GLORIA KALIL, DÁ A RECEITA PARA QUEM QUER… “SER CHIQUE – SEMPRE”!

Constanza Pascolato

“Para ser chique é preciso muito mais que um guarda-roupa ou closet recheado de grifes famosas e importadas. Muito mais que um belo carro Italiano”. Glória Kalil.

Sempre apreciei muito o que Glória Kalilautora do livro – Chic Profissional – fala não do que é chique na moda, mas do que torna uma pessoa chique, sempre. Não é a roupa nem os adereços, e sim o comportamento, diz ela. “Chique mesmo é parar na faixa e dar passagem ao pedestre e evitar se deixar levar pela mania nacional de jogar lixo na rua. Chique mesmo é dar bom dia ao porteiro do seu prédio e às pessoas que estão no elevador” – afirma ela, mostrando que seu conceito de “ser chique” está diretamente relacionado a “ser educado” e levar sempre os outros em consideração. Leia:

Nunca o termo “chique” foi tão usado para qualificar pessoas como nos dias de hoje.

A verdade é que ninguém é chique por decreto. E algumas boas coisas da vida, infelizmente, não estão à venda. Elegância é uma delas.

Assim, para ser chique é preciso muito mais que um guarda-roupa ou closet recheado de grifes famosas e importadas. Muito mais que um belo carro Italiano.

O que faz uma pessoa chique, não é o que essa pessoa tem, mas a forma como ela se comporta perante a vida.

Chique mesmo é quem fala baixo. Quem não procura chamar atenção com suas risadas muito altas, nem por seus imensos decotes e nem precisa contar vantagens, mesmo quando estas são verdadeiras.

Chique é atrair, mesmo sem querer, todos os olhares, porque se tem brilho próprio.

Chique mesmo é ser discreto, não fazer perguntas ou insinuações inoportunas, nem procurar saber o que não é da sua conta.

Constanza Pascolato 1

Chique mesmo é parar na faixa e dar passagem ao pedestre e evitar se deixar levar pela mania nacional de jogar lixo na rua.

Chique mesmo é dar bom dia ao porteiro do seu prédio e às pessoas que estão no elevador. É lembrar do aniversário dos amigos.

Chique mesmo é não se exceder jamais! Nem na bebida, nem na comida, nem na maneira de se vestir.

Chique mesmo é olhar nos olhos do seu interlocutor. É “desligar o radar” quando estiverem sentados à mesa do restaurante, e prestar verdadeira atenção a sua companhia.

Chique mesmo é honrar a sua palavra, ser grato a quem o ajuda, correto com quem você se relaciona e honesto nos seus negócios.

Chique mesmo é não fazer a menor questão de aparecer, ainda que você seja o homenageado da noite!

Mas para ser chique, chique mesmo, você tem, antes de tudo, de se lembrar sempre de o quão breve é a vida e de que, ao final e ao cabo, vamos todos retornar ao mesmo lugar, na mesma forma de energia.

Portanto, não gaste sua energia com o que não tem valor, não desperdice as pessoas interessantes com quem se encontrar e não aceite, em hipótese alguma, fazer qualquer coisa que não te faça bem.

Porque, no final das contas, chique mesmo é ser feliz.

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ERÓTICA É A ALMA!

“Envelhecer não é para qualquer um, envelhecer é para quem merece…” Aécio Barrêto Maciel.

Adélia Prado certa vez escreveu: “Erótica é a alma”. Além de poética, a frase é redentora, pois alivia o peso da sensualidade a qualquer custo, a busca desenfreada pela juventude perdida, a corrida pelos últimos lançamentos da indústria cosmética. E nos autoriza a cuidar mais da alma, a viajar pro interior, a descobrir o que nos completa. Pois se os olhos são as janelas da alma, de que adianta levantar pálpebras se descortinam um olho de súplica? Leiam a crônica:

Erótica é a alma que se diverte, que se perdoa, que ri de si mesma e faz as pazes com sua história. Que usa a espontaneidade para ser sensual, que se despe de preconceitos, intolerâncias, desafetos. Erótica é a alma que aceita a passagem do tempo com leveza e conserva o bom humor apesar dos vincos em torno dos olhos e o código de barras acima dos lábios; erótica é a alma que não esconde seus defeitos, que não se culpa pela passagem do tempo. Erótica é a alma que aceita as suas dores, atravessa seu deserto e ama sem pudores.

Por que não adianta sex shop sem sex appeal; bisturi por fora sem plástica por dentro; lifting, botox, laser e preenchimento facial sem cuidado com aquilo que pensa, processa e fala; retoque de raiz sem reforma de pensamento; striptease sem ousadia ou espontaneidade.

Querendo ou não, iremos todos envelhecer. As pernas irão pesar, a coluna doer, o colesterol aumentar. A imagem no espelho irá se alterar gradativamente e perderemos estatura, lábios e cabelos. A boa notícia é que a alma pode permanecer com o humor dos dez, o viço dos vinte e o erotismo dos trinta anos.

O segredo não é reformar por fora. É, acima de tudo, renovar a mobília interior: tirar o pó, dar brilho, trocar o estofado, abrir as janelas, arejar o ambiente. Porque o tempo, invariavelmente, irá corroer o exterior. E, quando ocorrer, o alicerce precisa estar forte para suportar.

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Não tem problema cuidar do corpo. É primordial ter saúde e faz bem dar um agrado à autoestima. O perigo é ficar refém do espelho, obcecado pelo bisturi, viciado em esticar, reduzir, acrescentar, modelar – até plástica intima andam fazendo!

Aprenda: bisturi nenhum vai dar conta do buraco de uma alma negligenciada anos a fio.

Cuide do interior. Erotize a alma. Enriqueça seu tempo com uma nova receita culinária, boas conversas, um curso de canto ou dança. Leia, medite, cultive um jardim. Sinta o sol no rosto e por um instante não se preocupe com o envelhecimento cutâneo. Alongue-se, experimente o prazer que seu corpo ainda pode lhe proporcionar. Não se ressinta das novas dores, da pouca agilidade, dos novos vincos. Descubra enfim que a alegria pode rejuvenescer mais que o botox.

E não se esqueça: em vez de se concentrar no lustre da maçã, trate de aproveitar o sabor que ela ainda é capaz de proporcionar….

Fonte: http://www.asomadetodosafetos.com/2013/09/erotica-e-alma.html

ENVELHECER… NO OLHAR DE DÉA JANUZZI.

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” Envelhecer ainda é a unica maneira que se descobriu de viver muito.” Charles Saint- Beuve

Envelhecer fica melhor no olhar de Déa Januzzi, leiam:

Cada um envelhece como viveu, pois o passar do tempo exacerba – ou ameniza – o caráter, os preconceitos, a indiferença, a falta de compromisso com o outro, a disputa, a mágoa, a depressão, a frustração e a impaciência. Ou sintoniza a vida com outros valores mais nobres.

É preciso dizer que a velhice abala, assusta, traz insegurança, principalmente para as mulheres que ficam invisíveis depois dos 60 anos. Há empregos e trabalho para homens de 60, 70 e até 80, mas não há vagas para mulheres que deixaram de procriar, de despertar desejos. A maioria das mulheres envelhece mais dolorosamente, sente vergonha até de confessar a idade. As mulheres ficam mais vulneráveis, principalmente se estão sozinhas no entardecer da vida.

O descaso e a impaciência aumentam. Ou suavizam de vez. Enquanto chegam os desconfortos físicos e novas dores, que são perdas necessárias, o mal-estar surge quando os amigos vão morrendo. Em um texto de Carlos Saul Duque, no dia em que o maestro Nico Nicolaiewsky morreu de leucemia aos 56 anos, ele diz: “Ficar velho não é achar mais um fio branco de cabelo. Nem notar que aquela ruga de expressão aumentou consideravelmente. Ficar velho não é sentir mais dores do que antes. Ter que fazer mais exercício do que antes. Ficar velho, mesmo, é ver aos poucos o seu mundo ser despovoado de amigos. Dos seus tios queridos. De parceiros. De pessoas que você admira. De gente cujas ideias influenciam você. De talentosos. De visionários. De autores da sua época. De personagens da sua aldeia. De gente como o Nico, um cara que tinha vários dons. O dom de ser gago e cantar muito bem. De fazer rir com inteligência. De achar a verdadeira alma das canções”.

“Assim como o escultor enxerga a estátua dentro da pedra, Nico via, geralmente mais do que o próprio autor da obra, a grande canção escondida dentro da vulgaridade de um arranjo. Nico construiu uma nação que ninguém sabe onde é, mas todos gostariam de conhecer. E um repertório único. Tão único quanto o talento dele. Não deixa de ser poético o grande temporal que caiu no dia em que Porto Alegre sepultou o maestro do Tangos e Tragédias. E eu, que adoro chuva, me sinto velho. Mil anos mais velho nesse dia do funeral de Nico Nicolaiewsky.”

Jogue Fora

Há sete anos, o funeral de minha mãe ocorreu também no meio de um vendaval. A chuva não parou um segundo. Foi nesse dia que percebi todos os meus naufrágios, já sem pai, sem mãe, sem um dos meus irmãos e sem alguns amigos imprescindíveis, como o escritor e jornalista Roberto Drummond, o médico e prefeito Célio de Castro, os ex-editores Amantino Horta Maciel e Wagner Seixas, o pedagogo Antonio Carlos Gomes da Costa, a jornalista e amiga/irmã Edméia Passos – e outros que me mostraram o desemparo da morte.

Envelhecer é muito duro no Brasil, um País injusto, que não dá atenção nem às suas crianças e jovens. Ainda mais aos velhos. Uma Pátria que não deveria selecionar os seus filhos, mas escolhe a dedo. O discurso de hoje é o do envelhecimento ativo. Para quem? Para uma parcela mínima da sociedade que pode pagar por todas as comodidades exigidas nessa fase da vida. E mesmo assim sem garantias de que terá um envelhecimento digno. O restante dos velhos precisa apelar para postos de saúde, que nunca têm os remédios disponíveis, cujas cirurgias podem levar até um ano para acontecer. Como denunciou um senhor de 70 anos que entrou na fila do Sistema Único de Saúde (SUS) para fazer uma cirurgia de catarata. E está esperando até hoje.

Todos querem viver muito, com qualidade de vida, mas se esquecem do tempo que ainda resta de vida. O taxímetro está ligado e embora ainda haja desejos e sonhos, partes preciosas da vida se foram para sempre. O sinal vermelho do abandono começa a piscar perigosamente.

Minha mãe não se cansava de repetir que estava vivendo de lucro, porque suas amigas já tinham partido antes dela. Aos 91 perdeu o único filho homem. Aí a velhice tomou conta de tudo. Ela abandonou o barco da vida, o que não havia acontecido até então, mesmo com a artrose a lhe corroer os joelhos, mesmo negando a necessidade de usar bengala. Seis meses depois da morte do único filho homem, ela foi embora também, afundou na dor.

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Renée, a única amiga de minha mãe que sobreviveu às inúmeras perdas, tem hoje 101 anos, mas também não acha mais graça na vida. Entregou as idas e vindas ao banco e o salário de todo mês para uma das filhas administrar. Só que a filha mora bem longe dela e nem sempre pode ver o que ela precisa. Não sabe, por exemplo, que ontem Renée estava com muita dor no ombro direito. Mas como todas as mulheres de sua geração, a reclamação era quase um pedido de desculpas. Baixinho, ela disse que a dor estava passando para debaixo do braço, que os filhos a tinham abandonado, que ninguém mais queria ir na casa dela.

Saí de lá achando que a longevidade tem um preço muito alto, principalmente para quem como Renée continua lúcida, sem bengalas nem doenças crônicas, mas que já não tem autonomia para decidir sobre a própria vida. Ela sabe de tudo o que está acontecendo à sua volta. Vive com uma das netas que também reclama de dores, por ter vivido tudo em excesso. Renée já perdeu pais, marido, três filhos, e continua de pé, mas a cada dia mais solitária em sua velhice, apesar de ter se planejado financeiramente para essa etapa da vida. Ela não pode mais ir ao banco, mas o que mais a inquieta não é o dinheiro, mas as amigas que se foram muito antes dela. O mundo de Renée ficou pequeno, do tamanho do apartamento de três quartos, despovoado, engessado num tempo sem fim, frio, apesar do sol que insiste em penetrar pela janela.

Adoro esta maneira de enxergar meu envelhecer.

Xiii… EU ENVELHECI!

“Viver é envelhecer, nada mais”. Simone de Beauvoir.

Quando li esta crônica me identifiquei completamente. Libertei-me! Sim… penso que envelheci e “eu sou agora, provavelmente pela primeira vez na vida, a pessoa que sempre quis ser”. Não mudaria simplesmente nada! Construiria a mesma história pra mim. E você? Mudaria alguma coisa?

De tudo que acontece em nossa vida, muitas vezes custamos a entender e aceitar alguns fatos… mas quando você vê mais à frente… é capaz de compreender tudo. Nada é por acaso. Leia:

Um dia desses uma jovem me perguntou como eu me sentia sobre ser velha. Levei um susto, porque eu não me vejo como uma velha. Ao notar minha reação, a garota ficou embaraçada, mas eu expliquei que era uma pergunta interessante, que pensaria a respeito e depois voltaria a falar com ela. Pensei e concluí: a velhice é um presente. Eu sou agora, provavelmente pela primeira vez na vida, a pessoa que sempre quis ser.

Oh, não meu corpo! Fico incrédula muitas vezes ao me examinar, ver as rugas, a flacidez da pele, os pneus rodeando o meu abdome, através das grossas lentes dos meus óculos, o traseiro rotundo e os seios já caídos. E constantemente examino essa pessoa velha que vive em meu espelho (e que se parece demais com minha mãe), mas não sofro muito com isso.

Não trocaria meus amigos surpreendentes, minha vida maravilhosa, e o carinho de minha família por menos cabelo branco , uma barriga mais lisa ou um bumbum mais durinho.

Enquanto fui envelhecendo, tornei-me mais condescendente comigo mesma, menos crítica das minhas atitudes. Tornei-me amiga de mim mesma. Não fico me censurando se quero comer um bolinho-de-chuva a mais, ou se tenho preguiça de arrumar minha cama, ou se compro um anãozinho de cimento que não necessito, mas que ficou tão lindo no meu jardim. Conquistei o direito de matar minhas vontades, de ser bagunceira, de ser extravagante.

Vi muitos amigos queridos deixarem este mundo cedo demais, antes de compreenderem a grande liberdade que vem com o envelhecimento. Quem vai me censurar se resolvo ficar lendo ou jogar paciência no computador até às 4 da manhã e depois só acordar ao meio-dia?

Dançarei ao som daqueles sucessos maravilhosos das décadas de 50, 60, 70 e se, de repente, chorar lembrando de alguma paixão daquela época, posso chorar mesmo!

Andarei pela praia em um maiô excessivamente esticado sobre um corpo decadente, e mergulharei nas ondas e darei pulinhos se quiser, apesar dos olhares penalizados dos outros. Eles, também, se conseguirem, envelhecerão.

Sei que ando esquecendo muita coisa, o que é bom para se poder perdoar. Mas, pensando bem, há muitos fatos na vida que merecem ser esquecidos. E das coisas importantes, eu me recordo freqüentemente. Certo, ao longo dos anos meu coração sofreu muito.

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Como não sofrer se você perde um grande amor, ou quando uma criança sofre, ou quando um animal de estimação é atropelado por um carro? Mas corações partidos são os que nos dão a força, a compreensão e nos ensinam a compaixão. Um coração que nunca sofreu é imaculado e estéril e nunca conhecerá a alegria de ser forte, apesar de imperfeito.

Sou abençoada por ter vivido o suficiente para ver meu cabelo embranquecer e ainda querer tingi-los a meu bel prazer, e por ter os risos da juventude e da maturidade gravados para sempre em sulcos profundos em meu rosto. Muitos nunca riram, muitos morreram antes que seus cabelos pudessem ficar prateados.

Conforme envelhecemos, fica mais fácil ser positivo. E ligar menos para o que os outros pensam. Eu não me questiono mais. Conquistei o direito de estar errada e não ter que dar explicações.

Assim, respondendo à pergunta daquela jovem graciosa, posso afirmar: “Eu gosto de ser velha”. Libertei-me! (Autoria Desconhecida).

PONTO G – SAIBA ONDE ELE FICA E COMO ESTIMULÁ-LO.

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“Amor é prosa, sexo é poesia”. Arnaldo Jabor

Hoje é Dia dos Namorados, nada melhor do que tirar algumas dúvidas comuns… bom para todos nós, né? Gostei muito do que Bianca F. Herbe (Fisioterapeuta Pélvica e Sexóloga) nos explica sobre o Ponto G.

Afinal??? Existe ou não o existe o Ponto G da mulher? Onde está localizado? E se existe, como estimula-la? Acredito que este post vai ajudar muito principalmente as mulheres… Interessante, vale a pena ler o que ela diz:

Anatomicamente, ou seja, como um órgão, o Ponto G não existe. Não é um órgão, que está lá esperando para ser estimulado. Não é como um dedo, uma mão, uma orelha, ou um nariz. Nenhum estudo no mundo conseguiu encontrar o Ponto G na mulher sem ela estar previamente excitada.  O Ponto G fica oculto e só aparece após a mulher receber estímulos no corpo inteiro e estar previamente excitada.

Isto quer dizer que quando a mulher recebe estímulos no seu corpo, e identifica estes estímulos como agradáveis, o seu organismo começa a mudar e alterações no seu corpo podem ser notadas. Pois é…

O que isto significa? Que o ponto G aparece quando a mulher fica excitada e pode ser encontrado?

Confie em mim, ela diz… toda mulher possui o ponto G. Ele está lá, só que as vezes são difíceis de perceber! Algumas mulheres têm grandes pontos G que estão bem perto da abertura vaginal e outras têm o seu ponto G um pouco mais escondido. A falta de nos tocarmos e de conhecimento do nosso próprio corpo… frutos da nossa geração reprimida e dos preconceitos nele envolvidos… levam muitas mulheres a não se descobrirem sexualmente. Nunca é tarde para isso, acreditem…

Ao longo destes anos já encontrei várias mulheres que estão convencidas de que simplesmente não possuem o seu ponto do prazer. Mas eu garanto, ele está lá. Grande, suculento e difícil de perder, uma vez que você saiba o que está procurando. Tenha certeza de que você pode tentar encontra-lo… Muitas mulheres da terceira idade por tabus e ou preconceitos, sequer conhecem seu corpo, seus desejos e sensações… esta descoberta começa por ela mesma. Sim a maioria das mulheres da minha geração, teve a sexualidade reprimida durante toda a vida… até que por curiosidade ou de mudanças em seu pensamento começam a mudar isso. E estão mudando. Quem se conhece desfruta de uma vida sexual plena.

Pesquisando encontrei muitas coisas interessante (conheça as dicas de Cátia Damasceno, especialista em sexualidade feminina, uroginecologia e idealizadora do Programa Mulheres Bem Resolvidas) que você precisa saber:

1 – Como encontrar o ponto G.

A melhor maneira de encontrar seu ponto G é através do toque, da excitação, e saber o que sentir. A melhor maneira de localizá-lo é quando a mulher está excitada. Porque há um tecido erétil no ponto e é mais visível e mais fácil de achar quando ele está excitado e cheio.

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O homem pode realmente ver o ponto G quando a mulher empurra para fora, porque está muito perto da abertura vaginal. Ele verá um montículo emergir do topo da abertura vaginal. Se seu ponto G for mais profundo, ele pode não ser capaz de vê-lo, mas cerca de 70% das mulheres têm seus pontos bem próximos da entrada vaginal e, portanto, podem ser empurrados para fora e tornar ele visível.

2 – O ponto G é o coração da vagina.

Essa vai para os homens: Prepare-se para a possibilidade de uma resposta emocional dela quando você começa a estimular o ponto G dela. Esse é um lugar que mantém grande emoção. Como o ponto G é rodeado por músculos e embalado com terminações nervosas, pode ser um vórtice de emoções profundas.

Se ela sentir uma onda de energia emocional quando você está estimulando o seu ponto ou durante um orgasmo, incentive ela a não segurar, reprimir ou se fechar por causa do medo. Essas emoções precisam surgir e serem externadas. Diga que você está dando a missão para ela se expressar plenamente.

Permita que ela sinta o que tiver que sentir e simplesmente esteja presente e aproveite com ela. Você nem precisa falar muito.

3 – Diferentes maneiras de estimular o ponto G.

Algumas advertências ao revelar estas informações é que você deve encontrar o que funciona de forma exclusiva para cada mulher que você esteja se relacionando. Quando se trata do ponto G, conhecer todas as suas partes mais sensíveis são fundamentais.

Existem muitas maneiras diferentes de estimular o ponto G. Aqui estão algumas delas:

  • Manualmente com seus dedos lentamente;
  • Brinquedos sexuais são ótimos para autoconhecimento;
  • Dildos, existem grande variedades;
  • Anéis no pênis do homem, entre outros.

Toda mulher terá suas preferências. É seu trabalho criar um refúgio onde ela se sentirá confortável explorando com você o que ela mais gosta. Vá lentamente e crie uma parceria para o prazer onde você pode encontrar técnicas excitantes que lhe permitem liberar seus belos sentimentos. Experimente!

4 – Como melhorar o sexo em geral?

Na maioria das vezes, as mulheres não estão recebendo o que querem na cama com seu parceiro porque simplesmente não se dão permissão para se expressar e outras, simplesmente, não sabem como. A linguagem da vagina pode ser complicada, mas é provável que se o seu parceiro não seja um leitor mental ou não tenha uma bola de cristal, ele pode não conseguir se comunicar sozinho com ela.

A linguagem sexual da mulher pode ser exigente, particular, temperamental, tímida ou espontânea. Por isso, para melhorar o sexo em geral o casal precisa se comunicar, perguntando repetidamente o que o outro precisa, isso abrirá os caminhos para seu prazer e você vai se sincronizar com suas necessidades muito mais prontamente e com facilidade. Isso não tem que ser adivinhação.

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5 – Como aumentar a excitação.

Conheça o Orgasm Turbo Pack é a melhor combinação no mercado para aumentar o desejo sexual feminino (vai trazer uma grande melhora na sua performance sexual). Ele combina o que há de melhor no Virectil Turbo Mulher com o Orgasm Gel. Juntos vão promover o aumento na libido, orgasmos mais intensos e satisfatórios. Esse efeito é visto claramente em poucos minutos, pois ele tem ação rápido.

O Virectil Turbo Mulher é um afrodisíaco extremamente potente e eficaz, sendo 100% natural. Ele tem sido um sucesso entre as mulheres de vários lugares do mundo. Esse suplemento tem ação rápida, permitindo que o desejo sexual feminino aumente rapidamente. Virectil Turbo Mulher também melhora o humor e a vontade de fazer sexo. Além de aumentar o fluxo do sangue na região genital, pois isso faz com que a sensibilidade do clitóris aumente.

Feliz Dia dos Namorados para todos vocês.

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Fonte: Bianca F. Herbe – Fisioterapeuta Pélvica e Sexóloga e  Marlon Mattedi – Psicólogo Terapeuta Sexual e Especialista em Sexualidade Humana

O QUE É ENVELHECER PARA VOCÊ?

“Quando se passa dos sessenta, são poucas as coisas que nos parecem absurdas.” Alberto Camus. 

Este texto me chamou a atenção, ele ficou em quinto lugar em um concurso organizado por um site com o tema “O que é envelhecer para você?”. No caso desse que você vai ler agora, o que chama a atenção é que a autora deste texto, Ada Pedreira Silva, de Salvador – Bahia, tem apenas 34 anos de vida. Sensacional isso!

Para ela, “começamos a envelhecer quando percebemos que o tempo não espera, que os anos passam depressa e os dias passam como passavam as horas quando éramos crianças!”… Ah! se eu tivesse esta visão dimensionada sobre envelhecer na idade dela, na idade dela, teria aproveitado melhor algumas poucas coisas… rsrsrs. Não que não tenha feito muitas coisas, pelo contrário, sou da turma dos que não querem chegar no momento final e dizer “se eu tivesse mais tempo…”.

O meu tempo é hoje aqui e agora. Desperdiçar isso seria luxo ou idiotice minha! Temos que viver plenamente, mas com responsabilidade… estar sempre em paz, de espírito leve… e de bem conosco mesmo … com a vida mesmo. Mas, teria visto mais amanheceres (já que sou dorminhoca) e apreciado mais entardeceres… com lindo pôr de sol em montanhas, nas alturas… Leiam:

Sou fisioterapeuta e uma vez estava no trabalho atendendo um adolescente e fiz uma pergunta rotineira acerca de traumas anteriores, indagando se ele já havia fraturado alguma parte do corpo ou feito algum tipo de cirurgia. O adolescente me respondeu que sim, mas tinha “muuuuuuuito tempo! Uns oito meses, doutora…”

A partir daquela resposta, percebi que aos 25 anos já estava envelhecendo! Isto, pois o tempo não passava para mim como passava para aquela criança-adolescente, para mim oito meses era um tempo recente, assim como um ou dois anos passados. E, a partir daí, modifiquei a pergunta na consulta para: “Tem muito ou pouco tempo que já realizou cirurgias ou teve alguma fratura?”

Com as respostas que obtive, percebi que a forma de sentir o tempo é um marco referencial, pois quanto mais idade a pessoa tem mais longo é o tempo chamado presente e vice-versa! Assim, envelhecer é um estado natural de qualquer ser, mas para nós seres humanos, seres racionais e emocionais, o processo fisiológico de envelhecimento só é percebido quando nos damos conta do tempo!

Começamos a envelhecer quando percebemos que o tempo não espera, que os anos passam depressa e os dias passam como passavam as horas quando éramos crianças!

Começamos a envelhecer quando, pelos dias passarem tão depressa, não conseguimos fazer tudo o que queremos no mês, no ano, muitas vezes numa década ou por toda a vida…

Começamos a envelhecer quando percebemos que existe um tempo para trás, e que nele ficam coisas, e pessoas, importantes e que não vêm com a gente para o tempo presente e futuro.

Começamos a envelhecer quando percebemos que o tempo passou tão depressa que não sentimos as estações mudarem, as crianças crescerem, os amigos amadurecerem e até irem embora…

Começamos a envelhecer na primeira perda de um ente querido e ao sentirmos saudades do que nunca vivemos. Crianças e jovens não têm sentimento de perda, de saudosismo, de frustração. São plenas. E a certeza do envelhecimento acontece quando o tempo do pensamento se torna diferente do tempo dos comandos do corpo. Queremos caminhar mais pelas ruas ou numa viagem, dançar mais rápido ou por mais tempo, mas o corpo não permite… Envelhecemos então.

Hoje, quase dez anos depois de minha constatação, luto para prolongar o começar a envelhecer: me movimento mais, me alimento melhor, respiro melhor e, principalmente, não perco o meu valioso TEMPO com o que não vale a pena.

O tempo é o meu bem mais precioso que nenhum dinheiro pode comprar. Valorizo o tempo com minha família, meus amigos, meu trabalho, meu lazer, meu descanso. Busco distribuí-los de maneira sábia, pois temos que ser tudo ao mesmo tempo. Como já disse um grande poeta: “O tempo não pára!”. E o tempo não vai esperar eu ser este mês esposa, mês que vem profissional e ano que vem mãe, ou daqui a dois anos amiga. Somos tudo ao mesmo t-e-m-p-o!

Como já disse, o envelhecer é um estado natural do ser humano, mas como administramos o nosso tempo na nossa trajetória de vida nos torna mais cedo ou um pouco mais tarde velhos.

Já existem velhos de 30 anos como existem jovens de 70 anos! Ser velho com 30 ou jovem com 70 é escolha de vida. E, tudo bem se alguém questionar que o de 70 também é velho, principalmente fisicamente, mas a vital diferença é que este é um velho pleno. Aprendeu, assim como uma criança, a não brigar com o tempo, e sim a vivê-lo! Bom sobre os quatro primeiros lugares ficaram com homens e mulheres que já passaram dos 55 anos. Ou seja, escreveram com base em sua experiência pessoal. O que também são bem interessantes.

Gostaram? E vocês o que pensam sobre isso?

Me diga… O que é envelhecer pra você?

AIDS… VEM AUMENTANDO O NÚMERO DE CASOS EM MULHERES COM MAIS DE 50 ANOS NO BRASIL.

Sexo-terceira-idade“Precisamos discutir que as mulheres de 50 anos (e mais) estão ocupando mais espaços, estão empoderadas. Mas, paradoxalmente, elas não têm comando sobre a sua vida sexual. Além disso, precisamos discutir as vulnerabilidades acrescidas de alguns grupos, como o das mulheres negras pobres.” Georgiana Braga-Orillard

Sim elas conhecem varias formas de evitar a contaminação da doença, mas ainda assim há muita resistência em relação aos métodos da camisinha masculina e a feminina… Esta geração sempre usaram a pílula anticoncepcional e bastou.  A falta de proteção não aumenta apenas os riscos de se contrair o HIV, mas das doenças sexualmente transmissíveis, como a sífilis também… Precisamos mudar urgente esta situação. Leiam o que este artigo fala sobre “um estudo do aumento do número de casos de AIDS nesta faixa etária nas mulheres”, muito interessante.Collage of an elderly couple sharing good moments together on aNão têm a cultura de usar a camisinha! Sem o risco de engravidarem, muitas optam hoje ainda por não usar preservativo durante a relação sexual e acabam infectadas por HIV. Ou acabam cedendo aos parceiros por acreditar que estão menos expostas ao risco simplesmente porque reduziram sua atividade sexual. Engano!

Entre 2004 e 2013, três grupos etários de mulheres registraram aumento de detecção de Aids no Brasil: adolescentes, de 15 a 19 anos, com crescimento de 10,5%; mulheres de 55 a 59 anos, com 24,8%; e, acima de 60 anos, a maior taxa no período, de 40,4%. Nas demais faixas etárias, houve queda ou estabilidade. Os números são oficiais e constam do Boletim Epidemiológico HIV-Aids, de 2014.

Só em 2014, foram 13,7 detectadas com Aids para cada 100 mil mulheres. Entre as de 50 a 54 anos, o número foi bem maior: de 20,4. Entre as que têm de 55 a 59 anos, ficou em 18,1, também acima da média nacional. Apenas entre as que têm 60 anos ou mais, a taxa foi menor, de 6,7 por 100 mil. Absurdo que poderia ser evitado.

Dra. Valéria Gomes do Hospital do Fundão: “Raramente tínhamos pacientes com HIV/Aids nessa faixa de idade. Mas, de dez anos para cá, esse quadro mudou. / Fotos: Ana Lúcia Araújo

“A geração com mais de 50 anos não tem o hábito de usar o preservativo. Elas viveram uma fase em que a pílula anticoncepcional era largamente usada e, por isso, acreditavam já ter proteção suficiente para evitar a gravidez. Não tinham preocupação com as doenças sexualmente transmissíveis nem da AIDS. Além disso, são de um tempo em que não havia educação sexual nas escolas”, afirma Valéria Ribeiro Gomes, médica infectologista do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (da UFRJ, na Ilha do Fundão) e professora de infectologia do Hospital Universitário Pedro Ernesto, da Uerj.

“Às vezes, as pessoas pensam que, por serem mais velhas, têm menos chance de se infectar. Precisamos insistir que HIV/Aids não tem cara. É preciso se “prevenir”, resume Luiz Fernando Cabral Passoni, médico do Serviço de Doenças Infecto-Parasitárias (DIP) do Hospital Federal dos Servidores do Estado (HFSE) e do Instituto Estadual de Infectologia São Sebastião.

“A sexualidade das mulheres mais velhas ainda é tabu e, por isso, elas têm vergonha de negociar o uso do preservativo com seus parceiros. Elas precisam ter instrumentos e incentivo para cuidar melhor da sua sexualidade”, afirma Georgiana Braga-Orillard, diretora do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (Unaids) Brasil. Ela destaca ainda que tem havido aumento do número de testagens no país, o que, indiretamente, também produz um número maior de diagnósticos. Veja aqui a lista de Centros de Testagem Anônima no Rio.

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“Existe uma falsa ideia de que se a pessoa é mais velha ela tem menos risco  e está mais protegida”, diz a diretora da Unaids, lembrando que o Brasil, nos últimos anos, tem investido mais em acesso a medicamentos e testagens, mas precisa avançar nas políticas de prevenção. Georgiana Braga-Orillard, Unaids.

“As políticas não são voltadas para esse público e hoje sabemos que a mulher de 50 tem uma vida sexual ativa. Há um número maior de mulheres de mais idade em novas relações, como por exemplo as divorciadas, e, por isso, é preciso negociar o uso do preservativo”, afirma Georgiana Braga-Orillard.

É necessário mudarmos esta realidade urgente. O que você acha disso?

Se você quiser saber mais veja: http://mulheres50mais.com.br/aids-cresce-entre-mulheres-acima-de-50/

APOSENTOU… E AGORA…

IMG_0860“Não apenas se aposente de algo; tenha algo para qual se aposentar”. Harry Emerson Fosdick. 

Quando chega nossa tão sonhada aposentadoria, depois de saboreá-la por um tempo, muitas vezes nos sentimos meio perdidos… sem saber como aproveitar “todo aquele tempo” que temos agora. Sonhamos tanto! Aviso, acontece com todos que param de trabalhar um dia, e são bem ativos, mas acredite é temporário. Pelo menos foi comigo, logo vamos nos encontrando neste novo momento da nossa vida e vamos em busca das coisas que queríamos fazer antes… e não tínhamos tempo, lembra? Andamos mais devagar… Passamos a ter tempo de apreciar mais as coisas. E vamos aos poucos vivendo novas experiências e construindo outras histórias.

Mas durante este processo (leva um tempinho, não desanimam… passa logo!) leiam o que Nanete Costa (Contadora e Bancária aposentada) nos diz:

Após 31 ininterruptos anos de trabalho, eis que me deparo com uma demissão intempestiva mas voluntária  e a questão: O que farei do meu tempo agora?

Sofri um período de luto natural com o desvinculo do trabalho mas, envolvida em reformas intermináveis, ocupei –me o suficiente para sentir-me recuperada deste “luto”.

Mas as obras acabam….e agora? Percebo, enfim, que minha identidade era simplesmente funcional. Nunca meditei sobre o meu papel como ser humano, quem sou, o que pretendo e tudo o mais. Qual o meu propósito de vida?

Obviamente a ausência de atividade intelectual ou quaisquer atividades que valorize o ser, tende a deprimi-lo e, exceto pelo fato de não me permitir fraquejar, estou ciente que estou predisposta a sofrer desse mal.img_2981E por ter que resistir à tais sentimentos  busco informações, orientações. Dentre estas, encontrei vários textos bem interessantes nesse blog (viverdepoisdos50.com  e https://oterceiroato.com/) e em outros, onde percebi que não consigo listar praticamente nada em minha vida que possa resultar em sentimentos negativos  e que só tenho a agradecer.

Leiam também:

https://oterceiroato.com/2016/08/10/7-passos-para-encontrar-seu-proposito-depois-da-aposentadoria/

https://oterceiroato.com/2016/06/20/como-viver-em-portugal-depois-de-aposentar/

Busco melhorar minha proximidade com outras pessoas que vivem situações parecidas com a minha e criar vínculos, ampliar amizades, juntar forças, estimular outros a buscar mais informações,  e lembrar a importância da gratidão em nossas vidas.

Agradecer e tentar  acalmar nossas mentes inquietas.  Ressaltar diariamente todas as coisas boas que nos acontecem e as excelentes pessoas que nos cercam.

Bora comigo nessa? Idéias não vão faltar.

Saiba mais novas idéias:

https://oterceiroato.com/2016/02/29/aposentando-em-portugal-tipos-de-vistos-d7-para-aposentados/

https: //oterceiroato.com/2016/10/24/intercambio-na-terceira-idade-londres/

 

 

COM O TEMPO VOCÊ APRENDE…

“Aprender sempre e evoluir eternamente”. Wagner Alonson

Penso que a vida é uma caixinha de surpresas… Sim, é feita para você aprender sempre! Assim sendo você vai errar, aprender, evoluir, ver… quando escolher o seu melhor caminho…  seguindo sempre em frente… Poi é, um ciclo que está em constante evolução e sempre se movimentando, basta estar vivo rsrsrs.

Portanto temos  sempre a oportunidade de escolher”, “refletir”, “fazer” e “refazer”… A junção de tudo isso (re)constrói quem somos nós agora.

Adoro esta crônica ” Um dia você aprende…”… é a mutação de um poema de autoria de Veronica Shoffstall, escrito no seu anuário escolar em 1971, muitas vezes também atribuído á grandes autores como Willian Shakespeare. Nos diz muito sobre nossas aprendizagens durante toda a vida, leiam:

“Depois de algum tempo, você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas. E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.

E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão. Depois de um tempo, você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo. E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam… E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.

trate-bemDescobre que se levam anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você é na vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Aprende que não temos que mudar de amigos, se compreendemos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.

Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos. Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser. Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto. Aprende que não importa aonde já chegou, mas onde está indo, mas se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve. Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.

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Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as consequências. Aprende que paciência requer muita prática. Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.

Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou. Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha. Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.

Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.

Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo. Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado. Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás.

permita-se-desistir

Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores. E você aprende que realmente pode suportar … que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!”

Sempre me identifico muito com tudo isso… Com o tempo eu aprendi… muitas detas coisas… e continuo aprendendo. E você?

PRÊMIO VERSATILE BLOGGER AWARD PARA BLOGS E BLOGUEIROS!i

award

“Vencer a si próprio é a maior das vitórias”. Platão.

“O Versatile Blogger Award é uma iniciativa para que blogueiros (incríveis com postagens engenhosas, cativantes e inspiradoras), que mereçam todo reconhecimento, destaquem o trabalho de outros blogueiros, se ajudando mutuamente, afinal é disso que a blogosfera se alimenta: “compartilhamento”.

É com muita alegria e gratidão que recebi a notícia de nomeação do meu blog “o terceiro ato” para o prêmio Versatile Blogger Award – o awardremete-me de imediato ao The Oscars Academy Awards, como disse um amigo rsrsrs... através destes blogs que eu adoro e sigo, são eles: Discretamente de Dulce Delgado – Panografias de Sandro Ernesto  e Estevam Web de J. G. Estevam. Muito Obrigada!

LISTAR DAS REGRAS: (junho de 2017)

  • Adicionar as regras para que os outros as possam seguir.
  • Incluir a imagem do Logo/Imagem do Prêmio no seu post;
  • Agradecer a quem (Blog) me concedeu o prêmio VBA, e incluir o link deles. Notifique seus candidatos comentando no seu blog – ok. Uma missão fácil, pois recebi esses prêmios de três pessoas muito especiais:

– O Blog Panografias é realizado por Sandro Ernesto, um blog onde ele faz lindas poesias e músicas baseados nas vivências próprias dele, compartilhando tantas belezas conosco. Obrigado Sandro, link do Blog: https://panografias.com.br/

– O Blog Discretamente é realizado por Dulce Delgado, um blog poético, sensível e muito interessante. Ela consegue através de suas poesias, imagens e textos maravilhosos ir captando as coisas mais simples do cotidiano e da nossa vida, transformando em algo belo, leve e mágico. Obrigado querida Dulce, link do Blog: https://discretamente.wordpress.com/

O Blog Estevam Web é realizado por J. G. Estevam, um Blog que traz ensaios poéticos sobre o amor e a arte de amar a vida e suas mara-vilhas. Muitas vezes contextualizando com grandes poetas, simplesmente maravilhoso. Obrigado Sandro, link do Blog: https://estevamweb.wordpress.com

  • Selecionar 15 blogs/ blogueiros para também receberem o prêmio. Escolhi com bastante cuidado… Cabe destacar aqui que sigo muitos outros sites com alta qualidade e muito interessantes, mas que infelizmente não pude incluir aqui devido à limitação do prêmio.... Com certeza foi muito difícil escolher, pois teria muito mais blogs pra indicar.Optei pela ordem alfabética, a forma que me pareceu mais justa para os apresentar. São eles:
  1. A bookaholic girlhttps://abookaholicgirl.wordpress.com/, por Camila Melo;
  2. A estranhamente –https://aestranhamentee.wordpress.com/, por Maria Vitória;
  3. A novamentehttps://anovamente.wordpress.com/, por Na Wa;
  4. Catarina voltou a escrever –https://catarinavoltouaescrever.wordpress.com/, por Lunna Guedes;
  5. Cinestalgiahttps://cinestalgiadotblog.wordpress.com/, por Igor Pereira 15;
  6. Cosmopolitan grirlhttps://nancycosmopolitangirl.wordpress.com/, por Clarissa Corrêa;
  7. De frente para o marhttp://www.defrenteparaomar.com/, por Claudia;
  8. Entre pontos e virgulas, poesia!https://albertocuddel.wordpress.com/, por Alberto Cuddel;
  9. Fashion Chique- https://fashionchique.pt/, por Blogueira Portuguesa;
  10. Ludo e Vico –https://ludoevico.wordpress.com/, por Mãe de Ludo e Vico;
  11. Mundo da Helen –https://mundodahelen.com/, por Helen Bezerra;
  12. Mulher do Leme – https://mulherdoleme.com/, por Maria José Santana;
  13. Rezenhandohttps://rezenhando.wordpress.com/, por Felipe Calabrez;
  14. Vivemetaliumhttps://vivimetaliun.wordpress.com/, por ele mesmo;
  15. O poder da Leitura – https://opoderdaleituracom.wordpress.com/, por Ana Fog.

Bia Barco Bus Paris 2015-06-09 19.42.13

  • Contar à pessoa que me indicou 7 coisas sobre mim, autora do o terceiro ato, aqui vai:
  1. Sou Bia Perez, brasileira, virginiana, deslumbrada com a vida… eterna otimista, paciente, intranquila, surpreendente e sonhadora fazendo a minha parte para um mundo melhor e mais justo para todos nós.
  2. Esposa feliz, Mãe dedicada de 2+ 2 filhos (as), Avó coruja de 3 netinhos lindos, Filha e irmã amorosa e pacífica… sempre ao redor da família… será? Assim que eu me vejo rsrsrs;
  3. Amo viajar, conhecer lugares diferentes de todo tipo. Tudo que é cultural, histórico e da natureza me encantam. Com filhos e netos morando na Europa e EUA, vivo indo e vindo… apreciando e guardando na memória lindas histórias de família.
  4. Ando treinando mais meu Inglês enferrujado e desbotado, sem medo de errar… me divertindo muito. Em breve ele estará perfeito e me comunicarei bem com os netinhos ingleses e americanos;
  5. Meu maior desafio… Falta melhorar e me disciplinar melhor em relação a “Reeducação Alimentar” e “Exercícios” que visem melhorar a minha saúde… me cuidar melhor pois, eu quero chegar aos 100 anos ainda, rsrsrs… eu tento fazer. Não disse que era sonhadora e positivista?
  6. Fiz de todos os meus desafios, grandes aprendizagens de vida. Sou resiliente, batalhadora e persistente… mudo de lugar construo e reconstruo até ficar feliz, tantas vezes que forem necessárias… Sou um poço de lindas histórias… muito feliz, resolvida, independente e realizada. Espero que gostem um pouquinho de mim rsrsrs. Obrigada pela atenção;
  7. Envelhecendo, tenho refletido sobre algumas questões de como melhorar: a qualidade de vida; os relacionamentos de uma maneira geral; selecionar leituras e crônicas de autores que gosto e que contribuam com minha alma e pensamento… enfim tendo um olhar positivo pra viver melhor e com saúde. Surgiu daí o meu Blog… como um sopro de vida! Numa brincadeira a 3 anos atrás; Estou compartilhando e aprendendo até hoje, grande desafio meu;

▪ Compartilhe um link com minhas melhores postagens;  Minhas publicações mais acessadas são:

https://oterceiroato.com/2016/06/20/como-viver-em-portugal-depois-de-aposentar/

https://oterceiroato.com/2015/10/29/eu-vou-ser-avo-pela-primeira-vez-que-felicidade/

https://oterceiroato.com/2016/02/08/algarve-em-portugal-e-o-melhor-lugar-para-se-viver-aposentado/

https://oterceiroato.com/2015/10/23/sindrome-do-entardecer-em-pacientes-com-alzheimer-quero-voltar-para-casa-o-que-fazer/

Por aqui vou sentindo um frescor de um pôr de sol.

Bia Perez