FELIZ NATAL E PROSPERO ANO NOVO…

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Neste Natal de 2016 e no Ano Novo de 2017 compartilho meus votos de felicidade e agradecimento por tudo que consegui ao longo deste ano que já está acabando e faço meus votos de felicidades e muita prosperidade á familia, aos amigos e á todas as pessoas com quem compartilho minha vida nesta nova jornada que se inicia no dia 1º de janeiro. Que a paz e a compreensão reinem em nosso corações neste Natal e no Ano Novo que se aproxima. Boas Festas!

10 IDÉIAS PARA UM RELACIONAMENTO DURADOURO FELIZ.

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Collage of an elderly couple sharing good moments together on a beach

“Coloque tempo, energia e amor para ter um relacionamento longo e feliz e vê-lo crescer mais forte ao longo dos anos. Assim, terá um melhor amigo, um amante e um companheiro.” Nyomi Graef 

Manter um relacionamento harmonioso e duradouro pode ser uma fonte de felicidade. Quem defende essa ideia é Nyomi Graef mestre em promoção de saúde pela Curtin University, na Austrália. Para expandir a proposta, Nyoni descreveu 10 passos para manter um relacionamento saudável e feliz por muitos anos. Sempre é bom refletir sobre este tema:

  1. Tenham os mesmos valores pessoais
    Se um dos parceiros espera um relacionamento monogâmico e o outro quer um aberto — e não vai se comprometer — esse relacionamento vai funcionar a longo prazo?
    Quando se trata de assuntos como saúde, hábitos financeiros e formas de criar os filhos, é preciso que haja opiniões em comum, ou que pelo menos um dos parceiros aceite a opinião conflitante do outro. Se não, o ressentimento pode se transformar em brigas intermináveis ou raiva. Ou os casais podem evitar conversar sobre o assunto, e a relação estará condenada.
  2.  Mantenha a chama viva
    Como sabemos, os relacionamentos passam por diferentes estágios – o cortejo, os primeiros sinais do amor, o período de lua de mel … Mas apesar da “pressa” inicial, o amor muitas vezes desaparece com o tempo. Portanto é preciso manter a química viva para evitar que a companhia um do outro se torne entediante.
    As coisas que podemos fazer não precisam ser caras para serem agradáveis. Beber um vinho em um belo parque, divertir-se em um clube juntos, aconchegar-se vendo um pôr do sol — qualquer coisa que funcione para ambos manterem a chama acesa.
    Além disso, continuem rindo. Casais que compartilham o mesmo senso de humor — e com frequência riem juntos — são mais propensos a terem uma relação a longo prazo.
  3. Faça o seu parceiro se sentir a pessoa mais importante no mundo
    Se um dos parceiros se sente segunda (ou terceira …) melhor pessoa para seu parceiro com relação aos pais ou amigos … ele vai dizer “eu te amo muito”? Nós somos sensíveis, e podemos dizer se alguém nos ama ou não, ou nos ama menos do que gostaríamos.
    Seja quente — não frio e distante. Se o parceiro quer afeto, ofereça afetos muitas vezes, e faça isso com amor. Diga “eu te amo” muitas vezes, e diga espontaneamente. Esteja disponível para ele em momentos de necessidade.
  4.  Pequenas coisas significam muito
    Como sabemos, coisas pequenas podem se transformar em coisas grandes ao longo do tempo. Se deixar a roupa suja no chão do banheiro todos os dias irrita o parceiro – pare de fazer isso. Qualquer que seja essa atitude que incomoda, tente encontrar um equilíbrio para que o excesso de agrado não torne um o capacho do outro.
    Um simples abraço ou um “eu te amo” a cada noite antes de dormir. Ou um carinhoso “sinto muito”, durante uma discussão. São coisas pequenas que podem fazer a diferença entre o ressentimento duradouro ou a paz e a felicidade em um relacionamento.
  5.  Tenham uma vida social e interesses mútuos
    Para um relacionamento feliz, é óbvio que os casais precisam fazer regularmente coisas agradáveis juntos. Não é preciso minimizar totalmente a sua individualidade, mas sem ao menos um interesse em comum, será que essa relação tem motivo? Vale a pena continuar?
    Porém, ter interesses fora do relacionamento é vital. Ter apenas o parceiro para compartilhar o tempo com qualidade, seria confiar apenas a ele a nossa felicidade, e isso não é uma coisa boa.
  6.  Agrade o outro
    Pequenos presentes, como cartas, bilhetes de amor, flores, coisas que dizem “eu te amo”. Presenteie com sinceridade em todas as fases da relação — e não apenas durante o namoro. Mas não exagere — não é preciso sufocar a pessoa ou se afundar em dívidas.
  7.  Não jogue sujo em uma briga, e faça as pazes rapidamente 
    Discussões longas e desagradáveis são maneiras eficazes de aniquilar um relacionamento. Brigue sem ferir o parceiro fisicamente e ou emocionalmente. Diga “desculpe” rapidamente se achar que está errado, não espere por dias ou deixe de dizer.
  8.  Trate o parceiro com respeito
    Bondade, consideração e dignidade são essenciais para manter um relacionamento feliz. Comentários maliciosos, palavras desagradáveis e críticas podem destruir o amor. Ninguém gosta de se sentir menosprezado. Se não gosta de algo que o outro faz, encontre uma maneiras de expressar seu sentimento sem ferir a auto estima do outro.
  9.  Dê apoio
    O suporte pode ser emocional, físico, espiritual …. Tente incentivar o outro com palavras e ações para mostrar o quanto se preocupa com ele. Assista o parceiro se ele joga faz algum esporte. Cuide do outro quando este está doente. Ouça com atenção quando o parceiro está chateado.
  10. Aprecie o parceiro. Anos atrás, li que a principal razão pela qual muitos casamentos acabam é porque pelo menos um dos parceiros se sente desvalorizado no relacionamento. Faça-o sentir especial e valorizado como pessoa no mundo. (Tradução: Sabrina Silveira)  

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http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticia/2010/08/especialista-sugere-10-ideias-para-um-relacionamento-duradouro-e-feliz-2995508.html

EU VOU SER VOVÓ… PELA PRIMEIRA VEZ… Á DISTÂNCIA…

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“… E eu, avó de primeira viagem… inicio a caminhada por essa nova e longa etapa de minha vida. Novos sentimentos vou descobrindo… Ser avó pela primeira vez é um marco único… importante e  definitivo na nossa vida. Ser vovó á distância…  é outro desafio a se vencer”. Bia Perez.

Ser avó, para nós mulheres, é a possibilidade de criar novos rumos no viver, re-contar histórias, escrever, registrar os eventos… Este é um deles…

Parto hoje daqui  (com o coração pequenininho)… depois de um tempo (77 dias) juntinho… curtindo meu neto, filho e nora que agora passam a morar aqui… tão distantes do Brasil. Lembranças lindas e  doces… é tudo que levo comigo hoje.

Sim vou pensar em vocês a cada passo que der. Espero que a vida os trate muito bem.  E espero que tenham tudo que sonharem! Na vida temos que ter a coragem de abraçar todas as oportunidades que nos aparacem… e acreditar em nossos sonhos. Isto vocês fizeram e só tenho a abençoar e pedir a Deus que os  proteja.

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Sou hoje a saudade do seus bracinhos abertos me aconchegando estendidos para te pegar do berço… do seu largo e inocente sorriso me olhando… dos seus olhinhos curiosos enxergando o mundo inteiro… (Bom dia mundo!!! Boa noite mundo!!!)… e experimentando de tudo um pouco! Sou a saudade dos seus dedinhos buscando os meus… entrelaçando-os até você adormecer juntinho da vovó, meu netinho querido…!

Sou hoje a saudade da sua risada leve… da sua emoção contando todo feliz e realizado como foi seu dia no trabalho… dos gostosos lanchinhos que fazia carinhosamente no jantar… do sorvetinho de sobremesa… e das longas noites assistindo aos seriados e filminhos… Sou a saudade dos longos passeios animados e divertidos me mostrando todas as histórias e as belezas do seu novo lugar, meu filho querido…!

Sou hoje a saudade de vê-la cuidando do seu lar e da sua família com tanto carinho e amor… Deste amor que transborda o seu ser, na entrega total ao seu filho e ao seu marido…  Sou a saudade dos nossos almoços e das pizzas que você mesma fazia… das nossas passeadas divertidas nos trens e pelo bairro com o carrinho de bebê apreciando o pôr do sol… com ou sem chuva… dos filminhos da nossa sessão da tarde… e das nossas gostosas conversas e risadas, minha norinha querida…!

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Ah, sim já sinto saudades!!! Fui me  despedindo cada dia um pouquinho! Vou ficar tentando lembrar de tudo que eu vivi aqui. Cada momento vivido… eternizarei dentro do meu coração.

Sou a soma de tudo isso, e infinitamente muito mais. Sou toda “coração”… amor e sentimentos! E além de tudo isso, sou eu mesma!!!

Vou carregada de todas estas lindas lembranças que me encorajam, me orgulham  e me confortam muito… me acrescentando novas experiências na minha vida… certa de que escolhem bem …

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“Ah, claro! Fotos e vídeos… muitassssss…

Para fazer longas paradas”. São paradas para me fazer relembrar nossas histórias vividas e que deixam saudades.

Revejo tudo na minha memória e pelo álbum de retratos.

Ah, tem ainda o skype uma distância que nos aproxima. Quem diria… isso ajudará bastante para amenizar minha saudade!

Sentirei saudades , saudades de tudo!! Saudades é coisa boa!

Agradeço tudo que fizeram por mim nestes dias… muito, muito obrigada mesmo…  e um até breve. Que Deus os abençoe!

Com amor… mil beijos.

Vovô Bia.

BIA SO

DIA DAS AVÓS!

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Penso que: “Jamais deixarei de ser essa Peter Pan. Quero mostrar pros meus netos que a verdadeira felicidade mora num coração de criança. Mesmo que o corpo venha envelhecer, a mente não precisa abandonar a melhor fase da nossa vida”… Adriana N. do Amaral.

 Hoje como uma vovó novata tenho a dizer que me sinto abençoada e agradecida por estar vivendo esta experiência única e maravilhosa na minha vida.  Meu neto é muito amado, agora com 8 meses encontra-se atualmente morando em Londres… Este ano estou com ele, ajudando nesta mudança de País na vida de sua família… e a cada dia vou me despedindo um pouquinho de sua presença física… pois em breve nos veremos menos… e terei que me acostumar a matar as saudades via internet… ainda bem que este avanço ajuda a diminuir um pouquinho as saudades e a estar mais perto. Mas mora eternamente dentro do meu coração e lá estaremos sempre juntinhos!  A relação que nasce entre avós e netos é terna e infinita de muito amor e afeto. Que todos avós possam receber esta dose de amor hoje e sempre.

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 “Ser avó e avô é como fazer uma colcha de retalhos… é juntar pedaço por pedaço de cada quadradinho, de cada retângulo, de tamanhos diferentes, de cores diferentes, mas sempre cores vivas, alegres, cheias de vida… e transformando aqueles pequenos retalhos num ato de amor, mesmo que cada um tenha seu estilo próprio”. Ana Maria Pantaneira.

CONVIVÊNCIA FAMILIAR.

“A família não nasce pronta; constrói-se aos poucos e é o melhor laboratório do amor. Em casa, entre pais e filhos, pode-se aprender a amar, ter respeito, fé solidariedade, companheirismo e outros sentimentos”. Luis Fernando Verissimo

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Amar… Compartilhar… Compreender…

Quem não sabe tolerar… não aprende a amar.

Os teus familiares são as tuas lições imediatas.

Sem paciência… o menor problema adquire proporções imensas.

Aprende a ceder em favor da felicidade alheia.

Necessário… muitas vezes.

Não agridas verbalmente aqueles que convivem contigo.

Respeite os limites de cada um.

Ouça com o coração acima de tudo.

A gentileza abre portas a muito tempo cerradas.

Não transforme o teu lar em lugar de aflições.

Repense… Paz e amor!

Aprenda a conviver com o outro.

Crie um ambiente de harmonia.

Torne mais aconchegante o teu ninho doméstico.

Seleciona os assuntos de teus diálogos familiares.

Incentive seu filho a conviver com todos da família.

Soluções surgem com um bom diálogo e respeito mútuo.

A família é o teu primeiro compromisso na vida.

A diversidade é inerente à família

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Fonte: http://www.aterceiraidade.com/positivismo/convivencia-familiar/

TÃO IMPORTANTE QUANTO SEGUIR EM FRENTE, É SABER DEIXAR PRA TRÁS.

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 “Não somos responsáveis apenas pelo que fazemos, mas também pelo que deixamos de fazer”. Moliére.

Falar sobre seguir em frente, lembra-nos de deixar o passado no seu devido lugar. Encerrar ciclos e abrir novos caminhos… aprendemos melhor com o tempo ou tentamos… Em “A Soma de Todos os Afetos” de Fabíola Simões descreve bem esta passagem. Leiam.

Tenho um tio muito querido que é um nostálgico compulsivo. Adora tomar seu vinho ao som de Nat King Cole, Billie Holiday e Frank Sinatra, enquanto nos remete aos idos de nossa infância e à lembrança de um tempo bom. Estar ao seu lado é uma festa saudosa, que invariavelmente traz de volta um pouquinho do que éramos e de como nos sentíamos juntos.

Porém, outro dia, conversando com uma amiga, falávamos sobre a necessidade de seguir em frente. E sobre o quanto isso implica deixar certas coisas, lugares, pessoas e momentos para trás.

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Porque não basta abrir as portas para o novo tempo. É preciso fechar algumas janelas também. E talvez fechar algumas janelas seja a parte mais difícil de seguir em frente…

Como deixar partir fragmentos do que fomos ao trancarmos nossas janelas?

Talvez a resposta esteja na vivência do luto. É preciso respeitar a dor do fim de um tempo, mesmo que novas portas (muito melhores) estejam se abrindo à nossa frente.

É preciso deixar partir a infância dos filhos, o fim de um relacionamento que parecia perfeito, as amizades que não tinham vínculos muito sólidos, as palavras de amor que não vingaram, a própria juventude, o corpo perfeito, o tempo bom de faculdade, a saúde de nossos pais.

Diante da finitude, temos que aprender a seguir em frente sem olhar pra trás com saudosismo ou sofrimento.

É preciso coragem para queimar cartas antigas que perderam espaço em nossa memória afetiva, deixar abrigos conhecidos onde não nos refugiamos mais, dar chances às novas possibilidades de felicidade.

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Nem tudo resiste ao tempo. Agarrar-se ao que não existe mais não permite que novas chances se revelem… que novos caminhos sejam abertos…

O ouvido se habituará a novos sons se a gente deixar que ele escute novas canções. Assim também aprenderemos a aceitar o novo tempo se facilitarmos o começo de novas possibilidades e entendermos que não há mais o que se esperar daquilo que já passou.

Não há o que se esperar do passado. Ele aconteceu, foi bom, ficou vivo dentro da gente, nos fez feliz… mas passou. Guarde-os no seu devido lugar.

Que permaneçam as boas lembranças, não o desejo de perpetuar vapores de um tempo que não floresceu.

Que os álbuns de fotografia em sépia sirvam para nos lembrar dos sorrisos e sonhos que tínhamos, mas não substituam a alegria de nos relacionarmos com quem está ao nosso lado aqui e agora.

É preciso aprender a partir. A abandonar nossos lugares no mundo e de dentro das pessoas.

Descobrir que, tão importante quanto seguir em frente, é saber deixar pra trás.

Vivendo um luto de cada vez, aprendendo a desistir um tanto do que éramos para abrir espaço para quem nos tornamos; acreditando que uma vida abriga inúmeras fases, e para vivê-las com sabedoria é preciso resgatar o novo e abandonar o velho; sendo tolerante com alegrias novas que querem chegar, e permitindo que nos mostrem o que podem fazer por nós.

Nem sempre é fácil reconhecer que um tempo chegou ao fim. Insistimos em reviver antigos papéis, trazer à tona emoções que se esgotaram, resgatar pessoas que já partiram há muito tempo de nós.

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Cada um encerra seus ciclos de forma diferente, e é preciso respeitar o tempo de cada um. Mas tudo passa! O tempo é a melhor opção.

O presente te escolheu. Tenha a sabedoria de escolhê-lo também…
Fonte: http://www.asomadetodosafetos.com/2016/06/tao-importante-quanto-seguir-em-frente-e-saber-deixar-pra-tras.html#ixzz4BpiSSopZ

QUANDO OS FILHOS VOAM… POR RUBEM ALVES.

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“… Amar é ter um pássaro pousado no dedo! Quem tem um pássaro pousado no dedo sabe que, a qualquer momento, ele pode voar…” Rubem Alves.

Encontrar a sabedoria do amor que nos ensina a deixar voar e não a engaiolar… é uma benção! Pra variar este texto vivo e cheio de afeto de Rubem Alves me surpreende! Dia a dia, com dor e amor, alegria e nostalgia, eu tenho aprendido sobre as asas e raízes que se revelam nos relacionamentos entre pais e filhos.

Estou sim aprendendo e muito especialmente na maturidade a “transformar nascer, crescer e morrer num processo menos monótono e sem sobressaltos”… amando e dando asas aos filhos… Cada vez eles vão mais longe e ficam por mais tempo… nós vamos acompanhando ás vezes de perto, outras de longe … Nos encontrando e nos espelhando em seus sonhos e vitórias… melhor assim, né. Leia:

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Sei que é inevitável e bom que os filhos deixem de ser crianças e abandonem a proteção do ninho. Eu mesmo sempre os empurrei para fora. Sei que é inevitável que eles voem em todas as direções como andorinhas adoidadas.

Sei que é inevitável que eles construam seus próprios ninhos e eu fique como o ninho abandonado no alto da palmeira…

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Mas, o que eu queria, mesmo, era poder fazê-los de novo dormir no meu colo…

Existem muitos jeitos de voar. Até mesmo o vôo dos filhos ocorre por etapas: O desmame, os primeiros passos, o primeiro dia na escola, a primeira dormida fora de casa, a primeira viagem…

Desde o nascimento de nossos filhos temos a oportunidade de aprender sobre esse estranho movimento de ir e vir, segurar e soltar, acolher e libertar. Nem sempre percebemos que esses momentos tão singelos são pequenos ensinamentos sobre o exercício da liberdade.

Mas chega um momento em que a realidade bate à porta e escancara novas verdades difíceis de encarar. É o grito da independência, a força da vida em movimento, o poder do tempo que tudo transforma.

É quando nos damos conta de que nossos filhos cresceram e apesar de insistirmos em ocupar o lugar de destaque, eles sentem urgência de conquistar o mundo longe de nós.

É chegado então o tempo de recolher nossas asas. Aprender a abraçar à distância, comemorar vitórias das quais não participamos diretamente, apoiar decisões que caminham para longe. Isso é amor.

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Muitas vezes, confundimos amor com dependência. Sentimos erroneamente que se nossos filhos voarem livres não nos amarão mais. Criamos situações desnecessárias para mostrar o quanto somos imprescindíveis. Fazemos questão de apontar alguma situação que demande um conselho ou uma orientação nossa, porque no fundo o que precisamos é sentir que ainda somos amados.

Muitas vezes confundimos amor com segurança. Por excesso de zelo ou proteção cortamos as asas de nossos filhos. Impedimos que eles busquem respostas próprias e vivam seus sonhos em vez dos nossos. Temos tanta certeza de que sabemos mais do que eles, que o porto seguro vira uma âncora que os impede de navegar nas ondas de seu próprio destino.

Muitas vezes confundimos amor com apego. Ansiamos por congelar o tempo que tudo transforma. Ficamos grudados no medo de perder, evitando assim o fluxo natural da vida. Respiramos menos, pois não cabem em nosso corpo os ventos da mudança.

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Aprendo que o amor nada tem a ver com apego, segurança ou dependência, embora tantas vezes eu me confunda. Não adianta querer que seja diferente: o amor é alado.

Aprendo que a vida é feita de constantes mortes cotidianas, lambuzadas de sabor doce e amargo. Cada fim venta um começo. Cada ponto final abre espaço para uma nova frase.

Aprendo que tudo passa menos o movimento. É nele que podemos pousar nosso descanso e nossa fé, porque ele é eterno.

Aprendo que existe uma criança em mim que ao ver meus filhos crescidos, se assustam por não saber o que fazer. Mas é muito melhor ser livre do que imprescindível.

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Aprendo que é preciso ter coragem para voar e deixar voar.

E não há estrada mais bela do que essa.

Fonte: https://osegredo.com.br/2015/12/quando-os-filhos-voam-por-rubem-alves/#.V2WQUmc7msR.facebook

COMO SUPERAR A SÍNDROME DO NINHO VAZIO?

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“Vivemos sobre o mesmo céu, mas nem todos temos o mesmo horizonte”. Konrad Adenquer.

Em um determinado momento das nossas vidas, nos damos conta de que os nossos filhos cresceram, e tomaram a decisão de começar um novo caminho…o  da independência… enfim vão viver suas vidas.

A síndrome do ninho vazio faz referência a esta situação. Muitas vezes os pais se sentem abandonados e tristes com esta situação… que faz com que deixem de se sentir importantes para os seus filhos e se sintam irritados e agoniados.

Nada vai substituir a saída dos filhos, mas é preciso entender que a fase da vida mudou, e se a pessoa não buscar outras fontes de prazer ela pode desenvolver muitas doenças. Não é para ignorar os sintomas, mas sim aceitar a dor, aceitar a saída dos filhos… se adaptar a essa mudança e dar novo sentido para a vida. Afinal criamos os filhos pro mundo!

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Devemos aceitar como um recomeço, não só para eles que sairão em busca de novos desafios e experiências, mas também para os pais, com um novo conceito de vida e de novas perspectivas. Temos que renovar nossos planos de vida, tanto individuais quanto matrimoniais, enxergar nessa situação que a principio parece negativa, a oportunidade de dedicarmos mais tempo e energia a nós mesmos, em busca de novas experiências e satisfação pessoal.

Esses sintomas variam de pessoa para pessoa, dependendo de sua personalidade, do estado emocional e até do grau de relacionamento que mantinha com aquele que deixou o lar.

Geralmente é necessário um lento processo de adaptação e mudança diante dessa nova realidade, pois toda a rotina de convivência será modificada, o que poderá causar crises entre os membros familiares envolvidos. É uma fase difícil até mesmo para alguns pais que se sentem satisfeitos por terem cumprido seus papéis para a independência dos filhos.

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A seguir mostraremos algumas ideias de como superar a síndrome do ninho vazio.

  1. Nova perspectiva da situação.Você deve pensar naqueles aspectos que contribuem com o seu bem-estar. Muitas vezes o relacionamento com os filhos melhora quando eles já não estão em casa. Outro aspecto é o tempo com o que agora você conta para se dedicar a novos projetos.
  2. Dê força para o seu companheiro. Quando temos filhos, muitas vezes nosso companheiro fica de lado. Este é o momento de dar força para o seu companheiro e de realizar aquelas atividades que você tinha adiado. Esta é uma nova etapa da vida que você deve desfrutar totalmente.
  3. Fale do assunto. Pôr para fora os seus sentimentos é o primeiro passo para melhorar. Às vezes, compartilhar este sentimento com nossos entes queridos nos permite perceber que podemos superar esta situação.
  4. Atividades prazerosas. Ao longo da vida as pessoas sempre sentem o desejo de realizar determinadas atividades que lhes dão prazer, mas as exigências diárias, às vezes, fazem com que estas terminem sendo adiadas. Faça uma lista de todas aquelas atividades que você gosta e se prepare para começar a fazê-las.
  5. Pratique um esporte.O exercício físico é muito bom para a saúde e ajuda a relaxar. Saia para caminhar todos os dias durante 30 minutos, e você notará como em pouco tempo se sentirá cada vez melhor.
  6. Cuidado pessoal.Não se abandone, nem se deixe abandonar. Você deve buscar um cuidado pessoal adequado, hoje você tem tempo para isso. É importante que você volte a adotar o papel de mulher, além do de mãe.
  7. Estimule a independência. É importante que seus filhos saibam que podem contar com o seu apoio nesta nova fase. Evite invadir a sua nova casa ou a sua vida com visitas ou telefonemas contínuos. Você deve deixá-los crescer, acompanhá-los e desfrutar com eles esta nova etapa da vida.
  8. Adote um animal de estimação. Se você não tem um marido ou namorado com quem compartilhar este momento e sente que a casa está vazia sem seus filhos, pode adotar um animal de estimação. Eles serão uma grande companhia.
  9. Melhore a relação com seu filho. À medida que passa o tempo, a relação com seu filho mudará positivamente. A maturidade de ambos fomentará outro tipo de comunicação mais frutífera. Você nunca vai deixar o seu papel de mãe, seus filhos estarão ai para você.
  10. Assista a este vídeo:

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http://g1.globo.com/mg/vales-mg/mgintertv-2edicao/videos/v/especialista-fala-sobre-a-sindrome-do-ninho-vazio/4921429/

Habitualmente, a síndrome do ninho vazio é pontual, ou seja, possui hora certa para ser findada, sendo que sua duração se estende do instante de separação dos filhos até o estabelecimento de uma nova ordem familiar.

Eu me encontro nesta fase agora e me sinto muito bem cheias novos projetos… Afinal venho me preparando pra esta fase já a algum tempo… e continuamos a conviver melhores como nunca. A família vem aumentando e trazendo novos aprendizados a todos.

Fonte: http://saude.umcomo.com.br/articulo/como-superar-a-sindrome-do-ninho-vazio-3209.html#ixzz49hXyHFEC – http://g1.globo.com

 

 

 

 

 

 

AVÓS E NETOS… BENEFÍCIOS DESTA RELAÇÃO…

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“Netos … Um dos segredos do ” porque ” de viver”.  Raimundo Grossi.

Ser avó é a melhor coisa do mundo… podem acreditar! Só percebi realmente esta grandeza quando me transformei em avó. Renovo-me dia a dia.

Sim existem eles… e vão trazendo uma felicidade contagiante, única e indescritível! Trazendo-nos tantas coisas mais: animo, coragem, esperança, vitalidade…

Netos vão  preenchendo a nossa a vida de tal forma e com tanto amor…  numa fase da vida em que já não imaginávamos que pudesse existir algo novo, maior e tão diferente em termos de amor… que vão nos tornando cada dia melhores.  É hora de…

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simplesmente amarmos e sermos amadas… Um amor incomparável onde aprendemos com o seu jeito puro e singelo uma nova maneira a ver a vida… com mais leveza e simplicidade. Sentimos-nos então realmente plenos!

Sinto-me abençoada em ser avó de um príncipe!

Só sinto (já) uma saudade enorme, pois o destino surpreendeu-nos agora com mudanças de País em nossas vidas… Distância esta onde aprenderemos juntos a conviver… indo em busca de novas maneiras para preencher estas lacunas. Graças ás novas tecnologias e com muitas idas e vindas…nos aproximaremos sempre que der e a saudades bater forte em nossos corações.

Muito são os benefícios que esta relação pode trazer, leiam:

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A relação saudável entre avós e netos 

Quando dizem que ser avó é ser mãe duas vezes, não estão mentindo. Com a chegada dos filhos todo homem e mulher muda, mas quando os netos nascem dá a impressão de que as mudanças são ainda maiores. Você aprende a ser ainda mais paciente e flexível, entende que os netinhos também precisam do espaço deles e, claro, fazem todos os gostos das crianças e adolescentes.

Aliás, esse último aspecto é o que mais incomodam os pais, não é mesmo? Afinal, quem nunca ouviu reclamações dos filhos alegando que estão ‘mimando’ demais a criança ou que não podem fazer todas as vontades dos netos?

O que acontece, de fato, é que como os avós possuem um tempo maior para ficar com os pequenos, afinal, já estão aposentados, conseguem manter um relacionamento mais leve e divertido com o neto. Sendo assim, conseguem conversar, realizar tarefas juntos, brincar, partilhar momentos, entre outras tarefas típicas do cotidiano de um avô e uma avó que todos nós sabemos.

Mas, você sabia que a relação entre avó e neto traz muitos benefícios tanto para a criança como para o idoso? Quer saber quais são eles? Então confira abaixo:

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Benefícios para os netos:

  • Proteção e amor: A infância é um período marcado por muitas descobertas e transformações na vida da criança que começa a transitar para a adolescência. Neste momento, o papel dos avós é orientar sobre como são as mudanças e em que elas acarretam. E uma das melhores maneiras de fazer com que o pequeno aceite as transformações é lhe proporcionando muito carinho, amor e atenção. Dessa forma, com o carinho dos mais velhos, meninos e meninas sentem-se mais protegidos das mudanças.
  • Personalidade da criança: Atuar fortalecendo os vínculos afetivos e familiar da criança ajuda na formação da sua personalidade. Isso porque são justamente nos primeiros anos da infância que são delineadas as principais características do jeito. Por isso, é importante que a família esteja perto e prestando o devido suporte físico e psicológico da criança.
  • Respeito pelos mais velhos: A companhia do avô ou avó faz com que a criança entenda como é ser mais velha e, diante disso, aprenda a respeitá-los, aceitando suas diferenças e a entendendo suas limitações.

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Benefícios para as avós

  • Afasta a depressão: A boa relação entre ambos ajuda a reduzir os sintomas da depressão nas duas gerações. No caso dos netos, a relação ajuda a passar uma maior segurança. Já para os avós, a criança representa um tempo de renovação que lhe aproxima da juventude.
  • Ajuda a ficarem mais ativos: O contato com a criança distrai e ajuda a te deixar mais ativo, fazendo com que você se sinta mais útil. Isso porque, com a convivência com a criança estimula o idoso a realizar atividades que exijam mais movimentação, como brincar no parque, passear no shopping, etc.
  • Troca de gerações: Esse é um aspecto que costuma ser muito produtivo para o idoso, pois os netos ensinam as particularidades da sociedade moderna. Como novas ferramentas tecnologias, vestimentas, mudanças no cotidiano, entre outros fatores.

Gostaram? Espero que sim…

Fonte: https://www.aterceiraidade.com/casa-e-familia/beneficios-avos-netos/

MÃE DESNECESSÁRIA…

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 “A boa mãe é aquela que vai se tornando desnecessária com o passar do tempo”.  Márcia Neder.

Soa meio estranho inicialmente eu sei, mas só quando os nossos filhos vão crescendo é que vamos percebendo o quanto é importante percebermos que é hora de dar asas e ficar pertinho assistindo suas alçadas…. assim como minha mãe fez comigo… eu fiz também… Leia este texto:

“Chegou a hora de reprimir de vez o impulso natural materno de querer colocar a cria embaixo da asa, protegida de todos os erros, tristezas e perigos.

Uma batalha hercúlea, confesso. Quando começo a esmorecer na luta para controlar a super-mãe que todas temos dentro de nós, lembro logo da frase, hoje absolutamente clara e tento relaxar. Se eu fiz o meu trabalho direito, tenho que me tornar desnecessária.
Antes que alguma mãe apressada me acuse de desamor, explico o que significa isso.

Ser “desnecessária” é não deixar que o amor incondicional de mãe, que sempre existirá, provoque vício e dependência nos filhos, sufoque-os como uma droga, a ponto de eles não conseguirem ser autônomos, confiantes e independentes. Dar asas é deixa-los pronto para traçar seu rumo, fazer suas escolhas, superar suas frustrações e cometer os próprios erros também. A cada fase da vida, vamos cortando e refazendo o cordão umbilical. A cada nova fase, uma nova perda é um novo ganho, para os dois lados, mãe e filho.
Porque o amor é um processo de libertação permanente e esse vínculo não para de se transformar ao longo da vida. Até o dia em que os filhos se tornam adultos, constituem a própria família e recomeçam o ciclo.

O que eles precisam é ter certeza de que estamos lá, firmes, na concordância ou na divergência, no sucesso ou no fracasso, com o peito aberto para o aconchego, o abraço apertado, o conforto nas horas difíceis.
Pai e mãe – solidários – criam filhos para serem livres e preparados para enfrentar o mundo.

Esse é o maior desafio e a principal missão. Ao aprendermos a ser “desnecessários”, nos transformamos em porto seguro para quando eles decidirem atracar”.  By: Márcia Neder.

Desnecessária no sentido de deixá-los voar com suas próprias asas, fazer suas próprias escolhas…  Já não são meus, são da vida… Meus filhos serão sim o que quiserem na vida… construirão seu próprio mundo! Estarei sempre do seu lado amando-os incondicionalmente…

“Dê a quem você ama…

asas para voar…

raízes para voltar…

e motivos para ficar.”

Dalai Lama.

Vamos tomar café

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