“Não acredite em algo simplesmente porque ouviu. Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito. Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos. Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade. Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração. Mas, depois de muita análise e observação, se você vê que algo concorda com a razão e que conduz ao bem e benefício de todos, aceite-o e viva-o”.
Não sei… Se a vida é curta Ou longa demais pra nós, Mas sei que nada do que vivemos Tem sentido, se não tocamos o coração das pessoas.
Muitas vezes basta ser: Colo que acolhe, Braço que envolve, Palavra que conforta, Silêncio que respeita, Alegria que contagia, Lágrima que corre, Olhar que acaricia, Desejo que sacia, Amor que promove.
E isso não é coisa de outro mundo, É o que dá sentido à vida. É o que faz com que ela Não seja nem curta, Nem longa demais, Mas que seja intensa, Verdadeira, pura… Enquanto durar.
Falamos tanto das pessoas que ferem, que esquecemos das pessoas que curam.
Existem pessoas que são um verdadeiro sol nos dias nublados das nossas vidas.
Pessoas que nos estendem a mão, que nos encorajam, nos trazem à memória o que temos de bom e organizam nossos sentimentos.
São verdadeiras bússolas divinas que nos norteiam quando estamos desorientados.
Existem pessoas medicinais que quando chegam perto da gente curam a nossa Alma.
O que torna uma pessoa assim não é a ausência de defeitos, é a delicadeza nos gestos.
É um dom que vai muito além do pensamento positivo.
É o comportamento que se manifesta nas situações mais corriqueiras, quando não tem ninguém olhando.
É uma gentileza desobrigada.
É uma atenção, um carinho com um Bom Dia vibrando Amor!!!
É possível detectar essa fragrância nas pessoas que não usam um tom superior de voz.
Nas pessoas que escutam e quando falam, evitam assuntos constrangedores.
A saída é desenvolver em si mesmo essa arte difícil de ser ensinada – pois não se encontra nos livros e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara.
Perto delas a gente se abre sem reservas mesmo sem entender porque.
Ao lado delas nossa dúvida encontra alívio e nosso medo encontra abrigo.
Perto delas nosso riso é mais solto e o choro não tem receio de brotar.
Perto delas somos mais autênticos, e a vida ganha mais coerência e lucidez.
Essas pessoas nos transmitem paz sem que nenhuma palavra seja dita.
Silenciam nossa alma com cuidado e plantam sementes de otimismo em nosso coração.
Gente que abraça a gente só com sua presença, amansando nosso desconforto.
Vamos observar mais a nossa volta as pessoas que curam, o mundo está cheio delas.
Este texto me tocou profundamente. De Autoria Desconhecida
Sente-se num lugar calmo e iluminado. Pode ser dentro de casa, assim como no quintal, no parque, à beira mar.
Se estiver sentado em cadeira, busque uma posição confortável. Costas eretas, pés inteiros no chão. Se não houver cadeira, sente-se em posição de lótus ou o mais próximo dela. Coluna ereta. Em ambos os casos, deixe as mãos sobre as pernas, relaxadas.
Encontre um ponto à sua frente para fixar a visão e respire lentamente. Inspire e expire pelas narinas lentamente.
Agradeça ao seu Deus de devoção. Agradeça ao Universo. Agradeça a si mesmo. Sinta a presença divina ao seu redor e dentro de seu próprio coração.
Continue a respirar lentamente, mirando o ponto a sua frente.
Sinta a luz em movimento ao seu redor. Perceba a luz e as sombras. Agradeça a luz que te envolve. Reconheça que a sombra nem sempre é escuridão. É apenas um obstáculo momentâneo à passagem direta da luz. Resgate a sensação interna da luz. Respire e agradeça a luz interna e externa e perceba ali a sua essência.
Busque dentro de si amorosidade e bondade. Em oração, deseje que estes sentimentos se espalhem pelo mundo. Luz, bondade, amorosidade.
Respirando lentamente, reconheça a sua força interior. Agradeça. Perceba quando da força, toda sua coragem. Sinta-se amparado pela força do Universo. Agradeça. Em oração, deseje que estes sentimentos se espalhem pelo mundo. Luz, bondade, amorosidade, força e coragem.
Ainda com os olhos fixos no ponto, sinta como o amor cresce dentro de você. Sinta a plenitude do amor universal dentro do seu coração e da sua mente consciente.
Agradeça. Perceba que amor atrai amor. Luz atrai mais luz. Harmonia atrai harmonia.
Perceba que com o coração leve de tanto amor; com a mente forte pelo reconhecimento de sua coragem, ainda que fatos negativos lhe atinjam, você estará pronto para enfrenta-los. Deixe o amor e paz universais fluírem dentro de você. Permita que eles transcendam seu interior.
Seja um farol de luz.
Seja fonte de força e coragem.
Seja a paz e o amor que tanto almeja.
Inspire e expire fundo ainda lentamente. Agradeça pelo que é.
Mais que tudo, permita-se ser.
*Publicado no site osegredo.com.br em 02.05.18 – Giana Benatto Ferreira. Ativando sua essência
Pessoas contorcem sentimentos, mudam frases, aumentam palavras, não percebem a angústia ou o alívio de um coração que não é infeliz…
É que já faz tempo que parei de me revelar demais, parei de dar passagem pra quem não sabe embarcar em viagens emocionais intensas…
Fecho os olhos, me retiro, sinto meus livramentos…
Alguns solavancos ainda me tiram do eixo…
Não sou perfeita; mas dentro do meu jeito próprio de dançar conforme a esperança sinto que mereço de verdade a paz que anuncia novos amores, novos sonhos, novos desejos…
O respiro, agora, é de missão cumprida…
Fiz o que pude…
Fiz pela necessidade de aprendizado e humanização…
Não espero nada de ninguém… Não exijam muito de mim…
Adoro este texto de Luiz Alberto Marques Costa. Leiam:
Na vida tem gente é Nó e tem gente que é Laço. Laço que enfeita, que agrega, aquele que com um pouco de jeito tudo embeleza, e com um leve puxar tudo revela… tem gente que é assim.. Laço de abraço! Eita diacho de abraço bão! Mas acho que tem gente que sem querer é Nó, num sabe? Nó, gente que é o Ó do borogódo. Que te faz pensar que é melhor viver só, ao invés de facilitar, tudo complica. Ainda não entendeu que assim (só), na vida fica… Mas num é que tem Nó(s) que é bão, né não? Aquela(e) que te deixa com um Nó bonito na garganta quando chega e também quando vai, e sem você querer a palavra sai. Aquela(e) que te deixa com um Nó na barriga, tremendo e suando frio. Ahh coração arredio! Que faz do amor que nem barquinho num Rio. É assim, tem gente que é Nó e é laço ao mesmo tempo. Pra mim se faz um juramento? Sê mais Laço e Nó(s)? Que assim a vida fica bonita que nem embalagem de presente, basta você com um leve puxar vê o que de bom ela trouxe pra gente!
Desejo a todos um Feliz Ano Novo. Que 2022 seja um ano cheio de coisas boas: muita paz, saúde, amor, fé e esperança. Texto simplesmente inspirador de Carlos Drummond de Andrade dando “ Receita de Ano Novo” (2008). Onde a simplicidade e a naturalidade faz tudo ser melhor. Leiam:
Para você ganhar belíssimo Ano Novo cor do arco-íris, ou da cor da sua paz, Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido (mal vivido talvez ou sem sentido), para você ganhar um ano não apenas pintado de novo, remendado às carreiras, mas novo nas sementinhas do vir-a-ser; novo até no coração das coisas menos percebidas (a começar pelo seu interior) novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota, mas com ele se come, se passeia, se ama, se compreende, se trabalha, você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita, não precisa expedir nem receber mensagens (planta recebe mensagens? passa telegramas?)
Não precisa fazer lista de boas intenções para arquivá-las na gaveta. Não precisa chorar arrependido pelas besteiras consumadas nem parvamente acreditar que por decreto de esperança a partir de janeiro as coisas mudem e que seja tudo claridade, recompensa, justiça entre os homens e as nações, liberdade com cheiro e gosto de pão matinal, direitos respeitados, começando pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um Ano Novo que mereça este nome, você, meu caro, tem de merecê-lo, tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil, mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre. Dentro de você 🥂. Feliz Ano Novo para todos os meus familiares e amigos…
Esta cronica de Sara Westphal me fez pensar na importancia de ter atitudes em nossa vida. Eu nunca quis ter uma vida sem graça, morna…. embora as vezes refletisse muito antes de tomar uma atitude, quando escolhia meu caminho… não olhava muito para traz. As poucas vezes que me senti meio travada… foram importantes para superar os desafios que tive. Grandes aprendizagens vem de dentro para fora!
“Ainda pior que a convicção do não e a incerteza do talvez, é a desilusão de um quase. É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi. Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou. Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.
Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor não me pergunto, contesto. A resposta eu sei de cor, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos “Bom dia”, quase que sussurrados. Sobra covardia e falta coragem até para ser feliz. A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai. Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são. Se a virtude estivesse mesmo no meio-termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza. O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.
Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance, para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência porém, preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer. Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo. De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance. Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar. Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.”
Nós, os novos, seremos velhos um dia. Essa é mesmo a melhor saída para a nossa vida, sinal de que atingimos uma sabedoria maior, prémio por termos alcançado o topo da hierarquia da existência. Não é o tempo que nos faz auferir esse estatuto, mas o tempo dá-nos mais tempo para fazermos alguma coisa com ele e assim aprender para saber mais.
Ninguém sabe mais do que um velho. Ao lado do seu avô, um doutorado é um ignorante e, se afirmar saber mais do que aquelas duas gerações de diferença, é um ignorante imbecil. É o que não falta entre nós, os novos. Dá-se mais valor ao que se aprende nas faculdades do que ao que se aprende na vida, dá-se mais valor à teoria do que à prática. Coitados de nós. E depois não nos lembramos da idade, achamos que nos passa ao lado e por isso não reconhecemos aos velhos o estatuto de sábios e o respeito que lhes é devido. Somos imbecis. A maior parte de nós é tonta. Só isso justifica o abandono. Um velho é um mapa de conhecimento, tem dentro dele muitas estradas principais, muitas vias secundárias e muitos atalhos, muitos becos sem saída, muitas praias, muitos desfiladeiros, muito amor e severas tempestades.
Gustavo Santos, (in ‘O Caminho’ – Portugal, 27/ Mai/ 1977 Life Coach)
Não nasci ontem. Nasci no século passado. Mais precisamente no ano que não terminou: 1968
Posso te garantir: na “minha época” não havia computador pessoal. O “Apple I” foi criado em 1976.
E vou te contar mais: na “minha época” existia um aparelho chamado telefone. Que virou “telefone fixo” e depois… simplesmente sumiu com o surgimento do primeiro celular. Isto ocorreu em 1983, quando o Motorola DynaTAC 8000X passou a ser comercializado. Ele foi criado por Martin Cooper, um engenheiro eletrotécnico norte-americano.
Na “minha época” também não havia a internet como a conhecemos hoje: o primeiro site do mundo foi lançado em 1991 por Tim Berners-Lee, físico do Centro Europeu de Pesquisa Nuclear, responsável por inventar a World Wide Web (WWW).
Já o Google, também não é da “minha época”. Ele foi ao ar pela primeira vez em 1996. Inicialmente, apenas nos servidores da Universidade de Stanford.
Sim, houve um tempo em que eu vivia sem tudo isto.
Em compensação, vivenciei a queda do Muro de Berlim, o término da Guerra Fria, o fim do apartheid na África do Sul e acompanhei os atentados terroristas de 11 de setembro.
Na “minha época”, a inflação (IPCA/IBGE) do Brasil atingiu 2.477%/ano (1993).
É inacreditável, mas foram 7 tentativas de estabilização econômica apenas entre 1986 e 1993: Cruzado I e II (1986), Bresser (1987), Verão (1988), Collor 1 (1990) e II (1991) e Plano Real (1993).
Enfrentei o congelamento de salários e de preços. E o meu dinheiro foi confiscado de um dia para o outro da minha conta corrente. Conheci várias moedas: Cruzado, Cruzado Novo, Cruzeiro, Cruzeiro Real e Real.
Era uma época em que empresas globais deixavam seu nome na história. Lembra-se da Kodak, do Blockbuster e da Polaroid? Pois é, faliram.
No Brasil, tínhamos a Rede Manchete (eu trabalhei lá!), a Varig, a Vasp, os bancos Nacional e Bamerindus, as lojas Mappin, Arapuã, Sears e Mesbla e os refrescantes sorvetes da Yopa. Todos derreteram…
Naquela época, não falávamos de adaptabilidade. Mas quem não inovou, quebrou. Não havia o termo “aprendizado contínuo”. Mas quem não se reinventou, desapareceu.
Como dizia Aldous Huxley, autor de “O Admirável Mundo Novo”,
“Experiência não é o que te acontece; é o que você faz. com o que te acontece”. Nós, os 50+,
Erramos e aprendemos. Vivemos e sobrevivemos.
Tivemos filhos. O meu casal de gêmeos chegou no dia 22/11/00.
Vimos o conhecimento amadurecer e a experiência chegar.
já afirmava Albert Camus, “Prêmio Nobel de Literatura”:
“Não se pode criar experiência. É preciso passar por ela”, E agora?
Percebi que a “minha época” também é agora: quero continuar produzindo, criando, contribuindo e fazendo acontecer.
Não nasci ontem, mas aprendi a substituir…
A máquina de escrever pelo laptop.
O telefone fixo pelo Whatsapp.
O rádio pelo podcast.
A fita cassete pelo Spotify.
A fita de vídeo pelo streaming.
A TV pelo YouTube.
O livro pelo e-book.
Os anúncios impressos pelo e-commerce.
Os classificados pelo Linkedin (ops, me tornei “Top Voice”!).
As cartas e o fac-símile pelas mensagens virtuais.
Os congressos presenciais pelas lives.
A enciclopédia pelo Google Acadêmico.
O texto pelo post.
O conteúdo pelo… ah, este sempre será um diferencial!
Descobri que “estar na nuvem” não significa apenas sonhar.
E que “viral” é mais do que um termo da medicina, ele também se aplica no marketing.
Passei a ouvir frases como:
“Você está me ouvindo?”, “Você está me vendo?”
“Na minha época”, estas questões eram restritas aos relacionamentos conjugais ou a consultórios psicológicos…
Hoje, estas são perguntas frequentes no mundo corporativo.
Dentro e fora da telinha, independente de onde cada um está.
Mas, enquanto alguns se restringem ao enquadramento padronizado, e ficam à mercê da imprevisível oscilação, outros buscam atualizar o hard e o soft, tornar a comunicação mais segura e implementar uma forte rede de conexões.
Lewis Carroll nos ensina:
“Se você não sabe onde quer ir, qualquer caminho serve”.
O mapa impresso e estático, “da minha época”, cedeu lugar ao palpiteiro GPS; mas sou eu quem continuo tendo a responsabilidade de traçar o caminho que quero seguir.
Posso (e devo) alterar a rota sempre que julgar conveniente.
Não nasci ontem.
Quero continuar me reinventando o tempo todo.
Quero continuar aprendendo e me adaptando.
Quero continuar sendo visto e ouvido.
Quero produzir erros novos e evitar os já cometidos.
Quero ter uma vida saudável, equilibrada e com propósito.
Quero comemorar minhas “Bodas de ouro” e curtir os meus gêmeos, que vão completar 21 anos no dia 22/11/2021.
Ontem, presenciei fatos marcantes da história.
Hoje, troco conhecimentos e experiências com as minhas eternas “crianças”.
Amanhã, espero que se orgulhem do legado que estamos construindo juntos.
Nasci no século passado, mas agora também é a “minha época”. Vivo intensamente cada ano. que também não terminou.
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Achei muito interessante este texto publicado na coluna de Mauro Wainstock na revista EXAME/Bússola
Mauro Wainstock possui 30 anos de experiência em Comunicação. É Linkedin Top Voice, colunista da revista EXAME/Bússola, atua como mentor de executivos sobre marca profissional e é sócio-fundador do HUB 40+, consultoria empresarial focada no público acima dos 40 anos.