CAMINHAR É UM EXCELENTE EXERCÍCIO, MAS TAMBÉM MERECE CUIDADOS…

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“Os benefícios dependem da disciplina e do objetivo de cada pessoa”. Fernando Melo

Apesar de ser uma atividade de fácil execução, é preciso buscar orientação profissional para saber se você está apto e sobre a intensidade do treino.

“Caminhar” é atividade física mais democrática que existe. Desde que não haja alguma restrição, qualquer pessoa de qualquer idade pode fazer uma caminhada. Para isso, basta usar uma roupa e um calçado confortável de preferência um par de tênis, que seja adequado ao seu tipo de pisada  e ir para rua ou esteira.

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Além dos benefícios para a saúde que contribuem para a longevidade, pesquisas mostram que essa atividade física combate inclusive a depressão. Apesar de ser uma atividade que parece ser de baixo impacto, é necessário adotar algumas precauções.

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OS MELHORES HORÁRIOS PARA TREINAR EM LOCAIS EXTERNOS: A decisão de começar a uma atividade física (caminhar/correr…) já foi tomada. Os tênis, a roupa e os aplicativos já foram escolhidos. Mas eis que surge a dúvida: qual é o turno mais adequado para nosso corpo sair caminhando/ correndo por aí?

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  • Na parte da manhã 7 horas e 9 horas.
  • Fim da tarde: 17 horas e 19 horas.
  • Horários em que o sol “castiga” menos.

Fonte: http://www.saudedica.com.br/as-20-dicas-para-quem-vai-comecar- a correr/

 

NÃO ESTAMOS PREPARADOS PARA SERMOS PAIS DOS NOSSOS PAIS

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“…Quanto mais eles perdem memória, vigor, audição, mais sozinhos nos sentimos, sem compreender por que o inevitável aconteceu. Pode até surgir alguma revolta interior por esperar deles que reagissem ao envelhecimento do corpo, que lutassem mais a favor de si, sem percebermos, na nossa própria desorientação, que eles não têm a mesma consciência que nós, não têm como impedir a passagem do tempo ou que possuem, simplesmente, o direito de sentirem-se cansados…”

Cuidar dos nossos Pais

Difícil percebermos que enfim este momento chegou… Vamos ambos aprendendo juntos no dia a dia… E procurando enfrentar tudo com maturidade… muita paz no coração e um amor infinito, pois isso faz parte da uma fase da nossa vida.  Acredito ser esta a receita do amor incondicional…  Para refletir melhor sugiro ler este artigo:

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Nascemos filhos. E esperamos ser filhos para sempre. Mimados, educados, amados. Que nossos pais invistam doses cavalares de amor em todo nosso caminho pela vida. Que, quando a vida doer, haja um colo materno. Que quando a vida angustiar, encontremos neles um conselho sábio. E, quando isso nos falta, há sempre uma lacuna, um sentimento estranho de sermos exceção.

Mesmo adultos, esperamos reconhecer nossa meninice nos olhos dos nossos pais. Desejamos, intimamente, atenções miúdas, como a comida favorita no dia do aniversário ou a camiseta do time de futebol se estamos na casa deles.

Não estamos prontos para trocar de lugar nesta relação.

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É difícil aceitar que nossos pais envelheçam. Entender que as pequenas limitações que começam a apresentar não são preguiça nem desdém. Que não é porque se esqueceram de dar o recado que não se importam com a nossa urgência. Que pedem para repetirmos a mesma frase porque não escutam mais tão bem – e às vezes, não está surdo o ouvido, mas distraído o cérebro. Demora até aceitarmos que não são mais os mesmos – que dirá “super-heróis”? Não podemos dividir toda a nossa angústia e todos os nossos problemas porque, para eles, as proporções são ainda maiores e aí tudo se desregula: o ritmo cardíaco, a pressão, a taxa glicêmica, o equilíbrio emocional.

Vamos ficando um pouco cerimoniosos por amor. Tentando poupar-lhes do que é evitável. Então, sem querer, começamos a inverter os papéis de proteção. Passamos a tentar resguardar nossos pais dos abalos do mundo.

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Dizemos que estamos bem, apesar da crise. Amenizamos o diagnóstico do pediatra para a infecção do neto parecer mais branda. Escondemos as incompreensões do casamento para parecer que construímos uma família eterna. Filtramos a angústia que pode ser passageira ao invés de dividir qualquer problema. Não precisam preocupar-se: estaremos bem no final do dia e no final das nossas vidas. Mas, enquanto mudamos esses pequenos detalhes na nossa relação, ficamos um pouco órfãos. Mantemos os olhos abertos nas noites insones sem poder correr chorando para a cama dos pais. Escondemos deles o medo de perder o emprego, o cônjuge ou a casa para que não sofram sem necessidade e, aí, estamos sós nessa espera; não há colo… nem bala… nem cafuné para consolar-nos.

 

Quanto mais eles perdem memória, vigor, audição, mais sozinhos nos sentimos, sem compreender por que o inevitável aconteceu. Pode até surgir alguma revolta interior por esperar deles que reagissem ao envelhecimento do corpo, que lutassem mais a favor de si, sem percebermos, na nossa própria desorientação, que eles não têm a mesma consciência que nós, não têm como impedir a passagem do tempo ou que possuem, simplesmente, o direito de sentirem-se cansados.

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Então pode chegar o dia em que nossos pais se transformem, de fato, em nossos filhos. Que precisemos lembrá-los de comer, de tomar o remédio ou de pagar uma conta. Que seja necessário conduzi-los nas ruas ou dar-lhes as mãos para que não caiam nas escadas. Que tenhamos que prepará-los e colocá-los na cama. Talvez até alimentá-los, levando o talher a sua boca.

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E eles serão filhos piores porque lembrarão que são seus pais. Reagirão as suas primeiras investidas porque sabem que, no fundo, você acha que lhes deve obediência. Enfraquecerão seus primeiros argumentos e tentarão provar que ainda podem ser independentes, mesmo quando esse momento tiver passado, porque é difícil imaginarem-se sem o controle total das próprias rotinas. Mas cederão paulatinamente, quando a força física ou mental reduzir-se e puderem encontrar no seu amor por eles o equilíbrio para todas as mudanças que os assustam.

Não será fácil para você. Não é a lógica da vida. Mesmo que você seja pai, ninguém o preparou para ser pai dos seus pais. E se você não o é, terá que aprender as nuances desse papel para proteger aqueles que ama.

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Mas, se puder, sorria diante dos comentários senis ou cante enquanto estiverem comendo juntos. Ouça aquela história contada tantas vezes como se fosse a primeira e faça perguntas como se tudo fosse inédito. E beije-os na testa com toda a ternura possível, como quando se coloca uma criança na cama, prometendo-lhe que, ao abrir os olhos na manhã seguinte, o mundo ainda estará lá, como antes, intocável, para ela brincar.

Porque se você chegou até aqui ao lado dos seus pais, com a porta aberta para interferir em suas vidas, foi porque tiveram um longo percurso de companheirismo. E propor-se a viver esse momento com toda a intensidade só demonstrará o quanto é grande a sua capacidade de amar e de retribuir o amor que a vida lhe ofereceu.

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Eu me sinto abençoada por estar vivendo esta fase com minha mãe atualmente… cuidando e vigiando para que ela tenha uma melhor qualidade de vida nesta fase da vida… recebendo muito amor, carinho e atenção… Esta é a hora onde temos a melhor oportunidade para tentar retribuir um pouquinho de todo o amor a qual nos foi dispensado durante toda a nossa via. Muitas histórias vividas!  Unidas pelo amor de pais e filhos construídos ao longo do tempo.

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Fonte: http://obviousmag.org/puro_achismo/2015/nao-estamos-preparados-para-sermos-pais-dos-nossos-pais.html#ixzz3uwqCw2tu
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19 CONSELHOS PARA DEPOIS DOS 60

Acredito que depois dos 60 anos, podemos repensar uma série de questões, conheça as “19 Regras Básicas” que podem mudar nossa vida, são excelentes!

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  1. É hora de usar o dinheiro que você economizou toda sua vida.
    Usá-lo agora e não guardá-lo para que não desfrutem os que não conhecem o sacrifício de havê-lo conseguido, geralmente pessoas que nem sequer são da família: genros, noras, sobrinhos. Recorde-se que não há nada mais perigoso que um genro com ideias. Cuidado: não é época para aplicações por maravilhosas que pareçam, estas só lhe trarão angustias e esta época é para ter muita paz e tranquilidade.
    2. Deixe de preocupar-se com a situação financeira de filhos e netos.
    Não se sinta culpado de gastar seu dinheiro consigo próprio. Provavelmente, você já lhes ofereceu o que foi possível na infância e juventude como uma boa educação. Agora, portanto, a responsabilidade é deles.
    3. Já não é época de sustentar a ninguém de sua família.
    Seja um pouco egoísta, mas não usurário. Tenha uma vida saudável, sem grandes esforços físicos. Faça exercícios físicos moderados (por exemplo, andar regularmente) e alimente-se bem.
    4. Compre sempre o melhor… no final é tudo para você.
    Recorde-se que nesta época, um objetivo chave é gastar o dinheiro com você, com seus gostos e caprichos e os de sua parceira. Depois de morto o dinheiro só gerará ódios e rancores. Nada de angustiar-se por pouca coisa. Na vida tudo passa, sejam os bons momentos que devem ser recordados, sejam os maus que devem ser rapidamente esquecidos.
    5. Independentemente da idade, mantenha vivo o amor sempre.
    O amor à sua parceira, o amor à vida, o amor ao teu próximo.
    6. Esteja sempre limpo, tome um banho diariamente.
    Seja vaidoso. Frequente o barbeiro, faça as unhas, vá ao dermatologista, ao dentista, use perfumes e cremes com moderação. Mesmo que agora você não seja elegantíssimo, seja pelo menos bem-cuidado. Esteja de bem consigo mesmo.
    7. Nada de ser muito moderno, tente ser clássico. É triste e dá pena ver gente idosa com penteados e roupas feitas para jovenzinhos. Escolha com cuidado.
    8. Mantenha-se sempre atualizado.
    Leia livros e jornais, ouça o rádio, veja bons programas na TV, visite a internet com boa frequência, envie e responda “e-mails”, utilize-se das redes sociais, mas sem afobação… nem criar vício com elas.
    9. Respeite a opinião dos jovens apesar de que às vezes podem estar equivocados.
    Muitos deles estão melhor preparados para a vida do que nós estávamos quando tínhamos a sua idade.
    10. Jamais use a expressão “Em meu tempo”.
    Seu tempo é hoje, não se confunda!!! Está certo recordar o passado, mas com nostalgia moderada e feliz de havê-lo vivido. Viva o agora plenamente!
    11. Não caia na tentação de viver com os filhos ou netos.
    Ainda que de vez em quando vá alguns dias como convidado, respeite a intimidade deles, mas especialmente a sua. Se lhe falta sua companheira, consiga logo uma empregada que o acompanhe e colabore com as tarefas de casa e só tome esta decisão quando não puder dar mais conta de si ou que o fim esteja bem próximo.
    12. Pode ser muito divertido conviver com pessoas de sua geração.
    E o mais importante, não dará trabalho a ninguém. Mas aproxime-se de gente positiva e alegre, nunca com “velhos amargurados”. Otimismo é muito importante em qualquer época da vida, especialmente agora.
    13. Cultive um passatempo.
    Pode viajar caminhar, cozinhar, ler, dançar, criar um gato, um cão, cuidar das plantas, jogar cartas, golfe, navegar pela internet, pintar, ser voluntário em uma ONG, ou colecionar algo. Faça o que gosta e o que seus recursos permitam. Começo já.
    14. Aceite todos os convites.
    De batizados, colação de grau, aniversários, bodas, conferências… Visite museus, vá ao campo… o importante é sair de casa por um tempo. Mas não se aborreça se não lhe convidam porque às vezes não se pode. Com certeza quando você era jovem tampouco convidava seus pais para TUDO.
    15. Fale pouco e escute mais.
    Sua vida e seu passado só interessam a você mesmo. Se alguém lhe perguntar sobre estes assuntos, seja breve e procure falar de coisas boas e agradáveis. Conte com otimismo. Jamais se lamente de algo.  Fale em tom baixo e com cortesia. Não critique nada, aceite as situações como elas são. Tudo é passageiro.
    16. As dores e as doenças estarão sempre presentes.
    Não as torne mais problemáticas do que são, falando sobre elas. Trata de minimizá-las. Afinal, elas afetam somente a você e são problemas seus e de seus médicos. Lastimando-se nada conseguirá, asseguro.
    17. Ria, ria muito, ria de tudo.
    Você tem sorte, você teve uma vida, uma vida longa e a morte será apenas uma nova etapa incerta, assim como foi incerta toda a sua vida.
    18. Não se preocupe do que digam, menos ainda do que pensem de você.
    Se alguém lhe disse que agora você não faz nada de importante, não se preocupe. O mais importante você já fez: você e sua história, boa ou má, já passaram. Agora trata-se de passar uma fase, a mais dourada, aprazível e feliz que lhe seja possível. Viva com plenitude!
    19. Permaneça apegada a religião apenas o necessário, não mais.
    Rezando e implorando todo o tempo como um fanático, nada conseguirá. Se você é religioso, vivencie intensamente, porém sem ostentação. O bom é que “em breve, poderá fazer seus pedidos pessoalmente”… hehehehehe…..

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           E lembre-se: “SOMOS O QUE FAZEMOS, MAS SOMOS, PRINCIPALMENTE, O QUE FAZEMOS PARA MUDAR O QUE SOMOS!”

Fonte: http://cvssemprejovens.blogspot.com.br/