SER FELIZ!

Assim fui levando a minha vida. Sendo feliz… Quero reciclar minha alma, começar de novo, apagar alguns rastros, tampar algumas feridas. Quero olhar as coisas de um outro jeito e aos poucos me comportar de uma outra maneira. Quero esquecer algumas ofensas e ficar com alguns bons olhares. Quero esquecer os amores que tive e me abrir para os novos que virão, pois virão. Quero me desapegar de algumas coisas e pessoas que simplesmente vieram ou estão de passagem. Quero muita coisa, claro, mas antes de tudo, quero que seja tudo novo de agora em diante.

Assim como eu e Lara Bottas estamos vivendo e sendo feliz 😃

Veja também:

https://oterceiroato.com/2020/12/16/eu-mudei/

https://oterceiroato.com/2020/11/27/viver-por-dentro/

CONSELHO DE AVÓS.

Dia dos avós chegando, 👀 diferente agora com esta pandemia interminável que estamos passando… sempre regados de afeto ❤️. Se eu pudesse dar apenas um conselho aos vovós corujas, seria esse:

“Deixem os avós serem avós…”💗
Avós tem mil fotos do neto no celular, que ele pode mostrar, postar e babar… pois ter um neto é um privilégio dado por Deus… uma benção, eu diria.
Avós não precisam de permissão para visitar ou dar colinho…
Nem precisam de horário estipulado para irem embora… (usando o bom senso né?)
Avós querem ajudar no banho, fazer ninar se preciso e cheirar aquela carinha linda…
Avós são abrigo seguro, são mãos estendidas e protetores fiéis…
Avós sejam maternos ou paternos são iguais no amor, se preocupam e sentem saudades… e muita…

Gostam de dar conselhos e contar como era a maternidade no seu “tempo”… nostalgia cheia de emoções.
Avós não querem só contar histórias querem fazer história na vida do neto… E quantas tem construído juntos. Doces memórias que se eternizam.
Querem brincar e ensinar sapequices… vibrar com tudo.
Eles querem ser o apoio do filho e o olhar atento ao neto para que os pais possam descansar ou trabalhar…


Por que o breve é breve e o tempo você sabe…ele voa! E nós avós iremos partir e queremos deixar lembranças bonitas para nossos netos.

Quero desejar a todos os avós momentos maravilhosos e marcantes entre esta linda convivência que acontecem no dia a dia. Que possam deixar afeto e doçuras mil ❤️ . Eu escrevi um texto lindo no livro Avós e Netos… vale a pena ler. Tenho comigo alguns poucos exemplares ainda.

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https://oterceiroato.com/2020/09/16/avos-anjos-em-forma-de-gente/

AMIGOS…

Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila. Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante. A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos. Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo. Deles não quero resposta, quero meu avesso. Que me tragam dúvidas e angústias e aguentem o que há de pior em mim. Para isso, só sendo louco. Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças. Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta. Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria. Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.

Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade. Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos. Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça. Não quero amigos adultos nem chatos. Quero-os metade infância e outra metade velhice! Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa. Tenho amigos para saber quem eu sou. Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que normalidade é uma ilusão imbecil e estéril.”

Esta crônica de, Oscar Wilde vem bem de encontro com o que eu procuro nos meus amigos. Leveza e compreensão

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https://oterceiroato.com/2020/11/27/viver-por-dentro/

SOBRE OS FELIZES…

Existem pessoas admiráveis andando em passos firmes sobre a face da Terra. Grandes homens, grandes mulheres, sujeitos exemplares que superam toda desesperança. Tenho a sorte de conhecer vários deles, de ter muitos como amigos e costumo observar suas ações com dedicada atenção. Tento compreender como conseguem levar a vida de maneira tão superior à maioria, busco onde está o mistério, tento ler seus gestos e aprendo muito com eles.

De tanto observar, consegui descobrir alguns pontos em comum entre todos e o que mais me impressiona é que são felizes. A felicidade, essa meta por vezes impossível, é parte deles, está intrínseco. Vivem um dia após o outro desfrutando de uma alegria genuína, leve, discreta, plantada na alma como uma árvore de raízes que força nenhuma consegue arrancar.

Dos felizes que conheço, nenhum leva uma vida perfeita. Não são famosos. Nenhum é milionário, alguns vivem com muito pouco, inclusive. Nenhum tem saúde impecável, ou uma família sem problemas. Todos enfrentam e enfrentaram dissabores de várias ordens. Mas continuam discretamente felizes.

O primeiro hábito que eles têm em comum é a generosidade. Mais que isso: eles têm prazer em ajudar, dividir, doar. Ajudam com um sorriso imenso no rosto, com desejo verdadeiro e sentem-se bem o suficiente para nunca relembrar ou cobrar o que foi feito e jamais pedir algo em troca.

Os felizes costumam oferecer ajuda antes que se peça. Ficam inquietos com a dor do outro, querem colaborar de alguma maneira. São sensíveis e identificam as necessidades alheias mesmo antes de receber qualquer pedido. Os felizes, sobretudo, doam o próprio tempo, suas horas de vida, às vezes dividem o que têm, mesmo quando é muito pouco.

Eu também observo os infelizes e já fiz a contraprova: eles costumam ser egoístas. Negam qualquer pequeno favor. Reagem com irritação ao mínimo pedido. Quando fazem, não perdem a oportunidade de relembrar, quase cobram medalhas e passam o recibo. Não gostam de ter a rotina perturbada por solicitações dos outros. Se fazem uma bondade qualquer, calculam o benefício próprio e seguem assim, infelizes. Cada vez mais.

O segundo hábito notável dos felizes é a capacidade de explodir de alegria com o êxito dos outros. Os felizes vibram tanto com o sorriso alheio que parece um contágio. Eles costumam dizer: estou tão contente como se fosse comigo. Talvez seja um segredo de felicidade, até porque os infelizes fazem o contrário. Tratam rapidamente de encontrar um defeito no júbilo do outro, ou de ignorar a boa nova que acabaram de ouvir. E seguem infelizes.

O terceiro hábito dos felizes é saber aceitar. Principalmente aceitar o outro, com todas as suas imperfeições. Sabem ouvir sem julgar. Sabem opinar sem diminuir e sabem a hora de calar. Sobretudo, sabem rir do jeito de ser de seus amigos. Sorrir é uma forma sublime de dizer: amo você e todas as suas pequenas loucuras.

Achei bem interessante esta crônica de Socorro Acioli, me sentindo grata e emocionada, relembrando o rosto dos homens e mulheres sublimes que passaram e que estão na minha vida, entoando seus nomes com a devoção de quem reza… Sigo feliz, com leveza e buscando aprender com elas a acender a luz genuína e perene de alegria na alma de todos nós. Sigamos os felizes, pois eles sabem o caminho…

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https://oterceiroato.com/2020/10/09/adaptando-se-ao-envelhecimento/

EXPERIENCIAR…

Gosto muito deste texto de Fabíola Simões, que fala sobre o sofrimento onde tudo passa!!! Também acredito nisto 👀 “Não há bem que sempre dure, nem mal que nunca se acabe…”. A experiência da dor também ensina e nos aproxima de nós mesmos. E ser nós mesmos nem sempre é continuar na mesma estrada que estávamos seguindo. Muitas vezes descobrimos que é preciso mudar de rota, desacelerar o passo, explorar outras paisagens, mergulhar no desconhecido e ousar enfrentar o que mais nos amedronta.

Às vezes você precisa ser quebrado para se tornar uma versão melhor de si mesmo. Às vezes você precisa sangrar e ficar à flor da pele para conseguir se resgatar por trás das máscaras e proteções, condicionamentos e projeções. Às vezes é preciso um novo você para que a vida volte a pulsar.

Tudo passa. O que permanece é aquilo que conseguimos ressignificar a partir da experiência do amor, da dor, da perda, do arrebatamento, do enfrentamento. E é esse novo sentido que irá nos curar e enriquecer nossa experiência de estar vivos, permanecendo para sempre conosco como um lembrete de que nossa alma foi tocada.

Veja também: https://oterceiroato.com/2020/10/07/setenios-conheca-a-teoria-dos-setenios-de-7-em-7-anos-a-sua-vida-muda-completamente/

https://oterceiroato.com/2020/10/09/adaptando-se-ao-envelhecimento/

AS MÃOS… E A DOR!

– Vovó, como se enfrenta a dor?
– Com as mãos, minha querida. Se você a enfrentar com a mente, em vez da dor se suavizar, ela endurece ainda mais.
Com as mãos, vovó?
– Sim. Nossas mãos são as antenas da nossa alma. Se você as movimenta costurando, tricotando, bordando, cozinhando, pintando, tocando ou afundando-as na terra, você envia sinais de cuidado para a parte mais profunda de si mesma. E tua alma se ilumina porque você lhe está dando atenção. Assim, ela não precisa mais lhe enviar a dor para ser notada.
As mãos são realmente tão importantes assim?
– Sim, minha pequena. Pense nos recém-nascidos: eles começam a conhecer o mundo graças ao toque de suas mãozinhas. Se você olhar, verá que as mãos dos velhos contam mais sobre a vida deles do que qualquer outra parte do corpo. Diz-se que tudo o que é feito com mão é feito com o coração. Porque é realmente assim: as mãos e o coração estão conectados. Os Fisioterapeutas sabem muito bem disso: quando tocam o corpo de outra pessoa com as mãos, criam uma conexão profunda. É precisamente a partir dessa conexão que vem a cura. Pense nos apaixonados: quando suas mãos se tocam, fazem amor da maneira mais sublime que existe.


As minhas mãos, vovó … há quanto tempo não as uso assim!
– Movimente-as, minha querida, comece a criar com elas e tudo dentro de você mudará também. A dor não passará. Mas vai se transformar na mais bela obra-prima. E não vai doer mais. Porque a partir dela, você poderá bordar a tua essência.

Adorei este texto com muita sensibilidade num diálogo entre uma avó e sua neta de Elena Bernabè. Também contar isto para os meus netos.

Veja também:

https://oterceiroato.com/2020/11/13/quando-eu-envelheco

https://oterceiroato.com/2020/11/11/de-repente/

MINHA ALMA ESTÁ EM BRISA.

Este poema bonito é para aqueles que têm 60 anos ou mais, mas hoje é um luxo para todos. Leia com calma, saboreie você vai gostar deste texto. Circula por aí como sendo de autoria Anônimo, de Mário de Andrade ou Rubem Alves. Mas na realidade o texto é de Ricardo Gondim que escreveu e esta publicado no seu livro “Creio, mas tenho Dúvidas”, Editora Ultimato. Acrescento também minhas observações no texto, leiam:

Contei meus anos e descobri que tenho menos tempo para viver a partir daqui, do que o que eu vivi até agora.
Eu me sinto como aquela criança que ganhou um pacote de doces; O primeiro comeu com prazer, mas quando percebeu que havia poucos, começou a saboreá-los profundamente.
Já não tenho tempo para reuniões intermináveis em que são discutidos estatutos, regras, procedimentos e regulamentos internos, sabendo que nada será alcançado.
Não tenho mais tempo para apoiar pessoas absurdas que, apesar da idade cronológica, não cresceram.
Meu tempo é muito curto para discutir títulos. *Eu quero a essência, minha alma está com pressa … Sem muitos *doces* no pacote …

Quero viver ao lado de pessoas humanas, muito humanas. Que sabem rir dos seus erros. Que não ficam inchadas, com seus triunfos. Que não se consideram eleitos antes do tempo. Que não ficam longe de suas responsabilidades. Que defendem a dignidade humana. E querem andar do lado da verdade e da honestidade.
O essencial é o que faz a vida valer a pena.
Quero cercar-me de pessoas que sabem tocar os corações das pessoas
Pessoas a quem os golpes da vida, ensinaram a crescer com toques suaves na alma
*Sim … Estou com pressa … *Estou com pressa para viver com a intensidade que só a maturidade pode dar.*
Eu pretendo não desperdiçar nenhum dos doces que eu tenha ou ganhe… Tenho certeza de que eles serão mais requintados do que os que comi até agora.
Meu objetivo é chegar ao fim satisfeito e em paz com meus entes queridos e com a minha consciência.
Nós temos duas vidas e a segunda começa quando você percebe que você só tem uma…

Veja também: https://oterceiroato.com/2020/10/28/acorda-baby-boomer-a-vida-te-chama/

https://oterceiroato.com/2020/10/09/adaptando-se-ao-envelhecimento/

QUERO…

Este texto de Lara Bottas, me trouxe leveza e reflexão. Quero menos 👀. Leiam:

Quero reciclar minha alma, começar de novo, apagar alguns rastros, tampar algumas feridas. Quero olhar as coisas de um outro jeito e aos poucos me comportar de uma outra maneira. Quero esquecer algumas ofensas e ficar com alguns bons olhares. Quero esquecer os amores que tive e me abrir para os novos que virão, pois virão. Quero me desapegar de algumas coisas e pessoas que simplesmente vieram ou estão de passagem. Quero muita coisa, claro, mas antes de tudo, quero que seja tudo novo de agora em diante

Veja também: https://oterceiroato.com/2020/10/28/acorda-baby-boomer-a-vida-te-chama/

https://oterceiroato.com/2020/11/13/quando-eu-envelheco/

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#horadedeixarovelhoirembora #etudosefeznovo #desapego

VALOR DA VIDA.

Sempre estou lendo sobre assuntos variados. Meu interesse é versátil! Alguns bons pensamentos “sobre a vida” que Augusto Cury destacou no seu livro “Mentes Brilhantes, Mentes Treinadas” e eu me identifico bastante… quer ver?

Não duvide do valor da vida, da paz, do amor, do prazer de viver, enfim, de tudo que faz a vida florescer. Mas duvide de tudo que a compromete. Duvide do controle que a miséria, ansiedade, egoísmo, intolerância e irritabilidade exercem sobre você. Quando somos abandonados pelo mundo, a solidão é superável; quando somos abandonados por nós mesmos, a solidão é quase incurável. Sábio é o ser humano que tem coragem de ir diante do espelho da sua alma para reconhecer seus erros e fracassos e utilizá-los para plantar as mais belas sementes no terreno de sua inteligência.

Ser livre é não ser escravo das culpas do passado nem das preocupações do amanhã. Ser livre é ter tempo para as coisas que se ama. É abraçar, se entregar, sonhar, recomeçar tudo de novo. É desenvolver a arte de pensar e proteger a emoção. Mas, acima de tudo, ser livre é ter um caso de amor com a própria existência e desvendar seus mistérios. Se seus sonhos são pequenos, sua visão será pequena, suas metas serão limitadas, seus alvos serão diminutos, sua estrada será estreita, sua capacidade de suportar as tormentas será frágil. Os sonhos regam a existência com sentido.

Desejo que você:
Não tenha medo da vida, tenha medo de não vivê-la.
Não há céu sem tempestades, nem caminhos sem acidentes.
Só é digno do pódio quem usa as derrotas para alcançá-lo.
Só é digno da sabedoria quem usa as lágrimas para irrigá-la.
Os frágeis usam a força; os fortes, a inteligência.
Seja um sonhador, mas una seus sonhos com disciplina,
Pois sonhos sem disciplina produzem pessoas frustradas.
Seja um debatedor de idéias. Lute pelo que você ama.

Veja também: https://oterceiroato.com/2020/10/07/setenios-conheca-a-teoria-dos-setenios-de-7-em-7-anos-a-sua-vida-muda-completamente/

https://oterceiroato.com/2020/10/09/adaptando-se-ao-envelhecimento/

É HORA DE MUDARMOS DE VIA… EDGAR MORIN

“A chegada do coronavírus nos lembra que a incerteza permanece um elemento inexpugnável da condição humana. Todo o seguro social em que você pode se inscrever nunca poderá garantir que você não ficará doente ou será feliz em sua casa”.

Com seus 99 anos, o pensador francês Edgar Morin deu uma entrevista lucida e corajosa. Admiro muito seus livros e seus pensamentos… alguns que já conheci. : “É hora de mudarmos de via – as lições do coronavírus.” – “Ensinar a viver.” – “ Como viver em tempo de crise.” – “Edwige, a inseparável.” – Conhecimento, ignorância, mistério.”

Eis aqui alguns trechos da entrevista que adorei:
“Surpreendi-me com a pandemia mas em minha vida estou habituado a ver chegar o inesperado. A chegada de Hitler foi inesperada para todos. O pacto germano-soviético foi inesperado e inacreditável. O início da guerra da Argélia foi inesperado. Eu só vivi pelo inesperado e pelo hábito com crises. Nesse sentido, estou vivendo uma crise nova, enorme, mas que tem todas as caraterísticas da crise. Isto é, de um lado suscita a imaginação criativa e, de outro, suscita medos e regressões mentais. Buscamos todos a salvação providencial, só que não sabemos como.
É preciso aprender que na história o inesperado acontece, e acontecerá de novo. Pensamos viver certezas, com estatísticas, previsões, e com a ideia de que tudo era estável, quando já tudo começava a entrar em crise. Não nos demos conta. Precisamos aprender a viver com a incerteza, isto é, ter a coragem de enfrentar, de estar pronto para resistir às forças negativas.
A crise nos torna mais loucos e mais sábios. Uma coisa e outra. Grande parte das pessoas perde a cabeça e outras tornam-se mais lúcidas A crise favorece as forças mais contrárias.

Desejo que sejam as forças criativas, as forças lúcidas e as que buscam um novo caminho, aquelas a se imporem, embora ainda sejam muito dispersas e fracas. Com razão podemos nos indignar mas não devemos nos trancar na indignação.
Há algo que esquecemos: há vinte anos começou um processo de degradação no mundo. A crise da democracia não é apenas na América Latina, mas também nos países europeus. A dominação do lucro ilimitado que controla tudo está em todos os países. Idem a crise ecológica. O espírito deve enfrentar as crises para dominá-las e superá-las. Do contrário somos suas vítimas.

Vemos hoje instalarem-se os elementos de um totalitarismo. Este, não tem mais nada a ver com o do século passado. Mas temos todos os meios de vigilância a partir de drones, de celulares, de reconhecimento facial. Existem todos os meios para surgir um totalitarismo de vigilância. O problema é impedir que esses elementos se reúnam para criar uma sociedade totalitária e invivível para nós.
Às vésperas dos 100 anos, o que posso desejar? Eu desejo força, coragem e lucidez. Precisamos viver em pequenos oásis de vida e de fraternidade.” “Antes, a gente achava que existia um progresso certo e agora o futuro é uma angústia. Por isso, suportar, enfrentar a incerteza é não naufragar na angústia, saber que é preciso, de certa forma, participar com o outro, de algo em comum, porque a única resposta aos que têm a angústia de morrer é o amor e a vida em comum” – Edgar Morin

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