De repente tudo vai ficando tão simples que assusta.
A gente vai perdendo algumas necessidades, antes fundamentais e que hoje chegam a ser insignificantes. Vai reduzindo a bagagem e deixando na mala apenas as cenas e pessoas que valem a pena. As opiniões dos outros são unicamente dos outros, e mesmo que sejam sobre nós, não têm a mínima importância. (…)
Vamos abrindo mão das certezas, pois com o tempo já não temos mais certeza de nada. E de repente isso não faz a menor falta. (…) Paramos de julgar, pois já não existe certo ou errado, mas sim a vida que cada um escolheu experimentar.
(…) Por fim entendemos que tudo que importa é ter paz e sossego. É viver sem medo, e simplesmente fazer algo que alegra o coração naquele momento. É ter fé. E só. Isto basta aqui e agora, nos diz Elaine Matos, o que eu assino embaixo. Basta de mediocridades e diz que diz, quero leveza e paz… só isto. Viver de bem comigo mesma e com a vida. Não quero carregar nenhum peso, descarreguei tudo na última parada, já a algum tempo. Ando mais devagar apreciando tudo pela janelinha… Saboreando cada instante. Pronto… quando eu chegar lá saberei que levei comigo só o que realmente é importante.
Meu amigo Laerte Temple escreve muitos contos bem bacanas, interessantes e divertidos. Eu gosto muito deste aqui “Contos conjugais – Sociologia da galhada” queria compartilhar com você agora, leiam:
Malando que é malando acha que amar uma mulher só é trair todas as outras. Também sabe que, se quiser se dar bem, precisa estar comprometido. Às vezes fica mesessozinho, mas basta casar para chover interessada. Pensa que aliança é um tipo de ímã. Já a mulher de malandro é vacinada. Sabe que o cabra é safado mesmo, que não é fiel e, na dúvida, dá o troco na mesma moeda, de preferência com outro malandro casado, mais fácil para manter segredo e não causar barraco. Desde que ninguém fique sabendo, claro. Engana-se quem vê preconceito neste texto e acha que esses rolos só ocorrem na malandragem. Vale o mesmo para todas as classes. A diferença está no nome e no ambiente. Em vez de rolo, é caso, ou afair. Em vez de drive-in, é motel, flat ou apê. Chifre é típico do seu humano. Boi usa de inxerido.
Doralice, mulher de João Gilberto, desconfia que ele a esta traindo. Chega em casa tarde, sempre cansado e não a procura mais. Seguiu-o e descobriu que ele esta ciscando Carolina, a caixa do estacionamento, depois do expediente. Queria uma vingança maligna, mas não podia se envolver, pois era casada com separação de bens e não queria ficar na mão. Pesquisou e descobriu que o marido de Carolina era o Chico, vigia noturno no mesmo estacionamento. Ela trabalhava das 9 às 18 e ele das 20 às 6 da manhã. Só se viam aos domingos, e olha lá. Descobriu que o canalha do Gilberto esperava Carolina na esquina, iam no motel e depois deixava a vadia no Metrô.
Ela procurou o Chico na saída do trabalho, convenceu-o a tomar um café e assim que ganhou sua confiança, contou sobre o rolo que descobriu. Disse que Chico devia aplicar um corretivo no marido. Ele cofiou a barba pensativo e disse: – Dona, se eu der uma coça no cabra, e ele bem que merece, vou ter que chapar a cara da Carolina também. Perco a esposa de fim de semana e a senhora fica na mão. Deve ter um jeito melhor. – Então você não vai fazer nada? – Claro que vou, mas pensa. O que falta para mim e para a senhora, sobra pros dois. Eles se divertem e a gente chupa o dedo. – Entendi. Sabe, você não é nada mal. A gente podia dar o troco na mesma moeda. É só você vir umas duas horas antes para o trabalho. O arranjo funcionou bem até que um dia Doralice e Chico passaram da hora e João Gilberto e Carolina chegaram mais cedo. Encontraram-se no motel, dois entrando e dois saindo. Os homens se estranharam, começaram a rosnar, mas foram contidos pelas mulheres. Doralice falou: – Gente, ninguém tá sabendo. Deixa como está. João Gilberto chegou em casa à noite e encontrou Doralice dormindo. Beijou-lhe a testa, ajeitou a coberta e dormiu. Estava muito cansado. É… na vida de um casal ninguém mete a colher 😉. No final acabam se encaixando.
Tem coisas que acontece conosco… 🧐curiosos e audaciosos que as vezes não dá muito certo. Já passaram por isso? Tentaram entender os manuais dos equipamentos? Texto divertido do meu amigo Laerte Temple contando a sua experiência…
Cansado de procurar o que fazer, resolvi organizar meus livros, CDs e DVDs. Achei raridades que nem lembrava que ainda tinha. Poe, Saramago, Assis, Camus, Drummond, LPs do Trio Los Panchos, Connie Francis, Ataulfo Alves, Vinicius, Elis, DVDs históricos de Elvis, Beatles, Sinatra, Charles Aznavour, Buena Vista Social Club e outros mais. Entendem agora por que é difícil para mim curtir Jojô Todinho ou Pablo Vittar? Liguei a TV e o portentoso “Tudo em um”, aparelho chinês compacto que reúne rádio AM/FM, CD, DVD, Blue Ray, Home Theater etc. Só falta lavar e secar. Mas aí o DVD de Simon & Garfunkel no Central Park engasgou. Liguei para a assistência e ninguém atendeu. Devem estar em quarentena. Como sou alfabetizado e curioso, consultei o manual de instruções. Alguém com mais de sessenta já tentou ler um manual instruções de eletrônicos made in China? Uma folha A 3 semitransparente, dobrada inúmeras vezes até ficar do tamanho de um maço de cigarros sem filtro, dividida em blocos com oito idiomas, todos mal traduzidos, repleto de siglas e termos de física quântica e impresso com letras iguais às bulas de remédio para disfunção erétil. Nem com microscópio eletrônico! Peguei óculos de leitura, lente de aumento e comecei a pesquisar.
Depois de vinte minutos lendo, conectei o plug HDMI à porta 3, liguei o cabo coaxial no receiver,encaixei as tomadas USB, cliquei na tecla Function, selecionei DVD, apertei Play e esperei inicializar. O DVD não destravou e o painel mostrou “Erro 49”. Consultei o manual. Eu não tinha desativado e função multiplex nem conectado a entrada RGB. Desliguei tudo, contei dez segundos e reinicializei no modo Beta. Nada. Repeti o procedimento três vezes. Nada. Consultei a lista de defeitos e soluções. Tinha perguntas geniais como: Você tirou o aparelho da caixa? Conectou à rede elétrica? Pressionou a tecla Liga? Como essas soluções não me atendiam, radicalizei. Peguei a chave Philips na caixa de ferramentas, desmontei a disqueteira e desencavalei o DVD. Montei tudo novamente com maior eficiência, pois sobraram umas peças, provavelmente desnecessárias, só para aumentar o preço. Liguei na tomada e pressionei a tecla ON. Não inicializou e várias luzes azuis e vermelhas piscaram no painel. Parecia viatura da blitz da Lei Seca. O micro ondas apitou e a máquina de lavar, vazia, começou a centrifugar. Da TV e do “Tudo em um” chinês surgiu densa fumaça branca igual ao “Habemus Papam”. Arranquei tudo da tomada, porém tarde demais. Os disjuntores chamuscarame todas as luzes se apagaram. Curto circuito geral, no apartamento e no prédio inteiro. Resolvi ler um livro na varanda prá disfarçar.
No dia seguinte desci nove andares para comprar pão. Tinha um pessoal no poste trocando um transformador. O síndico me viu e disse que algum FDP deve ter feito alguma gambiarra. Respondi “vai saber, tem muito doido metido a eletricista”. Maldita quarentena!
A Natura acertou muito em cheio com o comercial do Chronos 60+. Acendeu uma luz sobre um assunto que é bem polêmico no Brasil. E não só entre o púbico 60+.
Sendo mulher e brasileira, é praticamente impossível não ter ouvido essa pergunta pelo menos uma vez: você já não está muito velha pra isso?
E o pior: a pergunta geralmente aparece em momentos de alegria ou leveza em relação a algum fato associado a pessoas de menos idade.
Idades limites para fazer coisas são padrões. Mas quem é capaz de determinar esse tipo de coisa a não ser a gente mesmo?
O comercial da Natura nos lembra disso. E de como esses padrões por vezes são desnecessários.
E teve polêmica rolando no Instagram. Algumas mulheres se queixaram quanto ao uso da palavra “velha”. Veja:
Ando muito sem paciência com pessoas preocupadas demais com as palavras que os outros falam. Uma disse que velha era uma palavra ofensiva e sugeriu usar “madura”.
Francamente!
Alguém tem que dizer para essas pessoas que o problema não está em usar a palavra “velha”. O problema é o preconceito contra as pessoas velhas. O problema é considerar a palavra “velha” uma ofensa.
Veja também esse outro comercial mais antigo da Natura, com o mesmo tema. Natura questiona tabus sobre idade em novo comercial.
A marca convidou mulheres de todas as idades a se reconectarem com a sua autoestima, reforçando a ideia de que a beleza se manifesta na escolhas individuais.
Quem define a idade certa para ser você? Velho, só o preconceito”, é com estas palavras que a marca entra na nova fase da campanha #Velhapraisso, foi lançada em outubro de 2016, ano em que a marca Chronos celebrou 30 anos. Veja:
Gosto muito deste texto de Neuza Guerreiro de Carvalho, mais conhecida como Vovó Neuza, uma professora da USP aposentada de 90 anos, que continua aprendendo e ensinando até hoje. Cheia de vitalidade e muitos projetos novos. Estou fazendo com ela, o curso Resgate de Memórias – Autobiográfica (Casa Séfora) pela internet, com um grupo de 10 colegas. Cada dia me emociono com as suas aulas, tanto conhecimento, textos de apoio belíssimos e com o seu método que nos ajuda a resgatar tantas lembranças, organizando uma linha condutora que surgem desta caixinha de Memórias que temos. Quero deixar a minha história registrada para o meu legado, um dia vão querer ler, e eu posso não estar mais aqui. Tinha até entre nós um aluno de 99 anos. Vovó Neuza é uma grande inspiração para todos nós.
Aqui ela descreveu sobre o “seu sofá imaginando se ele falasse”. Pensei como seria se nossos objetos contassem o que veem e sentem nos anos que vivemos…. teriam muitas histórias para contar. Com certeza nos surpreenderia. Já pensou nisto? Leiam:
Se o sofá falasse… poderia testemunhar milhares de tipos de beijos entrelaçados com suas almofadas macias; do primeiro beijo e do último beijo dos namorados e amantes; dos tiques nervosos de seus usuários, que por vezes destruíam suas palhinhas ou que propositalmente, ou ocasionalmente, ou descuidadamente, ou distraidamente jogavam bitucas de cigarros, papeizinhos, restos de comida dentro de seus braços.[…]
Se o sofá falasse… poderia nos dizer quantas bundas sentaram nele; bundas macias, bundas volumosas, bundas empinadas, bundas chatas, bundas pequenas, bundas grandes. Até poderia nos contar da imensa bunda que ficou entalada entre os braços de uma das poltronas. […]
Se o sofá falasse… poderia testemunhar duas bodas de ouro, uma boda de prata e dois casamentos. Poderia testemunhar inúmeros aniversários e festas de época. Se o sofá falasse… poderia nos dizer quantos amigos ficaram para trás e quantos ainda vem sentar sobre ele. […]
Se o sofa falasse… poderia dizer quantas crianças pularam de sua
altura de um metro e se sentiram super herois. Quantas pessoas dormiram la Quantas transaram Quantos amigos acolheu. Quantos desabafos acompanhou Quantos choros escutou. […]
Se o sofa falasse… nos diria das emoçoes vividas dos encontros e despedidas, das partidas e das chegadas. Nos contaria o reveillon de muitos anos, nos falaria dos tantos natais vividos, das tantas comemoraçoes. Se o sofa falasse… nos diria das emoçoes de muitos nascimentos e muitas mortes. […]
Se o sofa falasse… E ainda se falasse a lingua dos homens…. No silencio da noite fria, no escurinho das noites geladas, se conseguir entrar em seu mundo poder escutar essas e tantas outras historias que passaram sobre suas almofadas, sobre a madeira firme de suas mesinhas. Implacavel, imparcial, juiz perfeito. Escuta todos, nao julga ninguém, nao critica e nao analisa. […]. Amei o texto dela, me fez refletir sobre muitas coisas. Quer saber mais sobre o Blog dela, conheça: http://vovoneuza.blogspot.com/?m=1
Vivendo e ousando cada vez mais. Gostaria de compartilhar com vocês a minha entrevista como escritora de um livro de antologias. Uma experiência única, onde a partir de um convite decidi experimentar. O livro “ Nos dias em que o mundo parou” ficou lindo, onde eu abro com o primeiro capítulo. Uma estreia que muito me emocionou.
Achei muito pertinente estes conselhos para quando se estiver fora de casa. Todo cuidado é pouco. Com a abertura em muitos lugares, queremos dar uma saída, mas o que não podemos esquecer é que o vírus continua circulando e fica fácil se contagiar. Proteger é necessário.
Atividades seguras: minimizar contato, superfícies compartilhadas com outras pessoas Em geral, correr, caminhar e andar de bicicleta sozinho ou com sua família imediata pode ser feito com risco mínimo de pegar ou transmitir o vírus. Mas esportes realizados em grupos e envolvendo contato físico são proibidos. Só para lembrar que o vírus pode se espalhar pelo contato direto ou pelo toque nos mesmos objetos. Ao considerar uma atividade, pense em quão próximo você estará de outras pessoas e se você tocará nas mesmas coisas. Quanto mais uma bola ou outro equipamento esportivo for tocado por alguém que não seja você, maior será o risco de propagação de doenças. Se o seu esporte favorito tem muitas incertezas para dar uma resposta clara – digamos, não saber se será possível manter distância em uma trilha ou parque específico – é melhor ser conservador e não ir.
Se você atendeu a todas as precauções acima e está pronto para ir, “lave as mãos antes de sair”, diz Grace Roberts, virologista da Queen’s University Belfast. “Você não sabe se está infectado.” Além disso, leve tudo o que você precisa – água, lanches, etc. – para minimizar a necessidade de parar em qualquer loja. Não use banheiros públicos ou outras instalações compartilhadas.
Então, quando você estiver fora, evite tocar as superfícies com as mãos e mantenha as mãos longe do rosto. Por exemplo, você pode usar o cotovelo para acertar um botão de faixa de pedestres. Pense que quando está correndo, sugiro reservar a mão esquerda para apertar o botão da faixa de pedestres ou qualquer outra superfície, enquanto a mão direita é usada para ajustar os óculos ou manusear água e lanches. Ao chegar em casa, lave imediatamente as mãos.
Ser professor é professar a fé e a certeza de que tudo terá valido a pena se o aluno sentir-se feliz pelo que aprendeu com você e pelo que ele lhe ensinou…
Ser professor é consumir horas e horas pensando em cada detalhe daquela aula que, mesmo ocorrendo todos os dias, a cada dia é única e original…
Ser professor é entrar cansado numa sala de aula e, diante da reação da turma, transformar o cansaço numa aventura maravilhosa de ensinar e aprender…
Ser professor é ter a capacidade de “sair de cena, sem sair do espetáculo”.
Ser professor é importar-se com o outro numa dimensão de quem cultiva uma planta muito rara que necessita de atenção, amor e cuidado.
Ser professor é apontar caminhos, mas deixar que o aluno caminhe com seus próprios pés…
Muitas pessoas não conseguem ter tranquilidade na terceira idade justamente por não encararem o momento da maneira certa. Com medo de envelhecer ou querendo evitar que aconteça, boa parte delas deixa de aproveitar os momentos dessa fase ou de se preparar para ela.
O resultado não poderia ser outro além da falta de qualidade de vida. Portanto, o ideal é se adaptar à ideia desde já, de modo a prevenir que o futuro seja muito diferente do desejado. As melhores recomendações incluem:
Encare o passar do tempo do jeito certo
Envelhecer é completamente natural. Mesmo assim, a sociedade ocidental ainda vê esse processo de uma forma quase distorcida, como se ele tivesse que ser evitado. É isso que faz com que as pessoas procurem parecer sempre jovens ou que relutem em lidar com essa fase da vida.
Para ter qualidade de vida na terceira idade, no entanto, é preciso lidar com o envelhecimento da melhor maneira, encarando-o como um período em que podem ocorrer novas descobertas e vivências. Apesar de surgirem novos cuidados para esse momento, envelhecer não deve significar abrir mão da própria vida.
Não deixe de cuidar de si mesmo
A terceira idade exige atenção específica em vários sentidos, mas tudo isso é para o próprio bem-estar. Porém, muitos acreditam que, estando mais velhos, já não é necessário ter tanta atenção consigo. Em outros casos, há uma desmotivação tão grande que há a perda de interesse em cuidar da própria saúde.
Se isso acontecer, será praticamente impossível se adaptar ao envelhecimento, já que o resultado será menos disposição e mobilidade. Portanto, encare os cuidados como sendo absolutamente necessários e faça as adaptações para se manter sempre saudável.
Busque novas formas de aproveitar a vida
Outra ótima forma de se adaptar ao período é compreendendo que ficar mais velho não significa o fim da vida. As coisas mudam, mas ainda há como aproveitar novas experiências, descobrir novas motivações e até realizar sonhos.
Por isso, é fundamental buscar maneiras inéditas de curtir os dias, seja praticando novas atividades, seja fazendo aquilo de que gosta. A ideia é encontrar novos caminhos que mostrem que essa fase pode ser muito positiva.
Trabalhe a autoestima
Muitos idosos sofrem com problemas de baixa autoestima. Isso não diz respeito apenas à aparência e também acontece quanto ao próprio modo de vida. É comum, por exemplo, que pessoas mais velhas se sintam como um fardo ou que não têm valor.
Isso afeta a saúde psicológica e as condições físicas, gerando isolamento social e todas as consequências da falta de adaptação. Em vez disso, o idoso deve celebrar a própria experiência. Ao notar que os anos vividos geram uma visão de mundo muito valiosa, por exemplo, fica fácil se adaptar a esse período.
Dicas para ter mais qualidade de vida na terceira idade
Além de todas as recomendações já apresentadas, é muito importante ter alguns cuidados bem específicos com a saúde. Assim, conquistar a qualidade de vida na terceira idade se torna simples e acessível. A maioria dessas questões envolve uma mudança no estilo de vida em geral e há grandes benefícios em seguir essas orientações. Veja quais são as mais relevantes:
Tenha uma alimentação saudável
O que vai ao prato gera grandes impactos na saúde e no bem-estar, especialmente de quem é mais velho. Por isso, uma forma de preservar a saúde na terceira idade é tendo uma alimentação saudável e balanceada.
É importante, por exemplo, reduzir o consumo de sódio, de açúcar e de gorduras consideradas ruins para o organismo. Carne vermelha, alimentos industrializados, doces e farinhas devem ser substituídos por versões magras, integrais e naturais. Essa é uma forma de evitar o surgimento ou agravamento de condições como hipertensão, diabetes e problemas cardiovasculares.
Também é fundamental investir em frutas, verduras e legumes que sejam repletos de nutrientes, vitaminas e sais minerais. Dessa forma, é possível prevenir quadros de desnutrição, que são muito comuns nessa fase. Para se ter uma ideia, uma pesquisa demonstrou que 54,7% dos idosos que deram entrada em um hospital estavam desnutridos.
Vale ressaltar que, portanto, o acompanhamento de um profissional nutricionista pode se tornar de grande importância para manter uma rotina alimentar de qualidade.
Pratique atividades físicas
O sedentarismo é um grande vilão para a saúde de qualquer pessoa, mas especialmente dos idosos. Afinal, além de aumentar os riscos de doenças crônicas, ele ainda pode prejudicar a mobilidade. Sendo assim, é fundamental praticar atividades físicas.
A caminhada, a hidroginástica e até a musculação são boas opções, dependendo da indicação médica. Além de tudo, é uma forma de socializar, se manter em movimento e controlar o peso dentro de parâmetros normais. Ao unir alimentação e exercícios para terceira idade, o corpo se torna mais saudável e protegido.
Uma ótima alternativa para a realização dessas atividades, é ter o acompanhamento de um profissional da área de ed. física.
Mantenha hábitos saudáveis
Porém, não adianta cuidar corretamente da alimentação e se movimentar se o idoso tiver hábitos ruins. O tabagismo e o consumo de bebidas alcoólicas podem causar problemas em sistemas variados e devem ser evitados.
Além disso, é importante tomar sol diariamente para metabolizar vitamina D, mas sempre com proteção solar. A hidratação, por sua vez, é indispensável para manter o corpo funcionando bem. Dessa forma, esses hábitos não podem ser deixados de lado, já que impactam diretamente a qualidade de vida na terceira idade.
Cuide da saúde mental e psicológica
Essas questões prévias ajudam a cuidar da saúde física, mas o cérebro também exige atenção. Treinar a memória, como com jogos, é importante para fortalecer as ligações neurais e prevenir a degeneração. É fundamental evitar ou tratar quadros de depressão ou ansiedade, por exemplo. Estando sob controle, eles permitem que o cuidado com a saúde seja mais fácil.
Outra questão é o estresse. Uma pesquisa, inclusive, mostrou que 71% das idosas pesquisadas se disseram estressadas, enquanto 39% dos homens afirmaram o mesmo. Esse quadro afeta até a qualidade do sono e prejudica a saúde, devendo, portanto, ser evitado. Buscar atividades relaxantes e hobbies em geral é de grande ajuda e auxilia na conquista de uma vida melhor.
Vida social
Já que o isolamento social é totalmente indesejável nessa fase da vida, é fundamental buscar maneiras de se manter sempre por perto de quem se ama. Ao garantir uma vida social ativa, é viável afastar os efeitos da solidão e chegar a um resultado muito melhor de qualidade de vida.
A tarefa é menos complicada do que parece e ao consolidar bons hábitos, logo, os resultados são sentidos. As recomendações principais são:
Passe tempo com a família
Mesmo que os familiares, como filhos e netos, não estejam tão próximos quanto antes, é fundamental passar tempo de qualidade com a família. O fortalecimento desse relacionamento gera ótimos efeitos na saúde, além de auxiliar a questão psicológica. O ideal, portanto, é garantir reuniões periódicas com a família ou, no mínimo, um contato por telefone. Assim, a solidão passa longe.
Mantenha o contato com amigos
Os amigos de longa data não devem ser esquecidos. Eles também estão na terceira idade e, por isso, precisam igualmente de companhia e convívio social. Logo, vale a pena se encontrar frequentemente com as pessoas queridas. Uma visita na casa do outro, um passeio na rua ou até uma conversa com a ajuda da internet auxiliam no fortalecimento dos laços sociais.
Busque novas amizades
Ao mesmo tempo, vale a pena buscar novas amizades. Conhecer gente nova traz uma perspectiva única para essa fase da vida, além de ajudar a manter o interesse social sempre ativo. O idoso pode recorrer a grupos de atividades voltadas para a terceira idade ou até começar a se relacionar com os conhecidos de amigos e familiares. A ideia é manter sempre viva essa ação de conhecer pessoas e criar relacionamentos.
Viva novas experiências sociais
O que também não deve ser ignorado é o poder que as novas experiências possuem na vida de quem está na terceira idade. Descobrir novas sensações, ter memórias inéditas e encarar novos desafios é um grande motivador e ajuda a aproximar os laços sociais. Para que isso seja possível, é fundamental frequentar novos ambientes e conviver com pessoas diversas, de modo a encontrar novas possibilidades para vivenciar.