MATURIDADE… VENHA…

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Madura sim… com todo prazer…

Com as rugas que começam a marcar o rosto com a passagem do tempo, a gente vai aprendendo a lidar melhor com tudo. Os óculos de grau já não ajudam apenas a ler e ver ao longe, já nos dizem que é hora de enxergar a vida de uma outra forma. É o tempo trabalhando nossa individualidade, alicerçando nossa  personalidade, fazendo a gente entender que a perfeição da vida é justamente que ela nunca vai ser totalmente perfeita, mas a gente tem que abraçá-la com amor, como ela vier.

Os cabelos, insistindo em nascer branqueados, nos dão a coragem necessária para sermos mais sinceros sempre. Simplicidade. Coragem. Humildade. Bondade. Verdade. Maturidade. Essa é a palavra…

Ser maduro não é ser adulto. É ter coragem, é ter opinião, amor-próprio, é adquirir a visão diferenciada para o que é comum, é saber apreciar devagar cada momento que a celeridade da juventude faz passar despercebido. É ser simples, porém intenso em tudo que se faz. Humilde, mas com um orgulho que o proteja. Amadurecer é começar a aproveitar a viagem, sem muito se preocupar com o destino final. É quando a gente aprende a lidar com os impulsos, dominá-los e vencê-los, coisas que a energia da mocidade nunca deixou. A maturidade faz a gente compreender a vida sem se iludir, navegar os dias com tranquilidade, aceitar os erros sofrendo menos e querer realizar os desejos com mais vontade.

Maturidade é dizer não quando preciso, é preciso dizer sim quando necessário, é baixar e levantar a cabeça nos momentos certos. Nem trouxa, nem espertalhão… apenas sábio o bastante para não se importar com qualquer coisa.

É driblar os imprevistos com bom humor. É revidar o ódio com amor. É rir das provocações, é entender as indiretas e rir mais ainda, é responder às negatividades com desprezo, mas com respeito. É não desejar mais ter a vida que o outro tem. É querer, ter e aceitar a nossa própria. É ir em busca do que acreditamos, sem dar mais ouvidos aos pessimistas.Amadurecer não é envelhecer, não é se tornar velho. Não significa idade, não é um número. Significa a bagagem de conhecimento do que tiramos das lições de tudo que o tempo veio, pacientemente, ensinar. Ela vem aos poucos, vai ficando, vai moldando, vai construindo, vai fazendo morada nas falas, nos atos, no que nos dispomos a ouvir, ver e falar.

Jogue Fora

MATURIDADE são os sonhos realizados, sem anúncios. São as vitórias, sem palanques. São os momentos eternos, sem registros. São os dias inesquecíveis, sem postagens.

É o resumo das pancadas, das lágrimas, das alegrias e conquistas. É conseguir lidar bem com doçuras e amarguras, com os azedos e com as delícias, com o vigor e com a preguiça. É o equilíbrio da balança da vida. É confiar na esperança. É acreditar na própria fé. Amadurecer é chegar ao ápice da juventude sem apodrecer. A adolescência já passou. A velhice depende de nós mesmos para chegar.É o período mais longo da nossa vida, passe por ela tendo a consciência sobre quem se tornou, entenda que somos todos iguais, que toda a história, todo caminho percorrido, todos os sonhos imaginados e objetivos realizados, foram somente para que tenhamos a certeza absoluta de que a felicidade anda de mãos juntas com a maturidade e elas independem de posses, títulos, bens, companhias, idade, empregos, dores, amores.

Elas dependem somente de aceitarmos ser quem somos e de perceber que chegou a hora de cuidar e de viver a nossa própria vida em paz. O restante é consequência… By Cleonio Dourado

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COMO GANHAR MASSA MUSCULAR DEPOIS DOS 50 ANOS?

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“É melhor prevenir do que remediar.” 
Passei a vida toda enrolando nesta questão… não dá pra adiar mais! Fui….
Todas nós mulheres 50+++ sabemos que com a idade começamos a perder massa muscular. Ficamos um pouco mais preguiçosas também, não é mesmo? Tenho recebido muitos comentários querendo saber mais sobre o que fazer para ganhar massa muscular após os 50.
A tarefa não é nada fácil, pois é uma combinação de exercícios com alimentos certos nas horas certas. E sem muitas interrupções porque é difícil de ganhar e facílimo de perder… Mas o resultado é bem legal, cada vez mais temos visto mulheres 50+ super em forma e o mais importante: com saúde! Pois, com boa musculatura e exercitando-se, teremos uma vida mais independente quando formos mais velhas, não dependeremos de ninguém nas nossas tarefas diárias, em casa, supermercados, caminhadas, passeios e ainda reduz risco de quedas na velhice.
É vida longa com saúde!
Vamos começar com os exercícios.
Se você nunca levantou peso, é melhor começar a considerar esta opção. Comece procurando uma academia fácil de você ir para não dar preguiça e com um ambiente legal. Peça orientação de um profissional para orientá-la a pegar o peso adequado e a fazer os exercícios certos para você, cuidando para fortalecer os principais grupos musculares para nosso bem estar e não para ficarmos com corpo de fisioculturista.
 Comece devagar, com pouco peso, pelo menos 2 vezes por semana. Não espere resultado muito rápido. A qualidade do seu treino é muito importante, concentre-se em seus exercícios, sinta que está trabalhando seus músculos. Ioga, Pilates, Tai Chi e natação também são ótimos exercícios para ganharmos massa muscular.
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Agora vamos falar de nutrição: Proteína
Ela é super importante para uma vida saudável. Comer proteínas na quantidade certa e na hora certa é essencial para o ganho de massa muscular. Procure distribuir durante o dia sua porção diária de proteínas.
A proteína pode ser encontrada numa grande variedade de alimentos. A proteína animal é encontrada em frutos do mar, laticínios, carnes, aves e ovos. A proteína vegetariana pode ser encontrada em legumes, soja, legumes e grãos. Procure as proteínas menos calóricas, como por exemplo cortes de carne magra, frutos do mar, aves sem pele. Leite desnatado,iogurte desnatado e queijos com baixo teor de gordura também são ótimas opções.
Comer um alimento ou uma bebida rica em proteína cerca de 20 minutos antes do seu treino e logo após, vai ajudar a construir sua massa muscular e lhe dar mais força. A mesma coisa se for fazer algum exercício aeróbico, comer uma proteína (de baixa caloria para não engordar) 20 minutos antes e logo após. Mas lembre-se de que a quantidade não precisa ser demasiada, um copo de leite, um iogurte, uma maçã, uma banana… É melhor comermos poucas porções ao longo do dia do que muito de uma vez só.
A Whey Protein está sendo muito usada também. O produto é a proteína do soro do leite extraída durante o processo de transformação do leite em queijo.
Maior valor biológico (VB 100)
Para se ter uma ideia, o valor biológico do frango está em 79, do peixe 83, carne vermelha 80, ovos de 88 a 100 e laticínios (como o leite e queijo) chegam a 80. Esses alimentos são outras fontes de proteínas indicas para consumo.
E não se esqueça de beber água, porque você também precisa ter certeza de se hidratar adequadamente! Por isso, o chá também é um grande aliado da nossa luta para ganhar massa muscular. Um novo estudo mostrou que o chá melhora a forca muscular. Compostos saudáveis do chá, chamados “polifenóis”, são benéficos para nossa saúde. E nos hidratam!
Bom, meninas, eu estou bebendo chá todos os dias, fazendo yoga vigorosa pelo menos 2 a 3 vezes por semana, indo pra academia 2 vezes por semana, andando muito para manter a forma (pelo menos 10.000 passos no meu pedômetro é a minha média diária), comendo uma abundância de iogurte e procurando receitas variadas com proteínas, verduras, legumes e grãos. Tudo isso para ajudar a manter os músculos e ossos fortes, e meu corpo em forma.
E o mais importante: vida saudável e independente quando a idade chegar!
Fonte: Viva 50

PERDOAR!

Jogue Fora

“Perdoar não é esquecer: isso é amnésia. Perdoar é se lembrar sem se ferir e sem sofrer: isso é cura. Por isso é uma decisão, não um sentimento…”

Parei para pensar no que a frase diz. Que o perdão é uma decisão _ nem sempre simples, nem sempre fácil_ mas ainda assim, uma decisão de seguir em frente sem mágoa ou dor. Não é simplesmente “deixar pra lá”, deletar e não pensar mais no assunto. É sim, conseguir encarar a questão de frente e não ter mais sofrimento ao confrontá-la.

Para isso, é preciso rasgar-se e então remendar-se. Escancarar todas as feridas para depois curá-las. Ousar remover todos os curativos para então ventila-los.

Quem concede o perdão beneficia a si mesmo. Pois ao se livrar de lembranças dolorosas, mágoas rasgadas e ressentimentos embolorados, percebe que se curou.

Ninguém esquece daquilo que lhe feriu, que doeu, que dilacerou. Mas a gente pode superar. Pode enxergar o que rasgou sem se machucar. Pode entender o que morreu sem se enlutar. Pode conviver com o que restou sem se magoar. Isso é perdoar. Isso é permitir que a história siga seu curso trazendo uma lembrança que não pesa mais.

Na vida é necessário perdoar sempre. Perdoar a finitude das coisas, perdoar a pressa do tempo, perdoar as despedidas e os pontos de vista, perdoar erros bobos ou grandiosos, perdoar as ausências, perdoar a falta de jeito e a indiferença. Sem o perdão, ficamos presos a um lugar de falhas e faltas. Não seguimos em frente, não superamos, não evoluímos.

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É preciso ser leve. Absolver a existência de culpas que nos atam a um lugar que não existe mais, e livrar nossa história de ressentimentos antigos. Se sua infância foi dolorosa, se seus pais não cuidaram de você com cuidado, se você sofreu bullying na escola, se seu primeiro namorado lhe traiu, se sua amiga lhe humilhou… tudo isso passa a ser irrelevante quando você aprende a perdoar. Quando você entende que a dor pelos fatos ocorridos pode ser carregada ou não. Quando você percebe que as feridas fazem parte da sua história, mas é você que decide como quer lidar com elas.

A gente não se esquece dos cacos de vidro que pisou, mas a cura chega quando a gente volta a caminhar sem dor. A gente se lembra, mas não se importa mais. Isso é perdoar. Isso é permitir que sua história siga sem lhe machucar.

Talvez seja hora de encarar aquilo que não sabemos lidar e simplesmente perdoar. Iremos descobrir que não precisamos esquecer pra seguir em frente, e sim decidir que isso não tem o poder de nos machucar mais.

O perdão é uma escolha. Uma escolha de viver sem dívidas com o passado, uma escolha de se desvencilhar das mágoas e ressentimentos e, principalmente, uma escolha de viver sem dor.

Fonte:http://www.asomadetodosafetos.com/2017/04/perdoar-e-se-lembrar-sem-se-ferir.html

A SEPARAÇÃO COMO ATO DE AMOR…

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“É difícil encarar algumas coisas na minha vida. Mas a que tem se mostrado mais difícil é dividir os sentimentos e os pensamentos aqui dentro.”  

Martha Medeiros sempre me surpreende e encanta… Leiam:

É sabida a dor que advém de qualquer separação, ainda mais da separação de duas pessoas que se amaram muito e que acreditaram um dia na eternidade deste sentimento. A dor-de-cotovelo corrói milhares de corações de segunda a domingo — principalmente aos domingos, quando quase nada nos distrai de nós mesmos — e a maioria das lágrimas que escorrem é de saudade e de vontade de rebobinar os dias, viver de novo as alegrias perdidas.

Acostumada com esta visão dramática da ruptura, foi com surpresa e encantamento que li uma descrição de separação que veio ao encontro do que penso sobre o assunto, e que é uma avaliação mais confortante, ao menos para aqueles que não se contentam em reprisar comportamentos padrões. Está no livro “Nas tuas mãos”, da portuguesa Inês Pedrosa.

“Provavelmente só se separam os que levam a infecção do outro até aos limites da autenticidade, os que têm coragem de se olhar nos olhos e descobrir que o amor de ontem merece mais do que o conforto dos hábitos e o conformismo da complementaridade.”

Ela continua:

“A separação pode ser o ato de absoluta e radical união, a ligação para a eternidade de dois seres que um dia se amaram demasiado para poderem amar-se de outra maneira, pequena e mansa, quase vegetal.”

Calou fundo em mim esta declaração, porque sempre considerei que a separação de duas pessoas precisa acontecer antes do esfacelamento do amor, antes de se iniciarem as brigas, antes da falta de respeito assumir o comando. É tão difícil a decisão de separar que vamos protelando, protelando, e nesta passagem de tempo se perdem as recordações mais belas e intensas. A mágoa vai ganhando espaço, uma mágoa que nem é pelo outro, mas por si mesmo, a mágoa de se reconhecer covarde. E então as discussões se intensificam e quando a separação vem, não há mais onde se segurar, o casal não tem mais vontade de se ver, de conversar, quer distância absoluta, e aí se configura o desastre: a sensação de que nada valeu. Esquece-se o que houve de bom entre os dois.

Se o que foi bom ainda está fresquinho na memória afetiva, é mais fácil transformar o casamento numa outra relação de amor, numa relação de afastamento parcial, não total. Se os dois percebem que estão caminhando para o fim, mas ainda não chegaram no momento crítico — o de se tornarem insuportavelmente amargos — talvez seja uma boa alternativa terminar antes de um confronto agressivo. Ganha-se tempo para reestruturar a vida e ainda se preserva a amizade e o carinho daquele que foi tão importante. Foi, não. Ainda é.

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“Só nós dois sabemos que não se trata de sucesso ou fracasso. Só nós dois sabemos que o que se sente não se trata — e é em nome deste intratável que um dia nos fez estremecer que agora nos separamos. Para lá da dilaceração dos dias, dos livros, discos e filmes que nos coloriram a vida, encontramo-nos agora juntos na violência do sofrimento, na ausência um do outro como já não nos lembrávamos de ter estado em presença. É uma forma de amor inviável, que, por isso mesmo, não tem fim.”

É um livro lindo que fala sobre o amor eterno em suas mais variadas formas. Um alento para aqueles — poucos — que respeitam muito mais os sentimentos do que as convenções. By Martha Medeiros.

BRASIL ENVELHECE ANTES DE FICAR RICO, DIFERENTE DE OUTROS PAÍSES.

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Os países desenvolvidos enriqueceram e depois envelheceram. Já o Brasil, como os outros países em desenvolvimento, está envelhecendo antes de enriquecer” – afirma a psicóloga e gerontóloga Eliana Novaes Procópio de Araújo, neste artigo de Maria da Luz Miranda, de O Globo, mostrando que devemos enfrentar o desafio de viver numa nação que envelhece rapidamente sem ainda ter desenvolvido seu potencial de enriquecimento. Leia:

Em 2025, o Brasil será o sexto país em número de idosos. Não será pouco, mas as implicações do envelhecimento populacional latente no país vive vai além dos números e não vai esperar para se manifestar. Entre quem entra na categoria idoso aos 60 anos e quem já está adiante dos 80 há muitas nuances e velhices possíveis.

Segundo a psicóloga e gerontóloga Eliana Novaes Procópio de Araújo, professora de degrontologia social do Instituto Sedes Sapienta e doutoranda em Ciências da Saúde na Faculdade de Saúde Publica da Universidade de São Paulo (USP), já experimentamos, atualmente, os conflitos e dificuldades inerentes ao envelhecimento. E é preciso que nos preparemos para uma velhice menos traumática e mais promissora. Há idosos e muito idosos, ela pontua. E é preciso saber viver cada fase assim como dar o suporte a quem está em idade mais avançada.

A longevidade crescente na população brasileira no século XXI pode ser considerada uma conquista social e também um desafio para nossa sociedade, que deixa de ser um país de jovens para ser um país que envelhece. O Brasil, hoje, é “um jovem país de cabelos brancos”. Os países desenvolvidos enriqueceram e depois envelheceram. Já o Brasil, como os outros países em desenvolvimento, está envelhecendo antes de enriquecer.

Você fala em diferentes velhices. Quais seriam?

Devemos entender que o envelhecimento é um processo evolutivo, gradual, universal e irreversível que começa desde do nascimento até a finitude. Temos várias velhices, e cada pessoa idosa é única e deve-se respeitar a sua subjetividade. Assim, o jovem idoso, que tem entre 60 e 80 anos, em sua maioria pode apresentar um potencial latente em competência física e mental e provavelmente um bem estar emocional e pessoal. Esse vigor possibilita, inclusive, o desenvolvimento de novos projetos de vida. Entretanto, o muito idoso, acima de 80 anos, pode apresentar perdas no potencial cognitivo e níveis de fragilidade e disfuncionalidade, além de dificuldades emocionais e possibilidade de quadros de demência. A subjetividade, além do ambiente, de cada um também é determinante para o modo como se envelhece.

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Como essas duas gerações podem se interrelacionar de modo que ambas ganhem?

O ideal é que elas troquem experiências e desenvolvam atividades de prevenção. É importante ressaltar que cada idoso terá uma velhice singular. Há muitos velhos em cada um de nós. E esse é um pensamento que deve ser estimulante.

Como você vê, hoje, o tratamento que a sociedade dá aos seus velhos, tenham eles 60 ou 80 anos?

A cada ano, 650 mil novos idosos são incorporados à população brasileira, sendo que grande parte desse contingente apresenta limitações e dependências que necessitam de cuidados constantes, o que representa um grande desafio para a implementação de políticas públicas que garantam esse cuidado.

Como você vislumbra a sociedade brasileira no futuro próximo em relação aos velhos?

A sociedade brasileira está se organizando, mas ainda precisa se receber orientações que a preparem para atender esse novo perfil de idosos e muito idosos. Precisamos de uma educação para a velhice, necessitamos de profissionais especializados em muitas áreas, especialmente em geriatria e gerontologia, por exemplo. Saber envelhecer bem depende da forma que a pessoa vivencia sua vida desde jovem até esse novo estágio de vida que é a velhice.

Que conselhos você dá a quem tem 60 anos sobre a melhor maneira de cuidar de si mesmo ou de seus ascendentes?

Acredito que não existe uma formula perfeita para um bom envelhecimento, mas acredito que cada pessoa, independentemente de sua faixa etária deve dar um sentido à sua vida. E esse sentido pode vir de novos interesses e atividades que sejam afins com a sua singularidade e lhe promovam satisfação. Essencialmente, vamos nos preparar para uma velhice promissora. Não é um conselho. É um convite.

CANSEI!

Cansei

“… eu apenas me cansei de gente vazia e rios sem corredeiras.”

Simplesmente Cansei! Com a maturidade escolhi viver de bem comigo mesma… Enfim me libertei…

Cansei de tentar entender quem está ao meu lado, quem está contra mim ou quem está em cima do muro por medo de se posicionar.

Decidi me livrar de tudo e todos que tiravam minha paz.

Tornei-me indiferente a opiniões alheias, e pouco me importo com críticas destrutivas, principalmente vindas de pessoas hipócritas, demagogas, que vivem de mentiras.

Não preciso provar nada a ninguém, não preciso ser aceita ou agradar a todos. A minha consciência está tranquila, porque sou exatamente o que quero ser.

Lealdade para mim não é simplesmente uma palavra, é um estilo de vida, uma regra.

A minha vida mudou quando eu simplesmente deixei de me importar com tudo que não é de fato importante. Eu não mudei por causa de um amor, ou uma desilusão, não eu não mudo por você nem por influência de ninguém.

Eu mudei porque percebi que a vida era curta demais para condicionar a minha felicidade a pessoas e acontecimentos externos. Eu finalmente entendi que a única pessoa capaz de transformar solidão em companhia, tristeza em alegria, dor em amor, era, e sempre foi, eu mesma.

Eu aprendi a viver um dia de cada vez, às vezes com muita sensatez, às vezes fazendo tudo errado, porque eu tenho muitos defeitos para ser perfeita, mas sou muito abençoada para ser ingrata.

E foi errando que eu aprendi lições maravilhosas sobre a vida, sobre as pessoas, sobre o amor, sobre a dor, e o mais importante, sobre mim, sobre quem eu sou de verdade.

Eu não tenho muito, mas tenho paz. Eu não sou melhor do que ninguém, mas sou bem melhor do que ontem.

Fonte indicada:  A Mente é maravilhosa de Wandy Luz

Não é o amor que sustenta o relacionamento… é o modo de se relacionar que sustenta o amor…

“Eu gosto mesmo é da simplicidade de quem ama. De quem sabe amar,de quem oferece amor…de quem transmiti o amor…pois é tão cheia dele que não tem como não transborda.” Adriana Marchesin Amar é tão simples. As pessoas é que complicam, as pessoas é que idealizam demais e esquecem de viver a realidade que, por mais complicada que possa parecer, continua linda de viver. As pessoas se esquecem de que o amor precisa ser alimentado não com presentes e jantares caros. Não, o amor não precisa ser financiado para se manter. O problema é que as pessoas se esquecem do chocolate favorito quando vão ao mercado, se esquecem de que aquela camiseta do Star Wars vai fazer o coração do outro bater mais forte e que o sorriso vai ser desenhado aos poucos em seu rosto como quem diz obrigada. As pessoas se esquecem da cor favorita, da sobremesa preferida, se esquecem de que um filme de comédia romântica, em um final de tarde no domingo, faz bem. As pessoas se esquecem de elogiar aquele vestido novo, de dizer o quanto está linda naquele pijama velho que a deixa ainda mais bonita. As pessoas se esquecem da importância de assistir um jogo de futebol com o parceiro, de gritar com ele quando o seu time faz um gol e de vibrar com os “quase” gols. As pessoas se esquecem de tirar um tempo de qualidade para escutar o outro. As pessoas se esquecem de dar uma flor dessas que a gente rouba do quintal dos outros (risos). De elogiar o perfume novo e de dizer aos pés do ouvido o quanto ama esse alguém. Não precisa de buquê no trabalho, não precisa levar para jantar em um restaurante caro, não precisa encher de jóias, comprar presentes caros. Não precisa disso para manter a chama do amor acesa. Não é isso que faz pegar fogo. Um beijo na testa faz o coração de qualquer mulher se acalmar, um abraço quando as coisas não estão bem faz com que a gente se sinta protegido e assistir aquele filme que o outro tanto quer, também sabe agradar. Beijos ao pé da orelha causam arrepios e o toque sincero faz o corpo balançar. O problema é que as pessoas são intensas demais no começo de um relacionamento e fazem de tudo para conquistar o outro, mas não sabem como lidar com todo o sentimento que, às vezes – na maioria das vezes – parece não caber dentro da gente. E aí vem os inúmeros presentes, os inúmeros agrados, os inúmeros elogios e depois de um tempo, a insegurança vai embora e a gente se esquece de que é preciso conquistar todos os dias. Mas isso, ao contrário do que muita gente pensa, não é um fardo, obrigação e está longe de ser um sacrifício. É a simplicidade que emociona, é o beijo de bom dia, é o “sonhei com você”, é o elogio sincero e inesperado, é o cuidado, é fazer aquele mousse de maracujá, preparar uma janta em casa mesmo e dizer: “Só tinha ovos, fiz um omelete delicioso pra nós dois. Espero que goste”. Um recado deixado no meio dos seus livros é o suficiente para fazer o nosso coração sorrir. Vai, manda um SMS no meio da tarde dizendo que não consegue parar de pensar nele, compra o seu chocolate favorito e aparece de surpresa. Vai, compra uma rosa – não um buquê- e deixa um bilhete dizendo o quanto você a ama. Não deixe cair na mesmice, continue fazendo aquele belo sorriso brotar, aqueles lindos olhos brilharem. Vai, continua fazendo aquele corpo balançar com o teu toque. Vai, mantém essa chama acesa e deixe incendiar. O amor se alegra com a simplicidade e são as pequenas coisas que fazem o nosso coração sorrir sem medo, como quem tem alguém ao seu lado querendo fazer morada. By Thamilly Rozendo

COMO VALIDAR O SEU DIPLOMA EM PORTUGAL: UM GUIA COMPLETO!

Faculdade Porto

“Para realizar grandes conquistas, devemos não apenas agir, mas também sonhar; não apenas planejar, mas também acreditar.” Anatole France.

Uma dúvida muito comum quando se quer estudar ou trabalhar em Portugal é se há a necessidade de validar diploma em Portugal. Primeiro, é interessante saber que esse procedimento pode ser mais conhecido no país pelos termos Reconhecimento, Equivalência ou Registo, tendo cada um deles uma finalidade diferente. Presta atenção nas dicas que a Cibele Dias nos dá sobre como revalidar seu diploma em Portugal.

Estudar fora do Brasil parece ser meio complicado quando não sabemos muitas informações. Quando vamos estudar fora do país, precisamos ter em dia nossos documentos escolares. Desde autenticações e apostilamentos até a tão famosa Equivalência/Reconhecimento de diploma. Fizemos um guia completo para te ajudar nesse processo.

O que é o Reconhecimento/Equivalência de diploma e existe diferença entre eles?

É o processo de reconhecimento de graus estrangeiros de nível superior que faz uma análise curricular para atribuição do grau desejado. Este processo foi instituído pelo Decreto-Lei n.º 283/83, de 21 de Junho.

A equivalência é um processo através do qual a qualificação acadêmica estrangeira é comparada a uma qualificação portuguesa, relativamente ao nível (Licenciado, Mestre ou Doutor), à duração e ao conteúdo programático, sendo também fixada a área científica da equivalência concedida, ou seja, é preciso avaliar o seu diploma, histórico escolar e ementa de cada disciplina cursada.

No caso do reconhecimento, a qualificação acadêmica estrangeira é comparada a uma qualificação portuguesa apenas ao nível.

Como faço o processo de Reconhecimento/Equivalência?

Para fazer o Reconhecimento/Equivalência você precisa entrar em contato com qualquer instituição de ensino superior e buscar informações sobre procedimentos, valores e outros. Dá uma olhada no post  conhecendo as universidades públicas portuguesas, nele você encontra algumas instituições que podem fazer este processo. É preciso encontrar um curso que tenha sua ementa o mais próximo possível da sua formação no Brasil. Vale lembrar que, aqui em Portugal, não existe a diferença entre Licenciatura e Bacharelado. Todos os cursos são Licenciaturas – e nem por isso te habilitam à sala de aula. Aqui no site do DGES você encontra as informações complementares para seguir o processo. Este processo também é o que deve ser feito caso você queira exercer sua profissão neste país.

Quanto custa e quanto tempo demora?

Como quem faz este processo são as universidades públicas, cada universidade atribui um custo e o tempo. Se tiver alguma dúvida sobre quais universidades são públicas, basta clicar aqui e pesquisar pela universidade. Não podemos definir um valor específico, pois ele varia de instituição para instituição. O que podemos dizer é que a média fica entre os 450€ e o tempo é de 4 a 5 meses de avaliação do processo. Podendo ou não ser aprovado. Na maioria das instituições, é cobrado 30% do valor na solicitação do processo e os outros 70% na retirada do documento.

Para nós, brasileiros o processo de Reconhecimento/Equivalência, só é permitido para os diplomas de graduação. No caso de necessidade de registro oficial em Portugal do diploma de mestrado ou doutorado, o processo que deve ser feito é o processo de Registro.

O que é o Registro de diploma?

Também é uma modalidade de reconhecimento de graus estrangeiros, porém como se trata de diplomas de especializações o processo é diferente e leva menos tempo que o processo de Reconhecimento/Equivalência. Nem todos os países podem fazer o registro em Portugal. O processo de registro esta instituído pelo Decreto-Lei n.º 341/2007, de 12 de Outubro e a lista de graus acadêmicos que podem passar pelo processo e seus respectivos países, está disponível aqui.

 Como faço o processo de Registro?

Para doutorado a solicitação deverá ser feita em uma universidade pública portuguesa ou na Direção-Geral do Ensino Superior (DGES). Para as licenciaturas e mestrados pode-se solicitar em universidades públicas portuguesas, no Instituto Politécnico público português e na Direção-Geral do Ensino Superior (DGES). Aqui no site do DGES você encontra os documentos necessários para realizar o pedido de registro.

Quanto custa e quanto tempo demora?

O valor para o registro fica entre 26€ e 28€ e o prazo é de no máximo 3 meses.

Ok, já sei como fazer o processo de Reconhecimento/Equivalência e o processo de registro.

Mas e a tal conversão de classificação de notas, o que é isso? Eu preciso fazer?

Passa por esta etapa quem fez o processo de Registro de diplomas ou Reconhecimento profissional. Essa conversão atribuirá o seu histórico a classificação portuguesa de notas que é de 0 a 20.

A atual legislação obriga a passar por este processo de conversão os diplomas que tem origem dos EUA, Espanha, Itália, Malta, Reino Unido, Países que tem uma classificação em uma escala de 0 a 10 e países que tem uma escala de 0 a 6. No Brasil, alguns programas atribuem a escala da A a F e nesses casos, cada programa define quais valores estão atribuídos a cada letra. Por exemplo, A pode ser de 10 a 9, neste caso você também precisa passar por este processo.

O site do DGES te indica qual o procedimento deve ser feito para a solicitação desta conversão para a escala portuguesa de valores.

Então, se você tem interesse em validar o seu diploma em Portugal porque precisa trabalhar, sua instituição de ensino solicitou ou mesmo precisa concorrer a uma bolsa de estudos portuguesa, este é o processo que deverá ser feito.

Se você ainda tem alguma dúvida ou quer buscar mais informações, entre em contato diretamente com o DGES (atendimento telefônico para a área de registros/reconhecimento somente às 2ª, 4ª e 6ª feiras das 9h30 – 12h30 no telefone +351 213 126 000).

Fonte: http://maracujaroxo.com/2017/01/29/como-reconhecer-o-seu-diploma-em-portugal-um-guia-completo/

 

MUDE! COMECE HOJE…

Jogue Fora

“Somos o que fazemos, mas somos, principalmente, o que fazemos para mudar o que somos.” Eduardo Galeno

Penso que… Nosso futuro depende das nossas atitudes do presente. O passado serve de referência para não cometermos os mesmo erros, ou seja, nos serve de aprendizado. Porém o nosso futuro depende das boas opções de caminhos do presente.

Muitos pensam nas questões sobre o que já está traçado, na verdade dentro das atitudes diárias podemos mudar tudo dependendo de nossas ações, ou seja, temos o poder em nossas mãos de poder mudar nosso caminho dentro da nossa própria história.

Por exemplo se estamos diante de uma situação de escolha, sabemos que temos que fazer uma escolha, e que escolher significa abandonar tantas outras opções, isso cria até certa angústia (o que é natural) mas é o caminho da opção.

Desde que acordamos nos deparamos com infinitas opções de escolha, estamos em um mundo de infinitas possibilidades.

Basta uma escolha errada para desencadear uma sucessão de eventos, por esse motivo, faça seu caminho por seus desejos, por suas metas, escolhas que o levarão para o seu sucesso. Dúvidas temos todo o tempo, o melhor é verificar quais são os caminhos que estão em sua frente e sempre optar pelo caminho que não lhe tará problemas e sim soluções.

Muitas vezes optamos por caminhos para deixar “outras” pessoas felizes, e quando fazemos isso nos tiramos de foco, e o dessenrrolar são sucessões de problemas, caminhos impensados ou mal pensados podem acarretar problemas futuros.

Quem monta seu futuro é você, sendo assim faça sempre a melhor escolha para você, escolhas que respeitem suas metas, seus valores, e que te guiem para seu sucesso seja em que área for.

Opte pelo bem, pelo bom caminho, e não aquele que sua intuição já lhe diz que trará problemas, escute aquela coisinha que vem do fundo do seu ser e lhe diz, não faça isso, ou é melhor fazer aquilo.

Opte por estar no controle de sua vida, seguir feliz por seus caminhos e traçando seu futuro com felicidade, todos que estarão com você nessa jornada estarão felizes também.

Sorte sempre…

Opte pelo melhor caminho, opte pelo bem…sucesso em suas escolhas.

By Karin Klemm

RECEITA DE ANO NOVO!

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Chegamos ao último mês de 2018. E, como no final de todo ano, começam as listas com os desejos que a gente gostaria de ver realizados no ano que vem chegando. Neste poema, Carlos Drummond de Andrade lembra que não basta querer tem um grande ano. É preciso lutar para que o anos seja pleno. Leia:

Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor de arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação como todo o tempo já vivido
(mal vivido ou talvez sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser,
novo até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?).
Não precisa fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar de arrependido
pelas besteiras consumadas
nem parvamente acreditar
que por decreto da esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um ano-novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo de novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.