RESILIÊNCIA – PODER DE RECUPERAÇÃO DIANTE DAS ADVERSIDADES DA VIDA.

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“Resiliência é continuar numa constante transformação diante de todas as pressões presentes. É o sentido master da ressignificação”. Nilton Pedreira

Com a proximidade do meu niver… pensei em publicar um Post que me identificasse bem, agora especialmente minha relação com a vida e a a maturidade…. Questões que sempre me fazem parar e refletir: Como me comporto diante das adversidades da vida? Como enfrento os desafios e dificuldades que surgem no seu caminho? Como sobrevivo? O que vai ser daqui pra frente?

Se é uma coisa de que entendo bem… é sobre Resiliência. Sim, sou uma Resiliente! Quem me conhece sabe bem disso. A vida me deu escolhas e eu sempre escolhi ser feliz e não prejudicar ninguém (conscientemente, é claro).

Ter um olhar positivo sobre tudo que a vida me deu… me ajudou muito. Nas vezes que tive desafios pra enfrentar, e foram muito… tropecei sim, tive medo, caí e sofri…, mas sempre acreditei e tive FÉ de que as cosias iam melhorar e que serviriam para o meu crescimento. Acontecem coisas e nos fazem sair muitas vezes da nossa zona de conforto que nos obrigam a repensar e mudar…, mas são tudo melhorar lá na frente, mesmo que eu não consiga compreender e visualizar o meu final… Eu quis crescer como pessoa e na vida.

Penso que a vida é uma longa caminhada e você pinta das cores que quer. Cada um tem a sua. A minha é um arco-íris.

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Construí em meus caminhos algumas pontes… fechei livros, encerrei histórias e ciclos quando eram necessárias… e construí novas histórias, outros capítulos e me reinventei… Sempre me levantei e amadureci! Dentro do meu tempo. A vida é dinâmica e está em constante movimento. Nunca para! Ser feliz sempre foi meu maior objetivo, o que me impulsionou a prosseguir, mudar e ir em busca de novas saídas. Hoje sou grata por tudo o que tenho e recebi. Este é o segredo da vida. Ser feliz com o que temos e fazemos com ela, minha opção! A maturidade me permitiu enxergar com mais simplicidade muitas delas.

Li este artigo do Blog “Mundo dos psicólogos” que tem a intenção de ajudar as pessoas nesse aspecto, compartilho com vocês agora. Leiam:

A psicologia usa o termo resiliência psicológica para pessoas que respondem as frustrações diárias com alto nível de capacidade de recuperação emocional. Simplificando, quanto mais resiliente a pessoa for mais preparada a pessoa está para enfrentar as adversidades encontradas ao longo da vida.

A verdade é que todos os seres humanos passam por problemas, independentemente da classe social que pertencemos em algum momento da vida nos deparamos com adversidades. Então a pergunta mais lógica é: eu sou uma pessoa resiliente?

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Observe: a resiliência é um processo de aprendizado desde a infância. Existem adultos que quando crianças se esquivaram das dificuldadese outros que se isolaram frente aos problemas do cotidiano. Desta forma:

  • Não conseguem apresentar comportamento de enfrentamento;
  • Não possuem habilidades de atravessar as situações de crise de maneira construtiva;
  • Falta otimismo, segurança;
  • Tem a tendência de maximizar o problema;
  • Respondem de forma passiva;
  • Não conseguem reagir;
  • As interpretações dos fatos são negativas;
  • Diminuem a responsabilidade da ocorrência e desta forma não possui controle pelo acontecido;
  • Não esboça atitude de mudança;
  • Assume uma postura de vítima.

O que eu preciso fazer para me tornar uma pessoa resiliente?

Você tem a alternativa de agir de forma mais ativa, ou seja, assumir que parte dos problemas que vivemos dizem a respeito à nossa forma de agir no mundo e reconhecer que tem responsabilidade sobre o fato. Eu escolhi isto.

Quando o indivíduo enxerga que faz parte integrante do problema que acontece em sua volta, as chances de mudanças são maiores, como se você fizesse um bolo sem receita, se der errado você nunca saberá onde errou, qual foi o ingrediente que estava a mais ou a menos e resultou no bolo ruim. Se o bolo ficou delicioso, você também não saberá qual foi o ingrediente usado para que ele ficasse tão gostoso.

Assim, quando a pessoa se vê parte integrante do problema e pelo que acontece à sua volta, recupera a possibilidade de mudar as coisas que não a fazem bem. A atitude mental frente a adversidade é muito importante para construir uma boa resiliência psicológica, muitas pessoas desejam mudar seu comportamento diante das dificuldades, mas não consegue agir diferente.

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Buscar um sentido na vida, compreender o que sente e estar atento aos sentimentos: entenda que estar em contato com suas emoções te faz ser mais ágil na busca daquilo que efetivamente te faz bem, como também na evitação das situações que te fazem mal. É a chamada inteligência emocional. O ponto crucial é perceber o estado subjetivo para então poder mudar.

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Entendo que não é fácil, não estamos habituados a nos conectar conosco, vivemos numa correria constante, sempre procurando aliviar nossos sentimentos ruins, projetando no outro a responsabilidades dos acontecimentos, a maioria das vezes sabemos o que nos incomoda, mas preferimos não pensar sobre o assunto, se você está se identificando com alguns desses comportamentos, ainda há tempo para mudar.

Se você não tem conseguido sozinho, busque ajuda. Aprenda desenvolver uma postura ativa em sua vida, aprenda a dar a volta por cima dos obstáculos, não se sinta vítima de sua existência, faça com que as coisas façam sentido, elabore um projeto pessoal e por último, mas não menos importante entenda suas emoções. Aderindo esses comportamentos você desenvolvera sua resiliência emocional.

Assista este vídeo “O PODER DA RECUPERAÇÃO, RESILIÊNCIA”, vai gostar. Fábio de Melo: https://www.facebook.com/PadreFabiode… Clóvis de Barros Filho: https://www.facebook.com/clovisdebarr… Leandro Karnal: https://www.facebook.com/prof.leandro… 

Fonte: https://br.mundopsicologos.com/artigos/resiliencia-poder-de-recuperacao-diante-das-adversidades-da-vida

POR QUE OS SENSITIVOS SE SENTEM MAL PERTO DE ALGUMAS PESSOAS?

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“O primeiro raciocínio do homem é de natureza sensitiva: os nossos primeiros mestres de filosofia são os nossos pés, as nossas mãos, os nossos olhos”. Rousseau

Eu sinto muitas vezes esta sensibilidade aflorada… quando entro num lugar, tem vezes que eu sinto uma energia ruim, tudo muito pesado, quero logo sair dali… e você? Dizem que são pessoas sensitivas.

Os sensitivos são seres humanos que possuem sensibilidade emocional aumentada.

Esse conceito foi apontado pela psicóloga Dra. Elaine Aron em 1991, que apontou através de estudos que entre 15% e 20% da população mundial possui esse tipo de sensibilidade mais aflorada porque os seus cérebros processam informações sensoriais de forma diferente e por isso possuem habilidades e expressas de maneira mais intensas que os demais.

Os sensitivos – também chamados de empatas – são, portanto, mais sensíveis a emoções, comportamentos e energias de pessoas e lugares. A presença de algumas pessoas ou a entrada em lugares específicos podem fazer com que um empata se sinta mal. Entenda mais sobre isso.

A sensibilidade aflorada dos sensitivos e o que isso pode causar.

Normalmente, quem é considerado um sensitivo considera isso como uma qualidade, uma habilidade positiva.

São normalmente excelentes ouvintes, pessoas caridosas com muita clareza de pensamento, conhecidos por darem bons conselhos.
Mas devido à sua sensibilidade emocional aumentada eles são muito influenciáveis pelo ambiente ou por pessoas, são capazes de detectar energias carregadas que estão impregnadas no lugar, detectam mais facilmente comportamentos falsos e não conseguem lidar com pessoas pretensiosas e/ou mentirosas.

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Comportamentos e situações em que um sensitivo se sente mal.

Todo mundo pode ser capaz de identificar sinais de falsidade no discurso humano, os empatas possuem maior facilidade devido à sua extrema sensibilidade.

Lidar com alguém hipócrita ou falso pode ser tolerável para pessoas comuns, mesmo que eles saibam dessa característica da pessoa, para os sensitivos, isso é praticamente uma tortura, um desconforto intenso.

Sentem-se cansados, sentem que sua energia foi drenada, sentem-se frustrados, muitas vezes ficam com as mãos úmidas, com o coração disparado e o bocejo é uma reação muito frequente.

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Veja abaixo algumas situações que fazem com que um sensitivo se sinta mal:

  • Falsos elogios – eles detectam logo a falsidade e mal conseguem disfarçar a sua decepção
  • Pessoas que aumentam suas vitórias para ganhar aprovação e reconhecimentos dos outros
  • Pessoas que renunciam à sua personalidade ou tentam ser aquilo que não são para se sentirem por cima
  • Falsas delicadezas com intenção de receber algo em troca
  • Pessoas que estimulam a inveja e o ressentimento
  • Quem age de forma dura e insensível para ocultar dos outros a própria dor ou sensibilidade

Reações comuns dos sensitivos nestas situações.

Muitas vezes os sensitivos nem conseguem explicar o porquê de estar se sentindo mal e o que está causando isso nele.

Alguns deles conseguem identificar o foco, mas outros só conseguem pensar em se afastar do ambiente e das pessoas que ali estão, e normalmente ouvem: “O que aconteceu? O que ele(a) te fez de mal?” sem saber explicar exatamente o porquê. Ficam nervosos, tensos e têm dificuldades de formar frases com clareza, o que em situações normais eles têm muita facilidade.

Se o sensitivo precisa estar em um ambiente ou perto de alguém que lhe faz mal, ao se afastar ele se sente enjoado, tonto, podendo inclusive ter ânsia de vômito. Ficam muito calados, sem querer continuar a conversa e muitas vezes, ao se afastar da pessoa ou do ambiente sentem um inexplicável sentimento de culpa.

(Fonte: wemystic.com.br)

 

LYA LUFT: O TEMPO, FEROZ AMIGO!

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“… acho que a vida é um processo… É como subir uma montanha. Mesmo que no fim não se esteja tão forte fisicamente, a paisagem visualizada é melhor”. Lya Luft

 Lya Luft (escritora gaúcha no jornal Zero Hora) publicou recentemente esta crônica que fala de um tema ao qual ela está sempre recorrendo: a passagem implacável do tempo e a “implicância” – quem sabe, medo – que demonstramos ter de palavras como envelhecimento, velho, velhice e outras derivadas. Lya chama a atenção para a nossa luta vã contra esta realidade.” Leia:

É uma das esquisitices do nosso tempo que na época em que mais tempo vivemos haja tanta dificuldade em relação ao que se convencionou chamar velhice. Palavras significam emoções e conceitos, portanto também preconceitos. Por isso, quero falar de minha implicância com a implicância que temos com os vocábulos – e a realidade – velho, velhice.

E, como gosto de historinhas, algumas, como esta, reais, lembro um episódio com Tônia Carrero, ainda uma linda mulher aos oitenta anos. E certa vez alguém lhe perguntou: “Tônia, chegando aos oitenta, como você lida com a velhice?”. Todos gelaram, mas ela, em pé no meio da sala, possivelmente com um cálice de champanhe na mão, respondeu sem hesitar: “Ora, eu acho ótimo. Porque a alternativa seria a morte”.

E todos acharam maravilhosa aquela presença de espírito, e aquele pensamento. Naturalmente, nem ela, nem ninguém gostaria de envelhecer com as doenças, perdas e fragilidades que tantas vezes nos acompanham quando o número de anos cresce assustadoramente. Mas que, pelo menos, não sejamos velhos chatos e sombrios, eternamente reclamando de tudo e de todos.

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Quando não pudermos mais realizar negócios, viajar a países distantes ou dar caminhadas, poderemos ainda exercer afetos, agregar pessoas, ler bons livros, observar a humanidade que nos cerca, eventualmente lhe dar abrigo e colo. Para isso, não é necessário ser jovem, belo, com carnes firmes e pele de seda… ou ágil, mas ainda lúcido.

Viver deveria ser poder celebrar sempre mais um dia: o nosso, e dos que amamos. E, em momentos de dor indizível, redobrar sem espalhafato, com delicadeza, o amor de que somos capazes.

Vamos celebrar então.

Eu celebro sim…. sempre!

FILHOS TRANSFORMANDO- SE EM BORBOLETAS E VOANDO…

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” Quem ama de verdade cuida, segura na mão e deixa que a pessoa voe pra fora do ninho”. Lucas Antunes da Silva.

Filho hoje no seu aniversario, quero que saiba que tenho o maior orgulho de ser sua mãe… você é tudo pra mim. Vi você nascer, crescer e aprender a caminhar sozinho… estando sempre bem pertinho… assistindo cada transformação sua.

Acompanhar você crescendo, vê-lo de menino se transformar num grande homem… não tem preço. De homem, tornar- se este marido… pai adorável e dedicado,  me deixa super emocionada… todos os dias. É uma benção assistir você com seu filho em momentos exclusivos de muito amor, cuidados e atenção. Está se saindo um grande pai. És um grande homem meu filho!

Pensei no que poderia te dizer hoje e quis te explicar que “filho é pra sempre, a gente quer ver, tocar, estar junto, falar de amor e de saudade!”. Amor incondicional!!! Quero que saiba que perto ou longe será sempre assim… lidar com a distância é sempre difícil… a saudade bate forte muitas vezes… mas fica melhor quando aprendemos a lidar com tudo isso de uma forma madura e bem elaborada. Então pensei em dizer algo sobre amor, sonhos, distância, saudades, família e transformações.

Na parede do quarto dos meus filhos já adultos (agora transformados em quartos de hóspedes, ateliê e brinquedoteca) conservo quatro borboletas pintadas nas cores: azul claro, azul escuro, amarelo e verde mar, contrastando com as paredes claras… elas lembram de forma pouco elaborada como lidei com a “síndrome do ninho vazio”… quando vocês se mudaram.

Filho é para sempre, a gente quer ver, tocar, estar junto, falar de amor e de saudade. Filho parece extensão do nosso próprio ser. Só que não são. Filhos são seres independentes, eu já tinha esta noção. Criamos eles para o mundo, lembra? O que eu não previ é que o mundo é muito grande. E com isso três (dos quatro) deles foram para Europa e EUA. Longe sim, mas bem perto do coração. “Distância não é nada, quando alguém significa tudo”.

Sentir saudades é natural, o que não é natural é permitir que esse sentimento petrifique nosso coração e nem que o vislumbre de seus voos se transforme em ressentimentos. Pelo contrário temos que respirar e dar a eles mais coragem para que seu voo seja do tamanho da imensidão dos seus sonhos. Sonhos que passam a nos inspirar e nos fazem ousar também vislumbrando novas experiências. Incentivamos! Ousamos todos.

“Não haverá borboletas se a vida não passar por longas e silenciosa metamorfoses”, diz Rubem Alves.

Mas coração de mãe é assim mesmo, inquieto… palpitante… e a saudade insiste em bater… Como antídoto para não deixa-la fazer morada na alma, gosto de me debruçar no parapeito da janela de seus quartos, aos finais de tarde, principalmente ao pôr do sol e imaginar o voo dos meus meninos (as) transformadas em borboletas confiantes, cheias de luz e ânsia de viver… construindo sua própria vida! Meninos (as) meus (minhas), teus (tuas)… e de meu marido (escolhidos pelo coração… revivo, abraço, amo muito para que se tornaram todos nossos…) Os seus, os seus… os nossos filhos

Percebo que o tempo, a dedicação na infância e o “trabalho” na adolescência renderam frutos maravilhosos. Como recompensa tenho a oportunidade de admirar o colorido do farfalhar de suas asas independentes.

E os sapatinhos de bebe “esquecidos” na gaveta de recordações, já não representa a saudade do cheirinho de bebe, transformaram-se em orgulho pela segurança de seus passos. Voem altos minhas crianças crescidas e amadurecidas… voe alto, meu filho!

É assim o ciclo da vida e precisa ser ouvido. É hora de vivermos o amor e a gratidão e voltar a atenção ao nosso próprio cuidado.

“Se a vida não fosse para ser transformada, não haveriam borboletas”. Eliane Nochieri

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Deixar que as borboletas saiam do casulo materno e voem livremente e sem culpas para onde o alcance de suas asas permitir, é uma benção. E eles estão indo longe! E que aquilo que chamo de saudades jamais prenda seus voos e nem as impeça de assumir as responsabilidades pelo alcance de suas asas.

Eu… (nós…) vamos torcendo daqui pra que todos os seus sonhos sejam alcançados e estaremos sempre pertinho pelo coração… hoje pela internet e amanhã fisicamente e em todas as oportunidades que a vida nos der (e dará)… assim voaremos livremente pelo mundo.

Nesse mundão enorme já encontraram suas almas gêmeas e constituíram suas famílias. Lindas famílias, extraordinárias… que começam a crescer, trazendo frutos e enorme alegrias a todos da nossa família. Uma benção maravilhosa destas borboletas minhas voantes! Só tenho a agradecer a Deus e a vida pelas bênçãos recebidas. Penso que diriam pra mim…

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Deixa-me voar!
Em mim,
já fui transformação…
Amores não
me prendem…
Sou asas.
Sou sonhos.
Sou borboleta!

Borboletas, são delicadeza…
Beleza…
Leveza…

Referências de transformação
Como uma aquarela…
Rosa, verde…amarela!
Sou vestida de sonhos…
Deixa-me voar!!
O meu néctar é o amor.
Ele eu preciso buscar.
Abra as portas
da minha prisão.

Que ganhando vida
Me tornaria ainda mais bela
Preciso de liberdade…
E deixa-me voar!
Voar… para me encontrar… By Dayse Sene e Tina Bau Couto

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Quero oferecer pra você meu filho, uma musica que eu adoro… espero que goste… I love you…:

… He told me, “Son sometimes it may seem dark, (Ele me disse: “Filho, às vezes, pode parecer escuro)
but the absence of the light is a necessary part (Mas a ausência de luz é uma parte necessária)
Just know, you’re never alone, you can always come back home”…. (Apenas saiba, você nunca está sozinho, você pode sempre voltar para casa”)
You can always come back… (Você pode sempre voltar…)… 

(ORIGINAL). Wherever you go, you can always come home”… De que onde quer que vá, você sempre poderá voltar para casa…

You can see that your home’s inside of you… (Você pode ver que o seu lar está dentro de você)…. Just know (Apenas tenha certeza)…. That wherever you go (De que onde quer que você vá)… No, you’re never alone (Não, você nunca está sozinho)… I will be at home… I love you.

Adoro também esta musica do Fabio Junior também. Sempre que ouço me emociono e  lembro dele… Pai. Escute ok
Te amo muito meu filho adorado! Você fez de mim uma pessoa melhor. Somos especiais juntos! Desejo-lhe toda a felicidade do mundo… que seus sonhos sejam realizados… és um grande homem, meu filho! Que Deus esteja sempre com você e sua família. Proteja-os sempre! Não existe nada melhor do que amor… filhos…. família. Cuide-se! Estou/ estarei sempre ao seu lado! Meu amor!!!!
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A MATURIDADE!

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“A maturidade nos faz perceber que não podemos mudar os fatos”…

Padre de Mello escreveu esta crônica, que eu gosto muito… Leia:

A maturidade faz parte de um processo. Em um processo não podemos queimar etapas. Ele é lento, chato e demorado. Uma criança passa por um momento de amadurecimento a partir do momento que começa a brincar. A maturidade acontece, quando tomamos posse do que nós somos, para aí então poder nos dividir com os outros. Isso faz parte do processo de maturidade.

Não nascemos amando, pelo contrário, queremos ter a posse dos outros. Essa é a forma de amar da criança, pois ela não consegue pensar de maneira diferente. Ela não consegue entender que o outro não é ela. Quantas pessoas já adultas pensam assim, trata-se da incapacidade de amar, falta de maturidade.

Na visa dele… Todos os encontros de Jesus levam a implantação do Reino de Deus. Mas só pode implantar esse reino quem é adulto, que já entende que só se começa a amar a partir do momento, que eu não quero mudar quem eu amo.

Geralmente quando tememos alguém ruim ao nosso lado, é porque nos reconhecemos naquela pessoa. Jesus não tinha o que temer porque era puramente bom, por isso contagiava os que estavam ao seu lado. Na maturidade de Jesus você encontra a capacidade imensa de amar o outro como ele é. Amar significa: amar o outro como ele é. Por isso quando falamos em amar os outros, podemos perceber o quanto deixamos de ser crianças. Devemos nos questionar a todo o momento quanto a nossa maturidade. A santidade começa na autenticidade.

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Por isso Jesus nos pede para ser como as crianças, que são verdadeiras e simples. É nisso que devemos manter da nossa infância e não a forma de possuir as coisas para si.

Você tem condições para perceber a sua maturidade. É só observar se você é obediente mesmo quando não há pessoas ao seu redor. Você não precisa que ninguém te observe, pois você já viu aquilo como um valor. Pessoas imaturas sofrem dobrado. Pessoas imaturas querem modificar os fatos, pessoas maduras deixam que os fatos os modifiquem. A maturidade nos faz perceber que não podemos mudar os fatos. Um imaturo ganha um limão e o chupa fazendo careta. O maduro faz uma limonada com o limão que ganhou. Muitas vezes os nossos relacionamentos de amizade são uns fracassos porque somos imaturos. Amigos não são o que imaginamos, mas o que eles são e com todos os defeitos.

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Amizade é processo de maturidade que nos leva ao verdadeiro encontro com as pessoas que estão ao nosso lado. Elas têm todos os defeitos, mas fazem parte da nossa vida e não a trocamos por nada deste mundo. Isso porque temos alma de cristão e aquele que tem alma de cristão não tem medo dos defeitos dos outros, porque sabe que aqueles defeitos não serão espelhos para nós, mas seremos um instrumento de Deus para ele superar esse defeito.Padre só pode ser padre a partir do momento que é apaixonado pelos calvários da humanidade. Se você não consegue lidar com os limites dos outros, é porque você não consegue lidar com os seus limites.

A rejeição é um processo de ver-se. Toda vez que eu quero buscar no outro o que me falta, eu o torno um objeto. Eu posso até admirar no outro o que eu não tenho em mim, mas eu não tenho o direito de fazer do outro uma representação daquilo que me falta. Isso não é amor, isso é coisa de criança. O anonimato é um perigo para nós. É sempre bom que estejamos com pessoas que saibam quem somos nós e que decisões nós tomamos na vida. É sempre bom estarmos em um lugar que nos proteja. Amar alguém é viver o exercício constante, de não querer fazer do outro o que a gente gostaria que ele fosse. A experiência de amar e ser amado é acima de tudo a experiência do respeito.

Como está a nossa capacidade de amar? Uma coisa é amar por necessidade e outra é amar por valor. Amar por necessidade é querer sempre que o outro seja o que você quer. Amar por valor é amar o outro como ele é, quando ele não tem mais nada a oferecer, quando ele é um inútil e por isso você o ama tanto. Na hora que forem embora as suas utilidade, você vai saber o quanto é amado. Tudo vai ser perdido, só espero que você não se perca. Enquanto você não se perder de si mesmo você será amado, pois o que você é significa muito mais do que você faz.O convite da vida cristã é esse: que você possa ser mais do que você faz! ”

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Crônica de  Padre Fábio de Melo. 

PAIS BONZINHOS, FILHOS FOLGADOS, ADULTOS RELAXADOS…

 

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Chegando o “Dia dos Pais”, queria colocar este texto de  Ana Maria Ribas Bernardelli , que expõe muito bem o papel de um  pai bonzinho. Como um alerta! Amor demais não basta! Tem que ter limites. Importante refletirmos sobre isso! Leia:

O que é mais importante para os pais: manter a casa em ordem, ou deixar os filhos à vontade, sem disciplina, e sem ordem? A resposta adequada seria: manter a casa em ordem, e esperar que os filhos fiquem à vontade  sob disciplina e  ordem. Basta que eles sejam educados para isso.

O que é mais importante para família: um marido satisfeito, feliz, relaxado, à custa de cuecas jogadas pelo banheiro, e toalhas molhadas sobre a cama, ou um parceiro ordeiro e colaborativo? A resposta adequada  seria: um marido feliz, satisfeito, ordeiro e colaborativo, que ajude a manter a casa longe do caos. E para esposa, o que seria?

A verdade é que há situações que não se excluem, pelo contrário, se complementam.

Esse é um tema nada excludente. Filhos, esposas e maridos  devem colaborar com a mínima ordem reinante sob pena de se tornarem abusivos fora do convívio familiar. Não há felicidade na desordem. Não pode haver tolerância com a desordem organizada sistematicamente como se a desordem fosse a ordem.

A criança que cresce sem envolvimento com a ordem, aprenderá a envolver-se com a desordem. O adulto que foi criança e não guardou o brinquedo que usou, terá grandes possibilidades de vir a ser  pouco colaborativo, daquele tipo que levanta da mesa na casa da tia sem retirar e lavar o seu prato, ou sem arrumar a sua cama.

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Não é de nenhum tratado filosófico que retirei essas conclusões; é da vida, da experiência, da análise prática.

Todas as crianças que são deixadas sem a disciplina da ordem criam uma desordem amplificada, depois de adultos. As casas que habitam são uma bagunça. As tarefas que deveriam ser resolvidas diariamente passam a ser desempenhadas em prazos dilatados por semanas, meses, e anos. A louça é lavada quando não há mais lugar sobre a pia e embaixo da pia. As roupas vão para a máquina, quando a última calcinha vai para o corpo. Tudo é abusivamente acumulado.

Não há regras que possam valer para quem foi criado sem regra alguma.

Há nos desordeiros domésticos uma forte tendência para  se tornarem acumuladores, aqueles indivíduos que guardam todo tipo de lixo fora e dentro deles. Começam por não catalogar objetos que, sem lugar definido, se misturam sob as mais diversas categorias. Livros no chão fazem companhia a chinelos jogados, documentos espalhados, travesseiros abandonados pelo caminho. As mais diversas coisas e coisinhas cujo destino é incerto, somam-se às coisas maiores que se acumulam na superfície.

A Teoria do Caos prevê a grosso modo que, se uma casa for deixada limpa, arejada, arrumada, com todos os objetos em seus devidos lugares, basta um tempo relativamente curto para que o abandono se encarregue de instalar o caos.

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O que quero dizer com isso? Quero dizer que todas as forças do Universo decaído trabalham a favor do caos. Não é preciso que eu e você façamos coisa alguma para que o caos se instale. Basta que não o façamos.

Dentro de pouco tempo, a poeira fina se depositará sobre a superfície em camadas sedimentadas, as aranhas farão suas teias, o mofo se expandirá sobre as áreas que guardam algum vestígio de umidade e tudo- absolutamente tudo- entrará em processo de desintegração e morte.

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A vida cobra a sua e a minha colaboração para que o universo se mantenha em cadência de ritmo, harmonia,  e perfeita intencionalidade da ordem.

Alguns pais parecem ignorar essa necessidade e não colocam os seus filhos na cadeia da ordem. Preferem que eles se juntem à cadeia da desordem. Alguns pais parecem ignorar essa necessidade e não colocam os seus filhos na cadeia da ordem. Preferem que eles se juntem à cadeia da desordem.

É a pior coisa que os pais podem fazer.

Pais muito “bonzinhos” se tornam incubadores de adultos porcalhões e relaxados. Pais muito “bonzinhos”, inconscientemente, esperam que seus filhos oss amem mais por isso, e, no devido tempo, cobrarão que esse “amor” lhes seja devolvido.

Pais “muito bonzinhos” são um dilema existencial  para carregar, mais tarde. Choramingam o tempo todo dizendo quão bons foram para os seus filhos, e exatamente por terem criado filhos irresponsáveis, bagunceiros e relaxados,  não receberão de volta nem o amor, e nem a ordem minimamente necessária, que a última etapa de vida pede, para que se morra em paz.

Dia desses, fui testemunha de um fato bastante humano e convincente: Diante do quarto do menino que apresentava um cenário bagunçado,  a mãe o mandou tomar banho, e enquanto ele tomava o banho, ela entrou no quarto e confiscou o Ipad.

Ao sair, o menino perguntou:

– Peguei. O Ipad só volta  quando o seu quarto estiver tão organizado como você o recebeu pela manhã.”

Assim aconteceu por dois dias. Não foi preciso mais do que dois dias para que o hábito se instalasse.

Haveria três caminhos: fazer tudo pelo filho; repetir todos os dias a mesma cantilena, elevando a voz;  exercer autoridade acompanhada do sequestro de um privilégio ao qual ele se acostumara: o uso do IPad.

Penso que ela fez uma ótima escolha.

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Então, é isso: pais eduquem os seus filhos para a manutenção da ordem. É um benefício que fará grande diferença na vida adulta e  é tão importante que até o ar, o céu, o sol, o mar, as árvores, as plantas, os rios, os peixes, os animais, os homens de boa vontade, a Terra, e o Universo agradecem.

Nota: Pais são aqueles que criam e podem ser mães, pais, avós ou qualquer outro responsável que esteja a frente da educação da criança.

Fonte: http://www.contioutra.com/mae-boazinha-filhos-folgados-adultos-relaxados/

GLORIA KALIL, DÁ A RECEITA PARA QUEM QUER… “SER CHIQUE – SEMPRE”!

“Para ser chique é preciso muito mais que um guarda-roupa ou closet recheado de grifes famosas e importadas. Muito mais que um belo carro Italiano”. Glória Kalil.

Sempre apreciei muito o que Glória Kalilautora do livro – Chic Profissional – fala não do que é chique na moda, mas do que torna uma pessoa chique, sempre. Não é a roupa nem os adereços, e sim o comportamento, diz ela. “Chique mesmo é parar na faixa e dar passagem ao pedestre e evitar se deixar levar pela mania nacional de jogar lixo na rua. Chique mesmo é dar bom dia ao porteiro do seu prédio e às pessoas que estão no elevador” – afirma ela, mostrando que seu conceito de “ser chique” está diretamente relacionado a “ser educado” e levar sempre os outros em consideração. Leia:

Nunca o termo “chique” foi tão usado para qualificar pessoas como nos dias de hoje.

A verdade é que ninguém é chique por decreto. E algumas boas coisas da vida, infelizmente, não estão à venda. Elegância é uma delas.

Assim, para ser chique é preciso muito mais que um guarda-roupa ou closet recheado de grifes famosas e importadas. Muito mais que um belo carro Italiano.

O que faz uma pessoa chique, não é o que essa pessoa tem, mas a forma como ela se comporta perante a vida.

Chique mesmo é quem fala baixo. Quem não procura chamar atenção com suas risadas muito altas, nem por seus imensos decotes e nem precisa contar vantagens, mesmo quando estas são verdadeiras.

Chique é atrair, mesmo sem querer, todos os olhares, porque se tem brilho próprio.

Chique mesmo é ser discreto, não fazer perguntas ou insinuações inoportunas, nem procurar saber o que não é da sua conta.

Chique mesmo é parar na faixa e dar passagem ao pedestre e evitar se deixar levar pela mania nacional de jogar lixo na rua.

Chique mesmo é dar bom dia ao porteiro do seu prédio e às pessoas que estão no elevador. É lembrar do aniversário dos amigos.

Chique mesmo é não se exceder jamais! Nem na bebida, nem na comida, nem na maneira de se vestir.

Chique mesmo é olhar nos olhos do seu interlocutor. É “desligar o radar” quando estiverem sentados à mesa do restaurante, e prestar verdadeira atenção a sua companhia.

Chique mesmo é honrar a sua palavra, ser grato a quem o ajuda, correto com quem você se relaciona e honesto nos seus negócios.

Chique mesmo é não fazer a menor questão de aparecer, ainda que você seja o homenageado da noite!

Mas para ser chique, chique mesmo, você tem, antes de tudo, de se lembrar sempre de o quão breve é a vida e de que, ao final e ao cabo, vamos todos retornar ao mesmo lugar, na mesma forma de energia.

Portanto, não gaste sua energia com o que não tem valor, não desperdice as pessoas interessantes com quem se encontrar e não aceite, em hipótese alguma, fazer qualquer coisa que não te faça bem.

Porque, no final das contas, chique mesmo é ser feliz.

É UMA QUESTÃO DE FÉ – FILME

“Não coloque limites em seus sonhos. Coloque fé.” Autor Desconhecido

Tenho uma coisa pra contar pra vocês… Adorei esse filme que vi a algum tempo atrás “É UMA QUESTÃO DE FÉ”. É ótimo… simplesmente – sensacional. Nos traz uma reflexão sobre a teoria dá evolução, caindo por terra muitas de nossas certezas e convicções quando não vemos nada evoluir… com o passar dos anos.

Veja um trecho do filme “E UMA QUESTÃO DE FÉ “-

https://www.youtube.com/watch?v=jUWwg5CWv5A

Ou se preferir veja o  Filme inteiro. Bom divertimento.

A fé de Rachel é abalada quando ela começa a ser influenciada pelo seu professor de biologia, que ensina a teoria da evolução. Agora o pai dela vai lutar por aquilo em que acredita. Atores Jordan Trovillion, Jay Pickett, Harry Anderson Diretor Rich Christiano

https://www.youtube.com/watch?v=1lNCv-ZgjmA&t=3s

Espero que gostem.

 

 

 

 

AVÓS QUE CUIDAM DOS NETOS VIVEM MAIS, DIZ ESTUDO.

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“Quanta sabedoria tem o olhar dos avós, quanta generosidade têm seus sorrisos, que aconchego têm seus abraços”. Raquel Piffer

Este estudo só vem confirmar o que eu acredito… ser avó é uma das melhores coisas da nossa vida… Ficar mais tempo com eles, pra ajudar os pais e termos mais contato com eles é uma benção. Com tudo combinado e emparelhado, vamos em frente… vivendo mais feliz.  Leiam:

Avós que cuidam dos netos vivem mais, diz estudo.

Em muitos casos essa não é a decisão mais fácil de se fazer, porque talvez os avós já estão em idade muito avançada ou simplesmente não gostam de cuidar de crianças. Mas, saiba que além de ser uma boa economia de dinheiro (sem gasto com babá), você está ajudando na saúde dos seus pais ou sogros.

Segundo um novo estudo publicado na “Evolution & Human Behavior”, avós que tomam conta dos netos vivem significativamente por mais tempo — o que faz total sentido, porque ter netos traz vários benefícios para a saúde.

Uma pesquisa publicada na revista científica Evolution and Human Behavior descobriu que avós e avôs que ajudam a cuidar dos netos vivem mais do que aqueles que não ajudam. Os pesquisadores observaram que os avós que ajudaram a cuidar dos netos ou outras crianças da família viveram cerca de sete anos a mais após o fim do estudo. Enquanto, os que não ajudaram viveram cerca de quatro anos a mais após o fim do estudo. Ou seja, os avós que ajudaram a cuidar de seus pequenos viveram cerca de três anos a mais do que aqueles que não contribuíram. Os autores do estudo acreditam que isto ocorre porque cuidar dos netos dá aos avós um senso de propósito e os ajuda a se manterem fisicamente e psicologicamente ativos.

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Como foi feito o estudo?

A pesquisa se baseou no Estudo de Envelhecimento de Berlim e analisou 20 anos de dados de 500 idosos com idade igual ou maior a 70 anos até 103 anos e durou entre 1990 e 2009.

Contudo, os autores do estudo alertam que é importante que os papais e mamães não se empolguem. “Ajudar os pais em um nível moderado tem um efeito positivo na saúde dos avós. Contudo, estudos anteriores mostraram que um envolvimento mais intenso dos avós nos cuidados com os netos pode causar estresse e ter um efeito negativo na saúde física e mental dos avós”, alerta Ralph Hertwig, autor do estudo e diretor do Center for Adaptive Rationality at the Max Planck Institute for Human Development. Então, nada de abusar da boa vontade dos avós.

Os avós que forneceram algum tipo de cuidado aos seus netos tinham uma taxa de risco 37% menor do que os seus colegas não cuidadores.

“Existe uma ligação entre tomar conta dos netos e redução de estresse, e nós conhecem o a relação entre estresse e alto risco de morte”, diz o Dr. Ronan Factora, médico geriatra de Cleveland.

“Se oferecer cuidado aos netos e outros em necessidade é um jeito de reduzir estresse, então essas atividades devem ser benéficas para avós que prestam cuidam de seus netos”, conclui.

Vale lembrar que não é tudo tão simples assim…

As pesquisas ainda estão evoluindo e precisamos destacar outros pontos que ainda não foram concluídos.

Por exemplo, os benefícios analisados foram além da relação familiar, ou seja, os idosos que cuidavam de crianças que não eram da sua família também apresentavam condições semelhantes.

Outro ponto importante é que o estudo não incluiu dados de avós que eram o primeiro responsável pelas crianças.

Fonte: https://awebic.com/humanidade/avos-vivem-mais/

A TERAPIA DO FODA-SE!

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Mais dia, menos dia, teremos que ser aquela pessoa que diz basta ou adeus e que briga com quem ultrapassou os limites do bom senso… Fazer-se respeitada, surtar!!! Isso á libertará e garantirá a sobrevivência e ser mais feliz.

Minha irmã caçula, esta tentando me ensinar… rsrsrs. Esta diferença (13 anos) entre nossas de gerações trazem grandes luzes em minha vida. Uma das coisas que caminho ainda é que teremos que deixar bem claros os limites até os quais o outro poderão avançar sem nos sentir incomodados ou invadidos. Temos que dar os limites, os nossos limites! Minha aversão a brigas e ter dificuldade em dizer não são meus maiores desafios. Um caminho longo que percorro dia a dia, me esforçando pra conquistar… aprendendo com minha irmã. 
Marcel Camargo descreve muito bem este momento libertador em sua crônica… Foda-se! Simples assim… E é exatamente assim, sem tirar nem por! Dar um basta, já… é preciso… e neste momento, muitas vezes necessários em nossa vida, fará toda a diferença. Leia:

Viver em sociedade requer um exercício contínuo de tolerância, caso não queiramos nos desgastar inutilmente. Estamos cercados de pessoas que pensam diferente de nós, que agem de maneira inapropriada, que falam sem pensar e que não medem esforços para ofender gratuitamente quem estiver no caminho. Tentar manter a calma e ser gentil será o maior bem que faremos a nós mesmos, porém, em certos momentos, teremos que nos impor às custas da contrariedade alheia.

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Não nos faz bem machucar as pessoas, ainda mais quando explodimos exclusivamente por conta de problemas nossos e não pela situação em si. É preciso saber separar o que é nosso sozinho do que é nosso junto com alguém, ou estaremos fadados a descontar nossas agruras em quem não tem nada a ver com o que se passa dentro de nós. Estender nossas misérias emocionais a quem está ao nosso lado e não merece nossas indelicadezas é uma atitude covarde e que denota tão somente imaturidade e desequilíbrio.

No entanto, muito do que nos fere e nos desestabiliza emocionalmente é consequência da forma como o outro vem lidando conosco, uma vez que existem pessoas que contribuem deveras às escuridões em que mergulhamos vez ou outra. No entanto, como se diz, as pessoas agem conosco da maneira que nós mesmos permitimos, ou seja, muito do que o outro provoca de negativo em nossas vidas tem a nossa anuência, mesmo que não declarada.

Por essa razão, teremos que deixar bem claros os limites até os quais o outro poderá avançar, para que não sejamos atropelados pela tirania, pela maldade e pelas más intenções alheias. Da mesma forma que teremos encontros mágicos e especiais, sempre encontraremos quem nos tentará diminuir, quem desejará se aproveitar de nós, quem necessitará encostar as próprias fraquezas em nossa jornada. Caso não consigamos nos impor como pessoa, caso não nos fortaleçamos com a firmeza de nossas convicções e de nossa dignidade, acabaremos nos perdendo de nós mesmos.

Portanto, em determinados momentos de nossas vidas, teremos que ser aquela pessoa que diz adeus e que briga com quem ultrapassou os limites do bom senso; teremos que nos negar a fazer um favor e que alertar para o ridículo de atitudes alheias; seremos quem não se compadece com as lágrimas do amigo, bem como quem cobra do parceiro tudo o que ele deixou de fazer.  Porque ser maldoso o tempo todo é imperdoável, mas optar por ser antipático na hora certa é libertador e nos garantirá sobreviver e seguir em paz.

 

E aí… Gostaram?