O TEMPO TRAZ A PODA.

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 “É preciso podar a árvore para que ela comece a dar bons e novos frutos…” Junior João.

Quem me conhece sabe que  gosto de postar crônicas que nos ajudem a enfrentar as adversidades da vida com um olhar mais positivo. Estamos sempre vivendo e aprendendo… seguindo em frente! Crescemos e nos fortalecemos com cada aprendizado, assim caminha a humanidade. Leiam:

A poda é necessária para a planta se fortalecer e equilibrar. O luto ensina e amadurece.

Ensina que existe tempo para tudo, e que alguns ramos irão se soltar durante a vida, modificando o vigor da espécie;

Ensina que os mais fortes são aqueles que se adaptam justamente como dizia Darwin;

Ensina que alguns galhos são supérfluos, ainda que não haja compreensão no momento;

Ensina a modificarmos nossa tendência de produzir mais folhagem que frutos a buscarmos novas alternativas, ter coragem, humildade.

Enquanto tivermos sorte, permanecermos jovens, belos e bem nascidos o acaso nos protegerá, mas permaneceremos mais selvagens folhagem e vegetação.

E não descobriremos quem realmente somos.

O tempo traz a poda. E a cada tesourada descobrimos que algumas feridas nunca se curam e você terá que se ajustar a uma forma de vida completamente nova.

Mesmo que seu coração tenha sido quebrado em mil pedaços, uma hora você perceberá que é capaz de amar de novo e, se tiver sorte, amará melhor.

Já perdi amigos, me separei de pessoas insubstituíveis, sofri decepções absurdas, descobri que ninguém é perfeito. Fui feliz, me atirei de cabeça, confiei demais, me frustrei na mesma proporção, tive dúvidas, morri de arrependimento.

Fui podada pela vida, aparada em minhas arestas, corrigida em minhas estruturas. Descobri novos arranjos, me equilibrei com as perdas e decepções, formulei novos caminhos. Aprendi que continuamente sofremos um processo de renovação natural _ como as plantas. Faz parte da vida, do processo de nos tornarmos melhores com o tempo, extraindo os ramos ruins e mantendo os bons…

Aprendendo a perdoar, a pedir perdão; a entender que o tempo leva pessoas especiais e deixa algumas nem tão perfeitas assim; que o coração é capaz de amar de novo, mas antes deve permitir-se chorar e enterrar o amor antigo bem fundo para que ele não ressuscite de tempos em tempos; aprendendo a valorizar o presente, a entender que tudo é passageiro_os bons e maus momentos; aprendendo que algumas pessoas simplesmente não percebem o mundo como você, e que isso não as torna mais cruéis. Aprendendo a ter compaixão, a separar seus medos antigos dos atuais.

O tempo molda as pessoas de formas diferentes, e alguns endurecerão ainda mais com o passar dos anos. Nem todo mundo aprende, não importa quantos tombos leve. E você não pode basear sua vida por essas pessoas.

A vida é muito curta e o roteiro só depende de você. É assim que você se mantém vivo. Decidindo ser melhor a cada dia, se permitindo chorar, se autorizando ter raiva, se justificando por estar sem forças. Mas ainda assim acreditando que uma hora, de alguma maneira que seria impossível, você não se sentirá assim. Não vai doer tanto…

By Fabíola Simões

http://www.resilienciamag.com/o-tempo-traz-poda/

Como nascem as canções

Adoro as crônicas do meu amigo Mariel Fernandes… hoje quero presentear vocês com uma delas. Apreciem…

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Por hoje, direi não às canções cansadas e tristes. Então, talvez, possa caminhar tranquilo pelas horas e suas pressas, abrandando gestos e silenciando o passado. Antes, isso é importante, será precioso agradecer aos dias que se foram por tudo o que foram, permitindo que partam felizes e em paz consigo mesmos.

Estarei só e livre do que não me pertença e de qualquer coisa que me possua. Lembranças, pessoas, expectativas, razões absolutas, autopiedade e certezas gerais. Indulgências, heroísmos, menosprezos, pesos, esperas e esperanças. Seremos eu e minhas travessias, contos e canções, menos as cansadas e tristes.

Vou olhar com carinho eterno para todo tipo de existência. Permanecermos conectados pelo entendimento gentil sobre tudo que não foi compreendido em seu valor, importância ou dimensão. Conhecerei a mim mesmo, despertando assim a humanidade com canções que não sejam cansadas e tristes.

Por hoje, libero sentimentos prisioneiros. Desamotinados e reconhecidos em sua sinceridade…

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EU PRECISO APRENDER A SER MENOS…

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“Sempre é pouco quando não é demais.” Arnaldo Antunes

Recentemente me deparei com este texto… as vezes me sinto assim rsrsrs…  bem interessante… Leiam:

Eu preciso aprender a ser menos. Menos dramática. Menos intensa. Menos exagerada. Alguém já desejou isso na vida: ser menos? Pois é. Estranho. Mas eu preciso. Nesse minuto, nesse segundo, por favor, me bloqueie o coração, me cale o pensamento, me dê uma droga forte para tranqüilizar a alma. Porque eu preciso. E preciso muito. Eu preciso diminuir o ritmo, abaixar o volume, andar na velocidade permitida, não atropelar quem chega, não tropeçar em mim mesma. Eu preciso respirar. Me aperte o pause, me deixe em stand by, eu não dou conta do meu coração que quer muito. Eu preciso desatar o nó. Eu preciso sentir menos, sonhar menos, amar menos, sofrer menos ainda. Aonde está a placa de PARE bem no meio da minha frase? Confesso: eu não consigo. Nada em mim pára, nada em mim é morno, nada é pouco, não existe sinal vermelho no meu caminho que se abre e me chama. E eu vou… Com o coração na mochila, o lápis borrado, o sorriso e a dúvida, a coragem e o medo, mas vou… Não digo: “estou indo”, não digo: “daqui a pouco”, nada tem hora a não ser agora. Existe aí algum remedinho para não-sentir? Existe alguma terapia, acupuntura, pedras, cores e aromas para me calar a alma e deixar mudo o pensamento? Quer saber? Existe. Existe e eu preciso. Preciso e não quero.   By Fernanda Mello.

PENSAR É TRANSGREDIR!

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“Para reinventar-se é preciso pensar: isso aprendi muito cedo.” Lya Luft 

Vocês sabem que adoro crônicas de vários autores onde costumo postar os meus preferidos aqui no Blog. Os de Lya Luft  costuma sempre me inquietar… leiam:
Não lembro em que momento percebi que viver deveria ser uma permanente reinvenção de nós mesmos — para não morrermos soterrados na poeira da banalidade embora pareça que ainda estamos vivos.
Mas compreendi, num lampejo: então é isso, então é assim… Apesar dos medos, convém não ser demais fútil nem demais acomodada. Algumas vezes é preciso pegar o touro pelos chifres, mergulhar para depois ver o que acontece: porque a vida não tem de ser sorvida como uma taça que se esvazia, mas como o jarro que se renova a cada gole bebido.
Para reinventar-se é preciso pensar: isso aprendi muito cedo.
Apalpar, no nevoeiro de quem somos, algo que pareça uma essência: isso, mais ou menos, sou eu. Isso é o que eu queria ser, acredito ser, quero me tornar ou já fui. Muita inquietação por baixo das águas do cotidiano. Mais cômodo seria ficar com o travesseiro sobre a cabeça e adotar o lema reconfortante: “Parar pra pensar, nem pensar!”
O problema é que quando menos se espera ele chega, o sorrateiro pensamento que nos faz parar. Pode ser no meio do shopping, no trânsito, na frente da tevê ou do computador. Simplesmente escovando os dentes. Ou na hora da droga, do sexo sem afeto, do desafeto, do rancor, da lamúria, da hesitação e da resignação.
Sem ter programado, a gente pára pra pensar.

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Pode ser um susto: como espiar de um berçário confortável para um corredor com mil possibilidades. Cada porta, uma escolha. Muitas vão se abrir para um nada ou para algum absurdo. Outras, para um jardim de promessas. Alguma, para a noite além da cerca. Hora de tirar os disfarces, aposentar as máscaras e reavaliar: reavaliar-se.
Pensar pede audácia, pois refletir é transgredir a ordem do superficial que nos pressiona tanto.
Somos demasiado frívolos: buscamos o atordoamento das mil distrações, corremos de um lado a outro achando que somos grandes cumpridores de tarefas. Quando o primeiro dever seria de vez em quando parar e analisar: quem a gente é, o que fazemos com a nossa vida, o tempo, os amores. E com as obrigações também, é claro, pois não temos sempre cinco anos de idade, quando a prioridade absoluta é dormir abraçado no urso de pelúcia e prosseguir, no sono, o sonho que afinal nessa idade ainda é a vida.
Mas pensar não é apenas a ameaça de enfrentar a alma no espelho: é sair para as varandas de si mesmo e olhar em torno, e quem sabe finalmente respirar.
Compreender: somos inquilinos de algo bem maior do que o nosso pequeno segredo individual. É o poderoso ciclo da existência. Nele todos os desastres e toda a beleza têm significado como fases de um processo.
Se nos escondermos num canto escuro abafando nossos questionamentos, não escutaremos o rumor do vento nas árvores do mundo. Nem compreenderemos que o prato das inevitáveis perdas pode pesar menos do que o dos possíveis ganhos.
Os ganhos ou os danos dependem da perspectiva e possibilidades de quem vai tecendo a sua história. O mundo em si não tem sentido sem o nosso olhar que lhe atribui identidade, sem o nosso pensamento que lhe confere alguma ordem.
Viver, como talvez morrer, é recriar-se: a vida não está aí apenas para ser suportada nem vivida, mas elaborada. Eventualmente reprogramada. Conscientemente executada. Muitas vezes, ousada.
Parece fácil: “escrever a respeito das coisas é fácil”, já me disseram. Eu sei. Mas não é preciso realizar nada de espetacular, nem desejar nada excepcional. Não é preciso nem mesmo ser brilhante, importante, admirado.
Para viver de verdade, pensando e repensando a existência, para que ela valha a pena, é preciso ser amado; e amar; e amar-se. Ter esperança; qualquer esperança.
Questionar o que nos é imposto, sem rebeldias insensatas mas sem demasiada sensatez. Saborear o bom, mas aqui e ali enfrentar o ruim. Suportar sem se submeter, aceitar sem se humilhar, entregar-se sem renunciar a si mesmo e à possível dignidade.
Sonhar, porque se desistimos disso apaga-se a última claridade e nada mais valerá a pena. Escapar, na liberdade do pensamento, desse espírito de manada que trabalha obstinadamente para nos enquadrar, seja lá no que for.
E que o mínimo que a gente faça seja, a cada momento, o melhor que afinal se conseguiu fazer.

By Lya Luft

SOU APOSENTADO NO BRASIL. POSSO VIVER LEGALMENTE NA ESPANHA?

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“A vida me ensinou a nunca desistir. Nem ganhar, nem perder mas procurar evoluir”. Chorão.

Há algum tempo a notícia de que os aposentados brasileiros podiam morar na Europa, especificamente na Espanha e em Portugal, estão sendo  bastante divulgadas e muita gente ficou com dúvidas em relação a isso, sem saber se era possível viver legalmente ou não nesses países ao ser aposentado no Brasil.

Com o desconto de 25% de IR em Portugal as atenções se voltam para a Espanha onde este desconto não acontece. Nesse novo post, o pessoal do escritório especializado Koetz Advocacia não só responde essa pergunta, como conta os trâmites necessários. Espero que ajude!

Sou aposentado no Brasil. Posso viver legalmente na Espanha?

A resposta é: sim! Mas como fazer isto?

Se você já se aposentou no Brasil, viver na Espanha é uma mudança que não será muito difícil de realizar. O visto espanhol é facilmente concedido a brasileiros que já possuem algum tipo de renda fixa (como a aposentadoria, por exemplo) e que desejam residir no país. Para isto existe o visto de aposentado. Explicaremos aqui o que você deve fazer e quais são as vantagens e obstáculos.

Quando se pensa em viver em outro país sendo aposentado no Brasil, o maior conflito a ser enfrentado é a indevida retenção de 25% que o Imposto de Renda brasileiro incide sobre o valor da aposentadoria. Entretanto, graças a um acordo previdenciário internacional entre os dois países, essa cobrança não existe na Espanha (a título de curiosidade, um acordo semelhante isenta a cobrança também no Japão e França… ufa! Este vão poder respirar aliviado e manter seus rendimentos integralmente.).

Ok, esta é uma questão a menos a se preocupar. O que mais pode ser um empecilho?

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Outro obstáculo é o sistema público de saúde. Se você se aposentar no Brasil e morar na Espanha, não serão descontados os 25%, mas terá que arcar com um plano de saúde particular. Pelo menos por dois anos, já que após 24 meses poderá solicitar cidadania espanhola e desfrutar do sistema público de saúde como qualquer cidadão espanhol.

Como conseguir o visto de aposentado na Espanha?

Existe um visto específico para pessoas que possuem renda fixa e não desejam mais trabalhar. Trata-se da “Autorização de Residência Temporal Não Lucrativa” da Lei Orgânica 4/2000. A solicitação do visto deve ser feita em algum dos consulados espanhóis no Brasil, que se localizam nas cidades de Porto Alegre, Salvador, São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. O procedimento completo custa em torno de 70 euros e é necessário:

– Possuir seguro de saúde e não ser portador de nenhuma doença que necessite do sistema público de saúde espanhol;
– Não ser cidadão europeu nem familiar de cidadão da União Europeia;
– Não estar irregular na Espanha;
– Não ter voltado ao Brasil após viver ilegalmente na Espanha;
– Não possuir antecedentes criminais em nenhum país;
– Não ter entrada proibida no país ou em alguma nação que possui acordo com a Espanha.

Já a documentação necessária para o pedido é:

– Formulário impresso com o pedido (faça download aqui);
– Passaporte com, no mínimo, 3 meses de validade;
– Certificado de antecedentes criminais;
– Comprovações de renda (o valor exigido atualmente por mês é de de 2.130,04€ por mês).
– Seguro de saúde com vigência de, pelo menos, um ano.
– Atestado médico garantindo que você está saudável para viajar.

visto de aposentado tem duração de um ano e pode ser renovado na Espanha mesmo. Caso queira levar familiares, é permitido desde que sua renda seja suficiente para sustentar todos os membros (o valor exigido por mês para o sustento de cada familiar é de 532,51). Lembrando que após 2 anos residindo de maneira legal no país, você poderá solicitar a cidadania espanhola.

http://www.estoesmadridmadrid.com/2016/05/04/aposentado-viver-legalmente-na-espanha/

ENCONTREI A MELHOR FORMA DE USAR CARTÃO PRÉ-PAGO MASTERCARD (SEM TAXAS) NO EXTERIOR. REVOLUT… (2).

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“Não gastes o teu dinheiro antes de o teres na mão”. Thomas Jefferson

Recentemente passei alguns meses na Europa e descobri algumas coisas que facilitaram e muito a minha vida por lá. Quero agora dividir com vocês (em partes) tudo sobre o que aprendi neste período da viagem e confesso que não poderei viver sem elas nas próximas viagens rsrsr… Esta á outra delas.

Revolut – MasterCard sem taxas…

Após longas horas de pesquisa finalmente encontrei um Mastercard pré pago  #gratuito que permite converter, comprar, enviar e levantar dinheiro… sem taxas, em qualquer parte do mundo. Apresento-vos o Revolut (Android / iPhone). Funciona sim e muito bem… eu mesma usei e aprovei.

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Você só tem que instalar a app (Android / iPhone) e pedir que te enviem gratuitamente o Mastercard. Depois de 10 dias você recebe o cartão em casa. Veja só com fazer…

O processo começa no Google play instala-se a app Revolut no celular, neste app regista-te … é enviado então o cartão físico da Revolut (sem custo) para a sua residência de registo . Este cartão assume o pin que digitamos na app no celular! E se mudarmos o pin na app atualiza automaticamente no cartão. Depois então coloca-se dinheiro no cartão…

Colocar dinheiro é para Revolut, um “top-up”. Para o fazer isso tem-se duas hipóteses:

  • Por transferência internacional (usei o transferwise). Outro exemplo é pelo Best Bank que pode ser feita online gratuitamente e numa questão de minutos dá-se a ordem e, no máximo em 4/5 dias úteis chega a Cloud da Revolut.  Tem de alocar à conta Revolut que a remeteu, daí usarem um número referência que identifica a conta do destinatário.
  • 2) Pode-se também fazer esse top-up por um cartão de debito de uma conta em nome do titular da conta presente no Revolut, e… esse cartão de debito…  só servem mesmo os cartões de débito*, tem que cumulativamente ter:  1) o código cvv – aqueles 3 dígitos presentes ao pé do campo de assinatura – 2) ser um cartão que permite transações online.

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Os serviços da Revolut permitem passar por cima das taxas absurdas cobradas pelos bancos… sendo que o serviço Revolut permite que o dinheiro seja colocado na app e seja automaticamente convertido num elevado número de moedas sem custos de câmbios.

Revolut é uma dessas possíveis hipóteses vantajosas para a carteira e para o controlo de gastos, é um 3 em 1: é uma app; um cartão; e dinheiro a circular entre conta e/ou cartão de debito e um cartão e conta da Revolut.

Revolut é a solução perfeita para quem gosta de #viajar… é única plataforma no mercado capaz de converter mais de 80 moedas sem taxas.

Se ler as Perguntas Frequentes pode perceber que existem limites de transações, mas se confirmar a tua identidade (ao enviar um documento de identificação – passaporte –  junto com uma selfie) esses limites tornam-se mais aceitáveis.

Espero que gostem… Beijos.

Para saber mais acesse https://revolut.com/  – Site: Revolut – PP: Android / iPhone

A ARTE DO OTIMISMO.

“Nós não vemos as coisas como elas são… vêmo-las como nós somos”. Anais Nin.

Acredito que estar de bem com você mesma é essencial para sermos felizes na vida… Ser  positivista em relação aos desafios que a vida nos apresenta faz toda a diferença.

A sua atitude é  definida pela maneira de olhar ou viver a sua vida. Se você mudar a sua maneira de pensar… Você vai criar um mundo bem melhor ao seu redor. Este vídeo nos mostra bem isso…

Espero que gostem, beijos.

EU VOU SER VOVÓ… PELA PRIMEIRA VEZ… Á DISTÂNCIA…

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“… E eu, avó de primeira viagem… inicio a caminhada por essa nova e longa etapa de minha vida. Novos sentimentos vou descobrindo… Ser avó pela primeira vez é um marco único… importante e  definitivo na nossa vida. Ser vovó á distância…  é outro desafio a se vencer”. Bia Perez.

Ser avó, para nós mulheres, é a possibilidade de criar novos rumos no viver, re-contar histórias, escrever, registrar os eventos… Este é um deles…

Parto hoje daqui  (com o coração pequenininho)… depois de um tempo (77 dias) juntinho… curtindo meu neto, filho e nora que agora passam a morar aqui… tão distantes do Brasil. Lembranças lindas e  doces… é tudo que levo comigo hoje.

Sim vou pensar em vocês a cada passo que der. Espero que a vida os trate muito bem.  E espero que tenham tudo que sonharem! Na vida temos que ter a coragem de abraçar todas as oportunidades que nos aparacem… e acreditar em nossos sonhos. Isto vocês fizeram e só tenho a abençoar e pedir a Deus que os  proteja.

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Sou hoje a saudade do seus bracinhos abertos me aconchegando estendidos para te pegar do berço… do seu largo e inocente sorriso me olhando… dos seus olhinhos curiosos enxergando o mundo inteiro… (Bom dia mundo!!! Boa noite mundo!!!)… e experimentando de tudo um pouco! Sou a saudade dos seus dedinhos buscando os meus… entrelaçando-os até você adormecer juntinho da vovó, meu netinho querido…!

Sou hoje a saudade da sua risada leve… da sua emoção contando todo feliz e realizado como foi seu dia no trabalho… dos gostosos lanchinhos que fazia carinhosamente no jantar… do sorvetinho de sobremesa… e das longas noites assistindo aos seriados e filminhos… Sou a saudade dos longos passeios animados e divertidos me mostrando todas as histórias e as belezas do seu novo lugar, meu filho querido…!

Sou hoje a saudade de vê-la cuidando do seu lar e da sua família com tanto carinho e amor… Deste amor que transborda o seu ser, na entrega total ao seu filho e ao seu marido…  Sou a saudade dos nossos almoços e das pizzas que você mesma fazia… das nossas passeadas divertidas nos trens e pelo bairro com o carrinho de bebê apreciando o pôr do sol… com ou sem chuva… dos filminhos da nossa sessão da tarde… e das nossas gostosas conversas e risadas, minha norinha querida…!

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Ah, sim já sinto saudades!!! Fui me  despedindo cada dia um pouquinho! Vou ficar tentando lembrar de tudo que eu vivi aqui. Cada momento vivido… eternizarei dentro do meu coração.

Sou a soma de tudo isso, e infinitamente muito mais. Sou toda “coração”… amor e sentimentos! E além de tudo isso, sou eu mesma!!!

Vou carregada de todas estas lindas lembranças que me encorajam, me orgulham  e me confortam muito… me acrescentando novas experiências na minha vida… certa de que escolhem bem …

Banner Londres palacio

“Ah, claro! Fotos e vídeos… muitassssss…

Para fazer longas paradas”. São paradas para me fazer relembrar nossas histórias vividas e que deixam saudades.

Revejo tudo na minha memória e pelo álbum de retratos.

Ah, tem ainda o skype uma distância que nos aproxima. Quem diria… isso ajudará bastante para amenizar minha saudade!

Sentirei saudades , saudades de tudo!! Saudades é coisa boa!

Agradeço tudo que fizeram por mim nestes dias… muito, muito obrigada mesmo…  e um até breve. Que Deus os abençoe!

Com amor… mil beijos.

Vovô Bia.

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MORAR FORA DO BRASIL: 10 DICAS PARA SE ADAPTAR A UMA NOVA CULTURA.

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“Temos de nos tornar na mudança que queremos ver”. Mahatma Gandhi.

Como tenho contado para vocês estou um período (3 meses) em Londres auxiliando meu filho e sua família que estão se mudando para cá. Não conhecia o País e estou encantada com o que estou vendo aqui. Sim, voltarei muitas vezes para cá.

Pra começar a “gentileza” das pessoas e o “respeito ás diferenças” são bem fortes aqui… fazia tempo que não me sentia tão bem acolhida num lugar. Londres é  uma cidade multicultural onde todos convivem bem. Por morar na cidade de  São Paulo onde todos parecem correr muito de um lado para o outro…  as pessoas com pressa pararam de se olharem… de se cumprimentarem, perderam assim um parte muito importante no seu dia a dia, raramente isto acontece conosco tirando nossos amigos e familiares. O “outro” parece não existir mesmo dentro do elevador.

Outra coisa que merece destaque é sem dúvida a “segurança”…  que não temos e estamos perdendo cada vez mais e o pior parece que estamos nos acostumamos com os cuidados que temos que tomar e simplesmente aceitando… se conformando ou então mudando de País.  Me pergunto constantemente: quando é que os governantes vão pensar em nos dar a liberdade de ir e vir com segurança em nosso País? E melhorar a nossa Educação, Saúde, Economia…? É tão bom poder andar livremente pela cidade, pelos bairros a qualquer hora do dia e da noite… com seu celular, acessórios, bolsa e carteira… sem correr o risco de voltar para casa sem elas.

Também gostaria de dizer que é possível utilizar os “meios de transportes públicos” aqui com muita facilidade. Vamos para todos os lugares, utilizando diversos tipos de transportes com conforto e rapidez. Muita informação e acessibilidade o que ajuda a todos.

Durante toda minha vida assisti perplexa o que estamos perdendo a cada dia e mais… mais… temos acumulado perdas grandes nas ultimas décadas. Por isso entendo perfeitamente que mais pessoas pensem em morar fora do Brasil.

Leiam o que Érico Maia, do blog eLondres (o portal já existe há 13 anos, então tem bastante coisa legal, visite), que me encanta e sempre tem excelentes dicas (como estas) pra ajudar tanto quem vai para Londres a passeio como para morar, vale a pena conhecer o que ele diz. Estas 10 dicas estão originalmente no link, leiam: https://www.elondres.com/morar-fora-do-brasil-10-dicas-para-se-adaptar-a-uma-nova-cultura/.

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“A decisão de morar fora do Brasil é sempre cercada de muitas expectativas sobre o novo país de destino: a cultura, as pessoas e até o ritmo de vida diferentes causam dúvidas e uma certa ansiedade. O período de adaptação nem sempre é fácil — afinal, você estará longe da sua família e amigos, em um lugar novo e desconhecido, provavelmente sem conhecer ninguém.

Para que você consiga vivenciar esse momento com a cabeça mais tranquila, hoje compartilho estas 10 dicas (de Érico), que vão te ajudar a driblar a solidão e se adaptar a uma nova cultura! Vamos lá?

PREPARE-SE PARA O CHOQUE CULTURAL

Ao se mudar de país, tudo parece diferente e pouco familiar. É preciso conhecer novos hábitos alimentares, adaptar-se a um clima diferente, familiarizar-se com uma segunda língua e assimilar os valores e costumes desse novo país. Cada um passa por esse choque de uma forma e isso está relacionado com as expectativas e com o conhecimento de cada um sobre o país de destino.

Para lidar com essa etapa, é importante pesquisar bastante sobre o lugar para onde você quer se mudar para identificar as diferenças e similaridades em relação ao seu país, além de se familiarizar com as práticas dessa nova cultura. Estar aberto à diversidade e ao aprendizado é essencial para minimizar os possíveis efeitos negativos do choque cultural — que, para algumas pessoas, incluem a depressão e o stress.

CONHEÇA A LÍNGUA

Ter conhecimento de uma língua estrangeira no Brasil não é garantia de que você não terá dificuldades em se adaptar a uma nova cultura. Elementos como o sotaque, as gírias e até mesmo o nome de alguns objetos comuns podem ser difíceis de assimilar em um primeiro momento.

Quando você não se lembrar de alguma coisa, tente explicar com outras palavras e não se frustre: se até na sua língua nativa você pode se esquecer de uma ou outra palavra, é natural que isso ocorra morando fora.

ABRA A SUA CABEÇA

Não é fácil estar inserido em um país no qual os valores, os costumes e a cultura são completamente diferentes dos seus. Por isso, uma das estratégias para se adaptar com mais facilidade é estar com a cabeça aberta para experimentar novas coisas e tentar assimilar esses novos costumes.

Antes de rejeitar um novo alimento ou determinado hábito, faça uma tentativa bem-intencionada de se adaptar. Quem sabe você não vai acabar se surpreendendo?

EVITE COMPARAÇÕES

O grande desafio para se adaptar a uma nova cultura é aprender a conviver com as diferenças. A melhor forma de fazer isso é manter uma atitude positiva e aberta em relação às novidades.

Evite comparar hábitos, costumes e alimentos diferentes do que você está acostumado. Ser diferente não significa ser pior. Fuja das comparações entre o Brasil e o seu país de destino e encare as novidades com entusiasmo e boa vontade.

SEJA SOCIÁVEL

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Um dos fatores que mais ajudam a acelerar a adaptação de quem vai morar fora do país é conhecer novas pessoas. Procure fazer novas amizades e ser sociável com as pessoas com quem você trabalha ou estuda e não tenha vergonha de convidar para um café ou um happy hour. Uma vida social ativa é uma boa maneira de amenizar a saudade dos amigos e familiares que ficaram no Brasil.

BUSQUE AFINIDADES

Uma ótima maneira de fazer amizades no início é encontrar pessoas que estejam em uma situação semelhante à sua — ou seja, outros imigrantes ou intercambistas. Independentemente do fato de que essas pessoas também vêm de outros países e culturas, vocês terão algo em comum: estão tentando se adaptar à vida em um novo país, longe da família e dos amigos.

Em geral, outros imigrantes serão mais abertos e dispostos a criar laços sociais, uma vez que estão passando pela mesma situação e também estão buscando companhia.

MANTENHA CONTATO COM O BRASIL

Os primeiros meses fora de casa são muito difíceis para qualquer um. Afinal, ainda não deu tempo de fazer novas amizades e é muito normal sentir saudades de casa. Para minimizar esse trauma, planeje-se para manter contato regular com sua família e amigos no Brasil.

Eles te darão suporte emocional para passar por este momento de solidão e te ajudarão a se lembrar do por quê de você ter decidido viajar. Pode parecer uma dica boba, mas contar com o suporte dos seus amigos e familiares é um fator extremamente importante para a sua adaptação em outro país. A internet (wiFi) ajudará muito e tem sempre gratís em alguns cafés ou lugares próximos de você… descubra.

CONHEÇA AS PAIXÕES NACIONAIS

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Outra maneira de integrar-se a uma nova cultura é ter interesse pelas “paixões nacionais” e valorizar esse aspecto da cultura local. Se você foi morar em um lugar em que o basquete ou o rugby são esportes populares, vá a um jogo ou tente conhecer melhor as regras para poder participar das conversas sobre o tema.

O mesmo vale para qualquer outro esporte: nem todos os países valorizam o futebol como o Brasil e, para se adaptar, a dica é tentar se interessar por aquilo que as pessoas ao seu redor gostam. Assim, você terá mais assunto para conversar e mais facilidade para fazer amizades.

SEJA OBSERVADOR

Para não cometer gafes, observe como as pessoas se comportam ao seu redor, a maneira como elas cumprimentam umas às outras e as dinâmicas das relações sociais. O povo brasileiro é muito aberto e receptivo, mas nem todas as culturas são assim.

Cumprimentar com beijos ou abraços, que são formas perfeitamente normais de conhecer alguém no Brasil, pode ser mal interpretado em países em que as pessoas são mais reservadas. Observar como as pessoas se comportam é um bom atalho para entender melhor as dinâmicas sociais de cada lugar.

ACOMPANHE AS NOTÍCIAS

Saber o que está acontecendo e quais são os fatos importantes também é uma boa dica para se integrar à cultura e ao dia-a-dia de um novo país. Além de ser uma maneira de ter assuntos interessantes para conversar com as pessoas e criar laços sociais, acompanhar as notícias também é uma forma de despertar o seu interesse pelo que acontece no país.

Com essas dicas, a sua adaptação a uma nova cultura deve ser mais rápida e tranquila. Nos momentos difíceis, lembre-se dos motivos que o levaram a mudar-se do Brasil e siga em frente para atingir os seus objetivos. Pesquisar sobre o seu destino é sempre bom para começar a se inteirar sobre a cultura local.”

Curtiu estas dicas de Érico? A meu ver descreve de forma leve e objetiva o que podemos fazer e levar em consideração por lá.

Se o seu objetivo é morar (ou passear) em Londres, então confira no Blog elondres outras dicas essenciais para adaptar-se à cultura inglesa.

https://www.elondres.com/morar-fora-do-brasil-10-dicas-para-se-adaptar-a-uma-nova-cultura/

COMO VIAJAR COM BEBÊ NO AVIÃO? (Internacional/ Londres).

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“Os melhores momentos da vida não são aqueles em que você respira fundo… e sim aqueles que tiram o fôlego.” Anjos da Vida.

Já tinha contato aqui que meu filho mudou-se com a sua família para Londres. Ele foi na frente (em 19/maio) para iniciar seu novo trabalho e alugar um apartamento para levar sua família… nós fomos logo em seguida com tudo organizado por lá (em 14/junho).

Foi um grande desafio que enfrentei (amos)… viajar de avião para Londres com minha nora e meu neto, um bebê de apenas 7 meses de idade. Confesso que esta nova experiência me (nos) deixou um pouco ansiosa a princípio… onde as informações da internet foram fundamentais para o sucesso da viagem (meu otimismo tambésm rsrssr).

Viajar de avião com bebês pequenos é uma dificuldade para muitos pais. Além de precisar ter mais atenção na hora da compra da passagem e de alguns detalhes no embarque, é importante também saber o que fazer durante o voo, quando os bebês costumam ficar inquietas.  O Post ficou um pouco longo, mas consegui abordar todos os itens do antes: durante e depois da viagem… Paciência!

Hoje quero dar dicas sobre “como viajar com bebê num voo internacional”, no caso Londres. O que fizemos e o que recomendo.

PRIMEIRO MOMENTO: A COMPRA DA PASSAGEM – RESERVAR O BERÇO.   

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  1. A primeira coisa a fazer é: comprar a passagem aérea com antecedência, reservando um bom assento (sugiro pegar corredor) um vôo noturno. Informe também que vai com um bebê e quantos meses ele tem.

Nossa experiência: Escolhemos a Cia aérea TAM/LATAM, com voo direto. Partindo de São Paulo/Guarulhos (GRU) ás 23:55hs e chegando em Londres – Heathrow (LHR) ás 15:15hs, com duração de 11:20.hs. No caso compramos pela internet.

  1. Em seguida ligue no Call Center e faça uma pré reserva de “berço para bebê”, informando: altura (até 71cms) e peso (até 10kg). Trata-se de um berço que se encaixa na frente á primeira fileira (não se esqueçam de pedi-lo!) e ele tem cinto, caso o bebê se mexa. Fará uma diferença enorme na viagem o berço. A propósito, o berço é uma espécie de 1a classe para os bebês: o bebê fica bem acomodado nele… é bem prático para aliviar um pouco o colo, deixando-nos livres daquele pesinho extra no colo.

Nossa experiência: Nosso bebê conseguiu dormir bem quase toda a viagem. Nós ficamos sempre alerta… mas pudemos descansar melhor durante a viagem.

  1. Adocumentação (original)  para viagem varia de acordo com o destino (consulte antes). Em viagens internacionais, com foi o nosso caso (Londres) era  preciso ter apenas um passaporte válido (pelo menos com 6 meses validade) . O passaporte do bebê tem validade de apenas de 1 ano. Apresentem-se juntos (PF) pai e mãe para fazer o passaporte do bebê e fazendo a opção para viajar com ambos ou apenas um dos dois.  Caso a viagem aconteça sem a presença do pai, a mãe precisará apresentar o passaporte do bebê com esta autorização descrita nele. Este era o nosso caso. Dependendo do país, também pode ser necessário o visto e a carteira de vacinação sempre na mão (consulte com antecedência) . Não era o nosso caso.
  1. É bom ir ao Pediatra antes e verificar se esta tudo ok com o bebê e receber algumas orientações do médico.  Leve uma farmacinha na viagem.

São detalhes burocráticos, mas que podem impedir a viagem, melhor ver com bastante antecedência.

SEGUNDO MOMENTO: A VIAGEM: CHECK IN E EMBARCANDO.

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  1. Nossa experiência: Lembrem-se de que estamos com bebê, por isso, chegamos bem antes do horário de embarque, precisamente 5hs antes. Pois geralmente o check in do voo abre com 6 horas antes.
  2. Com o berço reservado não fizemos check in online. Tem que ser feito somente no aeroporto bem antes do momento do embarque. Cheguem com “bastante” antecedência. Detalhe: as primeiras fileiras (mais espaçosas) onde fica o berço só são desbloqueadas neste momento, no aeroporto. A maioria das aeronaves oferecem apenas 1 berço por voo (disponível somente em voos internacionais)… este era o nosso caso…

Nossa experiência: Quem fizer o check-in “primeiro no aeroporto” garante o seu berço reservado, pagando neste hora a taxa do berço (nós pagamos US$150). Ficamos na primeira fila (bem mais espaçosa e confortável). Quem consegue o berço (portátil) têm direito aos assentos na primeira fileira mais práticos na hora de entrar e sair do avião. Além da mãe, o bebê… também tivemos direito á um acompanhante (no caso eu).

Dica de Assento: Com bebês que não conseguem mais usar o berço, tentem ficar em uma fileira de 4 cadeiras (se tiverem sorte, pode ser que consigam pegar duas cadeiras para deitarem completamente a criança – verifiquem que os braços das cadeiras levantam. Corredor são melhores para se movimentarem com ele. O importante é evitar ficar na poltrona do meio, enclausurada e impossibilitada de fazer movimentos.

  1. Apresente seus documentos (passaportes) dos passageiros. Faça o check in.
  2. Despache as malas. Cada adulto tem direito á despachar 2 malas de 32 Kg (para Europa/TAM) e levar 1 de mão na cabine. O bebê tem direito de despachar apenas uma mala de 23 Kg, embora seja ele quem mais vai requerer volume rsrsr.
  3. Informe aqui que vai querer que o seu carrinho do bebê fique junto com você até o momento do embarque. Este será entregue e devolvido na porta do avião, assim que (des) embarcar.

Nossa experiência: Assim aconteceu conosco e foi muito prático e maravilhoso. Melhor pedir para que seja devolvido na saída do avião, nunca se sabe a extensão do aeroporto no qual vamos aterrissar (mas mesmo pedindo, algumas vezes, em voos internacionais, soubemos que eles saem junto com as malas).

  1. Vocês também têm prioridade (atendimento preferencial) na fila na hora do embarque (pelo menos no Brasil!).

TERCEIRO MOMENTO:  O VOO –  A VIAGEM – ALIMENTAÇÃO E A DISTRAÇÃO.

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  1. Pouco antes de embarcar, troque a fraldado bebe e se estiver em um horário razoável, já dê a comidinha/ leite do bebê.
  2. Nos voos internacionais, quando fizerem a reserva, lembrem-se de avisar a companhia aérea que irão embarcar com bebê ou criança (no momento da compra da passagem aerea), no nosso caso foi essencial reservar/ conseguir o berço.
  3. Quando o voo é noturno, os bebês demoram um pouco para “desligarem”, ficam excitadas com o todo, viagem, avião, etc… a própria agitação e ansiedade nossa, rsrsr. Mas uma vez as luzes apagadas, em geral, elas dormem… Digo bem: “em geral”, mas se for o caso do seu bebê ficar chorando (após verificação da fome, fralda, frio e coisas habituais)… não há muito o que fazer, tente relaxar… é chato para você e para os outros, e principalmente com certeza para a criança, mas quem nunca pegou um avião com uma criança chorando?! Acontece nas melhores famílias…! E sempre o noturno ainda é uma melhor opção do que voo comprido e diurno, porque o tempo demora mais a passar e elas ficam ligadas o voo inteiro!

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  1. DE MÃO DO BEBÊ EM VOOS LONGOS: Se o voo for de dia e relativamente curto, há que se ter bastante coisas em mãos para distraí-los e vai da preferência de cada bebê com seus brinquedos prediletos, mas tem que ser bem práticos. Leve os brinquedinhos preferidos do bebê (mordedores, bichinhos macios, brinquedinhos com diferentes texturas e cores… dê prefira aos sem sons).
  2. Caso seja necessário trocar seu bebê, existem trocadores no banheiro: ele é abaixado por cima do vaso sanitário… é bem apertado, mas atende bem! Na “mala do bebê” tenha muitas coisas para suas trocas: fraldas, toalhas higiênicas, pomadas contra assaduras, 2/3 roupas confortáveis, chupetas extras….
  3. E lembrem-se de levar um casaquinho e/ou manta, pois muitas vezes o ar condicionado do avião é gelado.
  4. Levem também alimentos do bebê em uma bolsa térmica pequena : mamadeira (leve a fórmula de leite do bebê em uns potinhos com compartimento pra dosagem certa e pelo menos para 2 mamadeiras com água na quantidade exata), papinhas (salgada ou doce as das Nestlé ajudam bastante aqui), danoninhos (colherzinhas, babador)… Enfim algo para o bebê se alimentar.
  5. De resto, relaxem, lembrem-se que os bebês sentem a ansiedade dos pais! E elas podem surpreender: no final, a viagem ainda pode ser tranquila, e de qualquer forma, os pimpolhos ficam sempre muito contentes em pegar o avião! O primeiro a gente nunca esquece! Tirem fotos e registrem o momento! Nós nos esquecemos rsrsrs.

Nossa experiência: No nosso caso o voo atrasou 1:30’hs em terra o que irritou um pouco o bebê depois de um certo tempo… tentamos distraí-lo cantando no colo da mamãe e da vovó… mas assim que levantamos voo (com o bebê no colo) o berço foi finalmente instalado. Ele mamou tudo e dormiu no colo da mãe como um anjo… colocamos então no berço portátil com o cinto. Uma maravilha para ele e para nós rsrsr. Dormiu quase toda a viagem. Acordou quase em Londres já.

Acordado (perto de Londres) trocamos e preparamos a mamadeira (tem água quente na cabine)… mamou tudo e ainda comeu uma banana amassada que era do nosso café da manhã. Brincou com seus mordedores, ouviu músicas e curioso como é observou todos os barulhos ao seu redor.

QUARTO MOMENTO: DICAS: DECOLANDO E ATERRISSANDO.

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Durante a decolagem e aterrizagem, dê a chupeta ou mamadeira ao filhote. O movimento de sucção minimiza os efeitos da pressão no ouvido.

DETALHE: Pressão e dor de ouvido: no momento da decolagem e aterrizagem, não esqueçam de fazer os bebês deglutirem, tomando mamadeira, água, chupando chupeta, dando o peito… qualquer coisa que as ajudem a desentupir os ouvidos, já que não sabem fazer isso sozinhas. O processo de sucção evita que os ouvidos doam por conta da pressurização do ar. Pressurização essa que na grande maioria das vezes é a grande culpada pelo choro dos bebês nos aviões.

Nossa experiência: No nosso caso não precisamos fazer nada, foi tudo tranquilo com o bebê.

infra-estrutura para se viajar com bebês é enorme, principalmente se eles forem menores que 12 meses. Por isso toda atenção e cuidado são necessárias no: antes, durante e depois da viagem isso  fará toda a diferença!

ALGUNS LEMBRETES:

  • Bebês de 1 a 4 meses dormem a maior parte do tempo no voo. Bebês de 5 a 7 meses um pouco menos. De 8 a 10 querem mais se divertir, inclusive, ficar “falando” enquanto os outros passageiros dormem! Bebês de 11 e 12 meses, querem desbravar o avião e engatinham por todo o corredor. Calma!
  • Se seu filho já bebe água,ofereça durante o voo uma quantidade maior que o habitual. Nas alturas, o  organismo requer mais líquido do que de costume.
  • Ah, não tem problemas levar comida de bebê caseira em voos internacionais, é aceito pela segurança do aeroporto
  • Veja se as vacinas dele estão em dia e fique atento as vacinas exigidas/ recomendadas no destino dependendo do destino.
  • Algumas companhias aéreas oferecem carrinho de bebês. O ideal é fazer a reserva antecipadamente para que um funcionário da cia fique no finger (na saída do avião) esperando o passageiro para entregar o carrinho. Isso é ótimo!!
  • Você pode também considerar levar o bebê no canguru, que deixa suas mãos livres para puxar as malas.
  • Caso esteja viajando sozinha com o bebê, você pode pedir auxílio da companhia para retirar a bagagem da esteira. A propósito, no ato do check in, você solicita que suas bagagens sejam identificadas como prioritárias e assim você não deverá ficar muito tempo aguardando a bagagem chegar. Assim é a teoria e nas melhores companhias, funciona também na prática.
  • Para que a viagem fique mais confortável, você pode utilizar algum acessório de viagem para bebês, que facilita a vida de quem está voando
  • Em relação aos preços de passagem de avião para criança, os valores são diferentes. : para bebês de até 2 anos, a tarifa é em geral 10% do valor do adulto + as taxas de embarque (mas não ocupam um assento). Para crianças de 2 a 12 anos, paga-se 75% da tarifa do adulto + taxas de embarque… e já devem ter seu lugar garantido no avião (ver: desconto definido por cada companhia, que pode chegar a 50%).
  • Se estiver com cerca de 10 meses ou mais a dica é levar o travesseiro de amamentação. Pode não parecer muito prático, mas ajuda muito, pois o bebê acaba dormindo em algum momento e com ele fica bem mais confortável a acomodação na poltrona do avião;

Espero que este post ajude bastante vocês quando viajarem com bebê em avião. Bom, depois do primeiro voo, você percebe que não é tão ruim como você imaginava. Vai logo se programar para a próxima viagem! Já estamos pensando nisso…

Sugiro assistir este vídeo: (www.macetesdemae.com)

http://www.ebc.com.br/infantil/para-pais/2016/01/dica-de-mae-o-que-voce-precisa-saber-para-viajar-de-aviao-com-bebe-e