CONHEÇA SETE EXERCÍCIOS MENTAIS QUE AJUDAM A PRESERVAR A MEMÓRIA.

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“Mente ativa suporta mais sobrecargas de tarefas, gerando menos lapsos”.

Falou em memória, é comigo mesma. Eu tento praticar alguns dos exercícios relacionados neste artigo. Leiam:

Ler, manter uma alimentação equilibrada, dormir bem, praticar exercícios físicos e realizar atividades mentais ajudam a preservar o bem-estar do cérebro. É importante estar sempre alerta para perceber os pequenos sinais que indicam que nossa capacidade mental anda se deteriorando, surgindo lapsos de memória, desatenção e baixa produtividade.

De acordo com o neurologista Leandro Teles, quanto mais você exercitar seu cérebro melhor será o seu desempenho para resolver questões lógicas e os problemas do dia a dia.

– Exercícios mentais melhoram a capacidade de atenção, memória, linguagem e raciocínio. Esse tipo de atividade ajuda a prevenir e combater o declínio cognitivo que ocorre invariavelmente com o envelhecimento e mesmo proteger contra doenças degenerativas, como o Alzheimer – explica o neurologista.

Com o passar dos anos, a velocidade de processamento da informação diminui, esse declínio é geralmente compensado com a experiência adquirida ao longo dos anos. Um cérebro

sempre ativo é mais confiável e suporta mais sobrecargas eventuais de tarefas, gerando menos lapsos, brancos e erros de julgamento.

Buscar sempre atividades novas ou mesmo fazer as coisas corriqueiras de modo diferente. A mudança de hábitos como fazer caminhos diferentes quando for ao trabalho, estimular o paladar, vestir de olhos fechados, inverter a mão do mouse e para escovar os dentes são pequenas mudanças que se transformam em desafios e estimulam o cérebro a se exercitar, sair da zona de conforto, criar alternativas, desautomatizando o processo mental do cotidiano.

– Os hábitos novos e os hábitos antigos renovados provocam a criação de redes neurais mais sólidas e saudáveis, além de fortalecer redes neurais antigas. A atividade mental constante mantém o cérebro apto a gerar respostas mais rápidas e acertadas, principalmente nos momentos mais difíceis – destaca Teles.

Conheça sete exercícios para ajudar a manter o cérebro em forma:

  1. Faça a cabeça funcionar

Ao entrar numa sala onde esteja muita gente, tente determinar quantas pessoas estão do lado esquerdo e do lado direito. Identifique os objetos que decoram a sala, feche os olhos e enumere-os. Tente adivinhar quem está ao telefone antes de perguntar quem é, apenas pelo timbre da voz. Antes de dormir, escolha a situação mais importante do dia e reconstrua mentalmente em detalhes, logo ao acordar remonte seu sonho. Ao ouvir uma palavra diferente, pense em outras cinco começando com a mesma letra, escreva uma lista de supermercado e faça toda a compra sem olhar pra ela (conferindo apenas no final). Enfim, dê trabalho para seu cérebro, use a criatividade, tudo é válido para exercitar os neurônios.

  1. Durma bem

A falta de sono prejudica muito a memória, é mais difícil para as pessoas que convivem com esse problema memorizar dados, números e pessoas. O sono é fundamental para fixação das atividades do dia anterior e prepara o cérebro para as atividades mentais do dia seguinte. Não deixe também de tirar aquela “soneca” depois do almoço, não mais que 30 ou 40 minutos, para o cérebro ter um bom rendimento no período da tarde.

  1. Monte quebra-cabeças

Jogos infantis como da memória e quebra-cabeças exigem que o cérebro trabalhe a concentração. Compre um desses jogos e cronometre o tempo que você levou para encaixar as peças ou descobri-las. E depois, repita novamente e veja o quanto você progrediu. Outros jogos que ajudam também são xadrez, palavras cruzadas, sudoku, dominó, jogos de perguntas e respostas e mesmo jogos de cartas.

  1. Beba com moderação

O álcool é um dos inimigos mais agressivos do cérebro. O excesso de álcool leva à lesão direta dos neurônios, causando incoordenação motora e comprometimento intelectual. Além da lesão direta, ocorre lesão indireta com carência de vitamina B1 (tiamina) e vitamina B12 (cobalamina).

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  1. Mexa o corpo todo

O exercício físico regular melhora nosso cérebro por diversos motivos. Melhora o sono,

melhora sintomas de ansiedade e depressão, promove a liberação de substâncias como endorfinas, serotonina e dopamina, melhorando a atenção, a concentração, a memória e o raciocínio. A atividade física reduz o peso, controla o diabetes e a hipertensão e reduz os níveis de colesterol, agredindo menos o cérebro por doenças dentro dos vasos.

  1. Coma direito

Mantenha uma alimentação equilibrada, controle o seu peso, faça avaliação médica periódica e evite o tabagismo e outras drogas. A melhor recomendação para manter uma boa memória é cuidar bem da sua saúde.

  1. Leia

Não tenha preguiça de ler. A leitura é uma das atividades cerebrais mais completas, pois estimula todo o processo da memória. Vivencie a leitura, remonte a história, visualize os personagens e as cenas. Leia livros, revistas, jornais, e-mails, cartas antigas. Leia.

 

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HOJE EU DECIDI SER FELIZ!

Bia brinde Reins 2015-06-02 14.25.58

Como Erick Morais, decidi ser feliz… hoje e sempre! Leiam:

Hoje eu decidi ser feliz. Decidi abandonar aquele peso que eu carregava, que me sufocava, me deixava preso e me impedia de voar. Decidi sair da gaiola e transgredir as normas. Cansei de ser normal, de ser igual, de ser mais um. Cansei das respostas, agora só me preocupo com as perguntas. Perdi-me nas certezas e encontrei-me na loucura

Hoje eu decidi ser feliz. Decidi abandonar todas as presenças ausentes. Cansei de estar rodeado de multidões e me sentir sozinho. Daqui pra frente só aceito olhares profundos, ouvidos atentos, línguas afiadas e abraços apertados. Quero ao meu lado apenas aqueles que se jogam no mar sem medo de se perder.

Hoje eu decidi ser feliz. Decidi andar devagar, aproveitar o dia, esperar de mansinho a lua e sentir, entre as ondas que quebram na praia, as brisas que vem do oceano. Quero correr despreocupado pelo céu, descansar nas nuvens e beber água na fonte.

Hoje eu decidi ser feliz. Decidi prestar mais atenção nas felicidades presentes nas pequenas coisas. Decidi entregar-me aos pequenos prazeres e ser rei apenas do meu reino. Entreguei-me voluptuosamente aos encantos da distração para não perder nesta terra escassa nenhum raro poço de alegria.

Hoje eu decidi ser feliz. Decidi superar todos os meus medos e as minhas vergonhas. Decidi largar a borracha e fazer de cada borrão um novo traço, mais vivo, mais marcante, mais vibrante de um quadro em constante transformação.

Hoje eu decidi ser feliz. Decidi desbravar o mundo enquanto há tempo. Decidi lutar pelos meus sonhos, queimar o pé no asfalto, sentir a mão que afaga e ao mesmo tempo apedreja, pegar carona em balões de poesia e lutar contra as feras da selva de pedra.

Hoje eu decidi ser feliz. Decidi aprender a sorrir mais para poder enxergar na queda o passo de dança. Enxergar o novo lance de escada para continuar a subir, a melodia do silêncio para continuar a cantar e o balanço da rede para adormecer as tormentas.

Hoje eu decidi ser feliz. Decidi continuar a lutar por esse mundo vil e também encantador, que tanto me machuca e me alegra, que tanto me castiga e me nina, que tanto me manda embora e me prende em teus braços para que jamais encontre morada em outro lugar.

Hoje eu decidi se feliz. Decidi me perder nas linhas tortas do destino ou ser mochileiro de uma estrada sem rumo. Decidi explorar meus avessos, ter coragens infantis, vislumbrar o impossível e ser maluco o bastante para sempre acreditar no futuro.

Hoje eu decidi viver e lutar pela vida. Decidi enfrentar a minha tragédia fantasiado de palhaço para sempre rir por mais que o choro seja inevitável, para rir por mais que o choro seja seco, para rir e sempre lembrar que por mais dura que esta terra seja, sempre haverá poetas que jamais se esquecem de sorrir e enquanto estes existirem, sempre haverá uma nova aurora para nascer, um novo hoje a recomeçar e um novo dia para buscar o destino de felicidade do universo.

MAIS DO QUE RESILIÊNCIA, A VIDA PRECISA DE ESPERANÇA.

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O tempo não para todas as vezes que um problema aparece, não para a fim de que possamos pôr a casa em ordem. Mal saímos de um problema e outros já aparecem, de modo que viver sem que sejamos sufocados por todas as dificuldades que enfrentamos cotidianamente torna-se algo extremamente difícil.

É preciso ter a tal da resiliência, mas mais do que isso, é preciso ter esperança, pois quando esta se esvai, perde-se a capacidade de sorrir para o futuro.

Falando a verdade, existem momentos que não têm como aguentar, parece até que fomos sorteados pela vida só para se ferrar. Quando a gente pensa que as coisas ficarão tranquilas, somos jogados no chão e retornamos à realidade da dureza da vida. Entretanto, não há como parar diante da pedra no meio do caminho, é preciso ultrapassá-la, mesmo sabendo que novas pedras aparecerão durante a caminha.

É tolice acreditar que encontraremos caminhos mais fáceis, sem pedras ou que elas desaparecerão, porque isso não vai acontecer. Devemos continuar, mesmo com todas as dificuldades, acreditando no futuro apesar das circunstâncias adversas. Isso não significa ser otimista, pois o otimista sorri para o futuro em função de alguma coisa, já o esperançoso sorri para o futuro apesar de todas as pedras que existem no caminho.

Todas as vezes que sofremos com alguma coisa e paramos, o tempo passa junto e este ninguém consegue recuperar. Por isso, é necessário continuar respirando, continuar caminhando, uma vez que, mais hora, menos hora, percebemos que a vida segue o seu rumo mesmo com a nossa “ausência”, de maneira que precisamos enfrentar todos os nossos monstros, caso queiramos que as nossas vidas sejam escritas por nós mesmos, com as quedas e os fracassos, os choros e os desesperos, e não somente linhas rabiscadas pela força do tempo.

Nunca conseguiremos entender o porquê de todas as coisas, pois somos seres finitos tentando compreender a infinitude da vida. Mas, o fato é que estamos na vida como ela é, e esta é como uma noite fria com chuvas que vem e vão. Nós estamos na rua, sem guarda-chuva, sem cobertor, tendo que enfrentar o frio que parece congelar a espinha, se animando toda vez que a chuva cessa e tendo que enfrentá-la toda vez que retorna repentinamente. A vida é esse contraste entre o tudo e o nada e nós somos os atores dessa peça sem ensaio, com pouco público e com um fim incerto.

Talvez o ditado “Mar calmo nunca fez bom marinheiro” esteja correto e por isso a vida seja tão dura, talvez seja porque como dizia Rubem Alves – “Ostra feliz não faz pérola”. O que tenho certeza é que, como disse, o tempo não para toda vez que a gente tem que consertar a vida e, assim, faz-se necessário coragem para viver, lembrando Guimarães Rosa, pois apenas desse modo conseguimos fazer da dor o combustível para transformar a pedra no meio do caminho em um impulso para os nossos sonhos, já que por mais dura e seca que esta terra seja, as rosas que nela florescem sempre manterão a minha esperança de encontrar um jardim. By Erick Morais

APRENDA A SE PERDOAR.

 

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Erick Morais sempre me traz grandes reflexões. Leia:

A vida é um processo de perdas e ganhos, o que nem sempre é tão fácil de entender e administrar. Planejamos coisas, sonhamos e a vida trata de nos levar por outros caminhos. Às vezes, nós mesmos saímos daquilo que planejamos por erros que cometemos. Assim, a nossa vida parece ficar sem sentido, sem razão de ser. Ficamos distantes daquilo que nosso coração deseja e nos tornamos estranhos de nós mesmos.

Com o tempo esse estranhamento torna-se permanente, de modo que não conseguimos olhar para o que um dia queríamos da vida. Dessa forma, nos tornamos almas vazias, incapazes de sonhar. Presos aos acontecimentos do passado, não conseguimos manter a chama dos sonhos viva no presente, para que busquemos realizá-los.

É preciso aprender a se perdoar, para que se possa seguir em frente. Ficar preso àquilo em que erramos apenas nos retira o ânimo de que necessitamos para viver. Todos nós erramos, pois não sabemos de tudo e precisamos cair para aprender a levantar. Além disso, como disse, existem coisas que não controlamos, de maneira que não devemos nos martirizar pelos empecilhos impostos pela própria vida.

Deixar de sonhar e de acreditar que os seus sonhos são possíveis de serem alcançados é tão somente anular-se enquanto ser humano e passar a viver o fantasma de uma vida que outrora tinha fé e sabia sorrir e dançar. Não digo fé do ponto de vista religioso, mas a fé que devemos ter em nós mesmos, a qual é essencial para que nos mantenhamos animados e fortes para enfrentar as dificuldades inerentes a qualquer caminhada.

Por mais que queiramos, o passado não pode ser alterado. Sendo assim, ter excesso de passado apenas retira a energia necessária ao presente. Não se deve esquecer o passado, as memórias, pois os nossos erros servem como crescimento emocional e amadurecimento, a fim de que, em novas situações, saibamos como agir.

Ademais, devemos aprender a olhar para o passado e enxergar onde acertamos também. Ninguém apenas acerta, assim como não existe erro perene. O suicídio emocional que fazemos cria uma seletividade, na qual apagamos tudo o que fizemos de bom e nossos acertos.

Por mais que tudo pareça não funcionar e ninguém acredite em nós, precisamos manter o tesão pela vida, por aquilo que há de belo e ser a nossa própria fonte de energia. Parece besteira, mas é muito mais fácil perdoar os outros do que se perdoar e dar um voto de confiança a si próprio. Se erramos, por mais que queiramos, isso não pode ser modificado, portanto, deixe de ser o seu próprio inquisidor e acredite que, mesmo com asas machucadas, ainda pode voar.

A vida nunca será fácil para quem busca realizar os seus sonhos. Sempre haverá dificuldades, obstáculos e pessoas que lhe farão desacreditar de você. No entanto, culpar-se não resolve o problema, bem como pode te levar a depressões distantes das montanhas.

Perdoe-se, dê colorido aos seus sonhos e se mantenha animado. Não se torne apenas um rabisco, pois, com o tempo, este se torna tão fraco que passamos a não enxergá-lo. Acredite em quem é e tenha coragem de arriscar, pois como bem disseram:

“O mundo está nas mãos daqueles que têm coragem de sonhar e de correr o risco de viver os seus sonhos.”

APRENDI A CONVIVER COM OS PESOS DA VIDA, E CONSEGUI SORRIR APESAR DE TODOS ELES.

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De vez em quando… Resgate-se!

Vez ou outra dê-se a oportunidade de resgatar quem você foi, e que deixou de ser porque o tempo passou e muita coisa aconteceu. É muito comum que deixemos para trás algumas coisas pela metade, ou sintamos saudade de quem já fomos. Permita-se voltar a ser a criança sonhadora, indecisa, cismada em fazer planos e ser aquilo que disseram ser impossível.

De vez em quando permita-se sentar à sombra fresca de uma árvore, ou no muro baixo da varanda, ou nos degraus da escada, e pense nas aspirações da sua adolescência. Permita-se ficar e saborear as boas lembranças que você ainda carrega consigo.

Lembre-se de que algum dia você já foi assim: livre, leve e isento das maldades que o mundo insiste em oferecer. Aprendi a conviver com os pesos da vida, e consegui sorrir apesar de todos eles. Você precisa aprender também!

Reassuma o gosto pelo simples, pelo descomplicado, que um dia esteve contigo. Resgate seus desejos escondidos, de viver em paz e satisfeito consigo. Você viverá melhor se assim o fizer.

E sente-se no quintal ou num canteiro da praça e observe as flores, aquelas bem pequenas, que crescem por lá. Elas contêm em si um segredo misterioso: a beleza está nos pequenos detalhes. Veja que nada precisa ser grandioso, cheio de alardeios, para se tornar interessante. Basta que seja natural, o que nasceu para ser, e só. Isso é o bastante.

De vez em quando, pare diante do espelho e contemple-se. Entenda que nada pode tirar de você o encanto, que lhe é próprio e habita o seu interior. Por fora, só se vê uma pontinha da pessoa incrível que você é. Dentro, de onde o espelho nada pode refletir, nem ninguém pode enxergar, existem sentimentos e pensamentos únicos e fascinantes, que te fazem ser uma pessoa exclusiva e essencial.

De vez em quando liste suas qualidades e comprometa-se a mudar apenas se sentir que isso te fará ser uma pessoa melhor. Encare seus medos, aceite o desafio de se superar; vá em frente mesmo que isso te custe toda a sua coragem. Tome para si o significado da expressão “é vida que segue”, se for preciso fazê-lo.

Pense um pouco mais em você, em quem já foi e em quem gostaria de ser no futuro. Inspire-se em todas as coisas que você já aprendeu e pense em quantas experiências maravilhosas você ainda terá a oportunidade de viver, se admitir essa possibilidade.

E não se esqueça de sorrir, nem de sonhar. Nem de resgatar o que você tem de melhor dentro de si, sobretudo quando as coisas ficarem difíceis. Sua felicidade depende disso.

Resgate-se!

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Fonte: https://www.resilienciamag.com/23362-2/ – Foto: Irina Nedyalkova

“A VIDA” … POR BERT HELLINGER

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Profunda reflexão de Bert Hellinger, o alemão que já foi padre, largou o celibato e tornou-se psicoterapeuta e escritor. Atualmente está com 93 anos… além de terapeuta é um pensador e pesquisador magnífico. Leia :

A vida decepciona-o para você parar de viver com ilusões e ver a realidade.
A vida destrói todo o supérfluo até que reste somente o importante.
A vida não te deixa em paz, para que deixe de culpar-se e aceite tudo como “É”.
A vida vai retirar o que você tem, até você parar de reclamar e começar agradecer.
A vida envia pessoas conflitantes para te curar, pra você deixar de olhar para fora e começar a refletir o que você é por dentro.
A vida permite que você caia de novo e de novo, até que você decida aprender a lição.
A vida lhe tira do caminho e lhe apresenta encruzilhadas, até que você pare de querer controlar tudo e flua como um rio.
A vida coloca seus inimigos na estrada, até que você pare de “reagir”.
A vida te assusta e assustará quantas vezes for necessário, até que você perca o medo e recupere sua fé.

A vida tira o seu amor verdadeiro, ele não concede ou permite, até que você pare de tentar comprá-lo.
A vida lhe distância das pessoas que você ama, até entender que não somos esse corpo, mas a alma que ele contém.
A vida ri de você muitas e muitas vezes, até você parar de levar tudo tão a sério e rir de si mesmo.
A vida quebra você em tantas partes quantas forem necessárias para a luz penetrar em ti.
A vida confronta você com rebeldes, até que você pare de tentar controlar.
A vida repete a mesma mensagem, se for preciso com gritos e tapas, até você finalmente ouvir.
A vida envia raios e tempestades, para acordá-lo.
A vida o humilha e por vezes o derrota de novo e de novo até que você decida deixar seu ego morrer.
A vida lhe nega bens e grandeza até que pare de querer bens e grandeza e comece a servir.
A vida corta suas asas e poda suas raízes, até que não precise de asas nem raízes, mas apenas desapareça nas formas e seu ser voe. A vida lhe nega milagres, até que entenda que tudo é um milagre.

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A vida encurta seu tempo, para você se apressar em aprender a viver.
A vida te ridiculariza até você se tornar nada, ninguém, para então tornar-se tudo.
A vida não te dá o que você quer, mas o que você precisa para evoluir.
A vida te machuca e te atormenta até que você solte seus caprichos e birras e aprecie a respiração.
A vida te esconde tesouros até que você aprenda a sair para a vida e buscá-los.
A vida te nega Deus, até você vê-lo em todos e em tudo.
A vida te acorda, te poda, te quebra, te desaponta… Mas creia, isso é para que seu melhor se manifeste… até que só o AMOR permaneça em ti.

Fonte indicada: Pensar Contemporâneo

EU ESCOLHO… SER FELIZ!

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Fabíola Simões me traz mais esta reflexão, leia:

Eu gostaria de acreditar que é possível aprender muita coisa nessa vida sem sofrer. Gostaria de crer que, mesmo sem conhecer as perdas, saberíamos valorizar os ganhos. Porém, infelizmente não é assim. Infelizmente, muita coisa a gente só vai realmente aprender quando a vida nos der uma rasteira. Quando formos frustrados, quando tivermos nossos tapetes puxados, quando nossos sonhos forem confiscados, quando sentirmos dor, quando experimentarmos o sofrimento.

Porém, não precisaria ser assim. Bastaria olhar para o lado e enxergar o que são problemas reais. Bastaria sair de nosso mundinho e perceber o que algumas pessoas enfrentam, as cruzes que carregam, os padecimentos que atravessam. Bastaria haver empatia. Bastaria poupar – a nós mesmos e aqueles que convivem conosco- de nossos pequenos draminhas cotidianos, de nossos ressentimentos e frustrações, de nossas vingancinhas desnecessárias.

Não espere que o tempo lhe dê problemas reais para que você perceba que sofreu tanto por problemas imaginários. Não espere alguém te magoar de verdade para perceber que esteve colecionando pequenos ressentimentos desnecessários. Não espere a infelicidade bater na sua porta para perceber que era feliz e não sabia.

Pare de carregar os pequenos probleminhas do dia a dia numa mala, como se eles fossem importantes. Não são. Pare de criar caso com quem não pensa igual a você, como se você pudesse controlar tudo. Você não pode. Pare de deduzir, de tirar conclusões precipitadas, de tentar decifrar o que vai no coração do outro. O que o outro sente, pensa e deseja, só ele sabe. Batalhe pela felicidade em vez de ficar tentando achar bodes expiatórios para a infelicidade. Não perca o sono por quem te faz mal e desista de reagir à altura de quem te magoa por nada e faz tempestades em copo d’água por problemas imaginários.

Eu escolho tornar a minha vida algo bom. Eu escolho as batalhas que quero travar e me demito dos pequenos desgastes que não levam a nenhum lugar. Eu escolho quem estará nas trincheiras ao meu lado, e me permito selecionar meus afetos. Eu escolho a ousadia de querer ser feliz todos os dias e insisto em deixar o sofrimento para os momentos realmente dolorosos. Eu escolho me comprometer com a coerência, com o discernimento entre o mimimi e o preocupante, com o bom senso de separar dores reais de dores imaginárias. Eu escolho me habitar com serenidade e gentileza, descobrindo que os embates desnecessários são totalmente irrelevantes e descartáveis. E, acima de tudo, eu escolho me afastar de quem se sente confortável em me magoar, pedindo a Deus a valentia de me amar em primeiro lugar.

TORNOU-SE PEDRA, A MENINA QUE UM DIA FOI FLOR…

menina flor “Aos poucos fui tecida concreto, cimento e rocha. Aos poucos tornou-se pedra a menina que um dia foi flor” Fabíola Simões.

Muitas vezes no decorrer de nossas vidas enfrentamos situações muito difíceis…este texto de Fabíola Simões nos traz uma boa reflexão, leia:

Os dias mais marcantes são aqueles em que a gente sai deles um pouco modificados. São os dias que nos lembraremos para sempre, não importa quanto tempo passe. São os dias em que, sem anestesia alguma, somos confrontados com as verdades que nos fazem crescer, e de alguma maneira, enrijecer.

É preciso cuidado para não se blindar demais. Cuidado para não tornar pedra o que um dia foi flor. Cuidado para não deixar de acreditar na poesia, na delicadeza, no amor.

Todos nós passamos por sustos. Por momentos em que a vida nos dá uma rasteira e não sabemos mais em que solo pisamos. A gente se fere, se fecha, se ressente. Mas é preciso força para ser novamente semente. Para transformar pequenas gotas de orvalho em banho de chuva corrente. Para chorar mágoa e renascer flor. Para enxugar o pranto e cicatrizar a dor.

Não é de uma hora para outra que a gente endurece. A dor é cumulativa, e de tanto sentir o chão ruir, vamos nos fechando também.

Aos poucos fui tecida concreto, cimento e rocha. Aos poucos tornou-se pedra a menina que um dia foi flor.

Porém… ninguém é feliz por inteiro quando perde a fé. Quando perde a esperança por dias risonhos e noites dançarinas. Quando não há transpiração nem emoção. Quando falta amor e sobra rancor.

Por isso e para isso existe o tempo. O tempo que sopra as feridas e afofa o solo árido de nossas crenças e emoções. O tempo que restaura a dor e seca o pranto. O tempo que possibilita que volte a ser flor o que um dia foi pedra.

Contrariando o que se esperava dela, a flor rasgou o chão. A flor rompeu a muralha de cimento e buscou a luz. A flor encontrou uma sutura malfeita na rocha e brotou inteira, forte e verdadeira, sob os raios de sol. A flor desafiou as intempéries da jornada e resistiu como alicerce de delicadeza e fortaleza.

Que haja mais motivos para ser flor do que pedra. Que minha alma não endureça a ponto de murchar diante do primeiro obstáculo, nem de perder o viço diante da aridez do terreno. Que não falte brisas de esperança, chuvas torrenciais de harmonia e luz abundante de calmaria.

Os dias mais marcantes são aqueles em que a vida contraria o óbvio. Em que os começos difíceis são massacrados pela força de um final feliz. Em que a brisa suave do pensamento leva embora um furacão de sentimentos. Dias em que a urgência de ser feliz aprende a ser calmaria do encantamento. E tempo em que toda a poesia grita em detrimento de todo barulho que há em mim… by Fabíola Simões.

PORTUGAL, UM BOCADINHO DE BRASIL DENTRO DA EUROPA.

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Atualmente moram mais de 100.000 brasileiros com passaporte português e 85.000 brasileiros com residência legal em Portugal. Com isso, a população brasileira em Portugal é maior que a população portuguesa no Brasil. O país tem grandes chances de se tornar o 27º estado brasileiro” é o que a jornalista Astrid Prange de Oliveira nos diz… Leia:

A história pode ser um pêndulo. Brasil, país colonizado pelos portugueses, está pronto para recolonizar a pátria colonizadora. E isso não é uma notícia ruim, não!

Ao contrário dos portugueses, os brasileiros não chegam com navios e armas, e não procuram ouro. Tampouco querem conquistar novos terrenos. Simplesmente querem construir uma vida nova fora do seu país.

A emigração atual rumo a Portugal é tão visível, que não me parece exagerado dizer que o país tem grandes chances de se tornar o 27º estado brasileiro. Na minha última visita a Portugal, me senti quase como no Brasil. Peço um cafezinho e um pão de queijo na padaria na esquina. Ouço português do Brasil e ando no calçadão feito de pedras portuguesas como se estivesse em Copacabana.

E vejo pessoas do mundo inteiro. Chineses, cabo-verdianos, angolanos, turcos, russos, gregos e sul-africanos. Essa mistura se reflete nas estatísticas do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF). Portugal, que antigamente era um dos países mais pobres da Europa e fez milhares de portugueses emigrarem, inclusive para Alemanha, virou um país de imigração.

Desde 2000, a população estrangeira em Portugal aumenta continuamente. De 200.000 pessoas, ela pulou para 420.000 residentes em 2017. O pico foi em 2009 com mais de 450.000 estrangeiros residentes no país. A partir daí, por causa da crise econômica e do desemprego, muitos imigrantes saíram de Portugal. Mas nos últimos três anos, a migração voltou a subir novamente.

Os brasileiros fazem parte deste desenvolvimento. Entre 1999 e 2010, o numero de residentes brasileiros em Portugal aumentou de 20.000 para quase 120.000 pessoas. A partir de 2011, muitos voltaram para o Brasil, que na época vivia um boom econômico.

Atualmente moram mais de 100.000 brasileiros com passaporte português e 85.000 brasileiros com residência legal em Portugal. Com isso, a população brasileira em Portugal é maior que a população portuguesa no Brasil, que conforme informações do Itamaraty era de 137.937 cidadãos em 2010.

Claro que, nessa estatística, não está incluído o grande número de descendentes de portugueses no Brasil. Segundo o IBGE, cerca de 10% dos brasileiros têm ascendência portuguesa, o que representaria cerca de 20 milhões de luso-brasileiros.

A imigração do século 21 é diferente: é global, individual, financeira e digital. A pátria é longe e ao mesmo tempo perto. E Portugal entendeu isso. Com a nova Lei dos Estrangeiros, a partir de 1 de outubro, a entrada de estudantes, empreendedores e trabalhadores qualificados ficou mais fácil.

Com isso, o Brasil ficou mais perto de Portugal. Será que agora Portugal vira o “melting pot” que o Brasil sempre foi? Será que poderia até se transformar num “melting pot” político onde inimizades políticas podem ser superadas?

Para aqueles brasileiros que, por exemplo, reclamam da falta de segurança, de repente seria interessante saber que Portugal é um país pioneiro no combate às drogas. Desde a descriminalização do uso, em 2001, caiu o nível de criminalidade, e também o número de dependentes que morrem por causa do uso de drogas.

Para aqueles que sofreram com a derrota do PT nas eleições, talvez seja um alívio saber que o atual governo português, composto por uma coalizão de esquerda, é bastante popular. O primeiro-ministro António Costa, do partido socialista PS, conseguiu um balanço entre politicas sociais e programas de ajuste que a Comissão Europeia exige.

Pode ser um pequeno consolo que a crise politica e econômica no Brasil tenha levado o país um pouco mais para perto da Europa. Mesmo que o Brasil não vá fazer parte da Comunidade Europeia, muitos brasileiros naturalizados portugueses o fazem. Mesmo que Portugal não se torne o 27º estado brasileiro, é um pedaço de Brasil dentro da Europa. Que bom que passou o tempo em que emigrar era uma decisão definitiva.

Fonte: Astrid Prange de Oliveira foi para o Rio de Janeiro solteira. De lá, escreveu por oito anos para o diário taz de Berlim e outros jornais e rádios. Voltou à Alemanha com uma família carioca e, por isso, considera o Rio sua segunda casa. Hoje ela escreve sobre o Brasil e a América Latina para a Deutsche Welle. Siga a jornalista no Twitter @aposylt e no astridprange.de.

UMA VEZ POR ANO, VÁ A UM LUGAR ONDE NUNCA ESTEVE…

5-Viagem

“Para viajar basta existir”. Fernando Pessoa

Sempre necessitei conhecer o mundo além dos livros, além dos mapas… ver cada parte do mundo com meus próprios olhos. Tenho sede de conhecer tudo! Eu preciso ir, sentir e tocar tudo. Confesso que tudo ficou mais fácil depois me aposentei.

Mas uma coisa é certa: não adianta comprar uma passagem, arrumar as malas, desembarcar em outro país e querer que tudo seja e funcione exatamente da forma de onde vivemos. Vai muita além disso, você tem que estar aberto a experimentar novas coisas… são novas culturas … tudo é diferente…  temos que exercitar a tolerância. São estas novas experiências, novas vivencias – boas ou ruins. é claro rsrssrs – que me transformam e me fazem crescer, amadurecer e (re)viver intensamente. Penso como Dalai Lama que “uma vez por ano, vá a um lugar onde nunca esteve”.

Viajar, é mais que sair do lugar, pegar um meio de transporte, arrumar malas ou fazer city tour.

Viajar é sonhar, imaginar, vivenciar culturas e estilos de vida diferentes do nosso. É sair da zona de conforto e se aventurar.

Ultimamente tenho pensando muito sobre viagens para pessoas acima dos 50 anos. Como achar um destino que satisfaça esse público; fico pensando se eu iria, como eu me comportaria, se seria agradável. Comecei a pesquisar sobre isso e cheguei à conclusão que não existe um destino direcionado para uma faixa etária especifica. Claro que algumas atividades ou passeios são mais propícios para pessoas com determinados perfis, mas nada é impossível.

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Li reportagens de pessoas próximas dos 60 anos que só viajam sozinhas; outras que gostam de grandes aventuras sem saber ao certo aonde estão indo; outras já preferem tudo minuciosamente organizado com antecedência e há as que gostam de grupos, excursões, e de estar sempre acompanhado por algum guia ou acompanhante.

Tudo que planejamos com antecedência pode se tornar algo mais prazeroso, não ter tanto contratempo de última hora, não perder tempo negociando um serviço local, ou procurando uma pousada, e assim estar indo realmente para curtir uma viagem. Mas nada impede que você possa, uma vez ou outra se aventurar um pouco. Não programar todos os dias de sua viagem, deixar que as oportunidades apareçam, e elas podem ser gratas surpresas.

Para os que preferem comodidade, a organização prévia é o lema. Assim tudo já estará programado e esperando a sua chegada.

Mas, o mais importante em uma viagem é estar aberto a novas experiências, coração aberto, sorriso no rosto e gostinho de curiosidade, já dizia uma de minhas músicas preferidas “Tudo é questão de manter: a mente esperta, a espinha ereta e o coração tranquilo.”. Viajar pensando nos problemas que deixou em casa, ou não se abrir ao novo, realmente faz com que sua viagem fique restrita.

É uma delícia sair andando por uma cidade que a gente não conhece, sentar a qualquer hora em um café, conversar com os moradores, perceber na simplicidade do dia a dia, a cultura local. Eu sou uma viajante assim, gosto de curtir feiras livres, cafés, supermercados dos destinos que vou conhecer. É claro que temos também que guardar tempo e disposição para conhecer os pontos turísticos, desvendar a história da cidade, mas as pequenas descobertas são as mais prazerosas.

Outra dica, é a leitura antecipada sobre o local a ser visitado, principalmente se você tiver poucos dias de viagem, assim você já tem uma visão do que gostaria ou não de conhecer, os blogs de viagens são uma boa opção pois são relatos reais de viajantes com dicas preciosas que ajudam a não cair em ciladas. E, apesar de todas as mil novas tecnologias disponíveis no mercado, o velho e bom mapa da cidade é um item indispensável.

Por fim, desejo a vocês que viajem cada vez mais, pois como diz o poeta Mario Quintana “Viajar é trocar a roupa da alma…”. Eu concordo, e você?

 

Fonte: http://www.senhorasesenhores.com/uma-vez-por-ano-va-a-um-lugar-onde-voce-nunca-esteve-dalai-lama/