GLORIA KALIL, DÁ A RECEITA PARA QUEM QUER… “SER CHIQUE – SEMPRE”!

Constanza Pascolato

“Para ser chique é preciso muito mais que um guarda-roupa ou closet recheado de grifes famosas e importadas. Muito mais que um belo carro Italiano”. Glória Kalil.

Sempre apreciei muito o que Glória Kalilautora do livro – Chic Profissional – fala não do que é chique na moda, mas do que torna uma pessoa chique, sempre. Não é a roupa nem os adereços, e sim o comportamento, diz ela. “Chique mesmo é parar na faixa e dar passagem ao pedestre e evitar se deixar levar pela mania nacional de jogar lixo na rua. Chique mesmo é dar bom dia ao porteiro do seu prédio e às pessoas que estão no elevador” – afirma ela, mostrando que seu conceito de “ser chique” está diretamente relacionado a “ser educado” e levar sempre os outros em consideração. Leia:

Nunca o termo “chique” foi tão usado para qualificar pessoas como nos dias de hoje.

A verdade é que ninguém é chique por decreto. E algumas boas coisas da vida, infelizmente, não estão à venda. Elegância é uma delas.

Assim, para ser chique é preciso muito mais que um guarda-roupa ou closet recheado de grifes famosas e importadas. Muito mais que um belo carro Italiano.

O que faz uma pessoa chique, não é o que essa pessoa tem, mas a forma como ela se comporta perante a vida.

Chique mesmo é quem fala baixo. Quem não procura chamar atenção com suas risadas muito altas, nem por seus imensos decotes e nem precisa contar vantagens, mesmo quando estas são verdadeiras.

Chique é atrair, mesmo sem querer, todos os olhares, porque se tem brilho próprio.

Chique mesmo é ser discreto, não fazer perguntas ou insinuações inoportunas, nem procurar saber o que não é da sua conta.

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Chique mesmo é parar na faixa e dar passagem ao pedestre e evitar se deixar levar pela mania nacional de jogar lixo na rua.

Chique mesmo é dar bom dia ao porteiro do seu prédio e às pessoas que estão no elevador. É lembrar do aniversário dos amigos.

Chique mesmo é não se exceder jamais! Nem na bebida, nem na comida, nem na maneira de se vestir.

Chique mesmo é olhar nos olhos do seu interlocutor. É “desligar o radar” quando estiverem sentados à mesa do restaurante, e prestar verdadeira atenção a sua companhia.

Chique mesmo é honrar a sua palavra, ser grato a quem o ajuda, correto com quem você se relaciona e honesto nos seus negócios.

Chique mesmo é não fazer a menor questão de aparecer, ainda que você seja o homenageado da noite!

Mas para ser chique, chique mesmo, você tem, antes de tudo, de se lembrar sempre de o quão breve é a vida e de que, ao final e ao cabo, vamos todos retornar ao mesmo lugar, na mesma forma de energia.

Portanto, não gaste sua energia com o que não tem valor, não desperdice as pessoas interessantes com quem se encontrar e não aceite, em hipótese alguma, fazer qualquer coisa que não te faça bem.

Porque, no final das contas, chique mesmo é ser feliz.

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ENVELHECER… NO OLHAR DE DÉA JANUZZI.

Mais-velha

” Envelhecer ainda é a unica maneira que se descobriu de viver muito.” Charles Saint- Beuve

Envelhecer fica melhor no olhar de Déa Januzzi, leiam:

Cada um envelhece como viveu, pois o passar do tempo exacerba – ou ameniza – o caráter, os preconceitos, a indiferença, a falta de compromisso com o outro, a disputa, a mágoa, a depressão, a frustração e a impaciência. Ou sintoniza a vida com outros valores mais nobres.

É preciso dizer que a velhice abala, assusta, traz insegurança, principalmente para as mulheres que ficam invisíveis depois dos 60 anos. Há empregos e trabalho para homens de 60, 70 e até 80, mas não há vagas para mulheres que deixaram de procriar, de despertar desejos. A maioria das mulheres envelhece mais dolorosamente, sente vergonha até de confessar a idade. As mulheres ficam mais vulneráveis, principalmente se estão sozinhas no entardecer da vida.

O descaso e a impaciência aumentam. Ou suavizam de vez. Enquanto chegam os desconfortos físicos e novas dores, que são perdas necessárias, o mal-estar surge quando os amigos vão morrendo. Em um texto de Carlos Saul Duque, no dia em que o maestro Nico Nicolaiewsky morreu de leucemia aos 56 anos, ele diz: “Ficar velho não é achar mais um fio branco de cabelo. Nem notar que aquela ruga de expressão aumentou consideravelmente. Ficar velho não é sentir mais dores do que antes. Ter que fazer mais exercício do que antes. Ficar velho, mesmo, é ver aos poucos o seu mundo ser despovoado de amigos. Dos seus tios queridos. De parceiros. De pessoas que você admira. De gente cujas ideias influenciam você. De talentosos. De visionários. De autores da sua época. De personagens da sua aldeia. De gente como o Nico, um cara que tinha vários dons. O dom de ser gago e cantar muito bem. De fazer rir com inteligência. De achar a verdadeira alma das canções”.

“Assim como o escultor enxerga a estátua dentro da pedra, Nico via, geralmente mais do que o próprio autor da obra, a grande canção escondida dentro da vulgaridade de um arranjo. Nico construiu uma nação que ninguém sabe onde é, mas todos gostariam de conhecer. E um repertório único. Tão único quanto o talento dele. Não deixa de ser poético o grande temporal que caiu no dia em que Porto Alegre sepultou o maestro do Tangos e Tragédias. E eu, que adoro chuva, me sinto velho. Mil anos mais velho nesse dia do funeral de Nico Nicolaiewsky.”

Jogue Fora

Há sete anos, o funeral de minha mãe ocorreu também no meio de um vendaval. A chuva não parou um segundo. Foi nesse dia que percebi todos os meus naufrágios, já sem pai, sem mãe, sem um dos meus irmãos e sem alguns amigos imprescindíveis, como o escritor e jornalista Roberto Drummond, o médico e prefeito Célio de Castro, os ex-editores Amantino Horta Maciel e Wagner Seixas, o pedagogo Antonio Carlos Gomes da Costa, a jornalista e amiga/irmã Edméia Passos – e outros que me mostraram o desemparo da morte.

Envelhecer é muito duro no Brasil, um País injusto, que não dá atenção nem às suas crianças e jovens. Ainda mais aos velhos. Uma Pátria que não deveria selecionar os seus filhos, mas escolhe a dedo. O discurso de hoje é o do envelhecimento ativo. Para quem? Para uma parcela mínima da sociedade que pode pagar por todas as comodidades exigidas nessa fase da vida. E mesmo assim sem garantias de que terá um envelhecimento digno. O restante dos velhos precisa apelar para postos de saúde, que nunca têm os remédios disponíveis, cujas cirurgias podem levar até um ano para acontecer. Como denunciou um senhor de 70 anos que entrou na fila do Sistema Único de Saúde (SUS) para fazer uma cirurgia de catarata. E está esperando até hoje.

Todos querem viver muito, com qualidade de vida, mas se esquecem do tempo que ainda resta de vida. O taxímetro está ligado e embora ainda haja desejos e sonhos, partes preciosas da vida se foram para sempre. O sinal vermelho do abandono começa a piscar perigosamente.

Minha mãe não se cansava de repetir que estava vivendo de lucro, porque suas amigas já tinham partido antes dela. Aos 91 perdeu o único filho homem. Aí a velhice tomou conta de tudo. Ela abandonou o barco da vida, o que não havia acontecido até então, mesmo com a artrose a lhe corroer os joelhos, mesmo negando a necessidade de usar bengala. Seis meses depois da morte do único filho homem, ela foi embora também, afundou na dor.

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Renée, a única amiga de minha mãe que sobreviveu às inúmeras perdas, tem hoje 101 anos, mas também não acha mais graça na vida. Entregou as idas e vindas ao banco e o salário de todo mês para uma das filhas administrar. Só que a filha mora bem longe dela e nem sempre pode ver o que ela precisa. Não sabe, por exemplo, que ontem Renée estava com muita dor no ombro direito. Mas como todas as mulheres de sua geração, a reclamação era quase um pedido de desculpas. Baixinho, ela disse que a dor estava passando para debaixo do braço, que os filhos a tinham abandonado, que ninguém mais queria ir na casa dela.

Saí de lá achando que a longevidade tem um preço muito alto, principalmente para quem como Renée continua lúcida, sem bengalas nem doenças crônicas, mas que já não tem autonomia para decidir sobre a própria vida. Ela sabe de tudo o que está acontecendo à sua volta. Vive com uma das netas que também reclama de dores, por ter vivido tudo em excesso. Renée já perdeu pais, marido, três filhos, e continua de pé, mas a cada dia mais solitária em sua velhice, apesar de ter se planejado financeiramente para essa etapa da vida. Ela não pode mais ir ao banco, mas o que mais a inquieta não é o dinheiro, mas as amigas que se foram muito antes dela. O mundo de Renée ficou pequeno, do tamanho do apartamento de três quartos, despovoado, engessado num tempo sem fim, frio, apesar do sol que insiste em penetrar pela janela.

Adoro esta maneira de enxergar meu envelhecer.

MODA: FAÇA DO ESPELHO E DO BOM SENSO OS SEUS MELHORES AMIGOS.

Constanza Pascolato

“Sempre digo que na moda é proibido proibir”. Constanza Pascolato.

        Considerada a papisa da moda no país, Costanza Pascolato levou seis meses para selecionar estampas e compilar dicas para a publicação mais recente, Meu caderno de estampas (Editora Planeta, R$ 34,90). Dos tecidos para o papel, migraram as estampas preferidas da consultora, todas produzidas pela tecelagem de sua família, a Santaconstancia.       Apesar das dicas distribuídas entre quase todas as páginas, a consultora declara: “Sempre digo que na moda é proibido proibir. Vejo, por exemplo, mulheres da minha idade felizes da vida usando minissaias, saltos altíssimos ou jeans justérrimos, desconstruindo, à maneira delas, o que antes parecia impossível. Não sou eu quem vai dizer que pode ou não pode”.

Ela aproveitou a última edição do São Paulo Fashion Week, em outubro, para lançar o livro, que reúne, ainda, conselhos de estilo, comportamento e bem estar. Um copo d’água em jejum e uma calça jeans básica são, segundo Costanza, indispensáveis. Gentileza e amor próprio também. Em entrevista exclusiva ao Viver, a especialista falou sobre as redes sociais, a febre dos livros de colorir e a importância do estilo próprio. “Estilo distingue quem espelha de quem irradia. Ele nos dá sentido de competência, prazer e segurança. Transcende tempo e gênero e – por que não? – a própria moda”, analisa.

– Quanto tempo levou para produzir Meu Caderno de Estampas? E como selecionou as estampas/imagens?
Foram seis meses entre a ideia original e a execução do projeto, que envolveu as equipes da Santaconstância e da editora Planeta. No dia a dia da fábrica, trabalhamos exatamente com criação de estampas e cores, sempre pensando algumas estações à frente, numa dinâmica que é acelerada, bem rápida, mas ao mesmo tempo uma tarefa contínua, ou seja, já fazemos isso, diariamente, há muitos anos. No caso do livro-caderno, o critério de seleção, que incluiu desenhos de acervos e novas criações, acabou sendo bem pessoal e, além de editar nossas estampas prediletas, pensamos de um jeito mais intemporal, já que o livro foi feito para durar, para guardar. Lembrar que as imagens seriam impressas em papel, não em tecido, foi outro aspecto importante. São estampas e desenhos de que gostamos muito e que imaginamos continuar gostando daqui a alguns anos. E tem também uma boneca, que é uma graça, para que cada um monte um look, a exemplo daquelas revistinhas das infâncias pré-digitais, de um passado que hoje parece bem distante. O legal é que esse recurso fashion-lúdico ainda parece muito atual.

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– É uma ideia inspirada na febre dos livros de colorir? Ou acredita que, com as dicas de moda anexadas na publicação, seja um livro atemporal?
De alguma forma, a possibilidade de realizar o livro-caderno tem a ver, sim, com a “moda” dos livros de colorir, que viraram uma “febre” editorial. Surgiram tantos projetos com temáticas tão diferentes que nos pareceu legítimo criar uma versão com o que, na origem, é também nossa matéria-prima criativa na fábrica. Temos intimidade considerável com estampas e cores e documentar e compartilhar essa expertise num livro-caderno era uma ideia bem simpática e, melhor ainda, viável. As dicas são uma citação de conteúdo, que também adoro produzir.

– Um dos ganchos do lançamento foi a última edição do São Paulo Fashion Week. Qual a sua rotina durante as semanas de moda, nas quais sempre marca presença? O lançamento do livro tornou a agenda mais concorrida?
Lançamentos de livros são ocasiões sempre especiais para mim. É hora de encontrar pessoas e amigos que você não vê corriqueiramente e conhecer pessoas que, por algum motivo, acompanham nosso trabalho. Mas sempre é um corre-corre. Nas semanas de moda, que é o momento “célebre” para a moda e para quem trabalha com ela, invariavelmente priorizo, no Brasil ou na Europa, os desfiles, me organizando para conseguir estar na maioria deles. É uma agenda que depende de disciplina, logística e algum esforço, sobretudo quando já está, digamos, numa idade avançada.

– Se pudesse destacar, em linhas gerais, algumas dicas reunidas na publicação, quais seriam as duas ou três principais?
Acho que perderia um pouco o elemento surpresa para quem tem curiosidade com o livro, não:. Duas ou três dicas mais genéricas, pode ser? A primeira: na hora de comprar roupas e se vestir, faça do espelho e do bom senso seus melhores amigos; 2. tente ser só você mesma, sem querer imitar gratuitamente outra pessoa, e 3. lembre-se que corpo e cabeça bem cuidados podem ser o reflexo mais evidente do quão em dia você está com a moda.

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– Outros nomes ligados ao universo fashion – produção e bastidores – como Ronaldo Fraga e o pernambucano Arlindo Grund – têm movimentado a literatura com lançamentos nos últimos meses. Que contribuições a moda traz ao público-leitor, quando encartada em livros e acessível ao público que não frequenta as semanas de moda?
Para um país como o Brasil, que não tem tradição ou bibliografia de moda, o que começa a se formar agora, publicações e lançamentos são mais que bem vindos. Assim, contribuições de nomes respeitáveis como Fraga e Grund são referências concretas de que, apesar de ser uma paixão recente, a moda interessa cada vez mais brasileiros de todas as regiões, de diferentes classes sociais. E é muito bacana quando, em plena revolução virtual, o caráter documental dos livros continue enriquecendo nossos acervos. Livros, ideias, pontos de vistas e iniciativas que nos fazem pensar são fundamentais para lembrar que educação, informação e conhecimento são os pilares sociais da experiência humana e deixam a vida muito mais interessante. (Fonte: Diário de Pernambuco).    Clique aqui para ler mais. http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/viver/2015/11/12/internas_viver,609902/faca-do-espelho-e-do-bom-senso-seus-melhores-amigos-diz-costanza-papisa-da-moda-no-brasil.shtml

Fonte: http://www.50emais.com.br/historiadevida/moda-faca-do-espelho-e-do-bom-senso-os-seus-melhores-amigos/

TAG 8 COISAS …

BIA

“Eu sou um bocado sensível demais…”. Clarice Lispector.

Respondendo  ao meu primeiro rsrsrs… TAG: 8 COISAS….Quem me indicou para essa TAG foi o Blog Charme Haut. Este TAG não possui regras. Muito obrigada pela indicação.

TAG 8 coisas pra fazer...

8 COISAS PARA FAZER ANTES DE MORRER

  • Viajar muitoooo conhecendo os diferentes lugares do mundo;
  • Conviver o máximo que der com amor, carinho, atenção… e em paz com toda a família… respeitando as diversidades;
  • Perdoar de corpo e alma;
  • Viver intensamente… bem e com qualidade de vida, melhorando cada vez mais os meus hábitos (alimentação, bem estar, interação…);
  • Aprender… reaprender…com os meus desafios cotidianos… sabendo “apreciar” todas as minhas experiências. Descobrir o lado bom delas;
  • Continuar a ter coragem de “mudar de rumo”, sempre que necessário… acreditando em mim… e não desanimando perante os obstáculos;
  • Doar-se à quem precisar;
  • Agradecer sempre!

8 COISAS QUE EU AMO…

  • Minha Família: marido, filhos, enteados, neto, mãe, irmãos e cia…;
  • Meus Amigos;
  • Viajar.. viajar… e viajar… conhecendo o mundo… novos lugares e suas culturas;
  • Estudar e aprender sempre… muitas coisas novas: línguas, história, geografia, política… e com as crianças;
  • Respeitar a natureza e todas as diversidades;
  • Falar, escutar… e refletir sobre diferentes assuntos. Interagir com as pessoas;
  • Minha paciência de JÓ…;
  • As crianças com sua inocência e sinceridade.

8 COISAS QUE EU FALO…

  • Oi e Tchau;
  • Oh my god;
  • Partiu… Fui;
  • Cadê a chave?
  • Só que não;
  • Tô chegando;
  • Isso vai dar m…;
  • Caramba!.

8 MAKES/ROUPAS…

  • Jeans: shorts, calças e minissaias;
  • Camisas, camisetas e regatas: brancas ao bege (nude/off-white);
  • Acessórios simples: cintos, echarpe, brincos e colar com pingentes;
  • Óculos de sol;
  • Havaianas e Alpargatas;
  • Vestido longo/ longuete bem simples e despojados;
  • Makeup básica;
  • Lingerie confortável e sexy.

8 COISAS/OBJETOS QUE NÃO VIVO SEM

  • Meu Blog;
  • Internet;
  • Celular;
  • TV;
  • Óculos de grau;
  • Livros;
  • Caneta e papel;
  • Repelente.

8 BLOGS PARA RESPONDER ESSA TAG…

É isso aí, espero que gostem … quero ver o de vocês, me avisem quando responderem. Bjs

ANDO CADA VEZ MAIS BÁSICA…

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“Ser simples, é ser incrível.” Clarice Lispector

 Costumo xeretar muito em sites de moda e coisa e tal… mas com a atual situação econômica em nosso país… comprando mesmo, só coisas baratinhas. Liquidações são verdadeiras tentações nesta época… mas já que o mar não está pra peixe, tento avaliar bem e que vou comprar (se comprar) e só levo se precisar o que for básico e essencial.
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Gosto de olhar o que esta usando (ou vai usar) nas revistas tipo Vogue e cia… tem uma grande quantidade de informação… então o jeito agora é fazer adaptações.

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Ah! Cada vez mais me assusto com os preços das roupas e acessórios importados, afinal o dólar esta impraticável… O que me disseram, a grosso modo, é que todas essas “marcas” estão no Brasil não para ganhar dinheiro e sim para “marcar” a marca. Seja lá como for… mas jisuis!!!

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Por isso, estou cada vez mais simples nesta vida… sou apaixonada por jeans, legging, e camisetas do tipo Basico.com fabricados com algodão ou tecidos leves.

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Não tem quase uma peça deste tipo que eu não usaria. Aliás, é bom dizer que eu prefiro as cores mais neutras… que pra mim, são eternas… as mais chiques sempre: preto, branco, off white, cinza…

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Para compor um belo visual uso bom acessório e pronto! Elegância com simplicidade… Apaixone-se! E nesta época tem muita coisa com preços bons que variam entre 50 e 100 reais…

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Fonte: http://www.dasmariasblog.com/galleria/tendencias-em-acessorios-para-o-verao-2016/1

CALÇA JEANS PARA QUEM PASSOU DOS 40, 50, 60… MAS COM ALGUNS CUIDADOS…

“Há pessoas que dão pena, outras, asas”.  Autor desconhecido.

Minha roupa preferida sempre foi o jeans… eu continuo a usa-lo no dia a dia até hoje… quem me conhece sabe bem disso, mas agora já com 60 anos levo em conta algumas considerações. Sempre gosto de ler sobre as dicas sobre como devemos usar o jeans.

Lendo sobre: Sem medo da calça jeans depois dos 40 (50, 60…) Gloria Kalil mostra como usar a peça mais democrática de todas…  e nos diz:

Uma das dúvidas mais frequentes que recebemos aqui no Chic é sobre o estilo para mulheres maduras. Já te mostramos o certo e errado no guarda roupa e inspirações para curtir a praia, mas os questionamentos chegam até à peça mais democrática do guarda-roupa: o jeans. Tão ligada à juventude, a calça jeans pode entrar no guarda-roupa das mulheres acima dos 40? Sem dúvida!

“Mulheres mais velhas podem usar jeans tranquilamente, desde que em ocasiões informais. Na medida que a coisa vai se tornando um pouco mais formal, não é mais o caso de usar porque ela não está a fim de chocar ou fazer graça com a ideia de desafio e nem chamar atenção”, explica Gloria.  SHARON STONES (60)   Sharon Stone jeans

Apesar da calça jeans ser a peça mais democrática que já inventaram, muitas mulheres têm dúvidas se podem usá-la, principalmente de como usá-la depois dos 40 anos… já que a peça carrega consigo um espírito mais jovem. Saiba que ela está liberadíssima para mulheres acima de 40, 50, 60, 70, 80…

O principal pensamento na hora de escolher seu jeans é ter consciência de que ele é o aliado das horas de lazer. “O que deve atormentar as mulheres mais velhas é que, em geral, elas ligam o uso do jeans à informalidade. Portanto, para as maduras é uma roupa mais esportiva. Dificilmente você vê uma mulher mais velha em uma festa de jeans“. É só saber melhor com o que e como usá-las e combiná-las. Veja nossas dicas:

  • As calças jeans depois dos 50 estão ligadas a ocasiões informais, diurnas e de lazer. Por isso, em festas, jantares e cerimônias, evite-as;

Maite 1 calça jeans

MAITÊ PROENÇA (60) E CHRISTIANE TORLONI (61) 

calça jeans Cristiane torlone

  • É bom apostar no certeiro e evitar modelagens largas e lavagens e recortes exagerados. “As mais ajustadinhas, sem grandes lavagens, furos ou oversized, são a melhor pedida. É um uso de uma calça cômoda e mesmo as famosas vão por este código. Notamos que o uso é sempre informal, nenhuma delas vai a um tapete vermelho vestindo jeans“.
  • Evite então cortes muito largos, como oversized, bag ou boyfriend. As mulheres famosas, por exemplo, preferem modelagens mais justinhas depois que passam dos 40, 50, 60 ou… – CAROLINA FERRAZ (50)  

calça jeans Carolie Ferraz

  • Jeans  destroyed até está liberado, mas de leve. Nada de um buraco enorme na coxa ou no bumbum. Os jeans muito rasgados estão ligados à revolução e rebeldia, o que não é a imagem que queremos passar depois dos 50, não é mesmo? Também evite as calças muito manchadas, estilo tie-dye (elas são exclusivas para mulheres de 20 e 30 anos), prefira as mais discretas, mas sem exageros; ;

calça jeans Luiza BrunetLUIZA BRUNET (55) E SHARON STONE (60 ) JEANS SHARE STONE

  • O maior motivo para uma mulher procurar um jeans deve ser o conforto e não para impressionar ninguém ou “desafiar” a sociedade. Prefira aquelas que o cós não desce quando você senta, nem que a coxa fica esmagada na calça. Discrição é a pedida. SUZANA VIEIRA (71)

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A ideia é manter a elegância para não parecer ter menos idade que realmente tem. “Elas associam – e com razão – o uso do jeans a uma certa quebra de convenções, que uma mulher mais velha não está interessada em fazer. Não é roupa para casamento ou jantar fora, em uma ocasião mais séria e formal. Ela liga a questão do jeans com a informalidade – e o código é um pouco este”. JANE FONDA (80) E LILY TOMLIN (78)Grace and Frankie - 2015Os exemplos confirmam que a informalidade é o que marca as escolhas nesta faixa. “O uso do jeans na questão da idade vai diminuindo à medida que a formalidade aumenta. Quando o evento passou de um cinema para um jantar, um teatro, um jantar fora com as amigas ou uma festa, não cabe mais”.

Conforto e descontração são o que marca as peças que ficam para os momentos de lazer. “O uso do jeans está iconicamente ligado à ideia de juventude e transgressão, que não é o caso de uma senhora de mais de 60 anos. Evidentemente quanto mais detonado, rasgado, é mais próprio de um uso mais jovem, mais desafiador. Uma mulher dessa idade com um jeans não está querendo desafiar o mundo, ela quer uma roupa cômoda. Para as mais velhas, de 60 em diante, o jeans fica mais restrito a situações informais. Serve para a manhã, para passar o dia, ir ao supermercado, ao cinema e nos fins de semana, tudo bem”, diz Gloria Kalil.

Fonte: http://chic.uol.com.br/como-usar/noticia/sem-medo-da-calca-jeans-depois-dos-40-50-60-gloria-kalil-mostra-como-usar-a-peca-mais-democratica-de-todas

 

O QUE PODE E O QUE NÃO PODE VESTIR UMA MULHER COM MAIS DE 50 ANOS…

Estar bem vestida e elegante… acompanhar a moda na medida do possível… é o que procuro fazer… Hoje presto muita mais atenção no que as mulheres da minha idade estão usando… Leia este artigo de Gloria Kalil.

Antes de tudo, vale dizer que estas mulheres têm uma grande vantagem: conhecem bem as cores que as favorecem, os decotes que as enfeitam, como esconder as gordurinhas localizadas… O único risco que correm é achar que podem tudo.
Mesmo que mantenham a silhueta em ordem, que sejam malhadas e bem-tratadas, existem alguns ícones da juventude que devem ser evitados, como as minissaias, barriga de fora, cabelão… Adequação e “desconfiômetro” são importantíssimas para que essas mulheres não escorreguem no estilo.
Mulheres com mais de 50 podem ser chiquérrimas, muito extravagantes, muito interessantes, muito o que quiserem. Só não podem acreditar que têm 20 anos! Algumas “chicnautas” mandaram suas dúvidas, vamos a elas:

1- Posso usar “legging” com camisa ou casaco compridinho? (Thereza)

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Pode em situações informais e somente se você não tem nenhuma gordurinha extra.

2- E calças curtas? (Elusa)

Não há nenhuma restrição, combine com sapatilhas e sandálias baixas.

3- Existe restrição de idade para o uso de ankle boot? (Elaine)

Não, essas botas mais curtas podem ser usadas por mulheres de qualquer geração.

4- Minha costureira recomendou que eu deixasse o meu vestido quatro dedos abaixo do joelho, mas estou achando comprido de mais, o que você acha? (Rosangela)

A questão aqui é se o seu joelho sustenta ou não ficar à mostra. Se estiver em ordem, pode apostar em uma saia um pouco mais curta, mas nada de mínis!

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Se o seu joelho está em ordem pode deixá-los à mostra, como fez Rene Russo e Kim Cattrall.

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Agora, se você acha que o seu joelho já não sustenta ficar de fora, escolha um vestido um pouco mais comprido, como fez Meryl Streep.

5- Quais são as sugestões para um guarda – roupa adequado para mulheres de 50 anos com estilo mais jovial? (Roseli  e Tânia)

Abuse das cores, dos acessórios e dos saltos altos. Mas, mais do que tudo, fique muito atenta ao corte e a cor dos cabelos: eles são fundamentais para dar contemporaneidade ao seu visual.

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As mulheres com mais de 50 anos conhecem bem sua silhueta e sabem os decotes que lhes favorecem, caso de Julie Christie e Christiane Torlone. Kim Cattrall, a Samantha de Sex and The City, também é conhecida por saber aquilo que lhe cai bem.

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Manter o cabelo em ordem, bem cortado e com uma cor que lhe cai bem é fundamental. Inspirem-se na atriz Kim Basinger e Jane Fonda.

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Se você acha que fica melhor com as madeixas curtas preste atenção para estar com os fios sempre bem cortados, como Kristin Scott Thomas e Isabella Rossellini . 

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Os saltos altos não devem sair do armário de uma mulher com mais de 50 anos, olhe como eles conferem elegância à Gloria Kalil.

6- Mulheres com mais de 50 anos podem usar jeans? (Tânia)

Claro que sim! Mas em situações informais e esportivas. Não é roupa para teatros, jantares ou festas.

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Jeans só em ocasiões informais, como fez Sharon Stone e Michele Pfeiffer. Destaque para o cinto, um toque de cor no look básico.

. Destaque para o cinto, um toque de cor no look básico.

7- Pode usar shorts com meia-calça? (Márcia)

O shorts urbano é um típico exemplo de ícone da juventude, evite! Deixe para usá-los na praia em cima de um maiô.

Fonte: http://chic.uol.com.br/como-usar/noticia/o-que-pode-e-o-que-nao-pode-vestir-uma-mulher-com-mais-de-50-anos

AMA SUA CAMISA DE SEDA? GLORIA KALIL indica as melhores maneiras para fugir da caretice da peça

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Tenho um pouco de dificuldade para usar a “camisa de seda”… acho muito elegante, mas sempre fico em dúvida em como combinar e deixá-la mais leve. Mas com as dicas de Gloria Kalil ficou bem mais fácil… Leia o artigo…

É como dizem: os clássicos nunca saem de moda. E se tem um clássico que insiste em marcar presença no armário das mulheres, é a “camisa de seda”. A peça remete imediatamente a uma imagem mais séria, com clima de roupa de trabalho. Mas também carrega uma carga inevitável de caretice… tudo vai depender da forma como você usa…

Pensando nisso, Gloria Kalil aponta os melhores jeitos de fugir do visual uniforme e como modernizar seu look com camisa de seda. Veja as dicas de como conseguir um visual mais despojado e moderno neste artigo.

Uma das peças mais presentes no guarda-roupa feminino, as camisas de seda podem te deixar a um passo do look uniforme. “É muito difícil usar uma camisa de seda tradicional, com colarinho, sem parecer uniforme de recepcionista ou aeromoça. A menos que você quebre tudo com uma modelagem diferente, um decote ou cores fortes”, diz Gloria Kalil

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As cores são bem vindas para dar uma cara mais divertida. “As coloridas” tem uma certa modernidade. Se você gosta e quer usar uma camisa de seda, que pelo menos ela seja sem o colarinho, em tamanho maior e que tenha “uma cor”.               

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A modelagem mais solta sempre ajuda e pode deixar as composições no intermediário entre o moderno e sério. “Vamos dizer que porque elas estão usando uma camisa em um tamanho maior e tudo é meio largado e mole, dá uma certa displicência – o que quebra um pouco o visual convencional”.

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Mesmo tentando usar elementos mais chamativos, algumas produções acabam caindo na severidade. “Essa é uma camisa que envelhece… você precisa ser jovem e mesmo com uma coisa mais criativa em volta, como a saia de couro vermelha, é difícil neutralizar o look uniforme de uma camisa de seda”.

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Miranda Kerr é uma das adeptas à maneira mais convencional de usar a camisa de seda. “Este é o auge do convencional; usada com blazer, jeans e bege. Não há complemento, como acessórios, que dê conta de dissolver a ideia de convencional que estes looks passam”.

Fonte: http://chic.uol.com.br/como-usar/noticia/ama-sua-camisa-de-seda-gloria-kalil-indica-as-melhores-maneiras-para-fugir-da-caretice-da-peca

19 CONSELHOS PARA DEPOIS DOS 60

Acredito que depois dos 60 anos, podemos repensar uma série de questões, conheça as “19 Regras Básicas” que podem mudar nossa vida, são excelentes!

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  1. É hora de usar o dinheiro que você economizou toda sua vida.
    Usá-lo agora e não guardá-lo para que não desfrutem os que não conhecem o sacrifício de havê-lo conseguido, geralmente pessoas que nem sequer são da família: genros, noras, sobrinhos. Recorde-se que não há nada mais perigoso que um genro com ideias. Cuidado: não é época para aplicações por maravilhosas que pareçam, estas só lhe trarão angustias e esta época é para ter muita paz e tranquilidade.
    2. Deixe de preocupar-se com a situação financeira de filhos e netos.
    Não se sinta culpado de gastar seu dinheiro consigo próprio. Provavelmente, você já lhes ofereceu o que foi possível na infância e juventude como uma boa educação. Agora, portanto, a responsabilidade é deles.
    3. Já não é época de sustentar a ninguém de sua família.
    Seja um pouco egoísta, mas não usurário. Tenha uma vida saudável, sem grandes esforços físicos. Faça exercícios físicos moderados (por exemplo, andar regularmente) e alimente-se bem.
    4. Compre sempre o melhor… no final é tudo para você.
    Recorde-se que nesta época, um objetivo chave é gastar o dinheiro com você, com seus gostos e caprichos e os de sua parceira. Depois de morto o dinheiro só gerará ódios e rancores. Nada de angustiar-se por pouca coisa. Na vida tudo passa, sejam os bons momentos que devem ser recordados, sejam os maus que devem ser rapidamente esquecidos.
    5. Independentemente da idade, mantenha vivo o amor sempre.
    O amor à sua parceira, o amor à vida, o amor ao teu próximo.
    6. Esteja sempre limpo, tome um banho diariamente.
    Seja vaidoso. Frequente o barbeiro, faça as unhas, vá ao dermatologista, ao dentista, use perfumes e cremes com moderação. Mesmo que agora você não seja elegantíssimo, seja pelo menos bem-cuidado. Esteja de bem consigo mesmo.
    7. Nada de ser muito moderno, tente ser clássico. É triste e dá pena ver gente idosa com penteados e roupas feitas para jovenzinhos. Escolha com cuidado.
    8. Mantenha-se sempre atualizado.
    Leia livros e jornais, ouça o rádio, veja bons programas na TV, visite a internet com boa frequência, envie e responda “e-mails”, utilize-se das redes sociais, mas sem afobação… nem criar vício com elas.
    9. Respeite a opinião dos jovens apesar de que às vezes podem estar equivocados.
    Muitos deles estão melhor preparados para a vida do que nós estávamos quando tínhamos a sua idade.
    10. Jamais use a expressão “Em meu tempo”.
    Seu tempo é hoje, não se confunda!!! Está certo recordar o passado, mas com nostalgia moderada e feliz de havê-lo vivido. Viva o agora plenamente!
    11. Não caia na tentação de viver com os filhos ou netos.
    Ainda que de vez em quando vá alguns dias como convidado, respeite a intimidade deles, mas especialmente a sua. Se lhe falta sua companheira, consiga logo uma empregada que o acompanhe e colabore com as tarefas de casa e só tome esta decisão quando não puder dar mais conta de si ou que o fim esteja bem próximo.
    12. Pode ser muito divertido conviver com pessoas de sua geração.
    E o mais importante, não dará trabalho a ninguém. Mas aproxime-se de gente positiva e alegre, nunca com “velhos amargurados”. Otimismo é muito importante em qualquer época da vida, especialmente agora.
    13. Cultive um passatempo.
    Pode viajar caminhar, cozinhar, ler, dançar, criar um gato, um cão, cuidar das plantas, jogar cartas, golfe, navegar pela internet, pintar, ser voluntário em uma ONG, ou colecionar algo. Faça o que gosta e o que seus recursos permitam. Começo já.
    14. Aceite todos os convites.
    De batizados, colação de grau, aniversários, bodas, conferências… Visite museus, vá ao campo… o importante é sair de casa por um tempo. Mas não se aborreça se não lhe convidam porque às vezes não se pode. Com certeza quando você era jovem tampouco convidava seus pais para TUDO.
    15. Fale pouco e escute mais.
    Sua vida e seu passado só interessam a você mesmo. Se alguém lhe perguntar sobre estes assuntos, seja breve e procure falar de coisas boas e agradáveis. Conte com otimismo. Jamais se lamente de algo.  Fale em tom baixo e com cortesia. Não critique nada, aceite as situações como elas são. Tudo é passageiro.
    16. As dores e as doenças estarão sempre presentes.
    Não as torne mais problemáticas do que são, falando sobre elas. Trata de minimizá-las. Afinal, elas afetam somente a você e são problemas seus e de seus médicos. Lastimando-se nada conseguirá, asseguro.
    17. Ria, ria muito, ria de tudo.
    Você tem sorte, você teve uma vida, uma vida longa e a morte será apenas uma nova etapa incerta, assim como foi incerta toda a sua vida.
    18. Não se preocupe do que digam, menos ainda do que pensem de você.
    Se alguém lhe disse que agora você não faz nada de importante, não se preocupe. O mais importante você já fez: você e sua história, boa ou má, já passaram. Agora trata-se de passar uma fase, a mais dourada, aprazível e feliz que lhe seja possível. Viva com plenitude!
    19. Permaneça apegada a religião apenas o necessário, não mais.
    Rezando e implorando todo o tempo como um fanático, nada conseguirá. Se você é religioso, vivencie intensamente, porém sem ostentação. O bom é que “em breve, poderá fazer seus pedidos pessoalmente”… hehehehehe…..

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           E lembre-se: “SOMOS O QUE FAZEMOS, MAS SOMOS, PRINCIPALMENTE, O QUE FAZEMOS PARA MUDAR O QUE SOMOS!”

Fonte: http://cvssemprejovens.blogspot.com.br/

SEM MEDO DA CALÇA JEANS DEPOIS DOS 50, 60… GLORIA KALIL MOSTRA COMO USAR A PEÇA MAIS DEMOCRÁTICA DE TODAS

Sempre gostei muito de usar “jeans”,  acredito que seja um estilo próprio meu… minha marca… desde a juventude. Sempre uso e faço diversas combinações. Tenho várias no armário… de todas as cores e tipos de lavagens.

Dependendo do que eu uso pra combinar… dos acessórios… os sapato ou tênis… as camisetas ou outros tipos de camisas … meu jeans muda totalmente de cara! Vai do descontraído… ao esportivo… assim como pode ser mais chic… Confira as dicas de Gloria Kalil.

“Mulheres mais velhas podem usar jeans tranquilamente, desde que em ocasiões informais. Na medida em que a coisa vai se tornando um pouco mais formal, não é mais o caso de usar porque ela não está a fim de chocar ou fazer graça com a ideia de desafio e nem chamar atenção”, explica Gloria Kalil..

50 ANOS: LUIZA BRUNET (52), MAITÊ PROENÇA (56) E CLAUDIA OHANA (52)

Jeans luiza-brunet-52 anos     Jeans maite-proenca-56 anos     Jeans claudia-ohana-51 anos

A ideia é manter a elegância para não parecer ter menos idade que realmente tem. “Elas associam – e com razão – o uso do jeans a uma certa quebra de convenções, que uma mulher mais velha não está interessada em fazer. Não é roupa para casamento ou jantar fora, em uma ocasião mais séria e formal. Ela liga a questão do jeans com a informalidade – e o código é um pouco este”.

50 ANOS: MADONNA (56), SHARON STONE (56) E KIM CATTRALL (58)

Jeans madonna-56 anos     Jeans sharon-stone-56 anos     Jeans kim-cattrall-58 anos

Os exemplos confirmam que a informalidade é o que marca as escolhas nesta faixa. “O uso do jeans na questão da idade vai diminuindo à medida que a formalidade aumenta. Quando o evento passou de um cinema para um jantar, um teatro, um jantar fora com as amigas ou uma festa, não cabe mais”.

60 ANOS: ANGELA VIEIRA (62), JESSICA LANGE (65) E SALLY FIELD (67)

Jeans angela-vieira-62 anos    Jeans jessica-lange-65 anos    Jeans sally-field-67 anos

Conforto e descontração são o que marca as peças que ficam para os momentos de lazer. “O uso do jeans está iconicamente ligado à ideia de juventude e transgressão, que não é o caso de uma senhora de mais de 60 anos”.

Aos 50 anos uma mulher com um jeans não está querendo desafiar o mundo, ela quer uma roupa cômoda.

Para as mais velhas, de 60 em diante, o jeans fica mais restrito a situações informais. “Serve para a manhã, para passar o dia, ir ao supermercado, ao cinema e nos fins de semana, tudo bem”, diz Kalil.

Fonte: http://chic.uol.com.br/como-usar/noticia/sem-medo-da-calca-jeans-depois-dos-40-50-60-gloria-kalil-mostra-como-usar-a-peca-mais-democratica-de-todas