Tavira é uma pequena cidade na costa algarvia, localizada na região sul de Portugal. É considerada a cidade mais romântica do Algarve e uma das mais agradáveis que eu gosto muito de vir passear, fica bem pertinho de Faro (25Km).
Estende-se ao longo do Rio Gilão, que chega ao mar através das entradas das lagoas do Parque Natural da Ria Formosa. Aqui, a vida segue o ritmo suave do Rio Gilão.
Tem um “centro histórico” muito bonito, que é composto por igrejas caiadas de branco, com ruas pequenas e praça. Suas ruas são como um labirinto de ruas de paralelepípedos, bom para se caminhar… Pudemos apreciar a calçada portuguesa, que serpenteiam por casas decoradas com os tradicionais azulejos portugueses. Dá pra se maravilhar com a sua arquitetura tradicional e bem preservada (como os típicos telhados chamados de telhados de tesouro ou de tesoura).
Tem ainda ao centro, o interessante Castelo Medieval de Tavira, que oferece vistas lindas da cidade.
A Igreja de Santa Maria do Castelo, muito interessante, alberga os túmulos de 7 cavaleiros mortos pelos mouros.
É uma pequena cidade pesqueira, Tavira combina dois elementos típicos do Mediterrâneo: arquitetura mourisca e praia de areias douradas.
As suas ilhas-barreira, que fazem parte do Parque Natural da Ria Formosa, têm algumas das melhores praias do país (de águas mais quentes no Algarve) e que são acessíveis por barco.
A Ilha de Tavira tem uma longa praia arenosa e salinas que atraem flamingos, colhereiros e outras aves pernaltas.
Tudo isto faz com que a cidade seja bastante parecidas por mim e pelos visitantes em geral; um destino perfeito para quem procura fazer umas férias que combinem cultura e praia.
“Estamos envelhecendo, estamos envelhecendo”, só ouço isto. No táxi, no trânsito, no banco, só me chamam de senhora. E as amigas falam “estamos envelhecendo” como quem diz “estamos apodrecendo”. Não estou achando envelhecer esse horror todo. Até agora. Mas a pressão é grande. Então, outro dia, divertidamente, fiz uma analogia. O queijo Gorgonzola é um queijo que a maioria das pessoas que eu conheço gosta. Gosta na salada, no pão, com vinho tinto, vinho branco, é um queijo delicioso, de sabor e aroma peculiares, uma invenção italiana, tem status de iguaria com seu sabor sofisticadíssimo, incomparável, é caro …. e é podre. É um queijo contaminado por fungos, só fica bom depois que mofa. É um queijo podre de chique. Para ficar gostoso tem que estar no ponto certo da deterioração da matéria. O que me possibilita afirmar que não é pelo fato de estar envelhecendo que devo ser desvalorizada. Saibam: vou envelhecer até o ponto certo, como o Gorgonzola. Estou me tornando uma iguaria. Com vinho tinto, sou deliciosa. Aos 50, fui uma mulher para paladares variados, aos 70 sou uma mulher para paladares sofisticados. Não sou mais um queijo Minas Frescal, não sou mais uma Ricota, não sou um queijo amarelo qualquer para um lanche sem compromisso. Não sou para qualquer um, nem para qualquer um dou bola, agora tenho status, sou um queijo Gorgonzola.
Uma curiosidade saborosa que eu conheci aqui na França, apresentada pelo meu genro… o “café gourmand”, é o que eu sempre peço.
Acredito que acaba acalentando o coração dos que, assim como eu, acabam indecisos (com tantas gostosuras) na hora de escolher o que pedir após uma refeição.
Um item interessante é que não há um padrão a ser seguido para todos os restaurantes – cada restaurante terá sua própria definição sobre o que acompanhará o café ou chá e, nesse ponto há apenas o padrão da casa que dificilmente muda.
Posso perguntar ao atendente o que compõe o café gourmand da casa e ele lhe explicará quais seriam as pétit pâtisserie ou dessert (pequenas sobremesas), que virá no seu pedido, pois no cardápio, normalmente não vem detalhado a composição da sobremesa, apenas vem escrito café ou thé gourmand. Muitas vezes serão servidas com mini versões das sobremesas do restaurante com café ou chá.
Quando entregarem o seu café ou chá, virá acompanhado com 4 mini sobremesas – a quantidade varia entre 3 e 5. Dentre essas mini sobremesas temos: tiramisù, crème brûllée (um clássico), sorvete, crepe, gaufre (waffle), brownie, foundant au chocolate (um bolinho mais cremoso, conhecemos como petit gateau no Brasil), canelle (um bolo pequeno e com uma massa mais dura, parece um pudim de pão), profiterole (tipo a Carolina que temos no Brasil e são recheadas com doce de leite, aqui usam sorvete ou creme), mini tortas, enfim, são coisinhas apaixonantes e deliciosas.
Preço:
Não acho os valores altos. Os preços de um café ou thé gourmand, variam de € 4,50 a € 7,00 (de quatro e cinquenta a sete euros). Vale a pena experimentar… e compartilhar (se achar muito, rsrsrs).
História:
Sobre o “nascimento” do café gourmand e nem mesmo os restaurantes sabem dizer muitos detalhes, mas os textos que encontrei, remetem seu surgimento em meados dos anos 50, na cidade de Paris com a ideia de “suprir, concorrer ou ganhar” o público em relação ao famoso “chá da tarde inglês”. E, por aqui há duas versões da sobremesa, as mais comuns se assim posso dizer são: o café e o thé gourmand (café ou chá gourmand).
A tradução da palavra gourmand nada mais é do que guloso.
Entramos em contagem regressiva. Faltam dois dias para terminar o ano.
É tempo de balanço.Tempo de pensar nos projetos que deram certo. Naqueles que colocamos de lado, em banho maria. E nos que não sairam como planejamos. Mãos a obra 💪🏻
É tempo de (tentar) aceitar as perdas. E acolher os lutos. Pequenos ou grandes. Aqueles que ainda estamos passando e os que já estão resolvidos dentro de nós. Há lutos que levamos pendurados e precisam de um ponto final. Tudo tem o seu tempo, inclusive o luto. É preciso respeitar os tempos de cada pessoa, mas também é importante cuidar para não se perder no luto. Tudo passa! O tempo não volta, por mais que reverenciemos ficam apenas as boas lembranças. É preciso seguir em frente, por mais desafiador que possa parecer… aprender novas coisas, reinventar-se! E nos tornamos pessoas bem mais fortes e melhores, cheio de redescobertas boas.
É tempo de fazer projetos. Projetos de curto prazo. Projetos de um ano ou mais. Ou projetos que mudem radicalmente a vida. Esses próximos dias são um bom momento para sonhar e planejar projetos de todos os tipos. Aqueles que estão no campo da utopia e aqueles que podem ser construídos pouco a pouco. Redefinir metas e definir propósitos!
Nestes últimos dias do ano também gosto de estar em casa. De abrir gavetas, separar para doar roupas que não quero usar mais… e de ver fotos antigas e (re)descobrir o que tenho guardado. É tempo de avaliar o que está na hora de trocar ou jogar fora. Mudar algumas fotos de lugar, atualizar os meus porta retratos… Renovando tudo e melhorando a decoração geral dos ambientes da minha casa. Fazer a energia fluir melhor!
Um desses dois dias reservo um tempo para mexer nas plantas, colocar terra nova, adubar, podar, regar e colher alguns frutos.
Reservo tempo também para (re) encontrar as amigas. Tanto presencial como virtual. Para tomar café, contar histórias e sonhar juntas, apesar dos desafios do mundo do cuidado. É bom esquecer da hora enquanto conversamos e damos risada, mesmo que algumas delas vivam em diferentes locais do país.
E há uma noite para assistir um novo filme no cinema ainda em 2024…. ou maratonar em casa numa série na Netflix, com direito a pipoca, como um ritual. Algumas vezes com os netos pertinho.
Em tempos de final do ano também é essencial ter momentos para não fazer nada. Eu já comecei…
E você, já decidiu o que vai fazer por você neste final de ano?
By Cosette Castro acrescentando comentários Bia Perez
O que mais nos dói e atrapalha na morte de quem amamos, de imediato, é o desaparecimento súbito do corpo. Essa repentina falta de assunto para os olhos físicos, bem acostumados que são com o tom da pele, o jeito dos cabelos, os diferentes desenhos de sorriso para cada contexto, a linguagem do olhar, a expressão corporal que cada um tem para falar e silenciar. E também o som da risada, o registro da voz, a textura do abraço, músicas que os sentidos ouvem e correm pra contar para o coração.
Fica, de cara, uma ausência esquisita. Esse estranho fechamento das cortinas quando o show continua a acontecer para nós. Essa inexistência física de um lugar para onde ir que nos permita encontrar o que habitualmente encontrávamos. Até nos darmos conta de que existem outros olhos para ver, a tristeza nos perturba. E dói. Dói muito.
Depois que a minha avó morreu, muitas vezes eu me flagrei tirando o telefone do gancho no ímpeto amoroso de ligar para ela para dividir alguma alegria ou algum desconcerto, como eu sempre fazia. Era um embaraço constatar, segundos depois, ao ouvir o sinal da linha, que, pelos meios materiais, não havia um número para o qual eu poderia discar e ela pudesse atender com a voz que era dela. Aquela pergunta rotineira que somente ela fazia: “tudo azul com bolinhas brancas?”
Somente o tempo me trouxe o conforto de aprender a encontrá-la no meu coração. De ouvir as coisas que ela certamente me diria se pudesse me dizer. De ver e sentir o seu sorriso tão nítido, tão próximo, na minha memória, que faz tudo ficar ensolarado, mesmo quando é cinza o céu do meu momento. Ninguém morre quando continua no outro. Mas só o tempo nos ensina o caminho dessa mágica do amor. Só o tempo, esse cicatrizante.
Hoje eu escolhi não reclamar, Da casa que está desarrumada, porque ao contrário de muitas pessoas, a casa delas nem existe mais. Dos meus cães ou gatos enchendo a casa de pelos, porque muitos vão procurar os seus e nunca mais vão encontrar. Da roupa que não posso lavar, muitos só tem uma hoje pra usar. Da umidade que não seca nada por falta do sol, muitos nunca mais poderão vê lo brilhar. Eu não vou reclamar de ter de ficar dentro de casa, seca, quentinha por causa da chuva, por causa do calor, por causa de simples desconforto… porque ao contrário de mim, existem pessoas em cima do telhado, molhados e com frio sem ter certeza se e quando irão sair dali. Eu hoje decidi não reclamar, decidi AGRADECER.
(Autor desconhecido)
Obrigada Senhor! Pela vida… e por tanto que eu tenho 🙏🏻 e me perdoe por muitas vezes não dar o devido valor!
Sejamos gratos e que possamos sempre ter bênçãos de Deus sobre nossas vidas. 🙏🏻
Acompanho o site da Eurodicas a muito tempo, desde que comecei a querer morar em Portugal, depois da nossa aposentadoria. Já iniciamos nosso processo de mudança… Neste artigo, da Eurodicas eles abordam sobre as angústias da pessoa neste processo de imigração, tanto do lado bom como do lado cheio de dúvidas. Me trouxe algumas reflexões que achei importante compartilhar aqui com vocês. Leiam:
A imigração é um processo que envolve uma grande transformação na vida de uma pessoa e por conta disso, pode desencadear reações significativas, especialmente durante os primeiros momentos no novo país. O período do início da imigração é marcado por diversas descobertas, algumas são gratificantes, enquanto outras podem ser extremamente estressantes.
É comum o imigrante passar por uma fase chamada “lua de mel”, na qual o estrangeiro se sente encantado com sua nova casa e radiante pela realização de um sonho. No entanto, também é possível vivenciar uma fase de sentimentos intensos de insegurança e medo do desconhecido, mesmo que tenha se preparado e desejado profundamente esta mudança.
Você pode estar se perguntando: como podem surgir sentimentos tão opostos em um mesmo momento? E é justamente sobre isso que irei falar nesta coluna.
A fase da lua de mel
A sensação de viver a “lua de mel” se assemelha ao sentimento de um turista, pois a sua identidade continua enraizada no Brasil. Nesse período, o imigrante sente um forte desejo de explorar e aproveitar tudo que a cidade tem a oferecer.
Frequentemente ele experimenta emoções profundas ao viver algo que antes apenas imaginava. É um momento marcado pela curiosidade e vontade de experimentar muitas coisas diferentes ao mesmo tempo.
É fundamental para o estrangeiro nutrir a curiosidade e criar afeto pelo seu novo país. Isso pode facilitar a interação com novas pessoas e proporcionar uma compreensão mais profunda da história daquele local, contribuindo assim para tornar a adaptação mais leve. No entanto, é importante ser cauteloso, pois toda lua de mel eventualmente chega ao fim.
E depois da lua de mel?
Com o decorrer das primeiras semanas, a empolgação inicial começa a diminuir, dando espaço a uma nova rotina. O imigrante, que antes se sentia como um turista, percebe que não saiu do Brasil para simplesmente tirar férias e que a vida no exterior também tem os seus desafios e imperfeições.
Para aqueles que estão vivenciando esse momento, é necessário estar consciente de que a fase da lua de mel inevitavelmente chegará ao fim. Alguns podem interpretar isso como uma adaptação mal sucedida ou um retrocesso, mas, na realidade, isso faz parte do processo.
A adaptação não segue um caminho, é um linear, e o término da lua de mel indica que você está começando a compreender a dimensão dessa mudança, deixando de se sentir um turista para assumir o papel de um estrangeiro de fato.
A fase da insegurança
Não é o caso de todos os imigrantes experimentarem a fase de lua de mel, muitos chegam no novo país com preocupações e inseguranças. A decisão de migrar ou a própria viagem podem ser fontes de estresse por si só. Somando isso a todas as burocracias que geralmente precisam ser resolvidas nesse período, o sentimento de medo do desconhecido e a exaustão podem surgir de forma muito intensa.
As questões burocráticas, as barreiras de comunicação, a sensação de solidão e a busca por moradia ou emprego são alguns dos fatores que podem desencadear medo e ansiedade entre os recém chegados. Todos esses desafios são amplificados pela falta de experiência em relação ao funcionamento dessa cultura.
Mesmo que o imigrante busque informação, a realidade do dia a dia e o contato direto com essa comunidade pode ser bastante assustador.
Consequências da insegurança
A insegurança é uma emoção natural, principalmente quando se está diante a uma situação nova.
Porém, esse sentimento em excesso pode causar sofrimento e questionamentos sobre a decisão de se mudar. Em alguns casos, o imigrante pode se sentir tão sobrecarregado ao ponto de ficar paralisado, ou seja, encontrar dificuldades significativas em cumprir obrigações importantes, o que pode agravar ainda mais sua sensação de medo.
O medo intenso ao longo prazo pode levar o estrangeiro a sentir-se incapaz de se integrar à nova cultura e até mesmo a lamentar ter deixado o seu país de origem. Quanto mais se entrega ao medo, menos conseguirá se conectar com o novo país, prejudicando assim o seu processo de adaptação.
São os desafios diários na vida do imigrante que o fazem sentir-se mais integrado, pois cada obstáculo superado o leva a aprender o que é necessário para se adaptar. É crucial assumir riscos e tomar decisões difíceis, mesmo sentindo medo, para estabelecer sua própria rotina e reconstruir sua identidade como estrangeiro.
É possível viver a lua de mel e a insegurança ao mesmo tempo?
Algumas pessoas também experimentam uma oscilação entre a fase de lua de mel e os sentimentos de insegurança, o que pode ser bastante confuso. Uma dúvida comum é:
Como é possível estar encantado com o país e, ao mesmo tempo, sentir medo de viver aqui?
O fato é que, durante esse estágio inicial de mudança, coisas boas e ruins podem acontecer, e por isso surgem sentimentos confusos e diferentes. É fundamental que você procure compreender suas emoções e de onde elas surgem, a fim de dar um significado a elas.
É completamente possível e natural viver sentimentos opostos em um curto período de tempo, especialmente quando se está passando por uma mudança significativa na vida. Quando você toma consciência dessas emoções, consegue diferenciar o que te traz alegria, como a sensação de explorar e conhecer novos lugares, e o que te causa angústia, como a saudade da família, por exemplo.
Dessa forma, você poderá compreender que esse processo pode ser simultaneamente doloroso e gratificante. Nós costumamos simplificar nossos sentimentos e escolhas, como se houvesse apenas respostas certas ou erradas, quando, na realidade, há o meio-termo. Esse equilíbrio é crucial para lidar com os desafios e apreciar as realizações ao longo da sua jornada como imigrante.
Como lidar com esses sentimentos?
Uma forma de cuidar da sua saúde emocional, nos últimos dias no Brasil e também nos primeiros dias no exterior, é alinhando as suas expectativas. Isso pode ser benéfico tanto para lidar com as surpresas agradáveis quanto para enfrentar os desafios inesperados.
Compreender quais sentimentos podem surgir durante esse momento pode ser útil para antecipar e se preparar de maneira mais eficaz, reduzindo assim a probabilidade deles te surpreenderem. Ao estar ciente das possibilidades, é possível tomar medidas preventivas para evitar o surgimento de emoções intensas e negativas.
Procurar informações na internet e ler relatos de imigrantes é uma ótima ferramenta para se preparar emocionalmente e adquirir um entendimento mais profundo sobre esse processo. A tecnologia é uma grande aliada para nós imigrantes, tornando mais simples a busca por apoio e a descoberta de comunidades onde é possível compartilhar experiências semelhantes às suas.
Outra dica essencial é estar consciente de seus próprios limites, identificar suas áreas de dificuldades e força, para reconhecer suas necessidades e, se for preciso, procurar auxílio de um profissional da saúde mental caso essa transição esteja se tornando muito dolorosa para você. Há terapeutas especializados nesse processo de adaptação de imigrantes que podem desenvolver um plano de tratamento personalizado, considerando suas necessidades individuais.
Não deixe de procurar ajuda, pois este é um momento que pode ser bastante delicado em nossas vidas, e muitos dos maiores desafios na adaptação a um novo país estão relacionados à saúde mental. Portanto, não deixe de incluir o autocuidado em seu planejamento de mudança para uma adaptação mais tranquila.
Deixe de lado essa timidez boba. Tenha orgulho das suas marcas de vida e de idade. Tenha orgulho da sua imagem, das fotos e do que vê no espelho.
Tenha orgulho de se mostrar ao natural. Seja feliz com seu corpo. Seja feliz com as suas celulites, com as suas estrias, com suas pintinhas, com os seus peitos pequeninos ou grandões. Seja feliz com a sua bundona ou com a sua bundinha.
Não filtre-se.
Fotografe-se.
Seja você e ponto. Sem stress, sem exigências demais e sem carências imaginárias. Esse rosto perfeito que todos buscam, na verdade ninguém tem.
Seja feliz com o seu!
Seja feliz com seus dramas, com a sua semana de TPM, com seus choros sem porquê, com a sua sensibilidade à flor da pele, com suas gargalhadas malucas e com as marcas de vida e de idade.
Não tenha pretensão nenhuma de ser perfeita. Não se importe com o quanto pesa, nem com o quanto mede, nem com o quanto ganha. Não importa seu rosto, seu corpo ou suas proporções.
Nada faz uma mulher mais bela, do que ela mesma acreditar que é linda.
Você sabe que não é nenhuma miss, mas isso importa? Curta seus 20, seus 30, assuma seus 40, seus 50, orgulhe-se dos seus 60 ou mais anos.
A beleza com o tempo aumenta para quem acredita que ser belo é ser feliz. O charme não está em números ou aparências: Ele fica é na essência da alma.
A sua beleza está nos detalhes, que talvez você nem saiba que possui.
Ignore os que te apontam e pare de tentar parecer com quem você não é. Seja real e viva sua realidade. Procurando lá fora você estará em busca de algo que talvez nunca encontre. O essencial só se descobre quando se olha pra dentro.
O superpoder da aceitação e a força da autoestima te transformarão na mulher mais formosa e bela do mundo. Você só precisa se aceitar bem.
O segredo da beleza é amar o que já tem. Não filtre-se, seja você e pronto. Se reprimir por conta de pensamentos bobos da cabeça dos outros? Não faça isso e nem seja mais tímida.
Gostei muito deste artigo de Júlia Pazzini, leiam:
Maturidade cerebral: nove passos para uma mente lúcida e ativa – Júlia Pazzini
Manter o cérebro ativo e saudável na maturidade é fundamental para preservar a cognição, a memória e a qualidade de vida.
À medida que envelhecemos, é natural que ocorram algumas mudanças no funcionamento cerebral, mas existem estratégias que podem ser adotadas para promover a saúde cerebral e manter a mente ágil e alerta:
1 – Exercícios físicos regulares. 2 – Alimentação saudável. 3 – Estimulação do cérebro com atividades cognitivas diferentes. 4 – Socialização. 5 – Sono de qualidade. 6 – Gerenciamento do estresse. 7 – Check-ups regulares. 8 – Aprendizado de coisas novas e desafiadoras. 9 – Redução de hábitos prejudiciais.
Como você tem cuidado do seu 🧠?
Acha importante cuidar do ser integral: corpo, mente, espírito?
São dicas da professora Dra. Thais Bento Lima da Silva , que aconteceu através do projeto Trabalho 60 + , então achei importante compartilhar esses pontos.
Como a Thais disse: “pequenas mudanças no estilo de vida podem fazer uma grande diferença na saúde cerebral a longo prazo”. Comece o quanto antes.
Então…..conte aqui como você mantém seu cérebro ativo e saudável, divida com a gente suas dicas.