre humanos está confirmada

• Taxa de mortalidade é de 2%; na Sars, era de 10%

No Brasil, o Ministério da Saúde confirmou nesta terça-feira (28/01) que investiga os três primeiros casos de suspeita de coronavírus no país. Pessoas mais velhas e gente com problemas respiratórios estão entre o grupo de mais vulneráveis a esse novo vírus.

Leia o artigo do jornal O Globo:

Para especialistas, o coronavírus deve mesmo chegar ao Brasil. E, quando isso ocorrer, o alerta será, principalmente, para idosos, portadores de doenças pulmonares crônicas e outros grupos mais vulneráveis, como pessoas com obesidade severa e que tenham problemas respiratórios, pacientes de outras doenças crônicas e aqueles que tomam medicações imunossupressoras (como pacientes que foram submetidos a transplantes).

— É praticamente impossível impedir a circulação de um vírus que está bem adaptado à transmissão entre humanos, com as facilidades de locomoção internacional que existem hoje. Realmente, vai chegar ao Brasil — afirma o coordenador de Vigilância em Saúde e Laboratórios de Referência da Fiocruz, Rivaldo Venâncio, para quem a circulação do vírus deve aumentar mais a partir de abril, com a chegada de temperaturas mais amenas — de forma semelhante ao que acontece com a gripe, do vírus influenza.

Os serviços de saúde seguirão, então, um protocolo de manejo clínico que está sendo elaborado, revisado e adaptado pelo Ministério da Saúde, com base nas recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Leia também: Vacinas que as pessoas acima dos 50 devem tomar, além da vacina contra a gripe

Mas, como não há antiviral específico nem vacina, o tratamento deve ser focado em tratar os sintomas, diz Venâncio: repouso, hidratação e ventilação para os que tiverem complicações respiratórias.

— A maioria das pessoas não vai precisar ir para o hospital, como acontece com todas as viroses respiratórias e com outros coronavírus. Mas outro grupo vai desenvolver formas clínicas que merecem ser atendidas no ambiente hospitalar.

Atualmente, o coronavírus tem taxa de letalidade estimada entre 2% e 5%. Para Venâncio, esse número pode ser revisto para baixo.

— Há uma gama muito grande de pessoas, que não sabemos quantas são, que não foram submetidas a exames porque não precisaram procurar os serviços de saúde. Estamos focando apenas nos casos com diagnóstico laboratorial. Nossa expectativa é que, nos próximos dias, surja informação nova que faça rever essa taxa, que mostra alta letalidade, mas que não é o que está sendo visto.

Quer saber mais?

Leia: Surto de coronavírus | Perguntas e respostas

É PRECISO SABER MORRER!

“Aprende a viver bem, e bem saberás morrer.” Confúcio

A morte, embora seja certa, talvez a nossa única certeza, ainda é um grande tabu. É só começar a falar sobre o assunto, pra alguém logo dizer: “ih, que conversa baixo astral”. Se você acha que estou brincando, faça a experiência e levante o assunto numa roda. A questão é que o mundo está envelhecendo e, sem a menor dúvida, esse será tema cada vez mais frequente.

A nossa sociedade não foi educada para receber a morte, costumamos não falar ou simplesmente afastar o pensamento tipo: Ah, nem vamos tocar nesse assunto.

Pioneira em cuidados paliativos, britânica Kathryn Mannix defende que deixemos de usar eufemismos ao falar da morte e passemos a conhecer os estágios naturais do processo para aprendermos a lidar com eles.

Para a Dra. Kathrin Mannix, especialista em cuidados paliativos, em lidar com pacientes que estão em estágio terminal, há uma explícita “negação” da morte nesse mundo em que vivemos. “Acho que é hora de voltar a falar da morte e recuperar essa sabedoria” – afirma a médica (à BBC Brasil):

Na minha humilde opinião, morrer não é tão ruim quanto se pensa.”

Essa é a visão da morte por Kathryn Mannix, médica britânica pioneira em cuidados paliativos, que dedica sua carreira a tratar pacientes com doenças incuráveis nos últimos estágios de sua vida.

Para a autora do livro With the End in Mind: Dying, Death, and Wisdom in an Age of Denial (“Com o fim em mente: morrer, morte e sabedoria na era da negação”, em tradução livre), a sociedade nos leva a evitar falar desse processo e a substituir a palavra “morte” por eufemismos.

E isso torna muito mais difícil lidar com a perda de um ente querido, argumenta Mannix. A BBC Ideas, plataforma da BBC que explora ideias questionando verdades estabelecidas, traz seu depoimento:

“Nós deixamos de falar sobre a morte. Deixamos de usar a palavra ‘morrer’ e passamos a usar outras similares”.

Em vez de ‘morto’, dizemos ‘falecido’. Em vez de dizer que alguém está morrendo, dizemos que ele está “muito doente”.

“Eufemismos dificultam a perda de um ente querido”, diz Mannix

Quando se usam essas palavras, as famílias não entendem que está se aproximando o momento da morte.

Isso é um grande problema porque, quando a família está junto ao leito de alguém prestes a morrer, não sabe o que dizer entre si ou para o próprio doente, que também não sabe o que dizer ou o que esperar.

Trata-se de uma cena marcada por tristeza, ansiedade e desesperança. E, na minha humilde opinião, não precisa ser assim.

Acho que perdemos a imensa sabedoria humana de aceitar a morte de um modo normal. A única certeza que temes desta vida é que um dia vamos morrer.

Acho que é hora de voltar a falar da morte e recuperar essa sabedoria.

Como é morrer normalmente? Assim como nascer, é apenas um processo. Gradualmente, a pessoa vai se cansando, se esgotando.

À medida que o tempo passa, ela vai dormindo mais, passa menos tempo acordada.

A família pode ir aprendendo sobre os melhores momentos para dar os medicamentos (ao paciente) ou deixar as visitas entrarem.

Pode acontecer de visitantes ou familiares encontrarem o paciente dormindo. E muitas vezes pode estar acontecendo uma mudança que é pequena, porém muito significativa.

“A morte normal é realmente um processo tranquilo – algo que podemos reconhecer, para o qual podemos nos preparar e algo com o que podemoslidar”, diz Mannix.

É que, em vez de estar dormindo, a pessoa pode estar temporariamente inconsciente. Não podemos acordá-la nem dar a ela o medicamento. Não podemos dizer que chegou uma visita. Ainda assim, quando ela acorda, ela conta que teve um bom sono.

Então ficamos sabendo que esse estado de coma não foi aterrorizante. Simplesmente não percebemos esse lapso à inconsciência no momento em que ele ocorre.

Som da morte

À medida que o tempo passa, essa pessoa passa menos tempo acordada, mais tempo dormindo, até que, no final, fica inconsciente o tempo todo.

“As pessoas falam desse som da morte como se fosse algo terrível, mas esse som, na verdade, me diz que o paciente está tão profundamente relaxado, e em um estado de consciência tão profundo, que sequer a saliva na gargantao incomoda enquanto as bolhas de ar entram e saem dos pulmões”.

Essas pessoas estão tão relaxadas que nem se darão ao trabalho de pigarrear, limpando a garganta, então pode ser que a respiração passe por pequenas quantidades de muco ou saliva na parte de trás da garganta.

Isso pode causar um ruído estranho, que muitos chamam de ‘estertor da morte’ ( death rattle , em inglês).

As pessoas falam desse som como se fosse algo terrível, mas esse som, na verdade, me diz que o paciente está tão profundamente relaxado, e em um estado de consciência tão profundo, que sequer a saliva na garganta o incomoda enquanto as bolhas de ar entram e saem dos pulmões.

Então, bem no finzinho da vida, haverá um período de respiração superficial, e uma expiração que não será seguida por uma inspiração.

Às vezes é algo tão suave que os familiares sequer percebem.

Por isso, a morte normal é realmente um processo tranquilo – algo que podemos reconhecer, para o qual podemos nos preparar e algo com o que podemos lidar.

“Sabemos que esse estado de coma (que precede a morte natural) não é aterrorizante. Simplesmente não percebemos esse lapso à inconsciência no momento em que ele ocorre”.

E isso deveria ser algo a ser celebrado. Algo com o que podemos nos consolar uns aos outros.

Mas por muitos considerarem indelicado falar sobre a morte, isso virou, de fato, o segredo mais bem guardado da medicina.

Por isso, na minha opinião, “morrer é algo que deveríamos recuperar, algo sobre o que deveríamos falar e nos consolar mutuamente.”

Assista em inglês, vídeo original com a entrevista.

https://www.bbc.com/ideas/videos/dying-is-not-as-bad-as-you-think/p062m0xt

Saiba mais sobre esta assunto:

https://oterceiroato.com/2016/01/15/a-morte-e-um-dia-que-vale-a-pena-viver-ana-claudia-quintana-arantes/

https://oterceiroato.com/2018/03/25/morrer-nao-se-improvisa-relatos-que-ajudam-a-compreender-as-necessidades-bel-cesar/

 

 

O IDOSO HOJE: QUE TIPO DE VELHO, OU VELHA, VOCÊ QUER SER?

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 “Cada um tem a idade do seu coração, da sua experiência e da sua fé…”

Gostei muito deste artigo de Maria da Luz Miranda (O Globo) sobre um estudo realizado nas quatro grandes cidades brasileiras – São Paulo, Porto Alegre, Recife e Rio de Janeiro – e traz conclusões muito interessantes.  Este estudo envolveu duas centenas de homens e mulheres com idade acima dos 60 anos, e dialoga sobre as aspirações do idoso no Brasil. Leia:

Nara tem 65 anos, mora sozinha e considera essencial ter bons amigos por perto. Carlos, aos 72, é adepto do bom humor como elixir para a vida. Celeste, de 74, diz adorar passear com os netos, mas não abre mão do seu tempo livre. Aos 67, Marlene acaba de fazer o Enem e espera, ansiosa, a oportunidade de entrar para a faculdade pela segunda vez.

Tarde? Os idosos, definitivamente, não são mais como eram antigamente, constata um estudo de comportamento realizado em quatro metrópoles brasileiras. Autonomia, segundo os mais de 200 entrevistados, é a palavra da vez para essa geração.

Segundo o levantamento “60+ Um novo paradigma”, seja em São Paulo, Porto Alegre, Recife ou no Rio de Janeiro, a geração que agora ultrapassa os 60 anos valoriza como nunca antes a independência. Trata-se de uma turma que não dispensa atenção, mas prefere ser dona do próprio nariz, ou melhor, dar conta de manter corpo e mente sãos pelo tempo mais prolongado possível.

Eles querem viver cercados de bons amigos, manter o círculo familiar, e vão além nas exigências. O estudo pontua outros aspectos reveladores de como essa faixa etária quer ser representada e vista pela sociedade. Respeito está no topo da lista, mas eles pedem também que a idade não seja tratada como fardo e com carga tão negativa; reivindicam credibilidade e reconhecimento como pessoas ativas que podem ser; e que todos mantenham em mente que o mundo, afinal, não é feito só dos ou para os jovens.

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O modo como homens e mulheres consultados encaram o envelhecimento é marcadamente diferente. Eles sentem mais fortemente o peso e as mudanças que a aposentadoria ocasiona. Elas, muitas vezes encaram a chegada dos 60 anos e o eventual fim do trabalho obrigatório e a menopausa como oportunidade para redescobertas. Mais abertas, mulheres tendem a cuidar mais do corpo, a ter mais atividades sociais e a se envolver mais em grupos.

As experiências são múltiplas, mas a vida financeira é onde está boa dose de incerteza que afeta esse público. Ainda segundo o estudo, feito pela consultoria Eureka, com apoio de profissionais de áreas como psicologia, antropologia e sociologia, os idosos de hoje pouco planejaram a hora de parar de trabalhar.

Há percalços também na mobilidade, já que as cidades são pouco ou nada inteligentes para acolher quem já não tem passos tão firmes. Assim como as cidades, as famílias têm de fazer esforço redobrado para dar conta dos velhos sob a sua responsabilidade. Com todas as dificuldades, o que os idosos ouvidos pela pesquisa atestam é se ainda têm muito tempo, querem viver da melhor forma.

Gostaram?

Se você quiser saber mais sobre este estudo veja: https://drive.google.com/file/d/0BwWt-O20_fvWa3dKSUVuWWprZXM/view

COMO LIDAR COM A DOR NA RELAÇÃO SEXUAL, DEPOIS DA MENOPAUSA.

“Todos os seres humanos ocultam a verdade nos assuntos sexuais”. Sigmund Freud

O Dia dos namorados está chegando é bom saber que… A sexualidade é um dos aspectos mais importantes da vida, enquanto vida tivermos – essa é uma grande verdade!!

Porém, no envelhecimento, homens e mulheres precisam encarar as transformações físicas e emocionais que podem afetar a vida sexual, a afetividade e autoestima. É preciso adaptar-se à essa nova fase de vida, reinventando-se continuamente. Para tudo tem alguma solução!

 

Para a mulher, a redução do hormônio feminino (estrogênio) na menopausa pode provocar disfunções sexuais como redução da lubrificação vaginal (vagina seca), diminuição do desejo sexual (libido)), dor ou ardor na relação sexual (dispareunia), e contração involuntária da vagina (vaginismo).

Mas o que é dispareunia?

A dispareunia – dor, ardor ou desconforto na penetração durante a relação sexual é considerada primária quando acontece desde a primeiro ato sexual, persistindo durante a vida. É considerada secundária quando aparece anos depois de relações sexuais satisfatórias e sem dor.

São várias as causas do desconforto tais como: inflamações ginecológicas, infecção urinária, lesões de pele ao redor da vulva, mioma uterino e outros. A dor também pode ocorrer em função de questões emocionais como tristeza, depressão, ansiedade, estresse.

Depois da menopausa com o ressecamento da vagina pela carência do hormônio feminino aumentam os casos de dispareunia. 

E o vaginismo?

O vaginismo é a contração involuntária dos músculos da vagina, dificultando a penetração e causando dor na relação sexual.  Também é considerado primário quando acontece desde a primeira relação sexual e secundário quando ocorre depois de anos de relações satisfatórias.

Importante saber que o vaginismo pode ocorrer em função da dispareunia. A mulher passa a contrair os músculos da vagina com medo da dor da penetração.

É frustrante para a mulher não ter uma relação sexual com o mesmo prazer de antes, mas muitas (especialmente as que tiveram uma educação mais repressora) preferem calar-se, suportar a dor durante a penetração porque consideram que isso faz parte da sua vida conjugal. Conformam-se com a condição e não expõe seus problemas nem para o parceiro de longa data.

Mas como lidar com a dispareunia e o vaginismo?

O tratamento vai depender das causas da dor e desconforto na relação sexual, mas se for secura vaginal provocada pela carência do estrógeno há muitas possibilidades de cuidados, vamos falar sobre algumas delas?

 

Converse com o parceiro sexual

Muitas mulheres tem dificuldade em expor a condição para o parceiro sexual, o que leva a sentimentos de frustração, raiva, culpa e distanciamento. É importante que o homem compreenda junto com a mulher que a dor e a contração vaginal é uma condição real que precisa ser avaliada e tratada com seriedade. A mulher não está criando caso!!

Precisamos superar a dificuldade e propor o diálogo, acreditando que o sexo é natural e que podemos viver boas experiências depois da menopausa.

Capriche nas preliminares

As rapidinhas do passado quando o corpo feminino respondia mais rapidamente ao apelo sexual podem ser substituídas pela caprichadinhas que podem ser muito prazerosas. Você tem mais tempo? Filhos crescidos? Capriche nas preliminares. Namore bastante, faça pausas no namoro. Para que a pressa? As preliminares aumentam o tempo de prazer e podem ser agradáveis para homens e mulheres.

O carinho e o toque antes da penetração ajuda (e muito) na excitação e na lubrificação vagina na mulher em menopausa.

Use Gel lubrificante Íntimo.

Existem no mercado várias marcas de gel lubrificantes à base de água que devem ser colocados minutos antes da penetração sexual e que substituem de uma forma bem satisfatória a lubrificação natural. Converse com o parceiro sobre isso, inclua-o na colocação. Lembre: o gel pode fazer parte do jogo sexual.

Experimente, oriente suas amigas a fazê-lo também!! Há muitas mulheres que desconhecem isso.

Invista na sua Autoestima

Há vários fatores fisiológicos e culturais que nos desafiam e contribuem para a baixa autoestima no envelhecimento: rugas, cabelos brancos, pele seca, diminuição da lubrificação vaginal…

Mas esse é um bom momento para vivermos. Podemos usar o aprendizado da maturidade e olhar para nós mesmos com um olhar mais amoroso e compreensivo, investindo no respeito próprio e no autoconhecimento e autoestima.

Faça exercícios que fortaleçam o Músculo do Assoalho Pélvico 

Recentemente publicamos no blog infor Já ouviu falar em exercícios de Kegel? Veja https://www.google.com.br/amp/s/pt.m.wikihow.com/Fazer-Exerc%C3%ADcios-Kegel%3famp=1… Eles fortalecem o músculo do Assoalho Pélvico, prevenindo incontinência urinária e fecalflacidez pós parto e outros problemas do assoalho pélvico como “bexiga caída”, por exemplo. Podem ajudar também a melhorar o prazer sexual e a possibilidade de atingir o orgasmo. 

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Procure ajuda médica 

É muito importante conversar com seu médico sobre o assunto, que vai investigar e propor um tratamento de acordo com a origem da dor e desconforto.

Para algumas mulheres o médico poderá indicar a reposição hormonal e uso de pomadas ginecológicas hormonais (que ajudam muito). As consultas com o médico para tratar de assuntos da mulher, devem ser no mínimo anuais.

Se necessário busque ajuda psicológica

É importante sair da suposta zona de conforto de não tocar no assunto e não encarar a realidade. As chances de termos uma vida sexual prazerosa depois da menopausa são grandes quando existe a vontade de encarar o problema e buscar as possibilidades de tratamento e mudanças. Se necessário procure ajuda psicológica.

Preocupe-se mais com a falta de cuidado do que com as possibilidades de desenvolvimento dessa área tão importante para o ser humano.

Lembrando que o desenvolvimento da sexualidade é individual e cada pessoa tem sua forma de vivê-la, não podíamos deixar de falar das mulheres que fazem sexo com mulheres. O corpo feminino exige cuidados e atenção iguais e as mudanças da menopausa também. 

Todas as informações aqui são válidas para toda a forma de prática sexual com penetração, incluindo instrumentos ou brinquedos sexuais, ok? Conversar com seu médico de confiança e ler sobre o assunto pode ajudar muito.

Gostaram?

Leia também: https://oterceiroato.com/2018/01/31/sexo-depois-dos-50-anos-problemas-que-eles-e-elas-enfrentam/

https://oterceiroato.com/2018/01/24/9-artificios-que-tornam-o-sexo-possivel-e-mais-gostoso-na-3a-idade/

https://oterceiroato.com/2018/03/21/sexualidade-depois-dos-60-anos/

Matéria de Mª Aparecida Costa, do Blog Viver depois dos 50.

COM O TEMPO VOCÊ APRENDE…

“Aprender sempre e evoluir eternamente”. Wagner Alonson

Penso que a vida é uma caixinha de surpresas… Sim, é feita para você aprender sempre! Assim sendo você vai errar, aprender, evoluir, ver… quando escolher o seu melhor caminho…  seguindo sempre em frente… Poi é, um ciclo que está em constante evolução e sempre se movimentando, basta estar vivo rsrsrs.

Portanto temos  sempre a oportunidade de escolher”, “refletir”, “fazer” e “refazer”… A junção de tudo isso (re)constrói quem somos nós agora.

Adoro esta crônica ” Um dia você aprende…”… é a mutação de um poema de autoria de Veronica Shoffstall, escrito no seu anuário escolar em 1971, muitas vezes também atribuído á grandes autores como Willian Shakespeare. Nos diz muito sobre nossas aprendizagens durante toda a vida, leiam:

“Depois de algum tempo, você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas. E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.

E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão. Depois de um tempo, você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo. E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam… E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.

trate-bemDescobre que se levam anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você é na vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Aprende que não temos que mudar de amigos, se compreendemos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.

Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos. Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser. Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto. Aprende que não importa aonde já chegou, mas onde está indo, mas se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve. Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.

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Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as consequências. Aprende que paciência requer muita prática. Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.

Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou. Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha. Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.

Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.

Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo. Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado. Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás.

permita-se-desistir

Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores. E você aprende que realmente pode suportar … que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!”

Sempre me identifico muito com tudo isso… Com o tempo eu aprendi… muitas detas coisas… e continuo aprendendo. E você?

DEPOIS DOS 60 ANOS, NÃO SE FAZ SEXO PELO PRAZER DO MOMENTO… É MUITO MAIS!

Velhos-sexo

“Envelhecer é estar mais perto do sagrado, das coisas que realmente importam.” Déa Januzzi

Adoro as crônicas de Déa Januzzi… traz leveza á minha alma! E vocês gostam? Leiam:

Por um momento nossos olhos se cruzaram. Um único instante, depois de tantos anos de acusações, de farpas, de culpas engasgadas na garganta. Por um momento nossos olhos se cruzaram sem a presença de outras pessoas para vigiar, disciplinar, julgar. Nossos olhos se cruzaram por um rápido instante e quase se engoliram. Nossos olhos fizeram sexo como se ainda fôssemos jovens. Mas se desviaram a tempo, porque não há mais chance para os olhos do passado.

Depois dos 60 anos, não se faz sexo pelo prazer do momento nem pelo tesão descontrolado dos hormônios, porque há muito eles se foram. Depois dos 60, o sexo vira amor e os olhos querem mais do que fúria. Querem calmaria. Depois dos 60, os olhos querem delicadeza, ternura, compartilhamento. Os olhos não se enganam mais, sabem vasculhar a alma, enxergam os erros, veem as consequências dos atos tresloucados do sexo sem cumplicidade.

Depois dos 60 anos, os olhos querem, trocam, mas já compreendem que a sedução é mais do que o ato em si. Os olhos querem ser abraçados, tocados, compreendidos em sua vastidão, em toda a sua profundeza. Não há mais tempo do sexo fugaz que pode pesar a vida da mulher. Depois de tudo, ela vai carregar um filho no ventre e nas costas por toda uma vida. O filho é a parte saudável e não pesa tanto quanto o momento de prazer sem compromisso. Afinal, o filho é a prova de que por um instante os pais se amaram. Ou fizeram sexo com paixão.

Mas depois dos 60 anos, os olhos não se enganam mais, estão acostumados com a falta de compromisso e de compaixão do outro, com o amanhã da solidão, com o anteontem das separações, brigas e falta de amadurecimento para ser pai e mãe de verdade.

Tenho amigas que descobriram o beijo na boca depois dos 60 – e chegaram às nuvens. Nesta nova fase da vida, sexo tem que fazer cafuné na alma. E sabem onde fica o Ponto G dessas mulheres? Fica no coração, que tem de ser tocado com maestria, talento e competência, como se fosse uma música de Vivaldi, de preferência uma das Quatro Estações. As preliminares depois dos 60 podem durar a noite inteira, até acordar em gozo, gemendo de amor.

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Por um momento nossos olhos se cruzaram e se reconheceram. Os olhos se lembraram das tentativas, do projeto de formar uma família, de viver junto, de construir uma vida em comum. Por um momento, os olhos se lembraram da primeira vez, da emoção de ter um corpo dentro do outro. Das lágrimas derramadas pela primeira e ardente vez. Da paixão que fulminou a razão.

Mas os olhos não mentem e se desviam rapidamente, sem outra chance. Os olhos se lembram de que foram aqueles mesmos olhares que seduziram uma mulher de 20 anos, que foi abandonada, sem gentileza, sem escrúpulo, sem resposta para toda a vida. Que foi degredada e teve que aprender sozinha a criar filho, mas com o apoio de outras mães sozinhas, de uma rede de solidariedade feminina.

Depois dos 60 anos, os olhos compreendem que é melhor não cair em tentação. E que é hora do adeus. Os olhos se cruzaram, se desviaram e se despediram.