MUDAR PARA PORTUGAL COM MAIS DE 50 ANOS. EXPERIÊNCIA DE MARCOS FREIRE.

Durante este meu período de planejamento para me mudar para Portugal, depois dos 60 anos… pesquisei sobre vários assuntos. Sobre o custo de vida, considerando desde onde iria morar, suas despesas gerais até sobre a minha formação, me informando como fazer para revalidar meu diploma. Confesso que aposentada, não tinha certeza se gostaria de trabalhar ainda por lá ou estudar. Mas queria deixar tudo organizado para poder fazer minhas escolhas com mais autonomia e segurança.

Acompanho muito o site da Eurodicas, e compartilho com vocês algumas reportagens, como está agora 👀 de Marcos Freire. Muito bom. Importante saber que eu quero estar aberta para novas experiências, fazer muitas descobertas com uma melhor qualidade de vida. Mas, com atenção a como são as coisas por lá. Estou atualmente organizando minha papelada escolar, muitas empoeiradas, até esquecidas… se tornando vivas novamente. Me reiventando dia a dia, ousando me mudar depois dos 65 anos, bem planejado… tudo isto para ficar mais perto de meus filhos que moram na Europa: Paris e Londres.

Leiam: Quem já leu meus outros artigos, (especialmente o primeiro deles, onde conto um pouco sobre o nosso processo de mudança para Portugal) sabe que quando cheguei aqui na terrinha já tinha mais de 50 anos de idade e era (e ainda sou) totalmente ativo profissionalmente. Ou seja, não viemos como aposentados (ou reformados, como dizem por aqui). Ao contrário, queria muito trabalhar, tanto por prazer pessoal quanto por necessidade mesmo. Aliás, não dizem que os 50 são os novos 30 ou 40 anos?

Então, os “cinquentões” ainda tem muito a produzir, a criar, a ensinar e a aprender no mercado de trabalho. Mas, é fácil se inserir no mercado de trabalho partindo praticamente do zero? Não, não é. Quem sabe minha trajetória profissional (e a de outros imigrantes com quem eu convivo e que estão na mesma faixa etária) possam ajudar ou dar alguns caminhos para aqueles que também querem emigrar com mais de 50 anos de idade.

Saiba como foi mudar para Portugal com mais de 50 anos

Claro que vale repetir: minhas escolhas talvez não façam sentido para todos. Meus receios podem não ser os mesmos de outras pessoas. Os sapos que decidi engolir podem não passar por outras gargantas. Minhas alegrias igualmente podem não fazer nem cócegas em outros corações.

Mas a mensagem é a seguinte: sempre é tempo para reescrever uma nova história de vida e não há receita única. E Portugal pode realmente ser um lindo cenário para as novas experiências.

Portugal tem uma grande população acima de 50 anos de idade

Ninguém precisa se sentir deslocado por ter 50 anos ou mais quando chega em Portugal. O país já é um dos que tem a idade média mais alta de toda a comunidade europeia. Dados oficiais mostram que 22,1% da população portuguesa tem mais de 65 anos de idade, praticamente empatado com Grécia e Finlândia (ambos com 22,3%), todos os três perdendo apenas para a Itália (23,2%).

Há 20 anos, esta faixa etária da população portuguesa ficava em torno de 16% do total, o que mostra como o envelhecimento tem sido muito maior do que o número de nascimentos.

Se considerar a faixa etária a partir dos 50 anos, este grupo populacional representa mais de 40% de todas as pessoas que vivem no país.

Neste ritmo, a projeção é que Portugal passe a ser o país mais “envelhecido” da Europa por volta de 2050, praticamente empatado com Grécia e Itália, todos com quase 34% da população passando dos 65 anos de idade.

Muita gente acima de 50 anos no mercado de trabalho

Logo que chegamos, fiquei encantado com a quantidade de pessoas mais velhas trabalhando. Via isso sob a ótica de que era positivo existir um mercado de trabalho aberto a essa faixa etária.

Professores e professoras do meu filho eram mais velhos, funcionárias da escola eram mais velhas, motoristas de táxi eram mais velhos.

Senhoras vendendo peixe nas suas barracas na calçada, outras tantas no mercado municipal, alguns varrendo a rua, caixas de supermercado, balconistas nos cafés, garçons nos restaurantes e por aí vai.

Não deixa de ser positivo, mas hoje já vejo que tinha uma certa miopia e muito romantismo nesse meu deslumbramento.

Trabalhar é importante, sem dúvida, mas muitos daqueles que estavam ainda pegando pesado em trabalhos bem operacionais preferiam estar com a vida mais tranquila.

Talvez cuidando dos netos, da horta, passeando ou até mesmo viajando. Ou seja, não trabalhavam porque queriam, mas porque ainda precisavam, mesmo já tendo dedicado algumas décadas da vida ao trabalho.

Idade para aposentadoria em Portugal

Hoje, a idade normal para pedir a reforma é aos 66 anos e 6 meses de vida.

A idade é ajustada a cada ano  (dependendo de variações, por exemplo, na expectativa de vida da população) e ao menos 15 anos de contribuição para a  Seguranca Social. Mas quem não conseguiu guardar regularmente algum dinheiro ao longo da vida de trabalho terá certa dificuldade com os valores baixos, na média, pagos aos reformados.

Para os brasileiros, os acordos entre os dois países permitem que o tempo de trabalho e de contribuição no Brasil possam ser considerados no cálculo em Portugal , seguindo alguns critérios. As vantagens (ou não) para quem quiser seguir por este caminho precisam ser bem avaliadas, mas é sempre bom contar com esta alternativa.

Oportunidades para quem passa dos 50 anos

Acompanho com frequência as postagens no LinkedIn, a rede de contatos profissionais, e vejo muitas discussões sobre a dificuldade de os profissionais com mais de 50 anos se recolocarem nas grandes empresas do Brasil, mesmo tendo ótimos currículos.

E o olha que nosso país é sede de muitos e imensos grupos empresariais, além de ter também inúmeras médias e pequenas empresas.

Quando olhamos para Portugal, vemos que o mercado de trabalho é o realmente muito menor, até mesmo pelo tamanho do país e da população. Além disso, algumas das multinacionais que atuam na Península Ibérica tem seus maiores escritórios cruzando a fronteira, na Espanha, de onde gerem os negócios. Muitas mantém escritórios ou representações menores em Portugal.

Mas, claro, há também grandes grupos empresariais portugueses, grandes profissionais e um mercado dinâmico. E uma grande vantagem: enquanto o desemprego no Brasil gira em torno de 14%, em Portugal fica mais ou menos na metade disso.

Também existem dificuldades no mercado de trabalho português

Mas a dificuldade não é apenas por já termos 50 anos ou mais. Há algo que funciona por aqui exatamente como no Brasil: rede de relacionamento!

E isso, para quem está chegando em um país novo, é uma grande desvantagem. Mesmo que alguns contatos já tenham sido feitos quando ainda estavam no Brasil, os brasileiros que chegam aqui em busca de alguma oportunidade vão sentir bem o peso de ter que começar uma nova rede de contatos no campo profissional.

Por aqui, ter uma boa “cunha” (o que para nós é aquele amigo ou conhecido que pode abrir algumas portas ou dar aquele “empurrãozinho”) ajuda bastante.

Por mais que as empresas estejam abertas a receber os currículos por email ou pelo website, quando a indicação vem de alguém conhecido o peso é realmente muito maior. E quando se tratam de empresas menores, muitas delas familiares, ter alguém que indique faz toda a diferença.

Ter uma rede de contatos facilita a busca

Na prática, nada de ficar em casa mandando o CV pela internet a espera de algum retorno. Até pode ser que funcione, mas o negócio é mostrar a cara, literalmente.

Tanto vale deixar o CV pessoalmente em locais onde se pretende buscar uma oportunidade. Pode ser no hotel em que acha que pode ter uma vaga, na fábrica, no restaurante, no café, no bar, na loja. Puxar conversa com as pessoas e mostrar que tem interesse em trabalhar ajuda bastante no primeiro momento.

Nas cidades menores o processo pode ser mais fácil

Em uma cidade pequena, a estratégia funciona ainda mais. Todos costumam ser bem receptivos, pois sabem a importância do trabalho.

O motorista de táxi pode dar dicas, a caixa do supermercado talvez saiba onde estão precisando de gente, e assim por diante. Uma boa caminhada pela cidade, mesmo nas grandes, pode oferecer um mundo de oportunidades. Mantenha os olhos abertos para ver nas montras (as nossas vitrines) os cartazes pedindo colaboradores.

Claro que as grandes empresas ou multinacionais não vão contratar gerentes ou diretores com cartazetes na porta, mas para elas também vale a rede de relacionamento.

Falo com experiência de quem, por via das dúvidas, já mandou currículos para praticamente todos os grandes grupos portugueses, simplesmente utilizando a tradicional aba “Trabalhe conosco” dos sites, sem receber, na maioria dos casos, qualquer retorno.

Ou, apenas aquele retorno do tipo “Obrigado, mas seu perfil não se encaixa nas oportunidades que temos”. E tudo bem, isso também faz parte do jogo.

Equivalência do diploma em Portugal

Quando decidimos mudar de país, veio conosco o desejo de também buscar coisas novas no campo profissional. Talvez por justamente já ter mais de 50 anos e ter me sentido realizado profissionalmente em vários momentos ao longo da carreira, não me preocupei muito em continuar apenas na mesma trajetória, na mesma área, fazendo as mesmas coisas.

Claro que isso é um sentimento muito particular e entendo perfeitamente aqueles que chegam como engenheiros ou advogados por exemplo, e buscam seguir avançando aqui exclusivamente na mesma carreira.

Talvez por esse meu “desapego” profissional, deixei de fazer algo que pode tornar a vida um pouco mais difícil: pedir a equivalência do diploma universitário. Ou seja, meus diplomas de Jornalismo pela PUC-SP, de Administração pela FGV-SP, e de MBA pela Fundação Dom Cabral pouco valem por aqui.

Mas nunca deixei de trabalhar por causa disso. Porém, claro, foram em áreas e circunstâncias em que os diplomas não foram necessários.

Validar seu diploma é fundamental

Uma vez, pouco depois de ter chegado por aqui, estive no Centro de Emprego e Formação Profissional, uma instituição que apoia os desempregados, dá orientação sobre o mercado de trabalho, oferece cursos de formação e aperfeiçoamento.

Queria entender melhor esse novo ambiente em que eu estava chegando e me cadastrar. Quando preenchi meu cadastro, pediram minha formação e eu, todo orgulhoso, soltei tudo o que tinha feito.

Aí veio a pergunta: “você validou ou pediu equivalência destes diplomas aqui em Portugal?”. Não, respondi. “Então vou ter que colocar aqui que você sabe ler e escrever, pois não tenho nem como dizer que você terminou o ensino médio”. E assim está.

Para eles, sei ler e escrever (pensei em dizer que também era bom de tabuada, mas achei que não ia ajudar). Não posso criticar, pois eu não fiz – ainda – a minha “lição de casa”.

Muita atenção ao reunir a documentação necessária

Por isso, dependendo do que pretende fazer profissionalmente em Portugal, lembre de colocar na bagagem toda a documentação necessária para acertar os seus diplomas, o que inclui até mesmo o seu histórico escolar do ensino médio, aquele que você, se já tiver passado dos cinquenta anos de idade, terminou há mais de 30 anos. E “apostilar”, para ter validade lá.

Vale lembrar também que há uma série de profissões em que há acordos com as entidades que representam as categorias profissionais (como OAB e CREA), o que pode tornar tudo mais fácil. Embora esteja ocorrendo algumas mudanças, importante se informar sobre a situação atualizada lá no país. Tudo deve ser apostilado.

Podemos mais do que imaginamos

Darwin já dizia que sobrevivem aqueles com maior capacidade de adaptação, não obrigatoriamente os mais fortes.

Chegar em um novo país e seguir firme nesta nova vida é realmente um grande experimento “darwinista”. Já cruzei com gente muito confiante, forte, mas cheia de restrições do tipo “isso eu não faço” ou “só trabalho na minha área”.

E esses tendem a ser os primeiros a desistir da ideia de uma vida realmente nova. Tirando, naturalmente, coisas que vão de encontro aos nossos princípios morais e éticos, estar aberto ao novo (principalmente para quem tem mais de 50 anos) pode ser a linha que separa o sucesso do fracasso nesta empreitada.

O lado bom de encarar os novos desafios e apostar na resiliência: descobrimos que somos bons em muita mais coisas do que imaginávamos e que também gostamos e nos divertimos com atividades que até então pareciam nem passar por perto do nosso repertório. É quase como aquele prato que não gostamos de comer, sem nunca ter experimentado. Um dia, na casa de alguém, com certa cerimônia, acabamos comendo e até gostando.

Ou quando a fome aperta e a gente descobre que está num pequeno restaurante de estrada, no meio da noite, e que provavelmente não terá nada aberto até o dia seguinte. Comemos e ainda fica aquela sensação de que “até não é tão ruim assim”.

Encarando novas experiências

Desde que cheguei, vim disposto a abrir meu leque de opções profissionais. Descobri a hotelaria, trabalhei em café e em fábrica.

Confesso que me diverti muito em todas essas experiências. Serão novas carreiras? Vou crescer do ponto de vista de cargos? Provalvelmente não. Mas, como disse, não é isso que me move hoje.

Simplesmente fui me adaptando e encaixando o que eu já tinha de habilidades às novas demandas que foram surgindo. E tudo isso sem “trair” meu amor pela comunicação, pois continuo a escrever (você está lendo esse artigo, não?), criando conteúdos para redes sociais, colaborando pontualmente com agências de comunicação no Brasil.

E assim como eu, há outros brazucas “cinquentões” (ou até mesmo na casa dos 60, 70 anos) que se reinventam, decidem empreender. Há lojas de roupas e pratas, cafés, um variado comércio (virtual ou físico) de coxinhas, pão de queijo, pizza, feijoada, produtos brasileiros em geral. Todos com nossos conterrâneos, tanto no atendimento quanto na gestão.

Os que vão para as fábricas, dirigem caminhões (os “pesados”, como se diz por aqui), e que vão ter contato direto com o público nos cafés e nos restaurantes (diga-se de passagem que o jeito mais expansivo do brasileiro casa muito bem com os cafés e restaurantes), vão vender imóveis. São diversas as possibilidades!

“Ah, mas eu sou engenheiro formado pelo ITA e quero uma oportunidade na minha área”. Ok, vale tentar sim. Mas não deixe de olhar para tantas portas que se abrem e que podem parecer tão “nada a ver” e que, no final, nos realizam tão ou mais do que o modelo ao qual estávamos acostumados.

Nem tudo é trabalho

Claro que trabalhar é importante, principalmente se você não tem uma fonte de renda no Brasil que, dividida por mais de seis, possa te dar o conforto que você quer aqui na Europa. Nunca é demais lembrar que aqui gastamos em euros. Mas nem tudo gira em torno do trabalho, felizmente.

E para nós, os 50+, Portugal tem muito a oferecer. Nem vou falar sobre segurança, tranquilidade, porque teria pouco a acrescentar a tudo que é falado em todos os sites e portais, por exemplo. Mas a tranquilidade e a segurança fazem realmente a diferença para que tenhamos vontade de fazer uma série de coisas que, por receio ou medo, fomos deixando de lado no Brasil.

Posso falar com conhecimento de causa sobre andar de bicicleta, por exemplo. Eu já estou mais para os sessenta do que para os cinquenta e adoto a bicicleta para praticamente tudo o que faço. Do trabalho ao supermercado, dos passeios pela cidade até às pedaladas mais longa para conhecer o país. Já pedalava no Brasil, é verdade, mas aqui a sensação de segurança é muito superior. Vivo numa cidade pequena, o que ajuda.

Talvez, para a turma de Lisboa e do Porto, os cuidados tenham que ser maiores, mas os riscos estão bem longe daqueles de São Paulo. Aos finais de semana, principalmente, cruzo com pelotões de ciclistas na beira da estrada, grande parte deles já com cabelos brancos.

Os cafés na praia do Furadouro, perto de casa, ficam cheios de bikers. Vez ou outra ponho a magrela no comboio e vou até o Porto, para depois voltar pedalando para casa, sempre cruzando com “velhinhos” sobre duas rodas.

Qualidade de vida no dia a dia

No dia a dia é a mesma coisa: senhoras de bicicleta indo trabalhar no hotel, outras indo ao mercado, muitos avós e avôs indo buscar os netos na escola na companhia da bicicleta. Sem contar os mais aventureiros que viajam de bike.

Há pequenos grupos de holandeses, alemães, espanhóis e mesmo de portugueses (todos com mais de 50 ou 60 anos) que costumam pernoitar no centro da cidade como parte do roteiro que se inicia no Porto e, para os mais corajosos, pode terminar em Lisboa.

Ah, para quem não se sente seguro para se equilibrar nas magrelas, há um projeto muito interessante em algumas cidades de Portugal, o “Pedalar sem idade“.

E não é só pedalando que a gente se diverte por aqui. Caminhar é outra daquelas atividades que fazemos em Portugal com muito mais leveza e tranquilidade.

Ninguém vai pular no seu pescoço para roubar seu celular, por exemplo. Conhecer Portugal andando é um grande prazer. E nós, os velhinhos, estamos por todos os lados. E não falo apenas dos turistas. Os compromissos da rotina diária, principalmente nas cidades menores, podem ser encarados sem necessidade do carro. As distâncias são menores, é tudo perto.

Sem contar que eu não me canso de olhar encantado para a cidade onde moro, mantendo aquela sensação de quem está vendo pela primeira vez aquelas casas com fachadas azulejadas.

E no Porto, então? Quem desce lá da Universidade do Porto, passando pela livraria Lello, se deslumbrando com a estação São Bento, caminhando pela rua das Flores (com direito a um café com pastéis de nata), se perdendo nas vielas até chegar à ribeira do Douro vai cruzar pelo caminho com muita gente mais velha, andando sem preocupação com segurança, desfrutando as belezas da cidade (e pra descer, todo santo ajuda…).

É possível aproveitar Portugal de diversas formas

Portugal tem isso de bom. É tudo muito perto, o que também favorece as viagens curtas, muitas vezes de bate-e-volta no mesmo dia. Esses pequenos passeios fazem parte da nossa rotina e sempre vejo pessoas mais velhas nos parques que conheço, nos novos restaurantes que vou experimentar, nos centros históricos, nos museus.

Vale ressaltar que o preço dos combustíveis e dos pedágios (portagem, como fala-se aqui) não é dos mais baixos, o que também torna as viagens curtas mais vantajosas.

Cultura acessível por toda parte

Do ponto de vista cultural, as atrações são inversamente proporcionais ao tamanho do país. É incrível a quantidade de coisas que se pode fazer por aqui. E a maior parte das atividades tem preços reduzidos ou são gratuitas para os que tem pelo menos mais de 60 anos. Cidades como Lisboa e Porto reúnem os principais equipamentos culturais, é verdade, mas mesmo os concelhos menores possuem seus teatros, museus e centros de cultura.

Quem vem de uma cidade como São Paulo, como eu, sente um certo baque inicial. Mas aos poucos vai descobrindo todas as possibilidades que a cidade oferece. Os grandes shows e espetáculos não estarão, de modo geral, nos menores municípios. Mas nada que um passeio de comboio não resolva. Falo da minha própria experiência: já pegamos o trem para assistir a um concerto que queríamos muito em Lisboa e foi divertidíssimo.

Mas para não dizer que tudo é perfeito para nós, os mais velhos, outro dia resolvi que queria ser bombeiro voluntário. Fazia parte daquela ideia de abrir horizontes, de ter novas experiências. E sempre achei a profissão de bombeiro muito linda. Mas não deu. A idade máxima é de 45 anos.

Então, se pretende emigrar com mais de 50 anos, venha. Vai conseguir trabalhar, se divertir e ter uma vida mais segura e mais calma. Pode se divertir muito. Só não vai conseguir é ser bombeiro.

By Marcos Freireé jornalista e vive com a família em Ovar há 5 anos.

Fonte: Site Eurodicas

PORTUGAL: CONHECENDO O ALGARVE / ALBUFEIRA

Passamos o dia em Albufeira hoje.

Banhada pelo sol radiante do Algarve, Albufeira é um destino turístico mundialmente famoso pelas suas praias de areias douradas e águas cristalinas.

Quando eu penso em praias paradisíacas, logo me vem na cabeça as muitas praias que estão aqui nesta região. O contraste da cor cristalina do mar, com as falésias e o céu… São imperdíveis!

Cada enseada, cada recanto, conta uma história de beleza natural e encanto, prometendo aos exploradores uma experiência única.

Com uma costa de mais 18 km de extensão, as praias de Albufeira oferecem uma ampla variedade de opções para todos os gostos e estilos, desde praias familiares e tranquilas até praias mais animadas, repletas de bares e restaurantes.

Visitar as Praias de Albufeira, é uma ótima maneira de conhecer a beleza natural da Cidade.

As praias são lindíssimas, muitas delas escondida entre falésias imponentes e com formações rochosas esculturais que são como uma obra-prima pintada pela natureza. As suas formações rochosas únicas, assemelhando-se a esculturas esculpidas pelas mãos do tempo, criam um cenário de tirar o fôlego.

Oferecem não apenas águas cristalinas (mais frias, ao meu ver) e areias douradas, mas também uma atmosfera tranquila na maioria delas. Algumas delas que eu indico são:

Praia de São Rafael (foi eleita em 2012 como uma das 20 melhores do Mundo);

Praia de Benagil (passeio na gruta de barco);

Praia dos Arrifes;

Praia dos Pescadores;

-Praia da Falésia;

Centro

O comércio local de Albufeira é uma ótima maneira de experimentar a cultura e a história da região. O centro è bem bonito e agradável para se caminhar. A cidade tem uma variedade de lojas que vendem produtos locais, desde artesanato tradicional a produtos frescos. Sempre compro alguma coisa.

Marina de Albufeira

Inserida num complexo turístico de alta qualidade, onde predominam os espaços verdes e apenas 29% da área de implantação é destinada a construção, este projeto inclui hotéis, restaurantes, bares, lojas, piscinas, apartamentos, moradias, centro de diversão e lazer.

A arquitetura moderna é irreverente dos edifícios envolventes, se destaca na região e me surpreende pelas cores.

Tem estacionamento subterrâneo, com acesso para cadeirantes.

E também ao longo da rua (onde tem de se descer a escadaria para se chegar na Marina).

A Marina de Albufeira é o ponto de partida para as suas aventuras de fim de semana!

O lugar oferece restaurantes e bares que voce pode frequentar enquanto espera pra fazer os passeios de barco. E loja de decoração.

Várias agências de passeio de barco estão por lá, onde voce pode escolher os diferentes tipos de passeios e horários. Tem opções pra todos os gostos: por mar, por terra e por ar.

Melhor reservar antes principalmente no alto verão, pois são muito concorridos.

Eu gosto muito de passear e comer por aqui apreciando a vista. O entardecer é lindo aqui!

Local ótimo para se fazer uma caminhada tranquila!

Endereço: Sítio da Orada, Apartado 2422, Albufeira 8200-394 Portugal

Praia de Benagil (Carvoeiro)

A Praia de Benagil é uma das mais tumultuadas em todo o Algarve. É pequena e bem bonita, sim.

O segredo está logo ao lado: o “Algar de Benagil”, uma praia dentro de uma caverna iluminada pelo raio do sol por meio de um buraco que se formou no teto.

Dá para ver o algar de cima, percorrendo uma pequena trilha ou então fazer um passeio de barco ou caiaque pelo mar que o leve até o interior da caverna.

Tem várias opções, saindo da Marina de Albufeira, isto ao meu ver é o que justifica tanto movimento por lá. A cor do mar, entre as falésias e o contraste com o céu é lindíssima.

Sim, há quem vá a nado com ou sem ajuda de colete ou boia — no entanto, não é o mais seguro, uma vez que o trajeto exige um certo esforço, no contrafluxo da água.

Há alguns restaurantes no entorno da Praia de Benagil e um extenso estacionamento, que apesar de grande costuma ficar cheio na alta temporada.

Próximo à praia, há ainda quiosques de passeios de barco ou aluguel de caiaque, que devem ser reservados com antecedência, pois a procura é muito grande e a fila no verão costuma estar completa até dois dias na frente.

A Gruta de Benagil é uma gruta marinha, localizada na costa do Algarve, Portugal. É uma das maravilhas naturais mais populares da região e é conhecida pela sua abertura no topo que permite a entrada da luz do sol.

A gruta fica a cerca de 200 metros da Praia de Benagil e como já disse, pode ser visitada de barco, com saída da marina de Albufeira, que duram geralmente, cerca de duas/ três horas e incluem uma visita a outras grutas da região.

Observação de Golfinhos

A costa do Algarve é um local ideal para a “observação de golfinhos”, pois alberga uma grande variedade de espécies, incluindo golfinho comum, o golfinhos roaz, o grampo e o boto.

Os golfinhos são frequentemente vistos a nadar, a saltar e a brincar na água e oferecem um espetáculo verdadeiramente deslumbrante.

Existem várias empresas que oferecem passeios de observação de golfinhos em Albufeira. Eu ainda não fiz este passeio, mas está na minha lista rsrsrs

Gastronomia Local

A gastronomia local do Algarve é rica em sabores frescos e autênticos. É uma cozinha que reflete a influência da sua localização na costa sul de Portugal.

Os pratos típicos do Algarve são geralmente feitos com ingredientes frescos e locais, como peixe, marisco, legumes e carnes.

Também os doces típicos fazem parte da rica gastronomia da região do Algarve. 

Passar o dia em Albufeira explorando a região são uma dos passeios que eu mais gosto de fazer.

Fonte:

O que fazer em Albufeira • Algarve Moments

PARIS AQUI VOU EU: PASSEANDO POR LE MARAIS – IGREJA DE SAINT PAUL – LOJA UNIQLO – MUSEU CARNAVALET – PLACÊ DES VOSGES – BHV MARAIS

Hoje passeamos um uma região que eu ADORO! Le Marais (se pronuncia “marré”) para mim é o bairro mais descolado de Paris e uma das regiões mais ativas, tanto com vida diurna e noturna. Situado entre o 3° e 4°  arrondissement. É uma área onde você vai encontrar de tudo e uma população super cool

Le Marais

O bairro é histórico e já foi muito habitado pela nobreza, até o século XIX. Após esse período, passou a ser ocupado pela comunidade judaica, presente até os dias de hoje.

Transformado em uma região turística, também se tornou o lugar favorito da galera jovem e da comunidade gay (tem até bandeiras espalhadas pela rua).

No bairro Le Marais, você poderá ver desde construções antigas dos séculos XVII e XVIII, nos arredores da Place des Vosges, até lojas conceito, com o que há de mais contemporâneo.

Chegamos de manhã pelo metrô 1, e visitamos a Igreja de Saint Paul – para quem é religioso ou como eu, fã de arquitetura, não pode perder… aprecio muito essa igreja, que é muito bonita, tanto por fora quanto por dentro. (7 Passage Saint-Paul)

Aproveite depois para caminhar pelas arcadas das mansões, onde existem várias galerias de arte e bons restaurantes. Está é hora de ver o lado mais clássico do bairro Le Marais.

Área onde estão as antigas mansões, chamadas de hotéis particulares, que foram habitadas por membros da nobreza e artistas famosos dos séculos passados.

Destaque para a casa onde o escritor Victor Hugo viveu por 16 anos. O lugar foi conservado e transformado em um museu sobre a vida do escritor. Alguns itens da casa foram reconstituídos e os objetos pessoais foram doados pela família do autor da obra “Os Miseráveis”. Hoje, é possível visitar a Maison de Victor Hugo gratuitamente e ver onde a escrivaninha com a pena que ele usava para escrever seus clássicos.

Caminhando você pode contar com os muitos cafés, bares e restaurantes onde o mais difícil é você escolher qual ir.

Demos uma paradinha numa loja que eu adoro a Uniqlo, fizemos umas comprinhas. Loja bem organizada, (de roupas japonesa com tecnologia de aquecimento). Os produtos são excelentes, modernos, de qualidade alta e com ótimos preços.

A loja é muito bonita, instalada no prédio de uma antiga fundição. Mesmo se não for para comprar, vale a visita.

Na região vimos também o Museu Carnavalet, dedicado à história da França. Dentro tem uma arquitetura incrível com um lindo jardim, com cafés; galerias com algumas exposições e um “Ateliê Pedagógico” onde acontecem alguns workshops.

Fomos lanchar (com uma baguette, queijo e presunto cru, a moda francesa) e descansar as pernas na praça mais antiga de Paris.

Primeira praça a ser planejada, a Place des Vosges está situada bem no meio dos hotéis particulares e tem wifi grátis.

É um lugar um pouco fora da rota da maioria dos turistas, mas muito frequentado por quem mora na região. Eu adoro descansar neste local.

No entorno passeamos pelos arcos apreciando as galerias diversificadas com vários tipo de arte nesta região.

E na sequência, pegamos um sorvete em formato de flor da loja Amorino – perto de uma banca de chapéus maravilhosos – delicioso!

Seguimos depois a tarde pela rua principal em direção às lojas Fleux e BHV Marais, até o Hôtel-de-Ville.

A concept store Fleux é o paraíso de quem é fã de design e decoração – Quando entro lá, quero comprar tudo. Juro!

Já a BHV Marais é uma loja de departamentos, onde é possível comprar desde materiais para reformar a casa até marcas de luxo (ou não, mas as melhores marcas do mercado mundial); como roupas femininas; infantil; livros; enfeites e utensílios de cozinha. Uma loja distribuída em 6 andares. Na cobertura apreciamos a vista maravilhosa da cozinha Cidade da Luz.

Nas redondezas das duas lojas, há várias outras com vitrines fofas e produtos interessantes.

Ao final da tarde já paramos para tomar um café com doce típico francês os “macarons”. São deliciosos.

Foi um dia muito gostoso.

Uniqlo – 39 rue des Francs Bourgeois (Paris IVe)

PARIS AQUI VOU EU: PASSEANDO PELA GALERIAS LAFAYETTE, OPERA GARNIER E MUSEU DO LOUVRE

Começamos o dia visitando as lojas Galerias Lafayette Paris Haussmann a mais conhecida, icônica e histórica loja de departamentos de Paris.

Vou resumir aqui o que você poderá encontrar lá.

Elas se dividem em três endereços (um em cada esquina). Duas estão interligados por uma passarela (a de moda feminina com a de moda masculina) e a terceira (food e artigos para casa) situada do outro lado da avenida Haussmann. 

1) Galeria Lafayette Coupole. Onde eu gosto sempre de apreciar um pouquinho de cada um dos seus 45.000 m² espalhados, em 6 andares; cada andar tinha uma especialidade.

Esse é o endereço mais famoso dos três, graças à sua maravilhosa arquitetura e decoração. 

Essa é a loja principal, especializada na moda e beleza feminina e moda infantil. Nela você encontra roupas, bolsas, sapatos, acessórios, perfumes, maquiagem, cremes, joias, relógios, presentes e lembrancinhas, malas, alguns cafés e restaurantes etc.

Com 2.500 m², o térreo acolhe mais de 180 marcas entre elas: Chanel, Vuitton, Cartier, Prada, Rolex, Gucci.

É do centro do térreo que temos a maravilhosa vista da cúpula das Galeries Lafayette. Todos que passam diante das portas das Galeries Lafayette entram para admirá-la. É realmente muito linda a sua cúpula central.

Galeria Lafayette Coupole: Subsolo – Wellness Galerie

Ocupando 3.000 m², a Wellness Galerie é um espaço totalmente dedicado ao corpo e ao espírito, com uma abordagem holística e inédita do bem-estar.

O andar reúne profissionais e marcas reconhecidos por sua expertise nas áreas da beleza, do condicionamento físico e da saúde. Lá você pode fazer ioga, pilates, boot camp, massagens faciais e corporais, drenagem linfática, sauna, tratamentos de ponta etc.

Há também a Beauty Store — espaço de 600 m² vendendo cerca de 200 marcas de produtos de beleza, cremes, perfumes, complementos alimentares etc — e a Fitness Store, vendendo roupas esportivas de marcas especializadas.

Se você gosta de tratamentos estéticos, de atividades de relaxamento ou de fortalecimento, vale a pena se dar de presente. As atividades, tratamentos e treinamentos estão abertos a todos e podem ser reservados no site da Wellness Galerie (clique aqui).

Primeiro andar – Luxo, Taxfree/Détaxe

Esse é o andar do luxo, dos estilistas famosos, do design e da perfumaria de alto luxo.

Dior, Chanel, Louis Vuitton, Gucci, Balenciaga, Fendi, Valentino, Saint Laurent, Prada… todos estão aqui. 

Aqui também está localizado o local para fazer a détaxe (tax free), ou seja, vai conseguir de volta o valor do imposto que está embutido no preço dos produtos que comprou.

Segundo andar – Moda Feminina

No 2° andar — e também no 3° — estão as principais marcas francesas e internacionais do prêt-à-porter mais acessível.

Nesses 2 andares acho uma moda de excelente qualidade sem esvaziarmos a nossa conta bancária.

Dentre as marcas francesas pouco ou nada conhecidas no Brasil temos: IKKS, IRO, American Vintage, Bash, APC, Isabel Marant Étoile, The Kooples, Zadig Voltaire, Sandro, Maje e a marca própria das Galeries Lafayette.

Das marcas internacionais: Kenzo, Alexander Wang T.

Lingerie

No 2° andar fica também um grande espaço dedicado às lingeries, camisolas, pijamas, meias, meias-calça, maiôs, biquinis e roupas para a prática de esportes.

Terceiro andar – Moda Feminina

Assim como no 2° andar, no 3° andar também encontramos marcas francesas e internacionais do prêt-à-porter mais acessível.

Dentre as marcas francesas pouco ou nada conhecidas no Brasil temos: Gerard Darel, Anne Fontaine, Agnès B, Galeries Lafayette Cachemire.

Das marcas internacionais: Tommy Hilfiger, Hugo Boss, Emporio Armani, Polo Ralph Lauren, Diesel, Calvin Klein Jeans, Urban Outfitters etc.

O espaço (Re)Store

Um novo espaço dedicado à moda de segunda mão e à moda responsável que oferece uma vasta seleção de peças únicas (novas, usadas e recicladas) e novos serviços de revenda e reciclagem para dar uma segunda vida às suas peças antigas.

Quarto andar –  La Chaussure – Sapatos e tênis

O quarto andar é o local certo para comprar sapatos e tênis de todos os tipos e estilos, das principais marcas mundiais.

Esse é o maior espaço dedicado aos calçados na Europa! São quase 200 marcas — do acessível ao luxo —espalhadas em 4.000 m² dedicados aos sapatos!

A escolha é grande! Entre as marcas de luxo: Louboutin, Dior, Chanel, Valentino, Prada, Gucci, Balenciaga, Tod’s, Jimmy Choo, Roger Vivier, Ferragamo, Dolce & Gabanna.

E também marcas mais acessíveis, para o dia a dia, como: Geox, Aigle, Minelli, André, Dr Martens, UGG etc.

Sem esquecer dos tênis: Nike, Puma, Supra, Veja, Vans, Adidas, Converse, New Balance

Quinto andar – Moda bebês, crianças e adolescentes

O quinto é o andar das crianças e adolescentes com roupas, sapatos, acessórios, brinquedos, jogos, livros, carrinhos de bebê e tudo que compõe esse universo.

Vende desde marcas para o dia a dia até marcas de luxo como Gucci e Dior.

Sexto andar – Lembrancinhas, malas, presentes, papelaria, livraria, restaurantes

O sexto é um andar importante para os turistas por causa da imensa oferta de lembrancinhas de Paris.

Tem para todas as idades, todos os gostos e bolsos. Dos artigos típicos parisienses como boina e miniatura da torre Eiffel e da Notre Dame aos produtos gastronômicos mais conhecidos como macarons e patês.

Gosto muito dos aventais e das bolsinhas de viagens com decorações bem parisienses.

Além disso, nesse andar há também uma seção de presentes, malas, papelaria e livraria. Eu sempre levo uma lembrancinha ou artigos de papelaria que eu aprecio bastante.

Aqui também se encontram alguns restaurantes como o Lafayette Café (no estilo buffet) e o Panasia, que serve comida de diferentes países asiáticos. Eu prefiro ir comer na outra Galeria deles ( a Food).

Oitavo andar – terraço e restaurantes

No oitavo andar se encontra o famoso terraço (de acesso gratuito), de onde temos belíssimas vistas de Paris.

Lá também fica o excelente restaurante Créatures, que funciona de meados de abril a meados de outubro.

Porque eu gosto de passear aqui?

Pela beleza da arquitetura do prédio principal com sua imensa cúpula art nouveau que atrai, por si só, turistas franceses e internacionais. Eu adoro apreciar esta cúpula!

Além disso, no último andar da loja, há o terraço de acesso livre e gratuito do qual você tem lindas vistas de Paris. Não deixe de visitar este terraço.

A Galeria Lafayette Coupole e a Galeria Lafayette Homem abrem:

• de segunda a sábado, das 10h às 20h30;

• aos domingos e feriados, das 11h às 20h.

Endereço: 40 boulevard Haussmann, situada no 9º arrondissement (ou distrito)

2) Galeria Lafayette Homme

A Galeria Lafayette Coupole está ligada por uma passarela ao prédio da Lafayette Homme, especializada na moda e beleza masculina: roupas, bolsas, sapatos, acessórios, perfumes, cremes, joias, relógios etc.

São 3 andares com suas especificações em cada um deles, funciona parecido com o da moda feminina, só que è menor.

Endereço: 48 boulevard Haussmann

3) Galeria Lafayette Gourmet et Maison

Diante da Lafayette Homme, do outro lado do boulevard Haussmann, fica a Lafayette Gourmet et Maison ( Lafayette Gourmet e Casa, em português), especializada em comida, gastronomia e produtos de cama, mesa, banho e decoração. Os produtos para decoração de casa são lindíssimos, e sempre tem algumas promoções mais acessíveis.

Eu gosto de comprar alguns artigos aqui e prefiro almoçar nesta Galeria.

O horário de funcionamento da Lafayette Gourmet et Maison é:

• de segunda a sábado, das 9h30 às 21h30;

• aos domingos e feriados, das 11h às 20h.

Endereço: 35 boulevard Haussmann.

Site oficial em inglês: haussmann.galerieslafayette.com/en

As Galerias Lafayette Haussmann estão localizadas no centro de Paris, atrás da “Ópera Garnier”, onde apreciei a sua linda arquitetura.

Este imponente monumento respira mistério e belezas desde a sua fachada imponente, até os detalhes cuidadosamente elaborados do seu interior.

Visita ao interior da Ópera Garnier.

Este monumento é maravilhoso e pode ser visitado. As visitas acontecem na parte da manhã e pela tarde. É aconselhável consultar antes o site oficial na página “visitas da Ópera” (clique aqui). Por razões técnicas ligadas aos espetáculos a ópera fica, às vezes, fechada para visitas. Eu não pude ver desta vez.

Reserve já seu ingresso da Ópera Garnier e conheça mais detalhes desse lugar imperdível.

Fonte:

Galeria Lafayette, melhor endereço para compras em Paris

Museu do Louvre

Seguimos a tarde para outro local super importante e belíssimo entre os principais pontos turísticos de Paris a ser visitado, que é o Museu do Louvre. Além de ser um marco significativo da cidade de Paris, é o maior museu de arte do mundo.

O Museu do Louvre tem cerca de 38.000 obras, expostas em 403 salas agrupadas em 3 alas que cobrem 72.735 m².

O Museu do Louvre é o principal museu da França e do mundo – tanto pelo acervo quanto pela beleza do edifício e de sua famosa pirâmide.

Este prédio belíssimo foi inaugurado como museu oficialmente em 1793, durante a Revolução Francesa. São mais de 30 mil peças no acervo, vindos de diversos cantos do mundo e das mais variadas épocas da história da sociedade.

Lá encontramos algumas peças super famosas, que eu pude apreciar como a “Monalisa” de Leonardo da Vinci, a “Vênus de Milo”, de Alexandre de Antioquia, e a famosa “pirâmide de cristal”, símbolo do museu, esta presente na maioria das fotos de quem visita o local, um marco em minhas fotos para ser guardado como lembrança desta minha visita a este local. 

O acervo cobre desde o Egito Antigo (2.800 AC) até meados do século XIX, passando por todas as escolas de pintura européias até 1848; esculturas da Idade Média, do Renascimento e dos tempos modernos; antiguidades egípcias, gregas, etruscas e romanas; antiguidades orientais; artes do Islã, objetos de arte e de arte gráfica.

Horários, ingressos e como chegar:

O Louvre funciona das 9h às 18h, mas em alguns dias fica aberto até as 21h45. Não abre às terças-feiras (dia 1° de maio, 25 dezembro e 1° de janeiro).

O ingresso online custa a partir de 17 dólares (o que é muito mais rápido) e comprado na bilheteria (fila enorme) 15 euros. Apesar do desconto, não vale a economia – a fila é super demorada.

O Louvre fica no primeiro arrondissement de Paris, mais especificamente na Rue de Rivoli, 75001 (região central).

Você pode chegar até lá de metrô.

Foi um passeio maravilhoso em família.

PARIS AQUI VOU EU: PASSEANDO PELA TORRE EIFFEL / CHAMPS-ÉLYSÉES E ARCO DO TRIUNFO.

Começamos nosso passeio pela manhã por Trocadéro. O Trocadero engloba vários jardins e prédios construídos durante a Exposição Universal de 1937, situados no 16º bairro de Paris, igualmente perto da Torre Eiffel e pairando sobre o Rio Sena. Seguimos para a Torre Eiffel pelos jardins.

A vista da “torre” chegando por Trocadero eu considero a melhor vista, impactante para a minha chegada e para começar o tour do dia.

Torre Eiffel

Passeamos pela “Torre Eiffel”, símbolo de Paris e da França, que é o monumento imperdível a visitar quando se está na Cidade da Luz. Eu sempre venho aqui, quando estou em Paris.

Com uma altura de 330 metros, a Torre Eiffel tem uma história fascinante que remonta ao final do século XIX.  Seu arquiteto, o engenheiro Gustave Eiffel, já era renomado por suas realizações em pontes, viadutos e estruturas metálicas antes de construir esta emblemática estrutura de ferro.

A Torre foi originalmente concebida como uma instalação temporária para a Exposição Universal de Paris em 1889, para celebrar o centenário da Revolução Francesa. E permanece até hoje, tamanha a sua beleza. Virou símbolo de Paris.

A Torre Eiffel recebe o público todos os dias, das 9h30 às 23h45 (das 9h às 0h45 em julho e agosto).

Para visitar os pisos da Torre Eiffel – há 3 níveis: 1.º piso, 2.º piso e cobertura final – os visitantes podem comprar bilhetes antecipadamente em nossa bilheteria online oficial (melhor opção, tornará mais rápido a sua visita), ou comprar bilhetes no local no dia da visita (com filas muito grandes), nas bilheteiras localizadas no pátio sob a Torre Eiffel.

Subir ao topo da Torre Eiffel (como fizemos), é ter uma visão panorâmica de Paris lá de cima, sempre é uma experiência única e impactante. No por do sol é muito concorrido e é imperdível!

Para aqueles que desejam apenas passear sob a Torre, no pátio e nos jardins internos que circulam a torre, o acesso é gratuito e livre. Basta usar uma das duas entradas principais (com controle de segurança) do monumento.

A Torre Eiffel oferece bilhetes de visita, que vão até o cume, ou até o 2.º piso, você opta na compra dos bilhetes. A visita sempre inclui os níveis inferiores.

São também propostas exclusivamente na bilheteria online da Torre Eiffel ofertas de visitas guiadas, assim como ofertas que combinam visitas com taça de champanhe ou visitas com brunch. É possível chegar até lá de metrô.

Neste momento devido as Olimpíadas (2024) em Paris, ela se encontra cheia de obras para o evento, mas consegue-se acessa-lá sem maiores problemas.

Fonte: http://www.toureiffel.paris

@toureiffelofficielle – Redes Sociais: Instagram/ Facebook

La tour Eiffel, Site OFFICIEL : billets, infos, actualité….

A Torre Eiffel, sítio Web OFICIAL : ingressos, informações, notícias….


Atravessando a ponte, caminhando pelo Rio Sena…

Avenida Champs-Élysées

A tarde caminhando atravessando a ponte, chega-se na avenida Champs-Élysées, que é a principal avenida de Paris (fica no oitavo arrondissement da cidade).

São quase 2 km de extensão com muitas lojas de luxo, com vitrines belíssimas, algumas fast fashion, restaurantes charmosos – que traduzem toda a atmosfera romântica de Paris-, além de cafés, bares e cinemas. Muito bom ficar um pouco sentada nestes locais apreciando calmamente suas gostosuras e a beleza e magnitude desta avenida.

A avenida se estende da Praça Charles de Gaulle (onde fica o Arco do Triunfo) até a Praça da Concórdia (ou Place de la Concorde) . É possível chegar até lá de metrô.

Arco do Triunfo

Ao final da Av. Champs-Élysées, fomos ao “Arco do Triunfo”. Um monumento maravilhoso e cheio de história, que eu adoro visitar.

Em 1836, em meio an Era Napoleônica, o Arco do Triunfo foi inaugurado em Paris. O motivo da construção foi exaltar Napoleão Bonaparte pela expansão territorial.

No monumento há inscrições dos nomes de batalhas e nomes de militares que participaram das expedições comandadas pelo imperador.

Dentro do Arco existe um Museu sobre a construção do ponto turístico e um Monumento de 1921 que se chama Mausoléu do Soldado Desconhecido, uma homenagem aos militares franceses que morreram na Primeira Guerra Mundial e não tiveram suas identidades reconhecidas.

O ingresso para subir ao terraço do Arco do Triunfo, que tem 50 metros de altura, custa, em média, 12 euros. O monumento está localizada na Praça Charles de Gaulle.

Horário de funcionamento: O horário de funcionamento do Arco do Triunfo também varia de acordo com as épocas do ano:

>Janeiro a março: aberto das 10h às 22h30

>Abril a Setembro: das 10h às 23h

>Outubro a Dezembro: das 10h às 22h30h

Hora de voltar para casa, ao entardecer.

Como dica, você poderá chegar a qualquer lugar destes de metrô ou RER.

CONHECENDO O 🇵🇹 ALGARVE: FARO

E lá vou eu novamente pra Faro, em Portugal. Cidade onde vou morar a partir de 2025. Uma cidade que estou conhecendo melhor e vou contar algumas coisas aqui pra vocês. Cheguei 1 de junho pra curtir a cidade. Vale a pena conhecer.

1.FARO

A capital do Algarve, Faro está a 45 minutos de avião, ou a 3:30’ minutos de comboio (“trem” de alta velocidade, o Alfa Pendurar) partindo de Lisboa, o que torna Faro uma das regiões mais visitadas do país. Recomendo que você fique alguns dias e explore melhor a cidade. Não vai se arrepender! 

Para além das praias, o património histórico, cultural e natural são motivos suficientes para visitar esta cidade do Algarve, que muitos conhecem apenas de passagem. Não sabem o quanto estão perdendo.

Para facilitar a locomoção em Faro, a linha de ônibus Lagos conecta o aeroporto ao centro da cidade, em apenas 25’ minutos.

Ao chegar lá, é impossível não se encantar com o bairro Vila Adentro, de arquitetura neoclássica barroca. Faro é uma cidade pitoresca com muralhas medievais, ruas estreitas, com parques e praças bem conservadas. 

Podemos apreciar de tudo um pouco, tranquilamente com um clima muito agradável, praticamente o ano todo. Na cidade temos diversos pontos turísticos como: seus monumentos históricos, igrejas, vilas, muralhas do castelo, museus, uma natureza incrível com suas belas praias e uma relíquia maior que é a grande reserva natural, a ria formosa… além da excelente gastronomia. Tudo isto vai te proporcionar uma ótima estadia na cidade 🇵🇹

O que fazer em Faro no Algarve de Portugal?

Muitos são os que cobiçam o Algarve, mas poucos são os que sabem o que fazer em Faro. Faro, é a capital do Algarve! Lugar que escolhi para viver, buscando ficar mais próximo da praia, com uma boa infraestrutura na cidade, boa gastronomia e uma melhor qualidade de vida.

Faro é uma cidade pitoresca com muralhas medievais, ruas estreitas, com parques e praças bem conservadas. 

Se está a pensar em visitar o Algarve, não use Faro apenas como destino de passagem ou destino de chegada de avião. Fique alguns dias e explore a cidade. Não se arrependerá! 

Neste artigo, damos-lhe boas razões para você visitar Faro em Portugal, apreciando seus pontos de atração mais interessantes para se conhecer. 

Por que visitar Faro no Algarve?

Comparativamente com Albufeira, Lagos, Portimão e Vilamoura, Faro não é um destino tão procurado no Algarve. Pela popularidade que apresentam, portugueses e turistas preferem deslocar-se até outras cidades do Algarve para passar férias. No entanto, não fazem ideia das maravilhas que estão a perder em Faro.

Faro tem tudo o que precisa para passar umas férias no Algarve inesquecíveis. Tem dinamismo, tem história , tem natureza, tem praia, tem boa cozinha, tem energia, tem calor!

Mas não só. Descubra por que motivos deve visitar Faro: monumentos históricos, igrejas, centro históricos, praias, ria Formosa além do clima ameno e agradável com uma alta gastronomia.

Quando visitar Faro em Portugal?

Ao contrário de outras cidades do Algarve, Faro é uma cidade para ser visitada todo o ano.

A melhor época para visitar depende do seu objetivo. Se pretende usufruir das praias, das altas temperaturas e das águas um pouco menos frias, então a melhor época para visitar Faro é no Verão (maio a setembro). Se quiser conhecer o património natural, os melhores meses para visitar a capital do Algarve são na primavera (março a maio) e no outono (setembro e outubro).

Assista este vídeo com um pouquinho de Faro 👀

👀 Caminhe pelo centro histórico, apreciando a pequena “vila adentro”…

e siga caminhando até o “Largo do Carmo” e contemplar a majestosa “Capela dos Ossos”, construída durante o reinado de D. João V, com paredes feitas de ossos e detalhes em ouro.

Vila Adentro

Comece o seu passeio para se maravilhar pela Vila Adentro. Perder-se por aqui é uma das melhores formas de conhecer a Cidade Velha de Faro. Um conjunto de ruas e ruelas de pedra, bem estreitas e emblemáticas. Os edifícios históricos, as praças e as casinhas com um ar bem simpático, são a principal característica da Vila Adentro. Constituem as antigas muralhas do Centro Histórico de Faro. Um lugar onde existem várias “portas” de entrada, e que certamente o vai deixar rendido. Entre pelo Arco da Vila ou pelo Arco Repouso e observe os arcos e torres que atravessam as antigas muralhas.

Arco da Vila

O Arco da Vila é passagem obrigatória numa visita a Faro. O atual arco neoclássico, de origem árabe, é o único arco em ferradura que se mantém desde a origem, no Algarve. Aí, também poderá visitar o Centro Interpretativo do Arco da Vila. Um local dedicado à história da cidade.

Arco do Repouso

Juntamente com o Arco da Vila, o Arco do Repouso é uma das portas de acesso às muralhas medievais. Na parte interior de uma das torres, encontra-se a Ermida de Nossa Senhora do Repouso. Ao continuar o seu trajeto, vai chegar à Praça D. Afonso III. Uma praça com uma estátua do rei Dom Afonso III, numa homenagem ao rei que conquistou Faro aos mouros em 1249. Pode aproveitar também para visitar o Convento de Nossa Senhora da Assunção.

Se Catedral ou Igreja de Santa Mari

E um dos monumentos históricos de Faro mais interessantes e importantes. Localizada no Largo da Sé, a Sé Catedral foi construída em 1251. Lugar este que já foi uma mesquita que, por sua vez, já tinha sido uma basílica cristã. Apresenta uma arquitetura com características renascentistas, góticas e barrocas, para quem aprecia arte. Suba à Torre, onde vai encontrar uma das melhores vistas panorâmicas sobre a cidade, mar e a Ria Formosa. Pode visitar a Sé Catedral de segunda a sexta-feira das 10h às 18h e aos sábados das 9h30 às 13h.

Museu Municipal de Faro

Visite também o Museu Municipal de Faro, inserido no Convento de Nossa Senhora da Assunção. Tem mais de 100 anos e é um dos mais antigos museus da região do Algarve. O Museu tem como objetivo mostrar mais sobre a história da cidade, através de arte sacra, pintura moderna, arqueologia, entre outras exposições culturais e artísticas. Para além das salas e do edifício terem uma beleza inigualável, os claustros também são o grande motivo da visita pela sua beleza. 

Palácio Belmarço

Foi no século XIX e XX que Faro expandiu-se para fora da muralha. Nas imediações encontram-se edifícios e residências luxuosas de uma burguesia rica, em tempos áureos. Exemplo disso é o Palácio Belmarço e o Consulado Geral do Brasil de Faro. Construído em 1912, o Palácio Belmarço é um exemplo das características arquitetônicas da burguesia. O interior do Palácio é composto por painéis de azulejos de 1916. Aqui, viveu Manuel de Jesus Belmarço, um dos comerciantes mais ricos de Faro na época. Hoje é um local de serviços administrativos da cidade. Vale a pena visitar, pois é um dos mais bonitos palácios da região de Faro.

O Castelo de Faro

O Castelo de Faro é hoje a Fábrica da Cerveja, transformado no século XX. Localiza-se em frente à Praça de São Francisco e está integrado nas muralhas de Faro. É um monumento que vale a pena visitar.

Baixa de Faro

Não deixe de visitar a Baixa de Faro e percorrer o centro histórico. Muito caminhar por ali. Visite a Praça Dom Francisco Gomes. Uma praça em calçada portuguesa, com o Jardim Manuel Bivar e com um coreto bem característico português.

Marina de Faro

Localizada na Baixa de Faro, a Marina de Faro é uma das principais atrações da cidade. Aqui pode admirar os iates e as pequenas e médias embarcações. Faça uma pausa e refresque-se nos diversos cafés, restaurantes e agradáveis esplanadas que a Marina de Faro tem à sua disposição. É na Marina de Faro, mais concretamente no cais da Porta Nova, que se encontra o ponto de partida para aventuras, passeios de barco e excursões ao Parque Natural da Ria Formosa. Faça um passeio de catamarã pelos canais com paragem nas mágicas ilhas do Farol e da Deserta. É lindo demais! As noites amenas de verão são propícias a passeios da Marina para a Cidade.

Bairro Ribeirinho

O Bairro Ribeirinho é um antigo bairro de pescadores e grandes comerciantes, onde atualmente se encontra o Museu Marítimo, a Igreja da Nossa Senhora do Carmo, mais conhecida pela Capela dos Ossos de Faro e claro, a Igreja Matriz de São Pedro. 

Igreja Nossa Senhora do Carmo e Capela dos Ossos de Faro

Esta Igreja só por si já é uma boa razão para visitar Faro. Edificada em 1713, a Capela dos Ossos de Faro é um dos símbolos da cidade. É uma autêntica obra-prima com uma fachada deslumbrante e dois campanários. No seu interior, é possível apreciar uma talha dourada. Junto à Igreja, está a Capela dos Ossos, construída em 1816. Esta capela é um pouco sinistra pelo facto de possuir crânios e ossos de mais de mil monges do século XIX. A frase que recebe os visitantes é “Para aqui a considerar que a este estado hás de chegar”. Um pouco assustador, mas vale a pena visitar!

A Igreja de Nossa Senhora do Carmo e a Capela dos Ossos de Faro estão localizadas no Largo do Carmo. É possível visitar a Igreja gratuitamente e a Capela dos Ossos por 1€ apenas. Está aberto ao público de segunda a sexta-feira das 10h às 13h e das 15h às 18h. Aos sábados recebem visitas das 10h às 13 horas.

Rooftops em Faro

Sol, calor, praia, mar e natureza pedem…. Pôr do sol inesquecível. Claro que não é possível ver o sol a pôr-se totalmente, mas é possível observar a noite cair sobre um céu azul alaranjado. É lindíssimo! Para isso, visite os muitos rooftops bars que Faro lhe oferece. Beba uma bebida, descontraia e aproveite a vista maravilhosa que cada lugar lhe proporciona, seja para a Marina, Ria Formosa ou para a Vila Adentro, ao som de uma boa música.

Embora os atrativos culturais de Faro sejam bem interessantes, as praias da cidade impressionam mais ainda. A Linha de ônibus 14 faz a conexão do aeroporto com o litoral e chega à Praia de Faro em 20 minutos. Apesar do grande número de banhistas e surfistas, basta dar alguns passos para encontrar espaços tranquilos e se bronzear no calor do verão.

Além dela, é possível chegar na exclusiva Praia Deserta (ou Ilha da Barreta) com apenas 10 euros, via ferry boat, em uma travessia de 40’ minutos, partindo do Cais da Porta Nova, no centro da cidade. As águas azuis e a floresta nativa dessa praia são um convite para o viajante explorar o Parque Natural da Ria Formosa.

Faro tem um clima mediterrânico devido à influência dos ventos e correntes do Norte de África, mas também devido à proximidade com a Ria Formosa. Por esse motivo, Faro apresenta temperaturas amenas todo o ano. Além disso, se não tem 365 dias de sol por ano, pouco falta. Um pouco sobre suas belezas naturais:

Melhores praias de Faro

Em Faro, vai poder visitar as maravilhosas praias entre a Península do Ancão e a Ilha da Culatra. Em pleno coração do Parque Natural da Ria Formosa, as praias compostas por ilhas-barreira dunares, sapais e canais de águas interiores são um dos principais pontos de atração de Faro.

Praia de Faro

Para além de uma natureza abundante, na Praia de Faro vai poder encontrar um ambiente descontraído e calmo, ideal para descansar e relaxar. Além disso, tem uma boa infraestrutura de alojamento local, restaurantes, cafés, mini mercados, estacionamento gratuito, balneários, entre outros serviços disponíveis. A Praia de Faro fica a 5 minutos do Aeroporto de Faro e a menos de 6km do centro da cidade. As acessibilidades também são boas. Pode aceder de carro, através de uma ponte rodoviária ou de barco. No Cais da Porta Nova, todos os dias saem embarcações para a Praia de Faro. Aproveite o passeio e usufrua das paisagens!

Praia da Quinta do Lago

Situada na Península de Ancão, a Praia da Quinta do Lago é uma das praias mais exclusivas de Faro. Esta praia é tranquila e possui uma infraestrutura completa e adequada, composta por restaurantes, bares, balneários, campos de golfe, pistas de ténis, vigilância, etc. É nesta praia que se localiza um luxuoso resort de cinco estrelas – o Resort da Quinta do Lago. Um complexo turístico de grande qualidade, procurado por muitos turistas e portugueses.

Apesar desta praia ficar a pouco mais de 15km do centro da cidade, o acesso é simples. Vá até ao Hotel Quinta do Lago e continue o resto do caminho a pé até chegar à praia.

Praia da Barrinha

A Praia da Barrinha situa-se na Península do Ancão, entre o Oceano Atlântico e a Ria Formosa. Pode deixar o carro na Praia de Faro e percorrer cerca de 1,5km até à Barra de São Luís. É uma praia selvagem, secreta até há algum tempo atrás. Por ser tão bonita fez com que ganhasse cada vez mais visitantes e fãs. No entanto, não deixa de ser uma praia sossegada, onde poderá passear, relaxar e descansar.

Praia da Barreta ou praia Deserta

Como o nome indica, trata-se de uma Ilha Deserta, pelo que o acesso é feito unicamente através do mar. Os barcos saem do Cais da Porta Nova. É uma ilha selvagem, mas com uma beleza incrível, onde o sossego e a descontração reinam.

Praia do Farol

A Praia do Farol é uma praia urbana e turística. O seu acesso é feito por mar, nos barcos do Cais da Porta Nova. Quando visitar esta praia, suba ao Farol do Cabo de Santa Maria para ter uma vista privilegiada e panorâmica fantástica.

Praia da Culatra

A Praia da Culatra é uma ilha menos turística, onde tem apenas um nadador-salvador e WC na época balnear. O acesso é feito através do mar, com desembarque na povoação piscatória da Culatra. De seguida, atravessa a duna de areia sobre um passadiço até chegar à praia.

Estas são algumas das muitas e belas praias que pode visitar em Faro, no Algarve. No entanto, se ainda procura mais atividades, pode sempre visitar as redondezas de Faro, como por exemplo.

Parque Natural da Ria Formosa

Os amantes da Natureza vão adorar este espaço. Visitar Faro é também fazer parte da Natureza que rodeia esta cidade. Visite o Parque Natural da Ria Formosa. Um espaço com uma biodiversidade fantástica. A variedade de habitats é algo que fascina todos os que visitam este Parque. As suas ilhas-barreira, canais, dunas e salinas tornam o Parque Natural da Ria Formosa numa relíquia natural da capital do Algarve.

Trilho do Ludo

Visite também o Trilho do Ludo. Um percurso pedestre em Faro, ideal para uma caminhada em família. Este percurso tem paisagens maravilhosas da Ria Formosa. 

Como pode ver no nosso artigo sobre o que fazer em Faro no Algarve, é fácil entender que tem mesmo de visitar a capital do Algarve. Quem vai apenas de passagem e não fica para conhecer Faro, nunca ficará a saber as maravilhas que esta cidade oferece. Faro é muito mais do que um local de passagem. Faro é dinamismo, é visão, é natureza, é praia, é história, é cultura. Vale a pena conhecer! 

Assista este vídeo para conhecer algumas praias

Faro tem algumas festividades características e eventos emblemáticos que poderá visitar, como o Festival de Charolas (janeiro), os Santos Populares (junho) , a Concentração Internacional de Motos (julho), a Festa da Ria Formosa (julho/agosto), a FolkFaro (agosto), o Ciclo de Concertos de Natal e Passagem de Ano (dezembro), entre muitos outros eventos que compõem a agenda.

Também pode visitar Faro no Natal e Ano Novo ou na Páscoa. Épocas do ano com festividades e uma agenda cultural preenchida. 

Pra fazer um bate e volta, vá conhecer:

Estoi

Estive lá em janeiro, e me apaixonei por este lugar. É uma pequena vila encantadora e tranquila, situada a 10 km a norte de Faro. Aqui, poderá encontrar o Palácio de Estói (onde poderá tomar um café ou almoçar) ou a Igreja Matriz de Estói. Dois monumentos que não vai querer perder.

RIA FORMOSA, O QUE É?

A Ria Formosa, é um sapal, uma zona húmida situada entre o mar e a costa do Algarve, foi eleita uma das 7 Maravilhas Naturais de Portugal. São cerca de 18 mil hectares que se estendem ao longo de 60 km desde a Península do Ancão até à Manta Rota, abrangendo os concelhos de Loulé, Faro, Olhão, Tavira e Vila Real de Santo António. E foi considerado um dos mais belos parques do Algarve, tendo uma grande função e um belo habitat.

Vai abrangendo uma área de cerca de 18.400 hectares ao longo de 60 km desde a praia do Ancão até à praia da Manta Rota.

Trata-se de uma área protegida pelo estatuto de Parque Natural. É uma zona húmida de importância internacional como habitat de aves aquáticas. Esta área protegida está também classificada como zona de protecção especial no âmbito da Directiva 79/409/UE.

Ela obtém o máximo de extensão, junto à cidade de Faro (cerca de 6 Km) e variações nos seus extremos, a Oeste e a Este, onde atingem algumas centenas de metros.

Protegida por um cordão dunar arenoso litoral, o Parque Natural da Ria Formosa constitui um lado mais selvagem da costa algarvia, longe das multidões e dos prédios que destroem a paisagem.

Inclui uma grande diversidade de ecossistemas (ilhas, praias, dunas, sapais, bancos de areia, salinas, lagoas, canais), o que também propicia uma enorme variedade de flora e de fauna, incluindo numerosas espécies de aves, como a galinha-sultana, símbolo do parque.

A Ria Formosa é formada por duas penínsulas e cinco ilhas, que servem de protecção a uma vasta área de sapal, canais e ilhotes.

São elas (de oeste para leste):

• Península do Ancão

• Ilha Deserta

• Ilha da Culatra

• Ilha da Armona

• Ilha de Tavira

• Ilha de Cabanas

• Península de Cacela

Classificada como zona húmida de interesse internacional, a Ria Formosa é referência pela sua avifauna, sendo uma zona de passagem de rotas migratórias e um local onde aves provenientes do norte e centro da Europa passam o inverno.

Um belo passeio é contemplar sua beleza e observar os diferentes pássaros que migram para lá.

Fontes: site Nacionalidade Portuguesa

Texto de Liliana Pastor, uma portuguesa, de 28 anos e profissional de Marketing Digital.

ENTRELINHAS…

A maior aventura de um ser humano é viajar. E a maior viagem que alguém pode empreender. É para dentro de si mesmo. E o modo mais emocionante de realizá-la é ler um livro. Pois um livro revela que a vida é o maior de todos os livros. Mas é pouco útil para quem não souber ler nas entrelinhas. E descobrir o que as palavras não disseram…

By Augusto Cury

ESPERANÇA…

Estamos muito tristes com toda a catástrofe que está acontecendo no Rio Grande do Sul. Todos os dias assistimos perplexos como andam as coisas por lá… quantas pessoas e animais estão tentando se salvar, sobrevivendo em cima dos telhados de suas casa… alguns há vários dias. 👀 Estão sendo salvos de várias formas diferentes, numa força tarefa rápida, e incrível. Sendo abrigados nos locais determinados, preparados e organizados para acolhê-los. Alguns acolhimento só para mulheres e crianças, aparecem agora. A região toda se transformou num grande rio.

Tudo alagado… muitas vidas perdidas, tudo danificado, perdas imensas de todos os âmbitos… não sobrou nada, para muitos! E muitas pessoas voluntarias, surgindo… de todos os tipos de profissões, de muitas religiões do Brasil, estão lá 🙏🏻, se doando 💙💚… em conjunto, ajudando estas pessoas que perderam tudo. Salvos de barcos… de helicópteros, jetski. Vale tudo!

Recebem doações de diversos tipos, brasileiros empáticos que se dispõe a ajudar… também de pessoas do tamanho do o mundo. Uma força tarefa que tem ajudado muito os sobreviventes. Os governantes ainda perdidos em suas burocracias, lentos… muito lentos… demoram demais… 👀 o que não vejo, quando vão aumentar os seus próprios salários. Isso, sai muito rápido né! Eu me emociono com cada imagem veiculada. Cada vida salva! Como tem gente boa e empática no mundo. Me horrorizo com outros, que se aproveitam da vulnerabilidade dos pessoas para tirar proveito. Isso sempre existirá: bondade e maldade., são escolhas! Nossas escolhas! Ajudo como posso daqui, fazendo pix, separando coisas pra doar e catalogando em sacolinhas; informando e mobilizando outras pessoas, em minhas redes sociais… ajudando direcionando pessoas que querem contribuir de alguma forma, em pessoas confiáveis. De pouquinho em pouquinho somam grandes coisas.

Li este texto abaixo e me tocou muito, quis compartilhar com vocês:

“Quando a tempestade passar,
as estradas se amansarem,
E formos sobreviventes
de um naufrágio coletivo,
Com o coração choroso
e o destino abençoado
Nós nos sentiremos bem-aventurados
Só por estarmos vivos.

E nós daremos um abraço ao primeiro desconhecido
E elogiaremos a sorte de manter um amigo.

E aí nós vamos lembrar tudo aquilo que perdemos e de uma vez aprenderemos tudo o que não aprendemos.

Não teremos mais inveja pois todos sofreram.
Não teremos mais o coração endurecido
Seremos todos mais compassivos.

Valerá mais o que é de todos do que o que eu nunca consegui.
Seremos mais generosos
E muito mais comprometidos

Nós entenderemos o quão frágeis somos, e o que
significa estarmos vivos!
Vamos sentir empatia por quem está e por quem se foi.

Sentiremos falta do velho que pedia esmola no mercado, que nós nunca soubemos o nome e sempre esteve ao nosso lado.

E talvez o velho pobre fosse Deus disfarçado…
Mas você nunca perguntou o nome dele
Porque estava com pressa…

E tudo será milagre!
E tudo será um legado
E a vida que ganhamos será respeitada!

Quando a tempestade passar
Eu te peço Deus, com tristeza ,
Que você nos torne melhores.
como você “nos” sonhou.

*(K. O ‘ Meara – Poema escrito durante a epidemia de peste em 1800)*

… mas, bem poderia ter sido escrito por um poeta Gaúcho, na última semana, não?! 🙏🏼

SENDO INTEIRA…

Quero compartilhar com vocês, uma crônica, que gostei muito.

Hoje me senti claramente dividida em duas metades. Metade pelo que já fui e metade pelo que sou agora. Me senti metade filha, metade mãe.

Estranhamente me senti inteira na metade filha. Não sou mais filha de alguém. Sou órfã adulta, metade lembrança, metade saudade. Não tenho um  futuro a construir nas relações familiares filiais. Tenho apenas referências, boas ou más, mas a fase filha virou história.

Minha outra metade é mãe. Nesta estou inteira também e espero que meus filhos fiquem órfãos de mim em um tempo muito distante de hoje e, certamente, que eu jamais fique órfã deles.

Me senti metade porque por mais que acreditasse conhecer o passado da minha mãe, suas angústias e alegrias, textos e poesia, entendi que nada sei. Descobri que há muito para descortinar que percebo que não terei o tempo e força necessários para tanto.

Me senti metade cópia, metade original. Uma cópia inteira que o espelho revela todos os dias, quer eu queira quer não, nas feições e no físico. E uma imagem inteira, pois completamente diferente quando analisado em gênio e personalidade.

Me senti metade amiga, metade companhia. Me senti metade filha, metade impostora. A filha muitas vezes amiga, com tantas afinidades e assuntos para conversar; outras tantas apenas companhia como se comigo fosse calmo esperar o dia a passar.

A metade filha foi intensa. Intensa em desfazer a imagem perfeição com que ela me descrevia para os demais. Intensa em tentar ser a perfeição com que ela me descrevia para os demais.

A metade impostora me veio como se, no momento desta descoberta, eu intuísse que não fui digna de uma confiança que sei não nos faltou.  Ao contrário, confiança sempre foi um valor ímpar em nossa educação e de um modo inigualável sempre tivemos uns nos outros. E, só de pensar numa situação assim, já seria um ato de extrema traição.

Ela me educou para ser inteira, ainda que aos pedaços. Inteira ainda que as metades se contradigam. Inteira por mais que dividida em vários papéis – mãe, irmã, esposa, divorciada, viúva, profissional ou aposentada, não importa. Ela desejava e exigia de mim que eu fosse independente, incomum e única e que, principalmente, reconhecesse em mim  a unidade ser-luz-espírito para um dia, ainda que me sentindo em frangalhos, eu esteja certa que permanecerei sempre inteira.

*Publicado no site osegredo.com.br em 14/05/2017 – Sendo inteira