Não se comparar aos outros, mas descobrir o que você tem de diferente.
Não desperdiçar tempo odiando alguém, mas sim se divertindo.
Não tomar decisões quando estiver triste.
Perdoar as pessoas, mas não confundir isso com amnésia.
Não comprar roupas apertadas e não forçar afetos.
Amor próprio não é narcisismo.
Humildade não é baixa autoestima.
Nada é para sempre, nem a alegria e nem a tristeza.
Não compre sapatos pequenos, roupas apertadas e não force afetos. – Em vez de se comparar, descubra o que você tem de diferente. – Não deixe as suas melhores roupas, louças e palavras guardadas para o dia “certo”.
Pessoas com maturidade são conscientes de seu privilégio no mundo e tentam mudar seu comportamento.
Perdoe as pessoas, mas não confunda isso com amnésia. – O maior sucesso de todos? Amar e ser amado! – Acredite em milagres, mas continue trabalhando. – Aprenda a rir de si mesmo: você não é o centro do universo.
Humildade não é baixa autoestima. -Em vez de reclamar, se tornam orientadas para a ação.
Nada é para sempre, nem a dor e nem a felicidade.
Aprenda com cada momento. – Tenha com quem compartilhar o riso e a lágrima. – A vida é sua, Responsabilize-se. – A vida não é justa, mas existir é maravilhoso!
Maturidade é o estado ou condição de ter atingido uma forma adulta ou amadurecida. É o desenvolvimento pleno da inteligência e dos processos emocionais. D/A
As principais gerações e seus períodos: • Baby Boomers (nascidos entre 1946 e 1964): Cresceram no pós-Segunda Guerra Mundial, uma época de prosperidade econômica e grandes transformações sociais. Valorizam a estabilidade, o trabalho duro e a construção de uma carreira sólida. Frequentemente são vistos como dedicados e focados em construir famílias tradicionais. • Geração X (nascidos entre 1965 e 1980): Vivenciaram a transição entre o analógico e o digital. São mais independentes e empreendedores, buscando autonomia e desafios profissionais. Presenciaram a ascensão da tecnologia e se adaptaram a ela. • Millennials ou Geração Y (nascidos entre 1981 e 1996): São a primeira geração que cresceu com an internet e a tecnologia digital. Valorizam propósito, crescimento contínuo, flexibilidade no trabalho e buscam um equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Lidam com dívidas estudantis e um mercado de trabalho competitivo. • Geração Z (nascidos entre 1997 e 2010): São os “nativos digitais”, cresceram em um mundo totalmente conectado. Altamente conectados, utilizam an internet como ferramenta essencial para adquirir conhecimento. Valorizam a diversidade, inovação e esperam integração digital em todos os aspectos da vida. Preocupam-se com a saúde mental e as pressões das mídias sociais. • Geração Alpha (nascidos a partir de 2010): Filhos dos Millennials, estão crescendo em um mundo de inteligência artificial, realidade virtual e tecnologias cada vez mais avançadas. Serão a geração mais integrada digitalmente até agora, com a tecnologia permeando todas as suas interações.
Eu me reconheço neste texto de Sharon Stone, e você?
Eu não quero parecer mais nova. Nem disfarçar as marcas do tempo como se fossem falhas.
Quero me olhar com carinho, me reconhecer na minha idade e ser o melhor que posso ser hoje, do jeito que a vida me moldou.
A beleza sem idade pode até soar poética, mas eu prefiro uma beleza com vivência, com memória, com presença real. Com rugas que vieram de tanto sentir. Com escolhas que me trouxeram até aqui.
Não é sobre voltar atrás. É sobre seguir inteira.
E você? Tem se permitido viver a sua idade ou ainda sente que precisa caber num padrão que já não faz mais sentido?
A gente não precisa voltar a ser o que era. A gente pode ser algo novo com mais verdade, mais calma e mais coragem.
Sabe por que Papai Noel não existe? Porque é homem.
Dá para acreditar que um homem vai se preocupar em escolher o presente de cada pessoa da família, ele que nem compra as próprias meias?
… que vai carregar nas costas um saco pesadíssimo, ele que reclama até para colocar o lixo no corredor?
Que toparia usar vermelho dos pés à cabeça, ele que só abandonou o marrom depois que conheceu o azul-marinho?
Que andaria num trenó puxado por renas, sem ar-condicionado, direção hidráulica e air-bag?
Que pagaria o mico de descer por uma chaminé para receber em troca o sorriso das criancinhas?
Ele não faria isso nem pelo sorriso da Luana Piovani!
Mamãe Noel, sim, existe!
Quem coloca guirlandas nas portas, velas perfumadas nos castiçais, arranjos e flores vermelhas pela casa?
Quem monta a árvore de Natal, harmonizando bolas, anjos, fitas e luzinhas, e deixando tudo combinando com o sofá e os tapetes?
E quem desmonta essa parafernália toda no dia 6 de janeiro?
Papai Noel ainda está de ressaca no Dia de Reis.
Quem enche a geladeira de cerveja, coca-cola e champanhe?
Quem providencia o peru, o arroz à grega, o sarrabulho, as castanhas, o musse de atum, as lentilhas, os guardanapinhos decorados, os cálices lavadinhos, a toalha bem passada e ainda lembra de deixar algum disco meloso à mão?
Quem lembra de dar uma lembrancinha para o zelador, o porteiro, o carteiro, o entregador de jornal, o cabeleireiro, a diarista?
Quem compra o presente do amigo-secreto do escritório do Papai Noel?
Deveria ser o próprio, tão magnânimo, mas ele não tem tempo para essas coisas. Anda muito requisitado como garoto-propaganda.
Enquanto Papai Noel distribui beijos e pirulitos, bem acomodado em seu trono no shopping, quem entra em todas as lojas, pesquisa todos os preços, carrega sacolas, confere listas, lembra da sogra, do sogro, dos cunhados, dos irmãos, entra no cheque especial, deixa o carro no sol e chega em casa sofrendo porque comprou os mesmos presentes do ano passado?
Por trás do protagonista desse megaevento chamado Natal existe alguém em quem todos deveriam acreditar mais.
Ela não chega com delicadeza… e quem a espera de mãos vazias, sente o peso da dependência. Prepare-se. Tenha algo guardado, um teto seguro, um carro à disposição. Mas acima de tudo: que tudo isso seja seu. Porque envelhecer com dignidade exige autonomia. Não reescreva seus bens. Não confie cegamente que alguém cuidará de você como você cuida de si. Seja leve: menos posses, mais paz. Quanto mais coisas você tem, mais elas te exigem… e, se não perceber, passam a te possuir. A arte de viver é uma habilidade rara. É saber dormir profundamente, comer com prazer, rir com liberdade — e não se deixar consumir pelas preocupações. Lembre-se: neste mundo, nada é realmente nosso. E quanto menos pertencermos às coisas, mais livres seremos por dentro. A verdadeira prisão é a do apego. E a liberdade começa quando aprendemos a viver com o essencial.
Gostei muito deste texto… me trouxe algumas reflexões. Leia:
Viver muito sempre foi, por séculos, uma raridade quase mítica. Era coisa de avó centenária que conhecia a cura das doenças no cheiro do mato, ou de personagem de romance russo, desses que morriam em São Petersburgo, sob a neve, citando Aristóteles em voz embargada. Longevidade era exceção. Agora virou estatística. Vivemos mais. Isso é fato. A medicina avançou, os antibióticos viraram gente da casa, o colesterol passou a ser vigiado como se fosse um criminoso reincidente. A expectativa de vida subiu, e com ela a ideia, quase ingênua, de que bastaria durar para que tudo desse certo. Mas viver muito não é a mesma coisa que viver bem. E é aí que começa a grande arte. Porque a verdade é que a longevidade chegou antes do manual de instruções. Achávamos que envelhecer seria como alcançar um mirante: olhar para trás com serenidade, cruzar os braços sobre o próprio legado, saborear os frutos de uma vida bem vivida. Mas a velhice, como a infância, exige cuidados diários, e também alguma poesia. O corpo, esse velho cúmplice, começa a dar sinais de que o tempo passou. As juntas rangem como portas de armário antigo, os reflexos hesitam, os músculos se retraem. Mas não é só o corpo que envelhece: às vezes o mundo ao redor também se torna estranho, distante. Os amigos partem, os filhos se dispersam, as calçadas ganham degraus invisíveis. E de repente, o que mais dói não é o quadril, é o silêncio.
E então vem ela: a queda. Não só a queda literal, essa que acontece no banheiro, no degrau da padaria, na pressa inocente de atravessar a rua. Mas a queda simbólica: do entusiasmo, da autonomia, da autoconfiança. A queda de uma imagem de si mesmo que antes era firme, decidida, ágil. A queda de um modo de viver que não se encaixa mais no corpo que agora abriga a alma com mais cuidado. A Organização Mundial da Saúde diz que um terço dos idosos sofre uma queda por ano. E essa queda pode ser o primeiro passo de uma jornada difícil: fraturas, cirurgias, internações, perdas, de mobilidade, de independência, de ânimo. Mas veja bem: não se trata de um alerta sombrio. Trata-se, aqui, de um chamado amoroso à reinvenção. Porque o envelhecimento também pode ser reinício. E preparar-se para ele é como preparar um jardim: exige tempo, presença, escolhas. É preciso cultivar força, sim, não para carregar sacos de cimento, mas para levantar-se da cadeira com leveza e poder abraçar um neto sem receio de tombar. É preciso elasticidade, não só nos músculos, mas nas ideias. E é preciso algo ainda mais raro: gentileza consigo mesmo. Não se trata de negar a velhice. Ela chega, queira-se ou não, com suas rugas e suas lentidões, com seus esquecimentos charmosos e suas manias de repetir histórias. Mas há velhices e velhices. E há aquelas que florescem, porque foram cuidadas, porque tiveram sol e sombra, porque foram vividas com afeto, com liberdade, com algum humor. Sim, o humor. Ele é, talvez, o músculo mais importante a ser mantido. Porque rir de si mesmo, das gafes, das perdas de memória, do tropeço nas palavras, é um jeito de desarmar o tempo. O velho ranzinza é um clichê injusto, há velhos encantadores, que dançam bolero na sala com o ventilador ligado e o cachorro olhando desconfiado. Que tomam vinho com moderação e sorvete sem culpa. Que, aos oitenta, aprendem a usar o celular, e ainda erram, mas riem do erro. A longevidade, quando bem-vivida, é como uma tarde longa e luminosa. Daquelas em que o sol demora a ir embora e o tempo parece suspenso entre uma lembrança e outra. Não é preciso correr. Nem competir. Basta estar inteiro: corpo e alma em compasso. É isso que propomos aqui: um olhar amoroso para o futuro que já chegou. A velhice não precisa ser sinônimo de decadência. Pode ser plenitude. E envelhecer bem não é luxo, nem sorte, é construção diária. Com passos firmes, com gestos suaves, com a força das pernas e o riso no rosto. Com o cuidado do corpo, sim, mas também com a ternura da memória. Porque o segredo não é apenas viver muito. É fazer da longevidade uma arte íntima, uma coordenação delicada entre o tempo e o desejo. E que, ao final, quando chegar a noite, a gente possa dizer, com lucidez e com alegria
— “Foi bom ter vivido tanto. Mas foi melhor ainda ter vivido bem.”🙏♥️☀️🙌🏼
“Um dia sentiremos falta de tudo que não vivemos! Do amor, do abraço, da casa, da porta aberta, de um dia especial. Somos feitos de retalhos e vamos costurando nossa história entre lágrimas e sorrisos. Pedaços que ficam e vão embora, de chegadas e partidas.”
Talvez a gente aprenda, afinal, a demorar a vida mais vezes no que faz coração ser sorriso. A abraçar mais lentamente toda vez que é possível. A encher de beijinhos quem nos provoca ternura. A sair mais frequentemente para passear onde tem flor.
Talvez a gente aprenda, afinal, que precisa de bem menos do que imaginava. Que as verdadeiras urgências são vidas. Que a prioridade é a saúde. Que há variados jeitos de se mostrar presente. Que a gente tem que se cuidar pra cuidar. Que aquela tal pressa era pra quê mesmo? Que há uma linguagem que só os olhos conhecem.
Talvez a gente aprenda, afinal, a se interessar com mais bondade pelo bem-estar dos outros seres. Que estamos todos juntos mesmo na humanidade. Que há vários modos de ajudar mesmo sendo também vulnerável. Que o nosso dom é serviço. Que é possível viver fora do automatismo.
Talvez a gente aprenda, ao final, a ser do nosso jeito de novo.
Adoro compartilhar crônicas que me encantam e me fazem bem. Está da Adélia Prado eu adoro e me representa muito. Leiam:
Todos vamos envelhecer… Querendo ou não, iremos todos envelhecer. As pernas irão pesar, a coluna doer, o colesterol aumentar. A imagem no espelho irá alterar-se gradualmente e perderemos estatura, lábios e cabelos. A boa notícia é que a alma pode permanecer com o humor dos dez, a força dos vinte e o erotismo dos trinta anos.
O segredo não é reformar por fora. É, acima de tudo, renovar a mobília interior: tirar o pó, dar brilho, trocar os estofos, abrir as janelas, arejar o ambiente. Porque o tempo, invariavelmente, irá corroer o exterior. E, quando ocorrer, o alicerce precisa estar forte para suportar. Erótica é a alma que se diverte, que se perdoa, que ri de si mesma e faz as pazes com sua história.
Que usa a espontaneidade para ser sensual, que se despe de preconceitos, intolerâncias, desafetos. Erótica é a alma que aceita a passagem do tempo com leveza e conserva o bom humor apesar dos vincos em torno dos olhos e o código de barras acima dos lábios. Erótica é a alma que não esconde seus defeitos, que não se culpa pela passagem do tempo.
Erótica é an alma que aceita suas dores, atravessa seu deserto e ama sem pudores. Lembre-se: nenhum bisturi vai tratar do buraco de uma alma negligenciada anos a fio.