TRATE BEM A TODOS, SEM DISTINÇÃO. O UNIVERSO TE DEVOLVE O QUE VOCÊ OFERECE!

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“O mundo é grande, Mas dá muitas voltas!” David Ferreira Almeida.

Concordo com Fabiana Dainese Mauch… amadurecemos e aprendemos que a vida dá muitas voltas. O universo te devolve o que você oferece!

O mundo dá voltas…você acha que nunca vai precisar daquela pessoa e de repente tudo muda!

Há pessoas que se colocam em posição superior aos demais, acreditam que estão  em vantagem permanente, seja por sua condição, classe social, posição, etc… Estão constantemente sendo seletivos em suas relações e também no modo de tratamento; assim, pessoas que hoje supostamente não tem nada a oferecer, não merecem um bom tratamento, uma  conversa, um bom relacionamento e muitas vezes até um simples cumprimento! Por vezes, a arrogância e o ar de superioridade  é tão grande, que além do tratamento indiferente, é possível que também haja desentendimentos, discussões ou até casos mais extremos.

Este tipo de comportamento é uma falta de visão imensa! Falta de visão de médio e longo prazo. Não fazer questão de se relacionar bem com alguém, pelo contrário, fazer questão de criar atritos, é uma das piores estratégias que uma pessoa pode adotar, além de demonstrar imaturidade e completa falta de inteligência emocional, demonstra também foco extremo no curto prazo e desconhecimento de uma das leis mais importantes do Universo, a lei do retorno, a lei da atração, esta lei é implacável!

O Universo é impiedoso em te devolver exatamente aquilo que você oferece! Seja o bem ou o mal. Se você espalhar o amor, a compreensão, o perdão, se importar com as pessoas e em oferecer o seu melhor à elas, sem se preocupar  em obter algo em troca, sua vida será presenteada com coisas boas. O Universo ecoa no ritmo da energia despendida!

Infelizmente algumas pessoas apenas aprenderão e evoluirão, depois que o Universo ecoar negativamente, devolvendo o que foi oferecido, de maneira impiedosa.

O foco no curto prazo, deixa as pessoas cegas,  sedentas pela ambição em possuir algo que consideram crucial, esquecendo-se que o mundo dá voltas, que podemos nos relacionar com alguém, no trabalho ou na vida pessoal, que hoje julgamos não precisar, mas esta pessoa pode hoje ou no futuro, ser próximo de alguém que é ou será importante à você… Ou a própria pessoa com a qual você se relaciona hoje pode passar a ser importante na tua trajetória. Por isso, seja inteligente emocionalmente!

Lembre-se: nada é estático, tudo está em constante movimento, o mundo dá voltas, o improvável e o impensado pode acontecer, esteja preparado agindo corretamente hoje! Pois depois que o mundo gira e o improvável se materializar, pode ser tarde demais! Ofereça o seu melhor hoje e sempre…

By Fabiana Dainese Mauch

http://www.resilienciamag.com/trate-bem-todos-sem-distincao-o-universo-te-devolve-o-que-voce-oferece/

 

A GRAMA DO VIZINHO…

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“Tenho juízo mas não faço tudo certo. Todo paraíso precisa de um pouco de inferno”. Martha Medeiros

Martha Medeiros nunca me pareceu tão assertiva…

Ao amadurecer, descobrimos que a grama do vizinho não é mais verde coisíssima nenhuma. Estamos todos no mesmo barco. Há no ar certo queixume sem razões muito claras.

Converso com mulheres que estão entre os 40 e 50 anos, todas com profissão, marido, filhos, saúde, e ainda assim elas trazem dentro delas um não-sei-o-quê perturbador, algo que as incomoda, mesmo estando tudo bem.

De onde vem isso? Anos atrás, a cantora Marina Lima compôs com o seu irmão, o poeta Antonio Cícero, uma música que dizia:

“Eu espero/ acontecimentos/ só que quando anoitece/ é festa no outro apartamento”.

Passei minha adolescência com esta sensação: a de que algo muito animado estava acontecendo em algum lugar para o qual eu não tinha convite. É uma das características da juventude:

– considerar-se deslocado e impedido de ser feliz como os outros são, ou aparentam ser. Só que chega uma hora em que é preciso deixar de ficar tão ligada na grama do vizinho.

As festas em outros apartamentos são fruto da nossa imaginação, que é infectada por falsos holofotes, falsos sorrisos e falsas notícias. Os notáveis alardeiam muito suas vitórias, mas falam pouco das suas angústias, revelam pouco suas aflições, não dão bandeira das suas fraquezas, então fica parecendo que todos estão comemorando grandes paixões e fortunas, quando na verdade a festa lá fora não está tão animada assim.

Ao amadurecer, descobrimos que a grama do vizinho não é mais verde coisíssima nenhuma. Estamos todos no mesmo barco, com motivos pra dançar pela sala e também motivos pra se refugiar no escuro, alternadamente. Só que os motivos pra se refugiar no escuro raramente são divulgados.

Pra consumo externo, todos são belos, sexys, lúcidos, íntegros, ricos, sedutores.

“Nunca conheci quem tivesse levado porrada/ todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo”.

Fernando Pessoa também já se sentiu abafado pela perfeição alheia, e olha que na época em que ele escreveu estes versos não havia esta overdose de revistas que há hoje, vendendo um mundo de faz-de-conta. Nesta era de exaltação de celebridades – reais e inventadas – fica difícil mesmo achar que a vida da gente tem graça. Mas, tem. Paz interior, amigos leais, nossas músicas, livros, fantasias, desilusões e recomeços, tudo isso vale ser incluído na nossa biografia. Ou será que é tão divertido passar dois dias na Ilha de Caras fotografando junto a todos os produtos dos patrocinadores? Compensa passar a vida comendo alface para ter o corpo que a profissão de modelo exige? Será tão gratificante ter um paparazzo na sua cola cada vez que você sai de casa? Estarão mesmo todos realizando um milhão de coisas interessantes enquanto só você está sentada no sofá pintando as unhas do pé? Favor não confundir uma vida sensacional com uma vida sensacionalista.

As melhores festas acontecem dentro do nosso próprio apartamento.

By Martha Medeiros.

SOU UM PUNHADO DE EXCESSOS…

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“Sou uma alma insana; peco por excesso, nunca por escassez.” Haredita Angel

Assim como Monike Jordão “sou um punhado de excessos”… rsrsrs. Indentifico-me com a sua crônica, leiam:

Perdoe-me, mas é assim, eu não sei ser diferente, não posso e nem consigo. Na verdade, não quero também. Essa sou eu, um punhado de excessos. Eu falo alto, grito e esperneio, se necessário. Sou dramática, minhas paixões são ardentes e meus amores efervescentes. Minhas dores são de matar e o choro tem soluço. Eu passo dois dias sem dormir e, em seguida, durmo 18 horas seguidas. É assim, tudo ao extremo. Tudo no limite. Tudo exagerado.

Isso te assusta? Não precisa se preocupar, minha amplificação é aceitável e nunca feriu ninguém além de mim mesma. Não costumo arremessar nos outros o que transborda aqui dentro. A dor, ou o amor, sempre respinga e bagunça as coisas por aqui, nunca por aí. Eu já desejei que fosse mais morna, mas aqui a labareda é alta e eu não consigo controlar o fogo que me aquece, mas também me queima.

Eu sempre faço barulho. Sou a palheta da guitarra ou a baqueta da bateria. Que tal? O que acha de sermos as teclas do piano ou sopro da flauta? Sou a voz que grita no amplificador, reproduzindo o amor por todos os cantos do mundo e mantendo os tons no ritmo e no compasso certo.

Essa exorbitância toda tem muitos lados positivos, pode apostar. Os amigos são todos quase irmãos, os amores são todos “para a vida toda”, os beijos são intensos, os abraços apertados, os sonhos grandes e as noites quentes. Não há bloqueio ao coração, nada cala o pensamento.

A alma está sempre conectada. Nada me freia, não existe lombada ou radar que me faça diminuir a velocidade. Vivo a 200 km por hora e não sou adepta do cinto de segurança. Corro riscos. Sou feminina e cristalina!

http://www.asomadetodosafetos.com/2017/01/sou-um-punhado-de-excessos.html

O TEMPO TRAZ A PODA.

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 “É preciso podar a árvore para que ela comece a dar bons e novos frutos…” Junior João.

Quem me conhece sabe que  gosto de postar crônicas que nos ajudem a enfrentar as adversidades da vida com um olhar mais positivo. Estamos sempre vivendo e aprendendo… seguindo em frente! Crescemos e nos fortalecemos com cada aprendizado, assim caminha a humanidade. Leiam:

A poda é necessária para a planta se fortalecer e equilibrar. O luto ensina e amadurece.

Ensina que existe tempo para tudo, e que alguns ramos irão se soltar durante a vida, modificando o vigor da espécie;

Ensina que os mais fortes são aqueles que se adaptam justamente como dizia Darwin;

Ensina que alguns galhos são supérfluos, ainda que não haja compreensão no momento;

Ensina a modificarmos nossa tendência de produzir mais folhagem que frutos a buscarmos novas alternativas, ter coragem, humildade.

Enquanto tivermos sorte, permanecermos jovens, belos e bem nascidos o acaso nos protegerá, mas permaneceremos mais selvagens folhagem e vegetação.

E não descobriremos quem realmente somos.

O tempo traz a poda. E a cada tesourada descobrimos que algumas feridas nunca se curam e você terá que se ajustar a uma forma de vida completamente nova.

Mesmo que seu coração tenha sido quebrado em mil pedaços, uma hora você perceberá que é capaz de amar de novo e, se tiver sorte, amará melhor.

Já perdi amigos, me separei de pessoas insubstituíveis, sofri decepções absurdas, descobri que ninguém é perfeito. Fui feliz, me atirei de cabeça, confiei demais, me frustrei na mesma proporção, tive dúvidas, morri de arrependimento.

Fui podada pela vida, aparada em minhas arestas, corrigida em minhas estruturas. Descobri novos arranjos, me equilibrei com as perdas e decepções, formulei novos caminhos. Aprendi que continuamente sofremos um processo de renovação natural _ como as plantas. Faz parte da vida, do processo de nos tornarmos melhores com o tempo, extraindo os ramos ruins e mantendo os bons…

Aprendendo a perdoar, a pedir perdão; a entender que o tempo leva pessoas especiais e deixa algumas nem tão perfeitas assim; que o coração é capaz de amar de novo, mas antes deve permitir-se chorar e enterrar o amor antigo bem fundo para que ele não ressuscite de tempos em tempos; aprendendo a valorizar o presente, a entender que tudo é passageiro_os bons e maus momentos; aprendendo que algumas pessoas simplesmente não percebem o mundo como você, e que isso não as torna mais cruéis. Aprendendo a ter compaixão, a separar seus medos antigos dos atuais.

O tempo molda as pessoas de formas diferentes, e alguns endurecerão ainda mais com o passar dos anos. Nem todo mundo aprende, não importa quantos tombos leve. E você não pode basear sua vida por essas pessoas.

A vida é muito curta e o roteiro só depende de você. É assim que você se mantém vivo. Decidindo ser melhor a cada dia, se permitindo chorar, se autorizando ter raiva, se justificando por estar sem forças. Mas ainda assim acreditando que uma hora, de alguma maneira que seria impossível, você não se sentirá assim. Não vai doer tanto…

By Fabíola Simões

http://www.resilienciamag.com/o-tempo-traz-poda/

Como nascem as canções

Adoro as crônicas do meu amigo Mariel Fernandes… hoje quero presentear vocês com uma delas. Apreciem…

Mariel Fernandes

antiga

Por hoje, direi não às canções cansadas e tristes. Então, talvez, possa caminhar tranquilo pelas horas e suas pressas, abrandando gestos e silenciando o passado. Antes, isso é importante, será precioso agradecer aos dias que se foram por tudo o que foram, permitindo que partam felizes e em paz consigo mesmos.

Estarei só e livre do que não me pertença e de qualquer coisa que me possua. Lembranças, pessoas, expectativas, razões absolutas, autopiedade e certezas gerais. Indulgências, heroísmos, menosprezos, pesos, esperas e esperanças. Seremos eu e minhas travessias, contos e canções, menos as cansadas e tristes.

Vou olhar com carinho eterno para todo tipo de existência. Permanecermos conectados pelo entendimento gentil sobre tudo que não foi compreendido em seu valor, importância ou dimensão. Conhecerei a mim mesmo, despertando assim a humanidade com canções que não sejam cansadas e tristes.

Por hoje, libero sentimentos prisioneiros. Desamotinados e reconhecidos em sua sinceridade…

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EU PRECISO APRENDER A SER MENOS…

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“Sempre é pouco quando não é demais.” Arnaldo Antunes

Recentemente me deparei com este texto… as vezes me sinto assim rsrsrs…  bem interessante… Leiam:

Eu preciso aprender a ser menos. Menos dramática. Menos intensa. Menos exagerada. Alguém já desejou isso na vida: ser menos? Pois é. Estranho. Mas eu preciso. Nesse minuto, nesse segundo, por favor, me bloqueie o coração, me cale o pensamento, me dê uma droga forte para tranqüilizar a alma. Porque eu preciso. E preciso muito. Eu preciso diminuir o ritmo, abaixar o volume, andar na velocidade permitida, não atropelar quem chega, não tropeçar em mim mesma. Eu preciso respirar. Me aperte o pause, me deixe em stand by, eu não dou conta do meu coração que quer muito. Eu preciso desatar o nó. Eu preciso sentir menos, sonhar menos, amar menos, sofrer menos ainda. Aonde está a placa de PARE bem no meio da minha frase? Confesso: eu não consigo. Nada em mim pára, nada em mim é morno, nada é pouco, não existe sinal vermelho no meu caminho que se abre e me chama. E eu vou… Com o coração na mochila, o lápis borrado, o sorriso e a dúvida, a coragem e o medo, mas vou… Não digo: “estou indo”, não digo: “daqui a pouco”, nada tem hora a não ser agora. Existe aí algum remedinho para não-sentir? Existe alguma terapia, acupuntura, pedras, cores e aromas para me calar a alma e deixar mudo o pensamento? Quer saber? Existe. Existe e eu preciso. Preciso e não quero.   By Fernanda Mello.

PENSAR É TRANSGREDIR!

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“Para reinventar-se é preciso pensar: isso aprendi muito cedo.” Lya Luft 

Vocês sabem que adoro crônicas de vários autores onde costumo postar os meus preferidos aqui no Blog. Os de Lya Luft  costuma sempre me inquietar… leiam:
Não lembro em que momento percebi que viver deveria ser uma permanente reinvenção de nós mesmos — para não morrermos soterrados na poeira da banalidade embora pareça que ainda estamos vivos.
Mas compreendi, num lampejo: então é isso, então é assim… Apesar dos medos, convém não ser demais fútil nem demais acomodada. Algumas vezes é preciso pegar o touro pelos chifres, mergulhar para depois ver o que acontece: porque a vida não tem de ser sorvida como uma taça que se esvazia, mas como o jarro que se renova a cada gole bebido.
Para reinventar-se é preciso pensar: isso aprendi muito cedo.
Apalpar, no nevoeiro de quem somos, algo que pareça uma essência: isso, mais ou menos, sou eu. Isso é o que eu queria ser, acredito ser, quero me tornar ou já fui. Muita inquietação por baixo das águas do cotidiano. Mais cômodo seria ficar com o travesseiro sobre a cabeça e adotar o lema reconfortante: “Parar pra pensar, nem pensar!”
O problema é que quando menos se espera ele chega, o sorrateiro pensamento que nos faz parar. Pode ser no meio do shopping, no trânsito, na frente da tevê ou do computador. Simplesmente escovando os dentes. Ou na hora da droga, do sexo sem afeto, do desafeto, do rancor, da lamúria, da hesitação e da resignação.
Sem ter programado, a gente pára pra pensar.
Pode ser um susto: como espiar de um berçário confortável para um corredor com mil possibilidades. Cada porta, uma escolha. Muitas vão se abrir para um nada ou para algum absurdo. Outras, para um jardim de promessas. Alguma, para a noite além da cerca. Hora de tirar os disfarces, aposentar as máscaras e reavaliar: reavaliar-se.
Pensar pede audácia, pois refletir é transgredir a ordem do superficial que nos pressiona tanto.
Somos demasiado frívolos: buscamos o atordoamento das mil distrações, corremos de um lado a outro achando que somos grandes cumpridores de tarefas. Quando o primeiro dever seria de vez em quando parar e analisar: quem a gente é, o que fazemos com a nossa vida, o tempo, os amores. E com as obrigações também, é claro, pois não temos sempre cinco anos de idade, quando a prioridade absoluta é dormir abraçado no urso de pelúcia e prosseguir, no sono, o sonho que afinal nessa idade ainda é a vida.
Mas pensar não é apenas a ameaça de enfrentar a alma no espelho: é sair para as varandas de si mesmo e olhar em torno, e quem sabe finalmente respirar.
Compreender: somos inquilinos de algo bem maior do que o nosso pequeno segredo individual. É o poderoso ciclo da existência. Nele todos os desastres e toda a beleza têm significado como fases de um processo.
Se nos escondermos num canto escuro abafando nossos questionamentos, não escutaremos o rumor do vento nas árvores do mundo. Nem compreenderemos que o prato das inevitáveis perdas pode pesar menos do que o dos possíveis ganhos.
Os ganhos ou os danos dependem da perspectiva e possibilidades de quem vai tecendo a sua história. O mundo em si não tem sentido sem o nosso olhar que lhe atribui identidade, sem o nosso pensamento que lhe confere alguma ordem.
Viver, como talvez morrer, é recriar-se: a vida não está aí apenas para ser suportada nem vivida, mas elaborada. Eventualmente reprogramada. Conscientemente executada. Muitas vezes, ousada.
Parece fácil: “escrever a respeito das coisas é fácil”, já me disseram. Eu sei. Mas não é preciso realizar nada de espetacular, nem desejar nada excepcional. Não é preciso nem mesmo ser brilhante, importante, admirado.
Para viver de verdade, pensando e repensando a existência, para que ela valha a pena, é preciso ser amado; e amar; e amar-se. Ter esperança; qualquer esperança.
Questionar o que nos é imposto, sem rebeldias insensatas mas sem demasiada sensatez. Saborear o bom, mas aqui e ali enfrentar o ruim. Suportar sem se submeter, aceitar sem se humilhar, entregar-se sem renunciar a si mesmo e à possível dignidade.
Sonhar, porque se desistimos disso apaga-se a última claridade e nada mais valerá a pena. Escapar, na liberdade do pensamento, desse espírito de manada que trabalha obstinadamente para nos enquadrar, seja lá no que for.
E que o mínimo que a gente faça seja, a cada momento, o melhor que afinal se conseguiu fazer.

By Lya Luft

12 LEIS DA GRATIDÃO QUE VÃO MUDAR SUA VIDA..

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“Nas nossas vidas diárias, devemos ver que não é a felicidade que nos faz agradecidos, mas a gratidão é que nos faz felizes.” Albert Clarke

Começando um novo ano é uma boa hora para refletirmos sobre tudo na nossa vida e ter gratidão. A gratidão pode literalmente transformar o que você tem em mais do que suficiente! Reconhecer as coisas boas que já temos na vida, isso é essencial. Acredito que o que você apreciar e dar graças, vai crescer mais forte em sua vida e dentro de você. Então aqui vai uma boa reciclagem, para não nos esquecermos de agradecer:

  1. Quanto mais você está em um estado de gratidão, mais vai atrair coisas pelas quais ser grato.
  2. Ser feliz nem sempre vai te fazer grato, mas ser grato sempre vai te fazer feliz.
  3. Gratidão fomenta o verdadeiro perdão, que é quando você pode sinceramente dizer: “Obrigado por essa experiência.”
  4. Você nunca precisa mais do que tem em um dado momento.
  5. A gratidão inclui tudo.
  6. O que você tem para ser grato no presente, muda a cada dia.
  7. A mente grata nunca toma coisas como garantidas.
  8. Enquanto você expressa sua gratidão, não deve esquecer que a maior valorização não é simplesmente proferir palavras, mas vivê-las diariamente.
  9. Gratidão inclui retribuição.
  10. A maior homenagem às pessoas e circunstâncias que você perdeu não é tristeza, mas a gratidão.
  11. Para ser verdadeiramente grato, você deve estar realmente presente.
  12. Abandonar o controle multiplica o potencial de gratidão.

Ouça o Silêncio. Ouça a voz Interior.

http://resilienciahumana.tumblr.com/post/142873270131/gratid%C3%B5es-1-quanto-mais-voc%C3%AA-est%C3%A1-em-um-estado

A GENTE SE APAIXONA PELA FORMA COMO NOS TRATAM.

Collage of an elderly couple sharing good moments together on a

“O amor é feito casa, não se constrói do alto, tem que ter o alicerce bom e duradouro, se constrói aos poucos.” Mirella Pereira

Num primeiro momento, somos atraídos pela pessoa em vista de sua aparência, da harmonia entre seus traços, seus gestos, seu sorriso.

O belo chama a atenção em todos os setores de nossas vidas, sejam momentos, sejam objetos, lugares ou pessoas. No entanto, ponto pacífico, a beleza por si só não se sustenta caso não se acompanhe de essência, daquilo que não vemos, mas é essencial.

Na verdade, o tempo somente deixa que fique em nós aquilo que nos toca o coração e a alma, de uma forma única e especial, e isso não tem nada a ver com roupas de grife, móveis vitorianos ou olhos azuis. Tanto é que, não raro, acabamos achando bonitas, com o passar do tempo, muitas pessoas que de início não nos chamaram a atenção por sua aparência.

Isso porque o amor é uma coisa de dentro, algo que atravessa o que há lá fora, adentrando pelos poros, instalando-se dentro de nós, sem avisar, sem ser visto a olho nu. Nosso íntimo é assim mesmo, depende de atitudes, daquilo que sentimos, do que nos fazem sentir, para muito além dos olhos. O que nos toca fundo não é manipulado com os dedos, mas com o envolvimento afetivo que paira além das aparências.

O mais importante, nisso tudo, é sabermos com segurança aquilo que procuramos, bem como o que não queremos para nós. Se estivermos conscientes de que não poderemos receber menos do que merecemos, de que temos muito a compartilhar, a dividir, a somar, dificilmente traremos para junto de nós quem só suga, quem mente, quem não retorna nada. É preciso ver além do que os olhos enxergam para perceber o que o outro tem a oferecer em termos de verdade, de vontade de estar junto.

Precisamos levar sempre em conta a passagem do tempo, dos anos, que levam embora a rigidez dos músculos, a firmeza da pele, a força da coluna, além de muitos dos sonhos que acabam não se realizando. Porém, e isso não há de se negar, aquilo que for verdadeiro, os sentimentos profundos, a amizade, a cumplicidade e a ternura, isso ninguém nos rouba, nem o tempo, nem a morte. By Marcelo Camargo

http://www.asomadetodosafetos.com/2016/09/a-gente-se-apaixona-pela-forma-que-nos-tratam.html

FELIZ ANO NOVO!

“Uma vida interessante é menos burocrática, mas exige muito mais”. Martha Medeiros

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Foi-se embora mais um ano, 12 meses, mais de 300 dias em que pagamos contas e procuramos lugar pra estacionar.
Um ano a mais de experiências vividas, um ano a menos de juventude. Um ano a mais de filmes de que gostamos, trabalhos que nos frustraram e pessoas com quem convivemos menos do que gostaríamos.
Tempo consumido em chopes, estradas, telefonemas, suor, tevê e cama. Você envelheceu ou cresceu este ano?
Envelhecemos sentados no sofá, envelhecemos ao viciar-nos na rotina, envelhecemos criando os filhos da mesma forma como fomos criados, sem levar em conta algumas novas necessidades, outras formas de ser feliz.
Envelhecemos passando creme anti-rugas no rosto antes de dormir, envelhecemos malhando numa academia, envelhecemos nos queixando da tarifa do condomínio e achando que todo mundo é estúpido, menos nós.
Envelhecemos porque envelhecer é mais fácil do que crescer.Crescer requer esforço mental. Obriga a tomadas de consciência. Exige mudanças.
Crescer é a anti-repetição de idéias, é a predisposição para o deslumbramento, é assumir as responsabilidades por todos os nossos atos, os bem pensados e os insanos.
Crescer dá uma fisgada diária no peito, embrulha o estômago, tem efeitos colaterais. Machuca.Envelhecer não machuca.
Envelhecer é manso, sereno.
Envelhecer é uma apatia um não-desempenho, um deixa pra lá, vamos ver o que acontece. O que acontece é que você fica mais velho e se considerando tão sábio quanto era anos atrás, anos que se passaram iguais, sabedoria que não se renovou.
Crescer custa, demora, esfola, mas compensa.
É uma vitória secreta, sem testemunhas.
O adversário somos nós mesmos, e o prêmio é o tempo a nosso favor.
Feliz Ano Novo.                                                                              By ”. Martha Medeiros