VOCÊ MERECE ISTO TUDOOOO,.. E MUITO MAIS!

Neste tempo de pandemia que estamos todos resguardados em nossas casa, já a bastante tempo… sem previsão de voltar, achei pertinente este poema de Estefania Mitre, que é frequentemente atribuído a Frida Kahlo; ele deve ser lido pelo menos uma vez por todos, leiam:


Você merece um amor que a ame quando você estiver despenteada, aceitando as razões que a fazem acordar rapidamente, e os medos que não permitem que você durma.
Você merece um amor que faça com que você se sinta segura. Que a ajude a conquistar o mundo ao pegar em sua mão, que sinta que seus abraços se encaixam perfeitamente com sua pele.
Você merece um amor que deseje estar ao seu lado, visitar o paraíso apenas olhando seus olhos, e que nunca fique entediado lendo suas expressões.
Você merece um amor que a ouça cantar, que apoie todas as suas loucuras, que respeita sua liberdade e que a acompanhe em seu voo, que não a deixe cair.
Você merece um amor que afaste as mentiras. E que traga sonhos, café, poesia.
Você merece isto é muito mais 💓

SAUDADES… DE QUANDO EU COMIA COM OS OLHOS ANTES…

Nestes tempos difíceis tenho comido agora mais por impulso do que por prazer. Muito vezes mais do que o necessário, confesso. Sem muita criatividade e pouco esmero, todavia está descendo redondo.

Tento inovar, tenho praticado cozinhar em casa, vejo receitas, assisto vídeos, selecione bons ingredientes e começo, vixe! Mas como não sei fazer e nem tenho prática nenhuma, geralmente não ficam tão boas. São comiveis, apenas isto. Não é a mesma coisa que antes. Não mesmo!

Sinto saudade dos tempos que gostava de escolher desde aonde ia comer e o que ia escolher para comer. Italiana, árabe, espanhola, japonesa, brasileira… pizza, hambúrguer… dependia do meu desejo, do humor daquele dia e do horário.

Já entrava no clima do lugar no momento que adentrava no seu ambiente. Tudo parecia perfeito… feito pra me agradar, e conseguia na maioria das vezes, me fazia sentia especial. Era tão bom!

Olhava bastante o cardápio antes de escolher, imaginava os pratos seus sabores e cheiros. O prazer acontecia no antes, durante e depois. Tirava dúvidas, pedia sugestões para aquele dia para o garçom. Tudo combinava, cada detalhe.

As entradinhas, a salada o prato principal eram bem escolhidos e então pensava com qual vinho ia combinar? Um sommelier vinha nos socorrer, e dava cada sugestão maravilhosa. Chegava o vinho e a água, pronto a noite seguia. Era um momento muito curtido, vagarosamente e depois… chegava a entrada. Ah! Tudo perfeito.

Apreciava tudo daquele prato principal convidativo logo que ia chegando, cada detalhe… eu comia com os olhos antes e em seguida devagar saboreava prazerosamente cada garfada. Sentia todos os sabores e texturas, cada uma delas era percebida. Sempre fui boa nisto.

No final depois de toda a minha experiência alimentar, devagar e com um bom papo, geralmente alegre e divertido vinha a sobremesa. Dava um tempinho, outra difícil escolha que será sempre compartilhada com meu marido aos bocadinhos. Aos poucos chegávamos num consenso e nos deliciávamos na sua chegada.

Pra terminar vinha um cafezinho sempre acompanhado de um mimo. A noite terminava leve, e desejosa de outras tantas noite assim. Semana após semanas. Mês após meses… E assim caminhamos. Agora mudou. Os delivery’s não são iguais, mas servem pra ajudar, mudar um pouco o gosto e tento então tornar a ambiente mais bonito e diferente pra imaginar que saímos da mesmice, da rotina que serve por enquanto. Tem velas, música… tem flores. É o que melhor posso fazer por hora.

Adoro comer fora, um dos meus passeios preferidos.

Sinto saudades deste tempo e faço planos por onde vou começar a ir, em quais restaurantes irei… quando puder sair novamente nestes passeios, pos pandemia. Quando? Ainda não sabemos. Espero que muito em breve, tudo passe. Sei que isto também vai passar. E voltemos com os prazeres da mesa… da carne… da massa… dos olhares, cheiros e enfim os sabores… do prazer de antes… ir comendo com os olhos.

INSTANTES…

“Memórias merecem destaque. As lembranças desobedecem, entre a vontade de serem nada e o gosto de me roubarem o presente”. Mia Couto

Sabe aquele lugar especial no mundo capaz de nos desligar da mente e reviver as melhores lembranças da infância? Pois é aqui! O Agora!!!

Instantes é o que temos. As vezes nem percebemos… Mas temos também o que fazemos com ele. Aí sim… Eternizamos. Construindo lembranças e guardando na memória. Damos cor, brilho e vida. E vamos colorindo com as cores que escolhemos.

Nossa alma carregam nossos instantes, nossas vivências e nossas memórias. É pra lá que voltamos pra sentir nossa história. Memórias… elas resgatam instantes e nos faz sentir o sabor daquela emoção novamente, quantas vezes quisermos. Eu sempre transito entre o presente e o passado. Gosto de relembrar, Reviver! Quais memórias você tem carregado com vocês?

SOU FEITA DE CICATRIZES E GRATIDÃO…

Sou feita de histórias que não deram certo, de frases sem ponto final, de reticências… Sou feita de uma porção de livros lidos pela metade… outros relidos várias vezes. Sou feita de humanidade. Carne, ossos e humanidade!

Todas as minhas histórias… algumas pela metade, (ou quase todas), me deixaram completamente inteira. Inteira de mim… de tudo que não desejo, de tudo que não tolero mais. Sei exatamente quando e o que.

Sou feita de sim, muitos deles. Mas, graças ao tempo, sou feita de não, mais ainda deles. Não ao que me fere, ao que me faz mal, ao que não me alimenta… ao que não tolero mais. Sou feita de construções e reconstruções. Sou feita de corpo, alma e histórias!

Sou feita de santos, budas e Iemanjás. Também sou feita de muita complexidade. Sou sonhos, sou desilusão. Ouso sonhar e acreditar. Não sou feita de basílicas, capelas, igrejas, sés ou conventos, mas sou todinha retalhada na fé.

Fé é o que me movimenta, é o que me levanta todos os dias, é o que seca minha alma depois do temporal. Fé é meu prato preferido. Fé é a roupa que mais me cai bem. Fé me acompanha sempre! Muita fé!

Sou feita de anseios, de preocupação. Sou feita de luz e escuridão. Sou feita de beijos, pele, conexão. Sou feita de amor, abraços e música clássica. Tudo pulsa dentro de mim. Sou feita de amor… muitas cores e sons!

Sou feita de detalhes que não me recordo bem (e de uma péssima memória). Sou feita de imensa facilidade em desculpar (outras nem tanto rsrsrs) mas de uma capacidade ainda maior em tentar esquecer ou compreender quem me machucou. Sou feita de esperança que em impulsiona pra frente!

Sou feita do amor dos meus pais, dos meus irmãos, da minha avó, do meu marido, dos meus filhos, enteados, dos meus netos e dos meus amigos. Sou feita do que já conquistei, mas, mais ainda de tudo o que perdi na vida.

Foi o que perdi que me manteve alerta. Foi o que aprendi na dor que me fez forte, firme e foi o que entendi do amor que me fez humana. Compreender, observar, amar, falar e ouvir fez parte de mim. Positivismo na vida, me impulsionou. Superei… resisti… construí e reconstruí novas histórias… Resiliente fui, sempre. Vivi e vivo em paz… de bem com o mundo é a vida!

Sou feita de cicatriz e gratidão!

Assim como Ju Farias também… sou feita assim…

MULHERES MÃES…

Todas as mulheres são Mães, porque ser Mãe é muito mais que o ato físico de dar à luz. É um dom, uma virtude, um modo de ser e sentir, um não sei quê que a mulher traz dentro de si. Mãe faz parte do DNA das mulheres desde seu nascimento.

Meninos brincam com seus carrinhos bonecos e games de luta, jogam futebol e quase sempre voltam sujos e até machucados. Meninas brincam com suas bonecas casinhas, comidinhas imaginárias que trazem para a gente experimentar com uma xicrinha de chá vazia de líquidos, mas cheia de sonhos. Suas bonecas não são seres inanimados. Elas as chamam pelo nome, penteiam seus cabelos, trocam suas roupinhas, conversam com elas. Elas cuidam de suas bonecas. Desde pequenas elas cuidam, elas protegem.

Quando estão com as amiguinhas no mais do tempo conversam cochicham compartilham segredos, falam bem ou mal das outras meninas e dos meninos, mas falam, às vezes todas ao mesmo tempo, o que desespera os meninos. Comentam os quase namoros, a sandália diferente da amiga, que talvez lhes provoque uma inveja que não demonstram. Diferente dos meninos que falam o que pensam ou acham, elas falam o que sentem. Confiantes, voltam para casa sempre arrumadas, a alma cheia de estórias para contar e sonhos para sonhar. Ao chegar contam e vibram com emoção, coisa rara para os meninos. As emoções e a intuição precedem seu pensar.

Meninos voltam para casa sem nada falar ou reparar, vão correndo para seus quartos e brinquedos. Meninas chegam, notam a nova planta na sala, e sem mesmo olhar, percebem e perguntam: mamãe, por que você está triste? E antes que a mãe responda, lhe entregam seu abraço, muitas vezes sem nada perguntar ou dizer. Sofrem quando veem uma dor, uma injustiça. Amam mesmo sem encontrar o amor, e precisam ser amadas.
Percebem de imediato que algo aconteceu. Notam coisas visíveis, mas também as invisíveis, notam sentimentos que inutilmente tentamos delas esconder, embora saibam como ninguém esconder os seus. Se a mãe recebe amigas elas conseguem, absolutamente do nada, sentir o que não foi dito, e cochichar: mamãe, por que fulana não gosta de você? Conseguem ler um tom de voz, olhares, intuem sentimentos. Impossível não lhes abrir o coração pois, quando seguras, chegam de coração aberto. Elas nos acolhem, nos compreendem, nos desvendam.

Têm um jeito de conseguir que deixa os meninos furiosos. Meninos argumentam, discutem, podem até ter razão, mas nem sempre conseguem o que querem. Meninas não discutem muito, esperam o momento, o jeito, as palavras certas, até encontrarem uma fresta em nossas resistências. E com sua meiguice de meninas, lutam, não desistem nunca. Melhor não discutir com elas, guerreiras perigosas com armas invisíveis. Lutam pelo que querem ou defendem, e geralmente vencem, para sorte dos meninos. Acho que às vezes até têm pena e mesmo raiva da lógica inútil dos meninos.

Observe o jeito de ser de duas meninas adultas e diga qual das duas já deu à luz. Difícil dizer, pois ambas têm o DNA de Mãe. Meninas de ontem, mulheres de hoje. E na dúvida, não pergunte qual delas é Mãe. Pergunte qual delas já tem filho.
São meninas, dão colorido e esperança ao mundo. São imprescindíveis. Já nascem Mães.

Este lindo texto foi escrito para homenagear todas nós mulheres/ mães, pelo meu amigo Luiz Arnaldo Cajado Moncau, do grupo #Trabalho60+ (10 de maio de 2020)
que com muita sensibilidade e carinho, desejou-nos assim desta forma, hoje logo cedo… um FELIZ DIA DAS MÃES… lançou-nos então este seu olhar poético … que chegou transbordado de afeto e amor. Muito obrigada meu amigo e que neste tempo de quarentena que estamos todos vivendo em isolamento social, desperte a alegria da vida que pulsa e está sempre em movimento dentro ou fora de nossos corações pelo mundo… e seja um dia de muita gratidão, conforto e de infinito amor .

UM FELIZ DIA DAS MÃES… especialmente neste tempo que estamos todos em isolamento social… Sou a mãe mais feliz do mundo 💐💓😍💝🤩🙏🏻

EMPREENDER DEPOIS DOS 50: uma questão de atitude…

Pensando na longevidade fase que me encontro agora, tenho descoberto muitas coisas novas e muito interessante. Este texto foi escrito por Mara Sampaio e nos traz uma ótima reflexão muito bacana sobre o que está acontecendo na longevidade atualmente, no quesito trabalho. Leiam: Um fenômeno que já havia se manifestado nos países desenvolvidos parece ter chegado para ficar no Brasil. Os Baby Boomers, pessoas que nasceram nos anos seguintes à Segunda Guerra Mundial, um dos momentos de maior taxa de natalidade da história, cresceram, amadureceram e hoje têm entre 56 anos e 74 anos. Esse grupo expressivo, dinâmico e guarda uma diferença importante em relação a seus pais e seus avós.

Ao contrário das gerações anteriores, que pareciam ter o objetivo de aumentar a população da Terra, eles não tiveram muitos filhos. Houve nas últimas décadas uma redução expressiva na taxa de natalidade e essa tendência, combinada com o aumento da expectativa de vida, teve como consequência uma elevação consistente na média etária da população. Para um país que sempre foi visto como jovem, chega a ser surpreendente constatar que, daqui há dez anos, mais da metade da população economicamente ativa do Brasil será composta por pessoas entre 50 e 59 anos. Caminhamos rápido para ser um país maduro.

Esse fenômeno demográfico é acompanhado por uma outra mudança, às transformações no mundo do trabalho. As portas das empresas parecem ter se fechado para as pessoas que chegaram aos 50 anos. A evolução tecnológica, o uso cada vez mais intensivo da Inteligência Artificial para a execução de tarefas e a difícil convivência com a nova geração acabaram contribuindo para que os ambientes corporativos acabassem se tornando inóspitos para a geração Baby Boomer.

TENDÊNCIA DO MOMENTO — Essa realidade tem colocado a sociedade em geral e os Baby Boormers em particular, diante de uma circunstância que não valia para as gerações anteriores. No passado recente, as pessoas que ultrapassavam a barreira dos 50 anos começavam a se preparar para a aposentadoria — um momento de inatividade que lhes daria tempo para as atividades de lazer que não tiveram tempo de realizar enquanto investiam nas carreiras. Hoje não é assim.

Além de mais joviais e com mais tempo de vida pela frente do que seus antepassados, as pessoas que alcançam a maturidade neste momento são ativas. Por necessidade de sobrevivência, por temperamento ou por estilo de vida, elas preferem se manter em ação. E como já não se adaptam mais ao mercado tradicional de trabalho, a escolha é empreender.

O número de pessoas maduras que seguem esse caminho é cada vez maior. Uma pesquisa recente realizada pelo Sebrae aponta que 23% das pessoas que se aposentam, continuam trabalhando. Outros 12% tornaram-se empresários e outros 8% têm intenção de ter seu próprio negócio. Além desses dados, há outros que comprovam o aumento do interesse dos sêniores por atividades empreendedoras. Quem frequenta os eventos voltados para as áreas de empreendedorismo, inovação e startups percebeu nos últimos meses um aumento expressivo de pessoas maduras interessadas em se lançar a uma atividade empreendedora. O empreendedorismo sênior é a tendência do momento.

QUESTÃO DE ATITUDE — Um detalhe que muitos não levam em conta é que a opção empreendedora não é, por si só, uma garantia de sucesso. pessoas com mais de 50 anos que hoje faz a escolha empreendedora foi preparada para trabalhar em grandes empresas e sempre teve como uma medida de sucesso profissional uma carreira especialidade com a permanência longa numa mesma empresa.

A transição da carreira corporativa para a vida empreendedora nem sempre é suave e não depende apenas da bagagem profissional acumulada ao longo da vida. Ela é importante, sem dúvida, mas está longe de ser o principal requisito para o empreendedor sênior. Para ter sucesso nessa nova jornada, mais do que as habilidades técnicas, a pessoa precisa desenvolver uma atitude empreendedora – habilidades comportamentais.

Iniciar uma carreira empreendedora, muitas vezes requer a descoberta das motivações pessoais para o trabalho — e essas motivações, ainda que incluam a necessidade de sobrevivência, estão relacionadas com a busca da transformação pessoal e plenitude. Se para esta geração, a atividade profissional era relacionada ao esforço e à dedicação, hoje está ligada a valores pessoais e propósito de vida. A chance de sucesso ao empreender será maior se a escolha levar em conta a qualidade de vida e a realização de antigas paixões, e para um número cada vez mais de pessoas, que contribua para melhorar o planeta para as futuras gerações.

 AS QUATRO HABILIDADES — a atividade empreendedora a partir dos 50 anos exige, além da bagagem profissional e da sabedoria adquirida com a maturidade, o desenvolvimento de pelo menos quatro habilidades que nem sempre estiveram presentes no repertório dessa geração. São elas:

A autoconfiança, ou seja, a capacidade de ousar e de assumir riscos para criar um negócio inovador.

A autonomia, que se refere à capacidade de tomar decisões em situações de incertezas para se adaptar ao mercado atual que vive em constante mudança.

A auto atribuição, que é a capacidade de se responsabilizar pelo processo e pelo resultado para que seja o empreendimento se torne sustentável.

A alteridade, que é a capacidade de entender os problemas do mundo pela perspectiva do cliente e agir para servi-lo com empatia.

Essas habilidades são fundamentais, mas ainda não são suficientes para assegurar o sucesso na vida empreendedora. Há uma série de fatores de mercado que interferem no resultado final e devem ser levados em conta. Sem elas, no entanto, o fracasso se torna uma possibilidade bem palpável — e esse não é o objetivo de ninguém com mais de 50 anos ao abraçar uma atividade empreendedora.

https://www.linkedin.com/pulse/empreender-depois-dos-50-uma-questão-de-atitude-mara-sampaio

MULHER AO CENTRO DA VIDA.

Chegou ao meio da vida e sentou-se para tomar um pouco de ar. Não sabia explicar. Não era cansaço, nem estava perdida. Notou-se inteira pela primeira vez em todos esses anos. Parou ali, entre os dois lados da estrada e ficou observando as margens da sua história, a estrada da vida ficando fininha, calando-se de tão longe que ia.
Estava em paz observando a menina que foi graciosa, cheia de vida. Estava olhando para si mesma e nem notou. Ali, naquele instante estava recebendo um presente. Desembrulhava silenciosamente a sabedoria que tanto pediu para ter mais.
Quando a mulher chega à metade da estrada da vida, começa lentamente a ralentar o passo. Já notou como tem gente que adora conturbar a própria rotina, alimentar o próprio caos? Ela não.
Não mais.
Deixa que passem, deixa que corram, a vida é curta demais para acelerar qualquer coisa. Ela quer sentir tudo com as pontas dos dedos, ela quer notar o que não viu da primeira vez. Senhora do seu próprio tempo.
Percebeu, à metade da vida, que caminhou com elegância, que viveu com verdade, que guiou a própria sombra na estrada em direção ao amor. E como amou! Amor por si, pelos outros, amou em dobro, amou sozinha, amou amar.

A mulher ao centro da vida traz a leveza que os anos teceram, pacientemente. Escuta bem mais, coloca a doçura à frente das palavras, guarda as pessoas com preciosismo. Aquela mulher já perdeu pessoas demais.
Ao meio da estrada, ela já não dorme tanto, mas sonha bem mais. Sonha pelo simples exercício de sonhar. Sonha porque notou que é o sonho que tempera a vida. Aprendeu a parar de ficar encarando as linhas do corpo. Seu espírito teso, seu riso aberto, sua fé gigante não têm rugas, nem celulite, sem encanação. Descobriu que o segredo é prestar atenção no melhor das coisas, nas qualidades das pessoas, nas belas costas que tem e deixá-las ao alcance da vista dos outros.
Sentada ali, ao centro da própria vida, decidiu seguir um pouco mais. Há mais estrada para caminhar, mais certezas para perder, mais paixão para trilhar. Não há dádiva maior do que compreender-se, que encontrar conforto para morar em si mesmo, que perdoar-se de dentro pra fora. Ao centro da vida ela descobriu que a gente não se acaba, a gente vai mesmo é se cabendo, a cada ano um pouco mais. Adoro esta crônica de Diego Engenho Novo, espero que você aprecie também.

A VIDA NÃO PODE SER SÓ PAGAR CONTA… É MUITO MAIS QUE ISSO…

Tem coisas que o padre Fábio de Mello diz que eu adoro, traz grandes reflexões… neste tempo de pandemia então, nem se fale… Nós estamos cada vez mais refletindo sobre a vida… O que realmente nos importa, como fazer pra resolver nossos problemas que estão surgindo agora e muitos deles vão aumentar ainda. Paciência, procurar manter a saúde física e emocional além do “fique em casa” são a palavra da vez. Não podemos mudar nada agora. Temos que ser criativos e inovadores em procurar encontrar soluções dentro das nossas possibilidades… sempre tem algo que podemos fazer… pense. Temos que procurar manter a calma. Saber esperar, que tudo passa. O que é mais importante pra nós agora? Já parou pra pensar nisso? Gratidão pela vida e pela saúde minha e dos meus, está pra mim agora em primeiro lugar. Eu sou grata! Sim, eu estou cuidando pra me manter saudável e me protegendo pra não pegar o tal do coronavírus já que me encontro no grupo de risco. E você como está se saindo? Concordo plenamente com Padre Fábio, e você o que acha? Leia:

Aprenda a nunca mais ser idiota…

A vida não pode ser só trabalhar e pagar conta. Seu casamento não pode ser somente cobranças e sexo. Seu relacionamento com seus filhos não pode ser só perguntar como foi a escola. Sua preocupação não pode ser somente suas finanças, sua academia e seu próximo apartamento.

Os dias estão passando muito rápido, os celulares estão consumindo nossos preciosos minutos de conversas, de carinho e de risadas.

Esse ano (2019) já vimos um jornalista dizer: chego em 10 minutos para almoçar e não chegou. Esse ano vimos um modelo tão entusiasmado para desfilar que o coração não aguentou. Alguém que foi descansar no mar… e não volta mais pra casa outro que foi só ajustar o ar condicionado da casa nova caiu e se foi.

Organize sua vida colocando prioridades que realmente importam no seu dia a dia.

Peça perdão, libere perdão, seja leve de espírito… beije na boca a quem você ama, abrace, conforte, chore junto, sorria mais ainda…

Não gaste energia com quem não quer o seu bem, politicos mentirosos, parentes e amigos falsos.. não perca tempo abrindo a sua boca para falar o que não edifica, a vida é muito curta para viver aborrecido.

Brinque com seus filhos, durma com eles, se lambuze ao cozinhar algo e divirta-se…

E busque ganhar dinheiro o suficiente somente para você ter segurança e um pouco de conforto, todo o resto é vaidade, é idiotice… um Dia a hora chega e quem viver, viveu.

O mundo precisa de amor, nos seus 4 cantos, é preciso darmos as mãos e fazermos essa corrente do bem…

Precisamos urgentemente liberar energias positivas e pensamentos amorosos”. Em casa agora todos estão tendo a oportunidade de conviver mais com os seus, se conhecendo e reconhecendo melhor: marido e esposas, pais e filhos… filhos e pais…

Temos que fazer deste tempo algo inesquecível no bom sentido, depende só das nossas escolhas. Bora pensar sobre isso.