PARA SE SENTIR PLENO, CALE-SE E CULTIVE O SEU SILÊNCIO INTERIOR…

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“O silêncio é ..de ouro e muitas vezes é resposta.” Sabedoria Popular

Sempre procuro por textos que melhorem à minha maneira de ser e viver rsrsrs… quando me deparei no Blog 50 e mais da Maya logo quis dividir com vocês. Este texto é do Portal do Budismo e foi publicado com o título original de “Tao – a sabedoria do silêncio interno”… é pra refletir bastante!

Chamou a minha atenção a palavra silêncio – algo tão raro no nosso exterior e igualmente raro no nosso interior, nestes tempos de tanto barulho. Falamos demais quando precisa e quando não precisa. Falamos por falar. Jogamos fora as palavras sem ao menos nos determos no significado delas. Passamos muito tempo fora de nós mesmos, apontando para os outros, julgando, falando mal. Com isso, não olhamos para dentro. Talvez porque seja muito mais difícil. Como falar menos e cultivar mais o nosso silêncio interior? Leia:

Pense no que vai dizer antes de abrir a boca. Seja breve e preciso, já que cada vez que deixa sair uma palavra, deixa sair uma parte do seu Chi (energia). Assim, aprenderá a desenvolver a arte de falar sem perder energia.

Nunca faça promessas que não possa cumprir. Não se queixe, nem utilize palavras que projetem imagens negativas, porque se reproduzirá ao seu redor tudo o que tenha fabricado com as suas palavras carregadas de Chi.

Se não tem nada de bom, verdadeiro e útil a dizer, é melhor não dizer nada. Aprenda a ser como um espelho: observe e reflita a energia. O Universo é o melhor exemplo de um espelho que a natureza nos deu, porque aceita, sem condições, os nossos pensamentos, emoções, palavras e ações, e envia-nos o reflexo da nossa própria energia através das diferentes circunstâncias que se apresentam nas nossas vidas.

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Se se identifica com o êxito, terá êxito. Se se identifica com o fracasso, terá fracasso. Assim, podemos observar que as circunstâncias que vivemos são simplesmente manifestações externas do conteúdo da nossa conversa interna. Aprenda a ser como o universo, escutando e refletindo a energia sem emoções densas e sem preconceitos.

Porque, sendo como um espelho, com o poder mental tranquilo e em silêncio, sem lhe dar oportunidade de se impor com as suas opiniões pessoais, e evitando reações emocionais excessivas, tem oportunidade de uma comunicação sincera e fluída.

Não se dê demasiada importância, e seja humilde, pois quanto mais se mostra superior, inteligente e prepotente, mais se torna prisioneiro da sua própria imagem e vive num mundo de tensão e ilusões. Seja discreto, preserve a sua vida íntima. Desta forma libertar-se-á da opinião dos outros e terá uma vida tranquila e benevolente invisível, misteriosa, indefinível, insondável como o TAO.

Não entre em competição com os demais, a terra que nos nutre dá-nos o necessário. Ajude o próximo a perceber as suas próprias virtudes e qualidades, a brilhar. O espírito competitivo faz com que o ego cresça e, inevitavelmente, crie conflitos. Tenha confiança em si mesmo. Preserve a sua paz interior, evitando entrar na provação e nas trapaças dos outros. Não se comprometa facilmente, agindo de maneira precipitada, sem ter consciência profunda da situação.

Tenha um momento de silêncio interno para considerar tudo que se apresenta e só então tome uma decisão. Assim desenvolverá a confiança em si mesmo e a Sabedoria. Se realmente há algo que não sabe, ou para que não tenha resposta, aceite o fato. Não saber é muito incómodo para o ego, porque ele gosta de saber tudo, ter sempre razão e dar a sua opinião muito pessoal. Mas, na realidade, o ego nada sabe, simplesmente faz acreditar que sabe.

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Evite julgar ou criticar. O TAO é imparcial nos seus juízos: não critica ninguém, tem uma compaixão infinita e não conhece a dualidade. Cada vez que julga alguém, a única coisa que faz é expressar a sua opinião pessoal, e isso é uma perda de energia, é puro ruído. Julgar é uma maneira de esconder as nossas próprias fraquezas.

O Sábio tolera tudo sem dizer uma palavra. Tudo o que o incomoda nos outros é uma projeção do que não venceu em si mesmo. Deixe que cada um resolva os seus problemas e concentre a sua energia na sua própria vida. Ocupe-se de si mesmo, não se defenda. Quando tenta defender-se, está a dar demasiada importância às palavras dos outros, a dar mais força à agressão deles.

Se aceita não se defender, mostra que as opiniões dos demais não o afetam, que são simplesmente opiniões, e que não necessita de os convencer para ser feliz. O seu silêncio interno torna-o impassível. Faça uso regular do silêncio para educar o seu ego, que tem o mau costume de falar o tempo todo.

Pratique a arte de não falar. Tome algumas horas para se abster de falar. Este é um exercício excelente para conhecer e aprender o universo do TAO ilimitado, em vez de tentar explicar o que é o TAO. Progressivamente desenvolverá a arte de falar sem falar, e a sua verdadeira natureza interna substituirá a sua personalidade artificial, deixando aparecer a luz do seu coração e o poder da sabedoria do silêncio.

Graças a essa força, atrairá para si tudo o que necessita para a sua própria realização e completa libertação. Porém, tem que ter cuidado para que o ego não se infiltre… O Poder permanece quando o ego se mantém tranquilo e em silêncio. Se o ego se impõe e abusa desse Poder, este converter-se-á num veneno, que o envenenará rapidamente.

Fique em silêncio, cultive o seu próprio poder interno. Respeite a vida de tudo o que existe no mundo. Não force, manipule ou controle o próximo. Converta-se no seu próprio Mestre e deixe os demais serem o que têm a capacidade de ser.

Fonte: http://www.50emais.com.br/42554-2/

GRATIDÃO!

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“ As pessoas felizes lembram o passado com gratidão, alegram-se com o presente e encaram o futuro sem medo”. Epicuro

Sinto uma enorme gratidão pela minha vida… e assim como Carolina Vila Nova por tudo que ela me proporciona, leiam:

Me sinto grata pela minha casa, pois ainda que seja pequena, é nela que tenho tido o meu merecido e bom sono, os banhos quentes nos dias de frio e os alimentos nos momentos de saciar a fome. Moro nela há algum tempo e ainda que me vá, sempre me lembrarei dos dias em que pude viver aqui.

Me sinto grata pela vida do meu filho, que ainda em sua juventude tem sido meu desde seu primeiro dia. Cheio de qualidades, há de percorrer seu próprio caminho para aprender as mesmas coisas que aprendi. E quando chegar aqui, no momento em que estou, iremos nos encontrar como grandes amigos, cheios de história para contar, nas afinidades dos caminhos percorridos.

Me sinto grata pelo meu trabalho, onde convivo com tantas pessoas e aprendo todos os dias. A arte da profissão e a arte da vida. O viver o dia a dia sobre pressão e com as diferenças, exercitando a tolerância de aceitar o outro e todo tipo de situação. Me sinto grata pela resiliência adquirida. Me sinto grata por tudo que recebo por isto.

Me sinto grata pelos amigos, que mesmo distantes nunca se esquecem de mim.

Me sinto grata pelos colegas, que quando preciso sempre se prontificam a me ajudar.

Me sinto grata pelas pessoas difíceis em minha vida e por finalmente eu possuir gratidão por isso. Me sinto grata por entender o quanto elas me ensinam e o quanto elas também estão aprendendo. Cada um no seu caminho de evolução.

Me sinto grata até mesmo pelos que me machucam, pois são eles hoje a me ferir e não o contrário. E me sinto grata por não julgar os que menosprezam a minha dor.

Me sinto grata pela minha família, por eu ter pessoas a quem posso chamar de meus. Me sinto grata por tudo que a mim fizeram, pois com tudo cresci. E me sinto grata por todos estarem aqui, disponíveis em caso de qualquer pedido de socorro.

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Me sinto grata por minha saúde, que mesmo com alguns cansaços e excessos, continua aqui.

Me sinto grata pela vida, que mesmo com tantas dores e tropeços, ainda me proporciona momentos de prazer, amor e gratidão.

Me sinto grata pelo ar que eu respiro, pela luz que me cega e pelo frio que incomoda. Me sinto grata por às vezes queimar a língua e ouvir as buzinas num dia de congestionamento. Me sinto grata pelo bom funcionamento dos meus sentidos.

Me sinto grata por às vezes me sentir só, pois isso me mostra a capacidade de querer amar, mesmo após alguns fracassos.

Me sinto grata por tantas vezes me sentir confusa, triste ou irritada. Todos esses sentimentos me provocam reflexões e me tiram de onde estou, sempre me levando a um lugar melhor.

Me sinto grata pela minha capacidade de escrever desde criança e pelo inestimável prazer que isto me proporciona. Me sinto grata pelos meus livros. E por toda inspiração.

Me sinto grata por finalmente me sentir assim e perceber o poder da gratidão, que me traz sempre mais daquilo que eu preciso e desejo.

Me sinto grata pela capacidade de sorrir, mesmo quando algo dói dentro de mim.

Me sinto grata por perceber o milagre da vida, que um dia leva e outro dia trás. Num dia me deixa confusa e no outro me surpreende.

Me sinto grata por querer mais e continuar a sonhar. Me sinto grata por continuar a caminhada, mesmo sem a certeza de onde vai dar.

Me sinto grata por quem eu sou hoje.

E me sinto grata por simplesmente me sentir assim!

By Caroline Vila Nova

Fonte: https://osegredo.com.br/2016/05/gratidao-eu-me-sinto-grata-por-quem-eu-sou-hoje/

A GRAMA DO VIZINHO…

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“Tenho juízo mas não faço tudo certo. Todo paraíso precisa de um pouco de inferno”. Martha Medeiros

Martha Medeiros nunca me pareceu tão assertiva…

Ao amadurecer, descobrimos que a grama do vizinho não é mais verde coisíssima nenhuma. Estamos todos no mesmo barco. Há no ar certo queixume sem razões muito claras.

Converso com mulheres que estão entre os 40 e 50 anos, todas com profissão, marido, filhos, saúde, e ainda assim elas trazem dentro delas um não-sei-o-quê perturbador, algo que as incomoda, mesmo estando tudo bem.

De onde vem isso? Anos atrás, a cantora Marina Lima compôs com o seu irmão, o poeta Antonio Cícero, uma música que dizia:

“Eu espero/ acontecimentos/ só que quando anoitece/ é festa no outro apartamento”.

Passei minha adolescência com esta sensação: a de que algo muito animado estava acontecendo em algum lugar para o qual eu não tinha convite. É uma das características da juventude:

– considerar-se deslocado e impedido de ser feliz como os outros são, ou aparentam ser. Só que chega uma hora em que é preciso deixar de ficar tão ligada na grama do vizinho.

As festas em outros apartamentos são fruto da nossa imaginação, que é infectada por falsos holofotes, falsos sorrisos e falsas notícias. Os notáveis alardeiam muito suas vitórias, mas falam pouco das suas angústias, revelam pouco suas aflições, não dão bandeira das suas fraquezas, então fica parecendo que todos estão comemorando grandes paixões e fortunas, quando na verdade a festa lá fora não está tão animada assim.

Ao amadurecer, descobrimos que a grama do vizinho não é mais verde coisíssima nenhuma. Estamos todos no mesmo barco, com motivos pra dançar pela sala e também motivos pra se refugiar no escuro, alternadamente. Só que os motivos pra se refugiar no escuro raramente são divulgados.

Pra consumo externo, todos são belos, sexys, lúcidos, íntegros, ricos, sedutores.

“Nunca conheci quem tivesse levado porrada/ todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo”.

Fernando Pessoa também já se sentiu abafado pela perfeição alheia, e olha que na época em que ele escreveu estes versos não havia esta overdose de revistas que há hoje, vendendo um mundo de faz-de-conta. Nesta era de exaltação de celebridades – reais e inventadas – fica difícil mesmo achar que a vida da gente tem graça. Mas, tem. Paz interior, amigos leais, nossas músicas, livros, fantasias, desilusões e recomeços, tudo isso vale ser incluído na nossa biografia. Ou será que é tão divertido passar dois dias na Ilha de Caras fotografando junto a todos os produtos dos patrocinadores? Compensa passar a vida comendo alface para ter o corpo que a profissão de modelo exige? Será tão gratificante ter um paparazzo na sua cola cada vez que você sai de casa? Estarão mesmo todos realizando um milhão de coisas interessantes enquanto só você está sentada no sofá pintando as unhas do pé? Favor não confundir uma vida sensacional com uma vida sensacionalista.

As melhores festas acontecem dentro do nosso próprio apartamento.

By Martha Medeiros.

SOU UM PUNHADO DE EXCESSOS…

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“Sou uma alma insana; peco por excesso, nunca por escassez.” Haredita Angel

Assim como Monike Jordão “sou um punhado de excessos”… rsrsrs. Indentifico-me com a sua crônica, leiam:

Perdoe-me, mas é assim, eu não sei ser diferente, não posso e nem consigo. Na verdade, não quero também. Essa sou eu, um punhado de excessos. Eu falo alto, grito e esperneio, se necessário. Sou dramática, minhas paixões são ardentes e meus amores efervescentes. Minhas dores são de matar e o choro tem soluço. Eu passo dois dias sem dormir e, em seguida, durmo 18 horas seguidas. É assim, tudo ao extremo. Tudo no limite. Tudo exagerado.

Isso te assusta? Não precisa se preocupar, minha amplificação é aceitável e nunca feriu ninguém além de mim mesma. Não costumo arremessar nos outros o que transborda aqui dentro. A dor, ou o amor, sempre respinga e bagunça as coisas por aqui, nunca por aí. Eu já desejei que fosse mais morna, mas aqui a labareda é alta e eu não consigo controlar o fogo que me aquece, mas também me queima.

Eu sempre faço barulho. Sou a palheta da guitarra ou a baqueta da bateria. Que tal? O que acha de sermos as teclas do piano ou sopro da flauta? Sou a voz que grita no amplificador, reproduzindo o amor por todos os cantos do mundo e mantendo os tons no ritmo e no compasso certo.

Essa exorbitância toda tem muitos lados positivos, pode apostar. Os amigos são todos quase irmãos, os amores são todos “para a vida toda”, os beijos são intensos, os abraços apertados, os sonhos grandes e as noites quentes. Não há bloqueio ao coração, nada cala o pensamento.

A alma está sempre conectada. Nada me freia, não existe lombada ou radar que me faça diminuir a velocidade. Vivo a 200 km por hora e não sou adepta do cinto de segurança. Corro riscos. Sou feminina e cristalina!

http://www.asomadetodosafetos.com/2017/01/sou-um-punhado-de-excessos.html

O TEMPO TRAZ A PODA.

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 “É preciso podar a árvore para que ela comece a dar bons e novos frutos…” Junior João.

Quem me conhece sabe que  gosto de postar crônicas que nos ajudem a enfrentar as adversidades da vida com um olhar mais positivo. Estamos sempre vivendo e aprendendo… seguindo em frente! Crescemos e nos fortalecemos com cada aprendizado, assim caminha a humanidade. Leiam:

A poda é necessária para a planta se fortalecer e equilibrar. O luto ensina e amadurece.

Ensina que existe tempo para tudo, e que alguns ramos irão se soltar durante a vida, modificando o vigor da espécie;

Ensina que os mais fortes são aqueles que se adaptam justamente como dizia Darwin;

Ensina que alguns galhos são supérfluos, ainda que não haja compreensão no momento;

Ensina a modificarmos nossa tendência de produzir mais folhagem que frutos a buscarmos novas alternativas, ter coragem, humildade.

Enquanto tivermos sorte, permanecermos jovens, belos e bem nascidos o acaso nos protegerá, mas permaneceremos mais selvagens folhagem e vegetação.

E não descobriremos quem realmente somos.

O tempo traz a poda. E a cada tesourada descobrimos que algumas feridas nunca se curam e você terá que se ajustar a uma forma de vida completamente nova.

Mesmo que seu coração tenha sido quebrado em mil pedaços, uma hora você perceberá que é capaz de amar de novo e, se tiver sorte, amará melhor.

Já perdi amigos, me separei de pessoas insubstituíveis, sofri decepções absurdas, descobri que ninguém é perfeito. Fui feliz, me atirei de cabeça, confiei demais, me frustrei na mesma proporção, tive dúvidas, morri de arrependimento.

Fui podada pela vida, aparada em minhas arestas, corrigida em minhas estruturas. Descobri novos arranjos, me equilibrei com as perdas e decepções, formulei novos caminhos. Aprendi que continuamente sofremos um processo de renovação natural _ como as plantas. Faz parte da vida, do processo de nos tornarmos melhores com o tempo, extraindo os ramos ruins e mantendo os bons…

Aprendendo a perdoar, a pedir perdão; a entender que o tempo leva pessoas especiais e deixa algumas nem tão perfeitas assim; que o coração é capaz de amar de novo, mas antes deve permitir-se chorar e enterrar o amor antigo bem fundo para que ele não ressuscite de tempos em tempos; aprendendo a valorizar o presente, a entender que tudo é passageiro_os bons e maus momentos; aprendendo que algumas pessoas simplesmente não percebem o mundo como você, e que isso não as torna mais cruéis. Aprendendo a ter compaixão, a separar seus medos antigos dos atuais.

O tempo molda as pessoas de formas diferentes, e alguns endurecerão ainda mais com o passar dos anos. Nem todo mundo aprende, não importa quantos tombos leve. E você não pode basear sua vida por essas pessoas.

A vida é muito curta e o roteiro só depende de você. É assim que você se mantém vivo. Decidindo ser melhor a cada dia, se permitindo chorar, se autorizando ter raiva, se justificando por estar sem forças. Mas ainda assim acreditando que uma hora, de alguma maneira que seria impossível, você não se sentirá assim. Não vai doer tanto…

By Fabíola Simões

http://www.resilienciamag.com/o-tempo-traz-poda/

EU PRECISO APRENDER A SER MENOS…

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“Sempre é pouco quando não é demais.” Arnaldo Antunes

Recentemente me deparei com este texto… as vezes me sinto assim rsrsrs…  bem interessante… Leiam:

Eu preciso aprender a ser menos. Menos dramática. Menos intensa. Menos exagerada. Alguém já desejou isso na vida: ser menos? Pois é. Estranho. Mas eu preciso. Nesse minuto, nesse segundo, por favor, me bloqueie o coração, me cale o pensamento, me dê uma droga forte para tranqüilizar a alma. Porque eu preciso. E preciso muito. Eu preciso diminuir o ritmo, abaixar o volume, andar na velocidade permitida, não atropelar quem chega, não tropeçar em mim mesma. Eu preciso respirar. Me aperte o pause, me deixe em stand by, eu não dou conta do meu coração que quer muito. Eu preciso desatar o nó. Eu preciso sentir menos, sonhar menos, amar menos, sofrer menos ainda. Aonde está a placa de PARE bem no meio da minha frase? Confesso: eu não consigo. Nada em mim pára, nada em mim é morno, nada é pouco, não existe sinal vermelho no meu caminho que se abre e me chama. E eu vou… Com o coração na mochila, o lápis borrado, o sorriso e a dúvida, a coragem e o medo, mas vou… Não digo: “estou indo”, não digo: “daqui a pouco”, nada tem hora a não ser agora. Existe aí algum remedinho para não-sentir? Existe alguma terapia, acupuntura, pedras, cores e aromas para me calar a alma e deixar mudo o pensamento? Quer saber? Existe. Existe e eu preciso. Preciso e não quero.   By Fernanda Mello.

PENSAR É TRANSGREDIR!

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“Para reinventar-se é preciso pensar: isso aprendi muito cedo.” Lya Luft 

Vocês sabem que adoro crônicas de vários autores onde costumo postar os meus preferidos aqui no Blog. Os de Lya Luft  costuma sempre me inquietar… leiam:
Não lembro em que momento percebi que viver deveria ser uma permanente reinvenção de nós mesmos — para não morrermos soterrados na poeira da banalidade embora pareça que ainda estamos vivos.
Mas compreendi, num lampejo: então é isso, então é assim… Apesar dos medos, convém não ser demais fútil nem demais acomodada. Algumas vezes é preciso pegar o touro pelos chifres, mergulhar para depois ver o que acontece: porque a vida não tem de ser sorvida como uma taça que se esvazia, mas como o jarro que se renova a cada gole bebido.
Para reinventar-se é preciso pensar: isso aprendi muito cedo.
Apalpar, no nevoeiro de quem somos, algo que pareça uma essência: isso, mais ou menos, sou eu. Isso é o que eu queria ser, acredito ser, quero me tornar ou já fui. Muita inquietação por baixo das águas do cotidiano. Mais cômodo seria ficar com o travesseiro sobre a cabeça e adotar o lema reconfortante: “Parar pra pensar, nem pensar!”
O problema é que quando menos se espera ele chega, o sorrateiro pensamento que nos faz parar. Pode ser no meio do shopping, no trânsito, na frente da tevê ou do computador. Simplesmente escovando os dentes. Ou na hora da droga, do sexo sem afeto, do desafeto, do rancor, da lamúria, da hesitação e da resignação.
Sem ter programado, a gente pára pra pensar.

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Pode ser um susto: como espiar de um berçário confortável para um corredor com mil possibilidades. Cada porta, uma escolha. Muitas vão se abrir para um nada ou para algum absurdo. Outras, para um jardim de promessas. Alguma, para a noite além da cerca. Hora de tirar os disfarces, aposentar as máscaras e reavaliar: reavaliar-se.
Pensar pede audácia, pois refletir é transgredir a ordem do superficial que nos pressiona tanto.
Somos demasiado frívolos: buscamos o atordoamento das mil distrações, corremos de um lado a outro achando que somos grandes cumpridores de tarefas. Quando o primeiro dever seria de vez em quando parar e analisar: quem a gente é, o que fazemos com a nossa vida, o tempo, os amores. E com as obrigações também, é claro, pois não temos sempre cinco anos de idade, quando a prioridade absoluta é dormir abraçado no urso de pelúcia e prosseguir, no sono, o sonho que afinal nessa idade ainda é a vida.
Mas pensar não é apenas a ameaça de enfrentar a alma no espelho: é sair para as varandas de si mesmo e olhar em torno, e quem sabe finalmente respirar.
Compreender: somos inquilinos de algo bem maior do que o nosso pequeno segredo individual. É o poderoso ciclo da existência. Nele todos os desastres e toda a beleza têm significado como fases de um processo.
Se nos escondermos num canto escuro abafando nossos questionamentos, não escutaremos o rumor do vento nas árvores do mundo. Nem compreenderemos que o prato das inevitáveis perdas pode pesar menos do que o dos possíveis ganhos.
Os ganhos ou os danos dependem da perspectiva e possibilidades de quem vai tecendo a sua história. O mundo em si não tem sentido sem o nosso olhar que lhe atribui identidade, sem o nosso pensamento que lhe confere alguma ordem.
Viver, como talvez morrer, é recriar-se: a vida não está aí apenas para ser suportada nem vivida, mas elaborada. Eventualmente reprogramada. Conscientemente executada. Muitas vezes, ousada.
Parece fácil: “escrever a respeito das coisas é fácil”, já me disseram. Eu sei. Mas não é preciso realizar nada de espetacular, nem desejar nada excepcional. Não é preciso nem mesmo ser brilhante, importante, admirado.
Para viver de verdade, pensando e repensando a existência, para que ela valha a pena, é preciso ser amado; e amar; e amar-se. Ter esperança; qualquer esperança.
Questionar o que nos é imposto, sem rebeldias insensatas mas sem demasiada sensatez. Saborear o bom, mas aqui e ali enfrentar o ruim. Suportar sem se submeter, aceitar sem se humilhar, entregar-se sem renunciar a si mesmo e à possível dignidade.
Sonhar, porque se desistimos disso apaga-se a última claridade e nada mais valerá a pena. Escapar, na liberdade do pensamento, desse espírito de manada que trabalha obstinadamente para nos enquadrar, seja lá no que for.
E que o mínimo que a gente faça seja, a cada momento, o melhor que afinal se conseguiu fazer.

By Lya Luft

MORAR EM PORTUGAL: 5 DICAS PARA UMA BOA ADAPTAÇÃO.

PORTUGAL MUDANÇAS

“Temos de nos tornar na mudança que queremos ver”. Mahatma Gandhi

Pesquisando sobre o impacto que as pessoas sofrem com a mudança de País gosto de ouvir as experiências de quem que já avançou por esta etapa…  Conheça o que a Priscila do site Cultuga nos conta:

Desde a primeira vez que pisei em Lisboa, eu já sabia que precisaria de um tempo maior para poder vivenciar e entender tudo aquilo que estava sentindo. Voltei outras vezes de férias, mas sempre retornava ao Brasil com a sensação de que algo ainda estava faltando.

Escolher morar na capital portuguesa não foi uma tarefa simples. Eu sabia que Portugal poderia me oferecer uma experiência de vida importante e de acordo com as minhas expectativas. Entretanto, do outro lado (do oceano) estava a minha família, os amigos queridos e os planos idealizados para uma vida inteira no coração de São Paulo.

A decisão foi feita no susto, mas desse momento até a mudança passou um ano inteiro. Foi o tempo que tive para amadurecer o projeto, me desfazer dos planos paulistanos e fortalecer os elos com as pessoas que mais amo para seguir um novo caminho.

Morar fora de seu país de origem, seja temporariamente ou com um objetivo permanente, não é uma escolha fácil. Quando projetamos uma forma de vida no exterior, pensamos principalmente no que aquele momento vai nos trazer de positivo. Porém, o primeiro ano em solo estrangeiro vem como uma avalanche de sentimentos e novidades. Receber e filtrar tudo isso requer mente aberta e bastante paciência.

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1. Deixar ser levado pela cultura e tradições locais.

O primeiro conselho que dou para todos os brasileiros que me procuram e questionam a adaptação no país é: não tente fazer de Portugal um pequeno pedaço do Brasil. Parecem palavras duras, mas isso acontece com frequência, principalmente por dividirmos o mesmo idioma e termos alguns costumes similares. Aproveite a sua experiência no exterior para absorver a cultura e as tradições locais, não para impor as suas. De coração aberto e sem fazer incansáveis comparações aqui e acolá você certamente terá bons momentos e será bem recebido por todos.

2. Explorar o bairro, a cidade, as localidades vizinhas e o país.

Conhecer Portugal é muito barato. Portanto, depois de se instalar, faça caminhadas frequentes pela cidade, descubra novos caminhos para os locais que frequenta, experimente todos os transportes, aproveite os finais de semana para conhecer os arredores de onde você vive e, sempre que puder, viaje pelo país. Apesar de pequeno em território, Portugal tem muitas riquezas culturais espalhadas por suas regiões que são completamente diferentes umas das outras.

3. Fazer novas amizades (portuguesas ou estrangeiras).

Se você for morar nas grandes cidades portuguesas, certamente vai notar o alto volume de estrangeiros que também vivem por ali. São pessoas vindas de diversas partes do mundo e de todas as idades. Busque por atividades e grupos relacionados aos assuntos de seu interesse para se integrar com esses estrangeiros mas, sobretudo, com portugueses. Dessa forma, você poderá compreender melhor as raízes do povo, com as pessoas locais, e as diferentes formas de adaptação, com as pessoas de fora.

4. Trocar os sites de notícia brasileiros pelos portugueses.

Risque da sua lista de favoritos os sites de notícia brasileiros e inclua os portugueses (como o Público e o Observador). Essa leitura vai te levar para mais perto da cultura e da vida local (e do que acontece na União Europeia como um todo) e também vai afastá-lo da rotina brasileira. Via Facebook e por meio de amigos e familiares você já terá informações suficientes sobre as principais notícias do Brasil. O mesmo vale para canais de TV. Matar as saudades vale, claro que vale. Mas fazer disso uma rotina não vai te levar para perto do que realmente acontece no país que você escolheu para viver e passará os seus dias com a cabeça “lá” e não “cá”.

5. Quando a saudade apertar… Usar o Skype e o Whatsapp.

A tecnologia é a maior e melhor aliada dos imigrantes, na minha opinião. Não dá para imaginar como era a nossa vida sem ela. Em poucos anos, tudo se tornou muito simples e bem fácil. Conversamos diariamente com as pessoas que a gente ama via Skype, podendo fazer parte da vida de todos e levando um pouco da nossa experiência por meio da câmera. Ainda temos a sensação de proximidade quando podemos usar o whatsapp a todo e qualquer instante. Se a saudade apertar, então, já sabe…!

http://www.cultuga.com.br/2015/08/morar-em-portugal-dicas-para-uma-boa-adaptacao/

SOU APOSENTADO NO BRASIL. POSSO VIVER LEGALMENTE NA ESPANHA?

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“A vida me ensinou a nunca desistir. Nem ganhar, nem perder mas procurar evoluir”. Chorão.

Há algum tempo a notícia de que os aposentados brasileiros podiam morar na Europa, especificamente na Espanha e em Portugal, estão sendo  bastante divulgadas e muita gente ficou com dúvidas em relação a isso, sem saber se era possível viver legalmente ou não nesses países ao ser aposentado no Brasil.

Com o desconto de 25% de IR em Portugal as atenções se voltam para a Espanha onde este desconto não acontece. Nesse novo post, o pessoal do escritório especializado Koetz Advocacia não só responde essa pergunta, como conta os trâmites necessários. Espero que ajude!

“Sou aposentado no Brasil. Posso viver legalmente na Espanha?

A resposta é: sim! Mas como fazer isto?

Se você já se aposentou no Brasil, viver na Espanha é uma mudança que não será muito difícil de realizar. O visto espanhol é facilmente concedido a brasileiros que já possuem algum tipo de renda fixa (como a aposentadoria, por exemplo) e que desejam residir no país. Para isto existe o visto de aposentado. Explicaremos aqui o que você deve fazer e quais são as vantagens e obstáculos.

Quando se pensa em viver em outro país sendo aposentado no Brasil, o maior conflito a ser enfrentado é a indevida retenção de 25% que o Imposto de Renda brasileiro incide sobre o valor da aposentadoria. Entretanto, graças a um acordo previdenciário internacional entre os dois países, essa cobrança não existe na Espanha (a título de curiosidade, um acordo semelhante isenta a cobrança também no Japão e França… ufa! Este vão poder respirar aliviado e manter seus rendimentos integralmente.).

Ok, esta é uma questão a menos a se preocupar. O que mais pode ser um empecilho?

Espanha palacio de cristal

Outro obstáculo é o sistema público de saúde. Se você se aposentar no Brasil e morar na Espanha, não serão descontados os 25%, mas terá que arcar com um plano de saúde particular. Pelo menos por dois anos, já que após 24 meses poderá solicitar cidadania espanhola e desfrutar do sistema público de saúde como qualquer cidadão espanhol.

Como conseguir o visto de aposentado na Espanha?

Existe um visto específico para pessoas que possuem renda fixa e não desejam mais trabalhar. Trata-se da “Autorização de Residência Temporal Não Lucrativa” da Lei Orgânica 4/2000. A solicitação do visto deve ser feita em algum dos consulados espanhóis no Brasil, que se localizam nas cidades de Porto Alegre, Salvador, São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. O procedimento completo custa em torno de 70 euros e é necessário:

– Possuir seguro de saúde e não ser portador de nenhuma doença que necessite do sistema público de saúde espanhol;
– Não ser cidadão europeu nem familiar de cidadão da União Europeia;
– Não estar irregular na Espanha;
– Não ter voltado ao Brasil após viver ilegalmente na Espanha;
– Não possuir antecedentes criminais em nenhum país;
– Não ter entrada proibida no país ou em alguma nação que possui acordo com a Espanha.

Já a documentação necessária para o pedido é:

– Formulário impresso com o pedido (faça download aqui);
– Passaporte com, no mínimo, 3 meses de validade;
– Certificado de antecedentes criminais;
– Comprovações de renda (o valor exigido atualmente por mês é de de 2.130,04€ por mês).
– Seguro de saúde com vigência de, pelo menos, um ano.
– Atestado médico garantindo que você está saudável para viajar.

O visto de aposentado tem duração de um ano e pode ser renovado na Espanha mesmo. Caso queira levar familiares, é permitido desde que sua renda seja suficiente para sustentar todos os membros (o valor exigido por mês para o sustento de cada familiar é de 532,51). Lembrando que após 2 anos residindo de maneira legal no país, você poderá solicitar a cidadania espanhola.

http://www.estoesmadridmadrid.com/2016/05/04/aposentado-viver-legalmente-na-espanha/

SAÚDE PÚBLICA EM PORTUGAL, COMO FUNCIONA.

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“Saúde e paz. O resto, a gente corre atrás”. Pedro Bial

Sempre que pensamos em morar fora do Brasil, levamos em consideração diversos aspectos, mas os principais são: trabalho, moradia, segurança, educação e saúde. Se você pretende morar em Portugal, aqui tem tudo o que você precisa sobre a Saúde Pública em Portugal. Vale a pena conhecer estas dicas da Eurodicas.

O sistema público de saúde em Portugal é o que atende a maioria das pessoas, e tem uma qualidade incrível! Diferente dos hospitais brasileiros, eles são bem equipados, com atendimento de qualidade e não precisa esperar dias para ser atendido. Mas também diferente do Brasil, não é gratuito!

Público não significa gratuito
Para usar a saúde pública em Portugal você precisa pagar uma taxa moderadora de acordo com o que vai fazer. Por exemplo: uma consulta com um médico em um posto de saúde custa (no Porto) em torno de €5! Se você for para a emergência de um hospital, custa em média €20. Os valores vão aumentando conforme o que é solicitado pelos médicos. Para fazer um raio-x ou tomar uma injeção, você vai pagar uns €2. Ou seja, paga mas não é nada absurdo.

Algumas pessoas são isentas da taxa moderadora. Pessoas que provam que não tem como pagar o sistema de saúde, pessoas com doenças graves e gestantes estão isentas de pagar qualquer coisa no sistema público (inclui: acompanhamento, exames, parto e até dentista).

Médico de família em Portugal
O sistema de acompanhamento na saúde pública em Portugal é com médico de família. Você vai no posto de saúde da sua região e é atribuído um médico para cuidar da sua família e todo mundo é atendido por esse clínico geral. Caso precise fazer exames ou acompanhamento com um especialista, seu médico de família vai te dar uma guia de encaminhamento. Se ele te encaminhar para um hospital particular para fazer algum exame, você paga o mesmo valor que pagaria para fazer o exame no hospital público.

Tecnologia na medicina
Uma coisa boa é que tudo é digitalizado. Se você faz um exame, ele fica disponível para ser consultado em qualquer hospital do país, e sua ficha completa também. Quando você vai a um novo médico/hospital, ele já sabe todo seu histórico de consultas. As receitas médicas também são impressas com um código de barra, e após comprar o medicamento ela fica inválida! Quase todos os remédios tem desconto quando são solicitados pelo seu médico!

Portugal Lisboa

Brasileiro pode usar a Saúde Pública em Portugal?

Pode! Seja você uma pessoa que mora, trabalha e reside em Portugal, ou apenas um turista, você tem o direito de usar a saúde pública em Portugal. Mas atenção: você precisa solicitar o PB-4 para usufruir do direito. O PB-4 (gratuito) é um acordo acordo entre Brasil e Portugal no qual todo beneficiário do INSS tem direito a atendimento nas redes de saúde pública dos países que fazem parte do acordo, pagando o mesmo que um cidadão nativo.

PB-4, como funciona e como solicitar gratuitamente

Plano de saúde em Portugal
Uma pergunta recorrente no blog: vale a pena fazer um plano de saúde em Portugal? A primeira resposta para isso é que em Portugal não se usa o mesmo conceito de plano de saúda do Brasil. Não conheço nenhum serviço que você paga um valor mensal e que cobre todos os seus gastos médicos particulares.

Aqui temos o seguro de saúde! Isso cobre uma parte dos seus gastos em hospitais particulares. O quanto cobre varia de acordo com o seguro que você contratar. Tenho um da empresa, e em uma consulta de €80, eu paguei €30! Na minha opinião não é necessário ter um seguro de saúde, por que a qualidade da saúde pública em Portugal pode ser comparada a muitos hospitais particulares do Brasil.

Fonte: http://www.eurodicas.com.br/saude-publica-portugal/