Tudo passa. Tenha calma. No lugar da ferida se renova a pele, no lugar da dor se refaz o amor, no lugar da perda se refaz a esperança. E é pelas esperas que se refaz um coração. Tudo passa quando a gente se aquieta. Tudo se refaz quando a gente acredita… Assim como Cecília Sfalsin eu tenho certeza que tudo passa!
“Eu quero menos! Menos distração e mais trabalho, menos ausências, mais persistência, menos complicação… mais descompressão. Menos receios e mais riscos, menos dito pelo não dito. Quero menos. Mais ação! Menos boas pessoas, mais comprometimento, menos ôba ôba, menos rompimentos! Mais seriedade, menos displicência, menos malevolência. Eu quero menos. Quero muito menos. Menos de mim e mais de nós, quero menos conversa, mais entrega – Porque gente que diz que faz há aos montes!” Assim como Marta Medeiros diz… EU QUERO MENOS! Pra ser feliz.
Este texto de Ricardo Gondim descreve muito bem sobre este maravilhoso tempo em que estamos vivendo na Longevidade. Traz uma boa reflexão. Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para frente do que já vivi até agora.
Sinto-me como aquele menino que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltavam poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.
Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados.
Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
Já não tenho tempo para projetos megalomaníacos.
Já não tenho tempo para conversas intermináveis para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas que, apesar da idade cronológica, são imaturas.
Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário geral do coral ou semelhante bobagem, seja ela qual for.
Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa…
Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade, defende a dignidade dos marginalizados, e deseja tão somente andar ao lado de deus.
Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade, desfrutar desse amor absolutamente sem fraudes, nunca será perda de tempo. O essencial faz a vida valer a pena. Basta o essencial!
“Escrever um livro, ter um filho e plantar uma árvore”… coisas que esperamos fazer durante a vida. Este dito popular precisa de adaptações para o século XXI e repensar. Já plantei árvores, tive 2 filhos maravilhosos e em vez de livro, resolvi escrever um #blog. Missão cumprida? Será? Quem sabe experimentar um novo hobby… viajar para países exóticos, 👀tudo isso junto… mas, eu prefiro uma atividade que que me inquiete mais do que me acalme… quero continuar a escrever… escrever… postar… aprender muito sobre as redes sociais e ver o que vira á frente.
É com muita alegria que anuncio que o meu Blog o terceiro ato na WordPress atingiu mais um marco histórico. #oterceiroato
Atingimos hoje 500.000 #visualizações; com uma média 125.000 visualizações anuais. Com 13.500 visualizações só este ano, até agora.
Queria agradecer muito a todos os meus 1.200 #seguidores 🙏🏻🥂.
Este é o 500º #post do meu blog (que começou em 2015 na WordPress) até o presente momento, geralmente edito 2 posts novos em média por semana… e outros de repente conforme os acontecimentos vão surgindo. Com assuntos variados sobre atualidades na #longevidade, avosidade, experiências de vida, morar em Portugal, #viagens, #crônicas, #aprendizagens, #positivismo com um olhar de bem com a #vida,…
Meus posts mais visualizados são estes… caso você queira dar uma olhada 👀🤩🙏🏻:
1. Eu vou ser #avó… pela primeira vez… que #felicidade!!! (29/10/2015)
Quero agradecer à todo mundo que perde um minutinho do seu dia por aqui. AMO receber os seus #comentários de carinho, confesso que isto me incentiva muitoooo. Assim como saber um pouco das vossas histórias… e contar um pouco das minhas.
Isto tudo é importantíssimo e valioso demais pra mim. A aceitação de vocês é o maior de todos os combustíveis que tenho, para a cada dia tentar fazer um trabalho ainda melhor!
Ter minhas #postagens #compartilhadas, para inspirar cada vez mais pessoas, é um grande e não tem preço.
“Jovens” com mais de 50 anos: de invisíveis a protagonistas…
A sociedade envelhece rapidamente — isso quer dizer que cada companhia vai ter uma parcela maior de profissionais e de clientes maduros. Sua empresa já percebeu isso?
MADUROS TAMBÉM:
O que é, o que é: está em toda parte, mas ainda é invisível; possui enorme poder de consumo, mas é ignorado pela publicidade; tem conhecimento, inteligência emocional, comprometimento e experiência, mas não é valorizado no mercado de trabalho? Estou me referindo aos “jovens” com 50 anos ou mais — jovens porque muitos ainda vão viver até os 100 anos.
Apesar do recente estudo “Oldiversity” do Grupo Croma comprovar que as empresas genuinamente envolvidas com o tema longevidade obtêm relevante impacto positivo na preferência do cliente, as marcas ainda engatinham: a tese de Doutorado da professora de publicidade Christiane Machado, da Universidade Positivo, concluiu que os idosos aparecem em menos de 3% das propagandas e, em muitos desses casos, de maneira estereotipada. Outro trabalho, realizado pelo blog Beleza na Melhor Idade, que consultou mulheres com 60 anos ou mais, constatou que 60% delas não se sentem representadas pela mídia.
São exemplos que ilustram o enorme vácuo da Economia da Longevidade (expressão difundida pela ONG multinacional AARP, que luta pelo envelhecimento com qualidade de vida). Há carência de uma comunicação inclusiva que contemple desde um posicionamento institucional pertinente até a indispensável empatia para cativar esses consumidores. E, igualmente, faltam estratégias específicas que englobem uma atrativa jornada de compras e o oferecimento de produtos e serviços voltados às crescentes e peculiares demandas desse grupo.
Aqueles que já detectaram oportunidades vêm colecionando êxitos e multiplicando usuários, como as startups ISGame, Euvô e Gero360. Começam a surgir novidades, como marketplaces exclusivos, roteiros de viagens inclusivas, serviços de biografias que eternizam o legado e espaços arquitetônicos idealizados especificamente para este segmento. Mas a maioria dos empreendedores e grandes empresas ainda age como se ignorasse o potencial estimado da “Revolução prateada”.
Há iniciativas a respeito em grandes empresas de tecnologia da informação, como Alphabet, Amazon, Apple, Facebook e Microsoft; e também entre as startups apelidadas de “agetechs” (atuantes na interseção da longevidade com a tecnologia). De acordo com o investidor Dominic Endicott, da Nauta Capital, um dos principais especialistas na área, esse grupo trabalha em quatro frentes: 1) os serviços adquiridos diretamente pelo público maduro; 2) os pagos por terceiros, mas dirigidos aos mais velhos; 3) os negociados de forma intergeracional; e 4) os que buscam a extensão da vida com qualidade.
Os defensores do “Aging in Place”, por exemplo, acreditam que a expectativa de vida é maior quando o idoso continua em sua própria residência, em um ambiente familiar e com autonomia, em vez de ficar com os filhos ou numa instituição. Empresas em diferentes países estudam como digitalizar residências por meio de sensores, I.A. e uso de drones, para avaliar o risco de quedas acidentais de idosos, prevenir esses acidentes e, caso aconteçam, oferecer socorro rapidamente.
Ainda na linha da prevenção, a britânica Medicalchain começa a usar o blockchain num serviço para que o usuário tenha seu prontuário de saúde sempre atualizado. Já a PillPack envia para o usuário os remédios que precisa tomar, devidamente separados em saquinhos com o dia e a hora em que devem ser ingeridos, tudo de forma segura, on-line e automatizada.
O supermercado alemão Kaiser’s inaugurou o “Generation Market”, em Berlim, uma loja personalizada para atender às necessidades da população 60+. Nela, os corredores são mais amplos, existem botões de ajuda instalados nas gôndolas, trilhos antiderrapantes no chão, óculos que ampliam o preço dos produtos e até carrinhos com espaço para descanso.
A Pantene optou pelo caminho do empoderamento e criou a campanha #PowerofGrey, que incentiva homens e mulheres a celebrarem seus cabelos grisalhos naturais, rechaçando crenças e preconceitos. Um estudo encomendado pela empresa revelou que 80% dos britânicos têm cabelos grisalhos, mas dois em cada cinco deles pintam porque se sentem menos confiantes. As percepções diferem entre os sexos, com 35% dos entrevistados concordando que “a sociedade aceita mais homens grisalhos do que mulheres”.
Fonte: Mauro Wainstock (mauro@hub40mais.com.br) é CEO do HUB 40+, comunidade que oferece aos “jovens acima de 40 anos” capacitação para a empregabilidade e o empreendedorismo. Pra saber mais:
Tem coisa que é bom compartilhar. Neste mundo atual onde tudo está na telinha do celular… esta é uma boa iniciativa.
Olha a propaganda da “Vivo” para incentivar as crianças a brincarem sem celular… Muito bacana!!! Pode repassar!! Vale a pena, chame seus filhos, seus sobrinhos, seus neto… para brincar!! Palmas para a “Vivo”!
Tem gente que começa aos quarenta, outros assim como eu, só perto dos sessenta anos.
A nossa percepção sobre o mundo e nós mesmos vai mudando… vamos ficando mais calmos… leves e felizes. Queremos a simplicidade em cada gesto… em cada atitude… e mudamos em tantas coisas que a nossa companhia conosco mesmo torna- se um prazer absoluto. Somos mais seletivos em todas as nossas escolhas assim como Fabrício Carpinejar descreve neste texto. Leiam:
Gostar da própria solidão é a manifestação mais clara de que chegou aos 40 anos.
Não precisa mais sair de casa para ser feliz, não é mais tributário do barulho e da multidão para se ver acompanhado.
Gosta do silêncio e de não fazer nada demais. Gosta do espaço vazio e da liberdade de não ter a agenda cheia.
Passa a filtrar os convites, a peneirar as festas, a abrir a porta para a rua somente quando realmente é indispensável.
Não sofre mais em dizer não. Prefere receber os amigos em casa, em pequenos e semelhantes grupos, a virar a madrugada em baladas com estranhos.
Dispensou o bordel dentro de si. Tem como princípio sexo com qualidade, não mais pela quantidade. Não está mais desesperado para transar toda noite, toda semana. Busca criar um clima para o clímax, acima de tudo. A música de qualidade e a conversa inteligente são preliminares indispensáveis antes de qualquer amasso.
Perdeu também a ganância de enriquecer, o olho de águia do sucesso, opta por ganhar menos e se incomodar menos.
Mudou a sua concepção de prosperidade, paz é prosperidade.
O que fazia quando estava gripado, de permanecer na cama lendo um livro ou emendando episódios de uma série, agora ocupa a maior parte de seus dias sadios. Preocupa-se em aguar as plantinhas, em aprender idiomas, em comprar verduras sem agrotóxico nas feirinhas de bairro.
Nem para tomar vinho acredita que depende de companhia. As quatro décadas revelam a satisfação de um cálice sentado na varanda, sem ninguém para apressar os goles. Finalmente está solto no seu mundo de pensamentos para degustar a safra e descobrir os taninos.
Sei que meus amigos sopraram as quarenta velinhas quando decidem se dedicar a cerveja artesanal. Largam os botecos e a zona de desconforto da boemia pela produção caseira de sua bebida. Ostentam experimentos e guardam as provas para limitados convidados. São cientistas do isolamento, explicando, depois de cumprida a missão, o passo-a-passo de sua incubadora com ostensivo orgulho.
Alguns encontram tempo para maturar queijos, outros se aventuram a assar pães ou pizzas, com sacerdócio de mestre-cucas. Se antes reclamavam da submissão doméstica das mães e avós, que colocavam tortas a esfriar nas janelas, agora não acham nem um pouco inconveniente o hábito de cozinhar, ainda que seja para o seu consumo.
Aliás, é simbólico nesta faixa etária querer produzir a sua própria comida. A cozinha torna-se a parte mais importante da residência, com aquisição de fornos potentes e panelas inquebrantáveis.
O discernimento da meia-idade surge com a renúncia. Entende-se que perder a agitação é ganhar autoconhecimento. A experiência traz a clareza do que é bom e do que é ruim, de que não vale realizar coisa alguma na contrariedade, de que nada mais será feito para agradar o outro.
Gostar-se é o início de uma nova vida. Longeva vida, com a adrenalina da simplicidade. 💙🙏🏻
Confesso que tive medo desta hora chegar. Parecia que ia demorar tanto, tava tão longe de mim, mas num piscar de olhos… lá estava eu com sessenta anos. Simplesmente assim!
Percebi que não mudei nada. Isso mesmo… nadinha de nada!!! Me senti igualzinha… ou melhor parece que trouxe uma certa leveza, uma paz grande, tipo calma na alma sabe… e veio junto a sensação de dever cumprido.
Está bem melhor do que eu pensei vivenciar este meu envelhecer…
Tudo passou tão rápido, que não deu nem pra perceber as tais mudanças ou o que a maturidade e a longevidade tem me trazido. Aconteceu assim aos pouquinhos.
Percebo de longe que é bem melhor do que eu pensava antes. Ainda bem… melhor assim rsrsrs.
Já não tenho mais tanta pressa. Saboreio melhor e com mais qualidade tudo que está ao meu redor. Faço tudo acontecer com intensidade.
Já não tenho o corpo da juventude, algumas limitações da idade vão surgindo aos poucos… o jeito é pensar melhor em como podemos fazer para melhorar… e seguir em frente, assim continuaremos muito bem obrigada.
Estou tomando certos cuidados que antes foram adiados… mas que agora se tornam imprescindíveis para o meu bem estar e o meu futuro.
Minha saúde passou a ser uma das minhas prioridades, afinal vamos precisar estar bem, não é?… Tratar bem nosso corpo, pra poder fazer tudo o que queremos… será necessário e assim se possível ultrapassarmos os 100 anos.
Agora eu só quero é viver com mais qualidade de vida, ser feliz e com muito mais prazer. Minha felicidade está sendo bem percebida por todos me cercam e mantida como prioridade.
Sim é possível! Se até agora não se preocupou com isto, assim como eu… agora é a hora de começar. Nunca é tarde! Arregacei as mangas e me joguei.
Requer sim algumas mudanças, não é tão difícil, mas atenção e “disciplina” e o “foco” são necessários daqui pra frente. Precisaremos mudar alguns coisas e velhos hábitos… Como? Tenho planejado mais e com antecedência as coisas, estou usando meu #wishplanner que ajuda muito.
Tenho tantas coisas pra fazer ainda que vou priorizar as que mais me agradam. Pra quem quiser vir comigo vou dar algumas dicas… Vem comigo:
Simplifiquei minha vida. Quero paz e amor. Viver é ser feliz!
Cuido melhor da minha saúde. Adiei até agora, tenho que confessar, mas hoje não dá mais. Pratico atividades físicas sim. Me movimento mais e mudei velhos hábitos alimentares, isto tudo tem modificado minha vida já. Comecei então a “caminhar” mais, a fazer o Pilates e o Tai Chi Chuan. Disciplina e frequência estão sendo necessários para obter um melhor resultado. Estou firme. Minha alimentação está mais equilibrada. Pouco sal e açúcar, menos frituras… Muitas frutas, fibras, legumes e proteínas. Carboidratos só o necessário e integral para dar mais energia. Sem exageros.
Melhorei a hidratação, tento beber (1 1/2 litros) mais água por dia. O melhor é ver os exames médicos estar melhorando. Anima muito.
Participo ativamente (ideias/ projetos/ cursos/ imersões…) dos movimentos que acontecem em São Paulo sobre longevidade: #maturyjobs #trabalho60mais #maturiday #lab60+ #expolongevidade entre outros. Estou com a agenda cheia rsrsrs.
Convivo mais e melhor com meus pares. Me cerco de pessoas queridas. Marco cafés/almoços com velhas e novas amigas. Papeio, troco ideias, aprendo, troco experiências enfim coloco a conversa em dia. Mantenho minha “interação” ativada plenamente. Eu adoro participar do #café&prosa preparado mensalmente pela Rosângela da #it_avo, super indico.
Aprendo coisas novas sobre assuntos diversos que eu gosto: Artes/Fotografia/Línguas/ Dança/ Cultura/ Contos/ Escrita/ Informática/ Redes Sociais/ Caminhar pela cidade… Em 10 de fevereiro vão abrir as inscrições na USP para a terceira idade, já estou de olho sobre o que vou querer fazer este ano. Tem vários lugares também interessantes pra se aprender e ir. A maioria são de graça.
Me atualizo sobre as novas tecnologias desse mundo virtual que tanto estão fazendo parte do nosso dia a dia atualmente: como usar melhor a Internet, os smartphones e as redes sociais que são hoje uma das minhas prioridades. Tenho muito que aprender ainda.
Amo muito meu marido e minha família. São a melhor coisa que tenho na vida. Meu legado. Dou e recebo atenção. Ouço e falo. Conversamos sempre, refletimos sobre várias questões. Procuramos estar juntos sempre que podemos. Trocamos ideias. muitaaaaas conversar e risadas. Convivemos muito bem, obrigada! Colhemos o que plantamos. Eu plantei amor ❤️. Tento aparar as arestas pra arrumar a casa, sempre.
Conviver mais com a família que mora mais distante. Eu faço anualmente um planejamento grande para o primeiro e o segundo semestre, já que tenho filhos e suas famílias morando fora do Brasil. Morro de saudades deles, e quero participar de todo o desenvolvimento dos meus 3 netinhos muito queridos. Meta minha ir de 1 á 2 vezes ao ano no seu País, para estarmos mais juntos… ou virem aqui pra casa. Preferencialmente nos seus aniversários, Natal e Ano Novo. A internet ajuda na saudade. Mantemos contato quase que diário.
Viajo… viajo… Organizo as minhas viagens do Ano com bastante antecedência, faço pesquisas e compro as passagens aéreas com antecedência e divididas em vários meses, o que facilita muito. Quando começo a viagem, esta parte está paga ou quase terminando. Economizo em tudo que posso.
Sou uma vovó super coruja. Meus 3 netinhos moram longe, então passo uma temporada com eles nas férias ou quando podemos e faço com que estes momentos sejam únicos e intensos pra eles e pra mim. Rimos, nos divertimos, cantamos, dançamos, passeamos, brincamos, fazemos picnics e vamos assim construindo tantas histórias lindas em parceria que dão fôlego até os nossos próximos encontros. Registro tudo que posso: tiro fotos, faço vídeos, invento brincadeiras… o que der na veneta. Estou fazendo pra eles um álbum de memórias contando a história da minha vida. Espero que eles queiram ler quando cresceram, pra trazer doces. lembranças. A saudade mora em mim.
Planejo minha vida financeira. Faço um planejamento financeiro, custei a aprender isto (até hoje apanho muito ainda)… isto tem me ajudado e controlar melhor meus gastos. Tento não usar o cheque especial e controlo os gastos com o cartão de crédito mensal (usei paguei tudo).
Economizo em tudo que puder. Aprendi a comprar somente àquilo que realmente preciso e quero. O consumismo de fato deixou de acontecer muito comigo. Reflito bem sobre as minhas reais necessidades e não caio mais nas armadilhas das liquidações.
Reaproveito também tudo o que posso, e ainda ajudo o planeta. Este novo hábito tem me ajudado a descobrir muitas coisas. Uso a minha criatividade. Fim do desperdício.
Minha casa mais segura. Deixo tudo organizado e arrumado, cada coisa tem seu lugar. Faço manutenções constantes na casa e eletrodomésticos. Duas vezes ao ano verifico datas de validade dos produtos na despesa (jogo fora os vencidos) e o que não me serve mais, doo se servir para alguém. Cuidado com tapetes e fios soltos; uso corrimãos e grades que tem que estar em bons estado; arrumo os equipamentos quebrados.Assim aos poucos tudo fica bem melhor.
Doe: Duas vezes ao ano eu doo tudo que não vou usar mais e pode servir para alguém. Faço um chá com bolachas em casa convido amigos e família, escolhem o que querem ficar, passamos uma ótima tarde juntas… o resto doo para alguém que precisa. Renovo as energias da casa.
Durmo melhor minhas 8 horas diárias. Preparo antes meu ambiente tranquilo no quarto, sem TV e eletrônicos na cama. Nem mais nem menos.
Tenho muitos pensamentos positivos. Atraímos o que pensamos. Um olhar para a vida com bom humor e de superações são muito importantes para a minha vida envelhecemos com positividade na alma. Tudo é um grande aprendizado e sei que tudo passa!
Exercícios mentais tem sido mais frequentes agora. Tenho procurado manter a minha mente ativa e aberta ao novo. Leio, escrevo, aprendo línguas, faço palavras cruzadas, sudoku, joguinhos por aplicativos… Participo de redes sociais. Isto tudo me mantes bem ativa. Tenho que ter tempo de pausas também.
Digo não! Escolho não ter companhias tóxicas, fazer coisas que me aborrecem e que não condizem com meus propósitos de vida… Se sei que vai me fazer mal, hoje ou amanhã não vou e não faço.
E você como está indo no seu envelhecer, me conte… vou adorar interagir com vocês.
As Reuniões Portas Abertas foram criadas para você conhecer mais sobre os objetivos do Grupo Mulheres do Brasil e também sobre os Comitês, nos quais poderão se engajar.
Fui nesta semana (6/02/2020 no horário das 14:30 ás 17:00 horas) na primeira reunião do ano deste grupo. Foi realizada na Casa Mulheres do Brasil: Rua Doutor Tomás Carvalhal, 681 – Paraíso – São Paulo.
Conheci vários comitês e o andamento de seus projetos, todos muito interessantes e cheio de propostas muito boas… me apaixonei por vários. Vou escolher os que mais me identifiquei pra fazer parte deles, foram eles:
Conexão Bairros e Comunidades, Expansão, Comunicação, Jurídico, Vozes, Saúde, Políticas Públicas, Meninas do Brasil, Inserção de Refugiados, Inclusão da pessoa com deficiência, 60+, Igualdade Racial, Empreendedorismo, Educação, Cultura, Combate à Violencia Contra a Mulher, 80 em 8.
Conheci também alguns expositores que estavam na casa. Seus trabalhos são executados com muito primor e uma dose extra de amor.
Um deles foi o Saberes no Pano. org (#saberesnopano.org) que fazem livrinhos de pano super criativos para as crianças. Amei!
Os Livros de pano do Movimento de Mulheres do Jardim Comercial, são reconhecidos nacional e premiado internacionalmente. Resgatam também muitas brincadeiras da nossa infância. “Nossa vida se torna mais bela quando aprendemos a conviver com as diferenças…”
Outro foram as que faziam as pequenas bonequinhas Abayomi, que tem uma linda história. Feitas pelos refogados.
Para acalentar seus filhos durante as terríveis viagens a bordo dos tumbeiros – navio de pequeno porte que realizava o transporte de escravos entre África e Brasil – as mães africanas rasgavam retalhos de suas saias e a partir deles criavam pequenas bonecas, feitas de tranças ou nós, que serviam como amuleto de proteção. As bonecas, símbolo de resistência, ficaram conhecidas como Abayomi, termo que significa ‘Encontro precioso’, em Iorubá, uma das maiores etnias do continente africano cuja população habita parte da Nigéria, Benin, Togo e Costa do Marfim. Sem costura alguma (apenas nós ou tranças), as bonecas não possuem demarcação de olho, nariz nem boca, isso para favorecer o reconhecimento das múltiplas etnias africanas.
O Instituto Amor em Mechas andam transformando vidas, são um grupo que fazem perucas e ajeitam lenços para a cabelo oferecendo para as mulheres. Tem como objetivo contribuir para que mais e mais mulheres em tratamento quimioterápico ou que convivem com a alopecia, continuem a receber as perucas gratuitamente, mantendo sua autoestima elevada.