O TEMPO TRAZ A PODA.

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 “É preciso podar a árvore para que ela comece a dar bons e novos frutos…” Junior João.

Quem me conhece sabe que  gosto de postar crônicas que nos ajudem a enfrentar as adversidades da vida com um olhar mais positivo. Estamos sempre vivendo e aprendendo… seguindo em frente! Crescemos e nos fortalecemos com cada aprendizado, assim caminha a humanidade. Leiam:

A poda é necessária para a planta se fortalecer e equilibrar. O luto ensina e amadurece.

Ensina que existe tempo para tudo, e que alguns ramos irão se soltar durante a vida, modificando o vigor da espécie;

Ensina que os mais fortes são aqueles que se adaptam justamente como dizia Darwin;

Ensina que alguns galhos são supérfluos, ainda que não haja compreensão no momento;

Ensina a modificarmos nossa tendência de produzir mais folhagem que frutos a buscarmos novas alternativas, ter coragem, humildade.

Enquanto tivermos sorte, permanecermos jovens, belos e bem nascidos o acaso nos protegerá, mas permaneceremos mais selvagens folhagem e vegetação.

E não descobriremos quem realmente somos.

O tempo traz a poda. E a cada tesourada descobrimos que algumas feridas nunca se curam e você terá que se ajustar a uma forma de vida completamente nova.

Mesmo que seu coração tenha sido quebrado em mil pedaços, uma hora você perceberá que é capaz de amar de novo e, se tiver sorte, amará melhor.

Já perdi amigos, me separei de pessoas insubstituíveis, sofri decepções absurdas, descobri que ninguém é perfeito. Fui feliz, me atirei de cabeça, confiei demais, me frustrei na mesma proporção, tive dúvidas, morri de arrependimento.

Fui podada pela vida, aparada em minhas arestas, corrigida em minhas estruturas. Descobri novos arranjos, me equilibrei com as perdas e decepções, formulei novos caminhos. Aprendi que continuamente sofremos um processo de renovação natural _ como as plantas. Faz parte da vida, do processo de nos tornarmos melhores com o tempo, extraindo os ramos ruins e mantendo os bons…

Aprendendo a perdoar, a pedir perdão; a entender que o tempo leva pessoas especiais e deixa algumas nem tão perfeitas assim; que o coração é capaz de amar de novo, mas antes deve permitir-se chorar e enterrar o amor antigo bem fundo para que ele não ressuscite de tempos em tempos; aprendendo a valorizar o presente, a entender que tudo é passageiro_os bons e maus momentos; aprendendo que algumas pessoas simplesmente não percebem o mundo como você, e que isso não as torna mais cruéis. Aprendendo a ter compaixão, a separar seus medos antigos dos atuais.

O tempo molda as pessoas de formas diferentes, e alguns endurecerão ainda mais com o passar dos anos. Nem todo mundo aprende, não importa quantos tombos leve. E você não pode basear sua vida por essas pessoas.

A vida é muito curta e o roteiro só depende de você. É assim que você se mantém vivo. Decidindo ser melhor a cada dia, se permitindo chorar, se autorizando ter raiva, se justificando por estar sem forças. Mas ainda assim acreditando que uma hora, de alguma maneira que seria impossível, você não se sentirá assim. Não vai doer tanto…

By Fabíola Simões

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EU PRECISO APRENDER A SER MENOS…

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“Sempre é pouco quando não é demais.” Arnaldo Antunes

Recentemente me deparei com este texto… as vezes me sinto assim rsrsrs…  bem interessante… Leiam:

Eu preciso aprender a ser menos. Menos dramática. Menos intensa. Menos exagerada. Alguém já desejou isso na vida: ser menos? Pois é. Estranho. Mas eu preciso. Nesse minuto, nesse segundo, por favor, me bloqueie o coração, me cale o pensamento, me dê uma droga forte para tranqüilizar a alma. Porque eu preciso. E preciso muito. Eu preciso diminuir o ritmo, abaixar o volume, andar na velocidade permitida, não atropelar quem chega, não tropeçar em mim mesma. Eu preciso respirar. Me aperte o pause, me deixe em stand by, eu não dou conta do meu coração que quer muito. Eu preciso desatar o nó. Eu preciso sentir menos, sonhar menos, amar menos, sofrer menos ainda. Aonde está a placa de PARE bem no meio da minha frase? Confesso: eu não consigo. Nada em mim pára, nada em mim é morno, nada é pouco, não existe sinal vermelho no meu caminho que se abre e me chama. E eu vou… Com o coração na mochila, o lápis borrado, o sorriso e a dúvida, a coragem e o medo, mas vou… Não digo: “estou indo”, não digo: “daqui a pouco”, nada tem hora a não ser agora. Existe aí algum remedinho para não-sentir? Existe alguma terapia, acupuntura, pedras, cores e aromas para me calar a alma e deixar mudo o pensamento? Quer saber? Existe. Existe e eu preciso. Preciso e não quero.   By Fernanda Mello.

PENSAR É TRANSGREDIR!

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“Para reinventar-se é preciso pensar: isso aprendi muito cedo.” Lya Luft 

Vocês sabem que adoro crônicas de vários autores onde costumo postar os meus preferidos aqui no Blog. Os de Lya Luft  costuma sempre me inquietar… leiam:
Não lembro em que momento percebi que viver deveria ser uma permanente reinvenção de nós mesmos — para não morrermos soterrados na poeira da banalidade embora pareça que ainda estamos vivos.
Mas compreendi, num lampejo: então é isso, então é assim… Apesar dos medos, convém não ser demais fútil nem demais acomodada. Algumas vezes é preciso pegar o touro pelos chifres, mergulhar para depois ver o que acontece: porque a vida não tem de ser sorvida como uma taça que se esvazia, mas como o jarro que se renova a cada gole bebido.
Para reinventar-se é preciso pensar: isso aprendi muito cedo.
Apalpar, no nevoeiro de quem somos, algo que pareça uma essência: isso, mais ou menos, sou eu. Isso é o que eu queria ser, acredito ser, quero me tornar ou já fui. Muita inquietação por baixo das águas do cotidiano. Mais cômodo seria ficar com o travesseiro sobre a cabeça e adotar o lema reconfortante: “Parar pra pensar, nem pensar!”
O problema é que quando menos se espera ele chega, o sorrateiro pensamento que nos faz parar. Pode ser no meio do shopping, no trânsito, na frente da tevê ou do computador. Simplesmente escovando os dentes. Ou na hora da droga, do sexo sem afeto, do desafeto, do rancor, da lamúria, da hesitação e da resignação.
Sem ter programado, a gente pára pra pensar.

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Pode ser um susto: como espiar de um berçário confortável para um corredor com mil possibilidades. Cada porta, uma escolha. Muitas vão se abrir para um nada ou para algum absurdo. Outras, para um jardim de promessas. Alguma, para a noite além da cerca. Hora de tirar os disfarces, aposentar as máscaras e reavaliar: reavaliar-se.
Pensar pede audácia, pois refletir é transgredir a ordem do superficial que nos pressiona tanto.
Somos demasiado frívolos: buscamos o atordoamento das mil distrações, corremos de um lado a outro achando que somos grandes cumpridores de tarefas. Quando o primeiro dever seria de vez em quando parar e analisar: quem a gente é, o que fazemos com a nossa vida, o tempo, os amores. E com as obrigações também, é claro, pois não temos sempre cinco anos de idade, quando a prioridade absoluta é dormir abraçado no urso de pelúcia e prosseguir, no sono, o sonho que afinal nessa idade ainda é a vida.
Mas pensar não é apenas a ameaça de enfrentar a alma no espelho: é sair para as varandas de si mesmo e olhar em torno, e quem sabe finalmente respirar.
Compreender: somos inquilinos de algo bem maior do que o nosso pequeno segredo individual. É o poderoso ciclo da existência. Nele todos os desastres e toda a beleza têm significado como fases de um processo.
Se nos escondermos num canto escuro abafando nossos questionamentos, não escutaremos o rumor do vento nas árvores do mundo. Nem compreenderemos que o prato das inevitáveis perdas pode pesar menos do que o dos possíveis ganhos.
Os ganhos ou os danos dependem da perspectiva e possibilidades de quem vai tecendo a sua história. O mundo em si não tem sentido sem o nosso olhar que lhe atribui identidade, sem o nosso pensamento que lhe confere alguma ordem.
Viver, como talvez morrer, é recriar-se: a vida não está aí apenas para ser suportada nem vivida, mas elaborada. Eventualmente reprogramada. Conscientemente executada. Muitas vezes, ousada.
Parece fácil: “escrever a respeito das coisas é fácil”, já me disseram. Eu sei. Mas não é preciso realizar nada de espetacular, nem desejar nada excepcional. Não é preciso nem mesmo ser brilhante, importante, admirado.
Para viver de verdade, pensando e repensando a existência, para que ela valha a pena, é preciso ser amado; e amar; e amar-se. Ter esperança; qualquer esperança.
Questionar o que nos é imposto, sem rebeldias insensatas mas sem demasiada sensatez. Saborear o bom, mas aqui e ali enfrentar o ruim. Suportar sem se submeter, aceitar sem se humilhar, entregar-se sem renunciar a si mesmo e à possível dignidade.
Sonhar, porque se desistimos disso apaga-se a última claridade e nada mais valerá a pena. Escapar, na liberdade do pensamento, desse espírito de manada que trabalha obstinadamente para nos enquadrar, seja lá no que for.
E que o mínimo que a gente faça seja, a cada momento, o melhor que afinal se conseguiu fazer.

By Lya Luft

QUANDO OS FILHOS VOAM… POR RUBEM ALVES.

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“… Amar é ter um pássaro pousado no dedo! Quem tem um pássaro pousado no dedo sabe que, a qualquer momento, ele pode voar…” Rubem Alves.

Encontrar a sabedoria do amor que nos ensina a deixar voar e não a engaiolar… é uma benção! Pra variar este texto vivo e cheio de afeto de Rubem Alves me surpreende! Dia a dia, com dor e amor, alegria e nostalgia, eu tenho aprendido sobre as asas e raízes que se revelam nos relacionamentos entre pais e filhos.

Estou sim aprendendo e muito especialmente na maturidade a “transformar nascer, crescer e morrer num processo menos monótono e sem sobressaltos”… amando e dando asas aos filhos… Cada vez eles vão mais longe e ficam por mais tempo… nós vamos acompanhando ás vezes de perto, outras de longe … Nos encontrando e nos espelhando em seus sonhos e vitórias… melhor assim, né. Leia:

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Sei que é inevitável e bom que os filhos deixem de ser crianças e abandonem a proteção do ninho. Eu mesmo sempre os empurrei para fora. Sei que é inevitável que eles voem em todas as direções como andorinhas adoidadas.

Sei que é inevitável que eles construam seus próprios ninhos e eu fique como o ninho abandonado no alto da palmeira…

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Mas, o que eu queria, mesmo, era poder fazê-los de novo dormir no meu colo…

Existem muitos jeitos de voar. Até mesmo o vôo dos filhos ocorre por etapas: O desmame, os primeiros passos, o primeiro dia na escola, a primeira dormida fora de casa, a primeira viagem…

Desde o nascimento de nossos filhos temos a oportunidade de aprender sobre esse estranho movimento de ir e vir, segurar e soltar, acolher e libertar. Nem sempre percebemos que esses momentos tão singelos são pequenos ensinamentos sobre o exercício da liberdade.

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Mas chega um momento em que a realidade bate à porta e escancara novas verdades difíceis de encarar. É o grito da independência, a força da vida em movimento, o poder do tempo que tudo transforma.

É quando nos damos conta de que nossos filhos cresceram e apesar de insistirmos em ocupar o lugar de destaque, eles sentem urgência de conquistar o mundo longe de nós.

É chegado então o tempo de recolher nossas asas. Aprender a abraçar à distância, comemorar vitórias das quais não participamos diretamente, apoiar decisões que caminham para longe. Isso é amor.

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Muitas vezes, confundimos amor com dependência. Sentimos erroneamente que se nossos filhos voarem livres não nos amarão mais. Criamos situações desnecessárias para mostrar o quanto somos imprescindíveis. Fazemos questão de apontar alguma situação que demande um conselho ou uma orientação nossa, porque no fundo o que precisamos é sentir que ainda somos amados.

Muitas vezes confundimos amor com segurança. Por excesso de zelo ou proteção cortamos as asas de nossos filhos. Impedimos que eles busquem respostas próprias e vivam seus sonhos em vez dos nossos. Temos tanta certeza de que sabemos mais do que eles, que o porto seguro vira uma âncora que os impede de navegar nas ondas de seu próprio destino.

Muitas vezes confundimos amor com apego. Ansiamos por congelar o tempo que tudo transforma. Ficamos grudados no medo de perder, evitando assim o fluxo natural da vida. Respiramos menos, pois não cabem em nosso corpo os ventos da mudança.

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Aprendo que o amor nada tem a ver com apego, segurança ou dependência, embora tantas vezes eu me confunda. Não adianta querer que seja diferente: o amor é alado.

Aprendo que a vida é feita de constantes mortes cotidianas, lambuzadas de sabor doce e amargo. Cada fim venta um começo. Cada ponto final abre espaço para uma nova frase.

Aprendo que tudo passa menos o movimento. É nele que podemos pousar nosso descanso e nossa fé, porque ele é eterno.

Aprendo que existe uma criança em mim que ao ver meus filhos crescidos, se assustam por não saber o que fazer. Mas é muito melhor ser livre do que imprescindível.

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Aprendo que é preciso ter coragem para voar e deixar voar.

E não há estrada mais bela do que essa.

Fonte: https://osegredo.com.br/2015/12/quando-os-filhos-voam-por-rubem-alves/#.V2WQUmc7msR.facebook

COMO SUPERAR A SÍNDROME DO NINHO VAZIO?

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“Vivemos sobre o mesmo céu, mas nem todos temos o mesmo horizonte”. Konrad Adenquer.

Em um determinado momento das nossas vidas, nos damos conta de que os nossos filhos cresceram, e tomaram a decisão de começar um novo caminho…o  da independência… enfim vão viver suas vidas.

A síndrome do ninho vazio faz referência a esta situação. Muitas vezes os pais se sentem abandonados e tristes com esta situação… que faz com que deixem de se sentir importantes para os seus filhos e se sintam irritados e agoniados.

Nada vai substituir a saída dos filhos, mas é preciso entender que a fase da vida mudou, e se a pessoa não buscar outras fontes de prazer ela pode desenvolver muitas doenças. Não é para ignorar os sintomas, mas sim aceitar a dor, aceitar a saída dos filhos… se adaptar a essa mudança e dar novo sentido para a vida. Afinal criamos os filhos pro mundo!

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Devemos aceitar como um recomeço, não só para eles que sairão em busca de novos desafios e experiências, mas também para os pais, com um novo conceito de vida e de novas perspectivas. Temos que renovar nossos planos de vida, tanto individuais quanto matrimoniais, enxergar nessa situação que a principio parece negativa, a oportunidade de dedicarmos mais tempo e energia a nós mesmos, em busca de novas experiências e satisfação pessoal.

Esses sintomas variam de pessoa para pessoa, dependendo de sua personalidade, do estado emocional e até do grau de relacionamento que mantinha com aquele que deixou o lar.

Geralmente é necessário um lento processo de adaptação e mudança diante dessa nova realidade, pois toda a rotina de convivência será modificada, o que poderá causar crises entre os membros familiares envolvidos. É uma fase difícil até mesmo para alguns pais que se sentem satisfeitos por terem cumprido seus papéis para a independência dos filhos.

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A seguir mostraremos algumas ideias de como superar a síndrome do ninho vazio.

  1. Nova perspectiva da situação.Você deve pensar naqueles aspectos que contribuem com o seu bem-estar. Muitas vezes o relacionamento com os filhos melhora quando eles já não estão em casa. Outro aspecto é o tempo com o que agora você conta para se dedicar a novos projetos.
  2. Dê força para o seu companheiro. Quando temos filhos, muitas vezes nosso companheiro fica de lado. Este é o momento de dar força para o seu companheiro e de realizar aquelas atividades que você tinha adiado. Esta é uma nova etapa da vida que você deve desfrutar totalmente.
  3. Fale do assunto. Pôr para fora os seus sentimentos é o primeiro passo para melhorar. Às vezes, compartilhar este sentimento com nossos entes queridos nos permite perceber que podemos superar esta situação.
  4. Atividades prazerosas. Ao longo da vida as pessoas sempre sentem o desejo de realizar determinadas atividades que lhes dão prazer, mas as exigências diárias, às vezes, fazem com que estas terminem sendo adiadas. Faça uma lista de todas aquelas atividades que você gosta e se prepare para começar a fazê-las.
  5. Pratique um esporte.O exercício físico é muito bom para a saúde e ajuda a relaxar. Saia para caminhar todos os dias durante 30 minutos, e você notará como em pouco tempo se sentirá cada vez melhor.
  6. Cuidado pessoal.Não se abandone, nem se deixe abandonar. Você deve buscar um cuidado pessoal adequado, hoje você tem tempo para isso. É importante que você volte a adotar o papel de mulher, além do de mãe.
  7. Estimule a independência. É importante que seus filhos saibam que podem contar com o seu apoio nesta nova fase. Evite invadir a sua nova casa ou a sua vida com visitas ou telefonemas contínuos. Você deve deixá-los crescer, acompanhá-los e desfrutar com eles esta nova etapa da vida.
  8. Adote um animal de estimação. Se você não tem um marido ou namorado com quem compartilhar este momento e sente que a casa está vazia sem seus filhos, pode adotar um animal de estimação. Eles serão uma grande companhia.
  9. Melhore a relação com seu filho. À medida que passa o tempo, a relação com seu filho mudará positivamente. A maturidade de ambos fomentará outro tipo de comunicação mais frutífera. Você nunca vai deixar o seu papel de mãe, seus filhos estarão ai para você.
  10. Assista a este vídeo:

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http://g1.globo.com/mg/vales-mg/mgintertv-2edicao/videos/v/especialista-fala-sobre-a-sindrome-do-ninho-vazio/4921429/

Habitualmente, a síndrome do ninho vazio é pontual, ou seja, possui hora certa para ser findada, sendo que sua duração se estende do instante de separação dos filhos até o estabelecimento de uma nova ordem familiar.

Eu me encontro nesta fase agora e me sinto muito bem cheias novos projetos… Afinal venho me preparando pra esta fase já a algum tempo… e continuamos a conviver melhores como nunca. A família vem aumentando e trazendo novos aprendizados a todos.

Fonte: http://saude.umcomo.com.br/articulo/como-superar-a-sindrome-do-ninho-vazio-3209.html#ixzz49hXyHFEC – http://g1.globo.com

 

 

 

 

 

 

FILMES SENSACIONAIS QUE MOSTRAM O AMOR NA TERCEIRA IDADE – TOP 2.

“A demonstração de amor requer mais do que beijos, sexo e palavras. Sentir-se amado é sentir que as pessoas tem interesse real na sua vida”.  Arnaldo Jabor.

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O amor… Ah, o amor! Cheio de surpresas… Há quem diga que amar alguém é querer envelhecer com essa pessoa! Uma coisa é certa: o amor pode transformar aqueles que o sentem! Mas tantas coisas acontecem…
No cinema, vários filmes têm como pano de fundo esse sentimento, que aflora em qualquer fase da vida, inclusive na maturidade.
Veja esta outra seleção de filmes que nos mostram como é o amor na terceira idade, longe de ser um tabu, revela-se como uma experiência a ser vivida e celebrada… Um brinde ao amor!
A FELICIDADE MORA AO LADO
Na comédia romântica “Um Amor de Vizinha”2014, o corretor de imóveis Oren Little (Michael Douglas) egocêntrico vive tranquilamente quando recebe a visita do filho (com quem ele não fala há anos), um ex-viciado, que vai cumprir uma pena de prisão que pede que ele cuide da sua neta por um tempo… e deixa sua filha pequena, Sarah (Sterling Jerins), com o avô. Sem a menor ideia de como proceder com uma criança que ele mal conhece, ele pede ajuda a sua vizinha para cuidar da menina.
A vizinha Leah (Diane Keaton), uma viúva e cantora de um pequeno restaurante. Mais do que ajudar o corretor a cuidar de Sarah, Leah ensina a Oren que ainda há tempo para amar e buscar a felicidade. Assista ao trailer:

O rabugento Oren tem seu coração amolecido pela adorável vizinha Leah.

UM OSCAR PARA O AMOR!
O filme francês “Amor” (Amour 2012), direção de Michael Haneke, conta a história de Anne (Emmanuelle Riva) e Georges (Jean-Louis Trintignant), casados há bastante tempo e cujas vidas mudam quando Anne é submetida a uma cirurgia no coração malsucedida, que a deixa paralisada de um lado do corpo. O amor do casal é colocado à prova com o problema de Anne, e a realidade de dificuldades e superações adentra o filme com toda força. Amor foi premiado com o Oscar de melhor filme estrangeiro de 2012. Assista ao trailer:

Amor: uma lição de afeto, cumplicidade e companheirismo. Manter-se fiel as suas  escolhas e decisões.

SEGREDOS SEMPRE SÀO DESCOBERTOS

Em 45 anos, 2015 Kate Mercer (Charlotte Rampling) está planejando a festa de comemoração dos 45 anos de casada. Porém, cinco dias antes do evento, o marido recebe uma carta: o corpo de seu primeiro amor foi encontrado congelado no meio dos Alpes Suíços. A estrutura emocional dele é seriamente abalada e Kate já não sabe se vai ter o que comemorar durante a festa.

O diretor Andrew Haigh constrói momentos de grande naturalidade na vida de um casal idoso, incluindo cenas com os amigos, momentos de dança e um ato sexual. Mesmo assim, em ritmo progressivo, o cineasta consegue criar o suspense: o que vai acontecer no dia da cerimônia? Eles vão terminar o casamento? Vai dar tudo certo? Haigh economiza – até demais – na quantidade de conflitos ao longo da história, que é belamente filmada, mas um tanto inerte. Entretanto, é possível acreditar que o cineasta tenha feito essa escolha porque acreditava no potencial de sua conclusão que, de fato, é excepcional. Assista ao trailer:

Um retrato sutil, sofisticado e ao estilo Bergman de uma crise de casamento no final da vida. […] Em muitos níveis, “45 Anos” é um filme atormentado por fantasmas do passado.

11 COISAS QUE MENOS GOSTO EM PORTUGAL.

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Não somos “nós” que escrevemos os melhores momentos de nossas vidas”. Paulo Coelho

Confesso que foi mais difícil achar coisas “ruins” de morar em Portugal, já que animação e as expectativas são maiores, mas tentei… Algumas não dizem somente respeito a morar em Portugal, mas serve para qualquer outro lugar… o de ir morar fora do nosso País. Haverá controvérsias, mas vamos lá:

  1. Ficar longe da família e dos amigos queridos. Isso não é um problema só em Portugal, mas de todas as pessoas que optam por um caminho no exterior. Bate uma saudade imensa de todos que deixamos aqui, Coisa que com a internet amenizamos um pouquinho;
  2. Amizades novas, entendendo a burocracia. Um pouco mais formal e lento. Aqui temos que “agendar” a visita antes de ir. Ligar sim e marcar com antecedência é necessário e esperado sempre pelos portugueses. Não dá para se chegar do nada sem avisar antes como aqui no Brasil;
  3. O país está em crise e isso é fato. Vemos, sim, muitas pessoas desempregadas e com dificuldade de manter suas atividades – em algumas profissões mais do que outras. Salários baixos e muita exploração. Mas e no Brasil, hoje nem se fala uma crise grande pra se enfrentar;
  4. O eventual preconceito que pode acontecer por ser imigrante.Alguns poucos portugueses ainda são bem mais bem preconceituosos e racistas do que outros. Mas isso não é somente em Portugal, claro. Ser imigrante, em qualquer parte do mundo, não é uma tarefa fácil. É preciso lembrar que não adianta vir a Portugal para tentar transformá-lo em um pedaço do Brasil. É preciso se envolver e se adaptar a vida portuguesa;
  5. A corrupção é um problema que assombra Portugal.Apesar da população ser bastante ativa, o momento político português anda ruim das pernas. Mas e aqui no Brasil depois que tudo que estamos assistindo com tristeza, nada será surpresa e nem pior;
  6. Impostos mil: Grande em tudo que compramos e nos serviços. Tem impostos muito altos e abusivos. Mas existem alguns retornos nos serviços públicos. Já aqui no Brasil também pagamos e muito. Mas com baixo ou quase nenhum retorno em benefícios para nós, né;
  7. O sistema público de saúde, por vezes, falha.É possível fazer uso de alguns serviços, como as urgências em hospitais. Entretanto, em cidades grandes como Lisboa, acredite marcar médicos e ir a consultas é um exercício de paciência. Nesse caso, os planos de saúde acabam por ser uma opção mais garantida;
  8. A alta concorrência em programas gratuitos.Há muitos eventos interessantes na cidade que não são pagos. Entretanto, é preciso acompanhar a agenda de Lisboa religiosamente para não perder os dias das inscrições. As vagas se esgotam rapidinho;
  9. Clima adaptar é preciso: No Inverno o frio é muito intenso aqui, também demasiadamente seco e com bastante venta que gela A zona úmida piora, então venha preparado. Já na Primavera causam muitas alergias, pois tem arvores que soltam muita fuligem… mas compensa um pouco pela paisagem linda;
  10. Nada dog friendly. Tem poucos parques em Lisboa para passear com os cachorros, e a maioria fica longe das residências. Num geral,Lisboa não é nada dog friendly– Ainda mais perto do centro, com calçadas tão fininhas;
  11. Zona de conforto na Europa. Se é uma delícia poder falar livremente com todo mundo ao seu redor e entender boa parte da cultura sem se chocar muito, também causa uma falsa sensação de que nada muda. Mas tem muita coisa diferente e temos que nos adaptar sim. Portugal tem um pouco dessa falsa ideia de que você não tem muita coisa para aprender neste lugar novo… mas uma mudança de país sempre esta totalmente ligadas a termos experiências novas e oportunidade de aprendermos muito coisa saindo da nossa zona de conforto;

Nesse vídeo Thiago um português que morou 20 anos no Brasil, vai falar sobre as “11 coisas ruins de se morar em Portugal” do Blog Viver em Portugal.

Claro que esta é apenas a opinião de Thiago e baseado nas suas experiências de vida comparado ao Brasil. Sugiro assistirem ao vídeo:  “11 coisas ruins de se morar em Portugal”, mas gostei muito.

Espero que gostem.

As vantagens e desvantagens de viver em Lisboa

 

 

VÍDEO SOBRE: Visto D2 para residência em Portugal/ Europa em 90 dias – Trabalhador Independente Portugal…

Portugal Lisboa

“A vida não é significado; a vida é desejo”. Charles Chaplin

 UM VÍDEO AO VIVO SOBRE:

Visto D2 para residência em Portugal/ Europa em 90 dias – Trabalhador Independente Portugal…

Em 11/04 às 19h do horário de Brasília teve um hangout bacana ao vivo sobre VISTO D2…

Para fazer perguntas, entrem no link e deixem comentários lá no youtube.

Obs.: O hangout NÃO é da Euro Dicas, é de uma assessoria para vistos de residência.

Vamos assistir?

para quem não assistiu vou colocar aqui…. Espero que gostem…

 

OS 10 MELHORES PAÍSES PARA OS APOSENTADOS…

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“A palavra aposentar não é sinônimo de ‘envelhecer’ e sim um dos sintomas de vencer”. Márcia Pitta.

Após anos de prestação de serviço e experiência profissional, finalmente, a tão sonhada aposentadoria chega. Pensando na atual conjuntura… melhor seria envelhecer em outros países. Dúvidas surgem… Mas, será que, de fato, existem países que possuem uma qualidade de vida melhor para envelhecer? Leia:

Melhores países para envelhecer com saúde e tranquilidade

A primeira posição ficou com o Panamá, que alcançou uma nota de 93.5 numa escala que vai de 0 a 100. Equador (92.4), México (89.3), Costa Rica (88.4), Malásia (87.8), Colômbia (87.7), Tailândia (84.8), Nicarágua (84.2), Espanha (83.6) e Portugal (82.9) completam o top 10.

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O ranking é montado por uma rede de correspondentes e colaboradores da revista espalhados pelo mundo, levando em consideração uma série de características que vão tornar a vida do aposentado mais agradável no novo país.
Para a elaboração da lista de 2016, foram considerados 10 critérios: Valor de imóveis para compra ou aluguel, benefícios fiscais e descontos para aposentados, vistos de residência, custo de vida, facilidade de adaptação, entretenimento para aposentados, sistema de saúde, estilo de vida saudável, infraestrutura e clima.
” Esse ranking é o melhor recurso para ajudar alguém a encontrar o seu paraíso ideal para curtir a aposentadoria”, afirma Jennifer Stevens, diretora executiva da “International Living”.
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Vistos e impostos

Uma das estratégias mais populares para atrair aposentados é a criação de categorias especiais de vistos –com burocracia menor que a de um processo convencional– e a redução de impostos.
Primeiro colocado no ranking publicado na última semana, o Panamá oferece um visto permanente a aposentados, que ainda garante diversos tipos de descontos em bens e produtos.
Outros países latino-americanos, como Costa Rica e México, também fornecem vistos de longa duração com pouca burocracia, geralmente exigindo apenas a comprovação de que o estrangeiro recebe pensão em seu país de origem.
Segundo lugar geral e país sul-americano mais bem colocado na lista da International Living, o Equador se destaca pelos benefícios fiscais que concede aos aposentados.
“Como cidadão sênior você pode ser reembolsado em até US$ 204 (cerca de R$ 822) por mês só com impostos que estão incluídos em produtos, e ainda possui planos especiais em bancos e supermercados, por exemplo”, explica Edd Staton, correspondente da revista.

Portugal atrai brasileiros

A Portugal

Na 10ª colocação, Portugal se tornou nos últimos anos um local atrativo para os aposentados brasileiros. A facilidade do idioma e as proximidades culturais estão entre os fatores que despertam interesse, mas os incentivos fiscais também não podem ser descartados.
Há cerca de três anos, o governo luso criou o programa de RNH (Residente Não Habitual), que garante aos aposentados estrangeiros a isenção de impostos por 10 anos no país europeu.
Para receber o benefício, é preciso alugar ou comprar um imóvel e residir por pelo menos 180 dias por ano em Portugal. Também é necessário que o solicitante não tenha residido em território português nos cinco anos anteriores ao pedido.
Portugal também tem um visto de residência especial para aposentados, que pode ser solicitado em seus consulados no Brasil.
Para que o pedido seja aprovado, é necessária uma renda mensal comprovada de ao menos um salário mínimo português, que em 2016 subiu para 530 euros (R$ 2,3 mil). Para casais, deve ser acrescido o valor de meio salário –795 euros (R$ 3,4 mil).
Na lista elaborada pela International Living, Portugal se destacou nos critérios infraestrutura, clima, estilo de vida saudável e sistema de saúde.
Apesar de o país fazer parte da zona do euro, o custo de vida também foi bem avaliado, mas pode desencorajar os brasileiros por causa da atual baixa cotação atual do real em comparação com outras moedas.

Moeda fraca

Euro rela dolar

A desvalorização do real em relação ao euro foi o que forçou o engenheiro mecânico brasileiro Paulo Lima, 68, a adiar o sonho de aproveitar a aposentadoria em Portugal, depois de anos planejando a mudança.
” A cotação atual do euro a R$ 4,33 e a previsão de que pode ultrapassar os R$ 5 ao final de 2016 inviabilizam minha mudança por agora, especialmente porque ainda teria de pagar imposto para transferir o dinheiro todos os meses para uma conta portuguesa”, conta Lima à BBC Brasil.
Para o engenheiro aposentado, que vive em Vitória (ES) e pretende se mudar com a mulher e uma filha, a perspectiva de uma rotina mais segura e com mais atrações culturais justifica o desejo de atravessar o Atlântico.
” Imagino que ser aposentado na Europa permite uma melhor qualidade de vida, principalmente no aspecto segurança e cultural. Esses são os motivos que mais me incentivam a iniciar uma nova vida fora do Brasil”, explica.
O Índice Global de Aposentadoria oferece uma solução alternativa aos aposentados brasileiros que não estão dispostos a encarar a disparidade atual com o euro, mas querem experimentar a experiência de morar em outro país.
Quatro países sul-americanos estão entre os 23 do ranking da International Living. Além de Equador e Colômbia, que figuram no top 10, estão presentes Peru e Uruguai, 15º e 18º colocados, respectivamente.
Segundo a avaliação da revista americana, os países vizinhos do Brasil têm como principais atrativos custo, clima, infraestrutura e estilo de vida saudável.
Além de serem mais baratos e da proximidade geográfica, esses quatro países fazem parte do Acordo sobre Residência do Mercosul, que garante o direito de moradia e de trabalho aos cidadãos brasileiros sem a necessidade de passar por processos burocráticos e dispendiosos.

Fonte: http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2016/01/10/hora-de-curtir-a-vida-conheca-os-melhores-paises-para-se-viver-apos-a-aposentadoria.htm

O QUE É VIVER BEM”, por Cora Coralina

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“O que vale na vida não é o ponto de partida e sim a caminhada. Caminhando e semeando, no fim terás o que colher”. Cora Coralina

Todo mundo tem sua definição do que é viver bem, e Cora Coralina tinha a sua. Famosa por ser poetisa e contista, a goianiense Cora Coralina (1889-1985), ou Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas, autora de “Poemas dos Becos de Goiás e Estórias Mais” e “Meu Livro de Cordel”, também foi doceira, vendedora de livros, produtora e vendedora linguiça caseira e de banha de porco, e chegou a gravar um disco.

Na sua receita particular de viver bem está à leitura, a autenticidade, o sorriso e não dizer que está velha, nem que está doente, e tampouco que não ouve bem. Espirituosa, ela também viveu suas buscas e, aos 50 anos, experimentou uma profunda mudança interior que classificou como “a perda do medo” (Wikipedia). Foi a partir dessa ocasião que ela deixou o nome Ana Lins de lado e adotou Cora Coralina, tornando-se escritora. Abaixo, a Crônica “O QUE É VIVER BEM”, por Cora Coralina.

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“Eu não tenho medo dos anos e não penso em velhice. E digo prá você, não pense.

Nunca diga estou envelhecendo, estou ficando velha. Eu não digo. Eu não digo estou velha, e não digo que estou ouvindo pouco. É claro que quando preciso de ajuda, eu digo que preciso.

Procuro sempre ler e estar atualizada com os fatos e isso me ajuda a vencer as dificuldades da vida. O melhor roteiro é ler e praticar o que lê.

O bom é produzir sempre e não dormir de dia.

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Também não diga prá você que está ficando esquecida, porque assim você fica mais.

Nunca digo que estou doente, digo sempre: estou ótima.

Eu não digo nunca que estou cansada. Nada de palavra negativa. Quanto mais você diz estar ficando cansada e esquecida, mais esquecida fica. Você vai se convencendo daquilo e convence os outros. Então silêncio!

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Sei que tenho muitos anos. Sei que venho do século passado, e que trago comigo todas as idades, mas não sei se sou velha não. Você acha que eu sou?

Posso dizer que eu sou a terra e nada mais quero ser. Filha dessa abençoada terra de Goiás.

Convoco os velhos como eu, ou mais velhos que eu, para exercerem seus direitos. Sei que alguém vai ter que me enterrar, mas eu não vou fazer isso comigo.

Tenho consciência de ser autêntica e procuro superar todos os dias minha própria personalidade, despedaçando dentro de mim tudo que é velho e morto, pois lutar é a palavra vibrante que levanta os fracos e determina os fortes. O importante é semear, produzir milhões de sorrisos de solidariedade e amizade.

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Procuro semear otimismo e plantar sementes de paz e justiça.    Digo o que penso, com esperança. Penso no que faço, com fé. `.       Faço o que devo fazer, com amor.

Eu me esforço para ser cada dia melhor, pois bondade também se aprende.”

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“Mesmo quando tudo parece desabar, cabe a mim decidir entre rir ou chorar, ir ou ficar, desistir ou lutar; porque descobri, no caminho incerto da vida, que o mais importante é o decidir.”

Fonte: http://www.contioutra.com/o-que-e-viver-bem-por-cora-coralina/