RETRATO DE MÃE!

Three generations

Uma simples mulher existe que, pela imensidão de seu amor, tem um pouco de Deus;
E pela constância de sua dedicação, tem muito de anjo;

Que, sendo moça, pensa como uma anciã e, sendo velha, age com as forças todas da juventude;

Quando ignorante, melhor que qualquer sábio desvenda os segredos da vida, e, quando sábia, assume a simplicidade das crianças;
Pobre, sabe enriquecer-se com a felicidade dos que ama, e, rica, empobrece-se para que seu coração não sangre ferido pelos ingratos;
Forte, entretanto estremece ao choro de uma criancinha, e, fraca, entretanto se alteia com a bravura dos leões;

Viva, não lhe sabemos dar valor porque á sua sombra todas as dores se apagam, e, morta, tudo o que somos e tudo o que temos daríamos para vê-la de novo, e dela receber um aperto de seus braços, uma palavra de seus lábios.

Não exijam de mim que diga o nome dessa mulher, se não quiserem que ensope de lágrimas este álbum porque eu a vi passar no meu caminho.

Quando crescerem seus filhos leiam para eles esta página: eles lhe cobrirão de beijos a fronte; e dirão que um pobre viandante, em troca de suntuosa hospedagem recebida, aqui deixou para todos o retrato de sua própria mãe…

Mãos

Perfeito! Feliz Dia das Mães!

Fonte: Dom Ramon Angel Yara – bispo de La Serena, Chile- Tradução de Guilherme de Almeida

 

 

 

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CONHEÇA A TEORIA DOS SETÊNIOS: DE 7 EM 7 ANOS A SUA VIDA MUDA COMPLETAMENTE.

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“A Antroposofia é um caminho de conhecimento que deseja levar o espiritual da entidade humana para o espiritual do universo”. Rudolf Steiner

Novamente postando sobre Setênios. Interessante conhecer a Antroposofia que é uma linha de pensamento criada pelo filósofo Rudolf Steiner, que entende estabelece uma espécie de “pedagogia do viver”, pois ela abrange vários setores da vida humana como a saúde, a educação, a agronomia e outros. Esta linha de pensamento compreende que o ser humano tem que conhecer a si para também conhecer o Universo, pois somos todos parte e participantes desse mundo.

Tanto chineses quanto gregos foram os primeiros a observar que as mudanças biológicas e espirituais ocorriam de sete em sete anos na vida das pessoas, por isso “setênios”.

Dentro desse pensamento filosófico encontra-se uma forma cíclica de ver a vida chamada “teoria dos setênios”. Tal teoria foi elaborada a partir da observação dos ritmos da natureza, da natureza no sentido da vida, na qual todos nós estamos imersos. Ela divide a vida em fases de sete anos, vale lembrar que o número sete é um número místico dotado de muito poder em quase todas as culturas conhecidas. “A vida passa depressa, é dinâmica e, entender melhor esses momentos, poderá trazer certa conformidade e esperança”, diz Steiner.

Nossa vida é dividida, basicamente em 10 fases principais, sendo elas estabelecidas a cada 7 anos. A cada fase um novo ciclo é iniciado, que envolvem mudanças e transformações em diversos aspectos. Isto é o que concluíram os estudiosos dos setênios. Um estudo que se baseou na medicina tradicional chinesa e na antroposofia (dos gregos) – na qual a medicina antroposófica se baseia.

A Teoria Setênia propõe o seguinte:

Se o indivíduo tiver “respeitado” o ritmo de cada setênio, ele chegará no 10º (ou seja, com 70 anos), muito provavelmente com a consciência e a sabedoria necessárias para viver com boa saúde e lucidez, além de amar sem cobrar e ajudar sem perguntar.

O objetivo dos setênios, então, é de alertar as pessoas das fases existentes para que saibam das mudanças que estão enfrentando e as que estão por vir e as aproveitem de modo saudável.

A vida passa depressa, é dinâmica e, entender melhor esses momentos, poderá trazer certa conformidade e esperança. Um dos intuitos é fazer com que as pessoas fiquem atentas, que sejam vigilantes com elas mesmas e que possam decidir sobre suas ações de modo a responder aos estímulos diários, mantendo uma vida saudável mesmo em constante mudança.

Algo importante a se destacar é que, como cada um tem sua percepção de mundo e enfrenta as dificuldades a seu modo (além de terem os mais diferentes níveis de intuição, sensibilidade, empatia etc.), pode ocorrer de algumas mudanças que estão situadas em setênios futuros, serem experienciadas, por exemplo, antes de seu tempo, ou então depois do previsto pela teoria.

Até porque, cada ser amadurece de um modo único, exercita sua afetividade à sua maneira e, por essa razão, pode haver essa transição de experiências de um setênio a outro, todavia, costuma ser raro. Conheça como se dividi a Teoria Setênia… os ciclos da vida:

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1º Setênio Dos 0 a 7 anos – O ninho…Interação entre o indivíduo (adormecido) e o hereditário.

A fase da gestação, nascimento, nutrição e crescimento. No 1º setênio há o encontro entre a parte espiritual da individualidade e a parte biológica, preparada após a fecundação no ventre materno.

A hereditariedade está bem marcada nas células do corpo no 1º setênio, pela ação das forças herdadas, e são armazenadas nos rins para a vida inteira – deixando assim a marca na fisionomia do corpo do indivíduo.

Olha! É a cara da mamãe ou do papai” ou “da vovó/vovô”, são constatações que provam o que foi mencionado acima. Calor, confiança e amor: Eis os três alimentos à criança. Quem cria tal atmosfera para a criança são os pais. Se um dos pais está ausente, o esforço do outro terá de compensar.

O primeiro setênio deve oportunizar o movimento livre, a corrida, as brincadeiras, deve permitir que a criança teste e conheça seu corpo, seus limites e suas percepções de mundo. Por isso o espaço físico é muito importante, bem como o espaço do pensar e o do viver espiritual.

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2º Setênio – Dos 7 aos 14 anos: Dos 7 a 14 anos – Sentido de si, Autoridade do outro

Começam a surgir os dentes permanentes e inicia-se a evolução dos órgãos do sistema rítmico, aqueles contidos na caixa torácica (coração e pulmão). É nesta fase que o mundo externo “chega” a nós e, nós, a partir de dentro, podemos nos manifestar e expandir para o mundo. Esquematizando de forma gráfica esse movimento, temos forças entrando e forças saindo.

Nesse ciclo as normas e os hábitos estão sendo absorvidos, o desenvolvimento sadio do ser humano está relacionado à dosagem, o equilíbrio e a harmonia das relações de autoridade, valores, limites e permissões. É o sentir que está sendo afetado, o desenvolvimento das emoções. Do interior para o exterior e vice-versa. A característica deste setênio é a troca, promove um profundo despertar do sentimento próprio.

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3º setênio – Dos 14 aos 21 anos: Dos 14 a 21 anos – Puberdade/Adolescência – Crise de Identidade

O que todo adolescente busca? … liberdade! A mulher começa a menstruar e o homem se torna fértil. A fase onde o ser humano sai do mundo mais paradisíaco e cósmico da infância e entra no mundo terreno. Ele se torna cidadão terrestre, coparticipante da cidadania, de seu lugar, sociedade, e do mundo.

Essa liberdade também tem um sentido de exposição. Tudo está voltado para o externo, para fora, para o mundo. Há uma dificuldade em ouvir o outro e entender suas posições, tudo deve seguir o seu sentimento de mudança, de julgamento de certo e errado, de bom e ruim. É tanta energia interna para ser extravasada que o sujeito pode perder o controle de si mesmo e precisar de intervenção – salvo se os ciclos anteriores tiverem cumprido bem os seus papéis. As trocas nesse ciclo são importantíssimas. O diálogo, a abertura ao novo, a prática da compreensão, da solidariedade, assim como o seu reconhecimento e o pertencimento.

4º Setênio –Dos 21 a 28 anos – O “Eu” – a Independência e a Crise do Talento.

Músculos e ossos estão fortes, homem e mulher atingem o ápice da fertilidade, além de ser a fase da alma, da sensação e da emoção. Surgem dúvidas como: Escolhi a profissão certa? Quais talentos e aptidões eu deixei para traz? Consegui uma boa relação com o mundo, com o trabalho, com a família e comigo mesmo?

Os questionamentos são fruto desses choques. É o momento de questionar a tudo e a todos. O caminho contrário do “habitual” pode ser exclusivamente para reforçar a tensão. As drogas podem estar nesse contexto. É importante que saibamos que é uma fase extremamente difícil, onde o adolescente precisa negar e se opor, para que, a partir da percepção do que não é, encontrar-se a si mesmo.

Também é o momento do discernimento, das escolhas profissionais, do vestibular, do primeiro emprego, pois a liberdade também só faz sentido quando percebemos a vida econômica. O dinheiro então pode ganhar um sentido de poder que talvez não seja saudável. É a partir desta idade que começamos a ter um pensamento mais autônomo, ainda que, nesta época, acreditemos estar amadurecidos para efetuar julgamentos.

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5º Setênio –  Dos 28 a 35 anos – Fase Organizacional e Crises Existenciais

A partir dos 21 anos nossa individualidade, nosso self, toma uma força considerável na tentativa de estabilização. O baço-pâncreas não sustenta mais a carne, e o rosto começa a enrugar. Nesta fase vem a crise dos talentos: Será que estou no caminho? Qual o caminho a escolher? Também há questões sobre intelecto e índole próprios. Como: Consegui me expressar? Eu me sinto oprimido ou oprimi alguém? Encontrei meu local de atuação? Ocorreu alguma modificação importante em minha vida nessa fase? A história das pessoas começa a ser traçadas por elas mesmas, pois há uma tomada de caminho que não depende mais, diretamente, das outras instituições.

Estamos realmente, nessa fase, em organização. É nesse ciclo que passamos a pesar uma série de coisas, avaliar a trajetória da nossa vida, esse não lugar nos força a perguntar “quem sou eu”. Há uma renovação a partir desse ciclo.

Estamos tendo crises, mas é por meio dessas crises que construímos novos pensamentos, novos valores, terminamos relacionamentos e começamos outros, mudamos de emprego, de ideologias, de partidos políticos, enfim… crises, desorganizações e reorganizações.

É uma emancipação em todos os níveis, mas como resultado de toda a experiência nos três primeiros setênios. Surpreendentemente, é também a fase em que mais nos influenciamos pelos outros, pois a sociedade dirá o ritmo da vida de cada um.

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6º Setênio –  Dos 35 a 42 anos – Crise de Autenticidade

O fígado perde metade de suas funções e o cabelo começa a cair e embranquecer. É a fase da alma da consciência. As perguntas são: Já passou a metade da vida, o que farei daqui pra frente? Acrescentei novos valores à minha vida? Estou encontrando minha missão de vida? Estou caminhando nela? Encontrei e aceitei minha questão básica de vida? Temos, aqui, mais capacidade de julgamento, gozamos de mais maturidade psíquica e emocional. Em geral, já acumulamos alguns bens materiais ou ao menos conseguimos uma renda que seja suficiente para as questões básicas de consumo. O desafio, então, é encontrar valores espirituais e nos reconhecermos como seres únicos. A pergunta é: como é que encontro o caminho para a essência do mundo e para a minha própria essência?

Esse setênio configura a última fase do desenvolvimento da alma propriamente dita, estamos propensos a adentrar mais profundamente no nosso mundo espiritual, na parte mais sensível de nós. Buscamos a essência de tudo, no outro e em nós. Isso passa a acontecer com mais força nesse setênio pois, aqui, já há maturidade e aprendizado suficiente para esse conhecimento.

A carreira, a família (ou não) os desejos, tudo já teve seu tempo. Já alcançamos as conquistas que nos eram urgentes. Há um desaceleramento do ritmo do nosso corpo e da nossa mente, o que é algo importante para alcançarmos frequências mais sutis de pensamento, onde estará nosso corpo suprassensível.

É possível que esse ciclo traga um descontentamento com o novo. Pode ser que o sujeito questione se, chegando aos 40 anos, ainda há algo novo para se fazer. Buscar coisas novas é um exercício importante para esse ciclo. Em contraponto ao novo, há uma aceitação maior do que se é, de como se é, das histórias e experiências de vida.

 

7º Setênio – Dos 42 a 49 anos – Altruísmo x querer manter a Fase Expansiva

Os pulmões perdem mais capacidade de oxigenar o sangue, o rosto se torna descolado, a andropausa e menopausa geralmente chegam nesse setênio. A nova visão nessa etapa da vida questiona: Estou desenvolvendo alguma criatividade nova? Em que área? Como está meu casamento? E meus relacionamentos, a relação com meus filhos? Estou procurando ou já encontrei um novo lazer para esta fase? É um ciclo que tem um “ar” de recomeço, de ressurreição, de alívio, até. A crise dos trinta perde a força e parece não ter tido resultados tão graves como se pensava. É, porém, o momento de buscar, desesperadamente, por algo novo, para que a vida adquira sentido.

As mudanças nesse setênio são urgentes. Mesmo que nem todos estejam preparados para elas. As questões existenciais retornam com uma certa força, mas agora elas mais dinâmicas e menos melancólicas pois o sujeito já se vê capaz de produzir essas mudanças. O lema é “como está, não dá pra ficar”. O medo do envelhecimento surge. As questões internas despertadas pelos ciclos anteriores perdem um pouco de espaço para a estética e a necessidade de se fazer coisas que os jovens fazem. As rugas e a menopausa são os espinhos das mulheres nesse setênio.  A sexualidade retoma uma importância crucial. Contudo, a força que se perde com o declínio da sexualidade pode e deve ser empregada em outros nichos.

Esse setênio traz o contraditório: queremos mudanças, estamos em busca do novo, mas o envelhecimento que é uma mudança natural nos assusta, incomoda, gera ansiedade, muda nosso comportamento com relação a nós mesmos e ao mundo. Assim, sucumbimos à força do “sósia”, ou seja, da sombra, daquilo que está diretamente ligado aos aspectos pessoais não resolvidos, não integrados.

Nos enxergamos nas sombras do outro e entramos em confronto. As relações ficam à mercê das emoções distorcidas pelo que não vemos em nós, mas vemos nitidamente nas pessoas. No entanto, o que acontece é um espelhamento.

8º Setênio –  Dos 49 a 56 anos – Ouvir o Mundo

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A vitalidade declina, a energia dos rins e do fígado está mais fraca e surge a incapacidade de eliminar mais toxinas. Vem a fase inspirativa ou moral, e com isso, as perguntas: Consegui encontrar um novo ritmo de vida? Como está meu ritmo anual, mensal, semanal e diário? Quais são os galhos secos de minha árvore, os quais tenho de cortar para que os novos brotos possam aparecer?

É um momento em que estamos mais conscientes do mundo e de nós mesmos. É um bom momento para reconhecer os méritos da nossa história, aceitando-a sem julgamentos. Esse ciclo desperta em nós o existencialismo para observarmos mais de perto o valor simbólico das coisas. Deixamos o pessoal, particular em busca do universal, do humanístico, do existencial.

Contudo, alguns podem incorrer na falha dos egocentrismos, pois um ciclo depende do seu anterior. Assim, pode haver pessoas nesse setênio completamente voltadas para si, suas necessidades e do seu grupo. O desapego é uma consequência da vida pregressa.

Em termos físicos, esta fase espelha fisiologicamente o setênio 7 a 14 anos, o elemento do ritmo tem de ser priorizado, especialmente na condução de uma rotina. A vida nos ensina nesta época uma nova audição, temos a possibilidade de ouvir a voz do coração para esta renovação ético / moral que agora é propícia.

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9º Setênio – Dos 56 a 63 anos – Abnegação/Sabedoria

Os dentes começam a cair, a visão e a audição se tornam mais fracos, os reflexos e a

mobilidade passam a sofrer alterações em razão do declínio energético dos órgãos sólidos (coração, baço-pâncreas, fígado e rins). É a etapa mística ou intuitiva: O que eu consegui realizar? Como estou cuidando do corpo, da memória, dos órgãos dos sentidos? Como estão meus bens e aposentadoria? credita que o 56º ano de vida traz uma brusca mudança. Ela está na forma como a pessoas se relaciona consigo e com o mundo. Como os ciclos se correspondem, esse se liga ao primeiro setênio, aquele que vai do nascimento até os sete anos de vida. A audição, a visão, o paladar das pessoas dessa fase se iguala e o mundo fica estranho.

É importante pensar que essa teoria foi pensada em uma época em que a expectativa de vida era muito baixa e as pessoas com 60 anos eram verdadeiros anciãos. Logo é preciso também compreender que os ciclos são metafóricos e não tem uma relação matemática exata.

Contudo, essa fase, por exemplo, evidencia uma volta para dentro de si. O interno passa a fazer muito mais sentido que o externo. É importante internalizar-se, desenvolver os sentidos espirituais. A comunicação com o mundo externo passa a ter ruídos, principalmente pelas mudanças que a sociedade sofreu nesse período inteiro.

A reclusão passa a ser algo natural, boa para a autorreflexão e a busca pela essência. A sabedoria pelo conhecimento acumulado e a intuição que passa a ser mais clara, tornam-se elementos fundamentais dessas pessoas. Elas são o contraponto do sentimento de fracasso e insucesso que, porventura, possa aparecer, vindo dos questionamentos daquilo que se alcançou ou deixou de alcançar.

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10º Setênio – Dos 63 -a 70 anos – (e adiante) Sabedoria

A criança pequena tem em volta de si uma aura, uma luz, pois ainda não está totalmente encarnada. No 10º setênio, essa aura está interiorizada e luminosa por dentro, desde que a pessoa não esteja doente.

Se tiver respeitado o ritmo de cada fase, sua luz interior brilhará. Idosos e crianças são parecidos, pois são polos que se atraem. É o momento de passar o “cedro” ou o “cajado” do conhecimento! É um novo escutar e, neste momento, a pessoa é procurada a dar conselhos.

As questões são: Tenho momentos bons, sentimento de gratidão e alegria? Sou capaz de perdoar?

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Vivendo os Setênios:

Agora que as fases dos setênios foram apresentadas, é importante saber como aproveitar essa sabedoria. É preciso que a pessoa seja sempre ela mesma, mas saber das mudanças da vida e do corpo para pode tirar proveito de todas as fases. As condições básicas para o bem-estar é sentir o seu corpo e agir de acordo com isso. O corpo tem sua própria sabedoria, então não o perturbe e não se deixe levar apenas pela cabeça. Como você vê, nossa vida é feita de uma forma cíclica. Nossa energia vital circula pelas diversas fases da nossa vida. Nossa mente tem

diferentes estágios de aprendizado e nossa espiritualidade pode estar mais ou menos aberta também conforme cada estágio.

Hoje talvez essa divisão seja um pouco diferente e, com certeza, faz sentido pensar em mais um ou dois ciclos de sete anos, visto que estamos vivendo cada dia mais, mas o aprendizado com a Antroposofia e a teoria dos setênios é enorme.

Compreender as fases ou ciclos da vida é importante para aprendermos mais sobre nós mesmos e sobre o outro, adquirindo mais expertise no cuidado com as pessoas, especialmente os coaches, que devem ser peritos no desenvolvimento e aprendizagem humana. Saber sobre cada etapa nos possibilita saber mais sobre as crises e lidar melhor com elas.

Adaptado do Texto de: Helena Gerenstadt – Ilustração dos Setênios:

http://portalamigodoidoso.com.br/2018/03/10/conheca-teoria-dos-setenios-de-7-em-7-anos-sua-vida-muda-completamente/

http://www.jrmcoaching.com.br/blog/a-teoria-dos-setenios-os-ciclos-da-vida/

APRENDI A CONVIVER COM OS PESOS DA VIDA, E CONSEGUI SORRIR APESAR DE TODOS ELES.

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De vez em quando… Resgate-se!

Vez ou outra dê-se a oportunidade de resgatar quem você foi, e que deixou de ser porque o tempo passou e muita coisa aconteceu. É muito comum que deixemos para trás algumas coisas pela metade, ou sintamos saudade de quem já fomos. Permita-se voltar a ser a criança sonhadora, indecisa, cismada em fazer planos e ser aquilo que disseram ser impossível.

De vez em quando permita-se sentar à sombra fresca de uma árvore, ou no muro baixo da varanda, ou nos degraus da escada, e pense nas aspirações da sua adolescência. Permita-se ficar e saborear as boas lembranças que você ainda carrega consigo.

Lembre-se de que algum dia você já foi assim: livre, leve e isento das maldades que o mundo insiste em oferecer. Aprendi a conviver com os pesos da vida, e consegui sorrir apesar de todos eles. Você precisa aprender também!

Reassuma o gosto pelo simples, pelo descomplicado, que um dia esteve contigo. Resgate seus desejos escondidos, de viver em paz e satisfeito consigo. Você viverá melhor se assim o fizer.

E sente-se no quintal ou num canteiro da praça e observe as flores, aquelas bem pequenas, que crescem por lá. Elas contêm em si um segredo misterioso: a beleza está nos pequenos detalhes. Veja que nada precisa ser grandioso, cheio de alardeios, para se tornar interessante. Basta que seja natural, o que nasceu para ser, e só. Isso é o bastante.

De vez em quando, pare diante do espelho e contemple-se. Entenda que nada pode tirar de você o encanto, que lhe é próprio e habita o seu interior. Por fora, só se vê uma pontinha da pessoa incrível que você é. Dentro, de onde o espelho nada pode refletir, nem ninguém pode enxergar, existem sentimentos e pensamentos únicos e fascinantes, que te fazem ser uma pessoa exclusiva e essencial.

De vez em quando liste suas qualidades e comprometa-se a mudar apenas se sentir que isso te fará ser uma pessoa melhor. Encare seus medos, aceite o desafio de se superar; vá em frente mesmo que isso te custe toda a sua coragem. Tome para si o significado da expressão “é vida que segue”, se for preciso fazê-lo.

Pense um pouco mais em você, em quem já foi e em quem gostaria de ser no futuro. Inspire-se em todas as coisas que você já aprendeu e pense em quantas experiências maravilhosas você ainda terá a oportunidade de viver, se admitir essa possibilidade.

E não se esqueça de sorrir, nem de sonhar. Nem de resgatar o que você tem de melhor dentro de si, sobretudo quando as coisas ficarem difíceis. Sua felicidade depende disso.

Resgate-se!

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Fonte: https://www.resilienciamag.com/23362-2/ – Foto: Irina Nedyalkova

PORTUGAL, UM BOCADINHO DE BRASIL DENTRO DA EUROPA.

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Atualmente moram mais de 100.000 brasileiros com passaporte português e 85.000 brasileiros com residência legal em Portugal. Com isso, a população brasileira em Portugal é maior que a população portuguesa no Brasil. O país tem grandes chances de se tornar o 27º estado brasileiro” é o que a jornalista Astrid Prange de Oliveira nos diz… Leia:

A história pode ser um pêndulo. Brasil, país colonizado pelos portugueses, está pronto para recolonizar a pátria colonizadora. E isso não é uma notícia ruim, não!

Ao contrário dos portugueses, os brasileiros não chegam com navios e armas, e não procuram ouro. Tampouco querem conquistar novos terrenos. Simplesmente querem construir uma vida nova fora do seu país.

A emigração atual rumo a Portugal é tão visível, que não me parece exagerado dizer que o país tem grandes chances de se tornar o 27º estado brasileiro. Na minha última visita a Portugal, me senti quase como no Brasil. Peço um cafezinho e um pão de queijo na padaria na esquina. Ouço português do Brasil e ando no calçadão feito de pedras portuguesas como se estivesse em Copacabana.

E vejo pessoas do mundo inteiro. Chineses, cabo-verdianos, angolanos, turcos, russos, gregos e sul-africanos. Essa mistura se reflete nas estatísticas do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF). Portugal, que antigamente era um dos países mais pobres da Europa e fez milhares de portugueses emigrarem, inclusive para Alemanha, virou um país de imigração.

Desde 2000, a população estrangeira em Portugal aumenta continuamente. De 200.000 pessoas, ela pulou para 420.000 residentes em 2017. O pico foi em 2009 com mais de 450.000 estrangeiros residentes no país. A partir daí, por causa da crise econômica e do desemprego, muitos imigrantes saíram de Portugal. Mas nos últimos três anos, a migração voltou a subir novamente.

Os brasileiros fazem parte deste desenvolvimento. Entre 1999 e 2010, o numero de residentes brasileiros em Portugal aumentou de 20.000 para quase 120.000 pessoas. A partir de 2011, muitos voltaram para o Brasil, que na época vivia um boom econômico.

Atualmente moram mais de 100.000 brasileiros com passaporte português e 85.000 brasileiros com residência legal em Portugal. Com isso, a população brasileira em Portugal é maior que a população portuguesa no Brasil, que conforme informações do Itamaraty era de 137.937 cidadãos em 2010.

Claro que, nessa estatística, não está incluído o grande número de descendentes de portugueses no Brasil. Segundo o IBGE, cerca de 10% dos brasileiros têm ascendência portuguesa, o que representaria cerca de 20 milhões de luso-brasileiros.

A imigração do século 21 é diferente: é global, individual, financeira e digital. A pátria é longe e ao mesmo tempo perto. E Portugal entendeu isso. Com a nova Lei dos Estrangeiros, a partir de 1 de outubro, a entrada de estudantes, empreendedores e trabalhadores qualificados ficou mais fácil.

Com isso, o Brasil ficou mais perto de Portugal. Será que agora Portugal vira o “melting pot” que o Brasil sempre foi? Será que poderia até se transformar num “melting pot” político onde inimizades políticas podem ser superadas?

Para aqueles brasileiros que, por exemplo, reclamam da falta de segurança, de repente seria interessante saber que Portugal é um país pioneiro no combate às drogas. Desde a descriminalização do uso, em 2001, caiu o nível de criminalidade, e também o número de dependentes que morrem por causa do uso de drogas.

Para aqueles que sofreram com a derrota do PT nas eleições, talvez seja um alívio saber que o atual governo português, composto por uma coalizão de esquerda, é bastante popular. O primeiro-ministro António Costa, do partido socialista PS, conseguiu um balanço entre politicas sociais e programas de ajuste que a Comissão Europeia exige.

Pode ser um pequeno consolo que a crise politica e econômica no Brasil tenha levado o país um pouco mais para perto da Europa. Mesmo que o Brasil não vá fazer parte da Comunidade Europeia, muitos brasileiros naturalizados portugueses o fazem. Mesmo que Portugal não se torne o 27º estado brasileiro, é um pedaço de Brasil dentro da Europa. Que bom que passou o tempo em que emigrar era uma decisão definitiva.

Fonte: Astrid Prange de Oliveira foi para o Rio de Janeiro solteira. De lá, escreveu por oito anos para o diário taz de Berlim e outros jornais e rádios. Voltou à Alemanha com uma família carioca e, por isso, considera o Rio sua segunda casa. Hoje ela escreve sobre o Brasil e a América Latina para a Deutsche Welle. Siga a jornalista no Twitter @aposylt e no astridprange.de.

EU SOU VOVÓ CORUJA… NETOS…

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Netos são como heranças: você os ganha sem merecer. Sem ter feito nada para isso, de repente lhe caem do céu… Sem se passarem as penas do amor, sem os compromissos do matrimônio, sem as dores da maternidade. O neto é, realmente, o sangue do seu sangue.

Com a idade chega a saudade de alguma coisa que você tinha e que lhe fugiu sutilmente junto com a mocidade. Meu Deus, para onde foram as crianças? Transformaram-se naqueles adultos cheios de problemas que hoje são os filhos, que têm sogro e sogra, cônjuge, emprego, apartamento e prestações, você não encontra de modo algum suas crianças perdidas. São homens e mulheres – não são mais aqueles que você recorda.

E então, um belo dia, sem que lhe fosse imposta nenhuma das agonias da gestação ou do parto, o doutor lhe coloca nos braços um bebê. Completamente grátis. Sem dores, sem choro, aquela criancinha da qual você morria de saudades, símbolo ou penhor da mocidade, longe de ser um estranho, é um filho seu que é devolvido.

E o espanto é que todos lhe reconhecem o direito de o amar com extravagância.
Tenho certeza de que a vida nos dá netos para compensar de todas as perdas trazidas pela velhice. São amores novos, profundos e felizes, que vem ocupar aquele lugar vazio, nostálgico, deixado pelos arroubos juvenis.

E quando você vai embalar o menino e ele, tonto de sono abre o olho e diz: “Vo!”, seu coração estala de felicidade, como pão no forno!

Fonte: Rachel de Queiroz

TROQUE AS EXPECTATIVAS POR GRATIDÃO E DESPERTE!

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Penso que a gratidão desperta o que temos de melhor internamente. Wandy Luz descreve muito bem este despertar. Leiam:

Experimente, de vez em quando, fazer uma boa retrospectiva da sua vida. Experimente agradecer por aquilo que você já tem, ao invés de focar nas coisas que ainda não tem ou de se frustrar com suas próprias expectativas.

Esse exercício só é eficaz, quando temos a humildade de reconhecer que temos, sim, motivos de sobra para agradecer. E é quando somos gratos pelas coisas mais simples, que percebemos como somos ricos, independentemente de como nossas vidas estejam financeiras ou materialmente.

Aqueles que cultivam a gratidão contabilizam suas bênçãos, valorizam suas derrotas, abraçam suas imperfeições, e aprendem com os erros.

Não existe uma fórmula secreta para a felicidade e plenitude. O que existe é o despertar de uma consciência realista, que não se perde no caos do mundo moderno, da tecnologia ou da inclusão digital.

Quando digo despertar, refiro-me a fechar os olhos, respirar fundo e escutar as suas próprias palavras, autoanalisar-se para saber se o seu comportamento, suas atitudes e o que você prega, estão alinhados. Despertar para uma nova perspectiva e visão de mundo, onde o dinheiro não é o rei absoluto, mas sim uma consequência. Precisamos despertar e compreender que não somos vítimas, não somos os injustiçados, mas, sim, cocriadores e os únicos responsáveis por nossa jornada.

Quando eu me refiro ao despertar, refiro-me à você se encontrar, para saber se aquilo que está fazendo e falando o leva para onde você quer chegar. Pessoas que se decepcionam com frequência, geralmente, são aquelas que mais esperam das pessoas, da vida, do mundo, mas, muitas vezes, essas pessoas se esquecem de que para colher, é preciso plantar.

Então, esperar de braços cruzados nunca fez nem fará nenhum milagre acontecer. Faça a sua parte e deixe o Universo cuidar do resto.

Confie no fluxo que você mesmo pode criar, escolha viver na energia do amor, do bem. Tenha fé na vibração positiva que impera na vida daqueles que não conspiram contra ninguém, não praticam a inveja, o negativismo e o rancor. E, acima de tudo, que a gratidão seja verdadeiramente cultivada no seu coração.

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CANÇÃO DAS MULHERES.

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Adoro esta crônica de Lya Luft, traduz perfeitamente minha alma de mulher, leiam:
Que o outro saiba quando estou com medo, e me tome nos braços sem fazer perguntas demais.
Que o outro note quando preciso de silêncio e não vá embora batendo a porta, mas entenda que não o amarei menos porque estou quieta.
Que o outro aceite que me preocupo com ele e não se irrite com minha solicitude, e se ela for excessiva saiba me dizer isso com delicadeza ou bom humor.
Que o outro perceba minha fragilidade e não ria de mim, nem se aproveite disso.
Que se eu faço uma bobagem o outro goste um pouco mais de mim, porque também preciso poder fazer tolices tantas vezes.
Que se estou apenas cansada o outro não pense logo que estou nervosa, ou doente, ou agressiva, nem diga que reclamo demais.
Que o outro sinta quanto me doía ideia da perda, e ouse ficar comigo um pouco – em lugar de voltar logo à sua vida.
Que se estou numa fase ruim o outro seja meu cúmplice, mas sem fazer alarde nem dizendo ”Olha que estou tendo muita paciência com você!”
Que quando sem querer eu digo uma coisa bem inadequada diante de mais pessoas, o outro não me exponha nem me ridicularize.
Que se eventualmente perco a paciência, perco a graça e perco a compostura, o outro ainda assim me ache linda e me admire.
Que o outro não me considere sempre disponível, sempre necessariamente compreensiva, mas me aceite quando não estou podendo ser nada disso.
Que, finalmente, o outro entenda que mesmo se às vezes me esforço, não sou, nem devo ser, a mulher-maravilha, mas apenas uma pessoa: vulnerável e forte, incapaz e gloriosa, assustada e audaciosa – uma mulher.

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A ARTE DE OUVIR!

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Quase todos se preocupam em saber como falar. Mas quem sabe ouvir? Sim escutar é uma arte, porque nem todo mundo sabe como escutar de verdade. Mas podemos aprender….

Rubem Alves, nos deixou uma variedade de textos que refletem conhecimentos e compreensão das emoções humanas. Consegue dizer tudo aqui: “O que as pessoas mais desejam é alguém que as escute de maneira calma e tranquila. Em silêncio. Sem dar conselhos. Sem que digam: “Se eu fosse você…” A gente ama não é a pessoa que fala bonito. E a pessoa que escuta bonito. A fala só é bonita quando ela nasce de uma longa e silenciosa escuta. É na escuta que o amor começa. E é na não-escuta que ele termina. Não aprendi isso nos livros. Aprendi prestando atenção. Todos reunidos alegremente no restaurante: pai, mãe, filhos, falatório alegre. Na cabeceira, a avó, com sua cabeça branca. Silenciosa. Como se não existisse. Não é por não ter o que dizer que não falava. Não falava por não ter quem quisesse ouvir. O silêncio dos velhos. No tempo de Freud as pessoas procuravam os terapeutas para se curarem da dor das repressões sexuais. Aprendi que hoje as pessoas procuram os terapeutas por causa da dor de não haver quem as escute. Não pedem para ser curadas de alguma doença. Pedem para ser escutadas. Querem a cura para a dor da solidão. (…)”.

Ouvir talvez seja mais difícil que falar, mas nada é tão difícil que não possamos aprender. Ao conversar com alguém, esqueça o celular e as redes sociais. Esqueça as pessoas que estão longe e lembre-se da que está perto. Não interrompa, não diga “eu acho…”, “eu faria isso…”, “eu também…”, faça silêncio por um tempo, apenas ouça! Preste atenção, seja calmo, paciente, tranquilo. Parece difícil? Mas tente! Lembre-se de ouvir é um ato de amor. Quer ser ouvido? Primeiro ouça!

Fonte: Rubem Alves, em “Se Eu Fosse Você” – do livro “O Amor Que Ascende a Lua”. By Tirza Balmant.

EU, MODO DE USAR:

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“Não gosto da vida em banho-maria, gosto de fogo, pimenta, alho, ervas. Por um triz não sou uma bruxa”. Martha Medeiros

Uma das coisas que mais gosto nos textos de Martha Medeiros é o despojamento, a inquietude e a espontaneidade. O que precisa ser dito, é dito sempre, sem meias palavras. Nada é calado. Temos muito em comum… Leiam:
Pode invadir ou chegar com delicadeza, mas não tão devagar que me faça dormir. Não grite comigo, tenho o péssimo hábito de revidar. Acordo pela manhã com ótimo humor, mas… permita que eu escove os dentes primeiro. Toque muito em mim, principalmente nos cabelos e minta sobre minha nocauteante beleza.
Tenho vida própria, me faça sentir saudades, conte algumas coisas que me façam rir, mas não conte piadas e nem seja preconceituoso, não perca tempo, cultivando este tipo de herança de seus pais. Viaje antes de me conhecer, sofra antes de mim para reconhecer-me um porto, um albergue da juventude. Eu saio em conta, você não gastará muito comigo. Acredite nas verdades que digo e também nas mentiras, elas serão raras e sempre por uma boa causa. Respeite meu choro, me deixe sozinha, só volte quando eu chamar e, não me obedeça sempre que eu também gosto de ser contrariada. (Então fique comigo quando eu chorar, combinado?).
Seja mais forte que eu e menos altruísta! Não se vista tão bem… gosto de camisa para fora da calça, gosto de braços, gosto de pernas e muito de pescoço. Reverenciarei tudo em você que estiver a meu gosto: boca, cabelos, os pelos do peito e um joelho esfolado, você tem que se esfolar às vezes, mesmo na sua idade. Leia, escolha seus próprios livros, releia-os. Odeie a vida doméstica e os agitos noturnos. Seja um pouco caseiro e um pouco da vida, não de boate que isto é coisa de gente triste. Não seja escravo da televisão, nem xiita contra. Nem escravo meu, nem filho meu, nem meu pai. Escolha um papel para você que ainda não tenha sido preenchido e o invente muitas vezes.
Me enlouqueça uma vez por mês mas, me faça uma louca boa, uma louca que ache graça em tudo que rime com louca: loba, boba, rouca, boca… Goste de música e de sexo. Goste de um esporte não muito banal. Não invente de querer muitos filhos, me carregar pra a missa, apresentar sua família… isso a gente vê depois… se calhar… deixa eu dirigir o seu carro, que você adora. Quero ver você nervoso, inquieto, olhe para outras mulheres, tenha amigos e digam muitas bobagens juntos. Não me conte seus segredos… me faça massagem nas costas. Não fume, beba, chore, eleja algumas contravenções. Me rapte! Se nada disso funcionar… EXPERIMENTE ME AMAR!

HORA DA REVISÃO…

Bia brinde Reins 2015-06-02 14.25.58

“Iniciando 2019… melhor hora para refletirmos..”

Tire um tempo para fazer uma pausa e avaliar os diferentes aspectos da vida, seus projetos e objetivos como a paciência, compreensão e aplicação prática. Tudo isso irá mostrar-lhe a melhor maneira de proceder. Gerencie suas habilidades, sabiamente lembre-se de que você tem trabalhado muito duro para trazer-se a este lugar em sua vida. Atingir um equilíbrio é sempre o melhor caminho a percorrer e lá dentro você saber o que fazer. Você sabe o que é certo e melhor para si.

Mudanças positivas estão a caminho! Certifique-se de manter seus pensamentos sobre o resultado desejado e não necessariamente no que é no tempo presente, estes tempos de crescimento muitas vezes podem ser cansativos, no entanto oferecem-lhe a capacidade de tornar a vida mais grandiosa. Receba essa energia com os braços abertos e confiar que, no final, você vai ver as suas intenções manifestadas e tome decisões justas ao longo do caminho. O que você procura é seu, você só precisa ser um pouco mais paciente.

O Mantra para hoje é: “Eu analiso cuidadosamente os aspectos da minha vida e faço as melhores escolhas para mim e para o meu crescimento, enquanto realizo meus sonhos.”

E assim seja. Feliz Ano Novo!