Quando a minha mente está calma, eu acesso uma clareza que me permite sentir, com mais nitidez, que há uma sabedoria que abraça todas as coisas. Que o tempo tem uma habilidade singular para reinventar nosso roteiro com a gente, toda vez que redefinimos o que, de verdade, nos importa. Que há um contentamento perene no nosso coração.
Um espaço de alimento amoroso. Uma fonte que buscamos raras vezes, acostumados a imaginar a felicidade somente fora de nós e a deslocá-la para distâncias onde não estamos.
Quando a minha mente está calma, eu acesso uma confiança que é descanso e proteção. Uma fé genuína na preciosidade da vida.
Sinto que tudo em mim se reorganiza, silenciosamente, o tempo todo. Que isso tem mais a ver com o meu olhar, com a natureza das sementes que rego, do que eu possa perceber. Minha expectativa, tantas vezes ansiosa, de que as coisas sejam diferentes, dá lugar à certeza tranqüila de que, naquele momento, tudo está onde pode estar. Em vez de sofrer pelas modificações que ainda não consigo, eu me sinto grata pelas mudanças que já realizei. E relaxo.
Quando a minha mente está calma, os sentidos se expandem e me permitem refinar sensações e sentimentos. Posso saborear mais detalhes do banquete que está sempre disponível, mesmo quando eu não o percebo.
Nesse lugar de calma e clareza, não há nada a desejar. Nada a esperar. Nada a buscar. Nenhum lugar onde ir. Eu me sinto sentada sob a sombra de uma árvore generosa, numa tarde azul sem pressa, os pássaros bordando o céu com o seu balé harmonioso. Omeu coração é pleno, nenhuma fome.
Uma marca inesquecível, uma boa lembrança, um conselho valioso, uma palavra de fé, uma frase de incentivo, uma gargalhada que gruda na memória, um cheiro que fica, uma voz amiga, um presente, uma história.
A delícia da vida é saber que passar por ela, nos dá oportunidades das amizades, de aprender, de ensinar, de ser lembrado, de lembrar. Cada pessoa que entra, que sai ou que fica, deixa algo.
Deixe o melhor.
Leve o melhor.
Trocas que enriquecem.
Quando conquistar uma amizade, sinta o outro coração: Visualize, entenda, compreenda, respeite, não julgue, não culpe, se envolva, invada com energias positivas.
Toque uma vida, pinte uma história, trace um caminho de ida, desenhe um caminho de volta. Deixe junto ao seu nome, o poder de tirar sorrisos em alguém.
Amizade é o melhor que a vida tem.
Toque a vida de outras pessoas com mãos que acolhem, com palavras que elevem, com olhar que aprova, com riso que renova, com alma e coração. Sinta a sincronia, simpatia, tolerância, ternura. Cuide bem de seus amigos, guarde-os de verdade no lado esquerdo do peito.
Viver é um monte de trocas.
Permita que levem e que deixem um pouquinho de suas essências. Amizade é construção de laços. Assim, sua presença será pra sempre. Sua ausência, será saudade. E sua lembrança, será a da melhor amizade.
Plenitude não é extensão nem permanência: é quando a vida cabe no instante presente,sem aperto, e a gente desfruta o conforto de não sentir falta de nada.
A vida depois de uma certa idade muda. Não há mais desejo de drama, de conflitos, de explicações. Começa uma espécie de “Seleção”. Optamos por nos rodear de cada vez menos pessoas, muitas vezes começamos a optar pelo silêncio; às vezes você até escolhe a ausência. Nos dedicamos mais apenas ao que está em paz consigo mesmo. Começamos a ver as coisas como elas são e cada vez menos como parecem. Você começa a preservar o melhor de si só para quem sabe ir fundo […]
Você aprende a ficar calado sobre muitas coisas; você aprende a abrir mão de muitas coisas. É feita uma seleção entre “útil e fútil”. Que no final tudo que é inútil não serve para você. Nos livramos de muitas coisas: palavras, pessoas, objetos. Fique com tudo que o torna melhor. De resto, aprenda a arte de deixar ir. By Helena Helena Poetisa
“Erótica é an alma”. Além de poética, a frase é redentora, pois alivia o peso da sensualidade a qualquer custo, a busca desenfreada pela juventude perdida, a corrida pelos últimos lançamentos da indústria cosmética. Gosto deste olhar, me representa muitooooo!!!
Dá um certo alívio! E nos autoriza a cuidar mais da alma, a viajar pro interior, a descobrir o que nos completa. Pois se os olhos são as janelas da alma, de que adianta levantar pálpebras que se descortinam um olhar de súplica?
“Erótica é a alma” que se diverte, que se perdoa, que ri de si mesma e faz as pazes com sua história. Que usa a espontaneidade pra ser sensual, que se despe de preconceitos, intolerâncias, desafetos.
“Erótica é a alma” que aceita a passagem do tempo com leveza e conserva o bom humor apesar dos vincos em torno dos olhos e o código de barras acima dos lábios; “erótica é a alma” que não esconde seus defeitos, que não se culpa pela passagem do tempo.
“Erótica é a alma” que aceita suas dores, atravessa seu deserto e ama sem pudores.
Porque não adianta sex shop sem sex appeal; bisturi por fora sem plástica por dentro; lifting, botox, laser e preenchimento facial sem cuidado com aquilo que pensa, processa e fala; retoque de raiz sem reforma de pensamento; striptease sem ousadia ou espontaneidade.
Querendo ou não, iremos todos envelhecer faz parte da vida. Penso que é bem melhor do que a outra opção. As pernas irão pesar, a coluna doer, o colesterol aumentar. A imagem no espelho irá se alterar gradativamente e perderemos estatura, lábios e cabelos. A boa notícia é que an alma pode permanecer com o humor dos dez, o viço dos vinte e o erotismo dos trinta anos, se você permitir.
O segredo não é reformar por fora. É, acima de tudo, renovar a mobília interior tirar o pó, dar brilho, trocar o estofado, abrir as janelas, arejar o ambiente. Porque o tempo, invariavelmente, irá corroer o exterior. E quando ocorrer, o alicerce precisa estar forte pra suportar.
Não tem problema cuidar do corpo. É primordial ter saúde e faz bem dar um agrado à auto estima. O perigo é ficar refém do espelho, obcecado pelo bisturi, viciado em reduzir, esticar, acrescentar, modelar até plástica íntima andam fazendo! Aprenda: Bisturi algum vai dar conta do buraco de uma alma negligenciada anos a fio.
Vivemos an era das emergências. De repente tudo tem conserto, tudo se resolve num piscar de olhos, há varinha de condão e tarja preta pra sanar dores do corpo, alma e coração. Como canta Nando Reis, “O mundo está ao contrário e ninguém reparou…”
Desaprendemos a valorizar aquilo que é importante, o que é eterno, o que tem vocação de eternidade.
E de tanto lustrar a carapaça, vivemos a “Síndrome da Maça do Amor”: Brilhantes por fora e podres por dentro.
O tempo tornou-se escasso, acreditamos que “perdemos tempo” quando lemos um livro inteiro, quando passamos horas com nossos filhos, quando oramos ou viajamos com a família. E nos iludimos achando que poderemos “segurar o tempo” cuidando da flacidez, esticando a pele, preenchendo espaços.
Cuide do interior. Erotize a alma. Enriqueça seu tempo com uma nova receita culinária, boas conversas, um curso de canto ou dança. Leia, medite, cultive um jardim. Sinta o sol no rosto e por um instante não se preocupe com o envelhecimento cutâneo. Alongue-se, experimente o prazer que seu corpo ainda pode lhe proporcionar. Não se ressinta das novas dores, da pouca agilidade, dos novos vincos. Descubra enfim que a alegria rejuvenesce mais que o botox. E não se esqueça: em vez de se concentrar no lustre da maçã, trate de aproveitar o sabor que ela ainda é capaz de proporcionar…
Obs:Este texto tem sido atribuído erroneamente à Adélia Prado. Porém, está registrado na Biblioteca Nacional como obra de Fabíola Simões e é parte integrante do livro “A Soma de todos os Afetos”, de Fabíola Simões
Com vocês:
Todos vamos envelhecer….
Querendo ou não, iremos todos envelhecer.
As pernas irão pesar, a coluna doer, o colesterol aumentar.
A imagem no espelho irá se alterar gradativamente e perderemos estatura, lábios e cabelos.
A boa notícia é que a alma pode permanecer com o humor dos dez, o viço dos vinte e o erotismo dos trinta anos.
O segredo não é reformar por fora.
É, acima de tudo, renovar a mobília interior: tirar o pó, dar brilho, trocar o estofado, abrir as janelas, arejar o ambiente. Porque o tempo, invariavelmente, irá corroer o exterior.
E, quando ocorrer, o alicerce precisa estar forte para suportar.
Erótica é a alma que se diverte, que se perdoa, que ri de si mesma e faz as pazes com sua história.
Que usa a espontaneidade para ser sensual, que se despe de preconceitos, intolerâncias, desafetos.
Erótica é a alma que aceita a passagem do tempo com leveza e conserva o bom humor apesar dos vincos em torno dos olhos e o código de barras acima dos lábios.
Erótica é a alma que não esconde seus defeitos, que não se culpa pela passagem do tempo.
Erótica é a alma que aceita suas dores, atravessa seu deserto e ama sem pudores.
Aprenda: bisturi algum vai dar conta do buraco de uma alma negligenciada anos a fio.
Conversa de uma jovem … com uma amiga mais velha. Um texto que me identifica muito. Leiam:
Perguntei a uma amiga minha que já ultrapassou os 60 anos: Que tipo de mudança ela está sentindo? Ela me enviou as seguintes linhas muito interessantes:
1) Depois de amar meus pais, meus irmãos, meu marido, meus filhos, meus amigos, agora comecei a me amar.
2) Acabei de perceber que não sou “Atlas”. O mundo não repousa sobre meus ombros.
3) Agora parei de negociar com vendedores de frutas e verduras. Afinal, alguns centavos a mais não vão abrir um buraco no meu bolso, mas podem ajudar o pobre homem a economizar para as taxas escolares dos filhos.
4) Pago o taxista sem esperar o troco. O dinheiro extra pode trazer um sorriso ao seu rosto. Afinal, ele está trabalhando muito mais duro do que eu.
5) Parei de contar aos mais velhos que já contaram essa história muitas vezes. Afinal, a história os faz trilhar o caminho da memória e reviver o passado.
6) Aprendi a não corrigir as pessoas, mesmo quando sei que estão erradas. Afinal, a responsabilidade de tornar todos perfeitos não é minha. A paz é mais preciosa do que a perfeição. (Se a pessoa vive numa bolha, deixa… não arrebente a bolha)
7) Dou elogios de forma livre e generosa. Afinal, melhora o humor não só do destinatário, mas também de mim mesmo.
8) Aprendi a não ser incomodado por alguma mancha na minha camisa. Afinal, a personalidade fala mais alto do que as aparências.
9) Eu fico longe de pessoas que não me valorizam. Afinal, eles podem não saber meu valor, mas eu sei.
10) Fico calmo quando alguém faz política suja para ficar à minha frente na corrida dos ratos. Afinal, não sou um rato e também não estou em nenhuma corrida.
11) Estou aprendendo a não ter vergonha de minhas emoções. Afinal, são minhas emoções que me tornam humano.
12) Aprendi que é melhor abandonar o ego do que romper um relacionamento. Afinal, meu ego vai me manter distante, enquanto com relacionamentos eu nunca estarei sozinho.
13) Valorizo meu tempo… cada minuto, usando como e onde eu quero e posso. Faço escolhas melhores e não entro em embates desnecessários.
14) Aprendi a viver cada dia como se fosse o último. Afinal, pode ser o último. Adoro viajar então voo longe.
15) Estou fazendo o que me deixa feliz. Afinal, sou responsável pela minha felicidade e devo isso a mim mesmo.
16) Vivo de bem com a vida e com otimismo, afinal cheguei até aqui bem e pretendo continuar assim. Sem stress!
17) Me tornei “minimalista”, menos é mais. Só compro o necessário… repenso antes de comprar, doo o que não uso mais a quem precisa.
18) Gosto de silêncio e da minha companhia, muitas vezes. Aprendi a me ouvir mais.
19) Mas também gosto de estar com minha família e meus amigos. Conversa e passear juntos são sabor a vida!
20) Tenho gratidão por tudo que tenho e recebo. Agradeço todos os dias.
E você? Já pensou nas mudanças que o tempo nos trás?
Se essa moda pega aqui no Brasil 🇧🇷, iria ajudar muito. Torço pra isto acontecer logo 🤞. Mesmo eu tendo alguns poucos conhecimentos sobre o assunto, e tomando certos cuidados para não cair nos golpes, ainda sim… os fraudulentos e rackers estão sempre a frente… e podemos cair em seus golpes, sim. Eu já caí!
Um país 🇧🇷 que tem muitos idosos, sofrendo diariamente todos os tipos de golpes (sem a devida proteção das instituições financeiras e do governo, que acabam querendo jogar no nosso colo o prejuízo que estes golpes causam… em vez de buscar maiores proteções aos clientes, especificamente aos idosos (seus alvos preferidos). 👀 Nos dando um trabalho imenso… tendo que entrar com “processo judicial” (pela delegacia das pequenas causas e/ou com advogados) para sermos ouvidos/ atendidos 👀 e na maioria das vezes, após analisar cada caso, o juíz julga procedente e voltamos a ter paz) … Golpes que principalmente causando- nos grande prejuízos financeiros e intensificando muitas vezes os problemas de saúde, devido ao: medo, vergonha, falta de conhecimento com as novas tecnologias, na internet, solidão, falta de sermos ouvidos e protegidos pelas instituições financeiras e governo etc… Na Inglaterra 🏴 surgiu Dona Daisy que é especializada em combater crimes cibernéticos. 100% inteligência artificial, Trabalha com telefone fixo… mas de forma disruptiva! 👀 Para enrolar os golpistas e mantê-los na linha o maior tempo possível. Com resultados incríveis.
Dona Daisy é especializada em combater crimes cibernéticos. Trabalha com telefone fixo… mas de forma disruptiva! Ela é 100% inteligência artificial. Foi criada para ajudar a polícia britânica a coibir estelionatários que aplicam golpes pelo telefone.
Os mais comuns são de ligações falsas da Receita Federal e de bancos, que têm os idosos como principal alvo. A função dela é simples: enrolar os golpistas e mantê-los na linha o maior tempo possível. Ela faz muitas perguntas, comentários inúteis e vence pelo cansaço. A ideia foi da VCCP, uma empresa de telefonia do Reino Unido. De acordo com o diretor criativo Morten Legarth, em apenas três meses Dona Daisy já atendeu a mais de mil chamadas. “Ela virou uma espécie de heroína, as pessoas se sentem vingadas através dela”. A idosa fez tanto sucesso que vai ganhar “colegas de trabalho”, novos personagens feitos com a ajuda da inteligência artificial. E assim vai nascendo uma nova tropa de choque anti-golpista…
“Estamos envelhecendo, estamos envelhecendo”, só ouço isto. No táxi, no trânsito, no banco, só me chamam de senhora. E as amigas falam “estamos envelhecendo” como quem diz “estamos apodrecendo”. Não estou achando envelhecer esse horror todo. Até agora. Mas a pressão é grande. Então, outro dia, divertidamente, fiz uma analogia. O queijo Gorgonzola é um queijo que a maioria das pessoas que eu conheço gosta. Gosta na salada, no pão, com vinho tinto, vinho branco, é um queijo delicioso, de sabor e aroma peculiares, uma invenção italiana, tem status de iguaria com seu sabor sofisticadíssimo, incomparável, é caro …. e é podre. É um queijo contaminado por fungos, só fica bom depois que mofa. É um queijo podre de chique. Para ficar gostoso tem que estar no ponto certo da deterioração da matéria. O que me possibilita afirmar que não é pelo fato de estar envelhecendo que devo ser desvalorizada. Saibam: vou envelhecer até o ponto certo, como o Gorgonzola. Estou me tornando uma iguaria. Com vinho tinto, sou deliciosa. Aos 50, fui uma mulher para paladares variados, aos 70 sou uma mulher para paladares sofisticados. Não sou mais um queijo Minas Frescal, não sou mais uma Ricota, não sou um queijo amarelo qualquer para um lanche sem compromisso. Não sou para qualquer um, nem para qualquer um dou bola, agora tenho status, sou um queijo Gorgonzola.