A MULHER QUE QUERO SER…

Estou em constante desenvolvimento. A mulher que sou hoje era a que desejava ser há anos atrás. Sonhava ter confiança, serenidade, saber conversar sobre aquilo que amo sem tremer a voz.

Agora, quero ainda mais que isso. Quero ser uma versão ainda melhor de mim mesma. A que chamo “eu” está em constante desenvolvimento, e, assim que me adapto a cada melhoria, outra versão desse eu surge.

Isto porque o meu verdadeiro eu não tem forma – ou melhor, tem a forma que eu quiser. Eu provenho de algo muito maior que um corpo, uma personalidade, um contexto.

Eu não sou a idade que tenho, as ações que tomei, o lugar onde cresci. Eu sou energia infinita e em constante movimento, sou parte de algo indescritivelmente grandioso.

Sempre soube isso, de alguma forma. Por isso, nunca tive interesse ou necessidade em definir-me por conceitos.

Denominações por característica é algo que divide as pessoas e as coloca em frascos. As pessoas não são produtos, ninguém tem a mesma composição que outro alguém.

Posso ser como quiser, mas nunca me vou identificar com um grupo. Podemos fazer a mesma coisa, mas as nossas mentalidades são sempre completamente diferentes – por causa das nossas preferências e desejos.

O que eu desejo mais do que tudo é ser a versão melhorada de mim, o eu que idealizei com todos os detalhes e a minha versão do futuro que já está a viver a vida que amo.

Esta Beatriz já existe, e ela já está a experienciar a vida que escolheu, fruto dos desejos da Bia do passado. É a versão de mim que aspiro ser agora, e o resultado de uma brecha que se fecha entre onde estou e onde quero ir.

A mulher que quero ser sabe exatamente o poder que tem. Sabe transformar qualquer situação em progresso, vendo-a por aquilo que realmente é: o caminho para algo melhor. Isto inclui circunstâncias desagradáveis – o contraste é uma oportunidade para mais desejos, e para aprender a realizá-los.

A mulher que quero ser tem grande destreza nos relacionamentos. Por já ter passado por algumas humilhações nas amizades e amores, sabe ser ela mesma independentemente da outra pessoa aceitar isso ou não.

Ela tem uma aura bonita, iluminando qualquer lugar em que entre, e quem quer que lá esteja é contagiado por essa luz.

A sua felicidade e leveza para com a vida é inegável, e nota-se a cada detalhe dela – a fala, o olhar, os gestos, a postura – que inspiração flui através dela, um fluir divino de coisas boas, uma vontade de viver com mais abundância, amor, sabedoria.

Ah sim, ela é mais sábia do que alguma vez foi. Agora, sabe que não vale a pena criticar ou reclamar, e sente-se em paz com o Mundo e os outros. Aceita-se como exemplo e não como opinião, por isso vive com otimismo e filtra o que há de melhor.

Tem uma forma peculiar ser, a elegância intemporal dos clássicos com a audácia do modernismo. Sabe ter classe sóbria ou embriagada, mas fala o que lhe vai na alma, sem reservas.

É cheia de amor. Expressa-o tão naturalmente como o ar que respira. Elogia um estranho ou um amigo. Perdoa com graciosidade quem lhe fez mal, aceitando o seu papel na sua vida. Ama o parceiro com a maior beleza, abraçando-o e sendo o maior exemplo para ele, não descontando qualquer frustração, que sabe que vem sempre de si mesma e não do outro.

Essa mulher sou eu. Eu sou a mulher que quero ser, no progresso para qualidades mais amplificadas e uma maneira de viver que combina mais com aquilo que desejo. Quem eu desejo ser é quem me estou a tornar.

Está crônica de Claudia Rocha, vai bem de encontro com o que eu penso e acredito.

O DESFILE DOS MASCARADOS!

No supermercado, na farmácia ou nas ruas não se conhece mais ninguém, somos incapazes de reconhecer quem são estas pessoas, é um “desfile de mascarados.

Tem máscaras de todas as cores e formatos, a maioria são as clássicas brancas ou azuis clara de TNT, sem nenhuma graça ou diferenciação, onde parecemos um exército de mascarados, tentando nos proteger, rumo ao desconhecido e seguimos, todos caminhando pela cidade em busca de algo para a nossa sobrevivência.

Há aquelas que se destacam são muito mais caprichadas e coloridas, de diferentes tipos, que me fazem disfarçar e ficar olhando, imaginando quem está por trás delas. Algumas são bem divertidas, destas eu gosto mais, elas me trazem um pouco de leveza e alegria e me fazem esboçar um pequeno sorriso, atrás da minha própria máscara, tudo que preciso neste momento… Ninguém viu, sentiu ou percebeu meu sorriso até porque não enxergamos o que está por atrás das máscaras.

Aos poucos vou me acostumando a ler as pessoas pelo olhar ou pela voz. Será um amigo ou um familiar? Só uma voz me faria reconhecer eles agora, nada mais.

Nos encontraríamos assim pelo mero acaso. Haveria mesuras ou risos? Ou passaríamos um pelo outro, lado a lado, fazendo nossas obrigações sem nos percebermos? É bem possível!

Afinal todos estão com medo de ser contaminados pelo vírus do coronavírus, que não se olham muito, passam com distância e rapidez uns dos outros. Posso me contaminar, penso eu.

Esta ideia do desfile dos mascarados me despertou a curiosidade de saber quem está por traz das máscaras. O que pensam… o que andam fazendo? Como estão burlando o isolamento? Quantas vezes? Pra que? Porque? E o medo, o que vai acontecer com ele? Pra onde caminhamos? Que mundo nos espera depois que tudo isto acabar?

Enquanto isto espero… A espera é longa. A quietude e a solidão me acompanham… Bom aproveitar este tempo pra refletir e repensar onde preciso mudar. Coisas antes impensadas… agora escancaradas. Começo a perceber melhor os acontecimentos e de tudo não acho tão ruim. Muita coisa pode ser melhorada. O mundo está mudando e eu mudo com ele.

Procuro ir enxergando além do que as minhas vistas podem alcançar. Um bom chá me acalma e busco um melhor encontro comigo e com o mundo.

Bem vindo ao novo mundo.

VIAJAR PARA A EUROPA PÓS CORONAVÍRUS: TUDO QUE VOCÊ PRECISA SABER:

Esta reportagem de Carolina Sanches, da Eurodicas, está completa e me esclareceu muitas dúvidas. Ainda temos um longo caminho pela frente, mas algumas coisas pode ser percebida ao longo do tempo. Pra quem pensa em viajar para a Europa pós coronavírus, assim como eu… vai ter que repensar muitas coisas, já que grandes mudanças estão acontecendo no mundo e outras ainda estão por vir. Leiam: O questionamento sobre quando e como será possível viajar para Europa pós-coronavírus tem sido cada vez mais comum, especialmente para quem já tem uma viagem marcada. O momento ainda é de incerteza, mas já começam a surgir as primeiras previsões com as medidas de retomada do turismo, o que deixa muitos viajantes ansiosos para planejar a viagem ou mudança para o Velho Continente. Buscamos fontes variadas sobre as perspectivas para o futuro e como será o mundo das viagens pós-coronavírus.

Quando será possível viajar para Europa pós-coronavírus?

Especialistas em turismo e saúde tentam responder essa pergunta. A previsão é que as fronteiras sejam reabertas em 15 de junho, mas isso não significa que as viagens serão retomadas em sua plenitude. É impossível dizer com precisão quando as pessoas vão voltar a viajar para a Europa, mas uma coisa é certa, não será da mesma forma que antes. (Esse artigo estará em constante atualização assim que tivermos maiores informações sobre abertura das fronteiras e retomada dos voos para o continente, no site da Eurodicas). Muita coisa vai mudar, desde a forma como enxergamos uma viagem, até a maneira como os passageiros são verificados antes de entrar no avião, ou como se faz check-in no hotel, até mesmo como entram e interagem em um museu. A principal questão a se considerar sobre quando será possível viajar para Europa pós-coronavírus é o controle de fronteiras, seja ela interna ou externa.

Fechamento de fronteiras externas.

A fronteira externa da Europa, fechada desde meados de março, ainda não tem data exata de reabertura, a previsão é que ela seja liberada a partir de 15 de junho, próximo ao início oficial do verão europeu. Mas, a abertura das fronteiras externas não significa a retomada dos voos e circulação irrestrita de passageiros. Nos Estados Unidos, por exemplo, desde o dia 27 de maio viajantes oriundos do Brasil ou, que tenham estado no país nos 14 dias anteriores, estão proibidos de entrar. O país não é o único a impor restrições aos viajantes, a maioria dos nossos vizinhos, como Uruguai, Argentina, Chile, Peru, Equador, Colômbia, mantêm a suspensão dos voos e proíbe a entrada de estrangeiros. Dessa forma, é possível que até o final de 2020, ou até que haja uma vacina, o controle de fronteiras seja mais duro na Europa e no mundo. Pode haver restrições especiais aos países cujo número de casos seja alto ou as políticas públicas para controle da doença sejam ineficientes. A abertura e fechamento de fronteiras pode se tornar uma realidade, sendo impostas restrições a qualquer momento. Planejar uma viagem nesse cenário significa que podem ocorrer mudanças de planos a qualquer momento, você pode comprar passagens e ser surpreendido na véspera do embarque com alguma restrição.

Fronteiras internas do Espaço Schengen.

O controle no trânsito interno entre esses países também mudou. Se antes a livre circulação era uma realidade nas nações que fazem parte do Tratado Schengen, a situação ainda não está normalizada e muitas fronteiras continuam fechadas. A previsão é que as fronteiras sejam liberadas em junho, mas cada país deve determinar a data de reabertura e os protocolos de fronteira.

  • Itália anunciou que vai reabrir as fronteiras para a Europa em 3 de junho;
  • Já a Espanha anunciou a reabertura, mas com quarentena obrigatória de 14 dias para quem chega de outros países do bloco. Entretanto, em julho a obrigatoriedade de quarentena deve ser suspensa;
  • Em Portugal, a previsão de reabertura é meados de junho, mas o governo estuda maneiras de verificar se os viajantes foram testados. Uma das maiores preocupações do país é quanto a fronteira terrestre com a Espanha, de onde chega boa parte dos turistas no verão;
  • Alemanha começou a reabrir as fronteiras terrestres em 16 de maio, porém, mantendo rigorosos controles de entrada, em 15 de junho está prevista a liberação total das fronteiras internas com os países europeus;
  • Na Polônia as fronteiras internas se mantêm fechadas até 12 de junho, o país ainda não apresentou uma previsão de quando as fronteiras externas serão reabertas;
  • A Eslovênia reabriu as fronteiras em 15 de maio para turistas europeus, a previsão é que quando forem reabertas as fronteiras para viajantes de fora da União Europeia, seja imposta a quarentena de 14 dias;
  • Áustria, França e Grécia estão entre os países que reabrem as fronteiras internas em 15 de junho.

Como serão as viagens para brasileiros que vivem na Europa?

O verão 2020 na Europa certamente não será o mesmo de anos anteriores. Além da redução drástica do número de turistas de fora da União Europeia, é possível que seja consideravelmente menor a circulação de europeus entre os países. Se você já vive no continente, tem visto a discussão constante sobre a reabertura de fronteiras e imposição de quarentena para determinados países. No início da epidemia em solo europeu, foram muitos os destinos que suspenderam os voos de e para a Itália. Por enquanto, o que se espera é que os turistas circulem o mínimo possível entre países.

Viagens internas no verão.

As entidades de turismo governamentais dos países europeus já direcionam as campanhas para viagens internas. As viagens de verão devem se restringir ao país de morada, uma vez que própria União Europeia desaconselhou as viagens no período. Algo frustrante para quem vive no continente e está acostumado a todas as facilidades de ir de um país para outro. O verão europeu, que começa em 20 de junho, deve ser completamente diferente para quem pretende viajar. Conhecer destinos nacionais ou, até mesmo, explorar destinos em um raio de alguns quilômetros de onde se vive deve ser uma realidade.

Casas de veraneio.

Se hospedar em hotéis ou em hostels certamente não deve mudar, ainda está em questão para grande parte dos viajantes na Europa. As ofertas de estâncias de veraneio, sejam elas no interior ou no litoral, começam a despertar em vários países, como é o caso de Portugal. Alugar uma casa com tudo que é preciso para aproveitar o verão, como piscina e área de lazer, é uma tendência para o período. Aproveitar as férias evitando locais de aglomeração, como praias e parques naturais é o objetivo de muitos viajantes que procuram destinos isolados.

Transportes nas viagens internas.

O setor de transporte, que está diretamente ligado ao turismo também passa por mudanças. A maioria dos viajantes deve optar por trajetos curtos de carro, o que pode ser feito com o aluguel de veículos. Mas as viagens de trem e ônibus aos poucos serão retomadas. A FlixBus, por exemplo, uma das maiores companhias low cost de transporte de passageiros terrestres, que engloba ônibus e trens, havia suspendido as operações quando as fronteiras se fecharam. Agora, a companhia aposta principalmente em viagens nacionais para estimular os passageiros. A empresa apresentou em comunicado as novas medidas de desinfecção dos ônibus, assim como a redução do número de passageiros para 2/3 da capacidade dos veículos. Outras medidas são os banheiros fechados e a suspensão da venda de lanches durante a viagem.

Como poderão ser as viagens de avião no mundo pós-pandemia?

Em 2001 o setor de aviação passou por algumas mudanças significativas. A motivação foi completamente diferente, os atentados terroristas de 11 de setembro impactaram algumas regras básicas de segurança para embarcar. Se um atentado terrorista em um país impactou o setor aéreo em todo o mundo, uma pandemia, com propagação global de uma doença, certamente os impactos serão ainda maiores. Ainda é cedo para ter certeza para qual ou quais caminhos a pandemia vai levar o setor, mas algumas especulações começam a surgir. Entenda o que pode mudar nos voos para viajar para Europa pós-coronavírus:

Testes rápidos:

A primeira vista parece irreal, se nem os países conseguem testar todos os casos suspeitos as companhias aéreas conseguiriam? A Emirates, em abril começou a testar seus passageiros com exames rápidos. Por enquanto, se trata de um caso isolado, apenas uma companhia aérea de luxo conseguiu colocar em prática, logo ter essa possibilidade para todas as companhias talvez não seja possível a curto prazo. Mas é algo que pode sim vir a acontecer nas viagens, especialmente, internacionais.

Medição de temperatura:

Se testar os passageiros é caro e fora de mão para muitas companhias, aferir a temperatura antes de embarcar pode sim se tornar um realidade. Em alguns países a medição de temperatura já está em prática, como a China. Na Europa espera-se que com a retomada dos voos a prática ocorra nos aeroportos.

Máscara e distanciamento nos aviões:

Muito se tem falado sobre a retomada dos voos e a inviabilidade de distanciamento entre os passageiros na aeronave. O uso de máscara já é obrigatório, tanto para passageiros, quanto para a tripulação. Por outro lado, o distanciamento dentro das aeronaves, com lugares vazios entre os passageiros, pode não se tornar realidade, especialmente pelos custos que acarretaria, uma vez que com aviões mais vazios as passagens aéreas encareceriam. A interação entre passageiros e tripulação também deve ser mínima, mas vão ficar as refeições a bordo?

Alimentação dentro do avião:

O serviço de bordo pode sofrer mudanças significativas. Especialmente em relação às refeições quentes que podem ser extintas ou trocadas por alimentos frios e pré-embalados. A água também não deve ser mais reposta nos copos, sendo distribuídas garrafas entre os passageiros. Por fim, a implantação de máquinas automáticas de alimentos a bordo pode se tornar uma realidade, dando maior autonomia para os passageiros sobre o que e quando se alimentar dentro do avião. Levar o lanchinho na bolsa de mão também vale.

Fim das filas para entrar no avião?

O voo ainda nem iniciou o embarque e a fila já está gigante. É possível que essa cena demore para se repetir nos aeroportos pelo mundo. Para alcançar o distanciamento mínimo necessário entre as pessoas, as filas rondariam os 800 metros, o que poucos aeroportos comportariam. São muitas as alternativas propostas, mas uma coisa é certa, a maneira como os passageiros embarcam vai mudar.

Desinfecção de passageiros e malas:

Viajar só com mala de mão é cada vez mais comum, especialmente pela cobrança para despachar malas. Por isso, a desinfecção de passageiros e malas antes de entrarem no avião pode se tornar uma realidade. No Aeroporto Internacional de Hong Kong, por exemplo, já estão sendo instaladas cabines de desinfecção para os passageiros, o processo leva apenas 40 segundos. Além das malas de mão que acompanham os viajantes, as malas despachadas também devem passar por processos próprios de desinfecção quando os voos retomarem a normalidade.

Comprovativos de imunidade para viajar para Europa pós-coronavírus:

Sabe o Certificado Internacional de Vacina que muitos países exigem da febre-amarela? Esse comprovativo para o coronavírus pode se tornar uma realidade para viajar para Europa pós-coronavírus, especialmente quando houver uma vacina. Ou, ainda, um certificado de imunidade, conferido a quem já teve a doença e desenvolveu imunidade.

O novo normal nas atividades turísticas na Europa pós-pandemia:

Dentro do setor de turismo são muitas as áreas afetadas e a retomada significa passar por mudanças significativas. Para permitir que seja possível viajar para Europa pós-coronavírus cada setor vai ter que se adaptar para promover a sensação de segurança que os turistas ainda não recuperaram completamente.

Hotéis e hospedagem pós-pandemia:

Soluções de self check-in e café da manhã individualizados são algumas das previsões para a retomada das viagens pós-pandemia. As recepções com atendentes e o contato direto com os funcionários podem ser substituídos por soluções digitais, especialmente as que possam ser acessadas direto do celular do viajante. O buffet de café da manhã também não deve retornar tão cedo. É possível que a refeição seja substituída por soluções individualizas ou, ainda, removidas das facilidades da maioria dos hotéis. As hospedagens em casas no período pós-pandemia também devem mudar. A higienização e desinfecção dos espaços passará a ser uma exigência em plataformas como o Airbnb. Os viajantes estarão mais preocupados em saber quais foram as medidas de limpeza do ambiente após a saída dos hóspedes anteriores.

Restaurantes e a alimentação:

A curto prazo são muitas as medidas para o setor de alimentação retomar as atividades. Cuidados extras no atendimento, assim como o distanciamento dos clientes são alguns dos pontos a serem implementados. É possível que os viajantes experimentem novos modelos de atendimento nos restaurantes, com menos interação com os garçons e mais autonomia nos pedidos e nos serviços. Assim como no café da manhã de restaurantes, os serviços de buffet, nos quais o próprio cliente se serve, devem passar por mudanças consideráveis. Os restaurantes, nos lugares onde a quarentena está sendo flexibilizada, estão funcionando com uma restrição de ocupação de no máximo 50% das mesas. Os que operavam no sistema de bufê estão tendo que se adaptar com menus improvisados. Esse parece ser o cenário mais provável nos próximos meses.

Visitação de museus e pontos turísticos:

Um dos setores que sofreu grande impacto com a pandemia foram os museus e atrações turísticas Coliseu vazio, a Torre Eiffel fechada e centenas de museus com atividades suspensas. Gradualmente elas começam a ser retomadas, entretanto com restrições, por isso, vai ser preciso se planejar para viajar para Europa pós-coronavírus e conseguir visitar o que você deseja. Além de desenvolver circuitos alternativos para dispersar os visitantes dentro dos museus, o controle do número de entradas também será uma realidade. Se há pouco tempo observávamos novos recordes de lotação, certamente 2020 vai ser um ano atípico nesse cenário. Muitas das medidas devem se estender até 2021. Ainda não está claro quando e como vão voltar a funcionar com segurança atrações como shows, espetáculos, museus e o monumentos com grande concentração de pessoas… se não aparecer uma vacina ou tratamento eficaz para o coronavírus nos próximos meses, esses negócios vão precisar se reinventar para sobreviver.

As viagens que podem ser repensadas pós-pandemia:

Algumas modalidades de viagem podem ser mais afetadas que outras. Por exemplo, porque fazer uma viagem de negócios se a maioria das questões pode ser tratadas online em uma chamada de vídeo? A seguir apresentamos alguns exemplos, confira:

Intercâmbios:

Programar um intercâmbio para 2021? Talvez ainda não seja a hora para isso. Muitas instituições de ensino pelo mundo, sejam acadêmicas ou de idiomas transferiram suas aulas presenciais para o ambiente online e não há previsão de que elas retornam as salas tradicionais. Com isso, viajar para fazer intercâmbio na Europa talvez demore a fazer parte da realidade. Uma alternativa é planejar a atividade para longo prazo, assim, será possível ter uma experiência completa, vivenciando o dia a dia no país.

Viagens de negócios:

Atravessar o Atlântico a trabalho não será uma atividade tão corriqueira no futuro próximo. Se antes as multinacionais e empresas com altos volumes de negócio de importação e exportação mantinham um tráfego constante de seus executivos com o exterior, isso não deve ocorrer até que seja completamente seguro viajar. O home office e a possibilidade de fazer reuniões importantes de forma segura pela internet podem tornar as viagens não essenciais de trabalho algo do passado. Além do risco de expor os funcionários, a abertura para receber viajantes recém-chegados do exterior vai cair.

Cruzeiros:

Sempre sonhou em fazer um cruzeiro? É possível que esse sonho demore para acontecer de novo. As companhias de cruzeiro do mundo inteiro podem perder cerca de 90% do faturamento. Isso porque, com os casos notórios de navios que se tornaram focos, como Diamond Princess, ou o Norwegian Jewlque foi recusado em vários portos do Pacífico, levaram medo a muitos viajantes. Por se tratar de um ambiente confinado, um simples caso pode acabar gerando um surto no navio. Assim, até que seja seguro fazer um cruzeiro, o que pode acontecer apenas em 2021 ou quando uma vacina surgir, essas passeios vão ser mais evitados. Até lá os navios deverão ficar nos portos ou ancorados.

Fim do turismo de massa na Europa?

Ainda é cedo para dizer se é o fim, mas certamente é uma desaceleração na massificação do turismo. Ser levado pela corrente nos corredores do Museu do Vaticanoou se amontoar com centenas de pessoas para ver a Monalisa no Louvre, são situações impensáveis neste momento. Muitas cidades pela Europa já se exauriam do turismo de massa e seus efeitos devastadores sobre as cidades e suas populações. Dois bons exemplos são Veneza e Barcelona, que foram impactadas duramente nos últimos anos. É impossível não ligar a pandemia ao turismo de massa, é comprovado que as viagens entre países e continentes espalhou o vírus por cada canto do mundo. A necessidade de consumir o turismo como produto, promovido pela facilidade de voos, barateamento de estadias e outros facilitadores, levou muitos lugares a exaustão e a pandemia é um freio, pelo menos momentâneo para o crescimento do turismo.

Turismo sustentável na Europa pós-pandemia:

Em meio as dúvidas e insegurança para viajar, ressurge um movimento que pretende estimular o turismo sustentável. Esse modelo busca promover ambientes de coexistência harmoniosa entre o turismo e a cidade, para que ambos possam se desenvolver de forma benéfica. Quando falamos de benefícios, é preciso lembrar que apesar de trazer renda e sim, isso é bom, ela deve ser sustentável, sem gerar impactos negativos na cidade e seus habitantes. Entre os principais benefícios da redução da velocidade e voracidade do turismo está a reocupação dos espaços urbanos pela população local. Em cidades como as já citadas, assim como no Porto, Lisboa, Madrid e vários outros destinos na Europa, a população local foi removida para os subúrbios das cidades, já que os mais centrais se tornaram em sua maioria alojamentos para turistas. Assim, os ambientes urbanos se tornaram quase fantasmas, com índices de ocupação para moradias muito baixos. O turismo sustentável, em um primeiro momento, pode gerar prejuízo, mas os locatários terão que se reinventar, destinar as habitações a estudantes e pessoas que vivem na cidade. Os turistas também ganham com o turismo sustentável. Não existe nada mais desagradável durante uma viagem do que ser privado do prazer de admirar um monumento, apreciar uma obra de arte ou uma vista bonita porque existem centenas de pessoas esperando que você dê lugar a ela.

Vamos ter medo de viajar para Europa pós-coronavírus?

No início sim, mas com o tempo as pessoas vão voltar a se sentir mais seguras e confortáveis para voltar a entrar em um avião. Especialmente a medida que forem desenvolvidos tratamentos comprovadamente eficientes, assim como com a chegada de uma possível vacina. Até lá, as pessoas vão sim ter medo de viajar. Posso responder por mim: sim, tenho medo de viajar nos próximos meses. Sou apaixonada por viagens e já volto para casa pensando em qual será o próximo destino. Mas agora, não tenho planos de sair do país e vou aproveitar o verão europeu para conhecer destinos portugueses que ainda não visitei. Sobre entrar em um avião e enfrentar uma longa viagem? Só no final do ano para ver a família no Brasil. E você, tem medo de viajar para Europa pós-coronavírus ou já está preparado para arrumar as malas? Até que ponto essas novidades vão afastar ou atrair os clientes? Ainda não sabemos! Mas essas questões terão grande influência na decisão das pessoas sobre quando voltar a viajar. E você, o que acha dessas medidas? Se sentiria mais seguro com os novos procedimentos? Comente e participe!

Fonte: https://www.eurodicas.com.br/viajar-para-europa-pos-coronavirus/?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=01jun

QUERO FAZER COM QUE MULHERES DE 60 ANOS DEIXEM DE SER INVISÍVEIS – CLAUDIA GRANDE.

Conheci já a algum tempo a Cláudia Grande pelo Facebook, ela tem 62 anos e é a criadora de um site dos mais interessantes para pessoas maduras: Projeto 60 anos. Tem muitas seguidoras que aumentam dia a dia.

Uma mulher elegante, que conta num vídeo como, depois dos filhos criados, da separação do marido e com tempo para ela, resolveu revolucionar a própria existência já na sexta década de vida. É super interessante sua página que lida com diversas questões.

O próprio jeito de Cláudia Grande se apresentar no site é muito instigante. Leia e, mais abaixo, veja o vídeo, no qual ela explica por que está simplificando sua vida:

“Meu nome é Claudia Grande e tenho 61 anos. Por que comecei contando minha idade? Porque me reinventei aos 60, depois de ter sobrevivido a um câncer, acabado um casamento de 33 anos e deixado minha empresa ambiental para realizar um sonho, o de inspirar mulheres desta idade a ter uma maturidade saudável, ser elegante, alegre e principalmente, fazer com que deixássemos de ser invisíveis.

Aos 58 anos, me vi planejando meu aniversário de 60 e ao mesmo tempo que escolhia um smoking para usar na festa me sentia fora de forma e cheia de dores. Resolvi sair do sofá e começar a correr na rua (hoje meu esporte preferido). E, para que meus 100 amigos do Facebook me incentivassem, criei uma página chamada Projeto 60 anos, onde compartilhei meus sonhos, minhas roupas preferidas, as comidas que gosto de fazer, músicas da minha vida, filmes inesquecíveis, meus progressos com meu novo esporte e, para minha surpresa, em uma semana eu tinha 1000 seguidores me incentivando.

Espera aí, o que está acontecendo? Não conhecia essas pessoas mas elas estavam me tratando como velhas amigas, me mandando mensagens dizendo que finalmente alguém havia lembrado delas e que queiram mais e mais sugestões minhas. Começava aí uma nova vida…Blogueira da Terceira Idade? Justo eu que sempre fui empresária?

Leia também: https://oterceiroato.com/2020/02/09/envelhecer-esta-sendo-bem-melhor-do-que-pensei/

Até parece que antes minha vida era pacata para dar tanto valor aos dias cheios de hoje. Eu sempre tive uma vida super agitada, sou mãe de 4 filhos, 5 netos, tenho 4 cachorros, duas gatas, sou presidente de uma Assistência Social há 10 anos, onde cuido de idosos carentes, minha casa é grande e repleta de amigos, meus jantares diários sempre tem mesa cheia, adoro festas, recebo muito. Sou descendente de Italianos e Libaneses, a mais velha de 5 irmãos e nossa família adora se reunir para comer, dançar, festejar, brigar, se divertir, viajamos juntos e nos amamos de montão.

Ex-empresária da área de meio-ambiente, Cláudia superou um câncer e se reinventou.

Mas, de repente, 570.000 pessoas, fazem parte do meu dia a dia (hoje é este o número de seguidores da página,) levando o segundo turno da minha vida para outro patamar, transformando a tal temida maturidade em algo delicioso de viver, fazendo a velhice ser interessantíssima e repleta de coisas boas e, o mais importante, podendo ser útil a tanta gente que antes se sentia desmotivada e esquecida simplesmente por ter entrado na tal da terceira idade.

Leia também: https://oterceiroato.com/2019/10/15/os-sexalescentes-do-seculo-xxi/

E com esta página, a moda, que eu sempre amei, entrou em primeiro plano na minha vida, e eu que já dava muito valor ao que vestia, hoje dou dicas, sugestões para mulheres como eu, que querem ficar bem vestidas mas sem usar roupas de velhas, que podem ter os cabelos sem pintar com muito orgulho sem parecer desleixada.

A indústria da moda só agora está despertando para este publico, que veste um número maior, pesa um pouco mais, tem formas mais arredondadas mas quer estar fashion e bonita. Sempre digo que menos é mais, mas nem sempre fui assim. A maturidade me ensinou a ser clean e prática, visto roupas básicas e dou muito valor para acessórios bons, que na minha opinião são fáceis de achar e transformam um look, indo do clássico ao contemporâneo sem grandes problemas e gastos. Em tempos de dinheiro mais curto, sugiro roupas de boa qualidade, deixando para poucas peças as roupas de modinha.

Bom senso sempre, é o que friso para minhas seguidoras. Vestidos e saias curtas e justas, decotes enormes, calças de malha apertadas e chamativas estão fora do meu guarda-roupa. Adoro pantalonas, vestidos leves e sem muitos detalhes, casacos e blazers bem cortados, camisa branca com jeans, alpargatas e oxfords, saltos não tão altos mas modernos e mais confortáveis, lingerie muito bonita, camisolas de seda, óculos de sol com pegada moderna, bolsas vintages ou de tiragem especial. Não saio sem maquiagem e filtro solar, uso tênis esportivo apenas para esporte, roupa de ginástica quando me exercito, adoro jóias e bijoux diferentes e únicas.

Leia também: https://oterceiroato.com/2020/02/20/de-invisiveis-a-protagonistas-os-acima-de-50-anos/

Meu perfume é um creme e os meus cabelos são grisalhos e com um corte moderno. Mas nada disso adianta se não tivermos um sorriso no rosto que eu considero nosso cartão de visita. Ser feliz pode ser uma opção e a roupa que se veste é o retrato da nossa alma. A elegância está nos gestos e nas atitudes. O dinheiro pode nos fazer ricos mas não nos deixa mais nobres. Eu já criei filhos, já plantei arvores e agora escrevo páginas…Como dizia meu pai, você se tornou imortal. Adoro saber disso, porque tenho pavor de morrer! Por falar em morte, brinco muito com meus filhos sempre que vou a um velório. Tenho listas de desejos, como não ter flores me cobrindo entre outras coisas, mas fiquem tranquilos, não farei uma página sobre isso….se bem que acabo de ter uma ótima idéia…(risos, muitos risos).”

Neste depoimento de Cláudia Grande conta como vai simplificando cada vez mais a sua vida e de sua busca incessante de leveza”. Assista:

https://youtu.be/iturETfT-G4

Fonte.:

https://www.50emais.com.br/quero-fazer-com-que-mulheres-de-60-anos-deixem-de-ser-invisiveis/

VOCÊ MERECE ISTO TUDOOOO,.. E MUITO MAIS!

Neste tempo de pandemia que estamos todos resguardados em nossas casa, já a bastante tempo… sem previsão de voltar, achei pertinente este poema de Estefania Mitre, que é frequentemente atribuído a Frida Kahlo; ele deve ser lido pelo menos uma vez por todos, leiam:


Você merece um amor que a ame quando você estiver despenteada, aceitando as razões que a fazem acordar rapidamente, e os medos que não permitem que você durma.
Você merece um amor que faça com que você se sinta segura. Que a ajude a conquistar o mundo ao pegar em sua mão, que sinta que seus abraços se encaixam perfeitamente com sua pele.
Você merece um amor que deseje estar ao seu lado, visitar o paraíso apenas olhando seus olhos, e que nunca fique entediado lendo suas expressões.
Você merece um amor que a ouça cantar, que apoie todas as suas loucuras, que respeita sua liberdade e que a acompanhe em seu voo, que não a deixe cair.
Você merece um amor que afaste as mentiras. E que traga sonhos, café, poesia.
Você merece isto é muito mais 💓

MEMÓRIAS…

“De vez em quando a vida preciso ser vista de ângulos diferente”.

Eu vou indo… eu vou evoluindo!

Sobre estar em movimento, me reinventando, vivendo essa metamorfose ambulante que é a vida.

Existem momentos únicos que duram segundos, mas deixam lembranças para a vida toda. São únicos e inesquecíveis.

No final tudo vira história. Então ria de si mesmo, eternize os sorrisos na sua memória.

INSTANTES…

“Memórias merecem destaque. As lembranças desobedecem, entre a vontade de serem nada e o gosto de me roubarem o presente”. Mia Couto

Sabe aquele lugar especial no mundo capaz de nos desligar da mente e reviver as melhores lembranças da infância? Pois é aqui! O Agora!!!

Instantes é o que temos. As vezes nem percebemos… Mas temos também o que fazemos com ele. Aí sim… Eternizamos. Construindo lembranças e guardando na memória. Damos cor, brilho e vida. E vamos colorindo com as cores que escolhemos.

Nossa alma carregam nossos instantes, nossas vivências e nossas memórias. É pra lá que voltamos pra sentir nossa história. Memórias… elas resgatam instantes e nos faz sentir o sabor daquela emoção novamente, quantas vezes quisermos. Eu sempre transito entre o presente e o passado. Gosto de relembrar, Reviver! Quais memórias você tem carregado com vocês?

SOU FEITA DE CICATRIZES E GRATIDÃO…

Sou feita de histórias que não deram certo, de frases sem ponto final, de reticências… Sou feita de uma porção de livros lidos pela metade… outros relidos várias vezes. Sou feita de humanidade. Carne, ossos e humanidade!

Todas as minhas histórias… algumas pela metade, (ou quase todas), me deixaram completamente inteira. Inteira de mim… de tudo que não desejo, de tudo que não tolero mais. Sei exatamente quando e o que.

Sou feita de sim, muitos deles. Mas, graças ao tempo, sou feita de não, mais ainda deles. Não ao que me fere, ao que me faz mal, ao que não me alimenta… ao que não tolero mais. Sou feita de construções e reconstruções. Sou feita de corpo, alma e histórias!

Sou feita de santos, budas e Iemanjás. Também sou feita de muita complexidade. Sou sonhos, sou desilusão. Ouso sonhar e acreditar. Não sou feita de basílicas, capelas, igrejas, sés ou conventos, mas sou todinha retalhada na fé.

Fé é o que me movimenta, é o que me levanta todos os dias, é o que seca minha alma depois do temporal. Fé é meu prato preferido. Fé é a roupa que mais me cai bem. Fé me acompanha sempre! Muita fé!

Sou feita de anseios, de preocupação. Sou feita de luz e escuridão. Sou feita de beijos, pele, conexão. Sou feita de amor, abraços e música clássica. Tudo pulsa dentro de mim. Sou feita de amor… muitas cores e sons!

Sou feita de detalhes que não me recordo bem (e de uma péssima memória). Sou feita de imensa facilidade em desculpar (outras nem tanto rsrsrs) mas de uma capacidade ainda maior em tentar esquecer ou compreender quem me machucou. Sou feita de esperança que em impulsiona pra frente!

Sou feita do amor dos meus pais, dos meus irmãos, da minha avó, do meu marido, dos meus filhos, enteados, dos meus netos e dos meus amigos. Sou feita do que já conquistei, mas, mais ainda de tudo o que perdi na vida.

Foi o que perdi que me manteve alerta. Foi o que aprendi na dor que me fez forte, firme e foi o que entendi do amor que me fez humana. Compreender, observar, amar, falar e ouvir fez parte de mim. Positivismo na vida, me impulsionou. Superei… resisti… construí e reconstruí novas histórias… Resiliente fui, sempre. Vivi e vivo em paz… de bem com o mundo é a vida!

Sou feita de cicatriz e gratidão!

Assim como Ju Farias também… sou feita assim…

A VIDA… E SUAS PEDRAS!

Neste momento que o mundo inteiro se encontra em isolamento social por causa da pandemia… angústias e ansiedades despontam mais do que nunca, esta crônica de Mário Quintana traz uma boa reflexão… cutuca bem lá no fundo, mexe e remexe e traz uma luz sobre o que de mais importante temos na vida… a vida… agora.

Ter clareza na percepção sobre tudo o que nos cerca, saber parar… esperar… ouvir e enxergar pra onde queremos ir… com paciência, resignação e esperança faz toda a diferença. Sempre fez, mas muitas vezes não soubemos… a maturidade nos da isso.

“Depois de muitas quedas, eu descobri que, às vezes, quando tudo dá errado, acontecem coisas tão maravilhosas que jamais teriam acontecido se tudo tivesse dado certo.

Eu percebi que quando me amei de verdade pude compreender que, em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa.

Então pude relaxar… pude perceber que o sofrimento emocional é um sinal de que estou indo contra a minha verdade.

Parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.

Desisti de querer ter sempre razão e com isso errei muito menos vezes.

Desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Isso me mantém no presente, que é onde a vida acontece.

Descobri que na vida a gente tem mais é que se jogar, porque os tombos são inevitáveis.

Percebi que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.

Também percebi que sem amor, sem carinho e sem verdadeiros amigos a vida é vazia e se torna amarga.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.

Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo…”