MORRE LENTAMENTE QUEM…

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“Escolhi viver a vida intensamente deixando que o destino faça o resto…” Aline M. Medeiros

Sempre penso que a vida é realmente bela… cheia de desafios… e muito curta!

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Não tenho medo de morrer… tenho pena é de não viver! Quero falar de vida! Viver a vida… intensamente vivida!  Nunca quero dizer “se eu tivesse”… Nunca mesmo!!!! Veja o que Martha Medeiros nos diz:

Morre lentamente quem não viaja, quem não lê,
quem não ouve música,
quem não encontra graça em si mesmo.

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Morre lentamente quem destrói o seu amor-próprio,
quem não se deixa ajudar.

Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito,
repetindo todos os dias os mesmos trajetos,
quem não muda de marca, não se arrisca a vestir uma nova cor
ou não conversa com quem não conhece.

Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru.

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Morre lentamente quem evita uma paixão,
quem prefere o negro sobre o branco
e os pontos sobre os “is” em detrimento de um redemoinho de emoções
justamente as que resgatam o brilho dos olhos,
sorrisos dos bocejos, corações aos tropeços e sentimentos.

Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz,
quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho,
quem não se permite pelo menos uma vez na vida fugir dos conselhos sensatos.

Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da sua má sorte ou da chuva incessante.

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Morre lentamente quem abandona um projeto antes de iniciá-lo,

não pergunta sobre um assunto que desconhece
ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.

Morre lentamente…

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MODA: FAÇA DO ESPELHO E DO BOM SENSO OS SEUS MELHORES AMIGOS.

Constanza Pascolato

“Sempre digo que na moda é proibido proibir”. Constanza Pascolato.

        Considerada a papisa da moda no país, Costanza Pascolato levou seis meses para selecionar estampas e compilar dicas para a publicação mais recente, Meu caderno de estampas (Editora Planeta, R$ 34,90). Dos tecidos para o papel, migraram as estampas preferidas da consultora, todas produzidas pela tecelagem de sua família, a Santaconstancia.       Apesar das dicas distribuídas entre quase todas as páginas, a consultora declara: “Sempre digo que na moda é proibido proibir. Vejo, por exemplo, mulheres da minha idade felizes da vida usando minissaias, saltos altíssimos ou jeans justérrimos, desconstruindo, à maneira delas, o que antes parecia impossível. Não sou eu quem vai dizer que pode ou não pode”.

Ela aproveitou a última edição do São Paulo Fashion Week, em outubro, para lançar o livro, que reúne, ainda, conselhos de estilo, comportamento e bem estar. Um copo d’água em jejum e uma calça jeans básica são, segundo Costanza, indispensáveis. Gentileza e amor próprio também. Em entrevista exclusiva ao Viver, a especialista falou sobre as redes sociais, a febre dos livros de colorir e a importância do estilo próprio. “Estilo distingue quem espelha de quem irradia. Ele nos dá sentido de competência, prazer e segurança. Transcende tempo e gênero e – por que não? – a própria moda”, analisa.

– Quanto tempo levou para produzir Meu Caderno de Estampas? E como selecionou as estampas/imagens?
Foram seis meses entre a ideia original e a execução do projeto, que envolveu as equipes da Santaconstância e da editora Planeta. No dia a dia da fábrica, trabalhamos exatamente com criação de estampas e cores, sempre pensando algumas estações à frente, numa dinâmica que é acelerada, bem rápida, mas ao mesmo tempo uma tarefa contínua, ou seja, já fazemos isso, diariamente, há muitos anos. No caso do livro-caderno, o critério de seleção, que incluiu desenhos de acervos e novas criações, acabou sendo bem pessoal e, além de editar nossas estampas prediletas, pensamos de um jeito mais intemporal, já que o livro foi feito para durar, para guardar. Lembrar que as imagens seriam impressas em papel, não em tecido, foi outro aspecto importante. São estampas e desenhos de que gostamos muito e que imaginamos continuar gostando daqui a alguns anos. E tem também uma boneca, que é uma graça, para que cada um monte um look, a exemplo daquelas revistinhas das infâncias pré-digitais, de um passado que hoje parece bem distante. O legal é que esse recurso fashion-lúdico ainda parece muito atual.

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– É uma ideia inspirada na febre dos livros de colorir? Ou acredita que, com as dicas de moda anexadas na publicação, seja um livro atemporal?
De alguma forma, a possibilidade de realizar o livro-caderno tem a ver, sim, com a “moda” dos livros de colorir, que viraram uma “febre” editorial. Surgiram tantos projetos com temáticas tão diferentes que nos pareceu legítimo criar uma versão com o que, na origem, é também nossa matéria-prima criativa na fábrica. Temos intimidade considerável com estampas e cores e documentar e compartilhar essa expertise num livro-caderno era uma ideia bem simpática e, melhor ainda, viável. As dicas são uma citação de conteúdo, que também adoro produzir.

– Um dos ganchos do lançamento foi a última edição do São Paulo Fashion Week. Qual a sua rotina durante as semanas de moda, nas quais sempre marca presença? O lançamento do livro tornou a agenda mais concorrida?
Lançamentos de livros são ocasiões sempre especiais para mim. É hora de encontrar pessoas e amigos que você não vê corriqueiramente e conhecer pessoas que, por algum motivo, acompanham nosso trabalho. Mas sempre é um corre-corre. Nas semanas de moda, que é o momento “célebre” para a moda e para quem trabalha com ela, invariavelmente priorizo, no Brasil ou na Europa, os desfiles, me organizando para conseguir estar na maioria deles. É uma agenda que depende de disciplina, logística e algum esforço, sobretudo quando já está, digamos, numa idade avançada.

– Se pudesse destacar, em linhas gerais, algumas dicas reunidas na publicação, quais seriam as duas ou três principais?
Acho que perderia um pouco o elemento surpresa para quem tem curiosidade com o livro, não:. Duas ou três dicas mais genéricas, pode ser? A primeira: na hora de comprar roupas e se vestir, faça do espelho e do bom senso seus melhores amigos; 2. tente ser só você mesma, sem querer imitar gratuitamente outra pessoa, e 3. lembre-se que corpo e cabeça bem cuidados podem ser o reflexo mais evidente do quão em dia você está com a moda.

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– Outros nomes ligados ao universo fashion – produção e bastidores – como Ronaldo Fraga e o pernambucano Arlindo Grund – têm movimentado a literatura com lançamentos nos últimos meses. Que contribuições a moda traz ao público-leitor, quando encartada em livros e acessível ao público que não frequenta as semanas de moda?
Para um país como o Brasil, que não tem tradição ou bibliografia de moda, o que começa a se formar agora, publicações e lançamentos são mais que bem vindos. Assim, contribuições de nomes respeitáveis como Fraga e Grund são referências concretas de que, apesar de ser uma paixão recente, a moda interessa cada vez mais brasileiros de todas as regiões, de diferentes classes sociais. E é muito bacana quando, em plena revolução virtual, o caráter documental dos livros continue enriquecendo nossos acervos. Livros, ideias, pontos de vistas e iniciativas que nos fazem pensar são fundamentais para lembrar que educação, informação e conhecimento são os pilares sociais da experiência humana e deixam a vida muito mais interessante. (Fonte: Diário de Pernambuco).    Clique aqui para ler mais. http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/viver/2015/11/12/internas_viver,609902/faca-do-espelho-e-do-bom-senso-seus-melhores-amigos-diz-costanza-papisa-da-moda-no-brasil.shtml

Fonte: http://www.50emais.com.br/historiadevida/moda-faca-do-espelho-e-do-bom-senso-os-seus-melhores-amigos/

AMA SUA CAMISA DE SEDA? GLORIA KALIL indica as melhores maneiras para fugir da caretice da peça

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Tenho um pouco de dificuldade para usar a “camisa de seda”… acho muito elegante, mas sempre fico em dúvida em como combinar e deixá-la mais leve. Mas com as dicas de Gloria Kalil ficou bem mais fácil… Leia o artigo…

É como dizem: os clássicos nunca saem de moda. E se tem um clássico que insiste em marcar presença no armário das mulheres, é a “camisa de seda”. A peça remete imediatamente a uma imagem mais séria, com clima de roupa de trabalho. Mas também carrega uma carga inevitável de caretice… tudo vai depender da forma como você usa…

Pensando nisso, Gloria Kalil aponta os melhores jeitos de fugir do visual uniforme e como modernizar seu look com camisa de seda. Veja as dicas de como conseguir um visual mais despojado e moderno neste artigo.

Uma das peças mais presentes no guarda-roupa feminino, as camisas de seda podem te deixar a um passo do look uniforme. “É muito difícil usar uma camisa de seda tradicional, com colarinho, sem parecer uniforme de recepcionista ou aeromoça. A menos que você quebre tudo com uma modelagem diferente, um decote ou cores fortes”, diz Gloria Kalil

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As cores são bem vindas para dar uma cara mais divertida. “As coloridas” tem uma certa modernidade. Se você gosta e quer usar uma camisa de seda, que pelo menos ela seja sem o colarinho, em tamanho maior e que tenha “uma cor”.               

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A modelagem mais solta sempre ajuda e pode deixar as composições no intermediário entre o moderno e sério. “Vamos dizer que porque elas estão usando uma camisa em um tamanho maior e tudo é meio largado e mole, dá uma certa displicência – o que quebra um pouco o visual convencional”.

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Mesmo tentando usar elementos mais chamativos, algumas produções acabam caindo na severidade. “Essa é uma camisa que envelhece… você precisa ser jovem e mesmo com uma coisa mais criativa em volta, como a saia de couro vermelha, é difícil neutralizar o look uniforme de uma camisa de seda”.

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Miranda Kerr é uma das adeptas à maneira mais convencional de usar a camisa de seda. “Este é o auge do convencional; usada com blazer, jeans e bege. Não há complemento, como acessórios, que dê conta de dissolver a ideia de convencional que estes looks passam”.

Fonte: http://chic.uol.com.br/como-usar/noticia/ama-sua-camisa-de-seda-gloria-kalil-indica-as-melhores-maneiras-para-fugir-da-caretice-da-peca

TESTANDO PRODUTO – Protetor de rosto – Anthelios Uniformização FPS 60 -50ml -LA ROCHE-POSAY – cor Média

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Foi uma indicação da minha dermatologista após fazer uma aplicação de Laser no rosto que conheci Anthelios FPS 60 uniformização… e foi o melhor protetor e por consequência base, pré-maquiagem que já usei.

Funciona muito bem para peles sensíveis, como constatei. Ele cobre bem a pele e está disponível em duas tonalidades: 01 Clara e 02 Média (em breve vai ser lançado o 03 que é para peles negras) usei a média.

Percebi que os protetores com cor são ótimos para disfarçar pequenos defeitos na pele… no meu caso uma necessidade pra tirar o vermelhão do procedimento.

Achei a textura um pouco mais densa, mas de alto nível de opacidade… é capaz de filtrar a luz visível. Tive que espalhar uniformemente rápido para não secar… senti um toque seco.

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A dermatologista me esclareceu as suas vantagens:

  • Excelente espalhabilidade,
  • Tem uma cobertura imediata das imperfeições cutâneas dando aparência natural e sem brilho na pele,
  • Possui uma alta cobertura e alta proteção,
  • Proteção contra luz visível prevenção contra hiperpigmentação e o fotoenvelhecimento,
  • Proteção UVB/UVA FPS 60 PPD29, 
  • O melhor de tudo testado e aprovado em peles Brasileiras…

          Sua ALTA COBERTURA tem textura creme…

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O protetor deixou uma aparência natural sem brilho na pele. Indicações:

  • Para todos os tipos de peles, especialmente as sensíveis,
  • Em substituição ao protetor solar diário + base, 
  • Pele com melasma, manchas de acne, vitiligo ou outras discromias, 
  • Pós-procedimentos como laser e peeling…

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Tem um sistema filtrante chamado MEXOPLEX! Que são ás misturas de filtros, com redução de filtro químico e aumento o teor de filtro físico…  Isso vai ajudando a aumentar a tolerância.

Custa em média R$75 e está disponível em drogarias de todo o Brasil. Não é barato, mas vale muito a pena. Pra mim é o melhor que muito BB Cream por aí! Acredito que vou usar para o resto da vida. Maravilhoso!

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