Elas são fotogênicas, #estilosas, têm milhares de #seguidores (que aumentam dia a dia) e provam que carisma e estilo jamais #envelhecem.
Elas são #autênticas e não têm medo de expor seus melhores ângulos. Seus perfis nas redes sociais estão recheados de looks coloridos, poses cheias de atitudes e elogios dos #seguidores. A descrição bate com o estilo de vida de muitas jovens #blogueiras, mas, com mais de 60 anos, estas #influenciadoras estão nas redes para provar que #elegância e carisma jamais #envelhecem e também merecem o seu like!
Aos 64 anos, a designer de joias Sarah Jane Adams é categórica ao falar sobre seu sucesso: “É menos sobre as roupas, e mais sobre a atitude”. Sua carreira como influenciadora teve início em 2014, quando foi fotografada em uma jaqueta esportiva para divulgar sua coleção de joias.#saramaijewels
No caso de Sarah, suas roupas são o reflexo de sua atitude jovem e destemida. Em uma bomber colorida ou um vestido estruturado, ela prova que peças e tendências não têm idade. Com quase 200 mil seguidores no Instagram, a influenciadora atende por @saramaijewels
Dona de um sorriso radiante, looks acessíveis e uma emocionante história de superação, a brasileira Sueli Rodrigues, do @blogdasu70, começou a publicar suas fotos por incentivo de uma amiga próxima após vencer um câncer em 2017. Com 70 anos e 28 mil seguidores, Sueli dá um show de autoestima, “provando que beleza e estilo não têm idade”. Esta paulista é um sucesso como blogueira de moda.
Com esse semblante alegre, nem parece que ela passou por tantos percalços. #suelirodrigues #blogdasu70
Sueli se derrete pelos fãs, a quem carinhosamente chama de “seguimores”: “Tenho seguimores de todos os tipos, tamanhos e cores, adoráveis e amorosos. Para mim, é um aumento na #autoestima, que nunca foi baixa”. Ela conta que prefere #looks casuais e práticos, só compra suas roupas em lojas jovens, e ainda deixa um conselho às #seguidoras.
“Não existem roupas que sejam proibidas, sempre dentro de uma certa noção do nosso corpo. Vestiu? Se sentiu bonita? Desfila seu poder. Mas não se esqueça de colocar um brinco e um batom”. “O que mais vale é a saúde, é poder viver planamente seu dia e se sentir bonita. O #empoderamento para a mulher é a saúde”, declara ela. Sueli ainda trabalha na Câmara Municipal de Itu e já está ganhando dinheiro com seu blog. Sueli Rodrigues é o maior exemplo que dá para se #reinventar na #terceiraidade.
Aos 84 anos, a ex-coelhinha da Playboy Dorrie Jacobson (#seniorstylebible) (@seniorstylebible) não se conformou em deixar o posto de beldade no passado: “A noção de que as mulheres precisam se vestir de uma maneira apropriada parece sempre absurda para mim”.
Em ensaios de #lingerie publicados nas redes sociais, ela faz questão de mostrar que não abre mão de sua #sensualidade.
Dorrie não faz o tipo que se vale da glória do passado. A blogueira famosa também dá dicas de moda em sua página e sabe como adotar um visual elegante e colorido.
Aos 97 anos, Iris Apfel (@iris.apfel) é um verdadeiro ícone #fashion nova-iorquino. Dona da empresa têxtil Old World Weavers, a quase #centenária foi a primeira pessoa viva a ter seus acessórios expostos no Metropolitan Museum of Art, em Nova York. #iris.apfel
Seus colares e pulseiras pesados são um complemento para os espalhafatosos casacos de pele, no melhor estilo coroa milionária.
Apesar de ter um visual difícil de ser copiado pelas brasileiras, Iris Apfel ainda tem muito a ensinar sobre como criar um visual inesquecível. No caso dela, os óculos redondos funcionam como marca registrada de sua #elegância e ousadia.
A canadense Melanie Kobayashi (@bagandaberet) estreou como modelo aos 55 anos de idade e, desde então, colabora com várias grifes. Além de fazer sucesso no Instagram, Melanie também mantém um blog de moda e um canal no Youtube, nos quais dá dicas de estilo a seus seguidores. #bagandaberet
Em sua página principal, ela conta que tira foto dos próprios looks com um tripé. Despojada dos pés à cabeça, ela não hesita em assumir os fios brancos com penteados modernos, e diz que o segredo da elegância está em sua personalidade: “Minha positividade e humor podem ser contagiantes”.
Lendo este conto Circuito fechado de Ricardo Ramos, me inspirei e construí a minha rotina neste tempo de pandemia, no meu isolamento social. Me diverti bastante. E você já construí a sua?
No supermercado, na farmácia ou nas ruas não se conhece mais ninguém, somos incapazes de reconhecer quem são estas pessoas, é um “desfile de mascarados.
Tem máscaras de todas as cores e formatos, a maioria são as clássicas brancas ou azuis clara de TNT, sem nenhuma graça ou diferenciação, onde parecemos um exército de mascarados, tentando nos proteger, rumo ao desconhecido e seguimos, todos caminhando pela cidade em busca de algo para a nossa sobrevivência.
Há aquelas que se destacam são muito mais caprichadas e coloridas, de diferentes tipos, que me fazem disfarçar e ficar olhando, imaginando quem está por trás delas. Algumas são bem divertidas, destas eu gosto mais, elas me trazem um pouco de leveza e alegria e me fazem esboçar um pequeno sorriso, atrás da minha própria máscara, tudo que preciso neste momento… Ninguém viu, sentiu ou percebeu meu sorriso até porque não enxergamos o que está por atrás das máscaras.
Aos poucos vou me acostumando a ler as pessoas pelo olhar ou pela voz. Será um amigo ou um familiar? Só uma voz me faria reconhecer eles agora, nada mais.
Nos encontraríamos assim pelo mero acaso. Haveria mesuras ou risos? Ou passaríamos um pelo outro, lado a lado, fazendo nossas obrigações sem nos percebermos? É bem possível!
Afinal todos estão com medo de ser contaminados pelo vírus do coronavírus, que não se olham muito, passam com distância e rapidez uns dos outros. Posso me contaminar, penso eu.
Esta ideia do desfile dos mascarados me despertou a curiosidade de saber quem está por traz das máscaras. O que pensam… o que andam fazendo? Como estão burlando o isolamento? Quantas vezes? Pra que? Porque? E o medo, o que vai acontecer com ele? Pra onde caminhamos? Que mundo nos espera depois que tudo isto acabar?
Enquanto isto espero… A espera é longa. A quietude e a solidão me acompanham… Bom aproveitar este tempo pra refletir e repensar onde preciso mudar. Coisas antes impensadas… agora escancaradas. Começo a perceber melhor os acontecimentos e de tudo não acho tão ruim. Muita coisa pode ser melhorada. O mundo está mudando e eu mudo com ele.
Procuro ir enxergando além do que as minhas vistas podem alcançar. Um bom chá me acalma e busco um melhor encontro comigo e com o mundo.
Esta reportagem de Carolina Sanches, da Eurodicas, está completa e me esclareceu muitas dúvidas. Ainda temos um longo caminho pela frente, mas algumas coisas pode ser percebida ao longo do tempo. Pra quem pensa em viajar para a Europa pós coronavírus, assim como eu… vai ter que repensar muitas coisas, já que grandes mudanças estão acontecendo no mundo e outras ainda estão por vir. Leiam: O questionamento sobre quando e como será possível viajar para Europa pós-coronavírus tem sido cada vez mais comum, especialmente para quem já tem uma viagem marcada. O momento ainda é de incerteza, mas já começam a surgir as primeiras previsões com as medidas de retomada do turismo, o que deixa muitos viajantes ansiosos para planejar a viagem ou mudança para o Velho Continente. Buscamos fontes variadas sobre as perspectivas para o futuro e como será o mundo das viagens pós-coronavírus.
Quando será possível viajar para Europa pós-coronavírus?
Especialistas em turismo e saúde tentam responder essa pergunta. A previsão é que as fronteiras sejam reabertas em 15 de junho, mas isso não significa que as viagens serão retomadas em sua plenitude. É impossível dizer com precisão quando as pessoas vão voltar a viajar para a Europa, mas uma coisa é certa, não será da mesma forma que antes. (Esse artigo estará em constante atualização assim que tivermos maiores informações sobre abertura das fronteiras e retomada dos voos para o continente, no site da Eurodicas). Muita coisa vai mudar, desde a forma como enxergamos uma viagem, até a maneira como os passageiros são verificados antes de entrar no avião, ou como se faz check-in no hotel, até mesmo como entram e interagem em um museu. A principal questão a se considerar sobre quando será possível viajar para Europa pós-coronavírus é o controle de fronteiras, seja ela interna ou externa.
Fechamento de fronteiras externas.
A fronteira externa da Europa, fechada desde meados de março, ainda não tem data exata de reabertura, a previsão é que ela seja liberada a partir de 15 de junho, próximo ao início oficial do verão europeu. Mas, a abertura das fronteiras externas não significa a retomada dos voos e circulação irrestrita de passageiros. Nos Estados Unidos, por exemplo, desde o dia 27 de maio viajantes oriundos do Brasil ou, que tenham estado no país nos 14 dias anteriores, estão proibidos de entrar. O país não é o único a impor restrições aos viajantes, a maioria dos nossos vizinhos, como Uruguai, Argentina, Chile, Peru, Equador, Colômbia, mantêm a suspensão dos voos e proíbe a entrada de estrangeiros. Dessa forma, é possível que até o final de 2020, ou até que haja uma vacina, o controle de fronteiras seja mais duro na Europa e no mundo. Pode haver restrições especiais aos países cujo número de casos seja alto ou as políticas públicas para controle da doença sejam ineficientes. A abertura e fechamento de fronteiras pode se tornar uma realidade, sendo impostas restrições a qualquer momento. Planejar uma viagem nesse cenário significa que podem ocorrer mudanças de planos a qualquer momento, você pode comprar passagens e ser surpreendido na véspera do embarque com alguma restrição.
Fronteiras internas do Espaço Schengen.
O controle no trânsito interno entre esses países também mudou. Se antes a livre circulação era uma realidade nas nações que fazem parte do Tratado Schengen, a situação ainda não está normalizada e muitas fronteiras continuam fechadas. A previsão é que as fronteiras sejam liberadas em junho, mas cada país deve determinar a data de reabertura e os protocolos de fronteira.
A Itália anunciou que vai reabrir as fronteiras para a Europa em 3 de junho;
Já a Espanha anunciou a reabertura, mas com quarentena obrigatória de 14 dias para quem chega de outros países do bloco. Entretanto, em julho a obrigatoriedade de quarentena deve ser suspensa;
Em Portugal, a previsão de reabertura é meados de junho, mas o governo estuda maneiras de verificar se os viajantes foram testados. Uma das maiores preocupações do país é quanto a fronteira terrestre com a Espanha, de onde chega boa parte dos turistas no verão;
A Alemanha começou a reabrir as fronteiras terrestres em 16 de maio, porém, mantendo rigorosos controles de entrada, em 15 de junho está prevista a liberação total das fronteiras internas com os países europeus;
Na Polônia as fronteiras internas se mantêm fechadas até 12 de junho, o país ainda não apresentou uma previsão de quando as fronteiras externas serão reabertas;
A Eslovênia reabriu as fronteiras em 15 de maio para turistas europeus, a previsão é que quando forem reabertas as fronteiras para viajantes de fora da União Europeia, seja imposta a quarentena de 14 dias;
Áustria, França e Grécia estão entre os países que reabrem as fronteiras internas em 15 de junho.
Como serão as viagens para brasileiros que vivem na Europa?
O verão 2020 na Europa certamente não será o mesmo de anos anteriores. Além da redução drástica do número de turistas de fora da União Europeia, é possível que seja consideravelmente menor a circulação de europeus entre os países. Se você já vive no continente, tem visto a discussão constante sobre a reabertura de fronteiras e imposição de quarentena para determinados países. No início da epidemia em solo europeu, foram muitos os destinos que suspenderam os voos de e para a Itália. Por enquanto, o que se espera é que os turistas circulem o mínimo possível entre países.
Viagens internas no verão.
As entidades de turismo governamentais dos países europeus já direcionam as campanhas para viagens internas. As viagens de verão devem se restringir ao país de morada, uma vez que própria União Europeia desaconselhou as viagens no período. Algo frustrante para quem vive no continente e está acostumado a todas as facilidades de ir de um país para outro. O verão europeu, que começa em 20 de junho, deve ser completamente diferente para quem pretende viajar. Conhecer destinos nacionais ou, até mesmo, explorar destinos em um raio de alguns quilômetros de onde se vive deve ser uma realidade.
Casas de veraneio.
Se hospedar em hotéis ou em hostels certamente não deve mudar, ainda está em questão para grande parte dos viajantes na Europa. As ofertas de estâncias de veraneio, sejam elas no interior ou no litoral, começam a despertar em vários países, como é o caso de Portugal. Alugar uma casa com tudo que é preciso para aproveitar o verão, como piscina e área de lazer, é uma tendência para o período. Aproveitar as férias evitando locais de aglomeração, como praias e parques naturais é o objetivo de muitos viajantes que procuram destinos isolados.
Transportes nas viagens internas.
O setor de transporte, que está diretamente ligado ao turismo também passa por mudanças. A maioria dos viajantes deve optar por trajetos curtos de carro, o que pode ser feito com o aluguel de veículos. Mas as viagens de trem e ônibus aos poucos serão retomadas. A FlixBus, por exemplo, uma das maiores companhias low cost de transporte de passageiros terrestres, que engloba ônibus e trens, havia suspendido as operações quando as fronteiras se fecharam. Agora, a companhia aposta principalmente em viagens nacionais para estimular os passageiros. A empresa apresentou em comunicado as novas medidas de desinfecção dos ônibus, assim como a redução do número de passageiros para 2/3 da capacidade dos veículos. Outras medidas são os banheiros fechados e a suspensão da venda de lanches durante a viagem.
Como poderão ser as viagens de avião no mundo pós-pandemia?
Em 2001 o setor de aviação passou por algumas mudanças significativas. A motivação foi completamente diferente, os atentados terroristas de 11 de setembro impactaram algumas regras básicas de segurança para embarcar. Se um atentado terrorista em um país impactou o setor aéreo em todo o mundo, uma pandemia, com propagação global de uma doença, certamente os impactos serão ainda maiores. Ainda é cedo para ter certeza para qual ou quais caminhos a pandemia vai levar o setor, mas algumas especulações começam a surgir. Entenda o que pode mudar nos voos para viajar para Europa pós-coronavírus:
Testes rápidos:
A primeira vista parece irreal, se nem os países conseguem testar todos os casos suspeitos as companhias aéreas conseguiriam? A Emirates, em abril começou a testar seus passageiros com exames rápidos. Por enquanto, se trata de um caso isolado, apenas uma companhia aérea de luxo conseguiu colocar em prática, logo ter essa possibilidade para todas as companhias talvez não seja possível a curto prazo. Mas é algo que pode sim vir a acontecer nas viagens, especialmente, internacionais.
Medição de temperatura:
Se testar os passageiros é caro e fora de mão para muitas companhias, aferir a temperatura antes de embarcar pode sim se tornar um realidade. Em alguns países a medição de temperatura já está em prática, como a China. Na Europa espera-se que com a retomada dos voos a prática ocorra nos aeroportos.
Máscara e distanciamento nos aviões:
Muito se tem falado sobre a retomada dos voos e a inviabilidade de distanciamento entre os passageiros na aeronave. O uso de máscara já é obrigatório, tanto para passageiros, quanto para a tripulação. Por outro lado, o distanciamento dentro das aeronaves, com lugares vazios entre os passageiros, pode não se tornar realidade, especialmente pelos custos que acarretaria, uma vez que com aviões mais vazios as passagens aéreas encareceriam. A interação entre passageiros e tripulação também deve ser mínima, mas vão ficar as refeições a bordo?
Alimentação dentro do avião:
O serviço de bordo pode sofrer mudanças significativas. Especialmente em relação às refeições quentes que podem ser extintas ou trocadas por alimentos frios e pré-embalados. A água também não deve ser mais reposta nos copos, sendo distribuídas garrafas entre os passageiros. Por fim, a implantação de máquinas automáticas de alimentos a bordo pode se tornar uma realidade, dando maior autonomia para os passageiros sobre o que e quando se alimentar dentro do avião. Levar o lanchinho na bolsa de mão também vale.
Fim das filas para entrar no avião?
O voo ainda nem iniciou o embarque e a fila já está gigante. É possível que essa cena demore para se repetir nos aeroportos pelo mundo. Para alcançar o distanciamento mínimo necessário entre as pessoas, as filas rondariam os 800 metros, o que poucos aeroportos comportariam. São muitas as alternativas propostas, mas uma coisa é certa, a maneira como os passageiros embarcam vai mudar.
Desinfecção de passageiros e malas:
Viajar só com mala de mão é cada vez mais comum, especialmente pela cobrança para despachar malas. Por isso, a desinfecção de passageiros e malas antes de entrarem no avião pode se tornar uma realidade. No Aeroporto Internacional de Hong Kong, por exemplo, já estão sendo instaladas cabines de desinfecção para os passageiros, o processo leva apenas 40 segundos. Além das malas de mão que acompanham os viajantes, as malas despachadas também devem passar por processos próprios de desinfecção quando os voos retomarem a normalidade.
Comprovativos de imunidade para viajar para Europa pós-coronavírus:
Sabe o Certificado Internacional de Vacina que muitos países exigem da febre-amarela? Esse comprovativo para o coronavírus pode se tornar uma realidade para viajar para Europa pós-coronavírus, especialmente quando houver uma vacina. Ou, ainda, um certificado de imunidade, conferido a quem já teve a doença e desenvolveu imunidade.
O novo normal nas atividades turísticas na Europa pós-pandemia:
Dentro do setor de turismo são muitas as áreas afetadas e a retomada significa passar por mudanças significativas. Para permitir que seja possível viajar para Europa pós-coronavírus cada setor vai ter que se adaptar para promover a sensação de segurança que os turistas ainda não recuperaram completamente.
Hotéis e hospedagem pós-pandemia:
Soluções de self check-in e café da manhã individualizados são algumas das previsões para a retomada das viagens pós-pandemia. As recepções com atendentes e o contato direto com os funcionários podem ser substituídos por soluções digitais, especialmente as que possam ser acessadas direto do celular do viajante. O buffet de café da manhã também não deve retornar tão cedo. É possível que a refeição seja substituída por soluções individualizas ou, ainda, removidas das facilidades da maioria dos hotéis. As hospedagens em casas no período pós-pandemia também devem mudar. A higienização e desinfecção dos espaços passará a ser uma exigência em plataformas como o Airbnb. Os viajantes estarão mais preocupados em saber quais foram as medidas de limpeza do ambiente após a saída dos hóspedes anteriores.
Restaurantes e a alimentação:
A curto prazo são muitas as medidas para o setor de alimentação retomar as atividades. Cuidados extras no atendimento, assim como o distanciamento dos clientes são alguns dos pontos a serem implementados. É possível que os viajantes experimentem novos modelos de atendimento nos restaurantes, com menos interação com os garçons e mais autonomia nos pedidos e nos serviços. Assim como no café da manhã de restaurantes, os serviços de buffet, nos quais o próprio cliente se serve, devem passar por mudanças consideráveis. Os restaurantes, nos lugares onde a quarentena está sendo flexibilizada, estão funcionando com uma restrição de ocupação de no máximo 50% das mesas. Os que operavam no sistema de bufê estão tendo que se adaptar com menus improvisados. Esse parece ser o cenário mais provável nos próximos meses.
Visitação de museus e pontos turísticos:
Um dos setores que sofreu grande impacto com a pandemia foram os museus e atrações turísticas Coliseu vazio, a Torre Eiffel fechada e centenas de museus com atividades suspensas. Gradualmente elas começam a ser retomadas, entretanto com restrições, por isso, vai ser preciso se planejar para viajar para Europa pós-coronavírus e conseguir visitar o que você deseja. Além de desenvolver circuitos alternativos para dispersar os visitantes dentro dos museus, o controle do número de entradas também será uma realidade. Se há pouco tempo observávamos novos recordes de lotação, certamente 2020 vai ser um ano atípico nesse cenário. Muitas das medidas devem se estender até 2021. Ainda não está claro quando e como vão voltar a funcionar com segurança atrações como shows, espetáculos, museus e o monumentos com grande concentração de pessoas… se não aparecer uma vacina ou tratamento eficaz para o coronavírus nos próximos meses, esses negócios vão precisar se reinventar para sobreviver.
As viagens que podem ser repensadas pós-pandemia:
Algumas modalidades de viagem podem ser mais afetadas que outras. Por exemplo, porque fazer uma viagem de negócios se a maioria das questões pode ser tratadas online em uma chamada de vídeo? A seguir apresentamos alguns exemplos, confira:
Intercâmbios:
Programar um intercâmbio para 2021? Talvez ainda não seja a hora para isso. Muitas instituições de ensino pelo mundo, sejam acadêmicas ou de idiomas transferiram suas aulas presenciais para o ambiente online e não há previsão de que elas retornam as salas tradicionais. Com isso, viajar para fazer intercâmbio na Europa talvez demore a fazer parte da realidade. Uma alternativa é planejar a atividade para longo prazo, assim, será possível ter uma experiência completa, vivenciando o dia a dia no país.
Viagens de negócios:
Atravessar o Atlântico a trabalho não será uma atividade tão corriqueira no futuro próximo. Se antes as multinacionais e empresas com altos volumes de negócio de importação e exportação mantinham um tráfego constante de seus executivos com o exterior, isso não deve ocorrer até que seja completamente seguro viajar. O home office e a possibilidade de fazer reuniões importantes de forma segura pela internet podem tornar as viagens não essenciais de trabalho algo do passado. Além do risco de expor os funcionários, a abertura para receber viajantes recém-chegados do exterior vai cair.
Cruzeiros:
Sempre sonhou em fazer um cruzeiro? É possível que esse sonho demore para acontecer de novo. As companhias de cruzeiro do mundo inteiro podem perder cerca de 90% do faturamento. Isso porque, com os casos notórios de navios que se tornaram focos, como Diamond Princess, ou o Norwegian Jewlque foi recusado em vários portos do Pacífico, levaram medo a muitos viajantes. Por se tratar de um ambiente confinado, um simples caso pode acabar gerando um surto no navio. Assim, até que seja seguro fazer um cruzeiro, o que pode acontecer apenas em 2021 ou quando uma vacina surgir, essas passeios vão ser mais evitados. Até lá os navios deverão ficar nos portos ou ancorados.
Fim do turismo de massa na Europa?
Ainda é cedo para dizer se é o fim, mas certamente é uma desaceleração na massificação do turismo. Ser levado pela corrente nos corredores do Museu do Vaticanoou se amontoar com centenas de pessoas para ver a Monalisa no Louvre, são situações impensáveis neste momento. Muitas cidades pela Europa já se exauriam do turismo de massa e seus efeitos devastadores sobre as cidades e suas populações. Dois bons exemplos são Veneza e Barcelona, que foram impactadas duramente nos últimos anos. É impossível não ligar a pandemia ao turismo de massa, é comprovado que as viagens entre países e continentes espalhou o vírus por cada canto do mundo. A necessidade de consumir o turismo como produto, promovido pela facilidade de voos, barateamento de estadias e outros facilitadores, levou muitos lugares a exaustão e a pandemia é um freio, pelo menos momentâneo para o crescimento do turismo.
Turismo sustentável na Europa pós-pandemia:
Em meio as dúvidas e insegurança para viajar, ressurge um movimento que pretende estimular o turismo sustentável. Esse modelo busca promover ambientes de coexistência harmoniosa entre o turismo e a cidade, para que ambos possam se desenvolver de forma benéfica. Quando falamos de benefícios, é preciso lembrar que apesar de trazer renda e sim, isso é bom, ela deve ser sustentável, sem gerar impactos negativos na cidade e seus habitantes. Entre os principais benefícios da redução da velocidade e voracidade do turismo está a reocupação dos espaços urbanos pela população local. Em cidades como as já citadas, assim como no Porto, Lisboa, Madrid e vários outros destinos na Europa, a população local foi removida para os subúrbios das cidades, já que os mais centrais se tornaram em sua maioria alojamentos para turistas. Assim, os ambientes urbanos se tornaram quase fantasmas, com índices de ocupação para moradias muito baixos. O turismo sustentável, em um primeiro momento, pode gerar prejuízo, mas os locatários terão que se reinventar, destinar as habitações a estudantes e pessoas que vivem na cidade. Os turistas também ganham com o turismo sustentável. Não existe nada mais desagradável durante uma viagem do que ser privado do prazer de admirar um monumento, apreciar uma obra de arte ou uma vista bonita porque existem centenas de pessoas esperando que você dê lugar a ela.
Vamos ter medo de viajar para Europa pós-coronavírus?
No início sim, mas com o tempo as pessoas vão voltar a se sentir mais seguras e confortáveis para voltar a entrar em um avião. Especialmente a medida que forem desenvolvidos tratamentos comprovadamente eficientes, assim como com a chegada de uma possível vacina. Até lá, as pessoas vão sim ter medo de viajar. Posso responder por mim: sim, tenho medo de viajar nos próximos meses. Sou apaixonada por viagens e já volto para casa pensando em qual será o próximo destino. Mas agora, não tenho planos de sair do país e vou aproveitar o verão europeu para conhecer destinos portugueses que ainda não visitei. Sobre entrar em um avião e enfrentar uma longa viagem? Só no final do ano para ver a família no Brasil. E você, tem medo de viajar para Europa pós-coronavírus ou já está preparado para arrumar as malas? Até que ponto essas novidades vão afastar ou atrair os clientes? Ainda não sabemos! Mas essas questões terão grande influência na decisão das pessoas sobre quando voltar a viajar. E você, o que acha dessas medidas? Se sentiria mais seguro com os novos procedimentos? Comente e participe!
“Memórias merecem destaque. As lembranças desobedecem, entre a vontade de serem nada e o gosto de me roubarem o presente”. Mia Couto
Sabe aquele lugar especial no mundo capaz de nos desligar da mente e reviver as melhores lembranças da infância? Pois é aqui! O Agora!!!
Instantes é o que temos. As vezes nem percebemos… Mas temos também o que fazemos com ele. Aí sim… Eternizamos. Construindo lembranças e guardando na memória. Damos cor, brilho e vida. E vamos colorindo com as cores que escolhemos.
Nossa alma carregam nossos instantes, nossas vivências e nossas memórias. É pra lá que voltamos pra sentir nossa história. Memórias… elas resgatam instantes e nos faz sentir o sabor daquela emoção novamente, quantas vezes quisermos. Eu sempre transito entre o presente e o passado. Gosto de relembrar, Reviver! Quais memórias você tem carregado com vocês?
Sou feita de histórias que não deram certo, de frases sem ponto final, de reticências… Sou feita de uma porção de livros lidos pela metade… outros relidos várias vezes. Sou feita de humanidade. Carne, ossos e humanidade!
Todas as minhas histórias… algumas pela metade, (ou quase todas), me deixaram completamente inteira. Inteira de mim… de tudo que não desejo, de tudo que não tolero mais. Sei exatamente quando e o que.
Sou feita de sim, muitos deles. Mas, graças ao tempo, sou feita de não, mais ainda deles. Não ao que me fere, ao que me faz mal, ao que não me alimenta… ao que não tolero mais. Sou feita de construções e reconstruções. Sou feita de corpo, alma e histórias!
Sou feita de santos, budas e Iemanjás. Também sou feita de muita complexidade. Sou sonhos, sou desilusão. Ouso sonhar e acreditar. Não sou feita de basílicas, capelas, igrejas, sés ou conventos, mas sou todinha retalhada na fé.
Fé é o que me movimenta, é o que me levanta todos os dias, é o que seca minha alma depois do temporal. Fé é meu prato preferido. Fé é a roupa que mais me cai bem. Fé me acompanha sempre! Muita fé!
Sou feita de anseios, de preocupação. Sou feita de luz e escuridão. Sou feita de beijos, pele, conexão. Sou feita de amor, abraços e música clássica. Tudo pulsa dentro de mim. Sou feita de amor… muitas cores e sons!
Sou feita de detalhes que não me recordo bem (e de uma péssima memória). Sou feita de imensa facilidade em desculpar (outras nem tanto rsrsrs) mas de uma capacidade ainda maior em tentar esquecer ou compreender quem me machucou. Sou feita de esperança que em impulsiona pra frente!
Sou feita do amor dos meus pais, dos meus irmãos, da minha avó, do meu marido, dos meus filhos, enteados, dos meus netos e dos meus amigos. Sou feita do que já conquistei, mas, mais ainda de tudo o que perdi na vida.
Foi o que perdi que me manteve alerta. Foi o que aprendi na dor que me fez forte, firme e foi o que entendi do amor que me fez humana. Compreender, observar, amar, falar e ouvir fez parte de mim. Positivismo na vida, me impulsionou. Superei… resisti… construí e reconstruí novas histórias… Resiliente fui, sempre. Vivi e vivo em paz… de bem com o mundo é a vida!
Todas as mulheres são Mães, porque ser Mãe é muito mais que o ato físico de dar à luz. É um dom, uma virtude, um modo de ser e sentir, um não sei quê que a mulher traz dentro de si. Mãe faz parte do DNA das mulheres desde seu nascimento.
Meninos brincam com seus carrinhos bonecos e games de luta, jogam futebol e quase sempre voltam sujos e até machucados. Meninas brincam com suas bonecas casinhas, comidinhas imaginárias que trazem para a gente experimentar com uma xicrinha de chá vazia de líquidos, mas cheia de sonhos. Suas bonecas não são seres inanimados. Elas as chamam pelo nome, penteiam seus cabelos, trocam suas roupinhas, conversam com elas. Elas cuidam de suas bonecas. Desde pequenas elas cuidam, elas protegem.
Quando estão com as amiguinhas no mais do tempo conversam cochicham compartilham segredos, falam bem ou mal das outras meninas e dos meninos, mas falam, às vezes todas ao mesmo tempo, o que desespera os meninos. Comentam os quase namoros, a sandália diferente da amiga, que talvez lhes provoque uma inveja que não demonstram. Diferente dos meninos que falam o que pensam ou acham, elas falam o que sentem. Confiantes, voltam para casa sempre arrumadas, a alma cheia de estórias para contar e sonhos para sonhar. Ao chegar contam e vibram com emoção, coisa rara para os meninos. As emoções e a intuição precedem seu pensar.
Meninos voltam para casa sem nada falar ou reparar, vão correndo para seus quartos e brinquedos. Meninas chegam, notam a nova planta na sala, e sem mesmo olhar, percebem e perguntam: mamãe, por que você está triste? E antes que a mãe responda, lhe entregam seu abraço, muitas vezes sem nada perguntar ou dizer. Sofrem quando veem uma dor, uma injustiça. Amam mesmo sem encontrar o amor, e precisam ser amadas. Percebem de imediato que algo aconteceu. Notam coisas visíveis, mas também as invisíveis, notam sentimentos que inutilmente tentamos delas esconder, embora saibam como ninguém esconder os seus. Se a mãe recebe amigas elas conseguem, absolutamente do nada, sentir o que não foi dito, e cochichar: mamãe, por que fulana não gosta de você? Conseguem ler um tom de voz, olhares, intuem sentimentos. Impossível não lhes abrir o coração pois, quando seguras, chegam de coração aberto. Elas nos acolhem, nos compreendem, nos desvendam.
Têm um jeito de conseguir que deixa os meninos furiosos. Meninos argumentam, discutem, podem até ter razão, mas nem sempre conseguem o que querem. Meninas não discutem muito, esperam o momento, o jeito, as palavras certas, até encontrarem uma fresta em nossas resistências. E com sua meiguice de meninas, lutam, não desistem nunca. Melhor não discutir com elas, guerreiras perigosas com armas invisíveis. Lutam pelo que querem ou defendem, e geralmente vencem, para sorte dos meninos. Acho que às vezes até têm pena e mesmo raiva da lógica inútil dos meninos.
Observe o jeito de ser de duas meninas adultas e diga qual das duas já deu à luz. Difícil dizer, pois ambas têm o DNA de Mãe. Meninas de ontem, mulheres de hoje. E na dúvida, não pergunte qual delas é Mãe. Pergunte qual delas já tem filho. São meninas, dão colorido e esperança ao mundo. São imprescindíveis. Já nascem Mães.
Este lindo texto foi escrito para homenagear todas nós mulheres/ mães, pelo meu amigo Luiz Arnaldo Cajado Moncau, do grupo #Trabalho60+ (10 de maio de 2020)… que com muita sensibilidade e carinho, desejou-nos assim desta forma, hoje logo cedo… um FELIZ DIA DAS MÃES… lançou-nos então este seu olhar poético … que chegou transbordado de afeto e amor. Muito obrigada meu amigo e que neste tempo de quarentena que estamos todos vivendo em isolamento social, desperte a alegria da vida que pulsa e está sempre em movimento dentro ou fora de nossos corações pelo mundo… e seja um dia de muita gratidão, conforto e de infinito amor .
UM FELIZ DIA DAS MÃES… especialmente neste tempo que estamos todos em isolamento social… Sou a mãe mais feliz do mundo 💐💓😍💝🤩🙏🏻
Excesso de sabedoria, experiência de vida, amor à vida, saber viver feliz e fazer outros felizes,velho não! Mulher experiente com muito orgulho, que delícia ver como crescemos no dia a dia, mais fortes e guerreiras. Parece que é simples ser feliz. Seja feliz!
Chegou ao meio da vida e sentou-se para tomar um pouco de ar. Não sabia explicar. Não era cansaço, nem estava perdida. Notou-se inteira pela primeira vez em todos esses anos. Parou ali, entre os dois lados da estrada e ficou observando as margens da sua história, a estrada da vida ficando fininha, calando-se de tão longe que ia. Estava em paz observando a menina que foi graciosa, cheia de vida. Estava olhando para si mesma e nem notou. Ali, naquele instante estava recebendo um presente. Desembrulhava silenciosamente a sabedoria que tanto pediu para ter mais. Quando a mulher chega à metade da estrada da vida, começa lentamente a ralentar o passo. Já notou como tem gente que adora conturbar a própria rotina, alimentar o próprio caos? Ela não. Não mais. Deixa que passem, deixa que corram, a vida é curta demais para acelerar qualquer coisa. Ela quer sentir tudo com as pontas dos dedos, ela quer notar o que não viu da primeira vez. Senhora do seu próprio tempo. Percebeu, à metade da vida, que caminhou com elegância, que viveu com verdade, que guiou a própria sombra na estrada em direção ao amor. E como amou! Amor por si, pelos outros, amou em dobro, amou sozinha, amou amar.
A mulher ao centro da vida traz a leveza que os anos teceram, pacientemente. Escuta bem mais, coloca a doçura à frente das palavras, guarda as pessoas com preciosismo. Aquela mulher já perdeu pessoas demais. Ao meio da estrada, ela já não dorme tanto, mas sonha bem mais. Sonha pelo simples exercício de sonhar. Sonha porque notou que é o sonho que tempera a vida. Aprendeu a parar de ficar encarando as linhas do corpo. Seu espírito teso, seu riso aberto, sua fé gigante não têm rugas, nem celulite, sem encanação. Descobriu que o segredo é prestar atenção no melhor das coisas, nas qualidades das pessoas, nas belas costas que tem e deixá-las ao alcance da vista dos outros. Sentada ali, ao centro da própria vida, decidiu seguir um pouco mais. Há mais estrada para caminhar, mais certezas para perder, mais paixão para trilhar. Não há dádiva maior do que compreender-se, que encontrar conforto para morar em si mesmo, que perdoar-se de dentro pra fora. Ao centro da vida ela descobriu que a gente não se acaba, a gente vai mesmo é se cabendo, a cada ano um pouco mais. Adoro esta crônica de Diego Engenho Novo, espero que você aprecie também.