FILHO É BOM, MAS DURA MUITO!!!

Quando li este texto pensei em muitas coisas para refletir. Não é a minha visão… Filho sempre é muito bom e com todos os desafios que passamos meu amor só aumenta e sempre tem o gostinho de quero mais. Estar mais perto deles. Ganhamos muito mais do que perdemos! Muitas aprendizagens e plantamos aquilo que colhemos ❤️😍. Leiam:

– Aproveita agora, porque, depois que o seu filho nascer você nunca mais vai ter sossego na vida. Você nunca mais vai dormir.

— Aproveita agora, que ele ainda não tem cólicas noturnas e ainda mama nas horas certas, porque depois a sua vida se transformará num verdadeiro inferno noturno.

— Aproveita agora, que os dentinhos dele não começaram a nascer e, quando isso acontecer não vai ter Nenedent que acalme nem ele nem você.

— Aproveita agora, enquanto ele não engatinha, porque, quando começar a arrasar a casa e a derrubar cadeiras e bibelôs e lustres e a comer jornal, só vai dar dor de cabeça.

— Aproveita agora, antes que ele comece a andar. Aí acaba o sossego. É o perigo de ele bater a cabeça nas quinas das mesas, cair e meter a boca no chão, puxar panela no fogão. É um transtorno, filho andando. Ele correndo pela casa e você atrás.

— Aproveita agora, enquanto ele ainda não está na fase do “Por quê?”, porque depois você não vai conseguir ler nem jornal nem livro e nem ver televisão. E vai ter que explicar sempre o inexplicável.

— Aproveita agora, que ele ainda não sabe ler e pedir o que quiser no restaurante. A única vantagem é você não precisar ficar traduzindo os filmes para ele.

— Aproveita agora, enquanto você programa as férias dele e ele ainda não ouviu falar no Disneyworld, porque você vai ter que pegar filas de duas horas e enfrentar montanhas-russas no escuro.

— Aproveita agora, que ele ainda não é tarado por música, porque, quando ele resolver ouvir “música” na sua casa — com ou sem os amigos —, até os vizinhos mais simpáticos irão reclamar. E não pense que ele vai tocar aquelas músicas do seu tempo, não.

— Aproveita agora, que ele ainda não entrou na adolescência. Pois, quando entrar, você nunca mais vai ter sossego, nunca mais vai dormir Não se esqueça da íntima relação entre a palavra adolescência e adoecer. Não ele, mas, sim, você.

— Aproveita agora, que ele ainda não está nem fumando maconha e nem acabando com o seu uísque e aquela cervejinha que você tinha certeza que estava na geladeira te esperando do trabalho.

— Aproveita agora, que ele ainda não está andando em más companhias, porque você vai ter que aturar figuras saídas sabe-se lá de onde, com cabelos, brincos e tatuagens que você jamais poderia imaginar um dia conviver.

— Aproveita agora, que ele ainda não tomou nenhuma bomba e você ainda acha que ele é tudo que você sonhou, porque, quando ele repetir de ano, você fará — para você mesmo — a eterna pergunta: “Meu Deus, onde foi que eu errei?”.

— Aproveita agora, que ele ainda não decidiu que faculdade cursar porque a escolha dele não vai nunca coincidir com os planos que você fazia para ele, quando ele ainda engatinhava.

— Aproveita agora, que ele ainda não entrou na faculdade, porque, quando entrar, vai pedir um carro para ele ou usar o seu.

— Aproveita agora, que ele ainda avisa quando vai dormir fora de casa, e você pode dormir sossegado e não pensar em ligações desagradáveis para a polícia, o hospital e, o pior de tudo, para o IML.

— Aproveita agora, que ele ainda não se casou, porque, depois, ele nunca mais vai te visitar a não ser para pedir dinheiro emprestado.

— Aproveita agora, enquanto ele ainda não tem filhos, porque, quando tiver, é você quem vai tomar conta deles nos fins de semana. Seu sossego chegará ao fim, logo agora que você se aposentou.

— Aproveita agora, que ele ainda não se separou da primeira esposa, pois, quando isso acontecer, ele virá morar novamente na sua casa.

— Aproveita agora, que ele ainda te ajuda com um dinheirinho, porque a sua aposentadoria não dá para nada, pois a segunda mulher dele vai ser contra a ajuda.

— Aproveita agora, porque ele está pensando em te colocar num asilo de velhinhos.

By Mario Prata

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MÃE CHATA, COBRA!

A mãe chata cobra. Dentes escovados, banho tomado, unhas limpas, tarefa feita, comer toda a comida, ser educado, agradecer.
A mãe chata controla. Chegar no horário, dormir cedo, alimentação saudável, tempo no video game.
A mãe chata se preocupa. Quem é o amigo, que horas vai chegar, na casa de quem vai dormir.
A mãe chata ensina. A ser honesto, a respeitar, a ter bons modos, a cumprir com a palavra.
A mãe chata deixa bem claro que o filho não é todo mundo, estabelece regras, impõe limites e faz cumprir as obrigações.
A mãe chata não mede esforços, fará tudo o que puder para educar um bom filho para o mundo.
A mãe chata não está nem aí se vai ser chamada de chata, afinal alguém tem que fazer o trabalho sujo. Ela arregaça as mangas e vai à luta, ela olha para os detalhes e não deixa passar o que é importante.
A mãe chata é a melhor mãe que você pode ser. Acredite, é disso que seu filho precisa.

Eu sou uma mãe chata assim como a Adriele Portes descreve. Sou assim é muito mais, e digo que você terá muito mais o que se realizar do que se arrepender no futuro.

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QUERO TUDO NOVO DE NOVO.

Quero tudo novo de novo. Quero não sentir medo. Quero me entregar mais, me jogar mais, amar mais.
Viajar até cansar. Quero sair pelo mundo. Quero fins de semana de praia. Aproveitar os amigos e abraçá-los mais. Quero ver mais filmes e comer mais pipoca, ler mais. Sair mais. Quero um trabalho novo. Quero não me atrasar tanto, nem me preocupar tanto. Quero morar sozinha, quero ter momentos de paz. Quero dançar mais. Comer mais brigadeiro de panela, acordar mais cedo e economizar mais. Sorrir mais, chorar menos e ajudar mais. Pensar mais e pensar menos. Andar mais de bicicleta. Ir mais vezes ao parque. Quero ser feliz, quero sossego, quem sabe uma tatuagem. Quero me olhar mais. Cortar mais os cabelos. Tomar mais sol e mais banho de chuva. Preciso me concentrar mais, delirar mais. Viver mais. Aprender mais!
Não quero esperar mais, quero fazer mais, suar mais, cantar mais e mais. Quero conhecer mais pessoas. Quero olhar para frente e só o necessário para trás. Quero olhar nos olhos do que fez sofrer e sorrir e abraçar, sem mágoa. Quero pedir menos desculpas, sentir menos culpa. Quero mais chão, pouco vão e mais bolinhas de sabão. Quero aceitar menos, indagar mais, ousar mais. Experimentar mais. Quero menos “mas”. Quero não sentir tanta saudade. Viajar mais… encontrar mais… Quero mais e tudo o mais.
E o resto que venha se vier, ou tiver que vir, ou não venha.
Quero tudo de novo

Adorei esta crônica. Muitas vezes atribuído, de forma errônea, a Fernando Pessoa. Somente a última frase é realmente de Pessoa, sendo um trecho do poema “Tabacaria” de Álvaro de Campos.

Faço dela o meu olhar aos meus sentimentos. Quero muito mais…. Me representa muito 🥂

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DESAPEGAR É NECESSÁRIO…

Para ser feliz, as vezes é preciso “desapego” e desistir de muitas coisas. Por isso, sempre que sentir necessidade, desapegue e desista! A energia flui.

Desapegue daquilo que não deu certo no passado. Desapegue dos arrependimentos. Desapegue dos problemas, desapegue dos sofrimentos, da mágoa e do rancor. O que passou, passou, e por mais que você pense, não vai poder mudar nada.

Desista de se culpar. Desista de querer ter sempre razão. Desista de querer impressionar os outros. Desista da perfeição. Desista de achar que pode controlar tudo. Desista de achar que tudo tem uma razão. Há coisas que acontecem simplesmente porque precisam acontecer, por pura contingência.

Desistir de caminhos que não vão levar a lugar nenhum, é se apegar ao que realmente importa. Se apegue ao amor. Se apegue ao que você acredita ser a felicidade. Se apegue ao otimismo. Se apegue às soluções. Mude! Reinvente-se.

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TODOS OS MEUS PAIS…

Todos os meus pais… Hoje minha mãe completaria mais um aniversário… faria 93 anos. São 3 anos que ela descansou 🙏🏻. Sinto tanta falta dela 👀🙏🏻 Penso neles com imenso amor no meu outono. Eram pais para todas as estações

Leandro Karnal, O Estado de S.Paulo
14 de março de 2021, publicou este texto. Um texto onde senti exatamente o que passei no decorrer da vida. O amor ❤️… as mudanças em cada fase nossa da vida e de nossos pais… as perdas… a saudade 💓. Os começos e recomeços. Leiam:

Eu era criança, terceiro de quatro filhos de uma família de classe média do interior do Rio Grande do Sul. Minha mãe, como se dizia na época, era “do lar”. Meu pai, advogado, político e professor. A infância foi consumida entre o colégio católico, brincar e ir para a praia no verão. De quando em vez, ficar na casa da minha avó materna. A autoridade dos meus pais era inquestionável, especialmente da minha mãe. Ambos pareciam sábios. Minha confiança era absoluta. Machucados, fome, compra de roupas, autorizações em geral? Favor dirigir-se ao balcão materno. Dúvidas de livros, pedidos de verba suplementar, questões vernáculas? O guichê era o paterno. O mundo era sólido, o amor parecia perfeito e tudo transcorria entre natais abundantes, ninhos de Páscoa, churrascos e a voz grave da babá com o original nome (verdade!) de… Zelosa. Fazia redações em maio e agosto sobre a perfeição dos pais.

Eu cresci ou mudaram os natais? Na adolescência, passei a me irritar com meu pai. “Você é filho do dr. Karnal?”, a frase obrigatória me perturbava na cidade pequena. Meu ser, em ebulição hormonal e descontrole, via defeitos enormes no homem que me gerara. Entre outros, graves, crime de lesa-pátria, erros hediondos: ele sempre fazia a sesta depois do almoço! Em outra ocasião, faltou a um recital de piano meu. Já imaginaram a gravidade disso? Deveria perder o então existente princípio do pátrio poder! Minha mãe me parecia invasiva e autoritária, sempre querendo saber de tudo. A comida e o dinheiro continuavam interessantes, mas os geradores dos bens não! Eu achava que os pais dos meus colegas de escola, em geral, pareciam melhores do que os meus.

Cresci. Entre a admiração cega da infância e a distância irrefletida da adolescência, surgiu a terceira geração de pais na minha consciência: seres humanos amorosos e com defeitos, a quem eu devia quase tudo. Morando fora, tinha saudade aguda de casa e da família. Um dia, olhando um velho relógio de pulso que meu pai me dera e que era dele havia décadas, chorei por muito tempo. Estudava longe e o frio do mundo aquecia a memória do lar.

Houve um quarto parto de pais. Eles envelheceram e foram amparados e cuidados por todos nós. Achaques da idade, declínios de memória, médicos em profusão, manias geriátricas: os quatro filhos viraram pais dos pais.

Na velhice deles, inverteu-se o curso do rio. Agora a água do afeto era para os dois. Os natais? Os aclamados e aguardados natais familiares eram organizados por nós. O objeto da nossa natividade? Eles. A parte chata (louça, cardápio, músicas, decoração e pagamentos) era nossa. A parte lúdica era deles. A cada celebração, muitas alegrias e uma pergunta velada: estarão aqui no ano que vem? A vida foi se tornando frágil e a chama da vela da existência parecia bruxulear.

Um dia, houve uma visita a um oncologista que determinou uma angustiante notícia e um horizonte de brevidade para meu pai. Foi devastador. Chegava o temido fim. Sete anos depois e infindáveis internações, apagou-se a vida da minha mãe.

Sem eles, emergiu a última memória e o derradeiro parto. Saudade forte, choros de quando em vez, humor nas lembranças e repetição de frases e hábitos. As lembranças tornaram-se cálidas. Toda vez que uso uma abotoadura do meu pai ou quando vejo uma foto da minha mãe, voltam-me universos dos muitos progenitores que eu tive, reunidos sob dois nomes apenas.

Os natais continuaram, as páscoas seguiram, os netos cresceram… Pais perfeitos, imperfeitos, humanos, canonizados, relembrados, reais, reinventados a cada nova curva da nossa biografia. Estão lá, sempre os mesmos e sempre diversos. As figuras variam de acordo com o grau dos óculos que utilizo e da minha vida que avança.

Como você, querida leitora, como você, estimado leitor, tive muitos pais e apenas dois. O recorte do amor é atemporal, a percepção dele depende do tempo.

Vi meus pais sob a luz forte do verão e no declínio do inverno. Penso neles com imenso amor no meu outono. Eram pais para todas as estações. Eles eram, afinal, o tronco que perde folhas, mas está sempre lá.

Várias vezes vi jovens fazendo o mesmo que eu fiz. Críticos dos pais, irritados, sentindo-se infelizes com idiossincrasias maternas ou paternas. Entendo perfeitamente. Aceito, igualmente, que a mangueira dará manga e que nunca estarei longe do pé ao cair da copa original. Sou o fruto de árvores genéticas e psíquicas. Tenho história, tenho biografia, tenho DNA e estrutura deles. E quando alguém rola, rola e rola para longe, irritado com as árvores geradoras, eu sorrio: vá florescer em outro sítio, querida manga rebelde. Faça tudo diferente e… gere mangas originais, só suas, absolutamente suas e… idênticas às frutas de onde você fugiu. Não é uma maldição. É um legado! A herança do amor. Apague tudo, delete o máximo possível, rasgue e queime lembranças: um sorriso afetivo de um casal continuará lá…

Choro hoje, atravessado pela saudade e pela vontade enorme de um momento a mais com eles. Ah, se eu soubesse amar do jeito que fui amado! Boa semana para pais e filhos. Esta história nunca poderá ser reparada.

VIDA E MORTE! PERDÃO E LEMBRANÇAS…

Quando vemos 👀 a finitude de alguém que já foi tão próximo de nós… ir chegando💔. De repente, assim tão precocemente e tão rápido… Não dá para acreditar. Parece mentira! Coronavírus não escolhe, e leva… sem dó nem piedade 🙏🏻

A fé e a esperança existem sempre 🙏🏻.

Sim ou não, não sabemos incrédulos e assustados… vamos assistindo as lutas do corpo, debilitado e como lutam, tentam vencer… a morte passa pertinho. Parecem não querer desistir. Lutou muito!!!! Mas não conseguiu!

A morte!!! Entra, se faz presente e causa rupturas abruptas. Sem dó.

Revivemos cheios de emoções todas as histórias vividas, as melhores lembranças vem a tona… rapidamente.

É chegada a hora da partida!

Traz muita dor 💔! Hora de se despedir!!!

Aqui jaz agora um corpo, o espírito se vai… mas acredito que nos encontraremos na eternidade 💫algum dia🙏🏻. Até breve!!! Espiritualidade, ajuda muito neste momento!

Que descanse em paz 💔 meu querido Ilídio 🙏🏻.

Foi meu companheiro de grande parte da minha jornada… me presenteou com meus 2 maiores tesouros: meus filhos maravilhosos: ✨Bruno Perez e 💫 Michelle Oliveira… deixando um legado lindo 🌟💫✨ Depois de 25 anos juntos, seguimos caminhos diferentes. Distantes. Sempre desejando felicidade um ao outro. E assim seguimos, cada qual o seu caminho.

Receba muita luz 🌟 e seja bem acolhido nos braços de Deus💫, nosso pai 🙏🏻.

A compaixão e a empatia acerbam 🙏🏻.

O medo, ansiedade e angústia aumentam.

Vivemos um dia de cada vez.

👀 Começamos a repensar tantas coisas. Como as coisas mudam! Mudamos constantemente…

Vida é movimento 👀

A vida é um sopro!

Quantas questões bobas damos tanta importância e perdemos tanto tempo com isto. Anos até!

As melhores coisas não custam muito.

Amor : ❤️ dar e receber ❤️ é uma benção. Todos podem oferecer. Cabe a cada um de nós. Simples assim!

Estarmos mais juntos com à família: marido, filhos, netos, genros e noras, irmãos, cunhados, sobrinhos… presencial ou virtual. Da maneira que der no momento 🌟 é essencial. Estar mais perto… coração e alma unidos. Isto importa muito. Sempre!

Mostrar e dizer o quanto os amamos e são importantes para nós… assim como para cada um deles… com palavras e ações… no dia a dia, faz a diferença .

Todos tentamos ser felizes!

Tempo… é o nosso maior capital. Demoramos a perceber isto.

Fazer boas escolhas, já. Não deixar para depois. Se faz cada vez mais necessário a medida que vamos amadurecendo… envelhecendo.

Menos inquietudes mais plenitude assim esperamos.

Saúde o nosso maior patrimônio. Cuidar bem dela em todos os seus aspectos. Sempre é hora de começar… nunca é tarde. Comece o quanto antes. Esforço, empenho, comprometimento e disciplina são importantes para viver com uma melhor qualidade.

Não estamos livres de surpresas.

Não sabemos o dia de amanhã.

Isto é fato!

Nem sempre temos autonomia nas coisas que acontecem. Nem sempre podemos fazer todas as escolhas.

Mas podemos sonhar… tentar realizar.

Muitas surpresas encontramos pelo caminho.

Tinha uma pedra no meio do caminho…

Mas podemos mudar, todos os dias… agir conforme nossos princípios, baseados sempre no amor e no perdão.

Eu faço estas escolhas. Faço acontecer.

Começar e recomeçar quantas vezes forem necessárias.

Tento ser uma pessoa melhor, mais leve e generosa. Tento ajudar ao próximo.

Desapego do que não me cabe mais, doou o que posso.

Me esforço. Continua a lutar. Assim tenho paz! Deito e durmo no silêncio da noite, sempre em paz.

Viver é um grande aprendizado… aprendemos com nossos erros e acertos.

Desafio constante!

Resiliência faz parte disto.

Erguemos pontes, baixamos a guarda, amamos e perdoamos… construímos os nossos caminhos… sempre com Deus no coração.

Se pudesse estaria do lado dos meus filhos agora. Todos juntos. Abraçando-os ❤️💔. Acolhendo suas dores e angústias. Dando mais amor ❤️, enxugando suas lágrimas ❤️… Dando algum tipo de alívio 💔❤️… dando o suporte pelas suas dores em perder o pai. Nossos corações estão unidos pelo pensamento, pela alma e pelo grande amor e afeto que sentimos uns pelo outro. Sintam-se abraçados ❤️❤️❤️❤️

Tudo passa! Vai passar! 💫

Vai ficar tudo guardado dentro do coração eternamente ❤️🙏🏻. Lá continuamos a existir. Memórias e lembranças!

Acredito na vida eterna🌟, isto me conforta 🙏🏻✨

Acredito no espírito eterno. Na vida eterna… amém 🙏🏻

FIQUE EM PAZ COM O SEU PASSADO…


Dez lições importantes que aprendi com a vida:

1. Fique em paz com o seu passado, só assim você poderá se concentrar no presente. Não podemos mudar o que já passou, mas podemos aproveitar o nosso aprendizado com os nossos erros e acertos para viver melhor a vida presente e estar mais preparados para o que vem pela frente.


2. Não se importe com o que os outros pensam de você. Quem calça os sapatos e anda com eles é você, por isso faça aquilo que acredita ser o melhor para a sua vida.


3. O tempo cura/ameniza tudo. Tenha paciência, dê tempo ao tempo. Paciência!


4. Nunca compare a sua vida com a dos outros, e nem os seus resultados com os resultados dos outros. Primeiro porque você não conhece a trajetória de ninguém a fundo como conhece a sua. Não julgue os outros, não se compare e nem se cobre tanto. Pense apenas que as pessoas têm pontos de partida diferentes e que seguem por caminhos diferentes, cada um ao seu tempo.


5. Não pense muito, não fique parado pensando demais nas coisas que aconteceram ou no que deve fazer. Não se deixe paralisar pela dúvida. As coisas acontecem quando menos se espera.


6. Ninguém mais além de você é responsável pela sua felicidade.


7. Você não pode controlar tudo e nem é responsável por todos os problemas do mundo. Não se cobre tanto, não se culpe tanto.


8. Busque a paz, perdoe, perdoe-se. A raiva não faz bem a ninguém. Perdão traz alívio á alma.


9. Cuide-se, cuide da sua saúde, alimente-se bem, divirta-se, trabalhe com dedicação, cultive as amizades duradouras e sinceras. Tome atitudes positivas que melhorem sua saúde física, mental… e o seu bem estar geral.


10. Não fique ansioso, a ansiedade não vai fazer com que nada se resolva mais rápido. Tenha calma. Respeite fundo.


Quando aprendemos a nos conhecer somos capazes de alcançar mais paz, serenidade e felicidade! Aprendemos mais com nossos erros e com o que não deu muito certo. Crescemos e ficamos muito fortes. Superamos, avançamos e seguimos em frente. Vida é movimento.
Todo dia é dia de dizermos: Hoje vou ser mais feliz que ontem! Texto lindo trazendo grandes reflexões, de autoria desconhecida. #ahoradeserfelizéagora

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A VIDA NOS ENSINA…

O alemão Bert Hellinger tem hoje 93 anos. Já foi padre, largou a batina, casou-se e virou um dos mais respeitados psicoterapeutas e escritores europeus. Mas o cara é polêmico: reconhecido mundialmente pelas Constelações Familiares, ele não restringe seus mergulhos na alma por conta de mimimis. Por isso, às vezes enfrenta a rigidez de certas linhas filosóficas, demolindo-as com tiradas certeiras e desconcertantes.

No limiar de mais um ano, resolvi reproduzir aqui algumas delas, na certeza de que muitos leitores saberão entendê-lo e aplicar seus sábios conselhos. Com a palavra, herrBert Hellinger:

A vida decepciona-o pra você parar de viver com ilusões e ver a realidade.
A vida destrói todo o supérfluo até que reste somente o importante.
A vida não te deixa em paz, para que deixe de culpar-se e aceite tudo como “É”.
A vida vai retirar o que você tem, até você parar de reclamar e começar agradecer.
A vida envia pessoas conflitantes para te curar, pra você deixar de olhar para fora e começar a refletir o que você é por dentro.
A vida permite que você caia de novo e de novo, até que você decida aprender a lição.
A vida coloca seus inimigos na estrada, até que você pare de “reagir”.
A vida te assusta e assustará quantas vezes for necessário, até que você perca o medo e recupere sua fé.
A vida lhe distancia das pessoas que você ama, até entender que não somos esse corpo, mas a alma que ele contém.
A vida ri de você muitas e muitas vezes, até você parar de levar tudo tão a sério e rir de si mesmo.
A vida quebra você em tantas partes quantas forem necessárias para a luz penetrar em ti.
A vida confronta você com rebeldes, até que você pare de tentar controlar.
A vida repete a mesma mensagem, se for preciso com gritos e tapas, até você finalmente ouvir.
A vida envia raios e tempestades, para acordá-lo.
A vida o humilha e por vezes o derrota de novo e de novo até que você decida deixar seu ego morrer.
A vida lhe nega bens e grandeza até que pare de querer bens e grandeza e comece a servir.

A vida corta suas asas e poda suas raízes, até que não precise de asas nem raízes, mas apenas desapareça nas formas e seu ser voe.
A vida lhe nega milagres, até que entenda que tudo é um milagre.
A vida encurta seu tempo, para você se apressar em aprender a viver.
A vida não te dá o que você quer, mas o que você precisa para evoluir.
A vida te machuca e te atormenta até que você solte seus caprichos e birras e aprecie a respiração.
A vida te esconde tesouros até que você aprenda a sair para a vida e buscá-los.
A vida te nega Deus, até você vê-lo em todos e em tudo.
A vida te acorda, te poda, te quebra, te desaponta… Mas creia, isso é para que seu melhor se manifeste… até que só o AMOR permaneça em ti. Se lá vida 🤩

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AS MÃOS DE MINHA MÃE.

Tem texto que leio e que marcam, muitas vezes me identifico, assim como este. Leiam: O tempo insiste em ser verdadeiro no dorso das mãos. O rosto despista, atenua os anos corridos com corretivos simples e semblante suave, mas as pregas das mãos denunciam o tempo dos ganhos e das perdas, dos dias vividos e irremediavelmente vencidos.
O tecido que recobre suas mãos conta os anos de magistério com o giz em punho, a sensação de sentir-se segura no entrelaçamento de dedos com meu pai, o tempo de gerar e criar, o sol diário na despreocupação com o protetor solar, o carinho ao cair da noite, a firmeza ao volante, os gestos exagerados durante as costumeiras piadas, os movimentos contidos na desavença, o calor na menopausa, o frio na tristeza, o suor na espera, a suavidade resignada na prece e recomeço.

Sabe mãe, carrego alguma nostalgia da época em que suas mãos eram lisas e uniformes. Mas é no hoje, porém, que aprendi a respeitar o significado do desenho das veias que saltam através do tecido fino, e das manchas salpicadas como gotas de tinta decorando a fina estampa de sua superfície. Trazem mais história que ambição, exemplo de uma vida de coragem e superação.
Observo seu rosto mas a sinto em suas mãos. Sei que carregam o tempo e a vivência, o que deixou pra trás e o que tem guardado dentro de si. E admiro os sulcos que traduzem o amadurecimento e o olhar reciclado perante a vida; a sabedoria de entender-se completa, ainda que lhe faltem pedaços.

Talvez os sulcos sejam mais que deficiências cutâneas provocadas pelos raios de sol. Talvez sejam faltas que lhe acompanham e hoje fazem parte daquilo que se tornou.
Sinais de uma vida repleta de presença e ausência, orfandade e resiliência, alturas e tombos. Sei de seus voos, mãe, mas também acompanhei sua perda de altitude. Você, que sempre esteve no comando, teve que aprender a ser conduzida também. E isso lhe tornou uma pessoa melhor. Com mais marcas, mas melhor.
É por isso que admiro tanto suas mãos, mãe. Porque me mostram que você não é de ferro. Você é de verdade, assim como eu e meus irmãos. E descobri-la mais humana tem me ajudado a entender a vida também. Porque assim é mais fácil compreender que todos nós até você carregamos dúvidas, incertezas, desilusões. Mas tudo isso é superável também. Apesar dos cabelos brancos e das pintinhas coloridas, estamos diariamente tentando resistir. E você é dura na queda, mãe. Você é porreta. De uma fé e certeza tão grandes que a gente duvida se é feita do mesmo tecido. Mas então eu tenho as suas mãos. E elas dizem que sim, que você também enfrenta desafios, você também sente na carne cada uma de suas dores. A diferença é que aprendeu a lidar bem com elas, e não está nem aí se lhe causaram algum dano visível ou invisível. Você só quer saber do que virá depois.
Agora recordo uma história que aconteceu há aproximados dois anos. Fomos visitar minha amiga que tinha perdido a mãe no dia anterior. Eu perdi o apetite porque sentia a perda da mãe dela dentro de mim, como se fosse você que não estivesse mais ali. Mas você estava. E ao ser confrontada pela sobrinha da minha amiga, que não entendia o porquê do sofrimento e morte da avó, disse-lhe mais ou menos isso: “Você ainda não entende porque tem muito chão pela frente. Quando tiver a minha idade, vai aprender e conseguir aceitar também”. Acho que naquele momento, as mãos da menina começavam a rachar também, só que de um jeito imperceptível. Mas você soube apaziguar um pouco a dor. Vc Do alto de seus sessenta e poucos, soube colocar aquelas mãos tão jovens entre as suas e doar uma ponta de serenidade…
Minhas mãos começam a mudar também. Estão mais finas, e o esverdeado das veias faz contraste com o caramelo de minha pele. Meu filho chama atenção para elas. Diz que estão mais magras e entendo que o colágeno vai indo embora enquanto se aproximam outras noções acerca do meu tempo e espaço.
Aos poucos sigo seu caminho e desejo assemelhar-me a você. Nos gestos, nas andanças, na vontade de responder ao mundo como você tem respondido.

Mostrando ao Bernardo que, ainda que não haja remédio para a perda de gordura e saliência dos tendões, há delicadeza e poesia no tempo que chega de mansinho, de um jeito ou de outro, irremediavelmente.
Obrigada mãe, por não tentar esconder o traçado de suas mãos. Por não querer disfarçar os sinais de um tempo que se desenrolou cheio de promessas e desfechos nem sempre fiéis ao que se esperava deles. Por me mostrar que a vida nos aproximou como meninas crescidas, e hoje posso me preocupar com você tanto quanto você se preocupa comigo.
Obrigada por me ensinar a não censurar o que o tempo traz sem o nosso consentimento, perdoando as marcas que não podemos controlar, reagindo com alegria aos dias que nem sempre são só bons.
Acima de tudo, por me dar a mão e mostrar que nossos sinais são resquícios de uma vida que se viveu intensa e plenamente. Amo você ! Belíssimo texto de autoria desconhecida, com olhar poético sobre o envelhecimento de uma mãe 👀😍

“Só por hoje quero apenas um dia recheadinho de alegria, amor e paz com o perfume suave da compreensão, aceitação e gratidão”.(Sonia Peter)

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DEIXE-ME ENVELHECER!

Deixem-me envelhecer sem compromissos e cobranças,
Sem a obrigação de parecer jovem e ser bonita para alguém,
Quero ao meu lado quem me entenda e me ame como eu sou,
Um amor para dividirmos tropeços desta nossa última jornada,
Quero envelhecer com dignidade, com sabedoria e esperança,
Amar minha vida, agradecer pelos dias que ainda me restam,
Eu não quero perder meu tempo precioso com aventuras,
Paixões perniciosas que nada acrescentam e nada valem.
Deixem-me envelhecer com sanidade e discernimento,
Com a certeza que cumpri meus deveres e minha missão,
Quero aproveitar essa paz merecida para descansar e refletir,
Ter amigos para compartilharmos experiências, conhecimentos,
Quero envelhecer sem temer as rugas e meus cabelos brancos,
Sem frustrações, terminar a etapa final desta minha existência,
Não quero me deixar levar por aparências e vaidades bobas,
Nem me envolver com relações que vão me fazer infeliz.
Deixem-me envelhecer, aceitar a velhice com suas mazelas,
Ter a certeza que minha luta não foi em vão: teve um sentido,
Quero envelhecer sem temer a morte e ter medo da despedida,
Acreditar que a velhice é o retorno de uma viagem, não é o fim,
Não quero ser um exemplo, quero dar um sentido ao meu viver,
Ter serenidade, um sono tranquilo e andar de cabeça erguida,
Fazer somente o que eu gosto, com a sensação de liberdade,
Quero saber envelhecer, ser uma velha consciente e feliz!!!

Gosto muito deste texto se Concita Weber. Sempre me traz grandes reflexões.

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