MORAR FORA DO BRASIL: 10 DICAS PARA SE ADAPTAR A UMA NOVA CULTURA.

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“Temos de nos tornar na mudança que queremos ver”. Mahatma Gandhi.

Como tenho contado para vocês estou um período (3 meses) em Londres auxiliando meu filho e sua família que estão se mudando para cá. Não conhecia o País e estou encantada com o que estou vendo aqui. Sim, voltarei muitas vezes para cá.

Pra começar a “gentileza” das pessoas e o “respeito ás diferenças” são bem fortes aqui… fazia tempo que não me sentia tão bem acolhida num lugar. Londres é  uma cidade multicultural onde todos convivem bem. Por morar na cidade de  São Paulo onde todos parecem correr muito de um lado para o outro…  as pessoas com pressa pararam de se olharem… de se cumprimentarem, perderam assim um parte muito importante no seu dia a dia, raramente isto acontece conosco tirando nossos amigos e familiares. O “outro” parece não existir mesmo dentro do elevador.

Outra coisa que merece destaque é sem dúvida a “segurança”…  que não temos e estamos perdendo cada vez mais e o pior parece que estamos nos acostumamos com os cuidados que temos que tomar e simplesmente aceitando… se conformando ou então mudando de País.  Me pergunto constantemente: quando é que os governantes vão pensar em nos dar a liberdade de ir e vir com segurança em nosso País? E melhorar a nossa Educação, Saúde, Economia…? É tão bom poder andar livremente pela cidade, pelos bairros a qualquer hora do dia e da noite… com seu celular, acessórios, bolsa e carteira… sem correr o risco de voltar para casa sem elas.

Também gostaria de dizer que é possível utilizar os “meios de transportes públicos” aqui com muita facilidade. Vamos para todos os lugares, utilizando diversos tipos de transportes com conforto e rapidez. Muita informação e acessibilidade o que ajuda a todos.

Durante toda minha vida assisti perplexa o que estamos perdendo a cada dia e mais… mais… temos acumulado perdas grandes nas ultimas décadas. Por isso entendo perfeitamente que mais pessoas pensem em morar fora do Brasil.

Leiam o que Érico Maia, do blog eLondres (o portal já existe há 13 anos, então tem bastante coisa legal, visite), que me encanta e sempre tem excelentes dicas (como estas) pra ajudar tanto quem vai para Londres a passeio como para morar, vale a pena conhecer o que ele diz. Estas 10 dicas estão originalmente no link, leiam: https://www.elondres.com/morar-fora-do-brasil-10-dicas-para-se-adaptar-a-uma-nova-cultura/.

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“A decisão de morar fora do Brasil é sempre cercada de muitas expectativas sobre o novo país de destino: a cultura, as pessoas e até o ritmo de vida diferentes causam dúvidas e uma certa ansiedade. O período de adaptação nem sempre é fácil — afinal, você estará longe da sua família e amigos, em um lugar novo e desconhecido, provavelmente sem conhecer ninguém.

Para que você consiga vivenciar esse momento com a cabeça mais tranquila, hoje compartilho estas 10 dicas (de Érico), que vão te ajudar a driblar a solidão e se adaptar a uma nova cultura! Vamos lá?

PREPARE-SE PARA O CHOQUE CULTURAL

Ao se mudar de país, tudo parece diferente e pouco familiar. É preciso conhecer novos hábitos alimentares, adaptar-se a um clima diferente, familiarizar-se com uma segunda língua e assimilar os valores e costumes desse novo país. Cada um passa por esse choque de uma forma e isso está relacionado com as expectativas e com o conhecimento de cada um sobre o país de destino.

Para lidar com essa etapa, é importante pesquisar bastante sobre o lugar para onde você quer se mudar para identificar as diferenças e similaridades em relação ao seu país, além de se familiarizar com as práticas dessa nova cultura. Estar aberto à diversidade e ao aprendizado é essencial para minimizar os possíveis efeitos negativos do choque cultural — que, para algumas pessoas, incluem a depressão e o stress.

CONHEÇA A LÍNGUA

Ter conhecimento de uma língua estrangeira no Brasil não é garantia de que você não terá dificuldades em se adaptar a uma nova cultura. Elementos como o sotaque, as gírias e até mesmo o nome de alguns objetos comuns podem ser difíceis de assimilar em um primeiro momento.

Quando você não se lembrar de alguma coisa, tente explicar com outras palavras e não se frustre: se até na sua língua nativa você pode se esquecer de uma ou outra palavra, é natural que isso ocorra morando fora.

ABRA A SUA CABEÇA

Não é fácil estar inserido em um país no qual os valores, os costumes e a cultura são completamente diferentes dos seus. Por isso, uma das estratégias para se adaptar com mais facilidade é estar com a cabeça aberta para experimentar novas coisas e tentar assimilar esses novos costumes.

Antes de rejeitar um novo alimento ou determinado hábito, faça uma tentativa bem-intencionada de se adaptar. Quem sabe você não vai acabar se surpreendendo?

EVITE COMPARAÇÕES

O grande desafio para se adaptar a uma nova cultura é aprender a conviver com as diferenças. A melhor forma de fazer isso é manter uma atitude positiva e aberta em relação às novidades.

Evite comparar hábitos, costumes e alimentos diferentes do que você está acostumado. Ser diferente não significa ser pior. Fuja das comparações entre o Brasil e o seu país de destino e encare as novidades com entusiasmo e boa vontade.

SEJA SOCIÁVEL

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Um dos fatores que mais ajudam a acelerar a adaptação de quem vai morar fora do país é conhecer novas pessoas. Procure fazer novas amizades e ser sociável com as pessoas com quem você trabalha ou estuda e não tenha vergonha de convidar para um café ou um happy hour. Uma vida social ativa é uma boa maneira de amenizar a saudade dos amigos e familiares que ficaram no Brasil.

BUSQUE AFINIDADES

Uma ótima maneira de fazer amizades no início é encontrar pessoas que estejam em uma situação semelhante à sua — ou seja, outros imigrantes ou intercambistas. Independentemente do fato de que essas pessoas também vêm de outros países e culturas, vocês terão algo em comum: estão tentando se adaptar à vida em um novo país, longe da família e dos amigos.

Em geral, outros imigrantes serão mais abertos e dispostos a criar laços sociais, uma vez que estão passando pela mesma situação e também estão buscando companhia.

MANTENHA CONTATO COM O BRASIL

Os primeiros meses fora de casa são muito difíceis para qualquer um. Afinal, ainda não deu tempo de fazer novas amizades e é muito normal sentir saudades de casa. Para minimizar esse trauma, planeje-se para manter contato regular com sua família e amigos no Brasil.

Eles te darão suporte emocional para passar por este momento de solidão e te ajudarão a se lembrar do por quê de você ter decidido viajar. Pode parecer uma dica boba, mas contar com o suporte dos seus amigos e familiares é um fator extremamente importante para a sua adaptação em outro país. A internet (wiFi) ajudará muito e tem sempre gratís em alguns cafés ou lugares próximos de você… descubra.

CONHEÇA AS PAIXÕES NACIONAIS

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Outra maneira de integrar-se a uma nova cultura é ter interesse pelas “paixões nacionais” e valorizar esse aspecto da cultura local. Se você foi morar em um lugar em que o basquete ou o rugby são esportes populares, vá a um jogo ou tente conhecer melhor as regras para poder participar das conversas sobre o tema.

O mesmo vale para qualquer outro esporte: nem todos os países valorizam o futebol como o Brasil e, para se adaptar, a dica é tentar se interessar por aquilo que as pessoas ao seu redor gostam. Assim, você terá mais assunto para conversar e mais facilidade para fazer amizades.

SEJA OBSERVADOR

Para não cometer gafes, observe como as pessoas se comportam ao seu redor, a maneira como elas cumprimentam umas às outras e as dinâmicas das relações sociais. O povo brasileiro é muito aberto e receptivo, mas nem todas as culturas são assim.

Cumprimentar com beijos ou abraços, que são formas perfeitamente normais de conhecer alguém no Brasil, pode ser mal interpretado em países em que as pessoas são mais reservadas. Observar como as pessoas se comportam é um bom atalho para entender melhor as dinâmicas sociais de cada lugar.

ACOMPANHE AS NOTÍCIAS

Saber o que está acontecendo e quais são os fatos importantes também é uma boa dica para se integrar à cultura e ao dia-a-dia de um novo país. Além de ser uma maneira de ter assuntos interessantes para conversar com as pessoas e criar laços sociais, acompanhar as notícias também é uma forma de despertar o seu interesse pelo que acontece no país.

Com essas dicas, a sua adaptação a uma nova cultura deve ser mais rápida e tranquila. Nos momentos difíceis, lembre-se dos motivos que o levaram a mudar-se do Brasil e siga em frente para atingir os seus objetivos. Pesquisar sobre o seu destino é sempre bom para começar a se inteirar sobre a cultura local.”

Curtiu estas dicas de Érico? A meu ver descreve de forma leve e objetiva o que podemos fazer e levar em consideração por lá.

Se o seu objetivo é morar (ou passear) em Londres, então confira no Blog elondres outras dicas essenciais para adaptar-se à cultura inglesa.

https://www.elondres.com/morar-fora-do-brasil-10-dicas-para-se-adaptar-a-uma-nova-cultura/

PROCURA-SE COMPANHIA… PARA SAIR DE VEZ EM QUANDO!

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“Viver é enfrentar desafios! Ousar é enfrentar: Esse é o caminho.”. Bia Perez.

Esta crônica de Déa Januzzi soa como um grito de liberdade de todas nós, mulheres modernas. Aprecio o seu espírito livre e revolucionário. Foi publicada originalmente pelo jornal Estado de Minas, com o título de “Correio Sentimental… Leiam:

Mulheres sem paciência para relacionamentos sérios e longos procuram uma companhia para sair de vez em quando, que goste de comida japonesa, incluindo os shashimis, que tome vinho e se embriague numa taça de cristal, dessas enormes, com profundidade suficiente para mergulhar os pensamentos. Ou que queira experimentar um suco verde da culinária viva de vez em quando, para desintoxicar os lugares mais secretos. Nem vegetariano radical nem carnívoro em excesso.

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Procura-se uma companhia que tome vinho e se embriague numa taça de cristal

Procura-se um homem que goste de acupuntura e de massagem. E não tenha preconceito contra a meditação com todos os nomes de Deus.

Um companheiro que continue a morar na própria casa e ela também na dela.

Procura-se um homem que goste de flores, mas também se esqueça de que elas existem por dias até que elas chamem a sua atenção porque precisam de seus cuidados para não murchar de vez.

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Não precisa ser bem-sucedido financeiramente nem profissionalmente, mas que saiba rir e não precise ficar mostrando que está em forma, que clareou os dentes, que frequenta uma academia e que vai à podóloga.

Um companheiro normal, com seus defeitos para compartilhar com os dela. E os vícios também, porque ela tem muitos. E ele sempre se lembre que provedor hoje é o da internet.

Procura-se um homem que saiba expressar emoção, que declare sentimentos, faça poesia, ou seja, até um poeta suicida, desses que dão murros na parede até sangrar e sair uma rima perfeita.

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Pode ser um artista sem palco, um músico sem instrumento, mas que saiba tocar a alma e não se esqueça nunca de que foi jovem um dia. Um companheiro que não fique o tempo todo vestido com a armadura enferrujada do herói ultrapassado.

Um companheiro que goste de música, de cinema e também de não fazer nada, de ficar em casa quando todo mundo vai para a rua. Alguém capaz de entender o significado da palavra simplicidade, que goste de andar descalço e de vento nos cabelos, mesmo que já embranquecidos, que não precise de plásticas no corpo nem no espírito, que saiba envelhecer e goste de cada nova etapa da vida.Collage of an elderly couple sharing good moments together on a

No meu correio sentimental só cabem homens que saibam ser pais afetivos e não apenas biológicos, que adotem os filhos mesmo que sejam deles mesmos.

Homens que voem mesmo que não tenham asas e que não precisem mostrar a força, mas enxerguem o tênue fio que pode se partir a qualquer momento, mas que deixe uma luz pelo caminho.

Gostaram?

http://www.50emais.com.br/cultura/procura-se-companhia-para-sair-de-vez-em-quando/

MORRE LENTAMENTE QUEM…

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“Escolhi viver a vida intensamente deixando que o destino faça o resto…” Aline M. Medeiros

Sempre penso que a vida é realmente bela… cheia de desafios… e muito curta!

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Não tenho medo de morrer… tenho pena é de não viver! Quero falar de vida! Viver a vida… intensamente vivida!  Nunca quero dizer “se eu tivesse”… Nunca mesmo!!!! Veja o que Martha Medeiros nos diz:

Morre lentamente quem não viaja, quem não lê,
quem não ouve música,
quem não encontra graça em si mesmo.

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Morre lentamente quem destrói o seu amor-próprio,
quem não se deixa ajudar.

Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito,
repetindo todos os dias os mesmos trajetos,
quem não muda de marca, não se arrisca a vestir uma nova cor
ou não conversa com quem não conhece.

Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru.

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Morre lentamente quem evita uma paixão,
quem prefere o negro sobre o branco
e os pontos sobre os “is” em detrimento de um redemoinho de emoções
justamente as que resgatam o brilho dos olhos,
sorrisos dos bocejos, corações aos tropeços e sentimentos.

Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz,
quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho,
quem não se permite pelo menos uma vez na vida fugir dos conselhos sensatos.

Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da sua má sorte ou da chuva incessante.

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Morre lentamente quem abandona um projeto antes de iniciá-lo,

não pergunta sobre um assunto que desconhece
ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.

Morre lentamente…

SONHOS: O QUE VOCÊ QUER SER QUANDO CRESCER? COMO QUER ENVELHECER?

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“Tudo é loucura ou sonho no começo. Nada do que o homem fez no mundo teve inicio de outra maneira, mas já tantos sonhos se realizaram que não temos o direito de duvidar de nenhum.” Monteiro Lobato.

Você tem sonhado com o quê? Quais os seus planos para chegar lá? Quais os seus Valores? Quem é o responsável pelo seu destino?

Constantemente buscamos estas respostas. A busca de si mesmo, pelo sucesso e as respostas sobre o nosso futuro são tão incertas quanto nossas metas para chegar lá. Saber estas respostas é só o começo para uma vida mais feliz.

Deivison Pedroza nos convida neste vídeo a refletir sobre várias questões e a dar o primeiro passo…  Como uma pessoa otimista com a vida e estimulado por novos desafios… foi conquistando seu espaço aos poucos:  EXPERIMENTANDO, FAZENDO, APRENDENDO!… Vem desde então conquistando seus próprios sonhos, desenhando seus próprios MOTIVOS para uma vida digna. Considero este um excelente vídeo assista:

E você…  quer responder a esta simples pergunta: O QUE VOCÊ QUER SER QUANDO CRESCER? COMO QUER ENVELHECER?

Espero que gostem.

7 PASSOS PARA ENCONTRAR SEU PROPOSITO DEPOIS DA APOSENTADORIA.

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 “Quero ganhar o mundo. Acreditar. Conhecer a mim mesma. Fazer boas escolhas. Criar novos caminhos. Ousar ser feliz!” Instituto Tadashi Kadomoto.

Já passei por todas estas fases, mas, confesso que rapidamente… só até eu descobrir um novo proposito de vida. Reacendi como uma chama que não quer nunca apagar. Parar de trabalhar fez só minha agenda diminuir e muito! Sobrou foi muito tempo pra mim e pra todos os prazeres que antes eram com datas marcadas: viajar, scrapbook, passeios mil, shopping…  ociosidade e apreciar um bom bate papo com meus filhos e amigos… no meio a tarde. Um brinde á nossa aposentadoria!

Pra começo de conversa… O tempo livre da aposentadoria pode parecer divino no início – até que os dias começam a parecer intermináveis. “[Depois] da fase da lua de mel, vem a fase do desencantamento”, afirma a Dra. Sara Yogev, psicóloga e autora do livro “A Couple’s Guide to Happy Retirement” (Guia da Aposentadoria Feliz para Casais, em tradução livre). “É como se tudo tivesse perdido o propósito para as pessoas. Elas podem ficar deprimidas, por isso, devemos evitar essa fase”.

Descobrir seu propósito – sua motivação – é uma forma comprovada de fugir desse vazio. “De acordo com as pesquisas, as pessoas que sentem que há um propósito são mais felizes”, diz a Dra. Yogev. “A adaptação delas à aposentadoria é melhor e seus casamentos são mais felizes”. Além disso, estudos mostram que os aposentados com um propósito definido e atingível têm uma função cognitiva melhor. Mas é claro que encontrar sua motivação não é uma tarefa fácil. Veja algumas dicas da Dra. Yogev para dar o pontapé inicial.

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  1. ANOTE SEUS VALORES E INTERESSES

Quando você vê seus pensamentos no papel, eles ganham forma. Reserve um tempo para contemplar suas crenças e interesses mais profundos. Em seguida, classifique cada um deles. Isso mesmo. “Classifique-os de 1 a 10”, sugere a Dra. Yogev. Esse exercício vai ajudá-lo a priorizar o que é mais importante e direcioná-lo ao seu propósito essencial.

  1. PERGUNTE A SI MESMO COMO GOSTARIA DE SER LEMBRADO

Contemplar seu legado – as realizações que vão permanecer depois que você se for – é uma maneira essencial para encontrar seu propósito de vida. “Imagine que seu neto está falando sobre você com os netos dele. O que ele diria? Ele diria foi generoso e bondoso? Diria que era confiável?”, questiona a Dra. Yogev. Essas perguntas podem servir de orientação para encontrar um propósito e se sentir orgulhoso de ser lembrado dessa maneira, com base na pessoa que é e em como é visto pelos outros.
Para ajudar nesse exercício, lembre-se de seus próprios mentores e ídolos e considere a possibilidade de se inspirar neles para moldar seu comportamento. “Pense em pessoas que admira e respeita. Quem são elas? Pensando de um modo realista, o que elas fazem que você poderia fazer de alguma forma?”.

  1. ENCONTRE SEU ESTADO DE FLUXO

De acordo com a Dra. Yogev, um estado de fluxo é “quando o tempo voa, pois você está totalmente imerso naquilo que está fazendo”. Para algumas pessoas, significa participar de um evento social. Outras pessoas só precisam ficar sozinhas e fazer sua atividade favorita, como pescar ou ler. A Dra. Yogev pergunta: “será que é fazer uma coleção de selos? Escrever ou desenhar? Talvez seja passar algum tempo com os amigos”. Pense nos detalhes e use-os como guia para encontrar seu propósito: “O que você está fazendo? Quem está ao seu lado?”.

  1. NÃO CONFUNDA PROPÓSITO COM PAIXÃO

Embora seu propósito e sua paixão possam ser iguais, nem sempre isso acontece. “Tenha cuidado com a palavra ‘paixão’”, alerta a Dra. Yogev. “A paixão é mais forte do que o propósito. A maioria das pessoas tem ou pode encontrar algo que sirva de missão, mas elas não precisam ser apaixonadas necessariamente. Espere encontrar um propósito na aposentadoria, para que você se sinta necessário, valorizado e capaz de contribuir – não uma paixão. Poucas pessoas encontram uma paixão; a maioria acha um propósito”.
Sua grande paixão, por exemplo, pode ser salvar elefantes na África, mas talvez você se sinta mais realizado se for um voluntário no centro da terceira idade. O voluntariado pode fazer você se sentir útil e valorizado, mas talvez ele não seja considerado uma paixão. Por fim, “a produtividade é importante”, diz ela. “Se você fizer algo e se sentir produtivo e valorizado, [se sentirá bem]”.

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  1. LEMBRE-SE: SEU PROPÓSITO É ALGO PARTICULAR

Talvez você e seu parceiro tenham propósitos iguais. Ao se aposentar, no entanto, é importante saber que não é essencial que isso aconteça. A Dra. Yogev diz que “não podemos forçar ou impor nossos valores ao nosso parceiro. Cada pessoa precisa encontrar seu propósito. Não obrigue o outro a fazer o que é importante para você”.
Dessa forma, você ganha a liberdade de escolher seu próprio caminho e seu casamento é renovado. “Dê o espaço necessário”, orienta ela. “Com isso, a vida do casal se torna mais rica. Ao jantar juntos, vocês podem conversar sobre o assunto”.

  1. ELABORE UM PLANO DE AÇÃO

De acordo com a Dra. Yogev, quando o assunto é propósito, “é importante ser capaz de transformar um interesse em um plano de ação, com um cronograma”.
Em outras palavras, é bom ter sonhos e metas, mas para torná-los uma realidade você deve criar uma estratégia real, com datas concretas para atingir esses objetivos. Se seu propósito for ensinar línguas para imigrantes, por exemplo, você deve reservar um tempo para pesquisar os programas locais e depois escolher um dia exato para começar o voluntariado. “Seja específico em suas ações”, diz a Dra. Yogev. “Caso contrário, nada acontece”.

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  1. ENCONTRE UMA ORGANIZAÇÃO ADEQUADA

Depois de definir seu propósito, encontre pessoas que pensam da mesma forma para se sentir motivado. “Sou uma grande defensora do voluntariado – ajudar os outros e se ajudar ao mesmo tempo”, conta a Dra. Yogev. “Busque uma causa ou atividade que seja interessante para você e encontre maneiras de fazer parte dela”.

Fontes:  Website Get Old> https://www.getold.com/7-steps-to-finding-your-true-purpose

http://www.envelhecersemvergonha.com.br/7%20Passos%20Para%20Encontrar%20Seu%20Verdadeiro%20Prop%C3%B3sito

TAG: SIX ON SIX .

SIX ON SIX

“Aquele que vive na esperança, irá morrer de jejum…” Benjamim Franklin

Oiiiii…. Estou agora aqui pra responder mais uma TAG.

A ideia dessa Tag é revermos as nossas primeiras metas para o ano e colocá-las em prática… ou (re) formular…  Sim, aquelas que ainda pretendemos concluir até dezembro.

Acredito que quando listamos as metas e damos um prazo (curto/ médio ou longo prazo), já nos empenhamos mais em realizar aquilo que propomos. Muitas delas foram  tão almejadas no início, mas esquecidas com a correria ao longo do ano… rsrsrs.
Enfim, vamos ás regras:

  1. Liste e descreva 6 metas que deseja concluir até dezembro deste ano;
  2. Indique 6 blogs para responder a tag;
  3. Avise os que foram marcados na tag mandando o link do post;
  4. Envie o link do seu post ao blog que lhe indicou como agradecimento.

Então se eu posso desejar 6 coisa para fazer até dezembro, vamos lá:

Metas á concluir até o fim deste ano:

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  1. Comemorar meu niver (1/setembro) em Paris… Já estou aqui perto (Londres).
  2. Fazer a Festa de 1 ano do meu neto que mora em Londres (aqui em minha casa, no Brasil em novembro). Quero eu mesma preparar uma decoração especial de acordo com o tema escolhido pelos pais (“O pequeno príncipe”).
  3. Melhorar meu Inglês… Urgente!
  4. Melhorar minhas atitudes em relação á “exercícios físicos” e a “alimentação”. Com mais seriedade, disciplina…. sem boicotes rsrsr. Cuidando melhor de minha saúde!
  5. Começar um trabalho voluntário.
  6. Diminuir meus gastos (tá dificil aprender isso rsrs)… Economizar mais! Organizar minhas finanças.

Pronto! Agora vamos aos Blogs indicados para a TAG:

Adalberto do Blog https://betoqueiroz.com/

Jaqueline do Blog https://jaquelineborgesblog.wordpress.com/

Minha xara Beatriz do Blog http://www.blogsince85.com/

Gabriel do Blog https://litherarium.wordpress.com/

Oliveira do Blog https://grupomoneybr.wordpress.com/

Betânia do Blog https://umtempofora.com/

Fico muito grata e feliz pela indicação para a“TAG: SIX ON SIX”… pelos queridos Blogs:  Devaneadora de Ideias  e diversosinfinit8s/.

Muito boa esta TAG adorei (re) pensar… refletir os nosso desejos! Foi um momento de rever e ir em frente para concluí-las. Espero que consiga realizar todos estes meus desejos.

Adorei refletir sobre minha metas… algumas já estavam esquecidas… rsrs

Espero que gostem!

Beijoooooooos….

VOU VIVENDO MUITO BEM… OBRIGADA!

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“Não há nada que melhor defina uma pessoa do que aquilo que ela faz quando tem toda a liberdade de escolha.”   William M. Bulger.

Déa Januzzi, seu texto é um convite à reflexão sobre o que pode ser a vida, se vivida com intensidade, amor e sabedoria! Como dona de casa e cozinheira também deixo muito á desejar, mas nem me incomodo com isso, sobrevivo e vou bem obrigada, tenho outros interesses bem mais divertidos. Não fumo, ganho pontos aqui… mas gosto de um bom vinho aos finais de semana. Como Déa também sou rebelde, uma revolucionária para minha geração onde controvérsias acontecem… mas vivo de bem com a vida, em paz comigo mesma e com o mundo…sempre! Amo viajar e desafios novos!!! Sim… vou vivendo muito bem obrigada! E que Déa continue nos presenteando com textos como esse: ENTRE FLORES, CIGARROS E AGULHAS!  Leiam:

Não sirvo de exemplo para ninguém que chegou aos 60 como eu. Bebo vinho todos os dias, sob o olhar vigilante do meu filho, de 30 anos, que não esconde o desapontamento com a mãe que nem dona de casa é. Se tenho que arrumar a casa não consigo cozinhar nem lavar e passar. Se decidir ir para a cozinha, tem que ser um ou dois pratos no máximo. Não sei passar roupa nem gosto de lavar. Brigo até com a máquina de lavar. Serviço de casa me irrita, apesar de hoje, aos 61 anos e livre do trabalho formal de todo dia, tentar algumas incursões culinárias. Gosto também de encher a casa de flores. Às sextas-feiras, não deixo de vir com uma braçada delas da Feira das Flores.

Também gosto de casa cheirosa e fresca, com muita saúde e vento entrando pelas janelas e descortinando o mar de prédios à minha volta. Amo incenso e oráculos, principalmente as mensagens de Jeremias que me ajudam a amanhecer com menos angústia. Não frequento templos nem igrejas, mas tenho meus gurus e anjos aqui na Terra como no Céu. São muitos mestres e guias. Santo para mim é feito de carne e osso. Santo pra mim é aquele que, religiosamente, sobrevive aos furacões e vendavais de todos os dias.

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Tenho bons amigos que tentam ser meus médicos, mas às vezes desistem, porque não gosto de tomar remédios, não sigo receitas. Nem mesmo as médicas. Odeio hospitais, porque enterram vivos os idosos, entubam a velhice e deixam nossos pais morrerem sozinhos, longe dos filhos e netos em nome de protocolos médicos e cirúrgicos.

Desculpem-me os que creem na medicina tradicional, mas lugar de velho não é em CTI (Centro de Tristezas Indizíveis). Ainda bem que o Conselho Federal de Medicina finalmente aprovou o Testamento Vital, que dá a cada um de nós o direito de não ser submetido a procedimentos invasivos e inúteis.

Confesso que fumo cigarros até hoje, mas não me vanglorio dessas tragadas. Não sinto mais prazer em fumar um cigarro atrás do outro. Mas estou aprendendo – bem devagar – a promover um ritual na hora de fumar. E voltar a tragar apenas por prazer e não mais por vício ou dependência química. Ainda não consegui parar nem vou prometer publicamente. Conto apenas para mim mesmo, porque não vou assinar nenhum manifesto contra o cigarro. Não vou expulsar fumantes de perto de mim nem abanar as mãos quando um deles cortar o meu caminho.

Todos os dias, no entanto, peço para que eu não me transforme numa velha chata e rabugenta como aquelas dos contos de fada, ou melhor, uma bruxa, porque não tem nada pior do que uma pessoa mal-humorada, respingando veneno e mofo por todos os lados, aspergindo comentários maldosos e preconceituosos. Cheirando a formol.

Tenho amigos que muitos denominam de gays, mas só me aproximo das pessoas por afeto, sejam eles negros, homossexuais, com necessidades especiais, porque eu também tenho as minhas.

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Como tantos da minha geração, gosto de acupuntura. Saio todas as quintas-feiras do Bairro Cidade Nova para o Colégio Batista para encontrar Josefina, a minha acupunturista, que inclusive, consertou a minha artrose no joelho esquerdo e sempre me diz que ela está mais do que fincando agulhas no meu corpo, mas quer que eu silencie e consulte o meu coração para as questões difíceis da vida.

Gosto de arroz integral e de tudo o que vem do mar, inclusive peixes, mariscos e algas, afinal sou Câncer, signo da água e da emoção.

Como eu quero envelhecer? Aprendi com Amélia, minha mãe, que viveu lúcida, sem doenças até os 91 anos, que a gente não envelhece da noite para o dia, mas que quando alguém na rua disser que você “é uma gracinha” pode saber. Estás velha. Como sou de uma geração que revolucionou costumes, espero também continuar rebelde, mas com as bênçãos que a idade e o tempo nos presenteiam.

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http://www.50emais.com.br/artigos/com-as-bencaos-que-a-idade-e-o-tempo-nos-presenteiam/

EU NÃO PRECISO PULAR DE PARAQUEDAS PARA ENVELHECER BEM!

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“Que a importância de uma coisa possa ser medida pelo encantamento que produz em nós.” Manoel de Barros.

“O que os anunciantes precisam saber a respeito da nova maturidade para estabelecer conexão com esta geração”.

Não discordo inteiramente de Denise Ribeiro, jornalista autora desse instigante texto. Mas confesso que com minha autoestima indo “de vento em popa”… aprecio ver as mulheres que saem em busca de aventuras não muito associadas a pessoas mais velhas.

Liberdade total, ousadia e realização!!! Sensações muitas vezes adiadas em nome de algo maior, mas que agora é chegado o momento de aproveitar… Hora de deixar a curiosidade de lado e se encorajar em praticas pensadas (ou impensadas) anteriormente… Um tempo que não quer, ou não pode mais esperar… Momento único e exclusivamente do meu “querer” e “poder”. Eu mesma já fiz algumas destas… rsrsrs e me deram um prazer enorme e uma sensação de realização.

Mas, além disso, temos muitas outras coisas em vista pra descobrir. Ah! Também não me importo quanto perguntam a minha idade. Leiam:

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Só tem uma coisa que me irrita mais do que perguntarem minha idade: é ver octogenárias pulando de paraquedas. Cansei desses clichês imagéticos da chamada terceira idade. O que pretendem com isso? Melhorar a autoestima dos idosos? Sinalizar que a velhice não é fim de linha? Que é tempo de ousar? Devo confessar que, para mim, essas tentativas são inócuas. Primeiro porque minha autoestima vai bem, obrigada, depois, porque não sou o tipo de pessoa alimentada por pretensões esportivas. Paraquedas? Nem aos 20 e nem agora, que já passei dos 50. Prefiro rever algum filme do Fellini.

Há outros clichês bonitinhos, mas também irritantes. Velhinhos e velhinhas supercool, com roupas originais, meio hipongas ou de grife, sempre em poses modernas, chapéus e badulaques nas ruas de Nova York. Esses ganham sempre muitos likes no facebook. Gosto de ver… tenho agudo senso estético, o belo e o subersivo me atraem. Mas o peso dessas imagens como inspiração? Dois gramas.

E o que me inspira? Conteúdos que me façam sonhar, que mostrem o lado bom das pessoas, que exibam um mundo mais humano, que ampliem meus horizontes extra-sensoriais. Que me atualizem com sugestões criativas para empregar meu tempo livre. Fiquei empolgada em saber que posso trabalhar num hotel flutuante no canal do Panamá, ajudar a traduzir para o português o site de idiomas de um australiano na Grécia ou cuidar dos jardins (e desfrutar dos arredores medievais) de uma propriedade no interior da França. Você troca trabalho por comida e hospedagem. Isso é economia colaborativa.

Quero conteúdos que me conectem com essa tecnologia incrível e rápida demais pra eu acompanhar. Não me interessa saber se o Obama tem conta no Spotify. Meus amigos e eu queremos entender, por exemplo, como se faz para produzir e editar um vídeo e depois colocar ele no youTube.

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A gente quer fazer parte dessa revolução digital, quer contar nossas histórias, experimentar nossos talentos em outras áreas, trocar ideia com gente de todas as idades, se integrar aos negócios sociais, ter lições de empreendedorismo. Queremos aprender a lidar com novas formas de trabalho e de remuneração. Saber como funciona esse tal de crowdsourcing, que é fruto da criatividade coletiva.

Aliás, contem com a gente para fermentar essa criatividade. Esse grupo de cinquenta, sessentões tem muito conhecimento acumulado para compartilhar. A gente só está meio perdido tentando encontrar as pontes e as portas que nos conduzam a essa rede colaborativa, onde nossos talentos sejam valorizados. Precisamos de conteúdos que nos habilitem para essa caminhada, que nos transformem em nodos dessa rede. Conteúdos que tragam ferramentas não só para a vida profissional, mas também para o autoconhecimento. Palestras, encontros, cursos que nos deem suporte psicológico e espiritual.

E espiritual, claro, não está necessariamente relacionado à religião. Tem a ver com força pessoal, equilíbrio psíquico, serenidade para aceitar a circularidade do tempo, coragem para construir um novo modelo mental.

A crise existencial que o processo de amadurecimento traz é inerente ao ser humano. Segundo Jung, é na meia idade que nos sentimos mais aptos a reorientar nossa consciência espiritual e nossos paradigmas. Quem não quer aumentar a sintonia com os mais caros valores universais? Quem não quer ser digno, ético, paciente, atento, solidário, amoroso, altruísta? Quem não quer ser autônomo para ampliar seu universo de aspirações?

Quero evoluir espiritualmente, abrir mão de cobranças, de preconceitos, de lamentações, de traumas do passado. Quero consumir com consciência, abrir mão do supérfluo, inclusive nos relacionamentos. Quero ouvir com qualidade meu interlocutor, desligar o botão do julgamento, ser tolerante com meus erros e mais generosa com as fraquezas alheias. Quero entender as similaridades entre a cabala e o xamanismo, entre meditação e mindfulness.

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Quero cuidar e ser cuidada… quero olhar o meio ambiente com a sabedoria dos ciclos. Quero me comprometer com projetos de transformação social, com pessoas empenhadas em tornar nossa comunidade humana mais…. humana. Tenham elas 16, 45 ou 80 anos. Mas quero fazer isso ativamente, de maneira engajada, um dia após o outro. Com foco no que é possível fazer agora.

Portanto, senhores anunciantes, acordem: estamos experimentando a revolução da longevidade. Essa nova geração de idosos tem muita vida pela frente e está apostando numa longevidade sustentável. Está se reinventando para tirar proveito dos próximos 20 anos. Já sabemos que caminhar faz bem, que fritura aumenta o colesterol, que há velhinhos surfistas. Invistam sua verba em anúncios, programas, portais inteligentes. Que nos tratem como pessoas ávidas por informação qualificada; despertas, curiosas, prontas a compartilhar tudo o que fizeram e viveram e aptas a desbravar esse mundo maravilhoso que se renova diariamente.

https://medium.com/@maturitynow/eu-n%C3%A3o-preciso-pular-de-paraquedas-para-envelhecer-bem-83d8036fc7a2#.xt5lm9342

SINAL DE GRANDEZA.

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 “Há momentos na vida e m que se deveria calar… e deixar que o silêncio falasse ao coração; Pois há sentimentos que a linguagem não expressa… e há emoções que as palavras não sabem traduzir…” Autor desconhecido.

Gosto de aprender com a vida…

Dia a dia ela nos encarrega de ensinar…

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Aprende a escutar o que os outros dizem.
Registrar a intimidade alheia, sem divulgá-la, é sinal de grandeza.
Acolhe o desabafo de quem sofre e não censures quem erra.
Por vezes, saber ouvir é mais importante que saber expressar-se em todos os idiomas.
Oferece ombro amigo ao coração aflito.
Todos carecemos de quem nos escute sem nada dizer.
A indiferença aumenta o sofrimento de quem se sente sozinho.
Não desconsideres a dor dos semelhantes.
A solidariedade nas lágrimas de quem chora, equivale a seguro abrigo que se encontra debaixo da tempestade.
Um simples sorriso de simpatia e cordialidade pode resgatar uma alma ao abismo.

Fonte: https://www.aterceiraidade.com/positivismo/sinal-de-grandeza/

 

CONVIVÊNCIA FAMILIAR.

“A família não nasce pronta; constrói-se aos poucos e é o melhor laboratório do amor. Em casa, entre pais e filhos, pode-se aprender a amar, ter respeito, fé solidariedade, companheirismo e outros sentimentos”. Luis Fernando Verissimo

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Amar… Compartilhar… Compreender…

Quem não sabe tolerar… não aprende a amar.

Os teus familiares são as tuas lições imediatas.

Sem paciência… o menor problema adquire proporções imensas.

Aprende a ceder em favor da felicidade alheia.

Necessário… muitas vezes.

Não agridas verbalmente aqueles que convivem contigo.

Respeite os limites de cada um.

Ouça com o coração acima de tudo.

A gentileza abre portas a muito tempo cerradas.

Não transforme o teu lar em lugar de aflições.

Repense… Paz e amor!

Aprenda a conviver com o outro.

Crie um ambiente de harmonia.

Torne mais aconchegante o teu ninho doméstico.

Seleciona os assuntos de teus diálogos familiares.

Incentive seu filho a conviver com todos da família.

Soluções surgem com um bom diálogo e respeito mútuo.

A família é o teu primeiro compromisso na vida.

A diversidade é inerente à família

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