O VALIOSO TEMPO DOS MADUROS!

Nosso gênio literário Mário de Andrade, poeta, escritor, crítico literário, musicólogo, folclorista, ensaísta e fotógrafo brasileiro… escreveu este texto maravilhoso. Além de ter inspirador da uma boa reflexão 😉

“Contei meus anos e descobri que terei menos tempo pra viver daqui para frente do que já vivi até agora. Tenho muito mais passado do que futuro. Sinto-me como aquele menino que recebeu uma bacia de cerejas.

As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço. Já não tenho tempo para lidar com mediocridades. Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflamados. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte. Já não tenho tempo para conversas intermináveis, para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha. Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturos. Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa. Sem muitas cerejas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana: que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade, quero caminhar perto de coisas e pessoas de verdade. O essencial faz a vida valer a pena. E para mim, basta o essencial!”

VEM TOMAR CAFÉ?

Levanta, faz café, faz carinho na vida, se prepara pra lida, se deixe voar! Levanta, ergue a cabeça, jamais esmoreça, junte as forças, se aqueça, esteja pronto a lutar! Levanta, ergue as mãos, dobre os joelhos, erga os braços, procure os abraços, encontre o céu! Levanta, pula logo da cama, a vida te chama, tem alguém que te ama e espera você, sorria, vai viver! Levanta, pisa esse chão, põe fé na alma, corpo, coração e se deixe encantar. O dia é presente de Deus, que dá a todos filhos seus, o direito a sonhar! Levanta prepara o seu dia, com fé e alegria, amor e harmonia, que ele já vai começar! Este café que o Cleonice Dourado nos oferece, eu aceito e sento do lado !

MATURIDADE ACALMA!

Maturidade acalma. Traz sossego. Nos livra de melindres.

Gente madura olha nos olhos. Não faz chantagem emocional nem sufoca com suas carências. Gente madura compreende, não cria caso, não age pra atingir nem faz uso de indiretas. Aliás ser maduro é ser direto, objetivo. É respeitar a opinião alheia pois quer que a sua também seja respeitada. É aprender com os erros, ao invés de paralisar com eles. É ouvir mais do que fala e escutar com atenção, pois é assim que procede o aprendizado. Gente madura ri de si mesma pois sabe que o sorriso é a chave para muitas portas que a vida nos apresenta. Sabe que o bom humor é chique, que gente feliz brilha, sem precisar de Sol. E sabe também que alegria de verdade não se forja, se exercita com as próprias dificuldades da vida. Gente madura sabe o que é ser feliz. Anda devagar, por que já teve pressa e percebeu que ela não é só inimiga da perfeição. Gente madura sabe que a pressa faz passar despercebido o que realmente nos ilumina o coração.”
Erick Tozzo sabe muito bem como gente madura é.

NOSSO NOVO JEITO DE SER.

Talvez a gente aprenda, afinal, a demorar a vida mais vezes no que faz coração ser sorriso. A abraçar mais lentamente toda vez que é possível. A encher de beijinhos quem nos provoca ternura. A sair mais frequentemente para passear onde tem flor.
Talvez a gente aprenda, afinal, que precisa de bem menos do que imaginava. Que as verdadeiras urgências são vidas. Que a prioridade é a saúde. Que há variados jeitos de se mostrar presente. Que a gente tem que se cuidar pra cuidar. Que aquela tal pressa era pra quê mesmo? Que há uma linguagem que só os olhos conhecem.
Talvez a gente aprenda, afinal, a se interessar com mais bondade pelo bem-estar dos outros seres. Que estamos todos juntos mesmo na humanidade. Que há vários modos de ajudar mesmo sendo também vulnerável. Que o nosso dom é serviço. Que é possível viver fora do automatismo.
Talvez a gente aprenda, ao final, a ser do nosso jeito de novo.
Assim como Ana Jácomo vou seguindo e aprendendo sempre.

AVÓS… ANJOS EM FORMA DE GENTE!

Avós parecem que já nascem avós. Estava olhando para a minha vó ontem à tarde e comecei a imaginar como ela era na minha idade. Quais eram os papos com as amigas, como foi o primeiro beijo, as festas, os sonhos. Mas fiquei na minha, não perguntei. Prefiro crer que ela já nasceu avó. Acredito que esse lance de ser avó(ô) seja vocação, sei lá. Só sei que eu tive sorte. Fui paparicada a vida inteira pelos meus. Ao lado da minha casa, lá no interior da Bahia, tinha uma padaria. Imagina só, sonho de toda criança. Todas as minhas moedinhas eram convertidas em “Big Big”, que na época custava 5 centavos. “Vovoinho, me dá uma ‘niquinha’?”. E sem pensar, ele colocava a mão no bolso e retirava algumas moedas.

Todo dia era assim. Sem reclamar, sem fazer cara feia, atendia todos os meus pedidos. “Minha vó, que vontade de comer tal coisa”. E lá ia ela buscar, preparar, mandava pegar em marte se preciso fosse. Mas o meu pedido era atendido. Até hoje é assim. Nunca gostei da minha cama, cama boa mesmo era a dos meus avós.

Dormia lá todas as noites, o lugar mais seguro do mundo. E mosquito nenhum se atrevia chegar perto, ela passava a noite espantando-os do meu ouvido. Às vezes eu ainda nem tinha pegado no sono e via que ela acordava para ver se eu estava embrulhada direito.

O meu avô já virou estrela. Vez em sempre a saudade bate e eu rezo para que a gente se reencontre um dia. A minha avó, graças a Deus, continua ao meu lado. E apesar dos meus 20 e tantos anos, ainda me liga, todos os dias, para saber se eu já comi. Se eu pudesse inventar uma lei universal, não tenho dúvidas que seria essa: avós devem viver para sempre!

É uma piada sem graça essa história que eles podem nos deixar a qualquer momento, logo eles que fizeram todas as nossas vontades, logo eles que fizeram os nossos pratos prediletos, os lanches mais gostosos, o denguinho que ninguém sabe fazer igual. A casa dos nossos avós tem perfume, tem aconchego, tem cheiro de café no fim da tarde. O abraço deles é diferente, tem afeto, tem proteção, tem gostinho de quero mais. São anjos que Deus coloca disfarçados de gente para cuidar da gente. Como somos sortudos! Os netos crescem, criam asas, voam pelo mundo e eles continuam sempre ali.

O tempo às vezes não colabora e eles vão ficando cada dia mais frágeis, o som do chinelo cada dia mais arrastado no corredor, os reflexos não são os mesmos, mas a disposição para nos agradar permanece. Como nos despedir de seres tão especiais? Como dizer adeus? Como não desejar um último abraço, um último bate-papo no fim da tarde?

É triste, dói, o nó na garganta é inevitável. Mas têm coisas que estão além do nosso entendimento. E quando eles viram estrelas, é chegado o momento de agradecer pela sorte de ter convivido com eles e rezar para que estejam num lugar iluminado e cheio de conforto. No final das contas, fica uma saudade boa. Esta bela declaração de amor pelos avós, que eu amei… foi escrita no portal da avosidade, por Ingrid Bárbara.

Fonte: https://avosidade.com.br/anjos-em-forma-de-gente/

COMO É ENVELHECER PARA MIM…

Perguntei a um amigo meu que já ultrapassou os 60 e está chegando aos 80. Que tipo de mudança ele está sentindo?
Ele me enviou as seguintes linhas muito interessantes, que eu gostaria de compartilhar com todos vocês …

1) Depois de amar meus pais, meus irmãos, minha esposa, meus filhos, meus amigos, agora comecei a me amar.

2) Acabei de perceber que não sou “Atlas”. O mundo não repousa sobre meus ombros.

3) Agora parei de negociar com vendedores de frutas e verduras. Afinal, alguns centavos a mais não vão abrir um buraco no meu bolso, mas podem ajudar o pobre homem a economizar para as taxas escolares da filha.

4) Pago o taxista sem esperar o troco. O dinheiro extra pode trazer um sorriso ao seu rosto. Afinal, ele está trabalhando muito mais duro do que eu.

5) Parei de contar aos mais velhos que já contaram essa história muitas vezes. Afinal, a história os faz trilhar o caminho da memória e reviver o passado.

6) Aprendi a não corrigir as pessoas, mesmo quando sei que estão erradas. Afinal, a responsabilidade de tornar todos perfeitos não é minha. A paz é mais preciosa do que a perfeição. (Como diz a Karín: se a pessoa vive numa bolha, deixa… não arrebente a bolha!)

7) Dou elogios de forma livre e generosa. Afinal, melhora o humor não só do destinatário, mas também de mim mesmo!

8) Aprendi a não ser incomodado por alguma mancha na minha camisa. Afinal, a personalidade fala mais alto do que as aparências.

9) Eu fico longe de pessoas que não me valorizam. Afinal, eles podem não saber meu valor, mas eu sei.

10) Fico calmo quando alguém faz política suja para ficar à minha frente na corrida dos ratos. Afinal, não sou um rato e também não estou em nenhuma corrida.

11) Estou aprendendo a não ter vergonha de minhas emoções. Afinal, são minhas emoções que me tornam humano.

12) Aprendi que é melhor abandonar o ego do que romper um relacionamento. Afinal, meu ego vai me manter distante, enquanto com relacionamentos eu nunca estarei sozinho!

13) Aprendi a viver cada dia como se fosse o último. Afinal, pode ser o último.

14) Estou fazendo o que me deixa feliz. Afinal, sou responsável pela minha felicidade e devo isso a mim mesmo.

A MULHER AO CENTRO DA VIDA…

Chegou ao meio da vida e sentou-se para tomar um pouco de ar. Não sabia explicar. Não era cansaço, nem estava perdida. Notou-se inteira pela primeira vez em todos esses anos. Parou ali, entre os dois lados da estrada e ficou observando as margens da sua história, a estrada da vida ficando fininha, calando-se de tão longe que ia.

Estava em paz observando a menina que foi graciosa, cheia de vida. Estava olhando para si mesma e nem notou. Ali, naquele instante estava recebendo um presente. Desembrulhava silenciosamente a sabedoria que tanto pediu para ter mais.

Quando a mulher chega à metade da estrada da vida, começa lentamente a ralentar o passo. Já notou como tem gente que adora conturbar a própria rotina, alimentar o próprio caos? Ela não. Não mais. Deixa que passem, deixa que corram, a vida é curta demais para acelerar qualquer coisa. Ela quer sentir tudo com as pontas dos dedos, ela quer notar o que não viu da primeira vez. Senhora do seu próprio tempo.

Percebeu, à metade da vida, que caminhou com elegância, que viveu com verdade, que guiou a própria sombra na estrada em direção ao amor. E como amou! Amor por si, pelos outros, amou em dobro, amou sozinha, amou amar. A mulher ao centro da vida traz a leveza que os anos teceram, pacientemente. Escuta bem mais, coloca a doçura à frente das palavras, guarda as pessoas com preciosismo. Aquela mulher já perdeu pessoas demais.

Ao meio da estrada, ela já não dorme tanto, mas sonha bem mais. Sonha pelo simples exercício de sonhar. Sonha porque notou que é o sonho que tempera a vida. Aprendeu a parar de ficar encarando as linhas do corpo. Seu espírito teso, seu riso aberto, sua fé gigante não têm rugas, nem celulite, sem encanação. Descobriu que o segredo é prestar atenção no melhor das coisas, nas qualidades das pessoas, nas belas costas que tem e deixa-las ao alcance da vista dos outros.

Sentada ali, ao centro da própria vida, decidiu seguir um pouco mais. Há mais estrada para caminhar, mais certezas para perder, mais paixão para trilhar. Não há dádiva maior do que compreender-se, que encontrar conforto para morar em si mesmo, que perdoar-se de dentro pra fora. Ao centro da vida ela descobriu que a gente não se acaba, a gente vai mesmo é se cabendo, a cada ano um pouco mais.

Foi o que Diego Engenho Novo escreveu sobre as mulheres. Eu adorei e isto me representa muito. E você gostou? Olha se puder da uma olhadinha na minha página no Instagram e Facebook e também na nova página sobre avós & netos – A voz das avós.

Veja também: https://oterceiroato.com/2020/02/20/de-invisiveis-a-protagonistas-os-acima-de-50-anos/

UM DIA EM OXFORD 🇬🇧

Devido a pandemia estou saindo muito pouco aqui em Londres desta vez.

O meu principal objetivo desta minha viagem foi ficar com meu filho, nora e neto… matar as saudade deles, que eram muitas juntos em casa. Estou tomando todos os cuidados necessários aqui e só caminho ao ar livre onde tem poucas pessoas.

Neste final de semana fizemos um passeio bate-volta de carro em Oxford a partir de Londres, foi um programa delicioso e super tranquilo de fazer. Reza a lenda que a mesma foi criada no século 12, por ingleses que frequentavam a Universidade de Paris. Eles haviam sido obrigados pelo rei a voltar pra casa e decidiram dar continuidade às suas atividades acadêmicas em Oxford. A prática foi crescendo desde então até que, no século 13, foi estabelecida de vez como um grande centro acadêmico.

A cidade que abriga a universidade mais antiga do mundo anglófono fica a pouco menos de 100 km (60 milhas) a noroeste da capital inglesa. O grande destaque da cidade é obviamente a Universidade de Oxford, seus 38 “colleges” e 6 “permanent private halls”, esses últimos controlados por congregações religiosas.

A universidade central, University of Oxford, consiste de departamentos acadêmicos, centros de pesquisa, bibliotecas e museus. Linda e agradável a cidade, ela possui vários edifícios históricos imponentes, muitos deles em estilo gótico.

Passeando pelo centro tive oportunidade de ver conhecer muitas atrações interessante. A maioria estava fechada devido à pandemia, mas pude apreciar sua beleza externa e seus jardins:

1)Igreja Sant Michel at North Gate (1050);

2)Radcliffe Câmara (1737);

3)Ponte dos Suspiros e Queen’s Lane (1914);

4)Biblioteca Bodleian (1602);

5)Igreja da Universidade da Virgem Maria;

6)Christ Church College (1524/ que inspirou o grande salão dos filmes do Harry Potter);

7)Jardim Botânico da Universidade de Oxford (1621);

8)Oxford Castle e prison (1073);

9)Coverd Market e muito mais no passeio pelo centro da cidade.

Recomendo quando forem a Londres passear um dia em Oxford.

NADA ME IMPEDIRÁ DE…

Nada me impedirá de sorrir…
Está decidido!
Nem a tristeza, nem a desilusão
Nem a incerteza, nem a solidão
Nada me impedirá de sorrir.

Nem o medo, nem a depressão,
Por mais que sofra meu coração,
Nada me impedirá de sonhar.

Nem o desespero, nem a descrença,
Muito menos o ódio ou alguma ofensa,
Nada me impedirá de viver.

Em meio as trevas, entre os espinhos,
Nas tempestades e nos descaminhos,
Nada me impedirá de crer em Deus.

Mesmo errando e aprendendo,
Tudo me será favorável,
Para que eu possa sempre evoluir
Preservar, servir, cantar,
Agradecer, perdoar, recomeçar… Quero viver o dia de hoje,
como se fosse o primeiro,
como se fosse o último,
e como se fosse o único.

Quero viver o momento de agora
como se ainda fosse cedo,
como se nunca fosse tarde.

Quero manter o otimismo,
conservar o equilíbrio,
fortalecer a minha esperança,
recompor minhas energias
para prosperar na minha missão
e viver alegre todos os dias.

Quero caminhar na certeza de chegar,
Quero lutar na certeza de vencer,
Quero buscar na certeza de alcançar,
Quero saber esperar para poder
realizar os ideais do meu ser.

Enfim, quero dar o máximo de mim,
para viver intensamente,
maravilhosamente,
todos os dias da minha vida!

Assim como eu e Marluce Brasil pensamos e agimos. E você, o que pensa sobre isso?

Veja também: https://oterceiroato.com/2020/02/12/%E2%80%8Bquarenta-cinquenta-sessenta-anos/. https://oterceiroato.com/2020/01/10/uma-licao-de-vida/

A MULHER AO CENTRO DA VIDA…

Hoje eu comemoro mais um ano de vida. Longe de casa, de meu marido e irmãos, mas perto de meu filho, nora e netinho João Pedro 🥂 brindo a vida que tenho e agradeço por tudo que tenho recebi 🙏🏻. Um longo caminho até aqui, aprendendo muito e observando toda a beleza que o mundo me traz.

Chegou ao meio da vida e sentou-se para tomar um pouco de ar. Não sabia explicar. Não era cansaço, nem estava perdida. Notou-se inteira pela primeira vez em todos esses anos. Parou ali, entre os dois lados da estrada e ficou observando as margens da sua história, a estrada da vida ficando fininha, calando-se de tão longe que ia. Estava em paz observando a menina que foi graciosa, cheia de vida. Estava olhando para si mesma e nem notou. Ali, naquele instante estava recebendo um presente. Desembrulhava silenciosamente a sabedoria que tanto pediu para ter mais.

Quando a mulher chega à metade da estrada da vida, e passa… começa lentamente a ralentar o passo. Já notou como tem gente que adora conturbar a própria rotina, alimentar o próprio caos? Ela não. Não mais. Deixa que passem, deixa que corram, a vida é curta demais para acelerar qualquer coisa. Ela quer sentir tudo com as pontas dos dedos, ela quer notar o que não viu da primeira vez. Senhora do seu próprio tempo. Percebeu, ja passou da metade da vida, que caminhou com elegância, que viveu com verdade, que guiou a própria sombra na estrada em direção ao amor. E como amou! Amor por si, pelos outros, amou em dobro, amou sozinha, amou amar. A mulher ao centro da vida traz a leveza que os anos teceram, pacientemente. Escuta bem mais, coloca a doçura à frente das palavras, guarda as pessoas com preciosismo. Aquela mulher já perdeu pessoas demais.

Ao meio da estrada, ela já não dorme tanto, mas sonha bem mais. Sonha pelo simples exercício de sonhar. Sonha porque notou que é o sonho que tempera a vida. Aprendeu a parar de ficar encarando as linhas do corpo. Seu espírito teso, seu riso aberto, sua fé gigante não têm rugas, nem celulite, sem encanação. Descobriu que o segredo é prestar atenção no melhor das coisas, nas qualidades das pessoas, nas belas costas que tem e deixa-las ao alcance da vista dos outros. Sentada ali, ao centro da própria vida, decidiu seguir um pouco mais. Há mais estrada para caminhar, mais certezas para perder, mais paixão para trilhar. Não há dádiva maior do que compreender-se, que encontrar conforto para morar em si mesmo, que perdoar-se de dentro pra fora. Ao centro da vida ela descobriu que a gente não se acaba, a gente vai mesmo é se cabendo, a cada ano um pouco mais.

Este lindo texto foi Diego Engenho Novo que escreveu sobre as mulheres envelhecendo com sabedoria. Eu gosto muito, me lembra tantos momentos significativos que temos ao longo da vida como um despertar… me representa muito. Um brinde as mulheres 🥂 Espero que gostem.