Pessoas maduras – o oceano azul da rede social

“Qual seria a sua idade se você não soubesse quantos anos você tem?“   Confúcio

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Hoje todo mundo está na rede! O Brasil é um dos países mais importantes nas redes sociais tanto em penetração, quantidade de amigos como tempo de uso.

Quando conversamos sobre as estratégias online a maioria diz que o foco é o jovem, a famosa geração Y, mas que apesar deles serem ditadores de tendência focar no jovem como todo mundo está fazendo na verdade é um grande complicador de estratégia, pois como já dizia o livro Blue Ocean (W. Chan Kim e Renee Mauborgne) a melhor estratégia é sempre ir onde ninguém está olhando, não aonde todos vão.

As pessoas mais maduras também estão na rede e com uma presença muito significativa, além de terem um enorme poder de compra. Entretanto eles usam a rede de modo diferente e entende-los e saber falar direito com este público é um divisor de águas para uma comunicação efetiva.

A grande diferença é que este público não foi criado no meio online. As pessoas mais maduras seguem as éticas e comportamentos do mundo off-line (fora da rede) até quando estão na rede. Seguem abaixo as principais diferenças entre os públicos:

Alcance: para as pessoas maduras o alcance da internet não é enxergado do mesmo modo que para o jovem. Com isso, elogios aos filhos e netos que são tão comuns na vida cotidiana passam a ser também na rede.

As pessoas mais maduras devido a sua vivência aprenderam que elogios são sempre bem aceitos, então por que não fazer o mesmo na rede? A diferença é que eles têm dificuldade de enxergar o alcance da mensagem e a mensagem que antes era fofa tem o poder até de alterar a imagem de alguém na rede, obviamente só em casos extremos. Mas espere ser chamado de chuchu, gorducho ou lindo da vó para ver o que acontece.

Reciprocidade: outra grande diferença é no comportamento nas respostas. As pessoas mais maduras sempre foram treinadas a responder sempre que falam com elas ou até mesmo quando uma informação chega até elas.

Com isso, têm dificuldade de lidar com o lado unilateral da internet. Onde certas ações não necessariamente precisam de respostas. Por exemplo, o usuário não tem que responder a todas às mensagens de parabéns que recebem, na maioria dos casos somente “curtir” já é suficiente e você pode até não responder, o que não é considerado falta de educação.

Mas para este consumidor onde responder sempre foi à regra, este novo paradigma da internet fica bem mais complicado de entender. É estranho você receber uma mensagem e não responder e pior: é estranho ver algo que a pessoa postou e não comentar em cima.

Por conta disso, este público tem um nível de interação por amigo maior que os jovens.

Amizade: o outro ponto é sobre a quantidade de amigos, a definição de colega e amigo é bem diferente entre as idades. Os jovens que nasceram em mídias sociais têm muito mais facilidade de manter uma proximidade com um numero maior de amigos e colegas, mesmo pessoas que eles perdem contato continuam na lista de amigos e podem até trocar informações.

As pessoas mais maduras têm uma valorização de amizade bem diferente, em sua vida tiveram que fazer muito mais esforço para conquistar e manter as amizades, mais ligações, reuniões e etc.

Com isso, eles tendem a valorizar muito mais os amigos que têm e passam a ter uma dificuldade maior com a ideia de colocar no mesmo “bolo” os amigos dos colegas. Sendo assim, este consumidor tem uma quantidade de amigos muito menor que os jovens, mas o nível de interação com cada um deles é muito maior.

Como conclusão: as marcas e as pessoas têm que entender que o meio digital é universal, mas o modo de comunicação com cada público não é, é preciso aprender a se comunicar de modo diferente com cada categoria para ter uma ação mais otimizada.

Fonte: FW – Petitebox – http://www.terceiraidadeconectada.com/2015_02_01_archive.html

5 benefícios que os pets trazem para os idosos

“Você precisa ser a mudança que gostaria de ver no mundo”    Mahatma Gandhi

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O contato diário de idosos com pets é uma ótima alternativa
para manter a saúde do corpo e da alma

Os animais de estimação são responsáveis por boa parte das nossas lembranças boas. Para quem sofre de mal de Alzheimer ou outras doenças relacionadas à memória, os bichinhos podem trazer ótimos benefícios.

Rita Altman, em coluna do jornal Huffington Post, conta que muitas casas de idosos integram animais na rotina diária de seus moradores, visando prover um dia a dia mais agradável.

Ela relata a história de uma mulher que, aos 50 anos, foi diagnosticada precocemente com a doença e, ao dar entrada em uma casa de recuperação para cuidar se cuidar se mostrou extremamente reticente ao se relacionar com outras pessoas.

O comportamento mudou de figura quando um cachorro foi introduzido na rotina. Ela passou a ser mais prestativa e parecia ter encontrado o verdadeiro propósito de sua vida. Sendo assim, Rita lista cinco benefícios que estes bichinhos podem trazer à saúde de pessoas na melhor idade. Acompanhe.

Eles são uma ótima companhia
Os idosos precisam de segurança, afeto e contato sensorial, o que pode ser perfeitamente atendido quando se segura, se acaricia ou se alimenta um animal de estimação.

Especialistas indicam que os bichinhos também podem diminuir a solidão, ajudar a reduzir o estresse e motivar a prática de exercícios ou brincadeiras – o que não só representam benefícios ao corpo, como ao espírito também. A partir de sua companhia e afeto incondicional, eles podem ser uma ótima fonte de conforto e segurança para as pessoas idosas.

Eles aumentam a interação social
De um modo geral, as pessoas respondem visualmente e verbalmente melhor a alguém que caminha pela vizinhança com um bichinho de estimação. Cachorros e gatos instantaneamente “quebram o gelo” entre duas pessoas, e despertam a interação. Sendo assim, eles motivam a comunicação, o que é bom para a saúde emocional e cognitiva. Muitas pessoas gostam de contar histórias sobre os seus pets, então, eles também acabam servindo como um ponto de partida em um diálogo com amigos, visitas ou familiares.

Eles possuem um “efeito calmante”
Os animais de estimação oferecem conforto e baixam o nível de ansiedade. Brincar com eles pode aumentar os níveis de serotonina e dopamina, que estimulam o relaxamento. De acordo com uma pesquisa, os pets também causam um efeito calmante em idosos com pouca memória que exibem comportamento agressivo ou agitado.

Eles proporcionam significado e propósito
Pessoas com mal de Alzheimer ou outros tipos de perda de memória têm as mesmas necessidades que todos os outros seres humanos. Muitos deles se sentem muito satisfeitos em interagir com os animais, em cuidar deles e alimentá-los. Isso dá a eles um novo senso de identidade e propósito.

Eles fazem com que o ambiente fique caseiro
Especialmente em casas de repouso para idosos, os animais têm o poder de criar uma atmosfera caseira ao ambiente. Sendo assim, mesmo que um idoso não tenha condições de criar um pet, é interessante buscar oportunidades para gastar um tempinho com animais: às vezes, um cachorro ou um gato pode trazer o conforto que nem mesmo um humano pode oferecer.

fonte:http://saude.terra.com.br/noticias/0,,OI5584985-EI16557,00-Confira+beneficios+que+os+pets+trazem+a+saude+do+idoso.html#tarticle

FILTRO SOLAR! (SUNSCREEN) .

“A vida é demasiado curta para nos permitir interessar-nos por todas as coisas, mas é bom que nos interessemos por tantas quantas forem necessárias para preencher os nossos dias” .  Bertrand Russell.

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Tem um vídeo que me toca muito… “todas” as vezes em que eu assisto… Descubro um mundo melhor!

Continua a me inspirar sempre… trazendo novas reflexões mais profundas… com recordações de momentos vividos… muito deles inesquecíveis…. Então, vai dando uma saudades… Também vai renovando as minhas esperanças no futuro… Mexe muito com todas as minhas emoções… Sempre é bom reviver!

Além de tudo, traz um otimismo em relação ao que vivemos e ainda vamos viver… me deixando com a sensação de que vivi intensamente cada período da minha vida…. e que estou de bem com a vida!  

Sugiro que você assista  ao vídeo …    “Filtro Solar (Sunscreen) – Legendado”

É importante saber que a origem desse texto remete ao jornal americano Chicago Tribune, em uma crônica de autoria da colunista Mary Schmich, publicada em 1º de junho de 1997 e originalmente entitulada “Advice, like youth, probably just wasted on the young” [Conselhos, assim como juventude, provavelmente desperdiçados pelos jovens].

Espero que vocês gostem.

COMO TUDO COMEÇOU…

“Nunca é cedo ou tarde demais…”.  Titãs.

Uma maneira que encontrei para tentar superar o medo do envelhecimento foi enfrenta-lo, fazendo inicialmente uma “reavaliação do meu passado”. Parei e comecei a refletir melhor sobre como tinha sido a minha vida: Quais foram as minhas escolhas de um modo geral? Como andava minha autoestima?

Então tive necessidade de imaginar como seria o meu futuro, visualizando um “ensaio para o futuro”, como sugere Fonda e Mario Sergio Cortella, refleti sobre questões como: Quem eu desejava ser? “Qual é a minha obra? Qual é meu “Projeto de Vida”? “Que arrependimentos precisaria encarar? Que expectativas seriam realistas em relação a minha condição física e que parte do envelhecimento seria negociável? O que eu teria que fazer para intervir em meu próprio interesse?”

Enfim me autoconhecendo, saberia realmente quem eu fui, e me questionando pra onde eu queria ir…  Agora, eu poderia descobrir pra que viver… e poderia agir aproveitando bem melhor este “terceiro ato” da minha vida. Aproveitando toda a minha sabedoria, os meus conhecimentos acumulados ao longo desses anos através das experiências vividas, é que me fazem ir à busca de novas atitudes que me façam viver plenamente… isso tornou-se então minha meta de vida!

Quero sim continuar crescendo, buscando novas alternativas e principalmente repensar sobre algumas questões… Assim posso intervir realizando as mudanças necessárias para que eu possa viver plenamente em todos os aspectos… com muito mais qualidade e por muitos anos ainda.

Conforme escreve Jane Fonda com a nova expectativa de vida ganhamos um acréscimo de “tempo” e que isso… representa, portanto uma “segunda vida adulta madura totalmente nova e a decisão de enfrenta-la ou não muda tudo, inclusive o significado do ser humano”. Decidi enfrentar!

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Comecei pesquisando e me aprofundando melhor sobre o assunto “envelhecer bem” e logo quis saber como pensam e vivem as pessoas que estão bem com mais de 90 anos, qual eram os seus segredos? Sei que neste período nossa saúde fica mais debilitada, somos mais frágeis… e que muitas vezes vai além do nosso compreender e do nosso querer, mas podemos  e devemos nos empenhar para conserva-la e melhorar cada vez mais.

O otimismo, o bom humor e também a maneira de encarar a vida principalmente nos momentos mais difíceis da vida é que são os grande diferenciais deles. Isso me fez recordar da vovó Mariquinha com quase 90 anos que não gostava mais de se olhar no espelho, pois não se reconhecia… ela não era aquela velha que estava refletida ali. “Sentia-se cheia de vigor e aquela imagem há assustava”.

Acredito que com conhecimento e intencionalidade, podemos manter ou mudar muitas das nossas atitudes. Podemos sim e devemos fazer mudanças em tudo o que for necessário e estiver ao nosso alcance para melhorar cada vez a mais nossa qualidade de vida.

“Escolher assumir o comando e buscar o conhecimento de que precisava para tomar decisões conscientes a respeito das diversas áreas da minha vida que passariam por mudanças” foi à escolha de Jane Fonda e me inspiram muito nesta etapa da vida. Temos que deixar de pensar que envelhecer é ruim, mas pensar que estamos “compondo uma nova vida: a idade da sabedoria ativa”, como escreve a antropóloga Mary Catherine Bateson.

Mostra que nossa vida que estava antes segregada em silos específicos a certas faixas etárias (primeiro, aprendizagem – segundo, produzimos e no ultimo e gasto com lazer) muda atualmente. Propõe que esses silos se integrem… e que pensemos no aprendizado e no trabalho como desafios que se estendem e se modificam ao longo de toda a vida. Assim não terminamos quando nos aposentamos… agora temos outros propósitos. Enxergaríamos que todos estes silos hoje seriam entrelaçados ao lazer e a educação… vivendo, produzindo e aprendendo sempre! Isso nos traz uma “sensação fortalecedora de sermos produtivo”… diz que “visto dessa forma, a longevidade se torna uma sinfonia com ecos de diferentes épocas que se repetem, com leves modificações, assim como na música, no decorrer do ciclo da vida”. Temos limitações sim, mas com muita sabedoria podemos atingir no terceiro ato o ápice da nossa existência.

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Assim com maturidade e naturalidade estou encarando a chegada do meu “terceiro ato”, ou seja, entrando na minha velhice… com positividade e alegria, querendo viver plenamente e feliz! Afinal não é para todos chegar nesta altura da vida com tanta disposição a em plena atividade, não é mesmo?

Conquistamos muitas coisas até agora e ainda temos muito que fazer, portanto mãos a obra. Sentir-se produtiva, ajudar aos outros num serviço voluntário… trazem uma sensação imensa de bem estar.

A importância do autoconhecimento vai fazer entender e trabalhar melhor com as nossas emoções e vão nos ajudar a resolver muitas coisas. É um bom ponto de partida também. Como sempre, temos que ir atrás de tudo que deixamos para traz, ou que ainda falta realizar… e resolver. Não dá pra esperar mais ou deixar algo pendente, o que exige de nós muita coragem, determinação e um começar! Esta na hora dos acertos com a vida!

Prestar mais atenção e em nós mesmos, repensar sobre nossos hábitos e atitudes que nos são prejudiciais e se esforçar para mudar, começam aqui! Melhorar sim nossos hábitos alimentares… e os cuidados com a saúde… se não começaram antes tem que ser feitas já.  Não quero nunca ser daquelas pessoas que chegam ao final da vida e sentem que perderam tanta coisa e que se tivessem mais tempo fariam muitas coisas diferentes… e que se… Não! Quero fazer tudo aqui e agora… de corpo e alma! Vamos à revolução.

Pra mim assim como para Fonda “meu futuro é agora mesmo, hoje, neste exato minuto… O terceiro Ato vem exatamente da sensação de ter um objetivo e do fato de se engajar ativamente na vida… realizar alguma coisa pela qual temos paixão”… Começo refletindo sobre o que posso fazer de diferente, vou fazer agora!

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Amar sim, mas “demostrar” este amor… ou seja, me expressar ainda é um pouco mais difícil pra mim. Somos mais generosos agora e podemos ser mais voluntários… Dividir, cooperar e agradecer proporciona uma longevidade mais feliz!

Também tenho que me preparar melhor financeiramente para esta etapa da vida…  estou sim planejando meu futuro e como eu quero que ele seja. Busco transformar este período do ápice da minha vida em algo especial… o melhor dos tempos da minha vida!

Hoje a meu ver temos vários aliados… a nossa vivência, a maturidade, a paciência e a determinação. Nesta fase da vida ganhamos força, valentia e confiança… Sabemos exatamente o que queremos e o que não para nós… sem tempo para coisas pequenas e que não me levam a nada! Quero sentir-me leve e realizada, viver intensamente esse meu “melhor momento”.

Temos uma maior percepção sobre as coisas… enxergamos além do que nossos olhos podem ver… entendemos mais do que ouvimos e vemos… sim somos capazes de compreender muitas coisas que quando mais jovens não tínhamos tempo nem condições de perceber…

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No Terceiro ato podemos aproveitar tudo o que aprendemos ao longo da vida e o que ainda vamos querer aprender… e intervir em nosso próprio interesse, para conquistar uma  melhor qualidade de vida e com produtividade… Tomar decisões conscientes e o que é melhor, podemos dividir pacientemente com as outras pessoas que como nós… também estão interessadas em melhorar a sua qualidade de vida.

Convido você a realizar esta jornada comigo! Venham…

Buscando caminhos  

“É preciso ter esperança, mas esperança do verbo esperançar”.  Paulo Freire

 Começo fazendo uma busca de mim, minha essência… rumo ao meu autoconhecimento!

envelhecimento-saudavel-mundo-positivoLongevidade: Espera-se que, em 2030, expectativa de vida das mulheres seja de 85,3 anos     (Thinkstock/Thinkstock).

Desacelerando e aprofundando!

Acho interessante a forma como Jane Fonda concebe “a sinfonia da vida em três atos ou três fases principais de crescimento: o I Ato compreende as três primeiras décadas; o II Ato, as três décadas intermediárias e o III Ato as três décadas finais (ou quantos anos a pessoa tiver)”.

Sugiro que assistam a esse vídeo:

Jane Fonda mostra que está ótima nesta fase da vida e defende que muitas pessoas da sua idade se sentem assim. Explica que “de um lado, meu exterior está em queda. No outro, estou em ascensão: mais inteligente, sábia, feliz, politizada, ciente do que ocorre no mundo. Mais ainda do que quando era jovem e estava no topo. Ninguém é numero um para sempre”. Produziu vídeos de ginastica e defende a pratica de atividade física na terceira idade… “é bom para o corpo, às articulações, o coração e até para não encolher o cérebro”, afirma.

Nunca é tarde demais, nunca é tarde para começar de novo, nunca é tarde para ser feliz… então mãos á obra.