PARA QUE A EXISTÊNCIA VALHA A PENA!

Lya luft

“… acho que a vida é um processo… É como subir uma montanha. Mesmo que no fim não se esteja tão forte fisicamente, a paisagem visualizada é melhor.” Lya Luft

Lindo esta crônica de Lya Luft, me faz refletir realmente sobre o significado de nossa existência. Reinventar-se… se não caímos na mediocridade, na mesmice, na chatice. E convenhamos, não estudamos, trabalhamos, investimos em nosso conhecimento e autoconhecimento para, no final, não sermos respeitados nem pelo nossos pares e por nós mesmos. Espero que gostem. Leiam:

Não lembro em que momento percebi que viver deveria ser uma permanente reinvenção de nós mesmos — para não morrermos soterrados na poeira da banalidade, embora pareça que ainda estamos vivos.

Mas compreendi, num lampejo: então é isso, então é assim. Apesar dos medos, convém não ser demais fútil nem demais acomodada. Algumas vezes é preciso pegar o touro pelos chifres, mergulhar para depois ver o que acontece: porque a vida não tem de ser sorvida como uma taça que se esvazia, mas como o jarro que se renova a cada gole bebido.

Para reinventar-se é preciso pensar: isso aprendi muito cedo.

Apalpar, no nevoeiro de quem somos, algo que pareça uma essência: isso, mais ou menos, sou eu. Isso é o que eu queria ser, acredito ser, quero me tornar ou já fui. Muita inquietação por baixo das águas do cotidiano. Mais cômodo seria ficar com o travesseiro sobre a cabeça e adotar o lema reconfortante: “Parar pra pensar, nem pensar!”

O problema é que quando menos se espera ele chega, o sorrateiro pensamento que nos faz parar. Pode ser no meio do shopping, no trânsito, na frente da tevê ou do computador. Simplesmente escovando os dentes. Ou na hora da droga, do sexo sem afeto, do desafeto, do rancor, da lamúria, da hesitação e da resignação.

Sem ter programado, a gente pára pra pensar.

Pode ser um susto: como espiar de um berçário confortável para um corredor com mil possibilidades. Cada porta, uma escolha. Muitas vão se abrir para um nada ou para algum absurdo. Outras, para um jardim de promessas. Alguma, para a noite além da cerca. Hora de tirar os disfarces, aposentar as máscaras e reavaliar: reavaliar-se.

Pensar pede audácia, pois refletir é transgredir a ordem do superficial que nos pressiona tanto.

Somos demasiado frívolos: buscamos o atordoamento das mil distrações, corremos de um lado a outro achando que somos grandes cumpridores de tarefas. Quando o primeiro dever seria de vez em quando parar e analisar: quem a gente é, o que fazemos com a nossa vida, o tempo, os amores. E com as obrigações também, é claro, pois não temos sempre cinco anos de idade, quando a prioridade absoluta é dormir abraçado no urso de pelúcia e prosseguir, no sono, o sonho que afinal nessa idade ainda é a vida.

Mais-velha

Mas pensar não é apenas a ameaça de enfrentar a alma no espelho: é sair para as varandas de si mesmo e olhar em torno, e quem sabe finalmente respirar.

Compreender: somos inquilinos de algo bem maior do que o nosso pequeno segredo individual. É o poderoso ciclo da existência. Nele todos os desastres e toda a beleza têm significado como fases de um processo.

Se nos escondermos num canto escuro abafando nossos questionamentos, não escutaremos o rumor do vento nas árvores do mundo. Nem compreenderemos que o prato das inevitáveis perdas pode pesar menos do que o dos possíveis ganhos. Os ganhos ou os danos dependem da perspectiva e possibilidades de quem vai tecendo a sua história. O mundo em si não tem sentido sem o nosso olhar que lhe atribui identidade, sem o nosso pensamento que lhe confere alguma ordem.

Viver, como talvez morrer, é recriar-se: a vida não está aí apenas para ser suportada nem vivida, mas “elaborada”. Eventualmente reprogramada. Conscientemente executada. Muitas vezes, ousada.

Parece fácil: “escrever a respeito das coisas é fácil”, já me disseram. Eu sei. Mas não é preciso realizar nada de espetacular, nem desejar nada excepcional. Não é preciso nem mesmo ser brilhante, importante, admirado.

Para viver de verdade, pensando e repensando a existência, para que ela valha a pena, é preciso ser amado; e amar; e amar-se. Ter esperança; qualquer esperança.

Questionar o que nos é imposto, sem rebeldias insensatas mas sem demasiada sensatez. Saborear o bom, mas aqui e ali enfrentar o ruim. Suportar sem se submeter, aceitar sem se humilhar, entregar-se sem renunciar a si mesmo e à possível dignidade. Sonhar, porque se desistimos disso apaga-se a última claridade e nada mais valerá a pena. Escapar, na liberdade do pensamento, desse espírito de manada que trabalha obstinadamente para nos enquadrar, seja lá no que for.

E que o mínimo que a gente faça seja, a cada momento, o melhor que afinal se conseguiu fazer. By Lya Luft

SEMPRE É HORA DE APRENDER: 10 CURSOS PARA QUEM TEM MAIS DE 60 ANOS, E MAIS ALGUNS…

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Alcançar a marca dos 60 anos não é motivo para desanimar ou se acomodar profissionalmente. Com a população de idosos crescendo e cada vez mais ativa, a idade deixou de ser uma barreira para quem quer continuar no mercado ou mesmo mudar de área. Sempre é hora de aprender1

No Senac, os profissionais maduros que querem aperfeiçoar seus conhecimentos ou direcionar a carreira encontram cursos em diversas áreas que podem servir como porta de entrada para novos caminhos. A verdade é que não existe limite para o que você quer fazer, muito menos de idade. Veja 10 cursos do Senac São Paulo com inscrições abertas nos mais diversos campos de atuação.

1) Inglês.
Se você ainda não pensou em dar uma chance para o inglês, está mais do que na hora! Hoje em dia, ter uma segunda língua não é mais novidade no currículo de ninguém, especialmente de quem está começando a entrar agora no mercado. Para não ficar para trás, invista em um curso de idiomas.

Além disso, aprender inglês ou outra língua não é apenas uma possibilidade de dar um upgrade na sua formação profissional. Também é uma maneira de estimular o aprendizado, conhecer novas culturas e estar apto a se comunicar com pessoas de outros países.

2) Decoração Prática.
Quer desenvolver aquele senso de decorador que já existe aí dentro? O curso de decoração prática do Senac capacita os alunos a criar soluções para ambientes residenciais. Você terá conhecimentos sobre circulação, iluminação, materiais e revestimentos, e vale tanto para quem quer ingressar na área quanto para quem quer planejar o ambiente da própria casa.

3) Informática para Maturidade.
Não é porque a tecnologia nasceu depois de você que deve abrir mão de conhecê-la, certo? Indicado para pessoas com mais de 45 anos de idade, o curso oferece aos alunos o primeiro contato com o computador, fornecendo informações básicas de informática e conhecimentos para navegação na internet.

Você vai aprender como gerenciar janelas, como formatar e gravar trabalhos e como gerenciar discos, arquivos e pastas. Além disso, vai começar a utilizar a internet e ter noções de serviços disponíveis na web.

4) Agente de Desenvolvimento Socioambiental.
Já ouviu falar no profissional que se preocupa em planejar e implantar ações socioambientais nas cidades? O agente de desenvolvimento socioambiental tem esse papel. Ele tem o poder de desenvolver e articular ações que envolvam poder público, organizações não governamentais e setor privado para a importância de projetos de valor para a cidade, para o estado ou até mesmo para o país.

Se você gosta da causa ambiental, é um curso que vai prepará-lo para elaborar projetos dentro do tema, utilizando ferramentas apropriadas. Além disso, estará habilitado a captar recursos, identificando possíveis parceiros para implementar as ações desenvolvidas. Pode ser a chance de começar a trabalhar em uma nova área.

5) Formação de Sommelier.
Tem um pezinho na gastronomia, mas não sabe por onde começar? A resposta pode estar no curso de sommelier. O Senac oferece formação de sommelier em vinhos, cachaças e cervejas, em três cursos diferentes, cada um dedicado a um dos tipos de bebida.

Em todos eles, você vai aprender a reconhecer e a fazer a análise sensorial das bebidas, compreender a história de cada uma e atuar como um sommelier nos mais diversos locais, de restaurantes e bares a fabricantes de bebidas e hotéis.

6) Gestão de Carreiras: um novo olhar.
Voltado para profissionais que atuam como gestores, este curso do Senac faz parte do programa Gestão Executiva e ajuda os profissionais a se especializarem, atualizarem seus conhecimentos e aprimorarem o desempenho. Além disso, os participantes poderão usufruir de um ambiente de networking para compartilhar experiências e criar soluções alinhadas à sustentabilidade dos negócios.

O diferencial deste curso é que você vai compreender as transformações do mundo do trabalho e seus impactos na gestão de carreiras e vai elaborar estratégias individuais de flexibilização da mesma.

7) Turismo Cultural – orientador de visitas.
Com o boom do mercado de viagens, o público exige cada vez mais orientadores especializados, e a área cultural é uma das mais férteis – museus, espaços culturais, festas típicas, parques temáticos, shows, teatros e outras atrações demandam acompanhamento especial e diferenciado.

O profissional formado por este curso é capaz de elaborar roteiros de visitação, identificando as possibilidades dos espaços, e de assumir a liderança e uma postura comunicativa para estabelecer diálogo com os grupos e as pessoas atendidas.

8) Desenvolvimento de Liderança.
Se você está numa posição de líder – ou pretende assumi-la em breve –, o curso de desenvolvimento de liderança oferecido pelo Senac vai ajudá-lo a desenvolver habilidades de liderança estratégica, antecipando tendências e focando em resultados. Você saberá preparar um planejamento eficaz e estar à frente das tendências de mercado e também gerenciar equipes.

9) Alimentos Funcionais, Orgânicos e Transgênicos: diferenças e benefícios.
As mudanças nos hábitos alimentares e na relação dos indivíduos com os alimentos levaram à demanda por profissionais especializados no assunto. Se você gosta muito da área de bem-estar, por que não fazer um curso para entender mais sobre as funcionalidades e características dos alimentos?

Você vai aprender sobre a definição dos alimentos funcionais, orgânicos e transgênicos, mercado consumidor e comportamento dos consumidores, segurança e sustentabilidade relacionada aos alimentos e técnicas de preparo e conservação.

10) Marketing Pessoal – imagem e carreira.
O aumento da expectativa de vida, a ascensão do público feminino no mercado de trabalho e a busca por uma aparência mais saudável são alguns dos fatores que começaram a reforçar a importância da sua imagem. Que tal investir no marketing pessoal? Mesmo com anos de carreira, você vai adquirir conhecimento especializado em comunicação pessoal, mercado de trabalho, apresentações, internet e networking.

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Quer fazer um novo curso? Além destes que o O Senac São Paulo oferece confira abaixo 5 cursos que contribuem para uma vida melhor e mais saudável na terceira idade.

– Artes Plásticas
São utilizados nesse tipo de arte elementos visuais e táteis para a reprodução da realidade ou imaginação. O estudante pode usar papel, tinta, argila e muitos outros materiais para fazer as peças. O artista plástico pode construir esculturas, gravuras, pintura ou desenho, o importante é soltar a imaginação.

– Intercâmbio
Uma boa pedida para quem deseja aprender ou melhorar um idioma de maneira mais descomplicada, e ter oportunidade para vivenciar uma experiência única cultural. Tudo é organizado para ajudar os aventureiros da ‘terceira idade’. Além de viajar, conhecer lugares turísticos dá para fazer novas amizades.

– Informática
Uma excelente forma de socialização para o idoso é a #Internet, atualmente essa atividade auxilia nas relações familiares e estimula o cérebro.

– Ginástica Cerebral
Um bom treinamento mental aumenta muito os circuitos neurais do cérebro. A ginástica cerebral pode ser praticada online, com jogos próprios para estimular o cérebro.

– Dança
Essa é com certeza uma das melhores opções para deixar a saúde em dia, bom para todas as idades, mas no caso do idoso ajuda a melhorar o alongamento corporal, o risco de uma lesão é bem pequeno comparando-se a outros exercícios, melhora a coordenação motora e combate o estress e a ansiedade.

Boa sorte!

Fonte: http://www.sp.senac.br/jsp/default.jsp?template=1442.dwt&testeira=473&type=L&sub=3

 

 

 

PONTO DE PARTIDA!

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“Não quero deixar nada mais pra depois… tem que ser aqui e agora! Meu ponto de partida começa agora…” 

Talvez daqui a muitos anos, você não tenha nenhum remorso das coisas que fez, mas talvez tenha das muitas que deixou de fazer, das muitas que não conseguiu alcançar. Por isso, despedace sua âncora, levante de seu porto seguro e parta. Olhe o horizonte. Viva o momento. Pegue os ventos. Suba as montanhas. Encare. Explore. Sonhe. Descubra. Saiba que cada bom instante tem hora pra acabar. Os ruins também. Deixa estar. Deixa ser o que for. Só não pare e espere e nem tenha mil desculpas.

Viva o agora e não tenha outros planos pra hoje, pois enquanto você para pra pensar a vida vai passando. Pro amanhã, desafie a vida e nunca a aceite como ela é. Saia e veja o sol se pôr do lugar de onde sempre quis estar. Não queira que tudo seja mais fácil, queira que você seja mais forte, mais rápido, imbatível, melhor. Dias normais e desafios fáceis não trarão progressos, não trarão sucesso e por diversas vezes será preciso queimar algumas pontes pra deixar as conquistas mais longes e difíceis. E isso é bom. É a soma dos pequenos esforços, repetidos dia após dia que irão fazer sonhos tornar-se realidade, basta ter coragem e jamais deixar ser desencorajado pelos erros (aprenda com eles), pelo pessimismo e pelos pessimistas.

Continue falhando, continue errando, mas continue em frente, sempre! Todo avanço somente se tornará real fora da zona de conforto. Toda vitória só será concreta acompanhada do cansaço. Erre o máximo que puder e com toda certeza, chegará o dia em que o seu pior fracasso, será muito melhor que o maior sucesso dos que não apostavam uma moeda em você.

Seja cada vez mais você mesmo e nunca precisará ser quem esperavam que você fosse. O ponto de partida de toda conquista é o desejo. O ponto de partida de toda conquista é você. By Cleonio Dourado

E você já começou?

 

BRASIL ENVELHECE ANTES DE FICAR RICO, DIFERENTE DE OUTROS PAÍSES.

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Os países desenvolvidos enriqueceram e depois envelheceram. Já o Brasil, como os outros países em desenvolvimento, está envelhecendo antes de enriquecer” – afirma a psicóloga e gerontóloga Eliana Novaes Procópio de Araújo, neste artigo de Maria da Luz Miranda, de O Globo, mostrando que devemos enfrentar o desafio de viver numa nação que envelhece rapidamente sem ainda ter desenvolvido seu potencial de enriquecimento. Leia:

Em 2025, o Brasil será o sexto país em número de idosos. Não será pouco, mas as implicações do envelhecimento populacional latente no país vive vai além dos números e não vai esperar para se manifestar. Entre quem entra na categoria idoso aos 60 anos e quem já está adiante dos 80 há muitas nuances e velhices possíveis.

Segundo a psicóloga e gerontóloga Eliana Novaes Procópio de Araújo, professora de degrontologia social do Instituto Sedes Sapienta e doutoranda em Ciências da Saúde na Faculdade de Saúde Publica da Universidade de São Paulo (USP), já experimentamos, atualmente, os conflitos e dificuldades inerentes ao envelhecimento. E é preciso que nos preparemos para uma velhice menos traumática e mais promissora. Há idosos e muito idosos, ela pontua. E é preciso saber viver cada fase assim como dar o suporte a quem está em idade mais avançada.

A longevidade crescente na população brasileira no século XXI pode ser considerada uma conquista social e também um desafio para nossa sociedade, que deixa de ser um país de jovens para ser um país que envelhece. O Brasil, hoje, é “um jovem país de cabelos brancos”. Os países desenvolvidos enriqueceram e depois envelheceram. Já o Brasil, como os outros países em desenvolvimento, está envelhecendo antes de enriquecer.

Você fala em diferentes velhices. Quais seriam?

Devemos entender que o envelhecimento é um processo evolutivo, gradual, universal e irreversível que começa desde do nascimento até a finitude. Temos várias velhices, e cada pessoa idosa é única e deve-se respeitar a sua subjetividade. Assim, o jovem idoso, que tem entre 60 e 80 anos, em sua maioria pode apresentar um potencial latente em competência física e mental e provavelmente um bem estar emocional e pessoal. Esse vigor possibilita, inclusive, o desenvolvimento de novos projetos de vida. Entretanto, o muito idoso, acima de 80 anos, pode apresentar perdas no potencial cognitivo e níveis de fragilidade e disfuncionalidade, além de dificuldades emocionais e possibilidade de quadros de demência. A subjetividade, além do ambiente, de cada um também é determinante para o modo como se envelhece.

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Como essas duas gerações podem se interrelacionar de modo que ambas ganhem?

O ideal é que elas troquem experiências e desenvolvam atividades de prevenção. É importante ressaltar que cada idoso terá uma velhice singular. Há muitos velhos em cada um de nós. E esse é um pensamento que deve ser estimulante.

Como você vê, hoje, o tratamento que a sociedade dá aos seus velhos, tenham eles 60 ou 80 anos?

A cada ano, 650 mil novos idosos são incorporados à população brasileira, sendo que grande parte desse contingente apresenta limitações e dependências que necessitam de cuidados constantes, o que representa um grande desafio para a implementação de políticas públicas que garantam esse cuidado.

Como você vislumbra a sociedade brasileira no futuro próximo em relação aos velhos?

A sociedade brasileira está se organizando, mas ainda precisa se receber orientações que a preparem para atender esse novo perfil de idosos e muito idosos. Precisamos de uma educação para a velhice, necessitamos de profissionais especializados em muitas áreas, especialmente em geriatria e gerontologia, por exemplo. Saber envelhecer bem depende da forma que a pessoa vivencia sua vida desde jovem até esse novo estágio de vida que é a velhice.

Que conselhos você dá a quem tem 60 anos sobre a melhor maneira de cuidar de si mesmo ou de seus ascendentes?

Acredito que não existe uma formula perfeita para um bom envelhecimento, mas acredito que cada pessoa, independentemente de sua faixa etária deve dar um sentido à sua vida. E esse sentido pode vir de novos interesses e atividades que sejam afins com a sua singularidade e lhe promovam satisfação. Essencialmente, vamos nos preparar para uma velhice promissora. Não é um conselho. É um convite.

NÃO É O AMOR QUE SUSTENTA O RELACIONAMENTO… É O MODO DE SE RELACIONAR QUE SUSTENTA O AMOR…

“Eu gosto mesmo é da simplicidade de quem ama. De quem sabe amar,de quem oferece amor…de quem transmiti o amor…pois é tão cheia dele que não tem como não transborda.” Adriana Marchesin Amar é tão simples. As pessoas é que complicam, as pessoas é que idealizam demais e esquecem de viver a realidade que, por mais complicada que possa parecer, continua linda de viver. As pessoas se esquecem de que o amor precisa ser alimentado não com presentes e jantares caros. Não, o amor não precisa ser financiado para se manter. O problema é que as pessoas se esquecem do chocolate favorito quando vão ao mercado, se esquecem de que aquela camiseta do Star Wars vai fazer o coração do outro bater mais forte e que o sorriso vai ser desenhado aos poucos em seu rosto como quem diz obrigada. As pessoas se esquecem da cor favorita, da sobremesa preferida, se esquecem de que um filme de comédia romântica, em um final de tarde no domingo, faz bem. As pessoas se esquecem de elogiar aquele vestido novo, de dizer o quanto está linda naquele pijama velho que a deixa ainda mais bonita. As pessoas se esquecem da importância de assistir um jogo de futebol com o parceiro, de gritar com ele quando o seu time faz um gol e de vibrar com os “quase” gols. As pessoas se esquecem de tirar um tempo de qualidade para escutar o outro. As pessoas se esquecem de dar uma flor dessas que a gente rouba do quintal dos outros (risos). De elogiar o perfume novo e de dizer aos pés do ouvido o quanto ama esse alguém. Não precisa de buquê no trabalho, não precisa levar para jantar em um restaurante caro, não precisa encher de jóias, comprar presentes caros. Não precisa disso para manter a chama do amor acesa. Não é isso que faz pegar fogo. Um beijo na testa faz o coração de qualquer mulher se acalmar, um abraço quando as coisas não estão bem faz com que a gente se sinta protegido e assistir aquele filme que o outro tanto quer, também sabe agradar. Beijos ao pé da orelha causam arrepios e o toque sincero faz o corpo balançar. O problema é que as pessoas são intensas demais no começo de um relacionamento e fazem de tudo para conquistar o outro, mas não sabem como lidar com todo o sentimento que, às vezes – na maioria das vezes – parece não caber dentro da gente. E aí vem os inúmeros presentes, os inúmeros agrados, os inúmeros elogios e depois de um tempo, a insegurança vai embora e a gente se esquece de que é preciso conquistar todos os dias. Mas isso, ao contrário do que muita gente pensa, não é um fardo, obrigação e está longe de ser um sacrifício. É a simplicidade que emociona, é o beijo de bom dia, é o “sonhei com você”, é o elogio sincero e inesperado, é o cuidado, é fazer aquele mousse de maracujá, preparar uma janta em casa mesmo e dizer: “Só tinha ovos, fiz um omelete delicioso pra nós dois. Espero que goste”. Um recado deixado no meio dos seus livros é o suficiente para fazer o nosso coração sorrir. Vai, manda um SMS no meio da tarde dizendo que não consegue parar de pensar nele, compra o seu chocolate favorito e aparece de surpresa. Vai, compra uma rosa – não um buquê- e deixa um bilhete dizendo o quanto você a ama. Não deixe cair na mesmice, continue fazendo aquele belo sorriso brotar, aqueles lindos olhos brilharem. Vai, continua fazendo aquele corpo balançar com o teu toque. Vai, mantém essa chama acesa e deixe incendiar. O amor se alegra com a simplicidade e são as pequenas coisas que fazem o nosso coração sorrir sem medo, como quem tem alguém ao seu lado querendo fazer morada. By Thamilly Rozendo

MUDE! COMECE HOJE…

Jogue Fora

“Somos o que fazemos, mas somos, principalmente, o que fazemos para mudar o que somos.” Eduardo Galeno

Penso que… Nosso futuro depende das nossas atitudes do presente. O passado serve de referência para não cometermos os mesmo erros, ou seja, nos serve de aprendizado. Porém o nosso futuro depende das boas opções de caminhos do presente.

Muitos pensam nas questões sobre o que já está traçado, na verdade dentro das atitudes diárias podemos mudar tudo dependendo de nossas ações, ou seja, temos o poder em nossas mãos de poder mudar nosso caminho dentro da nossa própria história.

Por exemplo se estamos diante de uma situação de escolha, sabemos que temos que fazer uma escolha, e que escolher significa abandonar tantas outras opções, isso cria até certa angústia (o que é natural) mas é o caminho da opção.

Desde que acordamos nos deparamos com infinitas opções de escolha, estamos em um mundo de infinitas possibilidades.

Basta uma escolha errada para desencadear uma sucessão de eventos, por esse motivo, faça seu caminho por seus desejos, por suas metas, escolhas que o levarão para o seu sucesso. Dúvidas temos todo o tempo, o melhor é verificar quais são os caminhos que estão em sua frente e sempre optar pelo caminho que não lhe tará problemas e sim soluções.

Muitas vezes optamos por caminhos para deixar “outras” pessoas felizes, e quando fazemos isso nos tiramos de foco, e o dessenrrolar são sucessões de problemas, caminhos impensados ou mal pensados podem acarretar problemas futuros.

Quem monta seu futuro é você, sendo assim faça sempre a melhor escolha para você, escolhas que respeitem suas metas, seus valores, e que te guiem para seu sucesso seja em que área for.

Opte pelo bem, pelo bom caminho, e não aquele que sua intuição já lhe diz que trará problemas, escute aquela coisinha que vem do fundo do seu ser e lhe diz, não faça isso, ou é melhor fazer aquilo.

Opte por estar no controle de sua vida, seguir feliz por seus caminhos e traçando seu futuro com felicidade, todos que estarão com você nessa jornada estarão felizes também.

Sorte sempre…

Opte pelo melhor caminho, opte pelo bem…sucesso em suas escolhas.

By Karin Klemm

RECEITA DE ANO NOVO!

ANO NOVO 2018.jpg

Chegamos ao último mês de 2018. E, como no final de todo ano, começam as listas com os desejos que a gente gostaria de ver realizados no ano que vem chegando. Neste poema, Carlos Drummond de Andrade lembra que não basta querer tem um grande ano. É preciso lutar para que o anos seja pleno. Leia:

Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor de arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação como todo o tempo já vivido
(mal vivido ou talvez sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser,
novo até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?).
Não precisa fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar de arrependido
pelas besteiras consumadas
nem parvamente acreditar
que por decreto da esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um ano-novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo de novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.

COMERCIAL: IDOSO SÓ FINGE SUA MORTE PARA REUNIR A FAMÍLIA NO NATAL.

Divulgado no final de novembro/2015, o comercial de Natal do supermercado alemão Edeka continua fazendo gente dos quatro cantos do mundo chorar com a história comovente: vendo que não conseguiria reunir os filhos e netos no Natal, o avô, que vive sozinho, usa de um truque: finge que morreu. Comunicados de sua morte, filhos e netos logo aparecem na casa dele.

O sucesso foi instantâneo. Alguns dos comentários nas redes sociais: “o comercial mais devastador desse Natal”, “incrivelmente triste, mas passa uma mensagem poderosa”, “o comercial de Natal mais triste do ano”. O sucesso da peça publicitária talvez possa ser creditado ao fato de chamar a atenção para uma realidade trágica: a dos idosos que passam sozinhos as festas natalinas. Sensacional!

Veja o comercial:

SETE DICAS DE SAÚDE QUE NUNCA ENVELHECEM…

Collage of an elderly couple sharing good moments together on a

“ Saber envelhecer é a grande sabedoria da vida”. Henri Amiel

A jornalista Cristiane Segatto escreveu este artigo para a revista Época lembrando dicas para se envelhecer bem dadas por um médico americano e publicadas na revista Time em 1959. Embora tenha se passado tanto tempo, a autora chama a atenção, o incrível é que permaneçam tão atuais: “Ouça e respeite as mudanças de seu corpo”, é uma delas”. Leia:

A revista Time andou bem preocupada com o envelhecimento da população americana e mundial – e não foi no ano passado. O aumento da longevidade e o desejo de viver mais e melhor têm sido tema das capas de revista há pelo menos cinco décadas.

Para uma edição especial publicada em 1959, a Time perguntou o que era preciso fazer para viver e envelhecer bem. É curioso ler, mais de meio século depois, os conselhos de Michael M. Dasco, diretor do departamento de medicina e reabilitação do Goldwater Memorial Hospital, de Nova York.

As dicas de Dasco são o melhor remédio contra a insanidade coletiva que hoje leva tanta gente a cometer loucuras estéticas e a consumir produtos pseudo-saudáveis (dietas, pílulas, suplementos) na tentativa de frear a passagem do tempo.

Começamos a envelhecer no exato momento em que chegamos ao mundo. Tentar parecer jovem para sempre é negar um fato da vida tão inevitável quanto o primeiro choro ou o último suspiro. Os 50 anos não são os novos 30. Os 60 não são os novos 20. E, felizmente, os 70 não são os novos 10.

A boa velhice depende das escolhas feitas ao longo da vida, da forma de encarar os fatos e, em grande medida, da sorte. Ter mais ou menos hormônios do prazer e do bem-estar circulando no cérebro altera o comportamento, mas ele também é influenciado por muitos outros fatores, como estrutura familiar, laços sociais e condições de vida.

Se você não pretende se despedir da vida tão cedo, vale a pena ler os conselhos de Dasco.

1) Prepare-se
A coisa mais importante é não deixar a idade chegar de repente. Não permita que ela desabe sobre você, sem aviso prévio. Prepare-se para aceitar o fato de que não será jovem para sempre. Seus filhos, que hoje parecem crescer tão lentamente, um dia sairão de casa e terão suas próprias famílias.

2) Amplie seus interesses
Envelhecer envolve solidão. Isso é inevitável, a menos que você tenha feito planos com antecedência. Comece ampliando seus interesses hoje mesmo. O trabalhador manual deve fazer um esforço para aprender por que questões culturais são tão importantes para os intelectuais. Ao mesmo tempo, o intelectual deveria começar a aprender os prazeres de construir coisas com as próprias mãos.

3) Foque na independência
Para envelhecer bem, é preciso aprender a ser emocionalmente independente. Você pode aprender muito com as habilidades dos orientais. Eles são capazes de meditar e de se ocupar com eles mesmos – até mesmo nas pequenas coisas, como fazer dobraduras de papel. É sempre uma boa ideia aprender outro tipo de independência: ser capaz de cozinhar e de tomar conta de si mesmo. Além de se entreter e de se divertir sozinho.

4) Poupe saúde
A maioria das doenças crônicas começa a se desenvolver durante a juventude. A medicina atual, de 1959, indica a mesma dieta ao diabético de 70 anos e ao de 17 anos. Cuide de você hoje mesmo. Aprenda a comer, a beber e a fumar moderadamente e a sua velhice será muito mais feliz.

5) Ouça e respeite as mudanças do seu corpo
Acima de tudo, não se agarre estupidamente e ilogicamente à juventude. Não tente levar qualquer atividade física a sério demais. Não exagere. Se você tem 50 anos, pare de achar que tem 30 só porque continua tão bom no golfe quanto os rapazes do clube.

6) Desenvolva um senso saudável de autorespeito
Tenha em mente que a sua visão sobre você mesmo é, muitas vezes, dependente da opinião das pessoas ao seu redor. Se os outros agem como se você fosse velho ou inútil, é compreensível que se sinta assim. Pense que a medida da velhice deve ser a das suas capacidades. Isso é o que interessa. Seja capaz de se autoavaliar.

7) Coma o que quiser, com moderação
Muita gente acha que envelhecer significa ser condenado à dieta light. Esse tipo de alimentação enfraquece você. A regra é comero que quiser, com moderação. Se você percebe que não pode comer pratos gordurosos, não coma – mas não culpe a velhice por isso. Muitos idosos podem comer essas coisas sem sofrer dano algum.

E você, leitor de 2016, o que achou? O único conselho insustentável nos dias de hoje é o “fumar moderadamente”. Nos últimos 60 anos, inúmeros estudos demonstram que não existe limite seguro para exposição ao cigarro. Hoje, imagino que Dasco diria: “coma e beba moderadamente e não fume jamais”.

Dicas atualíssimas para o nosso tempo – tão esquisito e castigado pelo excesso de recursos e pela falta de bom de senso.

Fonte: http://www.50emais.com.br/sete-dicas-de-saude-que-nunca-envelhecem/