SONHOS: O QUE VOCÊ QUER SER QUANDO CRESCER? COMO QUER ENVELHECER?

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“Tudo é loucura ou sonho no começo. Nada do que o homem fez no mundo teve inicio de outra maneira, mas já tantos sonhos se realizaram que não temos o direito de duvidar de nenhum.” Monteiro Lobato.

Você tem sonhado com o quê? Quais os seus planos para chegar lá? Quais os seus Valores? Quem é o responsável pelo seu destino?

Constantemente buscamos estas respostas. A busca de si mesmo, pelo sucesso e as respostas sobre o nosso futuro são tão incertas quanto nossas metas para chegar lá. Saber estas respostas é só o começo para uma vida mais feliz.

Deivison Pedroza nos convida neste vídeo a refletir sobre várias questões e a dar o primeiro passo…  Como uma pessoa otimista com a vida e estimulado por novos desafios… foi conquistando seu espaço aos poucos:  EXPERIMENTANDO, FAZENDO, APRENDENDO!… Vem desde então conquistando seus próprios sonhos, desenhando seus próprios MOTIVOS para uma vida digna. Considero este um excelente vídeo assista:

E você…  quer responder a esta simples pergunta: O QUE VOCÊ QUER SER QUANDO CRESCER? COMO QUER ENVELHECER?

Espero que gostem.

7 PASSOS PARA ENCONTRAR SEU PROPOSITO DEPOIS DA APOSENTADORIA.

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 “Quero ganhar o mundo. Acreditar. Conhecer a mim mesma. Fazer boas escolhas. Criar novos caminhos. Ousar ser feliz!” Instituto Tadashi Kadomoto.

Já passei por todas estas fases, mas, confesso que rapidamente… só até eu descobrir um novo proposito de vida. Reacendi como uma chama que não quer nunca apagar. Parar de trabalhar fez só minha agenda diminuir e muito! Sobrou foi muito tempo pra mim e pra todos os prazeres que antes eram com datas marcadas: viajar, scrapbook, passeios mil, shopping…  ociosidade e apreciar um bom bate papo com meus filhos e amigos… no meio a tarde. Um brinde á nossa aposentadoria!

Pra começo de conversa… O tempo livre da aposentadoria pode parecer divino no início – até que os dias começam a parecer intermináveis. “[Depois] da fase da lua de mel, vem a fase do desencantamento”, afirma a Dra. Sara Yogev, psicóloga e autora do livro “A Couple’s Guide to Happy Retirement” (Guia da Aposentadoria Feliz para Casais, em tradução livre). “É como se tudo tivesse perdido o propósito para as pessoas. Elas podem ficar deprimidas, por isso, devemos evitar essa fase”.

Descobrir seu propósito – sua motivação – é uma forma comprovada de fugir desse vazio. “De acordo com as pesquisas, as pessoas que sentem que há um propósito são mais felizes”, diz a Dra. Yogev. “A adaptação delas à aposentadoria é melhor e seus casamentos são mais felizes”. Além disso, estudos mostram que os aposentados com um propósito definido e atingível têm uma função cognitiva melhor. Mas é claro que encontrar sua motivação não é uma tarefa fácil. Veja algumas dicas da Dra. Yogev para dar o pontapé inicial.

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  1. ANOTE SEUS VALORES E INTERESSES

Quando você vê seus pensamentos no papel, eles ganham forma. Reserve um tempo para contemplar suas crenças e interesses mais profundos. Em seguida, classifique cada um deles. Isso mesmo. “Classifique-os de 1 a 10”, sugere a Dra. Yogev. Esse exercício vai ajudá-lo a priorizar o que é mais importante e direcioná-lo ao seu propósito essencial.

  1. PERGUNTE A SI MESMO COMO GOSTARIA DE SER LEMBRADO

Contemplar seu legado – as realizações que vão permanecer depois que você se for – é uma maneira essencial para encontrar seu propósito de vida. “Imagine que seu neto está falando sobre você com os netos dele. O que ele diria? Ele diria foi generoso e bondoso? Diria que era confiável?”, questiona a Dra. Yogev. Essas perguntas podem servir de orientação para encontrar um propósito e se sentir orgulhoso de ser lembrado dessa maneira, com base na pessoa que é e em como é visto pelos outros.
Para ajudar nesse exercício, lembre-se de seus próprios mentores e ídolos e considere a possibilidade de se inspirar neles para moldar seu comportamento. “Pense em pessoas que admira e respeita. Quem são elas? Pensando de um modo realista, o que elas fazem que você poderia fazer de alguma forma?”.

  1. ENCONTRE SEU ESTADO DE FLUXO

De acordo com a Dra. Yogev, um estado de fluxo é “quando o tempo voa, pois você está totalmente imerso naquilo que está fazendo”. Para algumas pessoas, significa participar de um evento social. Outras pessoas só precisam ficar sozinhas e fazer sua atividade favorita, como pescar ou ler. A Dra. Yogev pergunta: “será que é fazer uma coleção de selos? Escrever ou desenhar? Talvez seja passar algum tempo com os amigos”. Pense nos detalhes e use-os como guia para encontrar seu propósito: “O que você está fazendo? Quem está ao seu lado?”.

  1. NÃO CONFUNDA PROPÓSITO COM PAIXÃO

Embora seu propósito e sua paixão possam ser iguais, nem sempre isso acontece. “Tenha cuidado com a palavra ‘paixão’”, alerta a Dra. Yogev. “A paixão é mais forte do que o propósito. A maioria das pessoas tem ou pode encontrar algo que sirva de missão, mas elas não precisam ser apaixonadas necessariamente. Espere encontrar um propósito na aposentadoria, para que você se sinta necessário, valorizado e capaz de contribuir – não uma paixão. Poucas pessoas encontram uma paixão; a maioria acha um propósito”.
Sua grande paixão, por exemplo, pode ser salvar elefantes na África, mas talvez você se sinta mais realizado se for um voluntário no centro da terceira idade. O voluntariado pode fazer você se sentir útil e valorizado, mas talvez ele não seja considerado uma paixão. Por fim, “a produtividade é importante”, diz ela. “Se você fizer algo e se sentir produtivo e valorizado, [se sentirá bem]”.

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  1. LEMBRE-SE: SEU PROPÓSITO É ALGO PARTICULAR

Talvez você e seu parceiro tenham propósitos iguais. Ao se aposentar, no entanto, é importante saber que não é essencial que isso aconteça. A Dra. Yogev diz que “não podemos forçar ou impor nossos valores ao nosso parceiro. Cada pessoa precisa encontrar seu propósito. Não obrigue o outro a fazer o que é importante para você”.
Dessa forma, você ganha a liberdade de escolher seu próprio caminho e seu casamento é renovado. “Dê o espaço necessário”, orienta ela. “Com isso, a vida do casal se torna mais rica. Ao jantar juntos, vocês podem conversar sobre o assunto”.

  1. ELABORE UM PLANO DE AÇÃO

De acordo com a Dra. Yogev, quando o assunto é propósito, “é importante ser capaz de transformar um interesse em um plano de ação, com um cronograma”.
Em outras palavras, é bom ter sonhos e metas, mas para torná-los uma realidade você deve criar uma estratégia real, com datas concretas para atingir esses objetivos. Se seu propósito for ensinar línguas para imigrantes, por exemplo, você deve reservar um tempo para pesquisar os programas locais e depois escolher um dia exato para começar o voluntariado. “Seja específico em suas ações”, diz a Dra. Yogev. “Caso contrário, nada acontece”.

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  1. ENCONTRE UMA ORGANIZAÇÃO ADEQUADA

Depois de definir seu propósito, encontre pessoas que pensam da mesma forma para se sentir motivado. “Sou uma grande defensora do voluntariado – ajudar os outros e se ajudar ao mesmo tempo”, conta a Dra. Yogev. “Busque uma causa ou atividade que seja interessante para você e encontre maneiras de fazer parte dela”.

Fontes:  Website Get Old> https://www.getold.com/7-steps-to-finding-your-true-purpose

http://www.envelhecersemvergonha.com.br/7%20Passos%20Para%20Encontrar%20Seu%20Verdadeiro%20Prop%C3%B3sito

TAG: SIX ON SIX .

SIX ON SIX

“Aquele que vive na esperança, irá morrer de jejum…” Benjamim Franklin

Oiiiii…. Estou agora aqui pra responder mais uma TAG.

A ideia dessa Tag é revermos as nossas primeiras metas para o ano e colocá-las em prática… ou (re) formular…  Sim, aquelas que ainda pretendemos concluir até dezembro.

Acredito que quando listamos as metas e damos um prazo (curto/ médio ou longo prazo), já nos empenhamos mais em realizar aquilo que propomos. Muitas delas foram  tão almejadas no início, mas esquecidas com a correria ao longo do ano… rsrsrs.
Enfim, vamos ás regras:

  1. Liste e descreva 6 metas que deseja concluir até dezembro deste ano;
  2. Indique 6 blogs para responder a tag;
  3. Avise os que foram marcados na tag mandando o link do post;
  4. Envie o link do seu post ao blog que lhe indicou como agradecimento.

Então se eu posso desejar 6 coisa para fazer até dezembro, vamos lá:

Metas á concluir até o fim deste ano:

TAG SIX Minhas-Metas-

  1. Comemorar meu niver (1/setembro) em Paris… Já estou aqui perto (Londres).
  2. Fazer a Festa de 1 ano do meu neto que mora em Londres (aqui em minha casa, no Brasil em novembro). Quero eu mesma preparar uma decoração especial de acordo com o tema escolhido pelos pais (“O pequeno príncipe”).
  3. Melhorar meu Inglês… Urgente!
  4. Melhorar minhas atitudes em relação á “exercícios físicos” e a “alimentação”. Com mais seriedade, disciplina…. sem boicotes rsrsr. Cuidando melhor de minha saúde!
  5. Começar um trabalho voluntário.
  6. Diminuir meus gastos (tá dificil aprender isso rsrs)… Economizar mais! Organizar minhas finanças.

Pronto! Agora vamos aos Blogs indicados para a TAG:

Adalberto do Blog https://betoqueiroz.com/

Jaqueline do Blog https://jaquelineborgesblog.wordpress.com/

Minha xara Beatriz do Blog http://www.blogsince85.com/

Gabriel do Blog https://litherarium.wordpress.com/

Oliveira do Blog https://grupomoneybr.wordpress.com/

Betânia do Blog https://umtempofora.com/

Fico muito grata e feliz pela indicação para a“TAG: SIX ON SIX”… pelos queridos Blogs:  Devaneadora de Ideias  e diversosinfinit8s/.

Muito boa esta TAG adorei (re) pensar… refletir os nosso desejos! Foi um momento de rever e ir em frente para concluí-las. Espero que consiga realizar todos estes meus desejos.

Adorei refletir sobre minha metas… algumas já estavam esquecidas… rsrs

Espero que gostem!

Beijoooooooos….

VOU VIVENDO MUITO BEM… OBRIGADA!

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“Não há nada que melhor defina uma pessoa do que aquilo que ela faz quando tem toda a liberdade de escolha.”   William M. Bulger.

Déa Januzzi, seu texto é um convite à reflexão sobre o que pode ser a vida, se vivida com intensidade, amor e sabedoria! Como dona de casa e cozinheira também deixo muito á desejar, mas nem me incomodo com isso, sobrevivo e vou bem obrigada, tenho outros interesses bem mais divertidos. Não fumo, ganho pontos aqui… mas gosto de um bom vinho aos finais de semana. Como Déa também sou rebelde, uma revolucionária para minha geração onde controvérsias acontecem… mas vivo de bem com a vida, em paz comigo mesma e com o mundo…sempre! Amo viajar e desafios novos!!! Sim… vou vivendo muito bem obrigada! E que Déa continue nos presenteando com textos como esse: ENTRE FLORES, CIGARROS E AGULHAS!  Leiam:

Não sirvo de exemplo para ninguém que chegou aos 60 como eu. Bebo vinho todos os dias, sob o olhar vigilante do meu filho, de 30 anos, que não esconde o desapontamento com a mãe que nem dona de casa é. Se tenho que arrumar a casa não consigo cozinhar nem lavar e passar. Se decidir ir para a cozinha, tem que ser um ou dois pratos no máximo. Não sei passar roupa nem gosto de lavar. Brigo até com a máquina de lavar. Serviço de casa me irrita, apesar de hoje, aos 61 anos e livre do trabalho formal de todo dia, tentar algumas incursões culinárias. Gosto também de encher a casa de flores. Às sextas-feiras, não deixo de vir com uma braçada delas da Feira das Flores.

Também gosto de casa cheirosa e fresca, com muita saúde e vento entrando pelas janelas e descortinando o mar de prédios à minha volta. Amo incenso e oráculos, principalmente as mensagens de Jeremias que me ajudam a amanhecer com menos angústia. Não frequento templos nem igrejas, mas tenho meus gurus e anjos aqui na Terra como no Céu. São muitos mestres e guias. Santo para mim é feito de carne e osso. Santo pra mim é aquele que, religiosamente, sobrevive aos furacões e vendavais de todos os dias.

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Tenho bons amigos que tentam ser meus médicos, mas às vezes desistem, porque não gosto de tomar remédios, não sigo receitas. Nem mesmo as médicas. Odeio hospitais, porque enterram vivos os idosos, entubam a velhice e deixam nossos pais morrerem sozinhos, longe dos filhos e netos em nome de protocolos médicos e cirúrgicos.

Desculpem-me os que creem na medicina tradicional, mas lugar de velho não é em CTI (Centro de Tristezas Indizíveis). Ainda bem que o Conselho Federal de Medicina finalmente aprovou o Testamento Vital, que dá a cada um de nós o direito de não ser submetido a procedimentos invasivos e inúteis.

Confesso que fumo cigarros até hoje, mas não me vanglorio dessas tragadas. Não sinto mais prazer em fumar um cigarro atrás do outro. Mas estou aprendendo – bem devagar – a promover um ritual na hora de fumar. E voltar a tragar apenas por prazer e não mais por vício ou dependência química. Ainda não consegui parar nem vou prometer publicamente. Conto apenas para mim mesmo, porque não vou assinar nenhum manifesto contra o cigarro. Não vou expulsar fumantes de perto de mim nem abanar as mãos quando um deles cortar o meu caminho.

Todos os dias, no entanto, peço para que eu não me transforme numa velha chata e rabugenta como aquelas dos contos de fada, ou melhor, uma bruxa, porque não tem nada pior do que uma pessoa mal-humorada, respingando veneno e mofo por todos os lados, aspergindo comentários maldosos e preconceituosos. Cheirando a formol.

Tenho amigos que muitos denominam de gays, mas só me aproximo das pessoas por afeto, sejam eles negros, homossexuais, com necessidades especiais, porque eu também tenho as minhas.

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Como tantos da minha geração, gosto de acupuntura. Saio todas as quintas-feiras do Bairro Cidade Nova para o Colégio Batista para encontrar Josefina, a minha acupunturista, que inclusive, consertou a minha artrose no joelho esquerdo e sempre me diz que ela está mais do que fincando agulhas no meu corpo, mas quer que eu silencie e consulte o meu coração para as questões difíceis da vida.

Gosto de arroz integral e de tudo o que vem do mar, inclusive peixes, mariscos e algas, afinal sou Câncer, signo da água e da emoção.

Como eu quero envelhecer? Aprendi com Amélia, minha mãe, que viveu lúcida, sem doenças até os 91 anos, que a gente não envelhece da noite para o dia, mas que quando alguém na rua disser que você “é uma gracinha” pode saber. Estás velha. Como sou de uma geração que revolucionou costumes, espero também continuar rebelde, mas com as bênçãos que a idade e o tempo nos presenteiam.

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http://www.50emais.com.br/artigos/com-as-bencaos-que-a-idade-e-o-tempo-nos-presenteiam/

EU NÃO PRECISO PULAR DE PARAQUEDAS PARA ENVELHECER BEM!

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“Que a importância de uma coisa possa ser medida pelo encantamento que produz em nós.” Manoel de Barros.

“O que os anunciantes precisam saber a respeito da nova maturidade para estabelecer conexão com esta geração”.

Não discordo inteiramente de Denise Ribeiro, jornalista autora desse instigante texto. Mas confesso que com minha autoestima indo “de vento em popa”… aprecio ver as mulheres que saem em busca de aventuras não muito associadas a pessoas mais velhas.

Liberdade total, ousadia e realização!!! Sensações muitas vezes adiadas em nome de algo maior, mas que agora é chegado o momento de aproveitar… Hora de deixar a curiosidade de lado e se encorajar em praticas pensadas (ou impensadas) anteriormente… Um tempo que não quer, ou não pode mais esperar… Momento único e exclusivamente do meu “querer” e “poder”. Eu mesma já fiz algumas destas… rsrsrs e me deram um prazer enorme e uma sensação de realização.

Mas, além disso, temos muitas outras coisas em vista pra descobrir. Ah! Também não me importo quanto perguntam a minha idade. Leiam:

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Só tem uma coisa que me irrita mais do que perguntarem minha idade: é ver octogenárias pulando de paraquedas. Cansei desses clichês imagéticos da chamada terceira idade. O que pretendem com isso? Melhorar a autoestima dos idosos? Sinalizar que a velhice não é fim de linha? Que é tempo de ousar? Devo confessar que, para mim, essas tentativas são inócuas. Primeiro porque minha autoestima vai bem, obrigada, depois, porque não sou o tipo de pessoa alimentada por pretensões esportivas. Paraquedas? Nem aos 20 e nem agora, que já passei dos 50. Prefiro rever algum filme do Fellini.

Há outros clichês bonitinhos, mas também irritantes. Velhinhos e velhinhas supercool, com roupas originais, meio hipongas ou de grife, sempre em poses modernas, chapéus e badulaques nas ruas de Nova York. Esses ganham sempre muitos likes no facebook. Gosto de ver… tenho agudo senso estético, o belo e o subersivo me atraem. Mas o peso dessas imagens como inspiração? Dois gramas.

E o que me inspira? Conteúdos que me façam sonhar, que mostrem o lado bom das pessoas, que exibam um mundo mais humano, que ampliem meus horizontes extra-sensoriais. Que me atualizem com sugestões criativas para empregar meu tempo livre. Fiquei empolgada em saber que posso trabalhar num hotel flutuante no canal do Panamá, ajudar a traduzir para o português o site de idiomas de um australiano na Grécia ou cuidar dos jardins (e desfrutar dos arredores medievais) de uma propriedade no interior da França. Você troca trabalho por comida e hospedagem. Isso é economia colaborativa.

Quero conteúdos que me conectem com essa tecnologia incrível e rápida demais pra eu acompanhar. Não me interessa saber se o Obama tem conta no Spotify. Meus amigos e eu queremos entender, por exemplo, como se faz para produzir e editar um vídeo e depois colocar ele no youTube.

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A gente quer fazer parte dessa revolução digital, quer contar nossas histórias, experimentar nossos talentos em outras áreas, trocar ideia com gente de todas as idades, se integrar aos negócios sociais, ter lições de empreendedorismo. Queremos aprender a lidar com novas formas de trabalho e de remuneração. Saber como funciona esse tal de crowdsourcing, que é fruto da criatividade coletiva.

Aliás, contem com a gente para fermentar essa criatividade. Esse grupo de cinquenta, sessentões tem muito conhecimento acumulado para compartilhar. A gente só está meio perdido tentando encontrar as pontes e as portas que nos conduzam a essa rede colaborativa, onde nossos talentos sejam valorizados. Precisamos de conteúdos que nos habilitem para essa caminhada, que nos transformem em nodos dessa rede. Conteúdos que tragam ferramentas não só para a vida profissional, mas também para o autoconhecimento. Palestras, encontros, cursos que nos deem suporte psicológico e espiritual.

E espiritual, claro, não está necessariamente relacionado à religião. Tem a ver com força pessoal, equilíbrio psíquico, serenidade para aceitar a circularidade do tempo, coragem para construir um novo modelo mental.

A crise existencial que o processo de amadurecimento traz é inerente ao ser humano. Segundo Jung, é na meia idade que nos sentimos mais aptos a reorientar nossa consciência espiritual e nossos paradigmas. Quem não quer aumentar a sintonia com os mais caros valores universais? Quem não quer ser digno, ético, paciente, atento, solidário, amoroso, altruísta? Quem não quer ser autônomo para ampliar seu universo de aspirações?

Quero evoluir espiritualmente, abrir mão de cobranças, de preconceitos, de lamentações, de traumas do passado. Quero consumir com consciência, abrir mão do supérfluo, inclusive nos relacionamentos. Quero ouvir com qualidade meu interlocutor, desligar o botão do julgamento, ser tolerante com meus erros e mais generosa com as fraquezas alheias. Quero entender as similaridades entre a cabala e o xamanismo, entre meditação e mindfulness.

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Quero cuidar e ser cuidada… quero olhar o meio ambiente com a sabedoria dos ciclos. Quero me comprometer com projetos de transformação social, com pessoas empenhadas em tornar nossa comunidade humana mais…. humana. Tenham elas 16, 45 ou 80 anos. Mas quero fazer isso ativamente, de maneira engajada, um dia após o outro. Com foco no que é possível fazer agora.

Portanto, senhores anunciantes, acordem: estamos experimentando a revolução da longevidade. Essa nova geração de idosos tem muita vida pela frente e está apostando numa longevidade sustentável. Está se reinventando para tirar proveito dos próximos 20 anos. Já sabemos que caminhar faz bem, que fritura aumenta o colesterol, que há velhinhos surfistas. Invistam sua verba em anúncios, programas, portais inteligentes. Que nos tratem como pessoas ávidas por informação qualificada; despertas, curiosas, prontas a compartilhar tudo o que fizeram e viveram e aptas a desbravar esse mundo maravilhoso que se renova diariamente.

https://medium.com/@maturitynow/eu-n%C3%A3o-preciso-pular-de-paraquedas-para-envelhecer-bem-83d8036fc7a2#.xt5lm9342

SINAL DE GRANDEZA.

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 “Há momentos na vida e m que se deveria calar… e deixar que o silêncio falasse ao coração; Pois há sentimentos que a linguagem não expressa… e há emoções que as palavras não sabem traduzir…” Autor desconhecido.

Gosto de aprender com a vida…

Dia a dia ela nos encarrega de ensinar…

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Aprende a escutar o que os outros dizem.
Registrar a intimidade alheia, sem divulgá-la, é sinal de grandeza.
Acolhe o desabafo de quem sofre e não censures quem erra.
Por vezes, saber ouvir é mais importante que saber expressar-se em todos os idiomas.
Oferece ombro amigo ao coração aflito.
Todos carecemos de quem nos escute sem nada dizer.
A indiferença aumenta o sofrimento de quem se sente sozinho.
Não desconsideres a dor dos semelhantes.
A solidariedade nas lágrimas de quem chora, equivale a seguro abrigo que se encontra debaixo da tempestade.
Um simples sorriso de simpatia e cordialidade pode resgatar uma alma ao abismo.

Fonte: https://www.aterceiraidade.com/positivismo/sinal-de-grandeza/

 

CONVIVÊNCIA FAMILIAR.

“A família não nasce pronta; constrói-se aos poucos e é o melhor laboratório do amor. Em casa, entre pais e filhos, pode-se aprender a amar, ter respeito, fé solidariedade, companheirismo e outros sentimentos”. Luis Fernando Verissimo

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Amar… Compartilhar… Compreender…

Quem não sabe tolerar… não aprende a amar.

Os teus familiares são as tuas lições imediatas.

Sem paciência… o menor problema adquire proporções imensas.

Aprende a ceder em favor da felicidade alheia.

Necessário… muitas vezes.

Não agridas verbalmente aqueles que convivem contigo.

Respeite os limites de cada um.

Ouça com o coração acima de tudo.

A gentileza abre portas a muito tempo cerradas.

Não transforme o teu lar em lugar de aflições.

Repense… Paz e amor!

Aprenda a conviver com o outro.

Crie um ambiente de harmonia.

Torne mais aconchegante o teu ninho doméstico.

Seleciona os assuntos de teus diálogos familiares.

Incentive seu filho a conviver com todos da família.

Soluções surgem com um bom diálogo e respeito mútuo.

A família é o teu primeiro compromisso na vida.

A diversidade é inerente à família

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TÃO IMPORTANTE QUANTO SEGUIR EM FRENTE, É SABER DEIXAR PRA TRÁS.

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 “Não somos responsáveis apenas pelo que fazemos, mas também pelo que deixamos de fazer”. Moliére.

Falar sobre seguir em frente, lembra-nos de deixar o passado no seu devido lugar. Encerrar ciclos e abrir novos caminhos… aprendemos melhor com o tempo ou tentamos… Em “A Soma de Todos os Afetos” de Fabíola Simões descreve bem esta passagem. Leiam.

Tenho um tio muito querido que é um nostálgico compulsivo. Adora tomar seu vinho ao som de Nat King Cole, Billie Holiday e Frank Sinatra, enquanto nos remete aos idos de nossa infância e à lembrança de um tempo bom. Estar ao seu lado é uma festa saudosa, que invariavelmente traz de volta um pouquinho do que éramos e de como nos sentíamos juntos.

Porém, outro dia, conversando com uma amiga, falávamos sobre a necessidade de seguir em frente. E sobre o quanto isso implica deixar certas coisas, lugares, pessoas e momentos para trás.

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Porque não basta abrir as portas para o novo tempo. É preciso fechar algumas janelas também. E talvez fechar algumas janelas seja a parte mais difícil de seguir em frente…

Como deixar partir fragmentos do que fomos ao trancarmos nossas janelas?

Talvez a resposta esteja na vivência do luto. É preciso respeitar a dor do fim de um tempo, mesmo que novas portas (muito melhores) estejam se abrindo à nossa frente.

É preciso deixar partir a infância dos filhos, o fim de um relacionamento que parecia perfeito, as amizades que não tinham vínculos muito sólidos, as palavras de amor que não vingaram, a própria juventude, o corpo perfeito, o tempo bom de faculdade, a saúde de nossos pais.

Diante da finitude, temos que aprender a seguir em frente sem olhar pra trás com saudosismo ou sofrimento.

É preciso coragem para queimar cartas antigas que perderam espaço em nossa memória afetiva, deixar abrigos conhecidos onde não nos refugiamos mais, dar chances às novas possibilidades de felicidade.

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Nem tudo resiste ao tempo. Agarrar-se ao que não existe mais não permite que novas chances se revelem… que novos caminhos sejam abertos…

O ouvido se habituará a novos sons se a gente deixar que ele escute novas canções. Assim também aprenderemos a aceitar o novo tempo se facilitarmos o começo de novas possibilidades e entendermos que não há mais o que se esperar daquilo que já passou.

Não há o que se esperar do passado. Ele aconteceu, foi bom, ficou vivo dentro da gente, nos fez feliz… mas passou. Guarde-os no seu devido lugar.

Que permaneçam as boas lembranças, não o desejo de perpetuar vapores de um tempo que não floresceu.

Que os álbuns de fotografia em sépia sirvam para nos lembrar dos sorrisos e sonhos que tínhamos, mas não substituam a alegria de nos relacionarmos com quem está ao nosso lado aqui e agora.

É preciso aprender a partir. A abandonar nossos lugares no mundo e de dentro das pessoas.

Descobrir que, tão importante quanto seguir em frente, é saber deixar pra trás.

Vivendo um luto de cada vez, aprendendo a desistir um tanto do que éramos para abrir espaço para quem nos tornamos; acreditando que uma vida abriga inúmeras fases, e para vivê-las com sabedoria é preciso resgatar o novo e abandonar o velho; sendo tolerante com alegrias novas que querem chegar, e permitindo que nos mostrem o que podem fazer por nós.

Nem sempre é fácil reconhecer que um tempo chegou ao fim. Insistimos em reviver antigos papéis, trazer à tona emoções que se esgotaram, resgatar pessoas que já partiram há muito tempo de nós.

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Cada um encerra seus ciclos de forma diferente, e é preciso respeitar o tempo de cada um. Mas tudo passa! O tempo é a melhor opção.

O presente te escolheu. Tenha a sabedoria de escolhê-lo também…
Fonte: http://www.asomadetodosafetos.com/2016/06/tao-importante-quanto-seguir-em-frente-e-saber-deixar-pra-tras.html#ixzz4BpiSSopZ

QUANDO OS FILHOS VOAM… POR RUBEM ALVES.

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“… Amar é ter um pássaro pousado no dedo! Quem tem um pássaro pousado no dedo sabe que, a qualquer momento, ele pode voar…” Rubem Alves.

Encontrar a sabedoria do amor que nos ensina a deixar voar e não a engaiolar… é uma benção! Pra variar este texto vivo e cheio de afeto de Rubem Alves me surpreende! Dia a dia, com dor e amor, alegria e nostalgia, eu tenho aprendido sobre as asas e raízes que se revelam nos relacionamentos entre pais e filhos.

Estou sim aprendendo e muito especialmente na maturidade a “transformar nascer, crescer e morrer num processo menos monótono e sem sobressaltos”… amando e dando asas aos filhos… Cada vez eles vão mais longe e ficam por mais tempo… nós vamos acompanhando ás vezes de perto, outras de longe … Nos encontrando e nos espelhando em seus sonhos e vitórias… melhor assim, né. Leia:

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Sei que é inevitável e bom que os filhos deixem de ser crianças e abandonem a proteção do ninho. Eu mesmo sempre os empurrei para fora. Sei que é inevitável que eles voem em todas as direções como andorinhas adoidadas.

Sei que é inevitável que eles construam seus próprios ninhos e eu fique como o ninho abandonado no alto da palmeira…

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Mas, o que eu queria, mesmo, era poder fazê-los de novo dormir no meu colo…

Existem muitos jeitos de voar. Até mesmo o vôo dos filhos ocorre por etapas: O desmame, os primeiros passos, o primeiro dia na escola, a primeira dormida fora de casa, a primeira viagem…

Desde o nascimento de nossos filhos temos a oportunidade de aprender sobre esse estranho movimento de ir e vir, segurar e soltar, acolher e libertar. Nem sempre percebemos que esses momentos tão singelos são pequenos ensinamentos sobre o exercício da liberdade.

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Mas chega um momento em que a realidade bate à porta e escancara novas verdades difíceis de encarar. É o grito da independência, a força da vida em movimento, o poder do tempo que tudo transforma.

É quando nos damos conta de que nossos filhos cresceram e apesar de insistirmos em ocupar o lugar de destaque, eles sentem urgência de conquistar o mundo longe de nós.

É chegado então o tempo de recolher nossas asas. Aprender a abraçar à distância, comemorar vitórias das quais não participamos diretamente, apoiar decisões que caminham para longe. Isso é amor.

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Muitas vezes, confundimos amor com dependência. Sentimos erroneamente que se nossos filhos voarem livres não nos amarão mais. Criamos situações desnecessárias para mostrar o quanto somos imprescindíveis. Fazemos questão de apontar alguma situação que demande um conselho ou uma orientação nossa, porque no fundo o que precisamos é sentir que ainda somos amados.

Muitas vezes confundimos amor com segurança. Por excesso de zelo ou proteção cortamos as asas de nossos filhos. Impedimos que eles busquem respostas próprias e vivam seus sonhos em vez dos nossos. Temos tanta certeza de que sabemos mais do que eles, que o porto seguro vira uma âncora que os impede de navegar nas ondas de seu próprio destino.

Muitas vezes confundimos amor com apego. Ansiamos por congelar o tempo que tudo transforma. Ficamos grudados no medo de perder, evitando assim o fluxo natural da vida. Respiramos menos, pois não cabem em nosso corpo os ventos da mudança.

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Aprendo que o amor nada tem a ver com apego, segurança ou dependência, embora tantas vezes eu me confunda. Não adianta querer que seja diferente: o amor é alado.

Aprendo que a vida é feita de constantes mortes cotidianas, lambuzadas de sabor doce e amargo. Cada fim venta um começo. Cada ponto final abre espaço para uma nova frase.

Aprendo que tudo passa menos o movimento. É nele que podemos pousar nosso descanso e nossa fé, porque ele é eterno.

Aprendo que existe uma criança em mim que ao ver meus filhos crescidos, se assustam por não saber o que fazer. Mas é muito melhor ser livre do que imprescindível.

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Aprendo que é preciso ter coragem para voar e deixar voar.

E não há estrada mais bela do que essa.

Fonte: https://osegredo.com.br/2015/12/quando-os-filhos-voam-por-rubem-alves/#.V2WQUmc7msR.facebook

VALE A PENA MORAR E TRABALHAR EM PORTUGAL?

Lisboa

 “Mude, mas comece devagar, porque a direção é mais importante que a velocidade”. Clarice Lispector.

Com o aumento dos impostos, juros bancários, desempregos, instabilidades economias e políticas… além dos muitos escândalos especialmente no governo brasileiro… tem sido cada vez mais frequente as perguntas em relação a morar e trabalhar em Portugal.

Semanalmente (2ªfeiras) estou postando diversos artigos sobre como morar em Portugal… e vou acrescentando também outros países da Europa. Muitas perguntas aparecem aqui e procuro postar abrangendo vários assuntos.

Mas a principal dúvida é se realmente vale a pena esta mudança. Por isso aproveitando a experiência de algumas pessoas que já passaram desta etapa e moram lá há algum tempo…  Vamos fazer uma análise geral da visão destes brasileiros que estão por lá vivendo… um deles é Erick da Eurodicas, veja o que ele diz:

A resposta mais correta para essa pergunta é “depende do que você quer”: Ganhar/guardar dinheiro em Portugal?

Sinto lhe dizer, mas ao contrário do que a gente sonha em relação aos Estados Unidos, Portugal não é um país para se fazer muito dinheiro e criar uma boa poupança. Isso por que os salários não são altos (arrisco até dizer que em alguns casos vai ganhar menos do que no Brasil).

Tenha em mente que o salário mínimo de Portugal é 530,00 (2016), assim como no Brasil, não vai te dar uma boa qualidade de vida. A partir de dois salários mínimos é que você começa a ter uma situação um pouco mais confortável. Já escrevemos aqui um guia do Custo de vida em Portugal.

Viver bem e ter qualidade de vida em Portugal?

PORTUGAL MUDANÇAS

Se o seu objetivo não é focado em ganhar dinheiro e sim em viver bem, você está prestes a fazer uma excelente escolha…. Eu particularmente só tenho coisas boas a dizer sobre Portugal nesse sentido (baseado em minha experiência e dados de 9/2015):

  • Violência: a taxa de homicídios dolosos (por grupo de 100 mil habitantes) do Brasil é de 21.7 enquanto Portugal tem uma taxa de 1.26. Assaltos à mão armada são raros também. Existe uma sensação de segurança muito grande, você consegue andar tranquilamente com celular e carteira de noite na rua.
  • Saúde Pública: Já fizemos um guia completo decomo funciona a saúde pública em Portugal, e de maneira geral é muito satisfatória, podendo ser comparada a hospitais particulares do Brasil.
  • Ensino Público: O ensino público em Portugal é onde as maiorias das pessoas estudam, e de maneira geral é bem avaliado, mas claro que tem escolas que são melhores que as outras. Algumas faculdades públicas estão entre as melhores da Europa.

Portugal eletricos-lisboa-min

  • Transporte Público: Ainda não sentimos a necessidade de comprar um carro, por que moramos do lado do metrô e conseguimos fazer TUDO de transporte público. Tem bilhetes mensais a partir de €30, e um detalhe é que aqui no Porto, não tem catracas nos ônibus e estações de metrôs, é tudo na base da confiança de que cada cidadão sabe seus deveres.
  • Aposentados: Recentemente o Algarve foi eleito o melhor lugar do mundo para se viver na aposentadoria por diversos fatores, incluindo a qualidade de vida. Se quer um lugar pra viver tranquilo e poder ir trabalhar a pé, por exemplo, é uma excelente opção.
  • Trabalhar em Portugal A minha mudança para Portugal foi por conta de uma proposta de trabalho, e pessoalmente valeu muito a pena por que consegui crescer profissionalmente e ganhar experiência internacional, mas tenho minhas dúvidas se realmente vale a pena sair do Brasil para trabalhar em subempregos em Portugal. Em subempregos você não vai conseguir ganhar bem para guardar dinheiro e nem aprender, talvez seja melhor procurar um país com um bom salário mínimo para pelo menos juntar dinheiro. O ideal é já vir com um bom emprego, porque apesar do desemprego ter caído por aqui, ainda é o DOBRO do Brasil. Ou seja, se for para trabalhar na sua área e ganhar experiência, VENHA. Se você quer saber mais, aconselho ler o guia de Como trabalhar em Portugal.

Fonte:http://www.eurodicas.com.br/vale-a-pena-morar-e-trabalhar-em-portugal/