DEPOIS DOS 60 ANOS, NÃO SE FAZ SEXO PELO PRAZER DO MOMENTO… É MUITO MAIS!

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“Envelhecer é estar mais perto do sagrado, das coisas que realmente importam.” Déa Januzzi

Adoro as crônicas de Déa Januzzi… traz leveza á minha alma! E vocês gostam? Leiam:

Por um momento nossos olhos se cruzaram. Um único instante, depois de tantos anos de acusações, de farpas, de culpas engasgadas na garganta. Por um momento nossos olhos se cruzaram sem a presença de outras pessoas para vigiar, disciplinar, julgar. Nossos olhos se cruzaram por um rápido instante e quase se engoliram. Nossos olhos fizeram sexo como se ainda fôssemos jovens. Mas se desviaram a tempo, porque não há mais chance para os olhos do passado.

Depois dos 60 anos, não se faz sexo pelo prazer do momento nem pelo tesão descontrolado dos hormônios, porque há muito eles se foram. Depois dos 60, o sexo vira amor e os olhos querem mais do que fúria. Querem calmaria. Depois dos 60, os olhos querem delicadeza, ternura, compartilhamento. Os olhos não se enganam mais, sabem vasculhar a alma, enxergam os erros, veem as consequências dos atos tresloucados do sexo sem cumplicidade.

Depois dos 60 anos, os olhos querem, trocam, mas já compreendem que a sedução é mais do que o ato em si. Os olhos querem ser abraçados, tocados, compreendidos em sua vastidão, em toda a sua profundeza. Não há mais tempo do sexo fugaz que pode pesar a vida da mulher. Depois de tudo, ela vai carregar um filho no ventre e nas costas por toda uma vida. O filho é a parte saudável e não pesa tanto quanto o momento de prazer sem compromisso. Afinal, o filho é a prova de que por um instante os pais se amaram. Ou fizeram sexo com paixão.

Mas depois dos 60 anos, os olhos não se enganam mais, estão acostumados com a falta de compromisso e de compaixão do outro, com o amanhã da solidão, com o anteontem das separações, brigas e falta de amadurecimento para ser pai e mãe de verdade.

Tenho amigas que descobriram o beijo na boca depois dos 60 – e chegaram às nuvens. Nesta nova fase da vida, sexo tem que fazer cafuné na alma. E sabem onde fica o Ponto G dessas mulheres? Fica no coração, que tem de ser tocado com maestria, talento e competência, como se fosse uma música de Vivaldi, de preferência uma das Quatro Estações. As preliminares depois dos 60 podem durar a noite inteira, até acordar em gozo, gemendo de amor.

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Por um momento nossos olhos se cruzaram e se reconheceram. Os olhos se lembraram das tentativas, do projeto de formar uma família, de viver junto, de construir uma vida em comum. Por um momento, os olhos se lembraram da primeira vez, da emoção de ter um corpo dentro do outro. Das lágrimas derramadas pela primeira e ardente vez. Da paixão que fulminou a razão.

Mas os olhos não mentem e se desviam rapidamente, sem outra chance. Os olhos se lembram de que foram aqueles mesmos olhares que seduziram uma mulher de 20 anos, que foi abandonada, sem gentileza, sem escrúpulo, sem resposta para toda a vida. Que foi degredada e teve que aprender sozinha a criar filho, mas com o apoio de outras mães sozinhas, de uma rede de solidariedade feminina.

Depois dos 60 anos, os olhos compreendem que é melhor não cair em tentação. E que é hora do adeus. Os olhos se cruzaram, se desviaram e se despediram.

PARA QUE A EXISTÊNCIA VALHA A PENA!

Lya luft

“… acho que a vida é um processo… É como subir uma montanha. Mesmo que no fim não se esteja tão forte fisicamente, a paisagem visualizada é melhor.” Lya Luft

Lindo esta crônica de Lya Luft, me faz refletir realmente sobre o significado de nossa existência. Reinventar-se… se não caímos na mediocridade, na mesmice, na chatice. E convenhamos, não estudamos, trabalhamos, investimos em nosso conhecimento e autoconhecimento para, no final, não sermos respeitados nem pelo nossos pares e por nós mesmos. Espero que gostem. Leiam:

Não lembro em que momento percebi que viver deveria ser uma permanente reinvenção de nós mesmos — para não morrermos soterrados na poeira da banalidade, embora pareça que ainda estamos vivos.

Mas compreendi, num lampejo: então é isso, então é assim. Apesar dos medos, convém não ser demais fútil nem demais acomodada. Algumas vezes é preciso pegar o touro pelos chifres, mergulhar para depois ver o que acontece: porque a vida não tem de ser sorvida como uma taça que se esvazia, mas como o jarro que se renova a cada gole bebido.

Para reinventar-se é preciso pensar: isso aprendi muito cedo.

Apalpar, no nevoeiro de quem somos, algo que pareça uma essência: isso, mais ou menos, sou eu. Isso é o que eu queria ser, acredito ser, quero me tornar ou já fui. Muita inquietação por baixo das águas do cotidiano. Mais cômodo seria ficar com o travesseiro sobre a cabeça e adotar o lema reconfortante: “Parar pra pensar, nem pensar!”

O problema é que quando menos se espera ele chega, o sorrateiro pensamento que nos faz parar. Pode ser no meio do shopping, no trânsito, na frente da tevê ou do computador. Simplesmente escovando os dentes. Ou na hora da droga, do sexo sem afeto, do desafeto, do rancor, da lamúria, da hesitação e da resignação.

Sem ter programado, a gente pára pra pensar.

Pode ser um susto: como espiar de um berçário confortável para um corredor com mil possibilidades. Cada porta, uma escolha. Muitas vão se abrir para um nada ou para algum absurdo. Outras, para um jardim de promessas. Alguma, para a noite além da cerca. Hora de tirar os disfarces, aposentar as máscaras e reavaliar: reavaliar-se.

Pensar pede audácia, pois refletir é transgredir a ordem do superficial que nos pressiona tanto.

Somos demasiado frívolos: buscamos o atordoamento das mil distrações, corremos de um lado a outro achando que somos grandes cumpridores de tarefas. Quando o primeiro dever seria de vez em quando parar e analisar: quem a gente é, o que fazemos com a nossa vida, o tempo, os amores. E com as obrigações também, é claro, pois não temos sempre cinco anos de idade, quando a prioridade absoluta é dormir abraçado no urso de pelúcia e prosseguir, no sono, o sonho que afinal nessa idade ainda é a vida.

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Mas pensar não é apenas a ameaça de enfrentar a alma no espelho: é sair para as varandas de si mesmo e olhar em torno, e quem sabe finalmente respirar.

Compreender: somos inquilinos de algo bem maior do que o nosso pequeno segredo individual. É o poderoso ciclo da existência. Nele todos os desastres e toda a beleza têm significado como fases de um processo.

Se nos escondermos num canto escuro abafando nossos questionamentos, não escutaremos o rumor do vento nas árvores do mundo. Nem compreenderemos que o prato das inevitáveis perdas pode pesar menos do que o dos possíveis ganhos. Os ganhos ou os danos dependem da perspectiva e possibilidades de quem vai tecendo a sua história. O mundo em si não tem sentido sem o nosso olhar que lhe atribui identidade, sem o nosso pensamento que lhe confere alguma ordem.

Viver, como talvez morrer, é recriar-se: a vida não está aí apenas para ser suportada nem vivida, mas “elaborada”. Eventualmente reprogramada. Conscientemente executada. Muitas vezes, ousada.

Parece fácil: “escrever a respeito das coisas é fácil”, já me disseram. Eu sei. Mas não é preciso realizar nada de espetacular, nem desejar nada excepcional. Não é preciso nem mesmo ser brilhante, importante, admirado.

Para viver de verdade, pensando e repensando a existência, para que ela valha a pena, é preciso ser amado; e amar; e amar-se. Ter esperança; qualquer esperança.

Questionar o que nos é imposto, sem rebeldias insensatas mas sem demasiada sensatez. Saborear o bom, mas aqui e ali enfrentar o ruim. Suportar sem se submeter, aceitar sem se humilhar, entregar-se sem renunciar a si mesmo e à possível dignidade. Sonhar, porque se desistimos disso apaga-se a última claridade e nada mais valerá a pena. Escapar, na liberdade do pensamento, desse espírito de manada que trabalha obstinadamente para nos enquadrar, seja lá no que for.

E que o mínimo que a gente faça seja, a cada momento, o melhor que afinal se conseguiu fazer. By Lya Luft

OCTOGENÁRIOS IMITAM CANTORA TAYLOR SWIFT EM VÍDEO IMPERDÍVEL.

“Pois viver deveria ser – até o último pensamento e derradeiro olhar – transformar-se.” Lya Luft

Este é um vídeo que tem tudo pra você gostar de ver. É uma mostra que, como dizia Fernando Pessoa, “tudo vale a pena, quando a alma não é pequena.” Um total de 50 pessoas, entre moradores, funcionários e netos deles do asilo Julia Wallace Retirement Village, na Austrália, levaram uma semana para produzir esse vídeo pra lá de engraçado, apresentando uma “versão terceira idade” da música Shake It Off, da cantora americana Taylor Swift. A média de idade dos velhos que participaram é de 82 anos. Somando a idade de todos que tomaram parte na brincadeira chega a quatro mil anos. Deu vontade de sair dançando… Como diz a apresentação do vídeo, nunca é tarde demais para dar a volta por cima e se divertir muito:

Este é o vídeo original de Taylo Swift que serviu de inspiração para a nova versão:

 

ENVELHECER É UM PRIVILÉGIO!

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“Quem eu quero ser quando envelhecer?”… Perguntou Maria Tereza Maldonato… 

Assim como eu muito devem estar pensando sobre isso… Eu quero continuar sendo feliz… em todo  o meu caminhar…  Leia:

“Envelhecer é um horror!” é um comentário que ouço não só de pessoas com problemas de saúde, mas também de idosas que estão muito bem, mas não gostam de olhar no espelho o rosto enrugado ou o corpo que não se enquadra nos padrões estéticos convencionais, reflexo de uma sociedade que enaltece o corpo e o estilo de vida dos jovens e considera os idosos como feios e descartáveis.

A população de idosos está em crescimento acelerado. E, com os cuidados apropriados, um número crescente de pessoas está envelhecendo com saúde, disposição e desejo de produtividade. É o momento de superar preconceitos sociais e mudar o olhar coletivo sobre os idosos. Em vez de considerá-los como um fardo pesado, passar a vê-los como pessoas que acumularam experiências que podem ser muitos úteis para a troca de conhecimentos entre as gerações, abrindo novas frentes no mercado de trabalho e de empreendedorismo para os que querem se reinventar após a aposentadoria.

Descobertas recentes da neurociência mostram que envelhecer nem sempre é sinônimo de deterioração, como, infelizmente, acontece em quadros de demência e outras patologias cerebrais. Na etapa do envelhecimento, o cérebro mantém um certo grau de plasticidade para se organizar e mudar, não necessariamente para pior.

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Exercícios físicos regulares, alimentação adequada, interesse em aprender coisas novas e o cuidado de manter relacionamentos afetivos de boa qualidade revitalizam os circuitos neurais em nosso cérebro e permitem que a “segunda idade adulta” (a vida depois dos 50 anos) seja muito bem aproveitada. Nesse sentido, envelhecer é um privilégio, que abre novos caminhos de vida.

Bem antes de chegar aos 50, é bom começar a se perguntar: “Quem eu quero ser quando envelhecer?”  Quando tratamos de buscar o melhor em nós mesmos, encontramos boas oportunidades em cada etapa da vida!

O QUE É O PB4 ?

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” Uma mudança sempre deixa o caminho aberto para outras.” Maquiavel

Em minhas pesquisas recentes tive o prazer de conhecer Luiz do Canal Aposentado Aventureiro que se encontra atualmente em Coimbra. Seus vídeos são bem atuais, trazendo a realidade de um aposentado que já esta em Portugal com alguns esclarecimentos muito importantes para nós.

O PB4 é um seguro de saúde gratuito do governo brasileiro firmado com os seguintes países: Cabo Verde, Itália e Portugal. O seguro é válido para atendimento em hospitais públicos, onde o cidadão estrangeiro paga o mesmo valor que um cidadão nativo daquele país. Para utilizar os serviços médicos basta apresentar o documento nas urgências dos hospitais.

Neste vídeo, Luiz esclarece muito bem o que é o Certificado de Direito a Assistência a Médica (CDAM)/PB4, bem como explica como e onde solicitar.  É uma das coisas que temos que fazer ainda no Brasil… quando pensamos em ir morar em Portugal. Assistam:

Também tem muita informação interessante sobre este assunto no blog da Eurodicas veja https://www.eurodicas.com.br/pb4-como-funciona-e-como-solicitar/ que o Erick coloca que vale a pena ver.

Espero que gostem!

SEXO DEPOIS DOS 50 ANOS: PROBLEMAS QUE ELES E ELAS ENFRENTAM…

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“No homem, o desejo gera o amor. Na mulher, o amor gera o desejo.” Jonathan Swift

Sexo na “melhor idade” é um assunto de grande interesse, não é? Assunto cheio de tabus e preconceitos, mas que atualmente tem mudado muito. Afinal somos da geração Baby Boom (da Explosão de Bebês) e a Geração X (ou “baby bust“) lembra? Revolucionários? Acompanhamos de perto muitas mudanças culturais e sociais das décadas de 60 e 70. Mais do que uma explosão demográfica (Baby Boom), essas foram as gerações (e X) de grandes transformações culturais e sociais . Mudanças transformadoras eu diria, para um novo mundo que viria á frente. Dessas gerações surgiram os ideais de liberdade, o feminismo e os movimentos civis a favor dos negros e homossexuais. Gosto muito do que Maya Santana (do 50e mais) comenta sobre o sexo na terceira idade. Leiam.
Sexo depois dos 50 anos é um assunto cada dia mais atual, já que a população está envelhecendo rapidamente. E, a partir dessa idade, é natural que comecem aparecer os problemas: para as mulheres, um dos principais é a perda da libido e o consequente desinteresse por sexo; para eles, a questão mais aguda é a qualidade da ereção, que começa a declinar a partir dos 45 anos.

Que tal ler aqui trechos da entrevista de Mariza Tavares, de O Globo, com Carmita Abdo, uma das maiores autoridades do Brasil em questões sexuais, autora de oito livros, Doutora e livre-docente pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, fundou e coordena o Programa de Estudos em Sexualidade (ProSex) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP.

PERDA DA LIBIDO:
“A menopausa exerce um impacto muito grande sobre a mulher. Não fomos feitas para viver sem hormônios. Na ausência do estrógeno, a lubrificação da vagina fica prejudicada e a mulher pode, consequentemente, sentir dor na relação sexual. Há outros prejuízos: para os ossos, os músculos, a cognição. A reposição hormonal é medida de saúde precedida de orientação médica, mas não pode ser descartada. Também é preciso estar atenta à depressão, que aumenta sua incidência depois da menopausa. Neste caso, a mulher não se interessa por sexo, como também não quer se cuidar e se isola. Na verdade, é uma falta de interesse geral pela vida! No consultório, é frequente atender pacientes que não querem tomar antidepressivos, alegando que o remédio vai interferir negativamente na libido. Isso realmente pode acontecer, mas apenas durante o tratamento, enquanto que, se a depressão não for tratada, a falta de desejo sexual será mantida como consequência da depressão.”

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Depois dos 50, o maior problema para ela é a perda da libido; para ele, falhas na ereção.

POR QUE A MULHER PARECE SE INTERESSAR MENOS POR SEXO:
“A maioria das mulheres se empenha mais durante a sedução, no desafio da conquista. Algumas ficam, então, satisfeitas e abrem mão do prazer do ato sexual. Talvez por dificuldades pessoais, talvez devido a parceiros apressados ou inábeis. Ou até por desconhecimento delas, ou seja, porque não sabem como fazer o próprio corpo reagir ou não conseguem relaxar. Na atualidade, vivemos relações-relâmpago, com ainda menos chance de a mulher ter seu corpo pronto para a penetração, pois as preliminares nem sempre são suficientes ou satisfatórias. O sexo contextualiza a sociedade contemporânea, onde tudo acontece de forma rápida e descompromissada. Por outro lado, os homens adorariam ser informados sobre o que agrada às mulheres na cama. É o que ouço deles o tempo todo. No entanto, ainda parece estranho ou desconfortável para as mulheres falarem sobre o seu prazer sexual ou guiarem seus parceiros para o que dá prazer a elas. Algumas se referem a ser constrangedor falar, porque pode parecer que o parceiro não é eficiente e não ‘se garante’, a menos que seja conduzido. Puro machismo feminino. Ela prefere realizar um ato sem qualquer ganho pessoal, a correr o risco de ele se sentir pouco habilidoso. Vale a pena falar e dar a ele a oportunidade de fazer melhor.”

NOS HOMENS, PROBLEMAS DE EREÇÃO:
“Apesar do tamanho do pênis ser um grande fantasma na vida sexual dos homens, a qualidade da ereção (a qual começa a entrar em declínio a partir dos 45 anos) é ainda maior. Os medicamentos que promovem a ereção são eficazes, mas se o homem viveu boa parte de sua vida com o problema, certamente complicou o quadro com o prejuízo de sua autoestima. Nesse caso, a eficácia da medicação poderá estar comprometida e ele necessitará também de uma terapia sexual. O medicamento age na fase de excitação, o que significa que o desejo deve estar preservado para o efeito ocorrer. De modo geral, os homens não fazem prevenção e encaram o agendamento de uma consulta médica como sinal de fragilidade. No entanto, as doenças, quando prevenidas, ajudam a preservar a ereção na idade avançada. Se, por exemplo, todos os homens fizessem exame da próstata a partir dos 40 anos, teríamos uma diminuição drástica dos índices de câncer avançado e de cirurgias radicais, uma das causas de perda da ereção.”

Fonte:http://www.50emais.com.br/44968-2/

 

 

NINGUÉM QUER MORRER… XÔ FEBRE AMARELA!

“O primeiro dos bens, depois da saúde, é a paz interior”. François Lá Rochefoucauld

Se for pra escolher ninguém quer morrer. Isso é fato! Com a situação em São Paulo se agravando dia a dia e com o número de mortes de infectados pela febre amarela só aumentando… todos estão querendo se proteger. E a vacinação é nossa única proteção mais segura contra esta doença que pode ser mortal. Mesmo com as autoridades orientando que não precisamos correr pros postos (como se o povo confiasse nesta informação) vejo que quase ninguém ouve… pelo tamanho das filas que crescem todos os dias em todas as regiões o povo só está querendo proteção. Entendo que o descaso das políticas públicas com a população, onde deveriam ter começado uma campanha de vacinação contra a febre amarela pra toda a população desde o início de 2017… muito antes de chegar como está hoje… (só agravou tudo) com certeza não estaríamos nesta situação agora. Preocupa muito que as vacinas estão acabando antes do final do dia em muitos lugares. São enviadas diariamente doses grandes aos postos de saúde, mas não são suficientes pelo que percebo. Ninguém da fila tem garantia de que será vacinado, isso causa stress e alarde maior ao povo. Hoje vemos com tristeza o desespero de muitos da população pra serem vacinadas (só querem se proteger e não querem correr risco desnecessário). As filas são cada vez maiores e com o tempo longo de espera, onde tem gente que chega a dormir na fila muitas vezes… o nervoso se sobressai e muitos estão agredindo aos funcionários e as próprias pessoas da fila… surge um desespero total. Tem ocorrido até invasões aos postos. Além disso estas pessoas também estão se expondo ao contato com o mosquito. Os postos estão se organizando e trabalhando muito, numa ação conjunta e se esforçando para atender o máximo de pessoas possíveis. Mas necessita ainda de informações melhores, mais precisas e confiáveis pra quem esta na fila, isto com certeza aliviaria este stress. A proteção policial está acontecendo e “todos” têm que ter muita habilidade e paciência pra lidar com esta questão. Pois ninguém quer morrer. A campanha com doses fracionadas começam a ser distribuídas e aplicadas a partir de 24/1 em São Paulo. Terá validade de 8 anos conforme informações da imprensa. Enquanto isso estaremos nesta agonia.

Erro
Este vídeo não existe
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Eu fiquei nesta quarta feira (17/1) na UBS Jardim Edith por 6 horas (cheguei 6:30 sai as 12:30h) pra tomar a vacina, isto porque eu tinha prioridade e estava com meu cartão do SUS. O atendimento depois de recebida a senha dos prioritários foi rápido e eficiente. Percebi que tinha muita gente trabalhando no posto e ajudando a organizar tudo lá dentro. O jeito é ter muita paciência mesmo. Quem não tinha prioridade ia levar mais 3 horas depois disso pra receber a senha e pra ser vacinado. Ainda tenho o sonho e a esperança de que um dia a Saúde e Educação sejam prioridade no Brasil. E você já tomou a vacina?

COMO VALIDAR O SEU DIPLOMA EM PORTUGAL: UM GUIA COMPLETO!

Faculdade Porto

“Para realizar grandes conquistas, devemos não apenas agir, mas também sonhar; não apenas planejar, mas também acreditar.” Anatole France.

Uma dúvida muito comum quando se quer estudar ou trabalhar em Portugal é se há a necessidade de validar diploma em Portugal. Primeiro, é interessante saber que esse procedimento pode ser mais conhecido no país pelos termos Reconhecimento, Equivalência ou Registo, tendo cada um deles uma finalidade diferente. Presta atenção nas dicas que a Cibele Dias nos dá sobre como revalidar seu diploma em Portugal.

Estudar fora do Brasil parece ser meio complicado quando não sabemos muitas informações. Quando vamos estudar fora do país, precisamos ter em dia nossos documentos escolares. Desde autenticações e apostilamentos até a tão famosa Equivalência/Reconhecimento de diploma. Fizemos um guia completo para te ajudar nesse processo.

O que é o Reconhecimento/Equivalência de diploma e existe diferença entre eles?

É o processo de reconhecimento de graus estrangeiros de nível superior que faz uma análise curricular para atribuição do grau desejado. Este processo foi instituído pelo Decreto-Lei n.º 283/83, de 21 de Junho.

A equivalência é um processo através do qual a qualificação acadêmica estrangeira é comparada a uma qualificação portuguesa, relativamente ao nível (Licenciado, Mestre ou Doutor), à duração e ao conteúdo programático, sendo também fixada a área científica da equivalência concedida, ou seja, é preciso avaliar o seu diploma, histórico escolar e ementa de cada disciplina cursada.

No caso do reconhecimento, a qualificação acadêmica estrangeira é comparada a uma qualificação portuguesa apenas ao nível.

Como faço o processo de Reconhecimento/Equivalência?

Para fazer o Reconhecimento/Equivalência você precisa entrar em contato com qualquer instituição de ensino superior e buscar informações sobre procedimentos, valores e outros. Dá uma olhada no post  conhecendo as universidades públicas portuguesas, nele você encontra algumas instituições que podem fazer este processo. É preciso encontrar um curso que tenha sua ementa o mais próximo possível da sua formação no Brasil. Vale lembrar que, aqui em Portugal, não existe a diferença entre Licenciatura e Bacharelado. Todos os cursos são Licenciaturas – e nem por isso te habilitam à sala de aula. Aqui no site do DGES você encontra as informações complementares para seguir o processo. Este processo também é o que deve ser feito caso você queira exercer sua profissão neste país.

Quanto custa e quanto tempo demora?

Como quem faz este processo são as universidades públicas, cada universidade atribui um custo e o tempo. Se tiver alguma dúvida sobre quais universidades são públicas, basta clicar aqui e pesquisar pela universidade. Não podemos definir um valor específico, pois ele varia de instituição para instituição. O que podemos dizer é que a média fica entre os 450€ e o tempo é de 4 a 5 meses de avaliação do processo. Podendo ou não ser aprovado. Na maioria das instituições, é cobrado 30% do valor na solicitação do processo e os outros 70% na retirada do documento.

Para nós, brasileiros o processo de Reconhecimento/Equivalência, só é permitido para os diplomas de graduação. No caso de necessidade de registro oficial em Portugal do diploma de mestrado ou doutorado, o processo que deve ser feito é o processo de Registro.

O que é o Registro de diploma?

Também é uma modalidade de reconhecimento de graus estrangeiros, porém como se trata de diplomas de especializações o processo é diferente e leva menos tempo que o processo de Reconhecimento/Equivalência. Nem todos os países podem fazer o registro em Portugal. O processo de registro esta instituído pelo Decreto-Lei n.º 341/2007, de 12 de Outubro e a lista de graus acadêmicos que podem passar pelo processo e seus respectivos países, está disponível aqui.

 Como faço o processo de Registro?

Para doutorado a solicitação deverá ser feita em uma universidade pública portuguesa ou na Direção-Geral do Ensino Superior (DGES). Para as licenciaturas e mestrados pode-se solicitar em universidades públicas portuguesas, no Instituto Politécnico público português e na Direção-Geral do Ensino Superior (DGES). Aqui no site do DGES você encontra os documentos necessários para realizar o pedido de registro.

Quanto custa e quanto tempo demora?

O valor para o registro fica entre 26€ e 28€ e o prazo é de no máximo 3 meses.

Ok, já sei como fazer o processo de Reconhecimento/Equivalência e o processo de registro.

Mas e a tal conversão de classificação de notas, o que é isso? Eu preciso fazer?

Passa por esta etapa quem fez o processo de Registro de diplomas ou Reconhecimento profissional. Essa conversão atribuirá o seu histórico a classificação portuguesa de notas que é de 0 a 20.

A atual legislação obriga a passar por este processo de conversão os diplomas que tem origem dos EUA, Espanha, Itália, Malta, Reino Unido, Países que tem uma classificação em uma escala de 0 a 10 e países que tem uma escala de 0 a 6. No Brasil, alguns programas atribuem a escala da A a F e nesses casos, cada programa define quais valores estão atribuídos a cada letra. Por exemplo, A pode ser de 10 a 9, neste caso você também precisa passar por este processo.

O site do DGES te indica qual o procedimento deve ser feito para a solicitação desta conversão para a escala portuguesa de valores.

Então, se você tem interesse em validar o seu diploma em Portugal porque precisa trabalhar, sua instituição de ensino solicitou ou mesmo precisa concorrer a uma bolsa de estudos portuguesa, este é o processo que deverá ser feito.

Se você ainda tem alguma dúvida ou quer buscar mais informações, entre em contato diretamente com o DGES (atendimento telefônico para a área de registros/reconhecimento somente às 2ª, 4ª e 6ª feiras das 9h30 – 12h30 no telefone +351 213 126 000).

Fonte: http://maracujaroxo.com/2017/01/29/como-reconhecer-o-seu-diploma-em-portugal-um-guia-completo/

 

VALIDAR DIPLOMA EM PORTUGAL: VEJA QUANDO É NECESSÁRIO.

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“As maiores conquistas são alcançadas com os maiores esforços.” Monique Frebell

Gostei muito das dicas que Nataly Lima do blog já fez as malas nos dá. Leia:

Uma dúvida muito comum quando se quer estudar ou trabalhar em Portugal é se há a necessidade de validar diploma em Portugal. Primeiro, é interessante saber que esse procedimento pode ser mais conhecido no país pelos termos Reconhecimento, Equivalência ou Registo, tendo cada um deles uma finalidade diferente (saiba mais sobre cada uma delas aqui e aqui).

A equivalência, reconhecimento ou registro de diplomas brasileiros em Portugal são viabilizados pelo Tratado de Amizade, essencialmente no artigo 39º. Seja qual for o procedimento escolhido, o brasileiro interessado em validar diploma em Portugal deverá entrar em contato com uma Universidade Portuguesa que possua um curso semelhante ao frequentado no Brasil para dar entrada no processo.

Quando é preciso validar diploma em Portugal?

Se você é formado em comunicação, letras, administração e qualquer outra ocupação que não varie muito de país para país, não será preciso validar seu diploma brasileiro em Portugal, nem para estudar, nem para trabalhar, a menos que seja da área de direito ou medicina (veja mais detalhes abaixo).

Já o profissional brasileiro que desejar realizar um estágio profissional em Portugal, o procedimento será necessário para qualquer área de formação. O estágio profissional é remunerado, com duração de 6 meses a um ano, e é promovido pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional, o IEFP.

Leia mais sobre o estágio realizado por meio do IEFP aqui.

No caso de quem vai a Portugal para fazer uma pós-graduação ou mestrado sem validar o diploma brasileiro, o que acontece é que a Comissão Científica do curso decide se o candidato reúne condições científicas para fazer o curso ou não. Mesmo que a resposta seja positiva, isso não significa que seu diploma de licenciado tenha a mesma validade que um diploma de uma Instituição Portuguesa, mas sim que você possui os requisitos exigidos para frequentar o curso a qual está se candidatando.  E isto basta, não havendo necessidade de validar diploma algum.

Como validar diploma em Portugal, quanto custa e quanto tempo demora?

Isso pode variar, mas pode-se tomar como exemplo o processo de validação na Universidade do Porto, no curso de Ciências da Comunicação. Lá o valor cobrado para validar um diploma de licenciatura era de 430€, em maio de 2014, sendo que 80% desse valor deveria ser pago no ato da entrega da documentação e os outros 20% caso a validação fosse aprovada, para retirada do certificado.

Já quanto ao tempo, o processo costuma demorar entre 1 e 2 meses até ser concluído.

O que preciso para validar um diploma brasileiro em Portugal?

Pode ser que o procedimento para validar diploma em Portugal varie de universidade para universidade e de acordo com o curso, mas em geral, é necessário entregar documentos como estes abaixo, que foram informados pela Universidade do Porto (no caso do curso de Comunicação):

  • Diploma
  • Certificado de notas
  • Programas e Cargas Horárias
  • Modelo 527, no caso do “Reconhecimento de Habilitações/526 no caso da Equivalência” – a adquirir na Imprensa Casa da Moeda

Toda a documentação deve estar autenticada com o selo de Haia, também conhecido como apostila.

 Validar diploma de Medicina em Portugal

Segundo a Ordem dos Médicos de Portugal, quem pretende exercer a profissão no país deverá se inscrever na Ordem, mas antes é preciso ter seus títulos reconhecidos em Portugal ou ter obtido equivalência oficial de curso reconhecido pela Ordem dos Médicos do país.

Os documentos deverão ser legalizados, com o reconhecimento de assinaturas efetuado por entidade consular ou diplomática portuguesa competente no Brasil ou por colocação de apostila, nos termos definidos na Convenção de Haia, de 5 de Outubro de 1961, salvo se existir norma que dispense a legalização.

Veja o regulamento completo aqui.

Validar diploma na área da saúde (enfermeiro, dentista, veterinário, etc).

Em Portugal, o reconhecimento de títulos para o exercício de profissões da área de saúde, para além do médico – como dentista, enfermeiro, farmacêutico e veterinário – está regulado pela Diretiva 2005/35/CE da União Europeia. Conforme os Artigos 46 e 47 do Tratado de Amizade, Cooperação e Consulta, as condições aplicadas aos cidadãos da União Europeia em relação ao reconhecimento de qualificações profissionais nas áreas mencionadas são extensíveis aos cidadãos brasileiros.

Veja nos links mais sobre a área de Enfermaria e Educação Física- Desporto (no caso de quem quiser atuar como treinador).

Como validar o diploma de Direito em Portugal

Muitas pessoas têm dúvidas sobre a revalidação do diploma de direito em universidades portuguesas. Para ter o diploma reconhecido é preciso seguir o mesmo procedimento que qualquer outra profissão (achar um curso de grade semelhante e dar início ao processo).

Já o advogado brasileiro que quiser exercer a profissão em Portugal deverá se inscrever na Ordem dos Advogados de Portugal. Além do mais, é preciso que o advogado brasileiro em questão tenha residência legal em Portugal (emitida pelo SEF – Serviço de Estrangeiros e Fronteiras) ou que algum advogado português assuma a responsabilidade.

1 – Por força do disposto no EOA, os cidadãos de nacionalidade brasileira diplomados por qualquer faculdade de Direito do Brasil ou de Portugal, legalmente habilitados a exercer a advocacia no Brasil, podem inscrever-se na Ordem dos Advogados desde que idêntico regime seja aplicável aos advogados de nacionalidade portuguesa inscritos na Ordem dos Advogados que se queiram inscrever na Ordem dos Advogados do Brasil.
2 – O regime de reciprocidade previsto no número anterior permite a inscrição de advogado brasileiro com dispensa da realização de estágio e da obrigatoriedade de realizar exame final de avaliação e agregação.Artigo 17º – Inscrição de advogados de nacionalidade brasileira

Veja o regulamento de inscrição na OA.

Quem quiser se inscrever na Ordem dos Advogados de Portugal (e assim exercer a profissão no país) deverá providenciar*:

  • Certidão de nascimento (validade 6 meses)
  • Certidão de antecedentes do Brasil (validade 3 meses) = Registo criminal
  • Fotocópia do processo completo de Inscrição na OAB
  • Certidão passada pela OAB, com a indicação de que a inscrição se encontra em vigor
  • Certificado de curso (se não constar do processo de inscrição)
  • Carteira de Identidade de Advogado (só para apresentação)
  • Bilhete de Identidade ou Passaporte
  • 3 Fotografias (tipo passe a cores – 3×4 cm)
  • Certificado de Residência em Portugal (1)
  • Registo Criminal Português
  • 300,00 € (dinheiro, cheque ou M.B.) (Delib. Do Cons. Geral de 16/07/1999)

(1) “Os advogados brasileiros não carecem da apresentação de título de autorização de residência desde que um advogado português devidamente inscrito se responsabilize e indique o seu domicílio profissional como o do advogado brasileiro.” – DELIBERAÇÃO DO CONSELHO GERAL DE 8 DE NOVEMBRO DE 2003

* Verifique a documentação e valores a pagar nas páginas oficiais da OA, para confirmar os dados mais recentes. 

Engenheiro brasileiro precisa validar o diploma para trabalhar em Portugal?

Assim como os médicos e os advogados, os brasileiros formados em engenharia com intenção de exercer a profissão em Portugal devem se associar à Ordem dos Engenheiros do país. Os que já tiverem mais de cinco anos de experiência, caso passem na avaliação curricular, poderão ingressar na Ordem como membro efetivo. Veja os detalhes abaixo para se inscrever na Ordem:

  • Avaliação curricular individual (quando esta avaliação indicar lacunas no currículo do candidato em áreas consideradas essenciais para o exercício profissional na especialidade de engenharia que o candidato pretende integrar, este terá que realizar prova de avaliação de conhecimentos, aptidões e competências);
  • Os candidatos aprovados nas provas de admissão têm direito a ser inscritos como membros estagiários e a realizar o estágio nos termos previstos no Regulamento de Estágios da Ordem
    dos Engenheiros;
  • Os candidatos aprovados nas provas de admissão que possuam mais de cinco anos de experiência profissional, podem, para efeitos de admissão como membros efetivos, requerer ao Bastonário a dispensa da realização de estágio.

Outras Ordens para ajudar…

Validar diploma de mestre ou doutor em Portugal

Esse procedimento irá variar de acordo com a Universidade onde se pretende validar o diploma brasileiro, no entanto, é comum ser requerida uma cópia da tese de mestrado ou doutorado, além dos outros documentos necessários e devidamente autenticados.

Fonte: https://www.jafezasmalas.com/diploma-quando-e-como-validar-o-seu-em-portugal/

 

APOSENTADO EM PORTUGAL!

2015-06-02 14.25.58

“Temos de nos tornar na mudança que queremos ver.”    Mahatma Gandhi

Morar em Portugal alguns meses por ano (ou de forma definitiva) ou simplesmente ter um lugar na Europa para poder viajar e aproveitar a vida depois da aposentadoria  tem sido cada vez mais procurado.  Portugal tem sido o lugar escolhido por muitos brasileiros que já trabalharam durante toda sua vida e que querem curtir cada segundo dessa nova etapa… Pensando em ter uma vida mais tranquila com uma melhor qualidade de vida bem superiores a que estamos vivendo aqui atualmente.

Já fiz diversos posts sobre este assunto.  Tenho acompanhado diversos grupos sérios,  comprometidos com diversas questões envolvidas nesta mudança… lá  discutimos com seriedade como planejamos ir… enquanto que outros já estão por lá dividem suas experiências com as pessoas do grupo.  Isto contribui muito para trocarmos informações, tirar dúvidas e me ajudam a planejar melhor este meu sonho.

Portugal Coimbra 11

Numa destas pesquisas recentes tive o prazer de conhecer Luiz do Canal Aposentado Aventureiro que se encontra atualmente em Coimbra. Seus vídeos são bem atuais, trazendo a realidade de um aposentado que já esta em Portugal  com alguns esclarecimentos muito importantes para nós. Conheça:

Se você está planejando morar em Portugal assim como eu, saiba como é possível fazer o visto para aposentados neste post  https://oterceiroato.com/2016/06/20/como-viver-em-portugal-depois-de-aposentar/comment-page-1/ .

Boa sorte aos sonhadores como eu. Espero que gostem! Bjs