OS 12 MELHORES PAÍSES DO MUNDO PARA SE ENVELHECER.

Para maiores de 60…

À medida que a expectativa de vida aumenta , espera-se que a proporção de adultos em seus anos de aposentadoria cresça em todas as regiões do mundo. Segundo dados recentes, existem aproximadamente 901 milhões de pessoas em todo o mundo com 60 anos ou mais. Até 2050, esse número chegará a 2,1 bilhões de pessoas, ou 21,5% da população global .

Mas as experiências que as pessoas têm mais tarde na vida variam muito, dependendo de onde moram.

O Índice Global AgeWatch avaliou recentemente 96 países para determinar os melhores lugares para os idosos viverem. Esses países incluem mais de 90% da população mundial com 60 anos ou mais.

As classificações foram baseadas na qualidade de cada país em quatro categorias: estado de saúde dos idosos, segurança de renda, capacidade (medida pelo status de emprego e níveis de educação) e ambiente propício (medido pelo acesso ao transporte público, segurança física, conexões sociais e liberdade cívica).

Maiores de 60 baseou essa matéria na citada pesquisa e em outro estudo conduzido pela Columbia University School of Public Health e da Universidade do Sul da Califórnia. Nessa pesquisa o critério variou um pouco e, julgamos, produziu um resultado complementar ao apreciado pela Global Age Watch. Aqui, os países são avaliados segundo cinco características de suas populações seniores: (1) Produtividade e engajamento; (2) Bem-estar; (3) Equidade (medida das lacunas no bem-estar e segurança econômica entre os que têm e os que não têm na faixa etária.); Coesão (medida entre gerações e sua conectividade social); e (5) Segurança baseada nas estatísticas aplicadas a incidentes com idosos. Com base nos dois estudos, apresentamos os
Os 12 melhores países para maiores de 60:

1. Suíça

A Suíça ficou em primeiro lugar como o melhor país para se viver, se você tem 60 anos ou mais. Os relatórios das duas pesquisas apresentam diversos programas e políticas que promovem a saúde dos idosos e um ambiente propício de segurança e lazer para os maduros. Uma pessoa de 60 anos que more na Suíça pode esperar viver em média 25 anos a mais do que a média dos 50 países mais ricos do mundo. A Suíça também possui uma taxa superior à média europeia dos quesitos conexão social e satisfação com a liberdade cívica entre os idosos.

O contraponto à perfeição é o fato de apesar de ter 100% de cobertura de pensão para adultos com mais de 65 anos, a Suíça ainda tem uma taxa de pobreza de 16,1% na velhice. Muito embora ser pobre na Suíça, meus caros, não se assemelhe em nada a ser pobre no Brasil.

2) Noruega

A Noruega obteve uma classificação consistentemente alta em todas as categorias, mas ficou em primeiro lugar no que diz respeito à ocupação da população idosa. Por lá não falta emprego para os maduros que ainda querem trabalhar. A taxa de emprego é de 71,1 por cento entre os idosos. Quase 15 pontos percentuais acima da média europeia. A Noruega também tem a maior taxa de escolaridade entre os idosos.

Outros destaques incluem a segunda menor taxa de pobreza na terceira idade na Europa, apenas 1,8%, e 100% de cobertura de pensão para adultos acima de 65 anos.

3. Suécia

A Suécia possui altas taxas de emprego e escolaridade quando comparada às médias regionais entre pessoas com mais de 60 anos. Os adultos do país também relatam alta satisfação com segurança, liberdade cívica e transporte público.

4. Alemanha

A Alemanha também obteve uma classificação alta no quesito da ocupação (ou emprego) e a segunda maior taxa de escolaridade entre os adultos mais velhos.

5. Canadá

O país também ocupa uma posição alta no quesito de conexão social e liberdade cívica, enquanto a expectativa de vida e a expectativa de vida saudável estão próximas das médias europeias.

O país também possui alto nível de segurança de renda, com 97,7% de cobertura de renda de aposentadoria e uma taxa de pobreza de 6,8%, abaixo da média regional. O sistema de saúde pública canadense é reconhecido como um dos melhores do mundo -tão inclusivo que não faltam detratores a chama-lo de socialista. Oi?

O Canadá completa a lesta dos cinco primeiros países, com uma pontuação particularmente alta no domínio da saúde dos idosos e expectativa de vida, inclusive para os maiores de 75. 

6.Holanda

Em sexto lugar, temos a Holanda um país com uma baixíssima taxa de pobreza na terceira idade:  3%. 100% das pessoas com mais de 65 anos recebem uma pensão. Os idosos do país também relatam alta satisfação com a conexão social e as liberdades cívicas.

E por que as coisas são tão boas para os aposentados holandeses? Além de receberem uma pensão do tipo seguridade social, com base nos ganhos vitalícios, também recebem uma pensão pública de taxa fixa apenas por se aposentar. Tipo um bônus. Como resultado, muitos aposentados ganham tanto quanto antes da aposentadoria.

7. Islândia

A Islândia possui a menor taxa de pobreza na terceira idade em sua região, 1,6%. O país também ocupa o primeiro lugar na categoria saúde, com uma expectativa de vida de 25 anos adicionais aos 60 anos, quase 18 deles com expectativa de boa saúde, o que é um diferencial.

A Islândia está acima da média em satisfação com a conexão social, segurança, transporte público e liberdade cívica entre adultos mais velhos. No entanto, apesar de uma alta taxa de emprego para idosos (81,1%), apenas 40,9% da população acima de 60 anos tem ensino médio ou superior – índice 20% abaixo da média europeia.

8. Japão

O Japão tem a maior proporção de idosos na população do mundo. Um terço dos japoneses tem mais de 60 anos.

O país ocupa o primeiro lugar no quesito da saúde, com uma expectativa de vida de 86 anos, sendo a média de 80 anos de boa saúde e produtividade. Os idosos no Japão relatam alta satisfação com a conexão social, segurança e liberdade cívica.

9. Estados Unidos

Os Estados Unidos ocupam o nono lugar na lista dos melhores países para se viver com mais de 60 anos na pesquisa Global Age Watch. Os EUA são particularmente altos em desempenho educacional,  sendo que 96% da população com mais de 60 anos de idade possui ensino secundário ou superior.

Em todo o país, os idosos relatam alta satisfação com a segurança e a conexão social, e a expectativa de vida e a expectativa de vida saudável estão próximas das médias regionais.

Contudo, os EUA apresentam índices baixos em segurança de renda, com uma taxa de pobreza entre os idosos de 18%.

10. Reino Unido

Os idosos do país relatam alta satisfação com conexão social, liberdade cívica, segurança e transporte público. O Reino Unido também possui cobertura de 100% da renda de pensão para adultos acima de 65 anos. Tem uma taxa de pobreza na velhice de 9,3% – um pouco acima da média regional. Com uma boa renda e cansados do clima frio, uma proporção considerável dos idosos ingleses se aposentam em países europeus mais quentes, como: Portugal, Espanha, Grécia e sul da França.

11 França

A primeira inclusão fora da lista dos dez melhores países para a vida após os 60 anos da Global Age Watch é a França.

As razões incluem o patrimônio cultural e educacional do país, a sociabilidade, ainda que os custos de moradia sejam altos em muitas partes do país. 

Para compensar,  a França possui o melhor sistema de saúde do mundo, pelo menos de acordo com um relatório da Organização Mundial da Saúde. A França usa uma combinação de financiamento público e privado para garantir que todos os residentes legais tenham acesso a cuidados básicos de saúde.

Quanto mais doente você está, mais o sistema se importa com você – ao contrário de muitos planos de saúde estadunidenses, por exemplo, que não atendem clientes com condições pré-existentes ou problemas crônicos de saúde. O sistema da França cobre completamente as necessidades de 30 doenças de longo prazo. Se você tem diabetes, não paga nada pelos itens necessários para administrar a doença.  

12 MÉXICO

Obviamente, sendo um país em desenvolvimento, o único da lista, há restrições sérias devidas a toda a população, não apenas idosos. Contudo, em se tratando de políticas públicas para os idosos, o país dá um olé no Brasil. 

Um ponto se destaca: a vida social dos maduros. E isso não é importante? A agência ForeignPolicy.com declarou o México como um dos melhores lugares para idosos viverem por causa de sua “animada cena social”. O país possui quase 12.000 centros comunitários e clubes administrados pelo governo em todo o país onde são atendidos mais de 500.000 pessoas por dia. Além disso, os idosos aproveitam descontos consideráveis em supermercados, restaurantes e farmácias e em transportes públicos. Viva o México!

Edílson Silvestre com informações de Age Watch, SCLU

Imagem de capa: ShutterStock licenciada.

Fonte: https://oterceiroato.files.wordpress.com/2020/02/26456-suave-cont-int-las-fiestas-decembrinas-con-los-abuelos.jpg

VAMOS BRINCAR! DEIXE O CELULAR DE LADO…

Tem coisa que é bom compartilhar. Neste mundo atual onde tudo está na telinha do celular… esta é uma boa iniciativa.

Olha a propaganda da “Vivo” para incentivar as crianças a brincarem sem celular…
Muito bacana!!! Pode repassar!!
Vale a pena, chame seus filhos, seus sobrinhos, seus neto… para brincar!!
Palmas para a “Vivo”!

​QUARENTA… CINQUENTA… SESSENTA ANOS!

Tem gente que começa aos quarenta, outros assim como eu, só perto dos sessenta anos.

A nossa percepção sobre o mundo e nós mesmos vai mudando… vamos ficando mais calmos… leves e felizes. Queremos a simplicidade em cada gesto… em cada atitude… e mudamos em tantas coisas que a nossa companhia conosco mesmo torna- se um prazer absoluto. Somos mais seletivos em todas as nossas escolhas assim como Fabrício Carpinejar descreve neste texto. Leiam:

Gostar da própria solidão é a manifestação mais clara de que chegou aos 40 anos.

Não precisa mais sair de casa para ser feliz, não é mais tributário do barulho e da multidão para se ver acompanhado.

Gosta do silêncio e de não fazer nada demais. Gosta do espaço vazio e da liberdade de não ter a agenda cheia.

Passa a filtrar os convites, a peneirar as festas, a abrir a porta para a rua somente quando realmente é indispensável.

Não sofre mais em dizer não. Prefere receber os amigos em casa, em pequenos e semelhantes grupos, a virar a madrugada em baladas com estranhos.

Dispensou o bordel dentro de si. Tem como princípio sexo com qualidade, não mais pela quantidade. Não está mais desesperado para transar toda noite, toda semana. Busca criar um clima para o clímax, acima de tudo. A música de qualidade e a conversa inteligente são preliminares indispensáveis antes de qualquer amasso.

Perdeu também a ganância de enriquecer, o olho de águia do sucesso, opta por ganhar menos e se incomodar menos.

Mudou a sua concepção de prosperidade, paz é prosperidade.

O que fazia quando estava gripado, de permanecer na cama lendo um livro ou emendando episódios de uma série, agora ocupa a maior parte de seus dias sadios. Preocupa-se em aguar as plantinhas, em aprender idiomas, em comprar verduras sem agrotóxico nas feirinhas de bairro.

Nem para tomar vinho acredita que depende de companhia. As quatro décadas revelam a satisfação de um cálice sentado na varanda, sem ninguém para apressar os goles. Finalmente está solto no seu mundo de pensamentos para degustar a safra e descobrir os taninos.

Sei que meus amigos sopraram as quarenta velinhas quando decidem se dedicar a cerveja artesanal. Largam os botecos e a zona de desconforto da boemia pela produção caseira de sua bebida. Ostentam experimentos e guardam as provas para limitados convidados. São cientistas do isolamento, explicando, depois de cumprida a missão, o passo-a-passo de sua incubadora com ostensivo orgulho.

Alguns encontram tempo para maturar queijos, outros se aventuram a assar pães ou pizzas, com sacerdócio de mestre-cucas. Se antes reclamavam da submissão doméstica das mães e avós, que colocavam tortas a esfriar nas janelas, agora não acham nem um pouco inconveniente o hábito de cozinhar, ainda que seja para o seu consumo.

Aliás, é simbólico nesta faixa etária querer produzir a sua própria comida. A cozinha torna-se a parte mais importante da residência, com aquisição de fornos potentes e panelas inquebrantáveis.

O discernimento da meia-idade surge com a renúncia. Entende-se que perder a agitação é ganhar autoconhecimento. A experiência traz a clareza do que é bom e do que é ruim, de que não vale realizar coisa alguma na contrariedade, de que nada mais será feito para agradar o outro.

Gostar-se é o início de uma nova vida. Longeva vida, com a adrenalina da simplicidade. 💙🙏🏻

CORONAVÍRUS… DOENÇA SUPERCONTAGIOSA.

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Surge mais uma grande perturbação para o nosso mundo atual, em meio a tantas outras… o temido coronavírus, originário da China e já com casos suspeitos no Brasil.

Mais de 9 milhões de pessoas ainda estão em Wuhan, cidade que é o epicentro do surto da doença e está isolada há uma semana pelas autoridades chinesas (ninguém sai/ninguém entra) como medida para tentar conter a expansão do vírus para o restante do país.

A maior parte dos novos casos e das mortes foi registrada na província de Hubei, cuja a capital é Wuhan. Só na cidade, a Comissão Nacional de Saúde detectou 356 novos casos e confirmou a morte de mais 25 vítimas da doença.

Além da China, outros 17 países nos quatro continentes já registraram casos confirmados de infecção por coronavírus.

Confira o resumo até a manhã desta quinta-feira (30)

• 170 mortes na China – a maior parte na província de Hubei, onde fica Wuhan, cidade epicentro da doença

• Nenhuma morte fora da China

• 8.149 casos suspeitos na China

• 80 casos suspeitos em outros 18 países

• Rússia fecha fronteira com China para frear transmissão

• 9 casos suspeitos no Brasil; nenhum confirmado

• Transmissão entre humanos está confirmada

• Taxa de mortalidade é de 2%; na Sars, era de 10%

No Brasil, o Ministério da Saúde confirmou nesta terça-feira (28/01) que investiga os três primeiros casos de suspeita de coronavírus no país. Pessoas mais velhas e gente com problemas respiratórios estão entre o grupo de mais vulneráveis a esse novo vírus.

Leia o artigo do jornal O Globo:

Para especialistas, o coronavírus deve mesmo chegar ao Brasil. E, quando isso ocorrer, o alerta será, principalmente, para idosos, portadores de doenças pulmonares crônicas e outros grupos mais vulneráveis, como pessoas com obesidade severa e que tenham problemas respiratórios, pacientes de outras doenças crônicas e aqueles que tomam medicações imunossupressoras (como pacientes que foram submetidos a transplantes).

— É praticamente impossível impedir a circulação de um vírus que está bem adaptado à transmissão entre humanos, com as facilidades de locomoção internacional que existem hoje. Realmente, vai chegar ao Brasil — afirma o coordenador de Vigilância em Saúde e Laboratórios de Referência da Fiocruz, Rivaldo Venâncio, para quem a circulação do vírus deve aumentar mais a partir de abril, com a chegada de temperaturas mais amenas — de forma semelhante ao que acontece com a gripe, do vírus influenza.

Os serviços de saúde seguirão, então, um protocolo de manejo clínico que está sendo elaborado, revisado e adaptado pelo Ministério da Saúde, com base nas recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Leia também: Vacinas que as pessoas acima dos 50 devem tomar, além da vacina contra a gripe

Mas, como não há antiviral específico nem vacina, o tratamento deve ser focado em tratar os sintomas, diz Venâncio: repouso, hidratação e ventilação para os que tiverem complicações respiratórias.

— A maioria das pessoas não vai precisar ir para o hospital, como acontece com todas as viroses respiratórias e com outros coronavírus. Mas outro grupo vai desenvolver formas clínicas que merecem ser atendidas no ambiente hospitalar.

Atualmente, o coronavírus tem taxa de letalidade estimada entre 2% e 5%. Para Venâncio, esse número pode ser revisto para baixo.

— Há uma gama muito grande de pessoas, que não sabemos quantas são, que não foram submetidas a exames porque não precisaram procurar os serviços de saúde. Estamos focando apenas nos casos com diagnóstico laboratorial. Nossa expectativa é que, nos próximos dias, surja informação nova que faça rever essa taxa, que mostra alta letalidade, mas que não é o que está sendo visto.

Quer saber mais?

Leia: Surto de coronavírus | Perguntas e respostas

UMA LIÇÃO DE VIDA!

contato-com-a-naturezaEste texto de Flávio Givovate (in memória), nos dá uma lição de vida. Muito interessante…

“Aprender a conviver bem com as dúvidas é condição indispensável para quem não quer ter um cérebro “cristalizado” e envelhecer antes da hora.

Ser capaz de trocar velhas crenças por novos conceitos, atravessando o “mar de dúvidas” é o caminho para a renovação e reciclagem das ideias.

O bom convívio com as dúvidas cria as condições para que se tenha um “cérebro poroso”; e isso é indispensável para a honestidade intelectual.

Quem convive bem com as dúvidas gosta de aprender; não sofrerá do tédio que assola aquelas pessoas que acham que já conhecem tudo muito bem!

Quem gosta de aprender tende a levar uma vida estimulante e rica mesmo nos anos da maturidade e velhice: é um prazer que jamais se esgota!

O prazer de aprender é a contrapartida intelectual do prazer sexual, mais físico; a vaidade também se gratifica quando se descobre algo novo.

A vaidade é o componente da sexualidade que participa de tudo, inclusive dos avanços intelectuais. Vaidade e gosto pelas dúvidas se somam!

A vaidade dá ainda mais força à curiosidade daquelas pessoas que aprenderam a curtir as dúvidas; para elas, sempre haverá muito o que fazer!”

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EU QUERO RIR COM VOCÊ ATÉ QUE NÓS FIQUEMOS VELHINHAS.

#Amizades são uma parte importante da vida, pois algo é dito que os amigos são como a família que podemos escolher. Na vida encontramos muitas pessoas, mas elas são contadas nos dedos de uma mão quem podemos considerar verdadeiros amigos. Essas pessoas entram em nossa história para ficar para sempre e nos sentimos tão perto que não podemos imaginar nossas vidas sem elas.

Já vivi mais de meio século! E com certeza não viverei mais meio século… rsrsrs
O bom da idade chegar é que alguns medos diminuem em contra partida uns outros medos bobos chegam…

Se você tiver a sorte de ter alguém em sua vida, cuide dela e mantenha-a ao seu lado, então quando elas estiverem velhas, elas continuarão a te acompanhar e a rir como fazem hoje.

Estas são 10 características de #amizades bonitas e verdadeiras:

  1. Concentre-se no bem.

Bons amigos não precisam te impressionar. Isso é muito trabalho. Os amigos realmente enxergam além da superfície e apreciam suas boas qualidades.

  1. Seja real.

Os amigos podem realmente rir ou chorar, fazer bobagens ou ficar sérios, e ainda sentir o calor da verdadeira conexão.

  1. O amor conta.

Você reconhece bons amigos, no entanto, quando eles reconhecem o seu afeto, eles permanecem com você, mesmo que as coisas fiquem feias.

  1. Erros são parte da vida.

Amigos de verdade não condenam você por cometer erros; Somos todos humanos e cometemos erros. Nós aprendemos enquanto crescemos.

  1. Saldos de energia.

Amizades verdadeiras possuem uma liderança fixa. É sobre ser capaz de se revezar: entender e ser entendido, dar e receber apoio, e que você se importa o suficiente para ouvir o que não é dito.

  1. Peça perdão.

Quando há conflitos, verdadeiros amigos encontram a coragem de falar com você em vez de fofocar e deixar o desconforto aumentar. Verdadeiros amigos entendem, e porque eles entendem, eles são capazes de perdão.

  1. Lealdade, cuidado e conexão.

A verdadeira lealdade à amizade é fundamental e a conexão é a norma. Você sabe que eles estão lá cuidando de você. Os amigos realmente olham para além do flash da personalidade e ficam com a essência.

  1. Deixe o outro crescer.

A dinâmica e as pessoas mudam. #Amigos de verdade dão espaço uns aos outros para crescer, tempo para recalibrar e abrir a porta para compartilhar o que só é aprendido através da experiência.

  1. Regue a planta.

Tal como acontece com as plantas, as amizades devem ser regadas também. Amigos realmente ligam para ver como é. Seja no dia-a-dia ou nos aniversários, é sempre algo especial.

  1. Comemore as boas coisas.

Amigos de verdade celebram suas vitórias. Eles querem o melhor para você e você se preocupa muito em estar realmente feliz com seus sucessos. Sua alegria é sua alegria.

Fonte: Traduzido e adaptado do site Rincón del Tibet, de artigo publicado no site elvasomediolleno

TUDO QUE SINTO.

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Já tive tanto medo de magoar as pessoas que me afoguei nos meus próprios sentimentos. Já fiz de tudo na expectativa de agradar ou outros que acabei por me esquecer, deixando as minhas próprias vontades em último plano. Já fiquei em situações que me sufocavam por receio de não ferir ninguém… No fim, tudo só serviu para me tornar alguém que eu não sou. Engolir sapos a vida todas nos faz acreditar que não somos suficientes, que precisamos fazer o máximo para sermos notados, bons para os outros. Mas eu te pergunto: Vale a pena se destruir para manter os outros inteiros? Você também é importante! Se olhe no espelho e veja, chega de segurar o mundo inteiro nas costas enquanto o seu cai no chão. Não é errado se colocar em primeiro lugar, errado é abrir mão de si por pessoas que nem sequer reconhecem o teu valor. Saiba selecionar quem merece o teu melhor e quem na verdade, nunca mereceu.