UM BRINDE Á NÓS!

Bia Barco Bus Paris 2015-06-09 19.42.13

“A vida é tão perfeita que nos dá a chance de recomeçar a todo instante”. Andreza Filizzola

 “Gostaria de te desejar muitas coisas. Mas nada seria suficiente. Então, desejo apenas que vocês tenham muitos desejos… Desejos grandes! E que eles possam te mover a cada minuto, ao rumo de sua felicidade!” (Drummond). 

Hoje é o aniversário do nosso casamento, 15 anos juntos…. com meu amor, amigo e companheiro… da pessoa mais importante que preenche minha vida, meu coração e minha alma! Parabéns maridinho. Parabéns família! Sabe preciso contar algumas coisas pra você (s)…

Valeu a pena conhecer você… Valeu a pena ter deixado o destino nos fazer encontrar, na hora certa… um momento único! Valeu a pena ter correspondido ao primeiro impulso… Valeu a pena ter ultrapassado barreiras… Valeu a pena acreditar que podia dar certo e ter seguido em frente… Valeu a pena ter tido paciência… e esperança! Valeu a pena ter tido compreensão… ter recebido e dado tanto amor… Valeu a pena ter feito amor… e ter me doado completamente a você e aos seus filhos… Valeu a pena ter cuidado dos meus filhos… dos seus filhos… dos nossos filhos!

Valeu a pena ter dado uma chance ao destino de nos conhecermos melhor… e nos entregarmos de corpo e alma… Valeu a pena juntos termos reconstruído nossas famílias… Valeu a pena ter escolhido você pra caminhar comigo… seguir a vida… construir uma nova história… a nossa história!

Valeu a pena superarmos os problemas juntos… tentar e tentar… Valeu a pena cada um dos desafios enfrentados… desafios que nos fortaleceram… e juntos tentamos supera-los… erramos e acertamos tantas vezes… E foram (que são) tantas!!!! Insistimos e superamos todos juntos… e os desafios nos levaram longe… ainda estamos adquirindo nossas aprendizagens! Refizemos e construímos uma nova família, a nossa família… linda, pulsante, viva, intensa…  com toda a imperfeiçoes que a vida nos proporciona … mas tudo baseada no amor e na compreensão. Continuamos aprendendo ainda todos… dia a dia!

Valeu a pena tudo! Tudo isso mesmo… valeu a pena!!!

Quero que saiba meu amor (e todos da nossa família) que valeu e vale muito a pena sim estar compartilhando minha vida com você (s)… Vale a pena tudo que somos, quando estamos juntos! Somos todos loucos… uns pelos outros!

Vale a pena amadurecer e envelhecer junto com você… é uma benção, só tenho o que agradecer. Vale muito a pena, tudo mesmo!

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Com vocês, nossos filhos adorados nos completando ainda mais: Bruno, Michelle, Ca e André.

Amo muito a nossa família, que agora vem crescendo… com os netinhos chegando João PedroEva e Noah… lindos e maravilhosos, nos completando ainda mais, alegrando mais ainda tudo o que já tínhamos… Tudo floresce da melhor maneira que poderíamos ter e ser… é a vida que se transforma e renova.

Vale muito a pena, tudo mesmo!

Com vocês sempre junto conosco, e vem completando e aumentando com suas famílias… Bruno e Vanessa; Michelle e Fabio; Cá e Renaud… só tenho a agradecer.

Vale a pena brindar a vida com você… Nossa vida esta perfeita do jeitinho que é! Confesso que faria tudo novamente, igualzinho!!!

Te amo muito viu Zé?

E vocês nossos meninos! As suas famílias… aos nossos queridos netinhos… Um brinde a todos nós!

 

 

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NUNCA TE ESQUEÇAS DE QUE SÓ HÁ DOIS TIPOS DE DOR: A QUE TE DÓI… E AQUELA QUE TE FAZ MUDAR! ESCOLHA…

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“Existem transformações pelas quais vais ter de passar na vida mesmo que não as queiras”. José Micard Teixeira

Esta crônica de José Micard Teixeira, fala das escolhas que podemos fazer na vida. Entre a dor e aquela que te impulsiona a mudar e reconstruir novos caminhos… fico com a segunda opção. Leia:

Há muito que sabes que não há nada que consigas fazer para evitá-las, mas ainda assim acreditas que vai ser possível mudar o rumo dos acontecimentos.

Muitas vezes, quem gostarias de ser não tem nada a ver com quem realmente és, porque resulta tão-somente do teu desejo de agradar a alguém ou sentires-te amado.

Por outro lado, essa pessoa que você criou vem da tua vontade de sobreviver num mundo que te é hostil e falso e se apresenta a ti sem qualquer salvação possível.

No entanto, não vais conseguir viver bem contigo mesmo se não te aceitares como és e ao mundo a tua volta.

Sabes perfeitamente que só podes mudar aquilo que aceitas.

Você reclama da dor que te provoca a indiferença e a crueldade de algumas pessoas para contigo, do desrespeito e falsidade com que te tratam, mas por favor para de te queixar e nunca te esqueças que só existem dois tipos de dor, a que te dói e aquela que te faz mudar.

Escolha, mudar. Mude! Um começo já… Construa novas histórias de vida. A energia se renova.

Transforme sua vida!

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Fonte:  Residência Mag

O TEMPO, FEROZ AMIGO!

 

LYA 1Lya Luftfala de um tema ao qual ela está sempre recorrendo: a passagem implacável do tempo e a “implicância” – quem sabe, medo – que demonstramos ter de palavras como envelhecimento, velho, velhice e outras derivadas. Leiam:

É uma das esquisitices do nosso tempo que na época em que mais tempo vivemos haja tanta dificuldade em relação ao que se convencionou chamar velhice. Palavras significam emoções e conceitos, portanto também preconceitos. Por isso, quero falar de minha implicância com a implicância que temos com os vocábulos – e a realidade – velho, velhice.
E, como gosto de historinhas, algumas, como esta, reais, lembro um episódio com Tônia Carrero, ainda uma linda mulher aos oitenta anos. E certa vez alguém lhe perguntou: “Tônia, chegando aos oitenta, como você lida com a velhice?”. Todos gelaram, mas ela, em pé no meio da sala, possivelmente com um cálice de champanhe na mão, respondeu sem hesitar: “Ora, eu acho ótimo. Porque a alternativa seria a morte”.
E todos acharam maravilhosa aquela presença de espírito, e aquele pensamento. Naturalmente, nem ela, nem ninguém gostaria de envelhecer com as doenças, perdas e fragilidades que tantas vezes nos acompanham quando o número de anos cresce assustadoramente. Mas que, pelo menos, não sejamos velhos chatos e sombrios, eternamente reclamando de tudo e de todos.
Quando não pudermos mais realizar negócios, viajar a países distantes ou dar caminhadas, poderemos ainda exercer afetos, agregar pessoas, ler bons livros, observar a humanidade que nos cerca, eventualmente lhe dar abrigo e colo. Para isso, não é necessário ser jovem, belo, com carnes firmes e pele de seda… ou ágil, mas ainda lúcido. Viver deveria ser poder celebrar sempre mais um dia: o nosso, e dos que amamos. E, em momentos de dor indizível, redobrar sem espalhafato, com delicadeza, o amor de que somos capazes. Nesta crônica, publicada recentemente no jornal Zero Hora, a escritora gaúcha Lya Luft fala de um tema ao qual ela está sempre recorrendo: a passagem implacável do tempo e a “implicância” – quem sabe, medo – que demonstramos ter de palavras como envelhecimento, velho, velhice e outras derivadas. Num tempo em que o número de pessoas com mais de 60 anos explode no Brasil – e só tende a aumentar – Lya chama a atenção para a nossa luta vã contra a realidade.”

 

CANSEI!

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“Eu não tenho muito, mas tenho paz.” Wandy Luz

Chega uma hora que damos um basta! Cansamos de tantas coisas desnecessárias… nos tornamos mais leves. Livres! Acontece uma liberdade interna que os faz tão bem… Gosto de como Wandy Luz coloca isto, leia:

Cansei de tentar entender quem está ao meu lado, quem está contra mim ou quem está em cima do muro por medo de se posicionar.

Decidi me livrar de tudo e todos que tiravam minha paz

Tornei-me indiferente a opiniões alheias, e pouco me importo com críticas destrutivas, principalmente vindas de pessoas hipócritas, demagogas, que vivem de mentiras.

Não preciso provar nada a ninguém, não preciso ser aceita ou agradar a todos. A minha consciência está tranquila, porque sou exatamente o que quero ser.

Lealdade para mim não é simplesmente uma palavra, é um estilo de vida, uma regra.

A minha vida mudou quando eu simplesmente deixei de me importar com tudo que não é de fato importante. Eu não mudei por causa de um amor, ou uma desilusão, não… eu não mudo por você nem por influência de ninguém.

Eu mudei porque percebi que a vida era curta demais para condicionar a minha felicidade a pessoas e acontecimentos externos. Eu finalmente entendi que a única pessoa capaz de transformar solidão em companhia, tristeza em alegria, dor em amor, era, e sempre foi, eu mesma.

Eu aprendi a viver um dia de cada vez, às vezes com muita sensatez, às vezes fazendo tudo errado, porque eu tenho muitos defeitos para ser perfeita, mas sou muito abençoada para ser ingrata.

E foi errando que eu aprendi lições maravilhosas sobre a vida, sobre as pessoas, sobre o amor, sobre a dor, e o mais importante, sobre mim, sobre quem eu sou de verdade.

Eu não tenho muito, mas tenho paz. Eu não sou melhor do que ninguém, mas sou bem melhor do que ontem.

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“Cansei. Cansei de pedir desculpa por quem eu sou. Cansei de ouvir de todo mundo como é que se trabalha, se ama, se permanece, se constrói, cansei.” Coringa

Fonte: Resiliência Mag

SABE ONDE ERRAMOS?

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“Todos nós erramos, mas vamos tentar errar menos?” André Suhanov

Achei tão perfeito este texto que quis compartilhar com vocês ! Não sei quem escreveu.. mas está de parabéns!!! Leia:
Erramos quando: valorizamos mais os de fora, do que os que são da nossa própria casa.
Erramos quando escrevemos grandes textos de homenagens, ou planejamos festas para amigos ou apenas conhecidos, e esquecemos de homenagear todos os dias nossa família.
Sabe quando erramos?Erramos quando colocamos aquela linda toalha de renda na mesa para as visitas, e para os da nossa casa, é aquela toalha velha mesmo, aquela manchada de massa de tomate sabe?!
Erramos quando a taça bonita é para as visitas, mas para os de casa? A xícara trincada.
Erramos quando nos empenhamos tanto em agradar os outros, mas para fazer um favor pra mãe, é um peso.
Sabe quando erramos? Quando nas rodas de amigos, ou nas redes sociais exibimos um amor incondicional pela nossa família, mas em casa nos recusamos a pegar um copo de água pra o mesmo.
Erramos quando queremos exercer ministérios, quando o nosso maior ministério que é a família, está desfocado, desdenhado, deixado de lado.
Nosso maior e primeiro ministério a ser exercido…é no âmbito familiar.
Se esse ministério não é bem sucedido, nenhum outro será.
Família: o bem maior do ser Humano. Acredite não há nada melhor!

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CAMINHO DE SANTIAGO PRA QUEM TEM MAIS DE 50 ANOS!

“Nossa ligação foi traçada à nascença, mas nós escolhemos prolongá-la pela vida.” Feliz Dia do Irmão!

Hoje para homenagear meus irmãos no “Dia dos Irmãos”, vou compartilhar com vocês um desejo conjunto… Começou com minha irmã caçula, contaminou os outros  dois e encontrou um pouco de resistência minha rsrsrsr… Deste desejo de fazermos juntos o Caminho de Santiago de Compostela, que surgiu assim de repente e com a vida nos colocando a prova constantemente comecei a me questionar… pensei então em aceitar e começar a me preparar para tal…

“Foi um dos únicos momentos da minha vida que conheci o que deve ser “felicidade plena”. 

Já contei isso aqui outro dia que tenho 3 irmãos que há algum tempo comentam que desejam fazer o Caminho de Santiago, mas só com nós 4 (coisa de irmãos)… isto me inclui é claro.  Um desafio com 4 irmãos, pode? Confesso que adoro desafios e bem lá no fundo também desejava fazer este caminho… Sempre sonho em conhecer lugares incríveis…  e em fazer essa caminhada peregrina, tinha curiosidade e também fazia parte disso. Penso que deve ser uma experiência única e muito especial… algo marcante para dentro nós mesmos… um autoconhecimento profundo. Quando?… algum dia, pensava? Deixava pra lá… Nunca determinei… até fugia, mas agora…

O problema é que eu sempre fui meia (inteira rsrsr) sedentária fisicamente e na minha idade (coisa que não sinto)… pensava, isso não vai rolar! Eles vieram, propuseram, mexeram daqui me cutucaram dali… com isso minha vontade anda acendendo… aquela chama apagadinha… é, realmente confesso, tem mexido comigo!

Vamos amadurecendo, vão acontecendo tantas coisas em nossa vida… questões mil e de repente você para e pensa… nos intriga e faz refletir sobre a vida como ela é… Qual o meu propósito nesta vida? O que ainda temos que aprender? Onde preciso melhorar? O que fazer então? Xiiii não dá pra fugir mais. Chegou o momento! Muitas acontecimentos me fizeram repensar e reconsiderar este desejo sim.

Fazer esta rota de peregrinação (que existe há doze séculos) chegando via Espanha ou Portugal (a mais curta), até a cidade de Santiago de Compostela, está começando a ser planejada por mim (o preparo físico é urgente agora). Mais do que uma viagem será um projeto de vida. Nossas vida!

Começo a me preparar para este grande desafio. Afinal como irmã mais velha da turma não posso fazer feio não acham? E não pode demorar muito né? Daqui a dois anos acredito que esta bom. Com minha demora alguns irmãos já melhor preparados, devem fazer antes esta peregrinação… com sua famílias, mas quem sabe ainda iremos juntos algum dia. Nada impedi isso!

Vamos lá, ando pesquisando sobre o assunto e me animei com o que Daniel Agrela nos conta a história e dicas de Elker, um simpático senhor de 65 anos que já percorreu o caminho por cinco vezes neste artigo. Dá um bom começo pra animar muita gente… é sempre bom conhecer experiências de pessoas desta idade… Incentiva. Leiam:

Lembro com detalhes o meu primeiro dia no Caminho de Santiago. Com 25 anos recém completados, cheguei à pequena cidade de Saint Jean Pied Port, no sul da França, tarde da noite. Naquele momento, bares e restaurantes estavam fechando e minha preocupação era encontrar um albergue para passar a noite. Estava muito ansioso para iniciar o trajeto no dia seguinte.

Fui à oficina de peregrinos e lá recebi todas as recomendações necessárias, incluindo um mapa topográfico de cerca de 30 etapas até Santiago de Compostela. Peguei os materiais e fui em direção ao albergue. Lembro que no quarto havia cerca de oito pessoas, todas interagindo umas com as outras. O clima era de animação.

Logo percebi que era o mais jovem do grupo. Recostei na cama e passei a ver o mapa referente ao primeiro dia de caminhada. Fiquei em pânico. Como não tinha me preparado muito bem para a viagem, não sabia ao certo todos os detalhes, tanto de quilometragem quanto de altitude. Foi então que me dei conta que na manhã seguinte teria de percorrer cerca de 26 quilômetros partindo de uma altitude de 200 metros (nível do mar) para 1.400 metros (nível do mar).  Minha aparência calma tinha desaparecido. Percebendo isso, um viajante alemão veio até mim e matou a charada.  – Assustado com o percurso. – Assustado é pouco. Desesperado! Acho que não vou conseguir, disse.

– Pois não fique. Olhe para mim (nesse momento ele apontou para seu rosto e mãos, marcados pelo tempo). Meu nome é Elker, tenho 65 anos e esta é a minha quinta vez no Caminho de Santiago.

Fiquei incrédulo. Para mim, até então, esse trajeto só poderia ser feito por jovens devido à sua dificuldade. Afinal, são 800 quilômetros a serem percorridos a pé. – E por que recorre ao Caminho tantas vezes, perguntei. – Desde que me aposentei, tracei como meta de vida percorrer o Caminho de Santiago todos os anos. Até agora tenho mantido essa minha promessa, e, você não vai acreditar, mas com o passar dos anos parece que o trajeto se torna mais fácil para mim. – E os anos não pesam? – Minha primeira vez aqui foi difícil. Mas logo percebi que não é o físico que te leva a Santiago e sim o espiritual, o que você tem em mente, explicou.

Conversamos por algum tempo mais e, mentalmente, fui anotando todas as dicas daquele peregrino que, em tom professoral, me ensinava como encarar o Caminho de Santiago. Na manhã seguinte, perdi a hora e fui o último a deixar o albergue. Chovia e o frio castigava. Com as dicas do simpático Elker assimiladas, tomei coragem e parti rumo ao meu caminho. E não é que ele estava certo? Veja aqui as dicas dele:

1 – Não encare o Caminho de Santiago como uma corrida. Se sentir que seu corpo não vai aguentar, pare, descanse e recomece no dia seguinte;

2 – Ser jovem pode ajudar, mas não é essencial para fazer esta viagem. Às vezes, um bom motivo para caminhar vale mais do que alguns anos a menos;

3 – Caminhe sempre  com um cajado para auxiliar na subida, para dar impulso, e na descida, para proteger os joelhos;  4 – Use um chapéu para se proteger do sol;

5 – Consulte sempre os mapas das etapas, mas não se prenda a eles. Aprecie a paisagem que está a sua volta e caminhe para dentro de si;

6 – Beba bastante água, mesmo que não esteja com sede;

7 – Se puder, leve consigo sempre algo simples para comer. Nem todos os lugares do Caminho oferecem infraestrutura de bares e restaurantes;

8 – Leve fotos da família. Elas são importantes para os momentos de saudade;

9 – Não sobrecarregue as costas com uma mochila excessivamente pesada. Escolha itens essenciais para acompanhá-lo no trajeto;

10 – Quando os pés estiverem cansados, não se dê por vencido. Caminhe com o coração.

Daniel-AgrelaDaniel Agrela, da primeira vez em que percorreu o Caminho

Gostaram? Se animaram?

Alguém aí tem mais dicas? Me contem… Beijos.

*Daniel Agrela é jornalista e autor do livro: “O Guia do Viajante do Caminho de Santiago, uma vida em 30 dias”.

 

FILHOS TRANSFORMANDO- SE EM BORBOLETAS E VOANDO…

Borboletas livre

” Quem ama de verdade cuida, segura na mão e deixa que a pessoa voe pra fora do ninho”. Lucas Antunes da Silva.

Filho hoje no seu aniversario, quero que saiba que tenho o maior orgulho de ser sua mãe… você é tudo pra mim. Vi você nascer, crescer e aprender a caminhar sozinho… estando sempre bem pertinho… assistindo cada transformação sua.

Acompanhar você crescendo, vê-lo de menino se transformar num grande homem… não tem preço. De homem, tornar- se este marido… pai adorável e dedicado,  me deixa super emocionada… todos os dias. É uma benção assistir você com seu filho em momentos exclusivos de muito amor, cuidados e atenção. Está se saindo um grande pai. És um grande homem meu filho!

Pensei no que poderia te dizer hoje e quis te explicar que “filho é pra sempre, a gente quer ver, tocar, estar junto, falar de amor e de saudade!”. Amor incondicional!!! Quero que saiba que perto ou longe será sempre assim… lidar com a distância é sempre difícil… a saudade bate forte muitas vezes… mas fica melhor quando aprendemos a lidar com tudo isso de uma forma madura e bem elaborada. Então pensei em dizer algo sobre amor, sonhos, distância, saudades, família e transformações.

Na parede do quarto dos meus filhos já adultos (agora transformados em quartos de hóspedes, ateliê e brinquedoteca) conservo quatro borboletas pintadas nas cores: azul claro, azul escuro, amarelo e verde mar, contrastando com as paredes claras… elas lembram de forma pouco elaborada como lidei com a “síndrome do ninho vazio”… quando vocês se mudaram.

Filho é para sempre, a gente quer ver, tocar, estar junto, falar de amor e de saudade. Filho parece extensão do nosso próprio ser. Só que não são. Filhos são seres independentes, eu já tinha esta noção. Criamos eles para o mundo, lembra? O que eu não previ é que o mundo é muito grande. E com isso três (dos quatro) deles foram para Europa e EUA. Longe sim, mas bem perto do coração. “Distância não é nada, quando alguém significa tudo”.

Sentir saudades é natural, o que não é natural é permitir que esse sentimento petrifique nosso coração e nem que o vislumbre de seus voos se transforme em ressentimentos. Pelo contrário temos que respirar e dar a eles mais coragem para que seu voo seja do tamanho da imensidão dos seus sonhos. Sonhos que passam a nos inspirar e nos fazem ousar também vislumbrando novas experiências. Incentivamos! Ousamos todos.

“Não haverá borboletas se a vida não passar por longas e silenciosa metamorfoses”, diz Rubem Alves.

Mas coração de mãe é assim mesmo, inquieto… palpitante… e a saudade insiste em bater… Como antídoto para não deixa-la fazer morada na alma, gosto de me debruçar no parapeito da janela de seus quartos, aos finais de tarde, principalmente ao pôr do sol e imaginar o voo dos meus meninos (as) transformadas em borboletas confiantes, cheias de luz e ânsia de viver… construindo sua própria vida! Meninos (as) meus (minhas), teus (tuas)… e de meu marido (escolhidos pelo coração… revivo, abraço, amo muito para que se tornaram todos nossos…) Os seus, os seus… os nossos filhos

Percebo que o tempo, a dedicação na infância e o “trabalho” na adolescência renderam frutos maravilhosos. Como recompensa tenho a oportunidade de admirar o colorido do farfalhar de suas asas independentes.

E os sapatinhos de bebe “esquecidos” na gaveta de recordações, já não representa a saudade do cheirinho de bebe, transformaram-se em orgulho pela segurança de seus passos. Voem altos minhas crianças crescidas e amadurecidas… voe alto, meu filho!

É assim o ciclo da vida e precisa ser ouvido. É hora de vivermos o amor e a gratidão e voltar a atenção ao nosso próprio cuidado.

“Se a vida não fosse para ser transformada, não haveriam borboletas”. Eliane Nochieri

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Deixar que as borboletas saiam do casulo materno e voem livremente e sem culpas para onde o alcance de suas asas permitir, é uma benção. E eles estão indo longe! E que aquilo que chamo de saudades jamais prenda seus voos e nem as impeça de assumir as responsabilidades pelo alcance de suas asas.

Eu… (nós…) vamos torcendo daqui pra que todos os seus sonhos sejam alcançados e estaremos sempre pertinho pelo coração… hoje pela internet e amanhã fisicamente e em todas as oportunidades que a vida nos der (e dará)… assim voaremos livremente pelo mundo.

Nesse mundão enorme já encontraram suas almas gêmeas e constituíram suas famílias. Lindas famílias, extraordinárias… que começam a crescer, trazendo frutos e enorme alegrias a todos da nossa família. Uma benção maravilhosa destas borboletas minhas voantes! Só tenho a agradecer a Deus e a vida pelas bênçãos recebidas. Penso que diriam pra mim…

borboletas

Deixa-me voar!
Em mim,
já fui transformação…
Amores não
me prendem…
Sou asas.
Sou sonhos.
Sou borboleta!

Borboletas, são delicadeza…
Beleza…
Leveza…

Referências de transformação
Como uma aquarela…
Rosa, verde…amarela!
Sou vestida de sonhos…
Deixa-me voar!!
O meu néctar é o amor.
Ele eu preciso buscar.
Abra as portas
da minha prisão.

Que ganhando vida
Me tornaria ainda mais bela
Preciso de liberdade…
E deixa-me voar!
Voar… para me encontrar… By Dayse Sene e Tina Bau Couto

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Quero oferecer pra você meu filho, uma musica que eu adoro… espero que goste… I love you…:

… He told me, “Son sometimes it may seem dark, (Ele me disse: “Filho, às vezes, pode parecer escuro)
but the absence of the light is a necessary part (Mas a ausência de luz é uma parte necessária)
Just know, you’re never alone, you can always come back home”…. (Apenas saiba, você nunca está sozinho, você pode sempre voltar para casa”)
You can always come back… (Você pode sempre voltar…)… 

(ORIGINAL). Wherever you go, you can always come home”… De que onde quer que vá, você sempre poderá voltar para casa…

You can see that your home’s inside of you… (Você pode ver que o seu lar está dentro de você)…. Just know (Apenas tenha certeza)…. That wherever you go (De que onde quer que você vá)… No, you’re never alone (Não, você nunca está sozinho)… I will be at home… I love you.

Adoro também esta musica do Fabio Junior também. Sempre que ouço me emociono e  lembro dele… Pai. Escute ok
Te amo muito meu filho adorado! Você fez de mim uma pessoa melhor. Somos especiais juntos! Desejo-lhe toda a felicidade do mundo… que seus sonhos sejam realizados… és um grande homem, meu filho! Que Deus esteja sempre com você e sua família. Proteja-os sempre! Não existe nada melhor do que amor… filhos…. família. Cuide-se! Estou/ estarei sempre ao seu lado! Meu amor!!!!
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FELIZ DIA DOS AVÓS! CHEGANDO E CAUSANDO…

Você meu netinho, já chegou chegando… veio no susto, no grito, empurrando, lutando mesmo e brigando muito pra ficar, ufa… parece que ninguém te via! Você só querendo nos dizer… Hei, eu estou aqui💫! Um batalhador já rsrsrs. Confesso que gostei. Chegou causando… e querendo ficar aqui nesta família, seu danadinho! Estou amando tudo isso!

Sua mãe demorou pra entender… sua avó nem imaginava, mas você já estava aqui…seu avô suspeitou… Tão pequenino! Tão bonitinho! Recebemos a notícia com surpresa e encantamento… alguns levaram um tempo pra cair a ficha… entender os porquês e os  comos rsrsrs???… Com muito amor 💙 e carinho 💕 🌸 você foi recebido de braços abertos…  sendo cuidado, protegido… admirado e também muito desejado e amado…

A família inteira vibrou 💫ao receber a notícia anunciada da sua chegada, brindamos a sua espera… estamos aqui agora, esperando a sua chegada com muito curiosidade… cheias de carinho e amor. Em breve você estará aqui conosco, se juntará a uma família onde todos são loucos uns pelos outros…, mas de amor💙💕🌸 rsrsrs. Enquanto te esperamos… eu e seu avô, já aqui com meu Pedroquinha, a recém chegada francesinha a Aninha, netinhos tão queridos… queremos desejar a todos e todas que já têm a felicidade de terem netos e netas para cuidar e mimar muito, com quem brincar e voltar a ser criança, os nossos PARABÉNS pelo DIA DOS AVÓS. Bendito sejam os avós…

Que seus netos e netas cresçam saudáveis e felizes, que é o que todo vovô e vovó mais desejam. E que vocês, avós, possam desfrutar bastante dessas alegrias, recebendo todo o amor 💙 e carinho 💕🌸 que merecem de seus netos, filhos e todas as pessoas da sua família. De nossa parte, estamos aqui mimando muitoooooo cada um deles…

Digo “Bom dia mundo” pra vocês meus netinhos queridos, muito bem vindos… estarão descobrindo aos poucos esta imensidão e beleza de mundo que existe… Aqui vocês descobrirão muitas coisas e farão suas escolhas… onde construirão suas histórias de vida! Juntos vamos caminhar em muitas destas suas histórias que guardaremos eternamente em nossas memórias, serão nossos tesouros ok?

Há tanta coisas que quero conversar com vocês, tantas histórias que desejo compartilhar, sabe? Estou deixando muitas coisas registradas aqui neste “Livro das Histórias da Vovó Bia”… que construí com muito carinho, pra vocês, meus queridos netinhos! Aqui vocês encontrarão um pouco da minha história… As “Histórias de Vovó Bia”… preparem-se pra viajar no tempo com elas… algum dia!

No meu Blog também encontrarão outras tantas…

https://oterceiroato.com/2015/10/29/eu-vou-ser-avo-pela-primeira-vez-que-felicidade/

https://oterceiroato.com/. 2015/11/01/meu-neto-nasceu-feliz-demais/.

https://oterceiroato.com/2016/08/31/eu-vou-ser-vovo-pela-primeira-vez-a-distancia/

https://oterceiroato.com/2016/06/01/avos-e-netos-beneficios-desta-relacao/.

https://oterceiroato.com/2015/12/04/meus-instantes/ 

https://oterceiroato.com/2016/07/26/dia-das-avos/

https://oterceiroato.com/2018/03/29/a-mulher-ao-centro-da-vida/

PAZ … ACHO QUE ME VICIEI EM FICAR E SOZINHO!

arco iris 3“Somos o que pensamos. Tudo o que somos surge com nossos pensamentos. Com nossos pensamentos, fazemos o nosso mundo”. Buda

Acredito que a harmonia é o ponto da paz em minha alma… é estar bem comigo mesma. Assim como Marcel Camargo, do Blog Resiliência Mag, ando apreciando e muito a minha companhia. Aprendi isso com o tempo. e você, como anda? Leiam:

Ultimamente, estou tentando depender menos dos outros, pois ficar contando muito com as pessoas acaba trazendo decepções demais. Não perco mais tempo correndo atrás de ninguém e, se necessário, vou a todos os lugares sozinho, sem implorar para alguém me acompanhar.

Por muito tempo, eu valorizei a companhia das pessoas, a ponto de procurar sempre estar acompanhado, querendo sair toda vez que tivesse oportunidade, achando que ficar em casa seria coisa para quem fosse idoso ou doente. Por conta disso, não me permitia ficar em casa aos finais de semana, nos feriados, prolongados ou não, pois não queria perder tempo.

Por muito tempo, eu achei que diversão significava ir a bares, baladas, festas, para me encontrar com a galera. Ansiava por conhecer cada vez mais pessoas, por visitar lugares variados, correndo atrás mais de quantidade do que de qualidade. Ficar em casa, podendo viajar ou sair, soava como sacrilégio, disparate, afinal, precisava aproveitar o tempo junto com pessoas, fora de casa. Quanta bobagem já pensei… rsrsrs…

paz

Sem perceber, acabei aceitando amizades que não eram verdadeiras, aproximando-me de pessoas que nem curtiam a minha companhia, até mesmo mendigava atenção, correndo atrás de quem estava muito bem sem mim. Fui a lugares que nada tinham a ver comigo, com gente que não pensava como eu, participando de programas lotados de pessoas e vazios de sentimentos. Perdi sim foi muito tempo!

Com o tempo, percebi que, mesmo conhecendo muita gente ou saindo para vários lugares, ainda assim eu poderia me sentir sozinho, porque o que nos preenche afetivamente é aquilo que toca os nossos corações com verdade e reciprocidade. E eu, muitas vezes, sentia solidão bem ali no meio de tantas pessoas, de tanta música, de tantas festas e sorrisos. Parei e notei o quanto eu cobrava dos outros aquilo que deveria vir naturalmente, aquilo que eu poderia, inclusive, encontrar dentro de mim.

Já a algum tempo, estou tentando depender menos dos outros. Não perco mais tempo correndo atrás de ninguém e, se necessário, vou a todos os lugares sozinho, sem precisar pedir para alguém me acompanhar. E, melhor ainda, aprendi a curtir meus espaços, minha casa, em frente à televisão, lendo um bom livro, passeando ou viajando sozinha… apreciando tudo o que sou e tenho. Tenho gostado muito da minha companhia!

Aliás, estou me viciando em ficar em paz, sozinho, comigo mesmo, porque é chato demais pedir ou dar uma forçadinha para as pessoas nos acompanhar. Convido-as apenas e se quiserem vir comigo, muito bem; se não quiserem, ótimo também. Quando a gente aprende a gostar da própria companhia, a gente se basta e vive feliz onde estiver, com alguém ou sem ninguém. Simples assim.

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A ARTE DE SE ORGANIZAR EM VIDA – O QUE FAZER ANTES DE MORRER, PARA FACILITAR A VIDA DOS QUE FICAM.

“O segredo? É apreciar os momentos, desapegar-se das coisas e, viver, apenas viver”. Adriana Leva

É importante a medida que envelhecemos, principalmente depois dos 65, começarmos a pensar em organizar a nossa vida, de forma que, na hora que a gente partir deste mundo, não deixar problemas para serem resolvidos pelos outras pessoas que ficarem. Esse é o tema de um livro escrito pela artista sueca Margareta Magnusson, que foi lançado no Brasil (Amazon/ janeiro de 2018). “The Gentle Art of Swedish Death Cleaning” ou a “Suave arte sueca da limpeza da morte” (em livre tradução), onde explica a técnica de “destralhar tudo” antes de morrer… e já está dando o que falar no mundo inteiro da organização.

O tema é extremamente delicado, mas necessário e que precisa ser pensado com carinho.

Leia o artigo publicado pelo site greenme.com.br:

O livro propõe o que seu título macabro sugere, ou seja, orientar e guiar as estratégias que constituem a nossa passagem daqui para uma melhor.

A autora, Margareta Magnusson, é uma artista sueca que viveu e exibiu suas obras em todos os lugares, de Hong Kong a Cingapura.

Sua idade, para usar suas palavras, está “entre os 80 e os 100 anos” e ela decidiu escrever este livro – seu primeiro – sobre a questão de organizar tudo antes de partir para o outro mundo para que – quem permanecer e herdar seus bens – encontre tudo arrumado, com a maior parte do trabalho já feito.

“Honestamente, eu não tenho certeza de que sua intenção com o livro, não era a de trazer um pouco de diversão e ironia sobre os livros e as publicações de autoajuda”, disse Shana Lebowitz em sua crítica na revista Business Insider.

Quem sabe?

Por diversão ou não, porém, Magnusson propõe uma série de passos e sugestões para eliminar a desordem, organizar as coisas e reduzir a incrível quantidade de objetos, documentos e qualquer outra coisa que se tenha em casa: um convite claro para o minimalismo, para o deixar-se ir para o lado de lá leve, sem o monte de bobagens que acumulamos durante a vida.

O livro de 128 páginas vai ao concreto, explicando: 1) o que se pode dar ou vender (presentes indesejados, pratos nunca usados, roupas absurdas, enfim); 2) o que pode permanecer como parte da herança – coisas que podem ser preservadas, porque são importantes ou documentam os estágios da vida familiar (fotografias, cartas de amor, talvez alguns desenhos históricos das crianças); 3) e o que é melhor que se dê logo um fim (fotos estranhas ou páginas de diários que seriam constrangedores se alguém, especialmente seus próprios filhos, pudessem vê-los).

Quem vai querer ler este livro? De acordo com a autora, o livro é perfeito para todas as idades: sempre que os armários começam a explodir ou as gavetas ficam cheias, é hora de fazer uma faxina, que inclusive faz bem à alma, mas a “limpeza da morte” pode começar a ser feita por aqueles que se aproximam do 65º aniversário.

A novidade deste projeto é que ele vai além do habitual “decluttering”. Primeiro porque coloca o acento sobre a morte, um tema que a maioria das pessoas evita considerar e, segundo porque o planejamento e a motivação desta limpeza, dá um sentido prospectivo entre o presente, o futuro e o além do futuro; liga a vida à morte e à vida que continua.

Ademais, vamos falar a verdade, dar fim às coisas materiais supérfluas e pensar sobre o que é realmente importante na vida é uma maneira racional, às vezes alegre, às vezes emocional, também de facilitar a vida daqueles que deixaremos com nossas tralhas acumuladas.

Podemos evitar brigas inúteis e também que os vivos falem mal da gente até quando morrermos, por termos deixado aos entes queridos tanta coisa para ser arrumada, jogada e limpada. Desse jeito, deixaremos como herança, rica ou pobre que seja, pelo menos o nosso sentido de leveza e sabedoria de vida. Vocês concordam?

Resumindo a teoria sueca de “Destralhar antes de Morrer”… em 5 Dicas:

1. Não tenha coisas que você não quer, porque alguém vai ter que tomar conta disso no futuro!

2. Tenha uma caixa em que guarda as coisas que devem ir para o lixo, mas não esqueça de colocar uma etiqueta com essa informação.

3. É bom estar sempre preparado para o “Death Cleaning”, porque você não sabe quando pode morrer.

4. Não é justo para as outras pessoas, deixar muitas tralhas pessoais.

5. Para quê ter tantas coisas, se quando morrer não poderá levar consigo?