A LONGEVIDADE E A MUDANÇA CRUCIAL DE CONSUMO.

Eu como #sexagenária tenho visto muita coisa boa pra nossa nova geração. Tenho participado de muitos movimentos que acontecem em São Paulo, onde promovem uma convivência interessante e aprendemos muitas coisas novas e compartilhamos experiências. Estou me atualizando principalmente nas questões das inovações tecnologias. Quem quer vai ter uma agenda cheia… Vou falar um pouco sobre algumas delas, da qual tenho participado de muitos de seus eventos e adianto que são super interessantes e enriquecedores.

Assim como a infância foi inventada no século XVIII e a adolescência no pós-guerra, me parece que agora estamos pela primeira vez transformando a forma de #envelhecer. A #longevidade e as perspectivas de futuro para o que se intitula como “new old generation” foi um dos temas mais discutidos em todos os eventos de inovação e comportamento deste ano de 2019.

Os números são claros: até 2030 a população do planeta com mais de 60 anos será de aproximadamente 650 milhões de pessoas segundo dados da #Euromonitor. Pela primeira vez na história da humanidade, a pirâmide etária vai ganhar uma nova configuração, onde pessoas com mais idade passarão a ser a maioria, impactando diretamente os drivers de consumo.

Nos últimos anos começaram a surgir diversos conteúdos – seja por áudio, vídeo ou texto – sobre esses novos conceitos de #envelhecimento, para fazer com que entendamos as perspectivas e campos de inovação a fim de criarmos um mundo melhor e mais apto para #envelhecer.

Daí surgem iniciativas como a de aplicativos de relacionamento focados neste público, tecnologias adaptáveis à limitação visual e sonora ou a indústria dos cosméticos que vem decretando o fim do “#anti-aging” para a era do “beauty ageless”.

Sabemos que a expectativa de vida em 2016 aumentou subindo para 75,8 anos. Uma #novageração está sendo (re) inventada, já não são como os velhos de antigamente.

Além de buscar aumento em sua rede de convivência, se relacionarem mais, querem também continuar ativos no mercado. Eles continuam consumindo de forma cada vez mais ativa ¼ dos brasileiros com mais de #60anos já estão conectados, segundo dados do IBGE. Na Black Friday de 2018 os consumidores com mais de cinquenta e cinco anos compraram 1,4 vezes mais celulares que a faixa entre 18 e 54 anos juntas. Este ano aumentou.

Muitas coisas interessantes estão acontecendo e provocam que quer e precisa sair do sofá. Um #novovelho está aparecendo.

A #MaturiJobs é uma plataforma pioneira no Brasil, que reúne oportunidades de trabalho, desenvolvimento pessoal, capacitação profissional, empreendedorismo e networking, com o objetivo de conectar pessoas maduras e experientes em busca de atividade e ocupação entre si e com empresas. https://www.maturijobs.com/

O grupo de #Trabalho60mais, reúne diferentes competências e experiências para elaboração e execução de projetos com métodos colaborativos que fortaleçam a união, gerando prosperidade, acolhendo, desenvolvendo e apoiando o protagonismo sênior (promovem eventos em São Paulo). O grupo se reúne semanalmente no Núcleo Integrado de Saberes, na rua Capitão Cavalcanti, na Vila Mariana e outros locais da cidade.

Tem como propósito a prática da empatia e colaboração, proporcionando a inserção produtiva do sênior no mercado, por meio da auto-suficiência financeira, da qualidade física, mental e emocional. https://m.facebook.com/notes/trabalho-60/trabalho-60/2022688341388628/

O #Lab60 é um movimento para redefinir a #Longevidade. Querem ressignificar a forma como encaremos a #Longevidade hoje, despertar um olhar propositivo, colaborativo e positivo para o desafios que encontramos quando falamos da presença dos seniores na sociedade. Acreditam que a Longevidade é um ativo e temos muitas oportunidades para criar juntos:


Mudar os paradigmas de como as pessoas lidam com a longevidade em todos os momentos da vida.
Ressignificar a participação dos seniores na sociedade contemporânea. Conectar pessoas e organizações para potencializar resultados do trabalho intergeracional. https://www.lab60.me/

Surgiu as #avósdarazão, onde tiveram a ideia de fazer um programa em forma de bate papo, abordando esses temas”. O canal, que já está no YouTube há mais de um ano conta com mais de sete mil subscribers, nasceu assim, sem querer ser levado muito a sério, de forma despretensiosa, leve e bem-humorada.

Da esquerda para a direita: Helena, 91, Sônia, 81 e Gilda, 77 do canal Avós da Razão.

A Sônia diz que “o objetivo do programa é dar voz ao velho, fazer com que ele se aceite e seja aceito pelas pessoas, que ele tenha bom humor e que encare a velhice não como um peso, mas como uma libertação”. Gilda ainda acrescenta que “um dos objetivos é tirar as pessoas da zona de conforto, a gente quer que as pessoas queiram coisas, olhem pra frente com otimismo. Eu tenho amigas que com o passar dos anos seguiram os conselhos dos filhos e pararam de dirigir, aí começam a ficar dependentes dos outros e nós não achamos isso correto”. A Helena me fez uma colocação muito importante: “velho hoje é politicamente incorreto, o velho não escuta direito, você fala uma coisa e responde outra, é essa ideia que queremos acabar com o #Avós da Razão, velho não é bobo” e termina com bom humor “agora, quem é burro é burro a vida inteira”.

Sobre qual é o ponto positivo de envelhecer e a Sônia me fala que “você fica muito mais liberada para fazer o que quer, até para dizer o que quer, a sua vida fica muito mais descompromissada, se você tiver bom humor, logicamente”. Segundo a Gilda “o ponto positivo de envelhecer é envelhecer, porque a outra opção não dá né?! E a gente quer tá vivo”. Vale a pena conhecê-las. https://youtu.be/XGKrMc1yPe8

Temos outras pessoas despontando como “#influenciadoresdigitais” na #maturidade. Começaram de uma maneira informal, se expressarem de forma única e despojada e estão fazendo sucesso ja. São elas: #DomingoAçucarado – #it_avo – #patidamauad – #romacielestilo – #oterceiroato.

Sobre produtos e serviços…

O conceito de #ageism (não são a reprodução de um padrão social de beleza e estética vividos até agora) combate esse tipo de ideia. É claro que existem uma série de inovações voltadas ao público maduro com o objetivo de incluí-los cada vez mais na sociedade contemporânea tecnológica, mas existe uma linha tênue do que é inclusão e do que é opressão.

A indústria da “moda” vem buscando muitas alternativas para falar com esse público, como a inserção de roupas para quem tem artrite ou algum tipo de limitação motora, por exemplo. A “#startupPapa” conecta jovens a idosos que precisam de pessoas para ajudar em algumas tarefas domésticas, preparar refeições, acompanhá-los ao banco. Já “#Room2Care” criou uma rede de casas de cuidadores particulares.

O #envelhecimento da população e o aumento da expectativa de vida mudará toda a cadeia de consumo. Existirão “novas formas de habitação – mais coletivas e compartilhadas” -, outras maneiras de se “relacionar” – mais leve e sem tabus -, diferentes formas de existir – com condições sexuais diferentes –, onde o crivo de consumo passa a ser maior em prol do principal item de sua faixa etária: o tempo. Novos tempos… novos velhos…

Quer saber mais leia https://www.updateordie.com/2019/12/02/a-longevidade-e-a-mudanca-crucial-na-cadeia-de-consumo/

6 MANEIRAS DE SE RENOVAR APÓS OS 60 ANOS.

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É bem verdade que quanto estamos #envelhecendo surge a grande questão sobre: quem sou eu com #60+; como quero #envelhecer?; Onde quero estar daqui 5 anos? Dez? Quinze?; O que preciso melhorar pra ter uma #longevidade saudável e com muita #qualidadedevida? Quem são estes “#novos velhos”? Grandes questões surgem… o que não falta são dicas… desta eu gostei… por #VirginiaPinheiro… tem muito haver com quem sou e como penso. Leia:

Após #60anos, ansiamos por renovação, queremos ativar nossas forças vitais e enxergar o mundo com novos olhos. Planejamos grandes #mudanças em nossas vidas na intenção de renovar a vitalidade. Por exemplo: decidimos nos #aposentar, iniciar um novo trabalho, renovar a casa, começar um novo relacionamento afetivo, partir em uma viagem para encontrar novas aventuras… Entretanto, embora essas medidas possam dar uma sensação de novidade e #rejuvenescimento, os seus efeitos são temporários, pois quando nos acostumamos com a nova casa, quando já estivermos no novo trabalho por um certo tempo, quando conhecermos mais a fundo nosso novo parceiro, ou ainda, quando terminarem as férias, vamos constatar que na verdade, nada mudou – ainda vamos continuar nos sentindo estagnadas e sem inspiração.

Na realidade, as medidas acima não modificam nada em nós mesmas, só mudam as nossas circunstâncias externas. Saiba que, para ir mais fundo e transformar a vida de verdade, precisamos mudar primeiro a nossa mente.

Veja 6 maneiras por onde podemos começar a nossa transformação interior:

1- Examine o que você sente

Seus sentimentos são uma expressão dos seus pensamentos e crenças mais profundas, eles são um reflexo do que se passa na sua mente. Se você nutre sentimentos de raiva, inveja, culpa ou vergonha, saiba que é preciso encontrar uma maneira de externalizá-los para que você possa reconhecê-los e elaborá-los.

Cultivar esses tipos de sentimentos impede a produção de novos pensamentos e, consequentemente, bloqueia a busca por outras formas de agir.

2- Dê um basta e siga adiante 

Tornar-se consciente dos seus sentimentos é o caminho para levá-la a alguns elementos da sua vida pessoal que podem estar minando a sua energia, como por exemplo: talvez você esteja se agarrando a coisas que não fazem mais sentido para você ou, quem sabe, você se sente impotente para buscar novas formas de ação…

Chegou a hora de examinar seus relacionamentos, seu trabalho, seu ambiente, sua amizades e conscientemente deixar para trás tudo aquilo que suga sua energia desnecessariamente e que puxa seu espírito para baixo.

Dê-se um tempo para alcançar este objetivo; faça uma lista das prioridades e enfrente um problema por semana. Com o tempo você vai se surpreender com as mudanças e também vai constatar o surgimento de novas e boas energias somente pelo fato de ter se reencontrado.

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3- Mude seus hábitos mentais

Saiba que toda #mudança efetuada em sua vida, desde seus sentimentos, seus relacionamentos e suas suas circunstâncias, começam a se transformar primeiro em seus pensamentos. Todos sabemos que quando começamos a ter pensamentos positivos a negatividade tende a se esvair, assim, pratique o exercício de formular bons pensamentos para atrair boas vibrações para sua vida.

Entretanto, esse é um trabalho árduo. Pessoas ao seu redor podem fofocar, falar mal da vida alheia, você pode assistir ou ler sobre eventos terríveis nos jornais e nos noticiários ou, claro, você pode ter conflitos em sua vida. Essas e tantas outras situações podem desencadear padrões de pensamentos que fazem com que sua mente comece a andar em círculos trazendo paralisia, angústia e pessimismo para sua existência.

Ao conseguir remover pelo menos uma destas influências negativas, você vai perceber uma enorme mudança de energia. Por exemplo, comece com a resolução de nunca ouvir, ou fazer fofocas, em seguida, procure enxergar um problema sob vários ângulos, isso vai lhe dar maior possibilidade de compreendê-lo e de solucioná-lo… E assim por diante. Um belo dia você vai perceber com grande surpresa que você mudou completamente suas atividades mentais e se verá não sendo mais arrastada por pensamentos negativos.

4- Mudar a sua vibração por meio da gratidão

Existe um ditado que diz “quem não é capaz de gratidão não é capaz de nenhum outro bom sentimento”. Para avaliar o seu estado de #gratidão, escreva uma lista de 7 coisas às quais você é grata.

Se você encontrar dificuldade em elaborar essa lista, comece a pensar, por exemplo, na sua saúde, na natureza que a cerca, nos seus amigos, nos seus familiares, nas pessoas que lhe ajudaram em momentos difíceis, naquelas pessoas que compartilharam com você os bons momentos etc.

Ao meditar sobre isso você vai perceber como é grande a abundância em sua vida e vai sentir necessidade de expressar seus agradecimentos a todas elas. Expressar a gratidão só vai atrair vibrações positivas que impactam diretamente seus pensamentos e seus sentimentos.

5- Limpar o seu espaço e mudar seus hábitos

Nosso ambiente nos envia mensagens poderosas. Se você vive em meio a confusão e a desordem, saiba que sua mente vai assumir esses estados. Livre-se das coisas que são inúteis, ultrapassadas, quebradas… Organize sua casa, limpe seu espaço para criar uma sensação de pura amplitude dentro de você, um espaço interno pronto para fluir em novas energias e ideias.

Aplique essas mesmas medidas aos seus hábitos. Hábitos ruins sugam energia. Se você fuma, come demais, é sedentária, se isola do convívio social etc., saiba que você está presa em um círculo vicioso destrutivo. Você pode parar com esses comportamentos, enfrentar e seguir por uma direção diferente. Se você não consegue fazer isso sozinha, procure ajuda médica. O importante é conseguir mudar seus maus hábitos para desfrutar de uma existência mais vital.

6- Sua nova identidade

Saiba que na medida em que você executar as mudanças acima sugeridas, algumas de suas velhas crenças serão modificadas fazendo com que  você descubra alguns traços da sua personalidade que, por vários motivos, ficaram submersos anos a fio. Agora você vai conseguir explorar valores diferentes, assim como vai se sentir mais disponível para conhecer novas pessoas e novas experiências. A sua força vital será ativada ao mudarem suas crenças e valores, a sua vida se tornará mais rica e inspiradora, pois as alterações feitas excedem em muito àquelas alcançadas apenas por fazer uma viagem ou mudar de emprego. Desta vez, você fez mudanças reais, ou seja, de dentro para fora.

*Baseado no texto de Diane Dahli para o  site Sixty + Me

http://www.viva50.com.br/5-maneiras-de-se-renovar-apos-os-60-anos/

A GRAMA DO VIZINHO.

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Adoro esta crônica de #MarthaMedeiros, leiam:

Ao amadurecer, descobrimos que a grama do vizinho não é mais verde coisíssima nenhuma.

Estamos todos no mesmo barco.

Há no ar certo queixume sem razões muito claras.

Converso com mulheres que estão entre os 40 e #50anos, todas com profissão, marido, filhos, saúde, e ainda assim elas trazem dentro delas um não-sei-o-quê perturbador, algo que as incomoda, mesmo estando tudo bem.

De onde vem isso? Anos atrás, a cantora Marina Lima compôs com o seu irmão, o poeta Antonio Cícero, uma música que dizia:

“Eu espero/ acontecimentos/ só que quando anoitece/ é festa no outro apartamento”.

Passei minha adolescência com esta sensação: a de que algo muito animado estava acontecendo em algum lugar para o qual eu não tinha convite. É uma das características da juventude: considerar-se deslocado e impedido de ser feliz como os outros são, ou aparentam ser. Só que chega uma hora em que é preciso deixar de ficar tão ligada na #gramadovizinho.

As festas em outros apartamentos são fruto da nossa imaginação, que é infectada por falsos holofotes, falsos sorrisos e falsas notícias. Os notáveis alardeiam muito suas vitórias, mas falam pouco das suas angústias, revelam pouco suas aflições, não dão bandeira das suas fraquezas, então fica parecendo que todos estão comemorando grandes paixões e fortunas, quando na verdade a festa lá fora não está tão animada assim. Ao #amadurecer, descobrimos que a grama do vizinho não é mais verde coisíssima nenhuma. Estamos todos no mesmo barco, com motivos pra dançar pela sala e também motivos pra se refugiar no escuro, alternadamente.

Só que os motivos pra se refugiar no escuro raramente são divulgados.

Pra consumo externo, todos são belos, sexys, lúcidos, íntegros, ricos, sedutores.

“Nunca conheci quem tivesse levado porrada/ todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo”.

Fernando Pessoa também já se sentiu abafado pela perfeição alheia, e olha que na época em que ele escreveu estes versos não havia esta overdose de revistas que há hoje, vendendo um mundo de faz-de-conta. Nesta era de exaltação de celebridades – reais e inventadas – fica difícil mesmo achar que a vida da gente tem graça. Mas, tem. Paz interior, amigos leais, nossas músicas, livros, fantasias, desilusões e recomeços, tudo isso vale ser incluído na nossa biografia.

Ou será que é tão divertido passar dois dias na Ilha de Caras fotografando junto a todos os produtos dos patrocinadores? Compensa passar a vida comendo alface para ter o corpo que a profissão de modelo exige? Será tão gratificante ter um paparazzo na sua cola cada vez que você sai de casa? Estarão mesmo todos realizando um milhão de coisas interessantes enquanto só você está sentada no sofá pintando as unhas do pé? Favor não confundir uma vida sensacional com uma vida sensacionalista.

As melhores festas acontecem dentro do nosso próprio apartamento.

Fonte: https://www.agrandeartedeserfeliz.com/grama-do-vizinho-por-martha-medeiros/

O QUE A MEMÓRIA AMA, FICA ETERNO.

Quando penso nas memórias de minha vida… no que já aprendi, vivi e revivi… sei bem que fica tudo eternamente guardado dentro de nós, mas basta um gatilho pra fazer disparar todas as lembranças daquilo que nos marcou com significado dentro de nós. Adélia Prado descreve tudo isso neste artigo: leia…

Quando eu era pequena, não entendia o choro solto da minha mãe ao assistir a um filme, ouvir uma música ou ler um livro. O que eu não sabia é que minha mãe não chorava pelas coisas visíveis. Ela chorava pela eternidade que vivia dentro dela e que eu, na minha meninice, era incapaz de compreender.

O tempo passou e hoje me emociono diante das mesmas coisas, tocada por pequenos milagres do cotidiano.

É que a memória é contrária ao tempo. Enquanto o tempo leva a vida embora como vento, a memória traz de volta o que realmente importa, eternizando momentos. Crianças têm o tempo a seu favor e a memória ainda é muito recente. Para elas, um filme é só um filme; uma melodia, só uma melodia. Ignoram o quanto a infância é impregnada de eternidade.

Diante do tempo, envelhecemos, nossos filhos crescem, muita gente parte. Porém, para a memória, ainda somos jovens, atletas, amantes insaciáveis. Nossos filhos são crianças, nossos amigos estão perto, nossos pais ainda vivem.

Quanto mais vivemos, mais eternidades criamos dentro da gente. Quando nos damos conta, nossos baús secretos – porque a memória é dada a segredos – estão recheados daquilo que amamos, do que deixou saudade, do que doeu além da conta, do que permaneceu além do tempo.

A capacidade de se emocionar vem daí, quando nossos compartimentos são escancarados de alguma maneira. Um dia você liga o rádio do carro e toca uma música qualquer, ninguém nota, mas aquela música já fez parte de você – foi o fundo musical de um amor, ou a trilha sonora de uma fossa – e mesmo que tenham se passado anos, sua memória afetiva não obedece a calendários, não caminha com as estações; alguma parte de você volta no tempo e lembra aquela pessoa, aquele momento, aquela época…

Amigos verdadeiros têm a capacidade de se eternizar dentro da gente. É comum ver amigos da juventude se reencontrando depois de anos – já adultos ou até idosos – e voltando a se comportar como adolescentes bobos e imaturos. Encontros de turma são especiais por isso, resgatam as pessoas que fomos, garotos cheios de alegria, engraçadinhos, capazes de atitudes infantis e debilóides, como éramos há 20 ou 30 anos. Descobrimos que o tempo não passa para a memória. Ela eterniza amigos, brincadeiras, apelidos… mesmo que por fora restem cabelos brancos, artroses e rugas.

A memória não permite que sejamos adultos perto de nossos pais. Nem eles percebem que crescemos. Seremos sempre “as crianças”, não importa se já temos 30, 40 ou 50 anos. Pra eles, a lembrança da casa cheia, das brigas entre irmãos, das estórias contadas ao cair da noite… ainda são muito recentes, pois a memória amou, e aquilo se eternizou.

Por isso é tão difícil despedir-se de um amor ou alguém especial que por algum motivo deixou de fazer parte de nossas vidas. Dizem que o tempo cura tudo, mas não é simples assim. Ele acalma os sentidos, apara as arestas, coloca um band-aid na dor. Mas aquilo que amamos tem vocação para emergir das profundezas, romper os cadeados e assombrar de vez em quando. Somos a soma de nossos afetos, e aquilo que amamos pode ser facilmente reativado por novos gatilhos: somos traídos pelo enredo de um filme, uma música antiga, um lugar especial.

Do mesmo modo, somos memórias vivas na vida de nossos filhos, cônjuges, ex-amores, amigos, irmãos. E mesmo que o tempo nos leve daqui, seremos eternamente lembrados por aqueles que um dia nos amaram.

COMO E (PORQUE) MESCLAR GERAÇÕES NA EMPRESA.

Tenho pensado muito ultimamente sobre as diferentes gerações que podem e devem aprender e crescer muito juntas no mundo corporativo e na vida. Nossa experiência é tão valiosa… juntando com o conhecimento tecnológico do jovem. Temos muito a ganhar. Neste artigo podemos enxergar bem isso: inteligência emocional x inteligência digital Leiam:

Segundo o consultor estratégico do Airbnb, Chip Conley, a inteligência digital dos millennials ganha quando em contato com a inteligência emocional dos mais velhos — e vice-versa.

“Pela primeira vez na história, cinco gerações convivem no lugar de trabalho. Isso é uma enorme oportunidade. E uma dificuldade,” diz Chip Conley, fundador da Modern Elder Academy, uma escola para preparar adultos para a “velhice moderna”. Palestrante no evento promovido hoje (11/09) por Época NEGÓCIOS, com apoio do Google Campus, em preparação para o Festival de Inovação e Cultura Empreendedora, Chip conhece bem o potencial e os desafios da parceria geracional.

Ele era um “idoso” de 52 anos em 2013, quando foi trabalhar em uma startup que começava a crescer: o Airbnb. “Eu tinha o dobro da idade de qualquer outro no escritório e me sentia um idiota, porque não tinha a menor ideia do que estavam falando. Pensei em ir embora”, diz. “Aos poucos, fui promovendo uma troca: os jovens têm inteligência digital e eu, mais velho, tenho inteligência emocional”. Conley se tornou guru do jovem fundador da empresa, Brian Chesky e, desde então, o valor da startup saltou de US$ 10 bilhões para mais de US$ 30 bilhões. “Brian me disse: eu o contratei pelo seu conhecimento, mas o que você nos traz é sabedoria”, diz. 

A troca entre inteligência digital e emocional é benéfica para as gerações e para a inovação. “Empresas com diversidade de pensamento são mais produtivas. As companhias estão acostumadas a promover variedade de gênero, mas o maior impacto vem da diversidade etária”, diz. “O cérebro encolhe, com a idade, de tal maneira que os hemisférios esquerdo e direito se tornam mais próximos. A pessoa consegue transitar mais facilmente entre a fantasia e a análise”. Chip propõe algumas formas de cultivar a inclusão geracional:

Faça feiras de conhecimentos

Promova encontros informais, de fim de tarde, para os funcionários dizerem o que sabem e o que gostariam de saber. Mutuamente interessados, poderão promover uma troca. “Não chame de mentoria, porque o termo assusta, mas é essa a ideia”, diz Chip.

Mapeie e estimule os sábios

Funcionários experientes que não sobem na carreira executiva frequentemente se consideram (e são considerados) pouco úteis. “Eles são estratégicos. É possível identificá-los e montar um mapa de calor na empresa, para saber como e quando aproveitar seu potencial”, diz Chip. “75% dos millennials afirmam que gostariam de contar com um mentor, mas apenas 2% têm um”, diz Chip. “Essa minoria é justamente a que não fica pulando de uma startup para outra. Orientação é uma ótima forma de reter talentos”.

Estimule a identidade

É curioso pensar em homens brancos de 50 anos como minoria, mas, conforme isso se torna realidade no ambiente de trabalho, sua organização em grupo pode ser estimulada. “Funcionários mais velhos formam um grupo de interesses comuns, podem se organizar para trocar experiências e propor ideias”.  

Saiba reconhecer a sabedoria

Para cultivar os sábios, é importante saber o que é sabedoria no ambiente corporativo. Para Chip, ela não é meramente o conhecimento acumulado. “Conhecimento acumulado é o que eu encontro numa busca no Google. Isso não é tão importante”, afirma Chip. “Sabedoria é a capacidade de destilar a vivência em poucos e bons aprendizados”.

https://www.ted.com/talks/chip_conley_measuring_what_makes_life_worthwhile/up-next?language=pt#t-30813

Fonte: Marcelo Moura, Época

PRECE DA EXPERIÊNCIA!

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Ri muito dessa oração. Salve Nossa Senhora da Terceira Idade! Genial e bem-humorada. Leiam:
Ó Senhor, tu sabes melhor do que eu que estou envelhecendo a cada dia. Sendo assim, Senhor, livra-me da tolice de achar que devo dizer algo, em toda e qualquer ocasião.
Livra-me, também, Senhor, deste desejo enorme que tenho de querer pôr em ordem a vida dos outros.
Ensina-me a pensar nos outros e ajudá-los, sem jamais me impor sobre eles, mesmo considerando, com modéstia, toda a sabedoria que acumulei e que penso ser uma lástima não passar adiante.
Tu sabes, Senhor, que desejo preservar alguns amigos e uma boa relação com os filhos, e que só se preservam os amigos e os filhos quando não há intromissão na vida deles…
Livra-me, também, Senhor, da tolice de querer contar tudo com os mínimos detalhes e minúcias, mas dá-me asas para voar diretamente ao ponto que interessa.
Não me permita falar mal de alguém e ensina-me a fazer silêncio sobre minhas dores e doenças. Ambos estão aumentando e, com isso, a vontade de descrevê-los vai crescendo a cada dia que passa.
Não ouso pedir o dom de ouvir com alegria a descrição das doenças alheias; seria pedir demais. Mas, ensina-me, Senhor, a suportar ouvi-las com alguma paciência.
Ensina-me a maravilhosa sabedoria de saber que posso estar errado em algumas ocasiões. Já descobri que pessoas que acertam sempre são maçantes e desagradáveis.

perdoar 1
Mas, sobretudo, Senhor, nesta prece de envelhecimento, peço:
Mantenha-me o mais amável possível.
Livrai-me de ser santo. É difícil conviver com santos! Mas um velho ou velha rabugentos, Senhor, é obra prima do capeta! Me poupe para que eu seja tolerado!
Amém!
Fonte: Autor Desconhecido.

A INCRÍVEL ARTE DE COZINHAR MAL… MESMO QUE VOCÊ TENTA ACERTAR!

cozinhar ogo

Outro dia li uma crônica de Ruth Manus no Estadão que me fez rir muito e ver que não estou sozinha… leiam:

Falam muito sobre cozinhar bem. Há milhares livros, programas de televisão, canais de youtube, sites, aplicativos. Ao redor do mundo, cozinheiros e chefs são observados, imitados e idolatrados por sua capacidade ou dom de cozinhar bem. Acho ótimo- e minha barriga também agradece aos seus talentos. Mas ninguém fala sobre a incrível arte de cozinhar mal.

Acho que no mundo existem quatro tipos de pessoas: as que gostam de cozinhar e cozinham bem, as que não gostam de cozinhar e simplesmente não cozinham, as que não gostam de cozinhar, mas precisam, e cozinham qualquer gororoba só pra sobreviver e, por fim, as que gostam de cozinhar e cozinham verdadeiramente mal, não se sabe bem o porquê.

É curioso. Juntar ingredientes deliciosos como cebola refogada, vinho branco, arroz carnarolli, queijo parmesão e presunto de parma e ficar uma delícia é fácil. Difícil é juntar cebola refogada, vinho branco, arroz carnaroli, queijo parmesão e presunto de parma e conseguir que fique uma merda. Ou seja, a arte de cozinhar mal às vezes pode ser muito mais complexa do que a arte de cozinhar bem- e sobre isso ninguém fala. É preciso ser quase um mago para conseguir alcançar certas proezas.

Morango, leite condensado, manteiga, chocolate em pó: conseguimos estragar? Conseguimos. Maionese, atum em lata e cebolinha: conseguimos errar? Conseguimos. Spaghetti, manjericão, azeite e sal. Também. Bolo de caneca. Também. Cuscuz marroquino. Também. Salada com tomate cereja e mozzarella. Também. É um talento raro, uma vocação ímpar, muito mais improvável do que a capacidade de preparar maravilhas com serenidade.

Fingimos que está tudo bem. Fingimos não criar expectativas de dar certo. Mas a realidade é que a gente sempre tenta acertar: segue receita, compra bons ingredientes, prepara com cuidado. Impossível dar errado. Mas dá. Não sabemos explicar, deve ser alguma influência do cosmo ou a posição de Júpiter no momento do nosso nascimento. Não há outra explicação para o fenômeno.

cozino mal

Não dá para negar uma certa tristezinha que nos invade a cada vez que a certeza se confirma: ficou uma porcaria. A gente já sabia que seria assim. Sempre sabemos. Mas “vai que”. Vai que é dessa vez. Vai que é hoje. Vai que dá certo. Mas não, voltamos para nossa posição e fama tradicionais: damos risada, dizemos que não sabemos o que houve, avisamos o pessoal que não é preciso comer. Os amigos tentam ser simpáticos, dizem que não está assim tão mau. Está.

Aguardamos o dia em que lancem o Master Chef Erro Atrás de Erro. No qual pessoas como nós poderão mostrar ao mundo como é possível pegar chocolate ao leite de boa qualidade, tentar derreter e transformá-lo em pequenos pedregulhos de açúcar marrom com cheiro de fumaça. Como seguir uma receita de bolo à risca e, ao abrir o forno, encontrar uma gigantesca sola de havaiana. Como grudar omelete em frigideira de tefal com meio litro de azeite. Como errar no chá. Acho bizarro que os canais de televisão nunca tenham pensado em investir nesse mistério. É arte, é dom, é um talento nato para transformar deliciosas iguarias em terríveis pesadelos.

Fonte: https://emais.estadao.com.br/blogs/ruth-manus/a-incrivel-arte-de-cozinhar-muito-mal

TUDO QUE SINTO.

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Já tive tanto medo de magoar as pessoas que me afoguei nos meus próprios sentimentos. Já fiz de tudo na expectativa de agradar ou outros que acabei por me esquecer, deixando as minhas próprias vontades em último plano. Já fiquei em situações que me sufocavam por receio de não ferir ninguém… No fim, tudo só serviu para me tornar alguém que eu não sou. Engolir sapos a vida todas nos faz acreditar que não somos suficientes, que precisamos fazer o máximo para sermos notados, bons para os outros. Mas eu te pergunto: Vale a pena se destruir para manter os outros inteiros? Você também é importante! Se olhe no espelho e veja, chega de segurar o mundo inteiro nas costas enquanto o seu cai no chão. Não é errado se colocar em primeiro lugar, errado é abrir mão de si por pessoas que nem sequer reconhecem o teu valor. Saiba selecionar quem merece o teu melhor e quem na verdade, nunca mereceu.

EU VIVO MESMO É DE CLARIDADE.

CAIO

Ando tropeçando em absurdos. Em desassossegos também. Tem gente que tirou o mês pra me chatear, me colocar pra baixo, me jogar em cima um amontoado de energias ruins. Tem gente que tem esse dom. De não ser feliz e querer enferrujar o sorriso alheio.

Aí eu lembro daquela música do Forfun: “Faço de mim casa de sentimentos bons, onde a má fé não faz morada e a maldade não se cria.” Me cerco de boas intenções, me reservo pros poucos e melhores amigos. Me encho de luz lendo Adélia e Manoel. Me permito o riso.

Porque, na verdade, o que eu levo aqui dentro é maior que tudo. É maior porque é do bem e vem fresquinho. Eu vivo mesmo é de claridades e não vai ser qualquer gentinha à toa que vai enfraquecer minha fé na vida e minha vontade de sorrir pro mundo.

Pra você que não aprendeu a ser feliz e que não tem olhos pra esticar horizontes, eu canto o meu refrão: ‘Sendo aquele que sempre traz amor, sendo aquele que sempre traz sorrisos. E permanecendo tranquilo aonde for. Paciente, confiante, intuitivo.’

Yeah, Baby, Yeah!

Fonte: Caio Fernando de Abreu

 

12 ATITUDES FUNDAMENTAIS PARA UMA VIDA MAIS LEVE.

“É fácil ser pesado. Difícil é ser leve”. Gretchen Rubin

Stephanie Gomes nos diz que é difícil viver com leveza porque, por incrível que pareça, nos sentimos mais fortes e seguros quando temos com o que nos preocupar, questões a solucionar e problemas que precisam de nós para serem resolvidos. Por causa de hábitos e escolhas que se tornaram comuns em nosso cotidiano, não estamos acostumados a nos sentir bem por muito tempo. Não nos parece normal.

Uma vida leve é uma vida com menos stress e mais momentos alegres, menos preocupações e mais otimismo, menos pressa e mais dedicação, menos vergonha e mais bom humor, menos cansaço e mais vontade de viver. Quando falamos em “viver com leveza” estamos falando sobre saber viver.

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Ter uma vida mais leve é questão de escolha. Com algumas pequenas atitudes e mudanças de pensamento, é possível transformar aquilo que serve apenas para fazer peso na nossa vida em fonte de alegria e satisfação. Existem algumas escolhas que você pode fazer agora mesmo para começar a viver com mais leveza, otimismo, tranquilidade e bom humor:

1) Tenha menos coisas: Palavras de Buda: “quanto mais coisas você tem, mais terá com o que se preocupar”. E acrescento: quanto mais você tem, menos satisfeito está, porque sempre vai querer mais. Preocupação e insatisfação são sentimentos opostos a uma vida leve. Quanto menos você se preocupar em manter uma quantidade alta de bens e menos pensamentos sobre possuir coisas ocuparem sua mente, mais espaço se abre na sua vida para viver com serenidade, ser feliz e afastar-se de sentimentos como falta, angústia e ansiedade.

2) Não leve a vida tão a sério: Você não precisa estar sempre certo. Não é obrigado a ter certeza de que está no caminho mais seguro e correto. Não há necessidade de definir agora todas as direções que seguirá até o fim de sua vida. Não tem que saber se o que está fazendo agora te trará grandes resultados ou recompensas. Você pode apenas viver! O mundo não vai parar se você de vez em quando fizer uma pausa nos deveres para se divertir, curtir o momento, esquecer as partes chatas do dia a dia e não responder e-mails nem atender o celular. Há pessoas que acreditam que as coisas só funcionam à base da neurose, perfeccionismo e seriedade, mas estas características são totalmente dispensáveis e apenas dificultam o processo, seja em relação a trabalho, relacionamentos, família, estudos e todas as outras áreas da vida.

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3) Não faça tanta coisa: Se você tem obrigações demais e pouco ou nenhum tempo para aquilo que faz apenas por prazer, a vida se torna pesada, maçante e sem sentido. O quanto de tempo você investe no que realmente faz você se sentir bem? Se a resposta for “muito pouco” ou “nenhum”, é hora de dar o pontapé inicial para uma mudança na sua rotina.

4) Vá com calma: Pare de correr tanto e de fazer tudo com pressa. Diminua um pouco o seu ritmo e dispense a ansiedade, sentimento que é um vício extremamente prejudicial à sua felicidade e também à sua saúde. Talvez você nem perceba, mas já se tornou um hábito fazer com extrema rapidez todas as atividades do cotidiano (até as mais simples). Repare se você anda na rua, lê, come, trabalha e atende o telefone em ritmo tenso e acelerado sem perceber. Se quer uma vida mais leve, comece a mudar este costume.

5) Fique o máximo que puder ao lado de quem te faz rir: No filme Amor sem Escalas há uma frase que gosto muito: “Nas suas melhores lembranças, nos momentos mais importantes da sua vida, você estava sozinho? A vida é melhor com companhia”. Estar com alguém que te faz rir com vontade é um dos (grandes) prazeres da vida. Rir faz bem, deixa a vida mais leve, traz disposição e acaba com o stress. Procure ficar ao lado de pessoas engraçadas e espontâneas e traga mais boas sensações e leveza para a sua vida.

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6) Pense menos: Alguma vez você já se sentiu cansado de pensar? Acontece quando faz uma atividade automaticamente e seus pensamentos estão longe, se você cultiva a mania de sempre esperar pelo pior em qualquer situação, quando guarda mágoas, ao ficar imaginando diálogos ou situações etc. Em todos os casos, você está desgastando sua mente e isso faz com que se sinta pesado e sobrecarregado, desnecessariamente. Comece já a administrar seus pensamentos e pare de usar sua mente para carregar pensamentos incômodos e dispensáveis. Condicione-a a funcionar a seu favor, com pensamentos positivos que farão você se sentir bem e atrair coisas boas. Se não conseguir pensar em nada bom, então não pense. Medite, concentre-se em alguma atividade ou durma. Fuja do hábito de usar seus pensamentos para depositar coisas ruins dentro de você.

7) Pare de lamentar a agradeça: Eu sei que tem várias coisas na sua vida que não estão como você gostaria. Na minha também. E na de todo mundo! Mas, enquanto algumas pessoas optam por agradecer por aquilo que está bom, outras passam os dias se lamentando, sem conseguir enxergar que têm muitos bons motivos para serem gratas. Os integrantes do primeiro grupo escolheram viver uma vida mais leve e sabem que a gratidão as leva para este caminho. Já as reclamações e lamentos constantes de quem se identifica com o segundo grupo encaminham diretamente para a infelicidade de crer que sua vida é um peso a ser carregado. Questão de opção.

8) Use o bom humor para lidar com suas falhas: Falou alguma besteira? Acontece com todo mundo, ria de você mesmo! Pagou um mico em público? Veja pelo lado engraçado e ria sozinho ou junto de quem estiver com você! Permita-se falhar e não faça disso um grande problema. Bom humor é uma das mais importantes virtudes para uma vida leve.

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9) Pare de transformar situações em problemas: Às vezes o que você chama de problema é apenas uma situação qualquer que está sendo vista pelo lado negativo, e que você poderia muito bem deixar para lá ou permitir que ela passe sem causar prejuízo nenhum. São acontecimentos, não problemas. O problema é como você reage a elas, portanto, está nas suas mãos decidir se ele existe ou não. Reflita sobre as últimas situações que fizeram você se sentir mal e faça isso também das próximas vezes em que perceber um aborrecimento chegando. Provavelmente vai perceber que boa parte do que aconteceu poderia ter sido ignorado ou não precisava que você desse tanta atenção. Com as novas situações, ao pensar antes de reagir, vai conseguir evitar que você mesmo complique algo que não precisa ser complicado.

10) Contamine-se com coisas boas: Procure por boas notícias na internet, televisão e outros meios de comunicação. Veja filmes e leia livros que falem de histórias ou assuntos positivos, ouça músicas animadas, vá a lugares onde há coisas bonitas para se ver. Encha sua vida de coisas que façam você se sentir positivamente inspirado.

11) Adicione leveza à sua vida: Ande descalço, respire fundo, use roupas confortáveis, ria alto, coma sobremesa, balance na rede, corra ao ar livre, aprecie o silêncio, conecte-se com a natureza, brinque, cante, dance, viaje para longe, faça uma pausa, se espreguice, abrace quem você ama, emocione-se, sinta-se livre, deixe seu coração falar mais alto que a razão, faça o que tem vontade, ame sua vida! São coisas como estas que fazem com que sejamos mais abertos aos bons sentimentos e sensações que a vida pode nos proporcionar.

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12) Seja gentil, educado e generoso: Quando age positivamente em relação às outras pessoas, sua atitude gera energia positiva tanto para elas como para você, e faz com que se sinta bem com si mesmo, ao contrário do que acontece quando trata alguém com grosseria ou rispidez. Lembre-se: a leveza vem de dentro para fora, portanto, doe aos outros aquilo que você tem de melhor para despertar as coisas boas que existem dentro de você.

Fonte: http://desassossegada.com.br/2014/04/28/12-atitudes-fundamentais-para-uma-vida-mais-leve/