DESTAS PEDRAS… CONSTRUIREI UM CASTELO!

Neste momento que o mundo inteiro se encontra em isolamento social por causa da pandemia… angústias e ansiedades despontam mais do que nunca, e esta crônica de Mário Quintana nos traz uma boa reflexão… cutuca bem lá no fundo, mexe e remexe dentro de nós e traz uma luz sobre o que de mais importante temos na vida… aqui… e agora.

Ter clareza na percepção sobre tudo o que nos cerca é super importante, saber parar… esperar… ouvir e enxergar além dos nossos olhos, e pensar pra onde queremos ir… Com paciência, resignação e esperança fará toda a diferença. Sempre passamos por tantas coisas difíceis, mas muitas vezes não percebemos ou soubemos… a maturidade nos dá liberdade e essa clareza. Muitas vezes estamos exatamente onde devemos estar, na hora e no lugar certo… Mais tarde vamos ter certezas das nossas incertezas de hoje.

“Depois de muitas quedas, eu descobri que, às vezes, quando tudo dá errado, acontecem coisas tão maravilhosas que jamais teriam acontecido se tudo tivesse dado certo.

Eu percebi que quando me amei de verdade pude compreender que, em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa.

Então pude relaxar… pude perceber que o sofrimento emocional é um sinal de que estou indo contra a minha verdade.

Parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.

Desisti de querer ter sempre razão e com isso errei muito menos vezes.

Desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Isso me mantém no presente, que é onde a vida acontece.

Descobri que na vida a gente tem mais é que se jogar, porque os tombos são inevitáveis.

Percebi que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.

Também percebi que sem amor, sem carinho e sem verdadeiros amigos a vida é vazia e se torna amarga.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.

Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo…”

Veja também: https://oterceiroato.com/2020/07/10/comecar-de-novo-eu/. https://oterceiroato.com/2020/07/08/deixem-me-envelhecer-3/. https://oterceiroato.com/2020/04/21/a-vida-e-suas-pedras/

VIAJAR PARA A EUROPA PÓS CORONAVÍRUS: TUDO QUE VOCÊ PRECISA SABER:

Esta reportagem de Carolina Sanches, da Eurodicas, está completa e me esclareceu muitas dúvidas. Ainda temos um longo caminho pela frente, mas algumas coisas pode ser percebida ao longo do tempo. Pra quem pensa em viajar para a Europa pós coronavírus, assim como eu… vai ter que repensar muitas coisas, já que grandes mudanças estão acontecendo no mundo e outras ainda estão por vir. Leiam: O questionamento sobre quando e como será possível viajar para Europa pós-coronavírus tem sido cada vez mais comum, especialmente para quem já tem uma viagem marcada. O momento ainda é de incerteza, mas já começam a surgir as primeiras previsões com as medidas de retomada do turismo, o que deixa muitos viajantes ansiosos para planejar a viagem ou mudança para o Velho Continente. Buscamos fontes variadas sobre as perspectivas para o futuro e como será o mundo das viagens pós-coronavírus.

Quando será possível viajar para Europa pós-coronavírus?

Especialistas em turismo e saúde tentam responder essa pergunta. A previsão é que as fronteiras sejam reabertas em 15 de junho, mas isso não significa que as viagens serão retomadas em sua plenitude. É impossível dizer com precisão quando as pessoas vão voltar a viajar para a Europa, mas uma coisa é certa, não será da mesma forma que antes. (Esse artigo estará em constante atualização assim que tivermos maiores informações sobre abertura das fronteiras e retomada dos voos para o continente, no site da Eurodicas). Muita coisa vai mudar, desde a forma como enxergamos uma viagem, até a maneira como os passageiros são verificados antes de entrar no avião, ou como se faz check-in no hotel, até mesmo como entram e interagem em um museu. A principal questão a se considerar sobre quando será possível viajar para Europa pós-coronavírus é o controle de fronteiras, seja ela interna ou externa.

Fechamento de fronteiras externas.

A fronteira externa da Europa, fechada desde meados de março, ainda não tem data exata de reabertura, a previsão é que ela seja liberada a partir de 15 de junho, próximo ao início oficial do verão europeu. Mas, a abertura das fronteiras externas não significa a retomada dos voos e circulação irrestrita de passageiros. Nos Estados Unidos, por exemplo, desde o dia 27 de maio viajantes oriundos do Brasil ou, que tenham estado no país nos 14 dias anteriores, estão proibidos de entrar. O país não é o único a impor restrições aos viajantes, a maioria dos nossos vizinhos, como Uruguai, Argentina, Chile, Peru, Equador, Colômbia, mantêm a suspensão dos voos e proíbe a entrada de estrangeiros. Dessa forma, é possível que até o final de 2020, ou até que haja uma vacina, o controle de fronteiras seja mais duro na Europa e no mundo. Pode haver restrições especiais aos países cujo número de casos seja alto ou as políticas públicas para controle da doença sejam ineficientes. A abertura e fechamento de fronteiras pode se tornar uma realidade, sendo impostas restrições a qualquer momento. Planejar uma viagem nesse cenário significa que podem ocorrer mudanças de planos a qualquer momento, você pode comprar passagens e ser surpreendido na véspera do embarque com alguma restrição.

Fronteiras internas do Espaço Schengen.

O controle no trânsito interno entre esses países também mudou. Se antes a livre circulação era uma realidade nas nações que fazem parte do Tratado Schengen, a situação ainda não está normalizada e muitas fronteiras continuam fechadas. A previsão é que as fronteiras sejam liberadas em junho, mas cada país deve determinar a data de reabertura e os protocolos de fronteira.

  • Itália anunciou que vai reabrir as fronteiras para a Europa em 3 de junho;
  • Já a Espanha anunciou a reabertura, mas com quarentena obrigatória de 14 dias para quem chega de outros países do bloco. Entretanto, em julho a obrigatoriedade de quarentena deve ser suspensa;
  • Em Portugal, a previsão de reabertura é meados de junho, mas o governo estuda maneiras de verificar se os viajantes foram testados. Uma das maiores preocupações do país é quanto a fronteira terrestre com a Espanha, de onde chega boa parte dos turistas no verão;
  • Alemanha começou a reabrir as fronteiras terrestres em 16 de maio, porém, mantendo rigorosos controles de entrada, em 15 de junho está prevista a liberação total das fronteiras internas com os países europeus;
  • Na Polônia as fronteiras internas se mantêm fechadas até 12 de junho, o país ainda não apresentou uma previsão de quando as fronteiras externas serão reabertas;
  • A Eslovênia reabriu as fronteiras em 15 de maio para turistas europeus, a previsão é que quando forem reabertas as fronteiras para viajantes de fora da União Europeia, seja imposta a quarentena de 14 dias;
  • Áustria, França e Grécia estão entre os países que reabrem as fronteiras internas em 15 de junho.

Como serão as viagens para brasileiros que vivem na Europa?

O verão 2020 na Europa certamente não será o mesmo de anos anteriores. Além da redução drástica do número de turistas de fora da União Europeia, é possível que seja consideravelmente menor a circulação de europeus entre os países. Se você já vive no continente, tem visto a discussão constante sobre a reabertura de fronteiras e imposição de quarentena para determinados países. No início da epidemia em solo europeu, foram muitos os destinos que suspenderam os voos de e para a Itália. Por enquanto, o que se espera é que os turistas circulem o mínimo possível entre países.

Viagens internas no verão.

As entidades de turismo governamentais dos países europeus já direcionam as campanhas para viagens internas. As viagens de verão devem se restringir ao país de morada, uma vez que própria União Europeia desaconselhou as viagens no período. Algo frustrante para quem vive no continente e está acostumado a todas as facilidades de ir de um país para outro. O verão europeu, que começa em 20 de junho, deve ser completamente diferente para quem pretende viajar. Conhecer destinos nacionais ou, até mesmo, explorar destinos em um raio de alguns quilômetros de onde se vive deve ser uma realidade.

Casas de veraneio.

Se hospedar em hotéis ou em hostels certamente não deve mudar, ainda está em questão para grande parte dos viajantes na Europa. As ofertas de estâncias de veraneio, sejam elas no interior ou no litoral, começam a despertar em vários países, como é o caso de Portugal. Alugar uma casa com tudo que é preciso para aproveitar o verão, como piscina e área de lazer, é uma tendência para o período. Aproveitar as férias evitando locais de aglomeração, como praias e parques naturais é o objetivo de muitos viajantes que procuram destinos isolados.

Transportes nas viagens internas.

O setor de transporte, que está diretamente ligado ao turismo também passa por mudanças. A maioria dos viajantes deve optar por trajetos curtos de carro, o que pode ser feito com o aluguel de veículos. Mas as viagens de trem e ônibus aos poucos serão retomadas. A FlixBus, por exemplo, uma das maiores companhias low cost de transporte de passageiros terrestres, que engloba ônibus e trens, havia suspendido as operações quando as fronteiras se fecharam. Agora, a companhia aposta principalmente em viagens nacionais para estimular os passageiros. A empresa apresentou em comunicado as novas medidas de desinfecção dos ônibus, assim como a redução do número de passageiros para 2/3 da capacidade dos veículos. Outras medidas são os banheiros fechados e a suspensão da venda de lanches durante a viagem.

Como poderão ser as viagens de avião no mundo pós-pandemia?

Em 2001 o setor de aviação passou por algumas mudanças significativas. A motivação foi completamente diferente, os atentados terroristas de 11 de setembro impactaram algumas regras básicas de segurança para embarcar. Se um atentado terrorista em um país impactou o setor aéreo em todo o mundo, uma pandemia, com propagação global de uma doença, certamente os impactos serão ainda maiores. Ainda é cedo para ter certeza para qual ou quais caminhos a pandemia vai levar o setor, mas algumas especulações começam a surgir. Entenda o que pode mudar nos voos para viajar para Europa pós-coronavírus:

Testes rápidos:

A primeira vista parece irreal, se nem os países conseguem testar todos os casos suspeitos as companhias aéreas conseguiriam? A Emirates, em abril começou a testar seus passageiros com exames rápidos. Por enquanto, se trata de um caso isolado, apenas uma companhia aérea de luxo conseguiu colocar em prática, logo ter essa possibilidade para todas as companhias talvez não seja possível a curto prazo. Mas é algo que pode sim vir a acontecer nas viagens, especialmente, internacionais.

Medição de temperatura:

Se testar os passageiros é caro e fora de mão para muitas companhias, aferir a temperatura antes de embarcar pode sim se tornar um realidade. Em alguns países a medição de temperatura já está em prática, como a China. Na Europa espera-se que com a retomada dos voos a prática ocorra nos aeroportos.

Máscara e distanciamento nos aviões:

Muito se tem falado sobre a retomada dos voos e a inviabilidade de distanciamento entre os passageiros na aeronave. O uso de máscara já é obrigatório, tanto para passageiros, quanto para a tripulação. Por outro lado, o distanciamento dentro das aeronaves, com lugares vazios entre os passageiros, pode não se tornar realidade, especialmente pelos custos que acarretaria, uma vez que com aviões mais vazios as passagens aéreas encareceriam. A interação entre passageiros e tripulação também deve ser mínima, mas vão ficar as refeições a bordo?

Alimentação dentro do avião:

O serviço de bordo pode sofrer mudanças significativas. Especialmente em relação às refeições quentes que podem ser extintas ou trocadas por alimentos frios e pré-embalados. A água também não deve ser mais reposta nos copos, sendo distribuídas garrafas entre os passageiros. Por fim, a implantação de máquinas automáticas de alimentos a bordo pode se tornar uma realidade, dando maior autonomia para os passageiros sobre o que e quando se alimentar dentro do avião. Levar o lanchinho na bolsa de mão também vale.

Fim das filas para entrar no avião?

O voo ainda nem iniciou o embarque e a fila já está gigante. É possível que essa cena demore para se repetir nos aeroportos pelo mundo. Para alcançar o distanciamento mínimo necessário entre as pessoas, as filas rondariam os 800 metros, o que poucos aeroportos comportariam. São muitas as alternativas propostas, mas uma coisa é certa, a maneira como os passageiros embarcam vai mudar.

Desinfecção de passageiros e malas:

Viajar só com mala de mão é cada vez mais comum, especialmente pela cobrança para despachar malas. Por isso, a desinfecção de passageiros e malas antes de entrarem no avião pode se tornar uma realidade. No Aeroporto Internacional de Hong Kong, por exemplo, já estão sendo instaladas cabines de desinfecção para os passageiros, o processo leva apenas 40 segundos. Além das malas de mão que acompanham os viajantes, as malas despachadas também devem passar por processos próprios de desinfecção quando os voos retomarem a normalidade.

Comprovativos de imunidade para viajar para Europa pós-coronavírus:

Sabe o Certificado Internacional de Vacina que muitos países exigem da febre-amarela? Esse comprovativo para o coronavírus pode se tornar uma realidade para viajar para Europa pós-coronavírus, especialmente quando houver uma vacina. Ou, ainda, um certificado de imunidade, conferido a quem já teve a doença e desenvolveu imunidade.

O novo normal nas atividades turísticas na Europa pós-pandemia:

Dentro do setor de turismo são muitas as áreas afetadas e a retomada significa passar por mudanças significativas. Para permitir que seja possível viajar para Europa pós-coronavírus cada setor vai ter que se adaptar para promover a sensação de segurança que os turistas ainda não recuperaram completamente.

Hotéis e hospedagem pós-pandemia:

Soluções de self check-in e café da manhã individualizados são algumas das previsões para a retomada das viagens pós-pandemia. As recepções com atendentes e o contato direto com os funcionários podem ser substituídos por soluções digitais, especialmente as que possam ser acessadas direto do celular do viajante. O buffet de café da manhã também não deve retornar tão cedo. É possível que a refeição seja substituída por soluções individualizas ou, ainda, removidas das facilidades da maioria dos hotéis. As hospedagens em casas no período pós-pandemia também devem mudar. A higienização e desinfecção dos espaços passará a ser uma exigência em plataformas como o Airbnb. Os viajantes estarão mais preocupados em saber quais foram as medidas de limpeza do ambiente após a saída dos hóspedes anteriores.

Restaurantes e a alimentação:

A curto prazo são muitas as medidas para o setor de alimentação retomar as atividades. Cuidados extras no atendimento, assim como o distanciamento dos clientes são alguns dos pontos a serem implementados. É possível que os viajantes experimentem novos modelos de atendimento nos restaurantes, com menos interação com os garçons e mais autonomia nos pedidos e nos serviços. Assim como no café da manhã de restaurantes, os serviços de buffet, nos quais o próprio cliente se serve, devem passar por mudanças consideráveis. Os restaurantes, nos lugares onde a quarentena está sendo flexibilizada, estão funcionando com uma restrição de ocupação de no máximo 50% das mesas. Os que operavam no sistema de bufê estão tendo que se adaptar com menus improvisados. Esse parece ser o cenário mais provável nos próximos meses.

Visitação de museus e pontos turísticos:

Um dos setores que sofreu grande impacto com a pandemia foram os museus e atrações turísticas Coliseu vazio, a Torre Eiffel fechada e centenas de museus com atividades suspensas. Gradualmente elas começam a ser retomadas, entretanto com restrições, por isso, vai ser preciso se planejar para viajar para Europa pós-coronavírus e conseguir visitar o que você deseja. Além de desenvolver circuitos alternativos para dispersar os visitantes dentro dos museus, o controle do número de entradas também será uma realidade. Se há pouco tempo observávamos novos recordes de lotação, certamente 2020 vai ser um ano atípico nesse cenário. Muitas das medidas devem se estender até 2021. Ainda não está claro quando e como vão voltar a funcionar com segurança atrações como shows, espetáculos, museus e o monumentos com grande concentração de pessoas… se não aparecer uma vacina ou tratamento eficaz para o coronavírus nos próximos meses, esses negócios vão precisar se reinventar para sobreviver.

As viagens que podem ser repensadas pós-pandemia:

Algumas modalidades de viagem podem ser mais afetadas que outras. Por exemplo, porque fazer uma viagem de negócios se a maioria das questões pode ser tratadas online em uma chamada de vídeo? A seguir apresentamos alguns exemplos, confira:

Intercâmbios:

Programar um intercâmbio para 2021? Talvez ainda não seja a hora para isso. Muitas instituições de ensino pelo mundo, sejam acadêmicas ou de idiomas transferiram suas aulas presenciais para o ambiente online e não há previsão de que elas retornam as salas tradicionais. Com isso, viajar para fazer intercâmbio na Europa talvez demore a fazer parte da realidade. Uma alternativa é planejar a atividade para longo prazo, assim, será possível ter uma experiência completa, vivenciando o dia a dia no país.

Viagens de negócios:

Atravessar o Atlântico a trabalho não será uma atividade tão corriqueira no futuro próximo. Se antes as multinacionais e empresas com altos volumes de negócio de importação e exportação mantinham um tráfego constante de seus executivos com o exterior, isso não deve ocorrer até que seja completamente seguro viajar. O home office e a possibilidade de fazer reuniões importantes de forma segura pela internet podem tornar as viagens não essenciais de trabalho algo do passado. Além do risco de expor os funcionários, a abertura para receber viajantes recém-chegados do exterior vai cair.

Cruzeiros:

Sempre sonhou em fazer um cruzeiro? É possível que esse sonho demore para acontecer de novo. As companhias de cruzeiro do mundo inteiro podem perder cerca de 90% do faturamento. Isso porque, com os casos notórios de navios que se tornaram focos, como Diamond Princess, ou o Norwegian Jewlque foi recusado em vários portos do Pacífico, levaram medo a muitos viajantes. Por se tratar de um ambiente confinado, um simples caso pode acabar gerando um surto no navio. Assim, até que seja seguro fazer um cruzeiro, o que pode acontecer apenas em 2021 ou quando uma vacina surgir, essas passeios vão ser mais evitados. Até lá os navios deverão ficar nos portos ou ancorados.

Fim do turismo de massa na Europa?

Ainda é cedo para dizer se é o fim, mas certamente é uma desaceleração na massificação do turismo. Ser levado pela corrente nos corredores do Museu do Vaticanoou se amontoar com centenas de pessoas para ver a Monalisa no Louvre, são situações impensáveis neste momento. Muitas cidades pela Europa já se exauriam do turismo de massa e seus efeitos devastadores sobre as cidades e suas populações. Dois bons exemplos são Veneza e Barcelona, que foram impactadas duramente nos últimos anos. É impossível não ligar a pandemia ao turismo de massa, é comprovado que as viagens entre países e continentes espalhou o vírus por cada canto do mundo. A necessidade de consumir o turismo como produto, promovido pela facilidade de voos, barateamento de estadias e outros facilitadores, levou muitos lugares a exaustão e a pandemia é um freio, pelo menos momentâneo para o crescimento do turismo.

Turismo sustentável na Europa pós-pandemia:

Em meio as dúvidas e insegurança para viajar, ressurge um movimento que pretende estimular o turismo sustentável. Esse modelo busca promover ambientes de coexistência harmoniosa entre o turismo e a cidade, para que ambos possam se desenvolver de forma benéfica. Quando falamos de benefícios, é preciso lembrar que apesar de trazer renda e sim, isso é bom, ela deve ser sustentável, sem gerar impactos negativos na cidade e seus habitantes. Entre os principais benefícios da redução da velocidade e voracidade do turismo está a reocupação dos espaços urbanos pela população local. Em cidades como as já citadas, assim como no Porto, Lisboa, Madrid e vários outros destinos na Europa, a população local foi removida para os subúrbios das cidades, já que os mais centrais se tornaram em sua maioria alojamentos para turistas. Assim, os ambientes urbanos se tornaram quase fantasmas, com índices de ocupação para moradias muito baixos. O turismo sustentável, em um primeiro momento, pode gerar prejuízo, mas os locatários terão que se reinventar, destinar as habitações a estudantes e pessoas que vivem na cidade. Os turistas também ganham com o turismo sustentável. Não existe nada mais desagradável durante uma viagem do que ser privado do prazer de admirar um monumento, apreciar uma obra de arte ou uma vista bonita porque existem centenas de pessoas esperando que você dê lugar a ela.

Vamos ter medo de viajar para Europa pós-coronavírus?

No início sim, mas com o tempo as pessoas vão voltar a se sentir mais seguras e confortáveis para voltar a entrar em um avião. Especialmente a medida que forem desenvolvidos tratamentos comprovadamente eficientes, assim como com a chegada de uma possível vacina. Até lá, as pessoas vão sim ter medo de viajar. Posso responder por mim: sim, tenho medo de viajar nos próximos meses. Sou apaixonada por viagens e já volto para casa pensando em qual será o próximo destino. Mas agora, não tenho planos de sair do país e vou aproveitar o verão europeu para conhecer destinos portugueses que ainda não visitei. Sobre entrar em um avião e enfrentar uma longa viagem? Só no final do ano para ver a família no Brasil. E você, tem medo de viajar para Europa pós-coronavírus ou já está preparado para arrumar as malas? Até que ponto essas novidades vão afastar ou atrair os clientes? Ainda não sabemos! Mas essas questões terão grande influência na decisão das pessoas sobre quando voltar a viajar. E você, o que acha dessas medidas? Se sentiria mais seguro com os novos procedimentos? Comente e participe!

Fonte: https://www.eurodicas.com.br/viajar-para-europa-pos-coronavirus/?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=01jun

SAUDADES… DE QUANDO EU COMIA COM OS OLHOS ANTES…

Nestes tempos difíceis tenho comido agora mais por impulso do que por prazer. Muito vezes mais do que o necessário, confesso. Sem muita criatividade e pouco esmero, todavia está descendo redondo.

Tento inovar, tenho praticado cozinhar em casa, vejo receitas, assisto vídeos, selecione bons ingredientes e começo, vixe! Mas como não sei fazer e nem tenho prática nenhuma, geralmente não ficam tão boas. São comiveis, apenas isto. Não é a mesma coisa que antes. Não mesmo!

Sinto saudade dos tempos que gostava de escolher desde aonde ia comer e o que ia escolher para comer. Italiana, árabe, espanhola, japonesa, brasileira… pizza, hambúrguer… dependia do meu desejo, do humor daquele dia e do horário.

Já entrava no clima do lugar no momento que adentrava no seu ambiente. Tudo parecia perfeito… feito pra me agradar, e conseguia na maioria das vezes, me fazia sentia especial. Era tão bom!

Olhava bastante o cardápio antes de escolher, imaginava os pratos seus sabores e cheiros. O prazer acontecia no antes, durante e depois. Tirava dúvidas, pedia sugestões para aquele dia para o garçom. Tudo combinava, cada detalhe.

As entradinhas, a salada o prato principal eram bem escolhidos e então pensava com qual vinho ia combinar? Um sommelier vinha nos socorrer, e dava cada sugestão maravilhosa. Chegava o vinho e a água, pronto a noite seguia. Era um momento muito curtido, vagarosamente e depois… chegava a entrada. Ah! Tudo perfeito.

Apreciava tudo daquele prato principal convidativo logo que ia chegando, cada detalhe… eu comia com os olhos antes e em seguida devagar saboreava prazerosamente cada garfada. Sentia todos os sabores e texturas, cada uma delas era percebida. Sempre fui boa nisto.

No final depois de toda a minha experiência alimentar, devagar e com um bom papo, geralmente alegre e divertido vinha a sobremesa. Dava um tempinho, outra difícil escolha que será sempre compartilhada com meu marido aos bocadinhos. Aos poucos chegávamos num consenso e nos deliciávamos na sua chegada.

Pra terminar vinha um cafezinho sempre acompanhado de um mimo. A noite terminava leve, e desejosa de outras tantas noite assim. Semana após semanas. Mês após meses… E assim caminhamos. Agora mudou. Os delivery’s não são iguais, mas servem pra ajudar, mudar um pouco o gosto e tento então tornar a ambiente mais bonito e diferente pra imaginar que saímos da mesmice, da rotina que serve por enquanto. Tem velas, música… tem flores. É o que melhor posso fazer por hora.

Adoro comer fora, um dos meus passeios preferidos.

Sinto saudades deste tempo e faço planos por onde vou começar a ir, em quais restaurantes irei… quando puder sair novamente nestes passeios, pos pandemia. Quando? Ainda não sabemos. Espero que muito em breve, tudo passe. Sei que isto também vai passar. E voltemos com os prazeres da mesa… da carne… da massa… dos olhares, cheiros e enfim os sabores… do prazer de antes… ir comendo com os olhos.

ATIRE A PRIMEIRA PEDRA… ENTÃO VOCÊ!

Gosto deste texto de autor desconhecido, quando nos trás uma boa reflexão para este nosso momento atual da quarentena. Medos e ansiedades se atropelam… encontrar um culpado virou uma discussão política ou não. Todos querem encontrar um culpado! Então atire a primeira pedra…

Aquele que tiver a real solução para esse problema que atire a 1ª pedra !!!
Atire no Prefeito que fechou a cidade e mandou todos pra casa.
Atire no Presidente que pede pra abrir a cidade e a volta ao trabalho.
Atire nos médicos que pedem o isolamento social para evitar o colapso no sistema de saúde.
Atire nos economistas que pedem para voltar a rotina prevendo um colapso financeiro ….

O NEGÓCIO É ATIRAR PEDRAS !
Se voltar tudo a funcionar vai morrer quantas pessoas ?
Se ficar em isolamento social vai morrer quantas empresas?
Vou responder:
Ninguém sabe!!
Quando um problema não tem solução, elegemos um culpado, um inimigo, um vilão…
Não! A culpa não é do Prefeito!
Não! A culpa não é do Governador!
Não! A culpa não é do Presidente!
Nem dos médicos, nem dos economistas e nem do Ministro da Saúde.
Eles estão tão perdidos quanto todos nós.

Tão perdidos quanto Donald Trump e todos os líderes mundiais.

Fomos pegos de surpresa sem manual de procedimentos. Cada um ACHA uma coisa, mas NINGUÉM tem certeza.
Então quem sabe não é a hora de parar de perder tempo atirando pedras e dando palpites, e começar a orar mais, amar mais, chorar mais, valorizar mais os AMIGOS e a FAMÍLIA …
Chega de ódio!!!
Talvez seja essa a solução!!!”

DEIXEM-ME ENVELHECER.

Quero envelhecer exatamente assim como M.Concita Weber descreve… Feliz da vida! Quer ver só? Leia:

Deixem-me envelhecer sem compromissos e cobranças,

Sem a obrigação de parecer jovem e ser bonita para alguém,

Quero ao meu lado quem me entenda e me ame como eu sou,

Um amor para dividirmos tropeços desta nossa última jornada,

Quero envelhecer com dignidade, com sabedoria e esperança,

Amar minha vida, agradecer pelos dias que ainda me restam,

Eu não quero perder meu tempo precioso com aventuras,

Paixões perniciosas que nada acrescentam e nada valem.

Deixem-me envelhecer com sanidade e discernimento,

Com a certeza que cumpri meus deveres e minha missão,

Quero aproveitar essa paz merecida para descansar e refletir,

Ter amigos para compartilharmos experiências, conhecimentos,

Quero envelhecer sem temer as rugas e meus cabelos brancos,

Sem frustrações, terminar a etapa final desta minha existência,

Não quero me deixar levar por aparências e vaidades bobas,

Nem me envolver com relações que vão me fazer infeliz.

Deixem-me envelhecer, aceitar a velhice com suas mazelas,

Ter a certeza que minha luta não foi em vão: teve um sentido,

Quero envelhecer sem temer a morte e ter medo da despedida,

Acreditar que a velhice é o retorno de uma viagem, não é o fim,

Não quero ser um exemplo, quero dar um sentido ao meu viver,

Ter serenidade, um sono tranquilo e andar de cabeça erguida,

Fazer somente o que eu gosto, com a sensação de liberdade,

Quero saber envelhecer, ser uma velha consciente e feliz!!!

CURAR…

Um poema escrito por Catherine M. O’Meara (março de 2020)… descreve o nosso isolamento, se encaixando tão bem com as rotinas do nosso dia a dia e em como estamos vivendo atualmente, nesta pandemia… leiam:

E as pessoas ficaram em casa.

E leram livros e ouviram.

E descansaram e se exercitaram.
E fizeram arte e brincaram.
E aprenderam novas maneiras de ser.
E pararam.
E ouviram fundo
Alguém meditou
Alguém orou
Alguém dançou
Alguém conheceu sua sombra
E as pessoas começaram a pensar de forma diferente.
E pessoas se curaram
E na ausência de pessoas que viviam de maneiras ignorantes,
Perigosas, sem sentido e sem coração,
Até a Terra começou a se curar.
E quando o perigo terminou.
E as pessoas se encontraram.
Lamentaram pelas pessoas mortas.
E fizeram novas escolhas.
E sonharam com novas visões.
E criaram novos modos de vida.
E curaram a Terra completamente.

 Kathleen O’Meara, pen name Grace Ramsay 

Nascimento: 1839, Dublin, Irlanda

Falecimento: 10 de novembro de 1888, Paris, França

CORONAMOR🦠

E assim, um dia, o mundo se encheu da desastrosa promessa de um apocalipse viral e, de repente, as fronteiras que foram tão defendidas com guerras se quebraram com gotículas de saliva, houve equidade no contágio, que foi distribuído igualmente aos ricos e pobres, as potências que se sentiam infalíveis viram como se pode cair ante um beijo, ante um abraço.

E nos demos conta do que era importante, e então uma enfermeira se tornou mais indispensável que um jogador de futebol, e um hospital se tornou mais urgente que um míssil. As luzes foram apagadas nos estádios, os filmes pararam de ser filmados, acabaram as missas e os encontros das multidões.

E então, no mundo, houve tempo para refletir sozinho, e esperar em casa que todos chegassem para se reunirem em frente às lareiras, mesas, cadeiras de balanço, redes e contar histórias quase esquecidas.

Três gotículas de ranho no ar nos levaram a cuidar dos nossos anciões, a valorizar a ciência acima da economia, a ouvir agora que não apenas os indigentes trazem pragas, que nossa pirâmide de valores estava invertida, que a vida sempre veio primeiro e que as outras coisas eram acessórios.

Não há lugar seguro, na mente de todos nós cabem todos, e começamos a desejar o bem ao próximo, precisamos que ele se mantenha seguro, que não fique doente, que viva muito, que seja feliz, e, junto com uma paranóia fervida em desinfetante, nos damos conta que se eu tenho água e ele, que vive mais distante não, minha vida está em risco.

Voltamos a ser uma aldeia, a solidariedade se tinge de medo e com o risco de nos perdermos isoladamente, percebemos que há apenas uma alternativa: sermos melhores juntos.

Algo invisível chegou e colocou tudo no lugar. De repente os combustíveis baixaram, a poluição baixou, as pessoas passaram a ter tempo, tanto tempo que nem sabem o que fazer com ele, os pais estão com os filhos em família, o trabalho deixou de ser prioritário, as viagens e o laser também.

De repente silenciosamente voltamo-nos para dentro de nós próprios entendemos o valor da palavra solidariedade.

Num instante damos conta que estamos todos no mesmo barco, ricos e pobres, que as prateleiras dos supermercados estão vazias e os hospitais cheios e que o dinheiro e os seguros de saúde que o dinheiro pagava não têm nenhuma importância porque os hospitais privados foram os primeiros a fechar. Nas garagens estão parados igualmente os carros de última geração ou ferro velhos antigos simplesmente porque ninguém pode sair.

Bastou meia dúzia de dias para que o Universo estabelecesse a igualdade social que se dizia ser impossível de repor. O MEDO invadiu todos Que ao menos isto sirva para nos darmos conta da vulnerabilidade do ser humano.

Não se esqueçam- BASTOU MEIA DÚZIA DE DIAS.

Este autor desconhecido disse tudo pra nossa reflexão.

JÁ NÃO TENHO PACIÊNCIA PARA…


Assim como #JoséMicardTeixeira diz… eu me sinto leve hoje e daqui pra frente. #Sessentar traz destas coisas… simplesmente não quero mais perder meu precioso #tempo!com aquilo que não me traz alegrias ou aprendizados. Meu tempo é precioso demais pra certas besteiras e futilidades da vida. #Cansei daquilo. Já não tenho…

“Já não tenho #paciência para algumas coisas, não porque me tenha tornado arrogante, mas simplesmente porque cheguei a um ponto da minha vida em que não me apetece #perdermaistempo com aquilo que me desagrada ou fere. Já não tenho pachorra para cinismo, críticas em excesso e exigências de qualquer natureza. Perdi a vontade de agradar a quem não agrado, de amar quem não me ama, de sorrir para quem quer retirar-me o sorriso. Já não dedico um minuto que seja a quem mente ou quer manipular. Decidi não conviver mais com pretensiosismo, hipocrisia, desonestidade e elogios baratos. Já não consigo tolerar eruditismo seletivo e altivez acadêmica. Não compactuo mais com bairrismo ou coscuvilhice. Não suporto #conflitos e comparações. Acredito num mundo de opostos e por isso evito pessoas de caráter rígido e inflexível. Na #amizade desagrada-me a falta de lealdade e a traição. Não lido nada bem com quem não sabe elogiar ou incentivar. Os exageros aborrecem-me e tenho dificuldade em aceitar quem não gosta de animais. E acima de tudo já não tenho paciência nenhuma para quem não merece a minha paciência”.

Meu tempo é precioso demais pra gastar ele com coisas que não me acrescentam. Escolho simplesmente #viver é #serfeliz!
E você, escolheu o quê?

PILATES… COMECE JÁ!

Este ano #priorizei o que venho enrolando a mais de 60 anos rsrsrs. Não dá pra adiar mais. Só #caminhadas, não serão suficiente pra me dar mais disposição… resolvi me #movimentar mais.

Depois de experimentar algumas aulas na academia, gostei muito do Tai Chi Chuan e do Pilates. Comecei em fevereiro. Estou empenhado, disciplinada e focada… e estou adorando. #pilates

Pilates é um conjunto de exercícios criados pelo alemão chamado Joseph Pilates, em meados de 1920, que são realizados nos Solo e/ou em Equipamentos exclusivos.

Visa o total e completo controle e conexão entre “corpo e mente”. Ele chamou seu método de “contrologia”, ou arte de movimentos controlados, enfatizando três aspectos importantes: força, flexibilidade e consciência.

O Método ainda garante um condicionamento físico e pode ser usado para a reabilitação física ou como alternativa fitness (que é o meu casa rsrsrs) e até mesmo o emagrecimento e a definição muscular. Promove um aumento da qualidade de vida!

Aqui as aulas são com horário marcado (1h) e com poucas pessoas na sala. Normalmente começo praticando o Pilates no chão (Mat Work) bem variados com foco na minha necessidade (melhorar minha força muscular e a dor nos joelhos) e em seguida realizo exercícios em Grandes e Pequenos Aparelhos.

O aparelho que mais gosto é o Reformer. Também faço uso dos outros aparelhos que tem lá na academia são o: Cadillac, Ladder Barrel e Pedi-Pole…

Saiba mais aqui:

http://krdojoacademia.com.br/

OS 12 MELHORES PAÍSES DO MUNDO PARA SE ENVELHECER.

Para maiores de 60…

À medida que a expectativa de vida aumenta , espera-se que a proporção de adultos em seus anos de aposentadoria cresça em todas as regiões do mundo. Segundo dados recentes, existem aproximadamente 901 milhões de pessoas em todo o mundo com 60 anos ou mais. Até 2050, esse número chegará a 2,1 bilhões de pessoas, ou 21,5% da população global .

Mas as experiências que as pessoas têm mais tarde na vida variam muito, dependendo de onde moram.

O Índice Global AgeWatch avaliou recentemente 96 países para determinar os melhores lugares para os idosos viverem. Esses países incluem mais de 90% da população mundial com 60 anos ou mais.

As classificações foram baseadas na qualidade de cada país em quatro categorias: estado de saúde dos idosos, segurança de renda, capacidade (medida pelo status de emprego e níveis de educação) e ambiente propício (medido pelo acesso ao transporte público, segurança física, conexões sociais e liberdade cívica).

Maiores de 60 baseou essa matéria na citada pesquisa e em outro estudo conduzido pela Columbia University School of Public Health e da Universidade do Sul da Califórnia. Nessa pesquisa o critério variou um pouco e, julgamos, produziu um resultado complementar ao apreciado pela Global Age Watch. Aqui, os países são avaliados segundo cinco características de suas populações seniores: (1) Produtividade e engajamento; (2) Bem-estar; (3) Equidade (medida das lacunas no bem-estar e segurança econômica entre os que têm e os que não têm na faixa etária.); Coesão (medida entre gerações e sua conectividade social); e (5) Segurança baseada nas estatísticas aplicadas a incidentes com idosos. Com base nos dois estudos, apresentamos os
Os 12 melhores países para maiores de 60:

1. Suíça

A Suíça ficou em primeiro lugar como o melhor país para se viver, se você tem 60 anos ou mais. Os relatórios das duas pesquisas apresentam diversos programas e políticas que promovem a saúde dos idosos e um ambiente propício de segurança e lazer para os maduros. Uma pessoa de 60 anos que more na Suíça pode esperar viver em média 25 anos a mais do que a média dos 50 países mais ricos do mundo. A Suíça também possui uma taxa superior à média europeia dos quesitos conexão social e satisfação com a liberdade cívica entre os idosos.

O contraponto à perfeição é o fato de apesar de ter 100% de cobertura de pensão para adultos com mais de 65 anos, a Suíça ainda tem uma taxa de pobreza de 16,1% na velhice. Muito embora ser pobre na Suíça, meus caros, não se assemelhe em nada a ser pobre no Brasil.

2) Noruega

A Noruega obteve uma classificação consistentemente alta em todas as categorias, mas ficou em primeiro lugar no que diz respeito à ocupação da população idosa. Por lá não falta emprego para os maduros que ainda querem trabalhar. A taxa de emprego é de 71,1 por cento entre os idosos. Quase 15 pontos percentuais acima da média europeia. A Noruega também tem a maior taxa de escolaridade entre os idosos.

Outros destaques incluem a segunda menor taxa de pobreza na terceira idade na Europa, apenas 1,8%, e 100% de cobertura de pensão para adultos acima de 65 anos.

3. Suécia

A Suécia possui altas taxas de emprego e escolaridade quando comparada às médias regionais entre pessoas com mais de 60 anos. Os adultos do país também relatam alta satisfação com segurança, liberdade cívica e transporte público.

4. Alemanha

A Alemanha também obteve uma classificação alta no quesito da ocupação (ou emprego) e a segunda maior taxa de escolaridade entre os adultos mais velhos.

5. Canadá

O país também ocupa uma posição alta no quesito de conexão social e liberdade cívica, enquanto a expectativa de vida e a expectativa de vida saudável estão próximas das médias europeias.

O país também possui alto nível de segurança de renda, com 97,7% de cobertura de renda de aposentadoria e uma taxa de pobreza de 6,8%, abaixo da média regional. O sistema de saúde pública canadense é reconhecido como um dos melhores do mundo -tão inclusivo que não faltam detratores a chama-lo de socialista. Oi?

O Canadá completa a lesta dos cinco primeiros países, com uma pontuação particularmente alta no domínio da saúde dos idosos e expectativa de vida, inclusive para os maiores de 75. 

6.Holanda

Em sexto lugar, temos a Holanda um país com uma baixíssima taxa de pobreza na terceira idade:  3%. 100% das pessoas com mais de 65 anos recebem uma pensão. Os idosos do país também relatam alta satisfação com a conexão social e as liberdades cívicas.

E por que as coisas são tão boas para os aposentados holandeses? Além de receberem uma pensão do tipo seguridade social, com base nos ganhos vitalícios, também recebem uma pensão pública de taxa fixa apenas por se aposentar. Tipo um bônus. Como resultado, muitos aposentados ganham tanto quanto antes da aposentadoria.

7. Islândia

A Islândia possui a menor taxa de pobreza na terceira idade em sua região, 1,6%. O país também ocupa o primeiro lugar na categoria saúde, com uma expectativa de vida de 25 anos adicionais aos 60 anos, quase 18 deles com expectativa de boa saúde, o que é um diferencial.

A Islândia está acima da média em satisfação com a conexão social, segurança, transporte público e liberdade cívica entre adultos mais velhos. No entanto, apesar de uma alta taxa de emprego para idosos (81,1%), apenas 40,9% da população acima de 60 anos tem ensino médio ou superior – índice 20% abaixo da média europeia.

8. Japão

O Japão tem a maior proporção de idosos na população do mundo. Um terço dos japoneses tem mais de 60 anos.

O país ocupa o primeiro lugar no quesito da saúde, com uma expectativa de vida de 86 anos, sendo a média de 80 anos de boa saúde e produtividade. Os idosos no Japão relatam alta satisfação com a conexão social, segurança e liberdade cívica.

9. Estados Unidos

Os Estados Unidos ocupam o nono lugar na lista dos melhores países para se viver com mais de 60 anos na pesquisa Global Age Watch. Os EUA são particularmente altos em desempenho educacional,  sendo que 96% da população com mais de 60 anos de idade possui ensino secundário ou superior.

Em todo o país, os idosos relatam alta satisfação com a segurança e a conexão social, e a expectativa de vida e a expectativa de vida saudável estão próximas das médias regionais.

Contudo, os EUA apresentam índices baixos em segurança de renda, com uma taxa de pobreza entre os idosos de 18%.

10. Reino Unido

Os idosos do país relatam alta satisfação com conexão social, liberdade cívica, segurança e transporte público. O Reino Unido também possui cobertura de 100% da renda de pensão para adultos acima de 65 anos. Tem uma taxa de pobreza na velhice de 9,3% – um pouco acima da média regional. Com uma boa renda e cansados do clima frio, uma proporção considerável dos idosos ingleses se aposentam em países europeus mais quentes, como: Portugal, Espanha, Grécia e sul da França.

11 França

A primeira inclusão fora da lista dos dez melhores países para a vida após os 60 anos da Global Age Watch é a França.

As razões incluem o patrimônio cultural e educacional do país, a sociabilidade, ainda que os custos de moradia sejam altos em muitas partes do país. 

Para compensar,  a França possui o melhor sistema de saúde do mundo, pelo menos de acordo com um relatório da Organização Mundial da Saúde. A França usa uma combinação de financiamento público e privado para garantir que todos os residentes legais tenham acesso a cuidados básicos de saúde.

Quanto mais doente você está, mais o sistema se importa com você – ao contrário de muitos planos de saúde estadunidenses, por exemplo, que não atendem clientes com condições pré-existentes ou problemas crônicos de saúde. O sistema da França cobre completamente as necessidades de 30 doenças de longo prazo. Se você tem diabetes, não paga nada pelos itens necessários para administrar a doença.  

12 MÉXICO

Obviamente, sendo um país em desenvolvimento, o único da lista, há restrições sérias devidas a toda a população, não apenas idosos. Contudo, em se tratando de políticas públicas para os idosos, o país dá um olé no Brasil. 

Um ponto se destaca: a vida social dos maduros. E isso não é importante? A agência ForeignPolicy.com declarou o México como um dos melhores lugares para idosos viverem por causa de sua “animada cena social”. O país possui quase 12.000 centros comunitários e clubes administrados pelo governo em todo o país onde são atendidos mais de 500.000 pessoas por dia. Além disso, os idosos aproveitam descontos consideráveis em supermercados, restaurantes e farmácias e em transportes públicos. Viva o México!

Edílson Silvestre com informações de Age Watch, SCLU

Imagem de capa: ShutterStock licenciada.

Fonte: https://oterceiroato.files.wordpress.com/2020/02/26456-suave-cont-int-las-fiestas-decembrinas-con-los-abuelos.jpg