IDADISMO E JOVENCENTRISMO NA PAISAGEM DA CIDADE. 

Lendo essa reportagem da minha amiga Karen Farias, reforcei minhas reflexões sobre as mudanças no mundo com grandes construções, que são capazes de mudar e transformar tudo ao nosso redor. Confesso que tem muitas coisas boas, outras nem tanto. Quando tais mudanças acabam com as nossas referências de vida, e lembranças pode trazer uma certa saudade gostosa do que era bom no nosso tempo e muitas vezes, hoje nem tanto dais quais nos sentimos desrespeitados. Tem determinadas coisas que deveriam ser conservadas pela sua história, beleza e impacto paisagistas que podem trazer tantos problemas. Já estamos vendo isto! Tem progressos que precisa ser bem estudado referente aos impactos estruturais na cidade, como de nossa vida. Leiam: 

Nossas referências foram apagadas da cidade, até que se esvaziaram das nossas memórias. Entristeci

Andar pela cidade é um prazer e um exercício diário. Perambular pelos lugares conhecidos e descobrir novos. Apreciar o céu, a casa e o prédio bonitos, os detalhes contidos neles, a árvore, o jardim, os gatos e os cachorros que ali vivem, o canto dos pássaros. Cumprimentar as vizinhas e os vizinhos, espiar a rotina das famílias que se entrevê, a saída pro trabalho, a ida e volta da escola, a varrição da calçada, o retorno do supermercado, o banho de sol da bicharada da casa. E ao longo do caminho, cobrir de bom dia ou boa tarde as/os passantes, na expectativa de quem irá responder. E foi assim, nessas andanças, que fui fazendo alguns paralelos sobre a cidade, sua paisagem e temas ligados à longevidade e ao envelhecimento.

Desculpaí, arquitetos e urbanistas.

Logo de início, peço licença aos arquitetos e urbanistas para me meter onde não fui chamada. Afinal, não conheço nada sobre esse campo de conhecimento. Simplesmente sou uma caminhante curiosa e cidadã interessada nas transformações que enxergo.

O envelhecimento e o idadismo

Todos nós temos um ciclo de vida: infância, adolescência, juventude, adultez e velhice. E não apenas nós, animais humanos, os seres da Natureza também possuem seus ciclos de vida. Em cada fase de nosso ciclo de vida, é possível encontrar coisas boas e coisas ruins. Quem já não ouviu falar dos traumas ou das belezas da infância? Das angústias da adolescência, seus desarranjos hormonais e suas descobertas maravilhosas? Assim, a gente segue vivendo cada fase da nossa vida. No entanto, conforme envelhecemos, vamos tendo mais dificuldade de enxergar suas partes boas e valorizando as partes ruins. E, pior, porque vivemos numa cultura onde o belo é tudo o que remete à juventude, buscamos, por diversos meios, formas de nos tornarmos jovens novamente, como se isso fosse praticável.

E é aí que começa o idadismo, termo que se refere ao preconceito, estereótipos e discriminação em relação à idade das pessoas. A expressão ageism foi criada em 1969 pelo gerontólogo e psiquiatra norte-americano Robert Neil Butler, o termo idadismo foi adotado oficialmente pela Organização Mundial da Saúde – OMS em 2022, que também é conhecido como etarismo ou ageísmo.

A cultura jovencentrista refletida nos prédios da cidade

O não cessar de nascimento de prédios novos, brilhantes, cheios de concreto, colocando abaixo aqueles pequenos prédios e casas que até ontem tinham histórias, antigos, velhos, cheios de infiltrações, me faz lembrar uma mulher ou jovem, modernos, capazes, ágeis, cheios de juventude e hormônios, substituindo os idosos, agora considerados inúteis, atrasados tecnologicamente, cheios de rugas, varizes, usando fraldas e andador, sendo julgados sem nenhuma condição de seguir adiante. Mas também sem nenhuma tentativa de convivência.

Esses que, nos dias de hoje, são os prédios “modernos” serão o quê daqui a quarenta anos? Qual será a solução que encontraremos para eles? Repetiremos a mesma atitude? Iremos substituí-los por “novos” porque entenderemos eles como “antigos”? Fico a me perguntar: como seria numa família? Se um pai não dá exemplo de cuidado e respeito para com os mais velhos, o que dirá para sua filha e seu filho quando ele enfrentar a velhice? Estamos pensando sobre o legado daquilo que estamos fazendo hoje?

Temos medo de “demenciar”, mas quem provoca somos nós.

Com o passar do tempo, nossas referências vão sumindo. A ponto de tudo ficar num tom pastel: Lembra de onde ficava o… como é mesmo? Lá perto daquele outro lugar… aquele que fechou anos atrás e que agora é um prédio novo, sabe, né? Dia desses, me peguei tendo uma conversa assim, meio maluca, com uma amiga. A solução foi ir pro Google Maps… “demenciamos”, nossas referências foram apagadas da cidade, até que se esvaziaram das nossas memórias. Entristeci.

A intergeracionalidade

Assim como no envelhecimento dos seres da Natureza há coisas boas e ruins, e em todas as fases do nosso ciclo de vida, vejo o mesmo no que se refere à arquitetura, respeitando o gosto de cada um. Olha um prédio novo, pode ser lindo de morrer, moderno, cheio de inovação, mas também pode vir com sobra de construção nos canos, problemas estruturais, paredes finas e piso sem isolamento entre os vizinhos que descobriremos ao entrar. Num prédio velho, que não tem fiação para internet, nem interruptor de três pontas, o piso seja velho e não tenha suíte para todos os quartos, você talvez encontrará uma cozinha e tamanhos de quartos e sala imensos, a certeza de que não ouvirá nem será escutado pelos vizinhos, uma qualidade de materiais “de antigamente” que hoje jamais encontrará nos “novinhos”.

Mas, então, existe solução? Eu, como palpiteira de plantão e caminhante por prazer, adoraria ver uma cidade cheia de tudo, construções antigas, onde iria me reconectar com minha história e lembranças, e novas, por onde iria descobrir novidades e construir novas memórias. Quem sabe, “híbridas”? Onde as construções fossem reformadas e se atualizassem? Entretanto, na minha observação diária, parece que a cidade dos prédios novos está excluindo a dos prédios e casas antigas, precisa? 

Por isso, lanço aqui o apelo, não sei pra quem – pois não é a minha área e nem sei para quem direcioná-lo – pra gente construir uma cidade com menos idadismo em sua arquitetura, respeitando e valorizando o ciclo do envelhecimento de nossas construções, sem provocar o esvaziamento da nossa memória, criando um ambiente de intergeracionalidade, uma convivência multigeracional. Para que, daqui a 100 anos, nossos netos possam conhecer, por meio da nossa arquitetura, uma Porto Alegre desde seu nascimento e de todas as suas décadas, e possam continuar sonhando e construindo a sua Porto Alegre.

EU… DEPOIS DOS 60 ANOS!

Conversa de uma jovem … com uma amiga mais velha. Um texto que me identifica muito. Leiam:

Perguntei a uma amiga minha que já ultrapassou os 60 anos: Que tipo de mudança ela está sentindo? Ela me enviou as seguintes linhas muito interessantes:

1) Depois de amar meus pais, meus irmãos, meu marido, meus filhos, meus amigos, agora comecei a me amar.

2) Acabei de perceber que não sou “Atlas”. O mundo não repousa sobre meus ombros.

3) Agora parei de negociar com vendedores de frutas e verduras. Afinal, alguns centavos a mais não vão abrir um buraco no meu bolso, mas podem ajudar o pobre homem a economizar para as taxas escolares dos filhos.

4) Pago o taxista sem esperar o troco. O dinheiro extra pode trazer um sorriso ao seu rosto. Afinal, ele está trabalhando muito mais duro do que eu.

5) Parei de contar aos mais velhos que já contaram essa história muitas vezes. Afinal, a história os faz trilhar o caminho da memória e reviver o passado.

6) Aprendi a não corrigir as pessoas, mesmo quando sei que estão erradas. Afinal, a responsabilidade de tornar todos perfeitos não é minha. A paz é mais preciosa do que a perfeição. (Se a pessoa vive numa bolha, deixa… não arrebente a bolha)

7) Dou elogios de forma livre e generosa. Afinal, melhora o humor não só do destinatário, mas também de mim mesmo.

8) Aprendi a não ser incomodado por alguma mancha na minha camisa. Afinal, a personalidade fala mais alto do que as aparências.

9) Eu fico longe de pessoas que não me valorizam. Afinal, eles podem não saber meu valor, mas eu sei.

10) Fico calmo quando alguém faz política suja para ficar à minha frente na corrida dos ratos. Afinal, não sou um rato e também não estou em nenhuma corrida.

11) Estou aprendendo a não ter vergonha de minhas emoções. Afinal, são minhas emoções que me tornam humano.

12) Aprendi que é melhor abandonar o ego do que romper um relacionamento. Afinal, meu ego vai me manter distante, enquanto com relacionamentos eu nunca estarei sozinho.

13) Valorizo meu tempo… cada minuto, usando como e onde eu quero e posso. Faço escolhas melhores e não entro em embates desnecessários.

14) Aprendi a viver cada dia como se fosse o último. Afinal, pode ser o último. Adoro viajar então voo longe.

15) Estou fazendo o que me deixa feliz. Afinal, sou responsável pela minha felicidade e devo isso a mim mesmo.

16) Vivo de bem com a vida e com otimismo, afinal cheguei até aqui bem e pretendo continuar assim. Sem stress!

17) Me tornei “minimalista”, menos é mais. Só compro o necessário… repenso antes de comprar, doo o que não uso mais a quem precisa.

18) Gosto de silêncio e da minha companhia, muitas vezes. Aprendi a me ouvir mais.

19) Mas também gosto de estar com minha família e meus amigos. Conversa e passear juntos são sabor a vida!

20) Tenho gratidão por tudo que tenho e recebo. Agradeço todos os dias.

E você? Já pensou nas mudanças que o tempo nos trás?

Me conte.

ESTOU ENVELHECENDO, E AGORA?

Texto do meu amigo Mauro Wainstock, leiam:

Ainda bem que estou envelhecendo. Em 2024 fiquei um ano mais velho e isto também aconteceu desde o meu nascimento, meses antes do Homem pisar na lua.

Cresci utilizando o telefone fixo com disco e a máquina de escrever manual. Era uma época analógica e com mapas da vida previamente formatados: educação, emprego, aposentadoria. O tempo para viver muitas vezes ficava para depois…

Agora pertenço ao universo das siglas: GPS, GPT, IA… Uma realidade programável, algoritmizada e, mesmo assim, imprevisível. O tempo para viver é cada vez mais acelerado.

Estou me adaptando.

Ao me abrir para a curiosidade e o desconhecido, interajo em mundos inovadores, de mudanças repentinas, labirintos instigantes e descobertas inimagináveis.

O desafio daqui para frente é: o que farei?

Ao longo do tempo aprendi que a vida é formada por momentos únicos e ao vivo. Ocasiões maravilhosas e outras nem tanto.

Entendi que o significado de viver é justamente a soma destes acontecimentos. E que a felicidade diária é resultado da postura que temos diante destes fatos.

Busco propósitos estimulantes. Não quero apenas fazer; preciso transformar. Não quero apenas participar, preciso impactar. Não quero apenas planejar; preciso que as coisas aconteçam. Não quero apenas produzir, preciso deixar um legado.

Estou envelhecendo.

Quero mais conexões genuínas, reais e agregadoras.

Sinto falta dos amigos da infância, com quem eu me divertia durante as peladas nas ruas esburacadas.

Quero menos avatares, mais espontaneidade e muito mais emoção.

Não vejo graça em competir com games quase reais que vibram artificialmente através de emojis repetitivos.

Preciso de menos fakes e mais verdades.
• De menos teclado e mais conversas inspiradoras.
• De menos abreviações e mais interrogações.

Estou envelhecendo

Tenho mergulhado em autoconhecimento, participado de experiências memoráveis e me aventurado em roteiros improvisados, tentando me desafiar o tempo todo.
• Sou proativo: assumo a responsabilidade pelas minhas ações.
• Sou ambidestro: vivo intensamente o hoje e, ao mesmo tempo, crio meus futuros.
• Sou ambicioso: o meu “eu” de amanhã precisa ser melhor do que o de ontem.
• Sou utópico: almejo a inteligência de uma sociedade mais humanizada e positiva.
• Busco um cotidiano mais gratificante e sustentável.
• Mais inclusivo e menos superficial.
• Menos midiático e mais sincero.

Estou envelhecendo

Ganhei maturidade e experiência, equilíbrio e resiliência.
• Entendi que não tenho o controle de tudo.
• E que não devo julgar e nem comentar sobre os outros.
• Prefiro agir para que meus sonhos sejam concretizados.
• Quero vivenciar e curtir as minhas próprias histórias.

Estou envelhecendo

Aprendi que vivo aprendendo a viver.

E que a minha principal certeza é que quero continuar envelhecendo.

Com tempo, saúde, sorrisos, amizades e sabedoria.

Bora ser feliz em 2025, que será um ano inesquecível.

PEQUENAS E GRANDES TENTATIVAS PARA O FINAL DE ANO 💫

Entramos em contagem regressiva. Faltam dois dias para terminar o ano. 

É tempo de balanço.Tempo de pensar nos projetos que deram certo. Naqueles que colocamos de lado, em banho maria. E nos que não sairam como planejamos. Mãos a obra 💪🏻

É tempo de (tentar) aceitar as perdas. E acolher os lutos. Pequenos ou grandes. Aqueles que ainda estamos passando e os que já estão resolvidos dentro de nós. Há lutos que levamos pendurados e precisam de um ponto final. Tudo tem o seu tempo, inclusive o luto. É preciso respeitar os tempos de cada pessoa, mas também é importante cuidar para não se perder no luto. Tudo passa! O tempo não volta, por mais que reverenciemos ficam apenas as boas lembranças. É preciso seguir em frente, por mais desafiador que possa parecer… aprender novas coisas, reinventar-se! E nos tornamos pessoas bem mais fortes e melhores, cheio de redescobertas boas. 

É tempo de fazer projetos. Projetos de curto prazo. Projetos de um ano ou mais. Ou projetos que mudem radicalmente a vida. Esses próximos dias são um bom momento para sonhar e planejar projetos de todos os tipos. Aqueles que estão no campo da utopia e aqueles que podem ser construídos pouco a pouco. Redefinir metas e definir propósitos! 

Nestes últimos dias do ano também gosto de estar em casa. De abrir gavetas, separar para doar roupas que não quero usar mais… e de ver fotos antigas e (re)descobrir o que tenho guardado. É tempo de avaliar o que está na hora de trocar ou jogar fora. Mudar algumas fotos de lugar, atualizar os meus porta retratos… Renovando tudo e melhorando a decoração geral dos ambientes da minha casa. Fazer a energia fluir melhor! 

Um desses dois dias reservo um tempo para mexer nas plantas, colocar terra nova, adubar, podar, regar e colher alguns frutos. 

Reservo tempo também para (re) encontrar as amigas. Tanto presencial como virtual. Para tomar café, contar histórias e sonhar juntas, apesar dos desafios do mundo do cuidado. É bom esquecer da hora enquanto conversamos e damos risada, mesmo que algumas delas vivam em diferentes locais do país.

E há uma noite para assistir um novo filme no cinema ainda em 2024…. ou maratonar em casa numa série na Netflix, com direito a pipoca, como um ritual. Algumas vezes com os netos pertinho. 

Em tempos de final do ano também é essencial ter momentos para não fazer nada. Eu já comecei… 

E você, já decidiu o que vai fazer por você neste final de ano? 

By Cosette Castro acrescentando comentários Bia Perez 

TEMPO, ESSE CICATRIZANTE!

O que mais nos dói e atrapalha na morte de quem amamos, de imediato, é o desaparecimento súbito do corpo. Essa repentina falta de assunto para os olhos físicos, bem acostumados que são com o tom da pele, o jeito dos cabelos, os diferentes desenhos de sorriso para cada contexto, a linguagem do olhar, a expressão corporal que cada um tem para falar e silenciar. E também o som da risada, o registro da voz, a textura do abraço, músicas que os sentidos ouvem e correm pra contar para o coração.

Fica, de cara, uma ausência esquisita. Esse estranho fechamento das cortinas quando o show continua a acontecer para nós. Essa inexistência física de um lugar para onde ir que nos permita encontrar o que habitualmente encontrávamos. Até nos darmos conta de que existem outros olhos para ver, a tristeza nos perturba. E dói. Dói muito.

Depois que a minha avó morreu, muitas vezes eu me flagrei tirando o telefone do gancho no ímpeto amoroso de ligar para ela para dividir alguma alegria ou algum desconcerto, como eu sempre fazia. Era um embaraço constatar, segundos depois, ao ouvir o sinal da linha, que, pelos meios materiais, não havia um número para o qual eu poderia discar e ela pudesse atender com a voz que era dela. Aquela pergunta rotineira que somente ela fazia: “tudo azul com bolinhas brancas?”

Somente o tempo me trouxe o conforto de aprender a encontrá-la no meu coração. De ouvir as coisas que ela certamente me diria se pudesse me dizer. De ver e sentir o seu sorriso tão nítido, tão próximo, na minha memória, que faz tudo ficar ensolarado, mesmo quando é cinza o céu do meu momento. Ninguém morre quando continua no outro. Mas só o tempo nos ensina o caminho dessa mágica do amor. Só o tempo, esse cicatrizante.

By Ana Jacómo

FELIZ NATAL!

“𝐶𝑎𝑑𝑎 𝑣𝑒𝑧 𝑞𝑢𝑒 𝑑𝑢𝑎𝑠 𝑝𝑒𝑠𝑠𝑜𝑎𝑠 𝑠𝑒 𝑒𝑛𝑡𝑒𝑛𝑑𝑒𝑚 𝑒 𝑠𝑒 𝑝𝑒𝑟𝑑𝑜𝑎𝑚, 𝑒́ 𝑁𝑎𝑡𝑎𝑙.

𝐶𝑎𝑑𝑎 𝑣𝑒𝑧 𝑞𝑢𝑒 𝑣𝑜𝑐𝑒̂ 𝑚𝑜𝑠𝑡𝑟𝑎 𝑝𝑎𝑐𝑖𝑒̂𝑛𝑐𝑖𝑎 𝑐𝑜𝑚 𝑞𝑢𝑒𝑚 𝑐𝑜𝑛𝑣𝑖𝑣𝑒, 𝑒́ 𝑁𝑎𝑡𝑎𝑙.

𝐶𝑎𝑑𝑎 𝑣𝑒𝑧 𝑞𝑢𝑒 𝑣𝑜𝑐𝑒̂ 𝑎𝑗𝑢𝑑𝑎 𝑢𝑚𝑎 𝑝𝑒𝑠𝑠𝑜𝑎, 𝑒́ 𝑁𝑎𝑡𝑎𝑙.

𝐶𝑎𝑑𝑎 𝑣𝑒𝑧 𝑞𝑢𝑒 𝑎𝑙𝑔𝑢𝑒́𝑚 𝑑𝑒𝑐𝑖𝑑𝑒 𝑠𝑒𝑟 𝒉𝑜𝑛𝑒𝑠𝑡𝑜 𝑒𝑚 𝑡𝑢𝑑𝑜 𝑜 𝑞𝑢𝑒 𝑓𝑎𝑧, 𝑒́ 𝑁𝑎𝑡𝑎𝑙.

𝐶𝑎𝑑𝑎 𝑣𝑒𝑧 𝑞𝑢𝑒 𝑛𝑎𝑠𝑐𝑒 𝑢𝑚𝑎 𝑐𝑟𝑖𝑎𝑛𝑐̧𝑎, 𝑒́ 𝑁𝑎𝑡𝑎𝑙.

𝐶𝑎𝑑𝑎 𝑣𝑒𝑧 𝑞𝑢𝑒 𝑠𝑒 𝑟𝑒𝑠𝑝𝑒𝑖𝑡𝑎 𝑒 𝑠𝑒 𝑎𝑢𝑥𝑖𝑙𝑖𝑎 𝑢𝑚 𝑖𝑑𝑜𝑠𝑜, 𝑒́ 𝑁𝑎𝑡𝑎𝑙.

𝐶𝑎𝑑𝑎 𝑣𝑒𝑧 𝑞𝑢𝑒 𝑑𝑢𝑎𝑠 𝑝𝑒𝑠𝑠𝑜𝑎𝑠 𝑠𝑒 𝑎𝑚𝑎𝑚 𝑐𝑜𝑚 𝑢𝑚 𝑎𝑚𝑜𝑟 𝑙𝑖𝑚𝑝𝑜, 𝑝𝑟𝑜𝑓𝑢𝑛𝑑𝑜 𝑒 𝑠𝑖𝑛𝑐𝑒𝑟𝑜, 𝑒́ 𝑁𝑎𝑡𝑎𝑙.

𝐶𝑎𝑑𝑎 𝑣𝑒𝑧 𝑞𝑢𝑒 𝑣𝑜𝑐𝑒̂ 𝑜𝑙𝒉𝑎𝑟 𝑎𝑙𝑔𝑢𝑒́𝑚 𝑐𝑜𝑚 𝑜𝑠 𝑜𝑙𝒉𝑜𝑠 𝑑𝑜 𝑐𝑜𝑟𝑎𝑐̧𝑎̃𝑜, 𝑠𝑒𝑚 𝑗𝑢𝑙𝑔𝑎𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜𝑠 𝑜𝑢 𝑐𝑟𝑖́𝑡𝑖𝑐𝑎𝑠, 𝑒́ 𝑁𝑎𝑡𝑎𝑙.

𝐶𝑎𝑑𝑎 𝑣𝑒𝑧 𝑞𝑢𝑒 𝑎𝑙𝑔𝑢𝑒́𝑚 𝑠𝑜𝑐𝑜𝑟𝑟𝑒 𝑒 𝑑𝑒𝑣𝑜𝑙𝑣𝑒 𝑑𝑖𝑔𝑛𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒 𝑎 𝑢𝑚 𝑎𝑛𝑖𝑚𝑎𝑙𝑧𝑖𝑛𝒉𝑜, 𝑒́ 𝑁𝑎𝑡𝑎𝑙.

𝐶𝑎𝑑𝑎 𝑣𝑒𝑧 𝑞𝑢𝑒 𝑣𝑐 𝑑𝑖𝑣𝑖𝑑𝑒 𝑜 𝑝𝑎̃𝑜 𝑑𝑎 𝑠𝑢𝑎 𝑚𝑒𝑠𝑎, 𝑒́ 𝑁𝑎𝑡𝑎𝑙.

𝐶𝑎𝑑𝑎 𝑣𝑒𝑧 𝑞𝑢𝑒 𝑠𝑒 𝑑𝑒𝑚𝑜𝑛𝑠𝑡𝑟𝑎 𝑎𝑚𝑜𝑟 𝑎𝑜 𝑝𝑟𝑜́𝑥𝑖𝑚𝑜, 𝑒́ 𝑁𝑎𝑡𝑎𝑙.

𝐶𝑎𝑑𝑎 𝑣𝑒𝑧 𝑞𝑢𝑒 𝑣𝑜𝑐𝑒̂ 𝑓𝑎𝑧 𝑢𝑚𝑎 𝑟𝑒𝑓𝑜𝑟𝑚𝑎 𝑖́𝑛𝑡𝑖𝑚𝑎 𝑒 𝑝𝑟𝑜𝑐𝑢𝑟𝑎 𝑑𝑎𝑟 𝑐𝑜𝑛𝑡𝑒𝑢́𝑑𝑜 𝑛𝑜𝑣𝑜 𝑎 𝑠𝑢𝑎 𝑣𝑖𝑑𝑎, 𝑒́ 𝑁𝑎𝑡𝑎𝑙.

𝑃𝑂𝑅𝑄𝑈𝐸 𝑁𝐴𝑇𝐴𝐿 𝑒́ 𝐴𝑚𝑜𝑟 𝑡𝑜𝑑𝑜 𝑑𝑖𝑎.
𝑃𝑎𝑧 𝑡𝑜𝑑𝑜 𝑑𝑖𝑎.
𝐺𝑒𝑛𝑒𝑟𝑜𝑠𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒 𝑡𝑜𝑑𝑜 𝑑𝑖𝑎.
𝐽𝑢𝑠𝑡𝑖𝑐̧𝑎, 𝑡𝑜𝑑𝑜 𝑑𝑖𝑎.
𝐶𝑜𝑚𝑝𝑟𝑒𝑒𝑛𝑠𝑎̃𝑜 𝑡𝑜𝑑𝑜 𝑑𝑖𝑎.
𝑅𝑒𝑠𝑝𝑒𝑖𝑡𝑜 𝑡𝑜𝑑𝑜 𝑑𝑖𝑎.
𝐴𝑢𝑡𝑜𝑎𝑚𝑜𝑟 𝑡𝑜𝑑𝑜 𝑑𝑖𝑎.
𝐴𝑐̧𝑎̃𝑜 𝑝𝑜𝑠𝑖𝑡𝑖𝑣𝑎 𝑡𝑜𝑑𝑜 𝑑𝑖𝑎.
𝐴𝑚𝑜𝑟 𝑎̀ 𝑣𝑖𝑑𝑎, 𝑡𝑜𝑑𝑜 𝑑𝑖𝑎.

𝐸 𝑒́ 𝑎 𝑝𝑎𝑟𝑡𝑖𝑟 𝑑𝑒𝑠𝑠𝑎𝑠 𝑎𝑡𝑖𝑡𝑢𝑑𝑒𝑠 𝑞𝑢𝑒:
𝑁𝑎𝑠𝑐𝑒 𝑎 𝐸𝑠𝑝𝑒𝑟𝑎𝑛𝑐̧𝑎
𝑁𝑎𝑠𝑐𝑒 𝑎 𝐴𝑙𝑒𝑔𝑟𝑖𝑎
𝑁𝑎𝑠𝑐𝑒 𝑎 𝑃𝑎𝑧.

𝑁𝑢𝑛𝑐𝑎 𝑠𝑒𝑟𝑎́ 𝑢𝑚 𝑣𝑒𝑟𝑑𝑎𝑑𝑒𝑖𝑟𝑜 𝑁𝑎𝑡𝑎𝑙 𝑒𝑛𝑞𝑢𝑎𝑛𝑡𝑜 𝑐𝑜𝑚𝑒𝑚𝑜𝑟𝑎𝑟𝑚𝑜𝑠 𝑎𝑝𝑒𝑛𝑎𝑠 01 𝑛𝑜𝑖𝑡𝑒 𝑐𝑜𝑚 𝑎𝑚𝑜𝑟 𝑒 𝑛𝑜𝑠 𝑒𝑠𝑞𝑢𝑒𝑐𝑒𝑟𝑚𝑜𝑠 𝑒 𝑛𝑜𝑠 𝑑𝑒𝑠𝑟𝑒𝑠𝑝𝑒𝑖𝑡𝑎𝑟𝑚𝑜𝑠 𝑜 𝑟𝑒𝑠𝑡𝑜 𝑑𝑜 𝑎𝑛𝑜!

𝑆𝑒𝑔𝑢𝑟𝑎𝑚𝑒𝑛𝑡𝑒 𝑛𝑎̃𝑜 𝑒́ 𝑖𝑠𝑡𝑜 𝑞𝑢𝑒 𝐽𝑒𝑠𝑢𝑠 𝑞𝑢𝑒𝑟 𝑑𝑒 𝑛𝑜́𝑠!

𝐸𝑛𝑡𝑎̃𝑜 𝑓𝑎𝑐̧𝑎𝑚𝑜𝑠 𝑢𝑚𝑎 𝑟𝑒𝑓𝑙𝑒𝑥𝑎̃𝑜 𝑒 𝑐𝑢𝑖𝑑𝑒 𝑝𝑎𝑟𝑎 𝑞𝑢𝑒 𝑛𝑜𝑠𝑠𝑎 𝑣𝑖𝑑𝑎 𝑠𝑒𝑗𝑎 𝑢𝑚 𝑐𝑜𝑛𝑠𝑡𝑎𝑛𝑡𝑒 𝑁𝑎𝑡𝑎𝑙.

FELIZ NATAL!🌲🌲

PERDER A ESPERANÇA…

Perder a esperança em momentos difíceis é partir pra guerra já declarando a derrota
Dias difíceis passam….
Assim como as estações…..
A lua volta sempre a iluminar
As estrelas…a brilhar
O cheiro da chuva nos trazendo a beleza do arco-íris
Como a primavera com seu espetáculo de flores e variedades deixando seu perfume no ar…

É não romantizar os problemas, mas conseguir ver a vida com outros olhos, e diminuir a dor… que devagarinho vai destroçando o coração.
Sempre haverá outras manhãs e noites com luas cheias… estrelas brilhando no céu do infinito
Outros caminhos a percorrer…🚶🏻

Texto de Nilza Maria __🖋️☕

ESCOLHAS!

Para refletir:

Hoje eu escolhi não reclamar,
Da casa que está desarrumada, porque ao contrário de muitas pessoas, a casa delas nem existe mais.
Dos meus cães ou gatos enchendo a casa de pelos, porque muitos vão procurar os seus e nunca mais vão encontrar.
Da roupa que não posso lavar, muitos só tem uma hoje pra usar.
Da umidade que não seca nada por falta do sol, muitos nunca mais poderão vê lo brilhar.
Eu não vou reclamar de ter de ficar dentro de casa, seca, quentinha por causa da chuva, por causa do calor, por causa de simples desconforto… porque ao contrário de mim, existem pessoas em cima do telhado, molhados e com frio sem ter certeza se e quando irão sair dali.
Eu hoje decidi não reclamar, decidi AGRADECER.

(Autor desconhecido)


Obrigada Senhor! Pela vida… e por tanto que eu tenho 🙏🏻 e me perdoe por muitas vezes não dar o devido valor!

Sejamos gratos e que possamos sempre ter bênçãos de Deus sobre nossas vidas. 🙏🏻

MUDAR PARA PORTUGAL – INÍCIO DA IMIGRAÇÃO: LUA DE MEL OU INSEGURANÇA?

Acompanho o site da Eurodicas a muito tempo, desde que comecei a querer morar em Portugal, depois da nossa aposentadoria. Já iniciamos nosso processo de mudança… Neste artigo, da Eurodicas eles abordam sobre as angústias da pessoa neste processo de imigração, tanto do lado bom como do lado cheio de dúvidas. Me trouxe algumas reflexões que achei importante compartilhar aqui com vocês. Leiam:

A imigração é um processo que envolve uma grande transformação na vida de uma pessoa e por conta disso, pode desencadear reações significativas, especialmente durante os primeiros momentos no novo país. O período do início da imigração é marcado por diversas descobertas, algumas são gratificantes, enquanto outras podem ser extremamente estressantes.

É comum o imigrante passar por uma fase chamada “lua de mel”, na qual o estrangeiro se sente encantado com sua nova casa e radiante pela realização de um sonho. No entanto, também é possível vivenciar uma fase de sentimentos intensos de insegurança e medo do desconhecido, mesmo que tenha se preparado e desejado profundamente esta mudança.

Você pode estar se perguntando: como podem surgir sentimentos tão opostos em um mesmo momento? E é justamente sobre isso que irei falar nesta coluna.

A fase da lua de mel

A sensação de viver a “lua de mel” se assemelha ao sentimento de um turista, pois a sua identidade continua enraizada no Brasil. Nesse período, o imigrante sente um forte desejo de explorar e aproveitar tudo que a cidade tem a oferecer.

Frequentemente ele experimenta emoções profundas ao viver algo que antes apenas imaginava. É um momento marcado pela curiosidade e vontade de experimentar muitas coisas diferentes ao mesmo tempo.

É fundamental para o estrangeiro nutrir a curiosidade e criar afeto pelo seu novo país. Isso pode facilitar a interação com novas pessoas e proporcionar uma compreensão mais profunda da história daquele local, contribuindo assim para tornar a adaptação mais leve. No entanto, é importante ser cauteloso, pois toda lua de mel eventualmente chega ao fim.

E depois da lua de mel?

Com o decorrer das primeiras semanas, a empolgação inicial começa a diminuir, dando espaço a uma nova rotina. O imigrante, que antes se sentia como um turista, percebe que não saiu do Brasil para simplesmente tirar férias e que a vida no exterior também tem os seus desafios e imperfeições.

Para aqueles que estão vivenciando esse momento, é necessário estar consciente de que a fase da lua de mel inevitavelmente chegará ao fim. Alguns podem interpretar isso como uma adaptação mal sucedida ou um retrocesso, mas, na realidade, isso faz parte do processo.

A adaptação não segue um caminho, é um linear, e o término da lua de mel indica que você está começando a compreender a dimensão dessa mudança, deixando de se sentir um turista para assumir o papel de um estrangeiro de fato.

A fase da insegurança

Não é o caso de todos os imigrantes experimentarem a fase de lua de mel, muitos chegam no novo país com preocupações e inseguranças. A decisão de migrar ou a própria viagem podem ser fontes de estresse por si só. Somando isso a todas as burocracias que geralmente precisam ser resolvidas nesse período, o sentimento de medo do desconhecido e a exaustão podem surgir de forma muito intensa.

As questões burocráticas, as barreiras de comunicação, a sensação de solidão e a busca por moradia ou emprego são alguns dos fatores que podem desencadear medo e ansiedade entre os recém chegados. Todos esses desafios são amplificados pela falta de experiência em relação ao funcionamento dessa cultura.

Mesmo que o imigrante busque informação, a realidade do dia a dia e o contato direto com essa comunidade pode ser bastante assustador.

Consequências da insegurança

A insegurança é uma emoção natural, principalmente quando se está diante a uma situação nova.

Porém, esse sentimento em excesso pode causar sofrimento e questionamentos sobre a decisão de se mudar. Em alguns casos, o imigrante pode se sentir tão sobrecarregado ao ponto de ficar paralisado, ou seja, encontrar dificuldades significativas em cumprir obrigações importantes, o que pode agravar ainda mais sua sensação de medo.

O medo intenso ao longo prazo pode levar o estrangeiro a sentir-se incapaz de se integrar à nova cultura e até mesmo a lamentar ter deixado o seu país de origem. Quanto mais se entrega ao medo, menos conseguirá se conectar com o novo país, prejudicando assim o seu processo de adaptação.

São os desafios diários na vida do imigrante que o fazem sentir-se mais integrado, pois cada obstáculo superado o leva a aprender o que é necessário para se adaptar. É crucial assumir riscos e tomar decisões difíceis, mesmo sentindo medo, para estabelecer sua própria rotina e reconstruir sua identidade como estrangeiro.

É possível viver a lua de mel e a insegurança ao mesmo tempo?

Algumas pessoas também experimentam uma oscilação entre a fase de lua de mel e os sentimentos de insegurança, o que pode ser bastante confuso. Uma dúvida comum é:

Como é possível estar encantado com o país e, ao mesmo tempo, sentir medo de viver aqui?

O fato é que, durante esse estágio inicial de mudança, coisas boas e ruins podem acontecer, e por isso surgem sentimentos confusos e diferentes. É fundamental que você procure compreender suas emoções e de onde elas surgem, a fim de dar um significado a elas.

É completamente possível e natural viver sentimentos opostos em um curto período de tempo, especialmente quando se está passando por uma mudança significativa na vida. Quando você toma consciência dessas emoções, consegue diferenciar o que te traz alegria, como a sensação de explorar e conhecer novos lugares, e o que te causa angústia, como a saudade da família, por exemplo.

Dessa forma, você poderá compreender que esse processo pode ser simultaneamente doloroso e gratificante. Nós costumamos simplificar nossos sentimentos e escolhas, como se houvesse apenas respostas certas ou erradas, quando, na realidade, há o meio-termo. Esse equilíbrio é crucial para lidar com os desafios e apreciar as realizações ao longo da sua jornada como imigrante.

Como lidar com esses sentimentos?

Uma forma de cuidar da sua saúde emocional, nos últimos dias no Brasil e também nos primeiros dias no exterior, é alinhando as suas expectativas. Isso pode ser benéfico tanto para lidar com as surpresas agradáveis quanto para enfrentar os desafios inesperados.

Compreender quais sentimentos podem surgir durante esse momento pode ser útil para antecipar e se preparar de maneira mais eficaz, reduzindo assim a probabilidade deles te surpreenderem. Ao estar ciente das possibilidades, é possível tomar medidas preventivas para evitar o surgimento de emoções intensas e negativas.

Procurar informações na internet e ler relatos de imigrantes é uma ótima ferramenta para se preparar emocionalmente e adquirir um entendimento mais profundo sobre esse processo. A tecnologia é uma grande aliada para nós imigrantes, tornando mais simples a busca por apoio e a descoberta de comunidades onde é possível compartilhar experiências semelhantes às suas.

Outra dica essencial é estar consciente de seus próprios limites, identificar suas áreas de dificuldades e força, para reconhecer suas necessidades e, se for preciso, procurar auxílio de um profissional da saúde mental caso essa transição esteja se tornando muito dolorosa para você. Há terapeutas especializados nesse processo de adaptação de imigrantes que podem desenvolver um plano de tratamento personalizado, considerando suas necessidades individuais.

Não deixe de procurar ajuda, pois este é um momento que pode ser bastante delicado em nossas vidas, e muitos dos maiores desafios na adaptação a um novo país estão relacionados à saúde mental. Portanto, não deixe de incluir o autocuidado em seu planejamento de mudança para uma adaptação mais tranquila.

By Julia Cardozo, psicóloga.

Fonte:

EU…

Deixe de lado essa timidez boba. Tenha orgulho das suas marcas de vida e de idade. Tenha orgulho da sua imagem, das fotos e do que vê no espelho.

Tenha orgulho de se mostrar ao natural. Seja feliz com seu corpo. Seja feliz com as suas celulites, com as suas estrias, com suas pintinhas, com os seus peitos pequeninos ou grandões. Seja feliz com a sua bundona ou com a sua bundinha.

Não filtre-se.

Fotografe-se.

Seja você e ponto. Sem stress, sem exigências demais e sem carências imaginárias. Esse rosto perfeito que todos buscam, na verdade ninguém tem.

Seja feliz com o seu!

Seja feliz com seus dramas, com a sua semana de TPM, com seus choros sem porquê, com a sua sensibilidade à flor da pele, com suas gargalhadas malucas e com as marcas de vida e de idade.

Não tenha pretensão nenhuma de ser perfeita. Não se importe com o quanto pesa, nem com o quanto mede, nem com o quanto ganha. Não importa seu rosto, seu corpo ou suas proporções.

Nada faz uma mulher mais bela, do que ela mesma acreditar que é linda.

Você sabe que não é nenhuma miss, mas isso importa? Curta seus 20, seus 30, assuma seus 40, seus 50, orgulhe-se dos seus 60 ou mais anos.

A beleza com o tempo aumenta para quem acredita que ser belo é ser feliz. O charme não está em números ou aparências: Ele fica é na essência da alma.

A sua beleza está nos detalhes, que talvez você nem saiba que possui.

Ignore os que te apontam e pare de tentar parecer com quem você não é. Seja real e viva sua realidade. Procurando lá fora você estará em busca de algo que talvez nunca encontre. O essencial só se descobre quando se olha pra dentro.

O superpoder da aceitação e a força da autoestima te transformarão na mulher mais formosa e bela do mundo. Você só precisa se aceitar bem.

O segredo da beleza é amar o que já tem. Não filtre-se, seja você e pronto. Se reprimir por conta de pensamentos bobos da cabeça dos outros? Não faça isso e nem seja mais tímida.

Priorize-se.

Fotografe-se.

Faz sua pose, clica e publica!

Avante, vocês são lindas!

By Cleonio Dourado