PRECE DA EXPERIÊNCIA!

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Ri muito dessa oração. Salve Nossa Senhora da Terceira Idade! Genial e bem-humorada. Leiam:
Ó Senhor, tu sabes melhor do que eu que estou envelhecendo a cada dia. Sendo assim, Senhor, livra-me da tolice de achar que devo dizer algo, em toda e qualquer ocasião.
Livra-me, também, Senhor, deste desejo enorme que tenho de querer pôr em ordem a vida dos outros.
Ensina-me a pensar nos outros e ajudá-los, sem jamais me impor sobre eles, mesmo considerando, com modéstia, toda a sabedoria que acumulei e que penso ser uma lástima não passar adiante.
Tu sabes, Senhor, que desejo preservar alguns amigos e uma boa relação com os filhos, e que só se preservam os amigos e os filhos quando não há intromissão na vida deles…
Livra-me, também, Senhor, da tolice de querer contar tudo com os mínimos detalhes e minúcias, mas dá-me asas para voar diretamente ao ponto que interessa.
Não me permita falar mal de alguém e ensina-me a fazer silêncio sobre minhas dores e doenças. Ambos estão aumentando e, com isso, a vontade de descrevê-los vai crescendo a cada dia que passa.
Não ouso pedir o dom de ouvir com alegria a descrição das doenças alheias; seria pedir demais. Mas, ensina-me, Senhor, a suportar ouvi-las com alguma paciência.
Ensina-me a maravilhosa sabedoria de saber que posso estar errado em algumas ocasiões. Já descobri que pessoas que acertam sempre são maçantes e desagradáveis.

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Mas, sobretudo, Senhor, nesta prece de envelhecimento, peço:
Mantenha-me o mais amável possível.
Livrai-me de ser santo. É difícil conviver com santos! Mas um velho ou velha rabugentos, Senhor, é obra prima do capeta! Me poupe para que eu seja tolerado!
Amém!
Fonte: Autor Desconhecido.

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A INCRÍVEL ARTE DE COZINHAR MAL… MESMO QUE VOCÊ TENTA ACERTAR!

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Outro dia li uma crônica de Ruth Manus no Estadão que me fez rir muito e ver que não estou sozinha… leiam:

Falam muito sobre cozinhar bem. Há milhares livros, programas de televisão, canais de youtube, sites, aplicativos. Ao redor do mundo, cozinheiros e chefs são observados, imitados e idolatrados por sua capacidade ou dom de cozinhar bem. Acho ótimo- e minha barriga também agradece aos seus talentos. Mas ninguém fala sobre a incrível arte de cozinhar mal.

Acho que no mundo existem quatro tipos de pessoas: as que gostam de cozinhar e cozinham bem, as que não gostam de cozinhar e simplesmente não cozinham, as que não gostam de cozinhar, mas precisam, e cozinham qualquer gororoba só pra sobreviver e, por fim, as que gostam de cozinhar e cozinham verdadeiramente mal, não se sabe bem o porquê.

É curioso. Juntar ingredientes deliciosos como cebola refogada, vinho branco, arroz carnarolli, queijo parmesão e presunto de parma e ficar uma delícia é fácil. Difícil é juntar cebola refogada, vinho branco, arroz carnaroli, queijo parmesão e presunto de parma e conseguir que fique uma merda. Ou seja, a arte de cozinhar mal às vezes pode ser muito mais complexa do que a arte de cozinhar bem- e sobre isso ninguém fala. É preciso ser quase um mago para conseguir alcançar certas proezas.

Morango, leite condensado, manteiga, chocolate em pó: conseguimos estragar? Conseguimos. Maionese, atum em lata e cebolinha: conseguimos errar? Conseguimos. Spaghetti, manjericão, azeite e sal. Também. Bolo de caneca. Também. Cuscuz marroquino. Também. Salada com tomate cereja e mozzarella. Também. É um talento raro, uma vocação ímpar, muito mais improvável do que a capacidade de preparar maravilhas com serenidade.

Fingimos que está tudo bem. Fingimos não criar expectativas de dar certo. Mas a realidade é que a gente sempre tenta acertar: segue receita, compra bons ingredientes, prepara com cuidado. Impossível dar errado. Mas dá. Não sabemos explicar, deve ser alguma influência do cosmo ou a posição de Júpiter no momento do nosso nascimento. Não há outra explicação para o fenômeno.

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Não dá para negar uma certa tristezinha que nos invade a cada vez que a certeza se confirma: ficou uma porcaria. A gente já sabia que seria assim. Sempre sabemos. Mas “vai que”. Vai que é dessa vez. Vai que é hoje. Vai que dá certo. Mas não, voltamos para nossa posição e fama tradicionais: damos risada, dizemos que não sabemos o que houve, avisamos o pessoal que não é preciso comer. Os amigos tentam ser simpáticos, dizem que não está assim tão mau. Está.

Aguardamos o dia em que lancem o Master Chef Erro Atrás de Erro. No qual pessoas como nós poderão mostrar ao mundo como é possível pegar chocolate ao leite de boa qualidade, tentar derreter e transformá-lo em pequenos pedregulhos de açúcar marrom com cheiro de fumaça. Como seguir uma receita de bolo à risca e, ao abrir o forno, encontrar uma gigantesca sola de havaiana. Como grudar omelete em frigideira de tefal com meio litro de azeite. Como errar no chá. Acho bizarro que os canais de televisão nunca tenham pensado em investir nesse mistério. É arte, é dom, é um talento nato para transformar deliciosas iguarias em terríveis pesadelos.

Fonte: https://emais.estadao.com.br/blogs/ruth-manus/a-incrivel-arte-de-cozinhar-muito-mal

TUDO QUE SINTO.

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Já tive tanto medo de magoar as pessoas que me afoguei nos meus próprios sentimentos. Já fiz de tudo na expectativa de agradar ou outros que acabei por me esquecer, deixando as minhas próprias vontades em último plano. Já fiquei em situações que me sufocavam por receio de não ferir ninguém… No fim, tudo só serviu para me tornar alguém que eu não sou. Engolir sapos a vida todas nos faz acreditar que não somos suficientes, que precisamos fazer o máximo para sermos notados, bons para os outros. Mas eu te pergunto: Vale a pena se destruir para manter os outros inteiros? Você também é importante! Se olhe no espelho e veja, chega de segurar o mundo inteiro nas costas enquanto o seu cai no chão. Não é errado se colocar em primeiro lugar, errado é abrir mão de si por pessoas que nem sequer reconhecem o teu valor. Saiba selecionar quem merece o teu melhor e quem na verdade, nunca mereceu.

EU VIVO MESMO É DE CLARIDADE.

CAIO

Ando tropeçando em absurdos. Em desassossegos também. Tem gente que tirou o mês pra me chatear, me colocar pra baixo, me jogar em cima um amontoado de energias ruins. Tem gente que tem esse dom. De não ser feliz e querer enferrujar o sorriso alheio.

Aí eu lembro daquela música do Forfun: “Faço de mim casa de sentimentos bons, onde a má fé não faz morada e a maldade não se cria.” Me cerco de boas intenções, me reservo pros poucos e melhores amigos. Me encho de luz lendo Adélia e Manoel. Me permito o riso.

Porque, na verdade, o que eu levo aqui dentro é maior que tudo. É maior porque é do bem e vem fresquinho. Eu vivo mesmo é de claridades e não vai ser qualquer gentinha à toa que vai enfraquecer minha fé na vida e minha vontade de sorrir pro mundo.

Pra você que não aprendeu a ser feliz e que não tem olhos pra esticar horizontes, eu canto o meu refrão: ‘Sendo aquele que sempre traz amor, sendo aquele que sempre traz sorrisos. E permanecendo tranquilo aonde for. Paciente, confiante, intuitivo.’

Yeah, Baby, Yeah!

Fonte: Caio Fernando de Abreu

 

12 ATITUDES FUNDAMENTAIS PARA UMA VIDA MAIS LEVE.

“É fácil ser pesado. Difícil é ser leve”. Gretchen Rubin

Stephanie Gomes nos diz que é difícil viver com leveza porque, por incrível que pareça, nos sentimos mais fortes e seguros quando temos com o que nos preocupar, questões a solucionar e problemas que precisam de nós para serem resolvidos. Por causa de hábitos e escolhas que se tornaram comuns em nosso cotidiano, não estamos acostumados a nos sentir bem por muito tempo. Não nos parece normal.

Uma vida leve é uma vida com menos stress e mais momentos alegres, menos preocupações e mais otimismo, menos pressa e mais dedicação, menos vergonha e mais bom humor, menos cansaço e mais vontade de viver. Quando falamos em “viver com leveza” estamos falando sobre saber viver.

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Ter uma vida mais leve é questão de escolha. Com algumas pequenas atitudes e mudanças de pensamento, é possível transformar aquilo que serve apenas para fazer peso na nossa vida em fonte de alegria e satisfação. Existem algumas escolhas que você pode fazer agora mesmo para começar a viver com mais leveza, otimismo, tranquilidade e bom humor:

1) Tenha menos coisas: Palavras de Buda: “quanto mais coisas você tem, mais terá com o que se preocupar”. E acrescento: quanto mais você tem, menos satisfeito está, porque sempre vai querer mais. Preocupação e insatisfação são sentimentos opostos a uma vida leve. Quanto menos você se preocupar em manter uma quantidade alta de bens e menos pensamentos sobre possuir coisas ocuparem sua mente, mais espaço se abre na sua vida para viver com serenidade, ser feliz e afastar-se de sentimentos como falta, angústia e ansiedade.

2) Não leve a vida tão a sério: Você não precisa estar sempre certo. Não é obrigado a ter certeza de que está no caminho mais seguro e correto. Não há necessidade de definir agora todas as direções que seguirá até o fim de sua vida. Não tem que saber se o que está fazendo agora te trará grandes resultados ou recompensas. Você pode apenas viver! O mundo não vai parar se você de vez em quando fizer uma pausa nos deveres para se divertir, curtir o momento, esquecer as partes chatas do dia a dia e não responder e-mails nem atender o celular. Há pessoas que acreditam que as coisas só funcionam à base da neurose, perfeccionismo e seriedade, mas estas características são totalmente dispensáveis e apenas dificultam o processo, seja em relação a trabalho, relacionamentos, família, estudos e todas as outras áreas da vida.

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3) Não faça tanta coisa: Se você tem obrigações demais e pouco ou nenhum tempo para aquilo que faz apenas por prazer, a vida se torna pesada, maçante e sem sentido. O quanto de tempo você investe no que realmente faz você se sentir bem? Se a resposta for “muito pouco” ou “nenhum”, é hora de dar o pontapé inicial para uma mudança na sua rotina.

4) Vá com calma: Pare de correr tanto e de fazer tudo com pressa. Diminua um pouco o seu ritmo e dispense a ansiedade, sentimento que é um vício extremamente prejudicial à sua felicidade e também à sua saúde. Talvez você nem perceba, mas já se tornou um hábito fazer com extrema rapidez todas as atividades do cotidiano (até as mais simples). Repare se você anda na rua, lê, come, trabalha e atende o telefone em ritmo tenso e acelerado sem perceber. Se quer uma vida mais leve, comece a mudar este costume.

5) Fique o máximo que puder ao lado de quem te faz rir: No filme Amor sem Escalas há uma frase que gosto muito: “Nas suas melhores lembranças, nos momentos mais importantes da sua vida, você estava sozinho? A vida é melhor com companhia”. Estar com alguém que te faz rir com vontade é um dos (grandes) prazeres da vida. Rir faz bem, deixa a vida mais leve, traz disposição e acaba com o stress. Procure ficar ao lado de pessoas engraçadas e espontâneas e traga mais boas sensações e leveza para a sua vida.

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6) Pense menos: Alguma vez você já se sentiu cansado de pensar? Acontece quando faz uma atividade automaticamente e seus pensamentos estão longe, se você cultiva a mania de sempre esperar pelo pior em qualquer situação, quando guarda mágoas, ao ficar imaginando diálogos ou situações etc. Em todos os casos, você está desgastando sua mente e isso faz com que se sinta pesado e sobrecarregado, desnecessariamente. Comece já a administrar seus pensamentos e pare de usar sua mente para carregar pensamentos incômodos e dispensáveis. Condicione-a a funcionar a seu favor, com pensamentos positivos que farão você se sentir bem e atrair coisas boas. Se não conseguir pensar em nada bom, então não pense. Medite, concentre-se em alguma atividade ou durma. Fuja do hábito de usar seus pensamentos para depositar coisas ruins dentro de você.

7) Pare de lamentar a agradeça: Eu sei que tem várias coisas na sua vida que não estão como você gostaria. Na minha também. E na de todo mundo! Mas, enquanto algumas pessoas optam por agradecer por aquilo que está bom, outras passam os dias se lamentando, sem conseguir enxergar que têm muitos bons motivos para serem gratas. Os integrantes do primeiro grupo escolheram viver uma vida mais leve e sabem que a gratidão as leva para este caminho. Já as reclamações e lamentos constantes de quem se identifica com o segundo grupo encaminham diretamente para a infelicidade de crer que sua vida é um peso a ser carregado. Questão de opção.

8) Use o bom humor para lidar com suas falhas: Falou alguma besteira? Acontece com todo mundo, ria de você mesmo! Pagou um mico em público? Veja pelo lado engraçado e ria sozinho ou junto de quem estiver com você! Permita-se falhar e não faça disso um grande problema. Bom humor é uma das mais importantes virtudes para uma vida leve.

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9) Pare de transformar situações em problemas: Às vezes o que você chama de problema é apenas uma situação qualquer que está sendo vista pelo lado negativo, e que você poderia muito bem deixar para lá ou permitir que ela passe sem causar prejuízo nenhum. São acontecimentos, não problemas. O problema é como você reage a elas, portanto, está nas suas mãos decidir se ele existe ou não. Reflita sobre as últimas situações que fizeram você se sentir mal e faça isso também das próximas vezes em que perceber um aborrecimento chegando. Provavelmente vai perceber que boa parte do que aconteceu poderia ter sido ignorado ou não precisava que você desse tanta atenção. Com as novas situações, ao pensar antes de reagir, vai conseguir evitar que você mesmo complique algo que não precisa ser complicado.

10) Contamine-se com coisas boas: Procure por boas notícias na internet, televisão e outros meios de comunicação. Veja filmes e leia livros que falem de histórias ou assuntos positivos, ouça músicas animadas, vá a lugares onde há coisas bonitas para se ver. Encha sua vida de coisas que façam você se sentir positivamente inspirado.

11) Adicione leveza à sua vida: Ande descalço, respire fundo, use roupas confortáveis, ria alto, coma sobremesa, balance na rede, corra ao ar livre, aprecie o silêncio, conecte-se com a natureza, brinque, cante, dance, viaje para longe, faça uma pausa, se espreguice, abrace quem você ama, emocione-se, sinta-se livre, deixe seu coração falar mais alto que a razão, faça o que tem vontade, ame sua vida! São coisas como estas que fazem com que sejamos mais abertos aos bons sentimentos e sensações que a vida pode nos proporcionar.

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12) Seja gentil, educado e generoso: Quando age positivamente em relação às outras pessoas, sua atitude gera energia positiva tanto para elas como para você, e faz com que se sinta bem com si mesmo, ao contrário do que acontece quando trata alguém com grosseria ou rispidez. Lembre-se: a leveza vem de dentro para fora, portanto, doe aos outros aquilo que você tem de melhor para despertar as coisas boas que existem dentro de você.

Fonte: http://desassossegada.com.br/2014/04/28/12-atitudes-fundamentais-para-uma-vida-mais-leve/

EU NÃO SOU PERFEITA, MUITO MENOS EXEMPLO, MAS TENTO O MEU MELHOR…

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Simone Guerra traz uma bela reflexão sobre tudo aquilo que pensamos. Leiam:

Eu não sou feliz o tempo todo. Tenho erros graves e estou longe de ser padrão de qualidade.

A verdade é que sou gente. Sou gente que tropeça, levanta, cai de novo, levanta, anda um pouco, cai, levanta… limpa os machucados da vida, remenda os sentimentos, chuta tudo, arrepende, dá vexame e pede perdão.

Essa coisa de ser feliz o tempo todo, nunca existiu. O que existe é tentar melhorar, todos os dias, o tempo todo. Quem não busca estar em paz, não refaz as histórias e não busca leveza, logo morre de tédio de si mesmo.

Eu não sou feliz todos os dias… e, em outros, eu sinto medo, raiva, fadiga e enjoo da vida, porque não em como ser perfeito quando dentro da gente há imperfeições que precisam melhorar diariamente.

Não adianta se sentir culpado, muito menos irritado quando nada vai bem, quando tudo parece cinza, sem a intenção de colorir, porque tem coisas inexplicáveis que precisam de tempo. Eu também não me acostumo com essa coisa de que o tempo é a melhor espera e tudo se encarrega. A verdade é que minha ansiedade é maior do que minha paciência, e nem sempre uma entende a outra ou se adapta, então eu acabo me transbordando.

Eu não sou essa mulher forte o tempo todo, muito menos corajosa. Eu tremo. Eu choro. Eu desisto. Eu xingo. Eu grito. Eu saio do eixo e desequilibro, porque não sou perfeita. Mas, eu assumo todas as minhas idiotices, nem que seja para mim mesma, porque quem se garante determinado demais e forte como uma rocha, sofre de corpo e alma.

Queria ser aquela pessoa que esquece em menos de um minuto, que perdoa em menos de uma hora e não desce do salto para dar um vexame. Eu queria ser mais fina, ter recato de madame, mas não sou. Sou assim: 50% gente e 50% humana, e é difícil, viu?!

Eu não sou intocável, ou inabalável, ou dona de mim mesma o tempo todo, porque me divido em pedaços se meus sentimentos se quebram, se preciso viver uma desilusão ou se preciso me doar para alguém.

Eu não sou grata todos os dias. Muitas vezes esqueço de agradecer, de apreciar e de me doar. Eu sou agitada demais em dias alternados, e quando me estresso de vez, não sei ser delicada, muito menos boa. Eu sou pavio curto, roleta russa, chama que não cessa mesmo nos dias que é preciso respirar fundo. Realmente, eu atropelo com palavras nada lindas quando deixo de ser santa para ser extremo.

Eu não dou conta de ser eu mesma de vez em quando, até tento o meu melhor, mas como sou às avessas, acabo me estranhando. Não acredito que alguém seja 100% original quando é preciso ser gente, porque pintamos nós mesmos em diferentes nuances para viver a vida.

Eu amo ser eu mesma, mesmo que às vezes fechada demais, silenciosa, deprimida, feliz ao extremo; com vontade de fugir, de sair por aí fingindo ser quem não sou, louca, fria, quente, amável, irritante, chata, paranoica. Eu me amo, mesmo que eu não entenda como ser gente em dias difíceis pra caramba.

Sou intensa! Eu me atropelo. Eu me entrego. Eu faço birra. Eu me seduzo. Eu me excluo. No entanto, sou maravilhosa se você souber me ganhar.

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NÃO É A APARÊNCIA QUE ENCANTA, É A ESSÊNCIA…

Essencia

Simone Guerra nos faz refletir sobre o que realmente nos importa… nossa essência. Leiam:

Muitas vezes vivemos em função do outro. Gastamos o que temos e o que não temos para impressionar, para demonstrar e até mesmo aparecer, e no fim de tudo não resta sequer um olhar, um muito obrigado ou um elogio. A pior decepção é aquela que nos abraça na hora errada e vem de quem menos esperamos.

Criamos expectativas demais com as pessoas à nossa volta. Cismamos que aparências e uma boa apresentação nos conecte com alguém que queremos. Vivemos ilusões perdidas e conquistas unilateral, muitas vezes. Quem nunca comprou algo para impressionar alguém e se decepcionou? Todo mundo, pelo menos uma vez na vida, inventou moda, pagou e ainda chorou desconsolada porque ele não percebeu.

Aprendi a fazer agrados para mim mesma, porque depois de muitos anos vividos, percebi que sou minha melhor plateia. Não é excesso de autoestima, não. Muito menos confiança demais, é apenas ter consciência que homens apreciam outras coisas. Raramente vamos encontrar um homem que consiga distinguir uma roupa de boutique com uma de brechó, um sapato caro com algum de liquidação, uma colônia barata de um perfume bom e caro, porque para eles, o imprescindível é a companhia, o carinho, o sexo, o beijo, a pegada, o cheiro natural. Então, aprendi a gastar com mais atenção, algumas horas a mais em casa, carinho dobrado e conversa que convence e acolhe.

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Demoramos muito tempo para aprendermos que superficial, supérfluo e falta de contexto matam os encantos. Ninguém precisa ter aparência impecável e cara para encantar, é preciso apenas demonstrar através da simplicidade amor e acolhimento. Uma roupa bonita, um sapato lindo, jóias e maquiagem, muitas vezes, encantam apenas vitrines, porque ninguém vive de aparências.

Exupéry disse: “o essencial é invisível aos olhos”, tão invisível que se compara com a nudez do amor. O amor é tão puro que tem a necessidade de ser transparente, invisível. Se é amor, aquela roupa de grife, aquela bolsa com quatro ou mais dígitos continuarão sendo apenas detalhes, porque uma representação de você não vai ter a mesma importância que a sua essência. E homens, por incrível que pareça, trocam qualquer Valentino, Dior, Chanel por essência e bom humor. Pena, que só entendemos isso depois que já nos preocupamos demais em retocar a maquiagem, escovar os dentes antes dele acordar…

É importante cuidar de nós mesmos, comprar o que nos fazem felizes, gastar com supérfluos, andar na moda, ser impecável, desde que isso te dê aquela sensação de felicidade, de prazer… E se isso não impressionar quem você quer, por favor, não fique triste ou pense que gastou tempo e dinheiro à toa, porque quem deve se impressionar com você antes de qualquer outra pessoa, é você mesma. Faça o seu melhor para você, sempre! Assim, você não vai se decepcionar.

Não é preciso comprar a roupa mais linda para conquistar, porque homens não prestam atenção em detalhes, então compre para você mesmo e se aprecie. Alguém que você quer ao seu lado, vai se preocupar com o que está dentro dos seus pensamentos e coração. O amor tem a exigência de ser leve e inteligente, porque é pura essência.

TALVEZ O AMOR!

“Quando a solidão aperta o peito, somos convidados a meditar no carinho que desprezamos, no afago de que nos privamos, nos amores de que fugimos.

Então, sentimo-nos encorajados a tentar compreender o Amor em sua plenitude, a partir da lacuna de nossas almas.

Mas, mesmo após muito meditarmos, fica em nosso peito tão somente a certeza de um “talvez”.”

Assista esse lindo vídeo de Perhaps Love – John Denver & Placido Domingo

CUMPRIMENTE A TODOS, CONFIE EM POUCOS E NÃO DEPENDA DE NINGUÉM.

cumprimente

Estamos sempre refletindo sobre nossas aprendizagens. Gosto deste texto de Marcel Camargo. Leiam:

Ser gentil não custa nada e só nos traz benefícios. Sorrir com verdade pode até ajudar quem menos esperamos, pois há sempre alguém procurando por alguma luz em seu dia. Nem imaginamos o quanto de alento um simples “bom dia” pode trazer a quem passa por escuridões dolorosas. Por outro lado, é muito desagradável deparar-se com uma cara amarrada já às sete horas da manhã, com pessoas deseducadas, mal-humoradas e ríspidas, afinal, ninguém tem culpa da nossa briga com o mundo.

Quem de nós nunca foi completamente ignorado ao passar rente a um colega, a um conhecido, a alguém que já conversou conosco, já passou um tempo na nossa companhia e, portanto, já sabe o nosso nome? Não dá para entender por que certas pessoas fingem que não conhecem os outros, se é insegurança, medo sabe-se lá de quê, problema de visão, distração excessiva, ou pura e simplesmente soberba gratuita mesmo. Sentem-se superiores ou inferiores, afinal? Vai entender…

É perfeitamente possível sermos educados e atenciosos com quem quer que seja, sem que precisemos aprofundar intimidade com quem não simpatizemos. Aliás, não conseguiremos ter afinidade com todo mundo à nossa volta e isso não quer dizer que só deveremos nos dirigir tão somente àqueles de quem gostamos. Cumprimentar uma pessoa, trabalhar no mesmo ambiente ou sentar à mesa de amigos em que ela está não nos obriga a manter fortes laços com ela.

Na verdade, conheceremos muita gente, porém, confiaremos em pouquíssimas pessoas, porque o que temos de tão nosso jamais poderá ser entregue a qualquer um, sem ressalvas. Muitos aguardam qualquer chance de derrubar quem quer que seja, através de fofocas maldosas principalmente. Termos a segurança de dividir nossa vida com as pessoas certas nos poupará de inúmeros dissabores e decepções. E esses poucos sempre valerão a pena.

Fato é que não devemos depender muito das pessoas, para podermos seguir nossas vidas sem pendências excessivas, uma vez que os outros, muitas vezes, não correspondem às expectativas que costumamos lhes imputar. Nem sempre as pessoas agirão conforme o que esperávamos, tampouco terão atitudes iguais às nossas. Cada pessoa possui o seu próprio coração e nele guarda aquilo que quiser – ninguém manda nos sentimentos alheios.

Melhor tentar não depender de ninguém, nem contar muito com os outros, afinal, quanto mais depositarmos nossa felicidade fora de nós, mais distante ela se torna. Quando contamos com nós mesmos, então mantemos as chances de ser feliz aqui dentro, que é onde a felicidade deverá sempre permanecer.

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APRENDA A SE PERDOAR.

 

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Erick Morais sempre me traz grandes reflexões. Leia:

A vida é um processo de perdas e ganhos, o que nem sempre é tão fácil de entender e administrar. Planejamos coisas, sonhamos e a vida trata de nos levar por outros caminhos. Às vezes, nós mesmos saímos daquilo que planejamos por erros que cometemos. Assim, a nossa vida parece ficar sem sentido, sem razão de ser. Ficamos distantes daquilo que nosso coração deseja e nos tornamos estranhos de nós mesmos.

Com o tempo esse estranhamento torna-se permanente, de modo que não conseguimos olhar para o que um dia queríamos da vida. Dessa forma, nos tornamos almas vazias, incapazes de sonhar. Presos aos acontecimentos do passado, não conseguimos manter a chama dos sonhos viva no presente, para que busquemos realizá-los.

É preciso aprender a se perdoar, para que se possa seguir em frente. Ficar preso àquilo em que erramos apenas nos retira o ânimo de que necessitamos para viver. Todos nós erramos, pois não sabemos de tudo e precisamos cair para aprender a levantar. Além disso, como disse, existem coisas que não controlamos, de maneira que não devemos nos martirizar pelos empecilhos impostos pela própria vida.

Deixar de sonhar e de acreditar que os seus sonhos são possíveis de serem alcançados é tão somente anular-se enquanto ser humano e passar a viver o fantasma de uma vida que outrora tinha fé e sabia sorrir e dançar. Não digo fé do ponto de vista religioso, mas a fé que devemos ter em nós mesmos, a qual é essencial para que nos mantenhamos animados e fortes para enfrentar as dificuldades inerentes a qualquer caminhada.

Por mais que queiramos, o passado não pode ser alterado. Sendo assim, ter excesso de passado apenas retira a energia necessária ao presente. Não se deve esquecer o passado, as memórias, pois os nossos erros servem como crescimento emocional e amadurecimento, a fim de que, em novas situações, saibamos como agir.

Ademais, devemos aprender a olhar para o passado e enxergar onde acertamos também. Ninguém apenas acerta, assim como não existe erro perene. O suicídio emocional que fazemos cria uma seletividade, na qual apagamos tudo o que fizemos de bom e nossos acertos.

Por mais que tudo pareça não funcionar e ninguém acredite em nós, precisamos manter o tesão pela vida, por aquilo que há de belo e ser a nossa própria fonte de energia. Parece besteira, mas é muito mais fácil perdoar os outros do que se perdoar e dar um voto de confiança a si próprio. Se erramos, por mais que queiramos, isso não pode ser modificado, portanto, deixe de ser o seu próprio inquisidor e acredite que, mesmo com asas machucadas, ainda pode voar.

A vida nunca será fácil para quem busca realizar os seus sonhos. Sempre haverá dificuldades, obstáculos e pessoas que lhe farão desacreditar de você. No entanto, culpar-se não resolve o problema, bem como pode te levar a depressões distantes das montanhas.

Perdoe-se, dê colorido aos seus sonhos e se mantenha animado. Não se torne apenas um rabisco, pois, com o tempo, este se torna tão fraco que passamos a não enxergá-lo. Acredite em quem é e tenha coragem de arriscar, pois como bem disseram:

“O mundo está nas mãos daqueles que têm coragem de sonhar e de correr o risco de viver os seus sonhos.”