TRANSMUTO-ME!

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“Eu penso renovar o homem usando borboletas”. Manoel de Barros

Assim como Ester Chaves  eu também transmuto meus pensamentos… transformo!

Há sempre uma voz insistente no pano de fundo dos dias, na tessitura das coisas, no âmago do ser que se deixa reverberar. Às vezes, um toque suave, quase imperceptível, o que chamam de “intuição” é o modo como você se dispõe à escuta do mundo. Escutar o mundo, é muitas vezes, abrir as comportas e deixar barulhar o peito ou silenciar-se totalmente numa comunhão absoluta de sentidos. Os olhos lacrimejam diante desse vazio profundo que não se apresenta nem diz nomes, mas ao ser adivinhado sempre diz mais do que é. Se o mundo lá fora está em constante mudança, acontecimentos infinitos que tecem e compõem teias de informações e descobertas, aqui dentro não é diferente nem menos barulhento. Talvez você não ouça, assim com ouvidos tão desesperados. Esta voz pode soar também como uma ausência de voz, que indica, inflama e aponta para o ser que precisa dar um passo além para conhecer mais de si mesmo. E quem disse que toda escuta deve partir da análise de um ruído? A escuta possui raiz no silêncio. O silêncio é originante e originado de tudo que descansa sendo. O retumbar da coisa sendo coisa. Do ser sendo ser. A disposição de ser está sempre amarrada a um condicionamento efêmero. “O homem que diz sou, não é! /Porque quem é mesmo é não sou/”. A temporalidade do ser que se abisma sendo o “que está” o leva a condição de renovar a si mesmo: transmutando-se! Outrando-se! Multiplicando-se!

http://www.asomadetodosafetos.com/2016/03/transmuto-me.html

A GRAMA DO VIZINHO…

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“Tenho juízo mas não faço tudo certo. Todo paraíso precisa de um pouco de inferno”. Martha Medeiros

Martha Medeiros nunca me pareceu tão assertiva…

Ao amadurecer, descobrimos que a grama do vizinho não é mais verde coisíssima nenhuma. Estamos todos no mesmo barco. Há no ar certo queixume sem razões muito claras.

Converso com mulheres que estão entre os 40 e 50 anos, todas com profissão, marido, filhos, saúde, e ainda assim elas trazem dentro delas um não-sei-o-quê perturbador, algo que as incomoda, mesmo estando tudo bem.

De onde vem isso? Anos atrás, a cantora Marina Lima compôs com o seu irmão, o poeta Antonio Cícero, uma música que dizia:

“Eu espero/ acontecimentos/ só que quando anoitece/ é festa no outro apartamento”.

Passei minha adolescência com esta sensação: a de que algo muito animado estava acontecendo em algum lugar para o qual eu não tinha convite. É uma das características da juventude:

– considerar-se deslocado e impedido de ser feliz como os outros são, ou aparentam ser. Só que chega uma hora em que é preciso deixar de ficar tão ligada na grama do vizinho.

As festas em outros apartamentos são fruto da nossa imaginação, que é infectada por falsos holofotes, falsos sorrisos e falsas notícias. Os notáveis alardeiam muito suas vitórias, mas falam pouco das suas angústias, revelam pouco suas aflições, não dão bandeira das suas fraquezas, então fica parecendo que todos estão comemorando grandes paixões e fortunas, quando na verdade a festa lá fora não está tão animada assim.

Ao amadurecer, descobrimos que a grama do vizinho não é mais verde coisíssima nenhuma. Estamos todos no mesmo barco, com motivos pra dançar pela sala e também motivos pra se refugiar no escuro, alternadamente. Só que os motivos pra se refugiar no escuro raramente são divulgados.

Pra consumo externo, todos são belos, sexys, lúcidos, íntegros, ricos, sedutores.

“Nunca conheci quem tivesse levado porrada/ todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo”.

Fernando Pessoa também já se sentiu abafado pela perfeição alheia, e olha que na época em que ele escreveu estes versos não havia esta overdose de revistas que há hoje, vendendo um mundo de faz-de-conta. Nesta era de exaltação de celebridades – reais e inventadas – fica difícil mesmo achar que a vida da gente tem graça. Mas, tem. Paz interior, amigos leais, nossas músicas, livros, fantasias, desilusões e recomeços, tudo isso vale ser incluído na nossa biografia. Ou será que é tão divertido passar dois dias na Ilha de Caras fotografando junto a todos os produtos dos patrocinadores? Compensa passar a vida comendo alface para ter o corpo que a profissão de modelo exige? Será tão gratificante ter um paparazzo na sua cola cada vez que você sai de casa? Estarão mesmo todos realizando um milhão de coisas interessantes enquanto só você está sentada no sofá pintando as unhas do pé? Favor não confundir uma vida sensacional com uma vida sensacionalista.

As melhores festas acontecem dentro do nosso próprio apartamento.

By Martha Medeiros.

SOU UM PUNHADO DE EXCESSOS…

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“Sou uma alma insana; peco por excesso, nunca por escassez.” Haredita Angel

Assim como Monike Jordão “sou um punhado de excessos”… rsrsrs. Indentifico-me com a sua crônica, leiam:

Perdoe-me, mas é assim, eu não sei ser diferente, não posso e nem consigo. Na verdade, não quero também. Essa sou eu, um punhado de excessos. Eu falo alto, grito e esperneio, se necessário. Sou dramática, minhas paixões são ardentes e meus amores efervescentes. Minhas dores são de matar e o choro tem soluço. Eu passo dois dias sem dormir e, em seguida, durmo 18 horas seguidas. É assim, tudo ao extremo. Tudo no limite. Tudo exagerado.

Isso te assusta? Não precisa se preocupar, minha amplificação é aceitável e nunca feriu ninguém além de mim mesma. Não costumo arremessar nos outros o que transborda aqui dentro. A dor, ou o amor, sempre respinga e bagunça as coisas por aqui, nunca por aí. Eu já desejei que fosse mais morna, mas aqui a labareda é alta e eu não consigo controlar o fogo que me aquece, mas também me queima.

Eu sempre faço barulho. Sou a palheta da guitarra ou a baqueta da bateria. Que tal? O que acha de sermos as teclas do piano ou sopro da flauta? Sou a voz que grita no amplificador, reproduzindo o amor por todos os cantos do mundo e mantendo os tons no ritmo e no compasso certo.

Essa exorbitância toda tem muitos lados positivos, pode apostar. Os amigos são todos quase irmãos, os amores são todos “para a vida toda”, os beijos são intensos, os abraços apertados, os sonhos grandes e as noites quentes. Não há bloqueio ao coração, nada cala o pensamento.

A alma está sempre conectada. Nada me freia, não existe lombada ou radar que me faça diminuir a velocidade. Vivo a 200 km por hora e não sou adepta do cinto de segurança. Corro riscos. Sou feminina e cristalina!

http://www.asomadetodosafetos.com/2017/01/sou-um-punhado-de-excessos.html

Como nascem as canções

Adoro as crônicas do meu amigo Mariel Fernandes… hoje quero presentear vocês com uma delas. Apreciem…

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Por hoje, direi não às canções cansadas e tristes. Então, talvez, possa caminhar tranquilo pelas horas e suas pressas, abrandando gestos e silenciando o passado. Antes, isso é importante, será precioso agradecer aos dias que se foram por tudo o que foram, permitindo que partam felizes e em paz consigo mesmos.

Estarei só e livre do que não me pertença e de qualquer coisa que me possua. Lembranças, pessoas, expectativas, razões absolutas, autopiedade e certezas gerais. Indulgências, heroísmos, menosprezos, pesos, esperas e esperanças. Seremos eu e minhas travessias, contos e canções, menos as cansadas e tristes.

Vou olhar com carinho eterno para todo tipo de existência. Permanecermos conectados pelo entendimento gentil sobre tudo que não foi compreendido em seu valor, importância ou dimensão. Conhecerei a mim mesmo, despertando assim a humanidade com canções que não sejam cansadas e tristes.

Por hoje, libero sentimentos prisioneiros. Desamotinados e reconhecidos em sua sinceridade…

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EU PRECISO APRENDER A SER MENOS…

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“Sempre é pouco quando não é demais.” Arnaldo Antunes

Recentemente me deparei com este texto… as vezes me sinto assim rsrsrs…  bem interessante… Leiam:

Eu preciso aprender a ser menos. Menos dramática. Menos intensa. Menos exagerada. Alguém já desejou isso na vida: ser menos? Pois é. Estranho. Mas eu preciso. Nesse minuto, nesse segundo, por favor, me bloqueie o coração, me cale o pensamento, me dê uma droga forte para tranqüilizar a alma. Porque eu preciso. E preciso muito. Eu preciso diminuir o ritmo, abaixar o volume, andar na velocidade permitida, não atropelar quem chega, não tropeçar em mim mesma. Eu preciso respirar. Me aperte o pause, me deixe em stand by, eu não dou conta do meu coração que quer muito. Eu preciso desatar o nó. Eu preciso sentir menos, sonhar menos, amar menos, sofrer menos ainda. Aonde está a placa de PARE bem no meio da minha frase? Confesso: eu não consigo. Nada em mim pára, nada em mim é morno, nada é pouco, não existe sinal vermelho no meu caminho que se abre e me chama. E eu vou… Com o coração na mochila, o lápis borrado, o sorriso e a dúvida, a coragem e o medo, mas vou… Não digo: “estou indo”, não digo: “daqui a pouco”, nada tem hora a não ser agora. Existe aí algum remedinho para não-sentir? Existe alguma terapia, acupuntura, pedras, cores e aromas para me calar a alma e deixar mudo o pensamento? Quer saber? Existe. Existe e eu preciso. Preciso e não quero.   By Fernanda Mello.

PENSAR É TRANSGREDIR!

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“Para reinventar-se é preciso pensar: isso aprendi muito cedo.” Lya Luft 

Vocês sabem que adoro crônicas de vários autores onde costumo postar os meus preferidos aqui no Blog. Os de Lya Luft  costuma sempre me inquietar… leiam:
Não lembro em que momento percebi que viver deveria ser uma permanente reinvenção de nós mesmos — para não morrermos soterrados na poeira da banalidade embora pareça que ainda estamos vivos.
Mas compreendi, num lampejo: então é isso, então é assim… Apesar dos medos, convém não ser demais fútil nem demais acomodada. Algumas vezes é preciso pegar o touro pelos chifres, mergulhar para depois ver o que acontece: porque a vida não tem de ser sorvida como uma taça que se esvazia, mas como o jarro que se renova a cada gole bebido.
Para reinventar-se é preciso pensar: isso aprendi muito cedo.
Apalpar, no nevoeiro de quem somos, algo que pareça uma essência: isso, mais ou menos, sou eu. Isso é o que eu queria ser, acredito ser, quero me tornar ou já fui. Muita inquietação por baixo das águas do cotidiano. Mais cômodo seria ficar com o travesseiro sobre a cabeça e adotar o lema reconfortante: “Parar pra pensar, nem pensar!”
O problema é que quando menos se espera ele chega, o sorrateiro pensamento que nos faz parar. Pode ser no meio do shopping, no trânsito, na frente da tevê ou do computador. Simplesmente escovando os dentes. Ou na hora da droga, do sexo sem afeto, do desafeto, do rancor, da lamúria, da hesitação e da resignação.
Sem ter programado, a gente pára pra pensar.

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Pode ser um susto: como espiar de um berçário confortável para um corredor com mil possibilidades. Cada porta, uma escolha. Muitas vão se abrir para um nada ou para algum absurdo. Outras, para um jardim de promessas. Alguma, para a noite além da cerca. Hora de tirar os disfarces, aposentar as máscaras e reavaliar: reavaliar-se.
Pensar pede audácia, pois refletir é transgredir a ordem do superficial que nos pressiona tanto.
Somos demasiado frívolos: buscamos o atordoamento das mil distrações, corremos de um lado a outro achando que somos grandes cumpridores de tarefas. Quando o primeiro dever seria de vez em quando parar e analisar: quem a gente é, o que fazemos com a nossa vida, o tempo, os amores. E com as obrigações também, é claro, pois não temos sempre cinco anos de idade, quando a prioridade absoluta é dormir abraçado no urso de pelúcia e prosseguir, no sono, o sonho que afinal nessa idade ainda é a vida.
Mas pensar não é apenas a ameaça de enfrentar a alma no espelho: é sair para as varandas de si mesmo e olhar em torno, e quem sabe finalmente respirar.
Compreender: somos inquilinos de algo bem maior do que o nosso pequeno segredo individual. É o poderoso ciclo da existência. Nele todos os desastres e toda a beleza têm significado como fases de um processo.
Se nos escondermos num canto escuro abafando nossos questionamentos, não escutaremos o rumor do vento nas árvores do mundo. Nem compreenderemos que o prato das inevitáveis perdas pode pesar menos do que o dos possíveis ganhos.
Os ganhos ou os danos dependem da perspectiva e possibilidades de quem vai tecendo a sua história. O mundo em si não tem sentido sem o nosso olhar que lhe atribui identidade, sem o nosso pensamento que lhe confere alguma ordem.
Viver, como talvez morrer, é recriar-se: a vida não está aí apenas para ser suportada nem vivida, mas elaborada. Eventualmente reprogramada. Conscientemente executada. Muitas vezes, ousada.
Parece fácil: “escrever a respeito das coisas é fácil”, já me disseram. Eu sei. Mas não é preciso realizar nada de espetacular, nem desejar nada excepcional. Não é preciso nem mesmo ser brilhante, importante, admirado.
Para viver de verdade, pensando e repensando a existência, para que ela valha a pena, é preciso ser amado; e amar; e amar-se. Ter esperança; qualquer esperança.
Questionar o que nos é imposto, sem rebeldias insensatas mas sem demasiada sensatez. Saborear o bom, mas aqui e ali enfrentar o ruim. Suportar sem se submeter, aceitar sem se humilhar, entregar-se sem renunciar a si mesmo e à possível dignidade.
Sonhar, porque se desistimos disso apaga-se a última claridade e nada mais valerá a pena. Escapar, na liberdade do pensamento, desse espírito de manada que trabalha obstinadamente para nos enquadrar, seja lá no que for.
E que o mínimo que a gente faça seja, a cada momento, o melhor que afinal se conseguiu fazer.

By Lya Luft

12 LEIS DA GRATIDÃO QUE VÃO MUDAR SUA VIDA..

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“Nas nossas vidas diárias, devemos ver que não é a felicidade que nos faz agradecidos, mas a gratidão é que nos faz felizes.” Albert Clarke

Começando um novo ano é uma boa hora para refletirmos sobre tudo na nossa vida e ter gratidão. A gratidão pode literalmente transformar o que você tem em mais do que suficiente! Reconhecer as coisas boas que já temos na vida, isso é essencial. Acredito que o que você apreciar e dar graças, vai crescer mais forte em sua vida e dentro de você. Então aqui vai uma boa reciclagem, para não nos esquecermos de agradecer:

  1. Quanto mais você está em um estado de gratidão, mais vai atrair coisas pelas quais ser grato.
  2. Ser feliz nem sempre vai te fazer grato, mas ser grato sempre vai te fazer feliz.
  3. Gratidão fomenta o verdadeiro perdão, que é quando você pode sinceramente dizer: “Obrigado por essa experiência.”
  4. Você nunca precisa mais do que tem em um dado momento.
  5. A gratidão inclui tudo.
  6. O que você tem para ser grato no presente, muda a cada dia.
  7. A mente grata nunca toma coisas como garantidas.
  8. Enquanto você expressa sua gratidão, não deve esquecer que a maior valorização não é simplesmente proferir palavras, mas vivê-las diariamente.
  9. Gratidão inclui retribuição.
  10. A maior homenagem às pessoas e circunstâncias que você perdeu não é tristeza, mas a gratidão.
  11. Para ser verdadeiramente grato, você deve estar realmente presente.
  12. Abandonar o controle multiplica o potencial de gratidão.

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Ouça o Silêncio. Ouça a voz Interior.

http://resilienciahumana.tumblr.com/post/142873270131/gratid%C3%B5es-1-quanto-mais-voc%C3%AA-est%C3%A1-em-um-estado

A GENTE SE APAIXONA PELA FORMA COMO NOS TRATAM.

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“O amor é feito casa, não se constrói do alto, tem que ter o alicerce bom e duradouro, se constrói aos poucos.” Mirella Pereira

Num primeiro momento, somos atraídos pela pessoa em vista de sua aparência, da harmonia entre seus traços, seus gestos, seu sorriso.

O belo chama a atenção em todos os setores de nossas vidas, sejam momentos, sejam objetos, lugares ou pessoas. No entanto, ponto pacífico, a beleza por si só não se sustenta caso não se acompanhe de essência, daquilo que não vemos, mas é essencial.

Na verdade, o tempo somente deixa que fique em nós aquilo que nos toca o coração e a alma, de uma forma única e especial, e isso não tem nada a ver com roupas de grife, móveis vitorianos ou olhos azuis. Tanto é que, não raro, acabamos achando bonitas, com o passar do tempo, muitas pessoas que de início não nos chamaram a atenção por sua aparência.

Isso porque o amor é uma coisa de dentro, algo que atravessa o que há lá fora, adentrando pelos poros, instalando-se dentro de nós, sem avisar, sem ser visto a olho nu. Nosso íntimo é assim mesmo, depende de atitudes, daquilo que sentimos, do que nos fazem sentir, para muito além dos olhos. O que nos toca fundo não é manipulado com os dedos, mas com o envolvimento afetivo que paira além das aparências.

O mais importante, nisso tudo, é sabermos com segurança aquilo que procuramos, bem como o que não queremos para nós. Se estivermos conscientes de que não poderemos receber menos do que merecemos, de que temos muito a compartilhar, a dividir, a somar, dificilmente traremos para junto de nós quem só suga, quem mente, quem não retorna nada. É preciso ver além do que os olhos enxergam para perceber o que o outro tem a oferecer em termos de verdade, de vontade de estar junto.

Precisamos levar sempre em conta a passagem do tempo, dos anos, que levam embora a rigidez dos músculos, a firmeza da pele, a força da coluna, além de muitos dos sonhos que acabam não se realizando. Porém, e isso não há de se negar, aquilo que for verdadeiro, os sentimentos profundos, a amizade, a cumplicidade e a ternura, isso ninguém nos rouba, nem o tempo, nem a morte. By Marcelo Camargo

http://www.asomadetodosafetos.com/2016/09/a-gente-se-apaixona-pela-forma-que-nos-tratam.html

10 FRASES DO PEQUENO PRÍNCIPE QUE SÃO LINDAS LIÇÕES DE VIDA.

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“E nenhuma pessoa grande jamais entenderá que isso possa ter tanta importância!” Antoine de Saint-Exupéry

Pequeno Príncipe está entre os livros que mudaram a tua vida? A história de Antoine de Saint-Exupery é muito mais do que um conto para crianças. Reler esta obra-prima na idade adulta, poderá trazer novas nuances e significados que você nunca tinha pensado antes.

Por esta razão, escolhemos algumas das mais famosas citações tiradas diretamente do livro para que, talvez, depois de redescobrir algumas destas frases, te dê vontade de reler o livro. O que pode passar despercebido, é que por trás de cada linda frase do livro há valiosas lições de vida, verdadeiramente importantes para o crescimento pessoal de todos nós.

1. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. Quando uma pessoa cria laços com outra, sejam de amizade ou amor, essa ligação se torna uma responsabilidade. Você tem de cuidar e alimentar a relação, para que o sentimento não acabe.

pequeno-principe-1a2. As pessoas são solitárias porque constroem muros ao invés de pontes. Muitas pessoas se fecham e se protegem, afastando os outros. Esta mensagem de O Pequeno Príncipe incentiva as pessoas a criarem mais laços, mais pontes, alimentando a proximidade e amizade, combatendo a solidão.

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3. A gente corre o risco de chorar um pouco quando se deixa cativar. Criar ligações com outras pessoas tem os seus riscos e nunca sabemos se poderemos sofrer. Mas vamos ser sinceros. A felicidade que uma amizade ou amor nos traz, compensa tudo, né?

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4. É bem mais difícil julgar a si mesmo que julgar os outros. Criticar e julgar quando estamos de fora de uma situação é muito mais fácil do que olhar para dentro de nós. Muitas vezes criticamos os outros por aquilo que nós próprios também fazemos mas não conseguimos enxergar. Por isso, não aponte o dedo aos outros e tire uns minutinhos para refletir no seu próprio comportamento, tentando melhorar sempre.

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5. Todas as pessoas grandes foram um dia crianças – mas poucas se lembram disso. Nesta passagem, o autor nos mostra que os adultos se tornam pessoas muito sérias e preocupadas com as obrigações do dia a dia, esquecendo os sonhos da infância. Não se esqueça de ser criança de vez em quando, brinque, esqueça os problemas e sobretudo, não deixe os seus sonhos de criança de lado!

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6. É preciso exigir de cada um o que cada um pode dar. Quantas vezes exigimos algo aos outros que eles nunca se comprometeram a dar? O amor e a amizade não deveriam viver de cobranças! Uma atitude ou palavra de carinho ou amizade só têm valor verdadeiro quando chegam naturalmente, não é mesmo?

pequeno-principe-6-jpg7. Quando a gente anda sempre em frente, não pode ir muito longe… Esta frase nos mostra que qualquer situação tem muitos caminhos. Quando você apenas experimenta um, perde milhões de outras possibilidades que podem levar a um resultado ainda melhor. É preciso explorar a vida e o mundo, criar vivências. Só assim você crescerá e ficará mais rico por dentro.

pequeno-principe-7-jpg8. É preciso que eu suporte duas ou três larvas se quiser conhecer as borboletas. Muitas vezes não estamos disponíveis para sofrer, mesmo que seja para atingir um objetivo maior. Tal como a larva se transforma numa linda borboleta, esta frase de O Pequeno Príncipe nos mostra que para conseguir alcançar o que desejamos, às vezes é necessário fazer sacrifícios e passar por fases menos boas. Não se preocupe, quando você conseguir verá que tudo valeu a pena!

pequeno-principe-8-jpg9. É loucura odiar todas as rosas porque uma te espetou. É comum ficarmos com medo quando algo nos magoa. Mas o fato de um amigo ou amor nos ferir, não quer dizer que todos o farão. Ao ter medo de se magoar você pode estar perdendo lindos momentos e isso, nas palavras do autor, é uma grande loucura!

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10. Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos. Esta frase nos ensina a ver além das aparências, tentar entender as pessoas, as suas atitudes, as situações e não julgar apenas pelo que é visível. O que é verdadeiro não se pode ver, apenas sentir!

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Fonte do Texto: Pensador

MORAR EM PORTUGAL: 5 DICAS PARA UMA BOA ADAPTAÇÃO.

PORTUGAL MUDANÇAS

“Temos de nos tornar na mudança que queremos ver”. Mahatma Gandhi

Pesquisando sobre o impacto que as pessoas sofrem com a mudança de País gosto de ouvir as experiências de quem que já avançou por esta etapa…  Conheça o que a Priscila do site Cultuga nos conta:

Desde a primeira vez que pisei em Lisboa, eu já sabia que precisaria de um tempo maior para poder vivenciar e entender tudo aquilo que estava sentindo. Voltei outras vezes de férias, mas sempre retornava ao Brasil com a sensação de que algo ainda estava faltando.

Escolher morar na capital portuguesa não foi uma tarefa simples. Eu sabia que Portugal poderia me oferecer uma experiência de vida importante e de acordo com as minhas expectativas. Entretanto, do outro lado (do oceano) estava a minha família, os amigos queridos e os planos idealizados para uma vida inteira no coração de São Paulo.

A decisão foi feita no susto, mas desse momento até a mudança passou um ano inteiro. Foi o tempo que tive para amadurecer o projeto, me desfazer dos planos paulistanos e fortalecer os elos com as pessoas que mais amo para seguir um novo caminho.

Morar fora de seu país de origem, seja temporariamente ou com um objetivo permanente, não é uma escolha fácil. Quando projetamos uma forma de vida no exterior, pensamos principalmente no que aquele momento vai nos trazer de positivo. Porém, o primeiro ano em solo estrangeiro vem como uma avalanche de sentimentos e novidades. Receber e filtrar tudo isso requer mente aberta e bastante paciência.

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1. Deixar ser levado pela cultura e tradições locais.

O primeiro conselho que dou para todos os brasileiros que me procuram e questionam a adaptação no país é: não tente fazer de Portugal um pequeno pedaço do Brasil. Parecem palavras duras, mas isso acontece com frequência, principalmente por dividirmos o mesmo idioma e termos alguns costumes similares. Aproveite a sua experiência no exterior para absorver a cultura e as tradições locais, não para impor as suas. De coração aberto e sem fazer incansáveis comparações aqui e acolá você certamente terá bons momentos e será bem recebido por todos.

2. Explorar o bairro, a cidade, as localidades vizinhas e o país.

Conhecer Portugal é muito barato. Portanto, depois de se instalar, faça caminhadas frequentes pela cidade, descubra novos caminhos para os locais que frequenta, experimente todos os transportes, aproveite os finais de semana para conhecer os arredores de onde você vive e, sempre que puder, viaje pelo país. Apesar de pequeno em território, Portugal tem muitas riquezas culturais espalhadas por suas regiões que são completamente diferentes umas das outras.

3. Fazer novas amizades (portuguesas ou estrangeiras).

Se você for morar nas grandes cidades portuguesas, certamente vai notar o alto volume de estrangeiros que também vivem por ali. São pessoas vindas de diversas partes do mundo e de todas as idades. Busque por atividades e grupos relacionados aos assuntos de seu interesse para se integrar com esses estrangeiros mas, sobretudo, com portugueses. Dessa forma, você poderá compreender melhor as raízes do povo, com as pessoas locais, e as diferentes formas de adaptação, com as pessoas de fora.

4. Trocar os sites de notícia brasileiros pelos portugueses.

Risque da sua lista de favoritos os sites de notícia brasileiros e inclua os portugueses (como o Público e o Observador). Essa leitura vai te levar para mais perto da cultura e da vida local (e do que acontece na União Europeia como um todo) e também vai afastá-lo da rotina brasileira. Via Facebook e por meio de amigos e familiares você já terá informações suficientes sobre as principais notícias do Brasil. O mesmo vale para canais de TV. Matar as saudades vale, claro que vale. Mas fazer disso uma rotina não vai te levar para perto do que realmente acontece no país que você escolheu para viver e passará os seus dias com a cabeça “lá” e não “cá”.

5. Quando a saudade apertar… Usar o Skype e o Whatsapp.

A tecnologia é a maior e melhor aliada dos imigrantes, na minha opinião. Não dá para imaginar como era a nossa vida sem ela. Em poucos anos, tudo se tornou muito simples e bem fácil. Conversamos diariamente com as pessoas que a gente ama via Skype, podendo fazer parte da vida de todos e levando um pouco da nossa experiência por meio da câmera. Ainda temos a sensação de proximidade quando podemos usar o whatsapp a todo e qualquer instante. Se a saudade apertar, então, já sabe…!

http://www.cultuga.com.br/2015/08/morar-em-portugal-dicas-para-uma-boa-adaptacao/