PAZ INTERIOR… SAIBA COMO.

Aconteça o que acontecer na sua vida, não perca a sua paz interior, ela é a força que você precisa para manter-se em equilíbrio mesmo durante as piores tempestades.

Nessa época de pessoas atormentadas por pesadelos, por frustrações e sonhos desfeitos, manter a paz é fundamental para não cair nas armadilhas da depressão.

A carga de informação que você recebe durante o seu dia, a pressão do trabalho, dos estudos e dos relacionamentos, acaba deixando seus nervos em pedacinhos.

Se você não estiver com o pensamento voltado para o seu bem estar, você não consegue manter o equilíbrio e ai, o seu fígado começa a sofrer as primeiras conseqüências, daí para as doenças do estômago como a gastrite, a úlcera e outros nomes não muito recomendáveis, é um passo.

É preciso que você coloque “filtros” em sua vida, e ao receber as notícias, sejam elas quais forem, analisar e rapidamente descartar o que não for realmente importante para sua caminhada.

Manter-se em paz é um exercício diário, porque muitos obstáculos estarão presentes no seu dia a dia, a começar pelo seu lar, onde sob o mesmo teto reúnem-se pessoas que não compartilham as mesmas idéias que você.

Tudo é questão de como vamos reagir em cada uma delas.

No trabalho outros problemas nos aguardam. Manter o emprego esta cada vez mais difícil, devido a enorme competição imposta pelas empresas entre os funcionários, tornando o clima às vezes “infernal e insuportável”.

Para complicar tem o seu relacionamento que anda às vezes tão complicado por coisas tão bobas, que você fica pensando, será que vale a pena?

E quando você está a sós, fica imaginando que não nasceu para amar e ser amado, que os anjos te esqueceram e outras besteiras que a solidão causa.

Tudo isso e mais aqueles amigos que acreditam que você é poderoso e usam seu ombro como se fosse um grande muro das lamentações e deixam você mais carregado de energias nada boas.

Cuide-se enquanto é tempo. Para que sua paz continue, use estas regrinhas básicas:

– Use o bom senso ao ler as notícias, sempre;

– Pare de ir no embalo dos alarmistas de plantão, não entre em pânico;

– Ao entrar no local de trabalho, faça uma prece em silêncio e cumprimente a todos com alegria, serve para qualquer lugar com muitas pessoas;

– Respeite-se, se não estiver com vontade de falar com ninguém, retire-se e pare de fingir que está tudo bem, se poupe;

– Peça ajuda. Para ajudar alguém precisamos estar muito bem. Se você não estiver bem, esqueça, você vai prejudicar a você e a quem pediu ajuda. A paz é uma conquista daqueles que se amam;

– Ame-se pelo amor de você mesmo! Ninguém tem o direito de invadir a sua paz e se o estão fazendo é porque você está permitindo. Estar consigo mesma é estar em ótima companhia, descubra-se;

– Reveja seus atos. Para manter a sua paz vale tudo: banhos relaxantes, orações, terapias, e muito amor. A paz é um exercício diário. Permita-se relaxar;

– Sorria mais, relaxe, busque um cantinho dentro de você para ser feliz. Você é responsável pelo seu bem estar. Estando feliz, o outro seguirá o seu exemplo;

– Acredite em você, tenha fé;

– Valorize-se. Você merece muito mais do que tem hoje, e vai conquistar se mantiver seu pensamento voltado para suas conquistas, sonhos e desejos. Ouse sonhar muito;

Só existem dois dias no ano em que nada pode ser feito. Um se chama ontem e outro amanhã. Portanto, hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer, e principalmente viver.

Viver em paz é ser muito mais feliz!

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O VALIOSO TEMPO DOS MADUROS!

Nosso gênio literário Mário de Andrade, poeta, escritor, crítico literário, musicólogo, folclorista, ensaísta e fotógrafo brasileiro… escreveu este texto maravilhoso. Além de ter inspirador da uma boa reflexão 😉

“Contei meus anos e descobri que terei menos tempo pra viver daqui para frente do que já vivi até agora. Tenho muito mais passado do que futuro. Sinto-me como aquele menino que recebeu uma bacia de cerejas.

As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço. Já não tenho tempo para lidar com mediocridades. Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflamados. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte. Já não tenho tempo para conversas intermináveis, para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha. Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturos. Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa. Sem muitas cerejas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana: que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade, quero caminhar perto de coisas e pessoas de verdade. O essencial faz a vida valer a pena. E para mim, basta o essencial!”

AVÓS… ANJOS EM FORMA DE GENTE!

Avós parecem que já nascem avós. Estava olhando para a minha vó ontem à tarde e comecei a imaginar como ela era na minha idade. Quais eram os papos com as amigas, como foi o primeiro beijo, as festas, os sonhos. Mas fiquei na minha, não perguntei. Prefiro crer que ela já nasceu avó. Acredito que esse lance de ser avó(ô) seja vocação, sei lá. Só sei que eu tive sorte. Fui paparicada a vida inteira pelos meus. Ao lado da minha casa, lá no interior da Bahia, tinha uma padaria. Imagina só, sonho de toda criança. Todas as minhas moedinhas eram convertidas em “Big Big”, que na época custava 5 centavos. “Vovoinho, me dá uma ‘niquinha’?”. E sem pensar, ele colocava a mão no bolso e retirava algumas moedas.

Todo dia era assim. Sem reclamar, sem fazer cara feia, atendia todos os meus pedidos. “Minha vó, que vontade de comer tal coisa”. E lá ia ela buscar, preparar, mandava pegar em marte se preciso fosse. Mas o meu pedido era atendido. Até hoje é assim. Nunca gostei da minha cama, cama boa mesmo era a dos meus avós.

Dormia lá todas as noites, o lugar mais seguro do mundo. E mosquito nenhum se atrevia chegar perto, ela passava a noite espantando-os do meu ouvido. Às vezes eu ainda nem tinha pegado no sono e via que ela acordava para ver se eu estava embrulhada direito.

O meu avô já virou estrela. Vez em sempre a saudade bate e eu rezo para que a gente se reencontre um dia. A minha avó, graças a Deus, continua ao meu lado. E apesar dos meus 20 e tantos anos, ainda me liga, todos os dias, para saber se eu já comi. Se eu pudesse inventar uma lei universal, não tenho dúvidas que seria essa: avós devem viver para sempre!

É uma piada sem graça essa história que eles podem nos deixar a qualquer momento, logo eles que fizeram todas as nossas vontades, logo eles que fizeram os nossos pratos prediletos, os lanches mais gostosos, o denguinho que ninguém sabe fazer igual. A casa dos nossos avós tem perfume, tem aconchego, tem cheiro de café no fim da tarde. O abraço deles é diferente, tem afeto, tem proteção, tem gostinho de quero mais. São anjos que Deus coloca disfarçados de gente para cuidar da gente. Como somos sortudos! Os netos crescem, criam asas, voam pelo mundo e eles continuam sempre ali.

O tempo às vezes não colabora e eles vão ficando cada dia mais frágeis, o som do chinelo cada dia mais arrastado no corredor, os reflexos não são os mesmos, mas a disposição para nos agradar permanece. Como nos despedir de seres tão especiais? Como dizer adeus? Como não desejar um último abraço, um último bate-papo no fim da tarde?

É triste, dói, o nó na garganta é inevitável. Mas têm coisas que estão além do nosso entendimento. E quando eles viram estrelas, é chegado o momento de agradecer pela sorte de ter convivido com eles e rezar para que estejam num lugar iluminado e cheio de conforto. No final das contas, fica uma saudade boa. Esta bela declaração de amor pelos avós, que eu amei… foi escrita no portal da avosidade, por Ingrid Bárbara.

Fonte: https://avosidade.com.br/anjos-em-forma-de-gente/

A MULHER AO CENTRO DA VIDA…

Chegou ao meio da vida e sentou-se para tomar um pouco de ar. Não sabia explicar. Não era cansaço, nem estava perdida. Notou-se inteira pela primeira vez em todos esses anos. Parou ali, entre os dois lados da estrada e ficou observando as margens da sua história, a estrada da vida ficando fininha, calando-se de tão longe que ia.

Estava em paz observando a menina que foi graciosa, cheia de vida. Estava olhando para si mesma e nem notou. Ali, naquele instante estava recebendo um presente. Desembrulhava silenciosamente a sabedoria que tanto pediu para ter mais.

Quando a mulher chega à metade da estrada da vida, começa lentamente a ralentar o passo. Já notou como tem gente que adora conturbar a própria rotina, alimentar o próprio caos? Ela não. Não mais. Deixa que passem, deixa que corram, a vida é curta demais para acelerar qualquer coisa. Ela quer sentir tudo com as pontas dos dedos, ela quer notar o que não viu da primeira vez. Senhora do seu próprio tempo.

Percebeu, à metade da vida, que caminhou com elegância, que viveu com verdade, que guiou a própria sombra na estrada em direção ao amor. E como amou! Amor por si, pelos outros, amou em dobro, amou sozinha, amou amar. A mulher ao centro da vida traz a leveza que os anos teceram, pacientemente. Escuta bem mais, coloca a doçura à frente das palavras, guarda as pessoas com preciosismo. Aquela mulher já perdeu pessoas demais.

Ao meio da estrada, ela já não dorme tanto, mas sonha bem mais. Sonha pelo simples exercício de sonhar. Sonha porque notou que é o sonho que tempera a vida. Aprendeu a parar de ficar encarando as linhas do corpo. Seu espírito teso, seu riso aberto, sua fé gigante não têm rugas, nem celulite, sem encanação. Descobriu que o segredo é prestar atenção no melhor das coisas, nas qualidades das pessoas, nas belas costas que tem e deixa-las ao alcance da vista dos outros.

Sentada ali, ao centro da própria vida, decidiu seguir um pouco mais. Há mais estrada para caminhar, mais certezas para perder, mais paixão para trilhar. Não há dádiva maior do que compreender-se, que encontrar conforto para morar em si mesmo, que perdoar-se de dentro pra fora. Ao centro da vida ela descobriu que a gente não se acaba, a gente vai mesmo é se cabendo, a cada ano um pouco mais.

Foi o que Diego Engenho Novo escreveu sobre as mulheres. Eu adorei e isto me representa muito. E você gostou? Olha se puder da uma olhadinha na minha página no Instagram e Facebook e também na nova página sobre avós & netos – A voz das avós.

Veja também: https://oterceiroato.com/2020/02/20/de-invisiveis-a-protagonistas-os-acima-de-50-anos/

UM DIA EM OXFORD 🇬🇧

Devido a pandemia estou saindo muito pouco aqui em Londres desta vez.

O meu principal objetivo desta minha viagem foi ficar com meu filho, nora e neto… matar as saudade deles, que eram muitas juntos em casa. Estou tomando todos os cuidados necessários aqui e só caminho ao ar livre onde tem poucas pessoas.

Neste final de semana fizemos um passeio bate-volta de carro em Oxford a partir de Londres, foi um programa delicioso e super tranquilo de fazer. Reza a lenda que a mesma foi criada no século 12, por ingleses que frequentavam a Universidade de Paris. Eles haviam sido obrigados pelo rei a voltar pra casa e decidiram dar continuidade às suas atividades acadêmicas em Oxford. A prática foi crescendo desde então até que, no século 13, foi estabelecida de vez como um grande centro acadêmico.

A cidade que abriga a universidade mais antiga do mundo anglófono fica a pouco menos de 100 km (60 milhas) a noroeste da capital inglesa. O grande destaque da cidade é obviamente a Universidade de Oxford, seus 38 “colleges” e 6 “permanent private halls”, esses últimos controlados por congregações religiosas.

A universidade central, University of Oxford, consiste de departamentos acadêmicos, centros de pesquisa, bibliotecas e museus. Linda e agradável a cidade, ela possui vários edifícios históricos imponentes, muitos deles em estilo gótico.

Passeando pelo centro tive oportunidade de ver conhecer muitas atrações interessante. A maioria estava fechada devido à pandemia, mas pude apreciar sua beleza externa e seus jardins:

1)Igreja Sant Michel at North Gate (1050);

2)Radcliffe Câmara (1737);

3)Ponte dos Suspiros e Queen’s Lane (1914);

4)Biblioteca Bodleian (1602);

5)Igreja da Universidade da Virgem Maria;

6)Christ Church College (1524/ que inspirou o grande salão dos filmes do Harry Potter);

7)Jardim Botânico da Universidade de Oxford (1621);

8)Oxford Castle e prison (1073);

9)Coverd Market e muito mais no passeio pelo centro da cidade.

Recomendo quando forem a Londres passear um dia em Oxford.

HUNZA, O POVO QUE NÃO ENVELHECE E VIVE ATÉ 120 ANOS…

Quando li esta reportagem pensei que queria viver num paraíso destes, ao menos conhecer, isso eu teria que fazer, ainda dá tempo… então tratei de colocar o lugar nos meus projetos de vida. Refleti sobre como a influência de outras culturas e do próprio homem poderiam ser tanto benéficas como prejudiciais ao mundo. Como a mudança de hábitos e atitudes acontecem e quais as consequências que ela traz para toda uma comunidade? O que levaram aquelas pessoas a quererem mudar algo na sua vida estando naquele paraíso? Progresso, industrialização, alimentação, educação sistêmica, sedentarismo e seus ritmos de vida… quanta coisa mudou e muda constantemente, e nós vamos atrás delas numa busca frenética de sei lá o que… Aonde será que queremos chegar? O que buscamos? Para onde caminhamos? Tenho aprendido que a simplicidade está nas pequenas coisas da vida e a felicidade está dentro de nós. O que buscamos afinal? Devíamos ter aprendido mais com eles, do que eles como nós, não acham? Sobre o vale do rio Hunza, na fronteira entre a Índia e o Paquistão, reside uma população que as pessoas conhecem como o “oásis da juventude” – e por mais de um motivo: seus habitantes vivem, em média, 120 anos, quase nunca ficam doentes e sua aparência é sempre jovem. Em relação às nações vizinhas, os moradores de Hunza se destacam por terem uma fisionomia semelhante a dos europeus, um idioma próprio (o burushaski, diferente de qualquer outro no mundo) e uma religião (a ismaelita) muito peculiar, parecida com a muçulmana. Mas as coisas têm mudado por lá. Vejam:

Imagine você com 85 anos de idade, mas parecendo que tem apenas 45. Seria legal, não? E mulheres que têm filhos depois de idosas sem sofrer nenhum problema com isso, o que acha disso? Parece utopia, conto de fadas? Nada disso! Isso — e muito mais — é normal para os habitantes do Vale de Hunza.

Situado nas montanhas do Himalaia, no extremo norte da Índia, onde se juntam as terras de Caxemira, Índia e Paquistão, o local chamou muita atenção quando, em 1916, alguns ingleses que faziam a atualização do mapeamento da região descobriram este pequenino reino incomum, que logo foi apelidado de “Jardim do Éden” no Planeta Azul.

São apenas 30 mil habitantes em um vale paradisíaco com 2500 mil metros de altitude, nas montanhas do Kush Hindu, que falam um idioma próprio (Burushaski) sem relação com nenhum outro existente.

Os habitantes ganharam fama por serem um povo feliz, simpático, sempre alegre e ativo, em que diversas pessoas vivem tranquilamente com mais de 110 anos de idade — alguns chegam até mais de 120 —, e com um detalhe fundamental: sem sofrer doenças graves nem problemas sérios de saúde — praticamente um milagre nos dias atuais.

Tem explicação?

De acordo com o médico escocês, Dr. Mac Carrisson, que descobriu essa galera por curiosidade e acabou convivendo com eles por sete anos, o segredo da saúde em Hunza está na alimentação de seu povo, sempre a base de cereais integrais, frutas (principalmente o Damasco, considerado sagrado na região), verduras, castanhas, queijo de ovelha e o inusitado pão de Hunza, sempre respeitando uma restrição calórica de 30%.

Além disso, os Hunza só tomam duas refeições por dia, sendo que a primeira acontece só ao meio-dia. Ou seja, eles passam boas horas em jejum, mas nunca parados, agindo como sedentários, e sim com diversas atividades físicas. A carne não é totalmente cortada na dieta, mas é comida apenas em ocasiões especiais, e sempre em pequenas quantidades.

Porém, com uma diferença: tudo 100% orgânico, sem vitaminas sintéticas (produzidas em laboratórios), assim como os agrotóxicos e adubos químicos, que são extremamente comuns em boa parte do globo e acabam matando o organismo humano ao longo de uma média de 75 anos, o que explica o crescente número de casos de câncer e AVC no planeta.

Aliás, é interessante informar a você que qualquer tipo de exercício feito em jejum proporciona os maiores efeitos de indução enzimática das enzimas antioxidantes, SODCu-Zn citoplasmática e a SODMn mitocondrial.

Era uma vez um paraíso…

Com isso, a criançada largou boa parte dos velhos costumes e passou a comer hambúrguer freneticamente, tomar Coca-Cola e se preocupar com formação acadêmica tradicional, se tornando apenas um “gado da matrix”. Atualmente, existem diversas escolas inglesas nos vilarejos de Hunza, como Chapursan, Tajik ou Sust, onde as crianças aprendem a serem “civilizadas” pela máquina do sistema.

O Vale de Hunza é governado pelo rei Jaman Khan, um monarca que adora mergulhar em montanhas de dinheiro e acabou deixando que ingleses e americanos fossem para lá a partir da década de 20, iniciando a destruição deste paraíso na Terra.

Sendo assim, as pessoas passaram a morrer mais cedo de umas décadas para cá, com apenas 70 ou 80 anos em média. Hoje em dia, são bem poucas as famílias que ainda mantêm a tradição original de longevidade que marcou o povo de Hunza durante sua história, infelizmente. Será que as mudanças são sempre boas? As escolhas nos definem, acredito nisto, porque será que os mais jovens quiseram modernizar alguma hábitos e costumes, mudar enfim… sendo que perceberam com o tempo que elas afetaram o ciclo de vida na sua comunidade? Esta reportagem me trouxe muitas reflexões.

Fonte: https://m.megacurioso.com.br/misterios/45654-hunza-o-povo-que-nao-envelhece-e-vive-120-anos.htm

É PRECISO IR EMBORA… EM MUITOS MOMENTOS NA VIDA!

Ir embora é importante para que você entenda que você não é tão importante assim, que a vida segue, com ou sem você por perto. Pessoas nascem, morrem, casam, separam e resolvem os problemas que antes você acreditava só você resolver. É chocante e libertador – ninguém precisa de você pra seguir vivendo.

Nem sua mãe, nem seu pai, nem seu ex-patrão, nem sua empregada, nem ninguém. Parece besteira, mas a maioria de nós tem uma noção bem distorcida da importância do próprio umbigo – novidade para quem sofre deste mal: ninguém é insubstituível ou imprescindível. Lide com isso. É preciso ir embora.

Ir embora é importante para que você veja que você é muito importante sim! Seja por 2 minutos, seja por 2 anos, quem sente sua falta não sente menos ou mais porque você foi embora – apenas sente por mais tempo! O sentimento não muda. Algumas pessoas nunca vão esquecer do seu aniversario, você estando aqui ou na Austrália.

Esse papo de “que saudades de você, vamos nos ver uma hora” é politicagem. Quem sente sua falta vai sempre sentir e agir. E não se preocupe, pois o filtro é natural. Vai ter sempre aquele seleto e especial grupo que vai terminar a frase “Que saudade de você…” com “por isso tô te mandando esse áudio”; ou “porque tá tocando a nossa música” ou “então comprei uma passagem” ou ainda “desce agora que tô passando aí”.

Então vá embora. Vá embora do trabalho que te atormenta. Daquela relação que você sabe não vai dar certo. Vá embora “da galera” que está presente quando convém. Vá embora da casa dos teus pais. Do teu país. Da sala. Vá embora. Por minutos, por anos ou pra vida. Se ausente, nem que seja pra encontrar com você mesmo. Quanto voltar – e se voltar – vai ver as coisas de outra perspectiva, lá de cima do avião.

Muitas vezes ficamos perdidos e confusos com coisas que estão nos incomodando… inquietas vamos seguir com sabedoria a nossa intuição de ir embora… nos (re) encontrarmos e vamos renascer… isto é libertador 🙌🏻 assim com nos diz Antônia Macchi… e eu concordo com ela. E você, o que acha?

Veja também: https://oterceiroato.com/2020/03/15/partidas-e-chegadas/.

UM SONHO SENDO REALIZADO!

Assim que amanheceu Bia se levantou rapidamente, tomou seu café da manhã, pegou a mala vermelha, chamou o Uber e partiu rumo ao aeroporto internacional. Não aguentava mais de saudades de sua família, de seu filho e família que moravam em outro continente. O netinho todos os dias a chamava: – Vem ó ó. Este tempo de isolamento social e de espera até poder voltar a viajar de avião novamente foi uma longa espera, bem maior do que o esperado. Sonhava com isto. Esperou enquanto pode.

Ansiedade não faltou, o medo ainda existe e continua presente, afinal o coronavírus anda solto por todos os lugares. Tem uma série de protocolos a seguir antes, durante e pós viagem. Coragem e ousadia sempre fizeram parte da vida de Bia, não seria diferente agora. Tem que continuar caminhando, vivendo e se adaptando a novas realidades. Tudo foi bem pensado para obter mais segurança, com todos os cuidados e materiais necessários em suas mãos, serão utilizados para lhe dar mais tranquilidade: máscaras, álcool gel, muita higienização em tudo que tocar… finalizando com uma quarentena no local, quando lá chegar. Sim enquanto esta pandemia perdurar e a vacina não chegar, o “novo normal” que aparece está cheio de orientações, que vão mudando conforme conhecem melhor sobre a doença. Um longo caminho temos todos pela frente! Assim é a vida pensava, o importante é ter fé e acreditar que tudo dará certo. Londres á espera, aqui vai ela… cheia de cuidados. Embarcando pra lá agora. Partia feliz, cheia de saudades e sonhos, tendo fé que em breve estarão todos juntos novamente.

DESTAS PEDRAS… CONSTRUIREI UM CASTELO!

Neste momento que o mundo inteiro se encontra em isolamento social por causa da pandemia… angústias e ansiedades despontam mais do que nunca, e esta crônica de Mário Quintana nos traz uma boa reflexão… cutuca bem lá no fundo, mexe e remexe dentro de nós e traz uma luz sobre o que de mais importante temos na vida… aqui… e agora.

Ter clareza na percepção sobre tudo o que nos cerca é super importante, saber parar… esperar… ouvir e enxergar além dos nossos olhos, e pensar pra onde queremos ir… Com paciência, resignação e esperança fará toda a diferença. Sempre passamos por tantas coisas difíceis, mas muitas vezes não percebemos ou soubemos… a maturidade nos dá liberdade e essa clareza. Muitas vezes estamos exatamente onde devemos estar, na hora e no lugar certo… Mais tarde vamos ter certezas das nossas incertezas de hoje.

“Depois de muitas quedas, eu descobri que, às vezes, quando tudo dá errado, acontecem coisas tão maravilhosas que jamais teriam acontecido se tudo tivesse dado certo.

Eu percebi que quando me amei de verdade pude compreender que, em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa.

Então pude relaxar… pude perceber que o sofrimento emocional é um sinal de que estou indo contra a minha verdade.

Parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.

Desisti de querer ter sempre razão e com isso errei muito menos vezes.

Desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Isso me mantém no presente, que é onde a vida acontece.

Descobri que na vida a gente tem mais é que se jogar, porque os tombos são inevitáveis.

Percebi que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.

Também percebi que sem amor, sem carinho e sem verdadeiros amigos a vida é vazia e se torna amarga.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.

Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo…”

Veja também: https://oterceiroato.com/2020/07/10/comecar-de-novo-eu/. https://oterceiroato.com/2020/07/08/deixem-me-envelhecer-3/. https://oterceiroato.com/2020/04/21/a-vida-e-suas-pedras/

AVÓS DE HOJE EM DIA…

Sempre me senti uma vovó diferente… Uma avó com corpo e alma de criança… sim ela nunca deixou de existir dentro de mim… vira e mexe ela desperta e sai pra fora. Não acho isso nada ruim, muito pelo contrário me sinto mais próxima dos meus netos que vivem em outro tempo. A vida muda e eu mudo junto… ficamos mais modernas e antenadas… e vamos construindo nossas histórias de vida juntos. Quero deixar muita coisa boa pro meu legado. Eu adoro estar perto dos meus netinhos sempre. Todos (3) moram fora do Brasil. Morrooooo de saudades 👀 do meu 🇬🇧 João Pedro, 🇺🇸 do Noah e 🇫🇷 da Eva 😍. Virtualmente ou presencialmente estou sempre presente em suas vidas, acompanhando seu desenvolvimento… graciosidades… e suas descobertas do mundo. Sempre que podem eles vem pra cá 🇧🇷na casa dos vovós ou eu viajo ✈️ pra lá e passamos então muito tempo juntos… grudados mesmo, eu diria rsrsrs. Construímos muitas histórias sensacionais e nos divertimos muito juntos. São tempos preciosos na nossa vida. Quero que sintam e saibam que os amo ❤️❤️❤️ muito e que os nossos momentos únicos sejam marcados pelo com afetos e ternuras; risadas e brincadeiras; castelos de areia e algodão doce; princesas, príncipes e lobo mau; histórias, danças e muita músicas, ou seja pintando e bordando muitoooo. Avós modernas são assim não param de inventar e aprontar. Na verdade são outros tempos agora… somos avósuma nova vovó velha!

“Quer dizer que o lobo mau conseguiu engolir nossa vovozinha? As que usavam touquinha e tinham voz rouca foram papadas, sim, meus pêsames. Mas olhe agora, o que vemos? Avós de jeans, dirigindo jipes, cabelo pintado, óculos escuros. Avós que trabalham, que viajam, que dão festas, que namoram. Avós que fazem lipo, aeróbica, jogam paddle (…) Será que elas sabem pregar um botão? Não custa tentar, mas se a empreitada der errado, não complique. Ela terá o maior prazer em levar a netinha para comprar uma roupa nova no shopping. E o almoço de domingo? Também mudou. As avós de hoje não andam dispostas a engordar nem um grama com macarronadas familiares e muito menos a quebrar suas garras vermelhas lavando panelas. Que tal um buffet frio, muita água mineral e salada de frutas?
Netos e netas, não sintam-se desamparados. As avós de hoje são muito mais participantes. Podem não lembrar direito das histórias de Gulliver, Pele de Asno ou Gato de Botas, mas têm histórias pessoais tão encantadoras quanto. São mais divertidas e menos preconceituosas. Têm mais saúde e disposição para enfrentar parques, teatrinhos, zoológicos. E o fato de buscarem a eterna juventude não lhes tirou um pingo do afeto que sentem pela terceira geração. Ao contrário: nunca vi tantas avós apaixonadas por seus netos. É um amor enorme, desinteressado, sem o ônus do compromisso, só do prazer.


(…) Se por um lado estamos perdendo a imagem romântica da avó que cozinha, faz tricô e tem roseiras no quintal, por outro estamos ganhando uma avó bonitona, que tem o maior orgulho ao falar de nós para as amigas e que sempre estará disposta a nos dar um colo. Muito colo! Desde que esteja com uma roupa de microfibra, bem entendido.
O amor, que é o que interessa, não mudou. Mas mudaram as avós (…) que falam gíria, bebem cerveja e estão sempre prontas para uma novidade; são avós tanto quanto as nossas saudosas velhinhas de casaquinho nos ombros. Passarão, como toda mulher, pela menopausa, pela osteosporose e por outros distúrbios da idade, mas, certamente, não aceitarão o papel de uma avó caseira, bordadeira e sem outra ambição que não seja cuidar dos netos. Inovaram… ousaram… mudaram… super criativas e amorosas.

Sempre se disse que a avó era uma “segunda mãe”, pois ela nunca esteve tão parecida com a primeira”.
Esta crônica que eu adoro de Martha Medeiros, nunca enxergou e colocou tão bem como somos agora, bem isto é muito mais 👀. Sou sim uma Vovó muito coruja! Agora nos tempos modernos sinto que fomos mudando… nos reconstruindo e deu nisso. Uma nova vovó velha, se é que me entendem 😉. Quero desejar a todos os avós que me acompanham e os que ainda virão… um Feliz Dia das Vovós cheio de afetos, amor e muitaaaa felicidade. Curtam muito este seu dia, “virtualmente” ou “presencialmente” como puderem😷💻📱☎️🏡✈️🎼🎬🍭🍿🌈💐🙅🏻‍♀️… sei que devido a pandemia 🦠 este dia será diferente para todos nós… mas com criatividade podemos transformar💞💓 este dia em algo muito especial e marcante ❤️ ❤️ ❤️.

Veja também: https://oterceiroato.com/2020/04/12/heranca-do-amor-maes-e-filhos/. https://oterceiroato.com/2020/04/09/album-memorias-de-uma-avo-vovo-bia/. https://oterceiroato.com/2020/04/03/vovo-e-uma-uva-vovo-moderna/. https://oterceiroato.com/2020/03/23/ser-avo-pela-primeira-vez-e-maravilhoso/