DEIXE-ME ENVELHECER…

Deixem-me envelhecer sem compromissos e cobranças,
Sem a obrigação de parecer jovem e ser bonita para alguém,
Quero ao meu lado quem me entenda e me ame como eu sou,
Um amor para dividirmos tropeços desta nossa última jornada,
Quero envelhecer com dignidade, com sabedoria e esperança,
Amar minha vida, agradecer pelos dias que ainda me restam,
Eu não quero perder meu tempo precioso com aventuras,
Paixões perniciosas que nada acrescentam e nada valem.
Deixem-me envelhecer com sanidade e discernimento,
Com a certeza que cumpri meus deveres e minha missão,
Quero aproveitar essa paz merecida para descansar e refletir,
Ter amigos para compartilharmos experiências, conhecimentos,
Quero envelhecer sem temer as rugas e meus cabelos brancos,
Sem frustrações, terminar a etapa final desta minha existência,
Não quero me deixar levar por aparências e vaidades bobas,
Nem me envolver com relações que vão me fazer infeliz.
Deixem-me envelhecer, aceitar a velhice com suas mazelas,
Ter a certeza que minha luta não foi em vão: teve um sentido,
Quero envelhecer sem temer a morte e ter medo da despedida,
Acreditar que a velhice é o retorno de uma viagem, não é o fim,
Não quero ser um exemplo, quero dar um sentido ao meu viver,
Ter serenidade, um sono tranquilo e andar de cabeça erguida,
Fazer somente o que eu gosto, com a sensação de liberdade,
Quero saber envelhecer, ser uma velha consciente e feliz!!!

Adoro esta crônica de Concita Weber

SE EU FUGISSE DE CASA AOS 70 ANOS…


Andei pensando… enquanto aguardo chegar lá 👀 Se eu fugisse de casa aos 70 e tantos sem lenço nem documentos sem bagagem e sem pranto
e pegasse uma carona num pé de vento
ou talvez no patinete do garoto desatento
muitos achariam loucura outros chamariam aventura alguns , de certo, doença baseados na crença que depois do 70 a vida segue serena
entre as rezas e a espera da morte- essa sim a viagem ideal a quem já viveu muito e coisa e tal…
Talvez se eu fugisse de casa parasse nalguma praça embaixo da estátua do general para um rápido descanso bem largada num banco onde namorados desenharam corações então eu lembraria de alguns divertidos dia de assustadas emoções.
Mas seu fugisse de casa aos 70 e tantos meus filhos gritariam de espanto os netos achariam o máximo
[o Victor rindo com os olhos
colocaria no Instagran que sua avó sumiu como o gato.]
o marido suspiraria resignado a mais uma das minhas temeridades às quais já estava acostumado.
O que ninguém imaginaria é que foi um velho desejo da menina que só fugia até a esquina e depois dos 70 e tantos resolveu ganhar o mundo
o vasto desconhecido mundo e nessa realização tardia pôs todo mundo tonto
Mas deixou o almoço pronto…
By Marisa Schmidt

MEU MUNDO!

”Construa seu mundo com aquilo que ele te oferece, colocando você mesmo as cores que quiser. Não dependa dos outros para ser feliz ou infeliz, mas viva a sua vida como verdadeiro dono dela.


O poder de ser feliz ou infeliz está nas suas próprias mãos. Cabe a você saber com que intensidade vai viver isso.”
(By Letícia Thompson)

APRENDI…

Aprendi que o amor chega na hora exata. Que a maturidade vem aos poucos. Que a infantilidade só vale a pena se for pra fazer a gente rir. Que família é tudo. Que amigos bons e sinceros são poucos. Que cuidar da minha vida é sempre a melhor opção. Que dias melhores sempre virão. Que, na vida, tudo vale a pena. E principalmente que minha felicidade depende muito das escolhas que eu faço! Continuo aprendendo dia a dia…

O TEMPO PASSOU…

O tempo passou. Não sei dizer se lenta ou apressadamente. Ou se simplesmente ao seu tempo.

Olhando para trás há tantas memórias, histórias, realizações. Meio século e pouco na medida comum de tempo.

Fiz muito neste tempo. Deixei de fazer zilhões também.  Perdi tempo com muitos medos, mas economizei tempo com as certezas. Perdi tempo em muitos vazios. Ganhei tempo com filhos. Gastei tempo trabalhando. Entretanto, ganhei tempo experimentando.

Fui consumida com o tempo de reuniões infindáveis, fui recompensada neste tempo conhecendo gente interessante. Passei muito tempo chorando por amores não correspondidos e ao fim economizei tempo conhecendo aprendendo a reconhecer o caráter das pessoas. Briguei com o tempo para cumprir prazos. Fui premiada com tempo livre ao terminar antecipadamente algumas obrigações.

Com tudo isso, o tempo se incumbiu, ele mesmo, de ditar seu ritmo. Muitas vezes o minuto levava horas. Outras tantas, as horas passavam num piscar de olhos. O que é o tempo, nem sei dizer, mas sei que ele passou. Sinto que sim, confirmo na pele, no espelho e nas fotos. Entretanto, o aguardo incessantemente.

Nesse tempo futuro ainda busco outros tantos tempos. Desejo ter tempo para novas experiências em assuntos nunca antes aventurados, ou naqueles que me justificava em não fazer, argumentando prontamente a falta de tempo.

Quero outro tanto de tempo para descobrir o mundo fora da minha caixa de certezas. Tempo para conhecer novas culturas, pontos de vista originais e diferentes realidades. Tempo para digerir estes novos aprendizados e tempo para florescer internamente com o aprendido.

Tempo para reconhecer tempo ocorrido. Tempo para reconhecer a finitude do meu próprio tempo neste plano.

Este tempo medido em tique-taques é completamente diferente do tempo medido em ritmo cardíaco ou respiradas conscientes. Preciso de algum tempo para definir a medida de tempo que me é mais apropriada.

O tempo do tique-taque é contínuo, igual. Não apressa. Não atrasa. O tempo das batidas do coração é comandado por sentimentos, sustos, incertezas e alegrias. Pode ser  louco, desconcertante; e em outras situações, tranquilo e relaxante. Descompassado, dançante. Apaixonado, inebriante. Seu bater inconstante é divertido e assustador. Pode ser visto por todos. Por fadiga, na respiração pesada e no rubor.

Preciso de mais tempo pra conhecer novas pessoas e para manter as queridas até agora. Preciso de tempo para o mar e para amar. Para calmamente olhar para o céu, e, sem pudor dançar na chuva, descalça, rodopiando.

Nesse tempo futuro aproveitar o agora. O presente. Cada tiquinho de tempo como se fosse o último. E, lá na frente, na despedida poder  escrever: Sim, meu tempo foi perfeito.

*Publicado em 18/09/2017 no site osegredo.com.br – o tempo passou

NÃO ACREDITE…

Buda sempre me faz refletir muito sobre a vida.

“Não acredite em algo simplesmente porque ouviu. Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito. Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos. Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade. Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração. Mas, depois de muita análise e observação, se você vê que algo concorda com a razão e que conduz ao bem e benefício de todos, aceite-o e viva-o”.

É MAIS DIFÍCIL FAXINAR A ALMA DO QUE A CASA!

O poema Cortar o Tempo, cuja autoria até hoje é discutida, singelamente profetiza

“Quem teve a ideia de cortar o tempo em fatias, a que se deu o nome de ano, foi um indivíduo genial. Industrializou a esperança fazendo-a funcionar no limite da exaustão;

Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos.

Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez

Com outro número e outra vontade de acreditar que daqui adiante vai ser diferente…”

As festas de fim de ano no mundo ocidental, não somente em sentido religioso, representam o encerramento de um ciclo e o início de outro. A cada 365 dias as promessas feitas meses atrás nem são mais lembradas. Por outro lado há sempre quem esteja estabelecendo outra lista de resoluções para serem concretizadas ou descumpridas.

Muita gente prepara a casa para os festejos natalinos. Limpa armários, separa roupas, brinquedos e apetrechos para doação. Outros aproveitam para mudar os móveis de lugar, trocar  enfeites, almofadas, quadros e vasos fazendo com que os ambientes pareçam remodelados.  Outros ainda aproveitam para faxinar geral – do porão ao sótão, passando pelo jardim. Redecoram  e pintam a casa, renovam o lar. E quando da noite de Natal, o nascimento deste novo ambiente se faz notar.

Entretanto, neste tempo de renovação de valores, o importante seria mesmo faxinar a alma.

Limpar, trocar, remodelar, pintar, redecorar é extremamente positivo. O externo, todavia, muitas vezes tão bem cuidado, não reflete verdadeiramente o estado da alma. Casa linda, alma pesada. E esta renovação deve ser trabalhada internamente dentro de cada um de nós para que se dê o verdadeiro despertar.

Erradicar os maus pensamentos e as mágoas. Colocá-los em um lixo profundo onde não pudessem contaminar nada e nem ninguém.

Trocar comportamentos destrutivos por outros que façam aflorar criatividade, musicalidade, e prosperidade.

Remodelar as lembranças dolorosas, aceitando-as como desencadeadoras de aprendizados  e lições que, apesar de doloridas, ensinaram ou marcaram profundamente a história de cada um.

Pintar a própria existência com as cores desejadas e não com cores sugeridas ou forçadas por terceiros, por obrigação do meio social.

Plantar a semente do bem nos vasinhos da fala, da escuta e da visão. Arrancando dali as ervas daninhas da fofoca; do preconceito e do pré-julgamento.

Uma faxina bem feita necessita de produtos de limpeza eficientes. O  autoconhecimento é o mais poderoso de todos e precisa ser trabalhado continuamente. A faxina precisa de conservação para manter corpo-mente-coração limpos.

A casa nem sempre reflete a alma. Algumas vezes reflete o gosto, as condições financeiras  do dono,  mas não a alma.  O coração, as palavras e os olhos sim. E coração limpo e sereno é como um sol brilhante. Onde quer que chegue ilumina e desperta quem se encontra ao redor.

Alma lavada. Alma faxinada. Bondade. Perfeição. Luz. Com certeza é mais fácil faxinar a casa toda do que a própria alma. By Gicapinica

Fonte: https://gicapinica.wordpress.com/2016/12/19/e-mais-dificil-faxinar-a-alma-que-a-casa-toda/

RECEITA DE ANO NOVO.

Desejo a todos um Feliz Ano Novo. Que 2022 seja um ano cheio de coisas boas: muita paz, saúde, amor, fé e esperança. Texto simplesmente inspirador de Carlos Drummond de Andrade dando “ Receita de Ano Novo” (2008). Onde a simplicidade e a naturalidade faz tudo ser melhor. Leiam:

Para você ganhar belíssimo Ano Novo cor do arco-íris, ou da cor da sua paz, Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido (mal vivido talvez ou sem sentido), para você ganhar um ano não apenas pintado de novo, remendado às carreiras, mas novo nas sementinhas do vir-a-ser; novo até no coração das coisas menos percebidas (a começar pelo seu interior) novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota, mas com ele se come, se passeia, se ama, se compreende, se trabalha, você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita, não precisa expedir nem receber mensagens (planta recebe mensagens? passa telegramas?)

Não precisa fazer lista de boas intenções para arquivá-las na gaveta. Não precisa chorar arrependido pelas besteiras consumadas nem parvamente acreditar que por decreto de esperança a partir de janeiro as coisas mudem e que seja tudo claridade, recompensa, justiça entre os homens e as nações, liberdade com cheiro e gosto de pão matinal, direitos respeitados, começando pelo direito augusto de viver.

Para ganhar um Ano Novo que mereça este nome, você, meu caro, tem de merecê-lo, tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil, mas tente, experimente, consciente.

É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre. Dentro de você 🥂. Feliz Ano Novo para todos os meus familiares e amigos…

SAUDADE…

Refletindo sobre finitude!!! Adorei, o que a filha de Rubens Alves escreveu sobre sua saudade:

Hoje completamos sete anos do encantamento do meu pai. Tempo suficiente para a presença da ausência se instalar e para aquela dor dilacerante da partida dar espaço para uma saudade mansa e gostosa.
Pensei em sete coisas que aprendi com meu pai, como numa brincadeira, uma coisa para cada ano de saudade…

Aqui vai:
1 – A simplicidade é uma das coisas mais importantes a serem aprendidas para termos uma relação sábia com a vida. Mas ser simples não é fácil e não tem nada a ver com dinheiro… É uma conduta interna, de humano para humano, de humano para a vida.
2 – O tempo passa e escorre por entre nossos dedos. E raramente nos damos conta disso…
3 – Não temos missão nessa vida que não seja sermos nós mesmos e com isso sermos fiéis a nós mesmos. Nossa felicidade se pauta sobre a nossa verdade interna.
4 – Com o passar do tempo, a gente desaprende o encantamento natural que tínhamos quando crianças para com a vida. E é justamente ele que faz a vida valer a pena.
5 – O mais sensato é o equilíbrio entre o pensamento e a emoção; sem enaltecer um em detrimento do outro. A razão dá o saber e a emoção o sabor.
6 – Liberdade exige muita dedicação e coragem. Precisamos saber o que queremos e batalhar para gozar a liberdade de estar ou pensar sobre o desejado.
7 – Não importa tanto qual cainho escolhemos para nós, até porque raramente sabemos com clareza para onde queremos ir ou quais decisões devemos tomar. Por isso, o mais importante é que façamos nossas escolhas com amor…


Com carinho e MUITA saudade, Raquel Alves

NÃO NASCI ONTEM. NASCI NO SÉCULO PASSADO.

Não nasci ontem. Nasci no século passado. Mais precisamente no ano que não terminou: 1968

Posso te garantir: na “minha época” não havia computador pessoal. O “Apple I” foi criado em 1976.

E vou te contar mais: na “minha época” existia um aparelho chamado telefone. Que virou “telefone fixo” e depois… simplesmente sumiu com o surgimento do primeiro celular. Isto ocorreu em 1983, quando o Motorola DynaTAC 8000X passou a ser comercializado. Ele foi criado por Martin Cooper, um engenheiro eletrotécnico norte-americano.

Na “minha época” também não havia a internet como a conhecemos hoje: o primeiro site do mundo foi lançado em 1991 por Tim Berners-Lee, físico do Centro Europeu de Pesquisa Nuclear, responsável por inventar a World Wide Web (WWW).

Já o Google, também não é da “minha época”. Ele foi ao ar pela primeira vez em 1996. Inicialmente, apenas nos servidores da Universidade de Stanford.

Sim, houve um tempo em que eu vivia sem tudo isto.

Em compensação, vivenciei a queda do Muro de Berlim, o término da Guerra Fria, o fim do apartheid na África do Sul e acompanhei os atentados terroristas de 11 de setembro.

Na “minha época”, a inflação (IPCA/IBGE) do Brasil atingiu 2.477%/ano (1993).

É inacreditável, mas foram 7 tentativas de estabilização econômica apenas entre 1986 e 1993: Cruzado I e II (1986), Bresser (1987), Verão (1988), Collor 1 (1990) e II (1991) e Plano Real (1993).

Enfrentei o congelamento de salários e de preços. E o meu dinheiro foi confiscado de um dia para o outro da minha conta corrente. Conheci várias moedas: Cruzado, Cruzado Novo, Cruzeiro, Cruzeiro Real e Real.

Era uma época em que empresas globais deixavam seu nome na história. Lembra-se da Kodak, do Blockbuster e da Polaroid? Pois é, faliram.

No Brasil, tínhamos a Rede Manchete (eu trabalhei lá!), a Varig, a Vasp, os bancos Nacional e Bamerindus, as lojas Mappin, Arapuã, Sears e Mesbla e os refrescantes sorvetes da Yopa. Todos derreteram…

Naquela época, não falávamos de adaptabilidade. Mas quem não inovou, quebrou. Não havia o termo “aprendizado contínuo”. Mas quem não se reinventou, desapareceu.

Como dizia Aldous Huxley, autor de “O Admirável Mundo Novo”,

“Experiência não é o que te acontece; é o que você faz. com o que te acontece”. Nós, os 50+,

Erramos e aprendemos. Vivemos e sobrevivemos.

Tivemos filhos. O meu casal de gêmeos chegou no dia 22/11/00.

Vimos o conhecimento amadurecer e a experiência chegar.

já afirmava Albert Camus, “Prêmio Nobel de Literatura”:

“Não se pode criar experiência. É preciso passar por ela”, E agora?

Percebi que a “minha época” também é agora: quero continuar produzindo, criando, contribuindo e fazendo acontecer.

Não nasci ontem, mas aprendi a substituir…

A máquina de escrever pelo laptop.

O telefone fixo pelo Whatsapp.

O rádio pelo podcast.

A fita cassete pelo Spotify.

A fita de vídeo pelo streaming.

A TV pelo YouTube.

O livro pelo e-book.

Os anúncios impressos pelo e-commerce.

Os classificados pelo Linkedin (ops, me tornei “Top Voice”!).

As cartas e o fac-símile pelas mensagens virtuais.

Os congressos presenciais pelas lives.

A enciclopédia pelo Google Acadêmico.

O texto pelo post.

O conteúdo pelo… ah, este sempre será um diferencial!

Fui apresentado a terminologias como: algoritmo, startup, call, hackathon, webinar, spam, big data, emoji, backup, pixel, upload, hashtag, inbox e… cringe!

Descobri que “estar na nuvem” não significa apenas sonhar.

E que “viral” é mais do que um termo da medicina, ele também se aplica no marketing.

Passei a ouvir frases como:

“Você está me ouvindo?”, “Você está me vendo?”

“Na minha época”, estas questões eram restritas aos relacionamentos conjugais ou a consultórios psicológicos…

Hoje, estas são perguntas frequentes no mundo corporativo.

Dentro e fora da telinha, independente de onde cada um está.

Mas, enquanto alguns se restringem ao enquadramento padronizado, e ficam à mercê da imprevisível oscilação, outros buscam atualizar o hard e o soft, tornar a comunicação mais segura e implementar uma forte rede de conexões.

Lewis Carroll nos ensina:

“Se você não sabe onde quer ir, qualquer caminho serve”.

O mapa impresso e estático, “da minha época”, cedeu lugar ao palpiteiro GPS; mas sou eu quem continuo tendo a responsabilidade de traçar o caminho que quero seguir.

Posso (e devo) alterar a rota sempre que julgar conveniente.

Não nasci ontem.

Quero continuar me reinventando o tempo todo.

Quero continuar aprendendo e me adaptando.

Quero continuar sendo visto e ouvido.

Quero produzir erros novos e evitar os já cometidos.

Quero ter uma vida saudável, equilibrada e com propósito.

Quero comemorar minhas “Bodas de ouro” e curtir os meus gêmeos, que vão completar 21 anos no dia 22/11/2021.

Ontem, presenciei fatos marcantes da história.

Hoje, troco conhecimentos e experiências com as minhas eternas “crianças”.

Amanhã, espero que se orgulhem do legado que estamos construindo juntos.

Nasci no século passado, mas agora também é a “minha época”. Vivo intensamente cada ano. que também não terminou.

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Achei muito interessante este texto publicado na coluna de Mauro Wainstock na revista EXAME/Bússola

Mauro Wainstock possui 30 anos de experiência em Comunicação. É Linkedin Top Voice, colunista da revista EXAME/Bússola, atua como mentor de executivos sobre marca profissional e é sócio-fundador do HUB 40+, consultoria empresarial focada no público acima dos 40 anos.