MORRER NÃO SE IMPROVISA! RELATOS QUE AJUDAM A COMPREENDER AS REAIS NECESSIDADES – BEL CESAR.


BEL CESAR
“Cuidar da nossa travessia é internalizar uma compreensão esperançosa da morte”. Leonardo Boff.

A MORTE é um assunto que ninguém quer sequer pensar, quanto mais, falar sobre ela… este assunto é evitado por todos! Vamos envelhecendo, acontecem as perdas, anunciadas ou não… que me levaram a refletir melhor sobre a vida e a morte… Você já pensou sobre a Finitude? O que fazer quando já não há mais nada a fazer?   

Conheci Bel César, psicóloga, autora do livro “Morrer não se improvisa”, hoje numa palestra realizada por ” Mais velhos, Mais sábios” e fiquei encantada ao ouvir a voz suave e serena dela nos contando sobre a sua missão de vida e do seu “Projeto Viva da Clara Luz”.

Quem é Bel César:

Desde 1989 pratica a psicoterapia sob a perspectiva do Budismo Tibetano e dedica-se ao acompanhamento daqueles que enfrentam a morte e também ao tratamento do estresse pós-traumático com o método de S.E.®️ – Somatic Experiencing. Organizou a primeira vinda de Lama Gangchen Rinpoche ao Brasil em 1987. Presidiu o Centro de Dharma da Paz por 15 anos. Em parceria com Peter Webb, desenvolve atividades de Ecopsicologia no Sítio Vida de Clara Luz. Possui sete livros publicados pela Editora Gaia. Entre eles: “Morrer não se Improvisa”, “Livro das Emoções” e, em parceria com Lama Michel Rinpoche, “O Grande Amor – um objetivo de vida”. A palestra, realizada em São Paulo, partiu de uma reflexão sobre a visão da morte segundo o budismo tibetano e como podemos dar apoio as pessoas que enfrentam a morte assim como aquelas que estão enlutadas. Projeto este precioso onde auxilia os pacientes terminais a encontrar através de terapia de apoio espiritual (embasado no budismo tibetano) um apoio no momento de sua morte.   Para os budista tibetano a morte é a maior oportunidade da vida!”... É nesse momento que podemos voltar para casa – para nossa verdadeira natureza interna – o nível mais fundamental da consciência humana, que sobrevive á morte. Portando, podemos encontrar na morte o estado da paz e plenitude que buscamos durante toda a vida. Por isso não precisamos temer a morte e sim vivenciar com coragem. Confesso que nunca pensei muito sobre este assunto, mas com a doença grave, progressiva e degenerativa de minha mãe, que fará 90 anos em 27 de Abril deste ano, procurei saber mais sobre este assunto tão temeroso… como enfrentar esta passagem? É certo que a perspectiva da morte arranca a esperança do seio da vida, mas talvez seja o caso de tentarmos compreender as reais necessidades emocionais e espirituais daqueles que enfrentam a morte, dando apoio a essas pessoas nesse momento tão especial. É isso que Bel Cesar propõe neste livro “Morrer não é improviso” e na palestra que assisti. Evidentemente não é fácil vivenciar a morte com coragem, mas se falarmos da morte sem preconceitos vamos aprender a lidar com ela de maneira mais serena e veremos que a morte é, na verdade, a maior oportunidade da vida, um momento em que se pode voltar para a verdadeira natureza interna compreendendo que o mais fundamental da consciência humana sobrevive à morte.

Isto me trouxe uma certa leveza, na minha maneira de pensar. Esta visão é uma novidade pra mim, despertou ainda mais meu interesse. Comprei o livro e já comecei a ler, estou adorando e recomendo. Baseado em princípios budistas, este livro ensina como ajudar uma pessoa a atingir um estado mental positivo no momento da morte, encontrando paz e plenitude. Relatos de pacientes na fase final da vida, à espera da morte, comentados por profissionais de diversas áreas, fazem deste livro algo vivo “emocionante e encorajador”, pois ensina que sempre há alguma coisa a fazer, e faz-nos ver a morte com serenidade e esperança.

Da onde partiu esta ideia do livro ?

Em julho de 1999, em uma conversa informal com o seu mestre e amigo Lama Gangchen Rimpoche, Bel Cesar foi questionada sobre a possibilidade de escrever um livro que apresentasse sua experiência com pacientes que estão prestes a morrer. Pensou por alguns instantes e manteve-se reticente. Em seguida, Lama Gangchen foi mais incisivo; “Eu vou morrer e sei que meu trabalho vai continuar. E você, depois de morrer, quem vai dar continuidade ao seu trabalho?

A partir deste diálogo, Bel Cesar compreendeu que o compartilhar sua experiência profissional era muito mais relevante do que resistir em expor o seu trabalho ou a história de seus pacientes. Com coragem e determinação, Bel Cesar colocou no papel 12 casos atendidos desde 1991. Alterou o nome dos pacientes e pediu permissão aos familiares para publicá-los. Fez várias cópias e as distribuiu entre amigos e profissionais da área de saúde. Muitos se interessaram. Interessante que ela consegue integrar a convicção religiosa de cada paciente com sua prática budista e alcança resultados surpreendentes.

Segundo ela, isso só é possível porque o budismo está baseado num sistema de sabedoria universal, respondendo às necessidades inerentes de cada indivíduo, que é encontrar um sentido tanto para a vida como para a morte e cultivar uma visão de paz que transcenda o materialismo imediatista.

Gilberto Gil fez esta musica “Eu não tenho medo de morrer” que ilustra bem este momento da vida, achei  bem interessante, compartilho com vocês…

Veja o que ela diz sobre o livro dela:

 

 

TRANSMUTO-ME!

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“Eu penso renovar o homem usando borboletas”. Manoel de Barros

Assim como Ester Chaves  eu também transmuto meus pensamentos… transformo!

Há sempre uma voz insistente no pano de fundo dos dias, na tessitura das coisas, no âmago do ser que se deixa reverberar. Às vezes, um toque suave, quase imperceptível, o que chamam de “intuição” é o modo como você se dispõe à escuta do mundo. Escutar o mundo, é muitas vezes, abrir as comportas e deixar barulhar o peito ou silenciar-se totalmente numa comunhão absoluta de sentidos. Os olhos lacrimejam diante desse vazio profundo que não se apresenta nem diz nomes, mas ao ser adivinhado sempre diz mais do que é. Se o mundo lá fora está em constante mudança, acontecimentos infinitos que tecem e compõem teias de informações e descobertas, aqui dentro não é diferente nem menos barulhento. Talvez você não ouça, assim com ouvidos tão desesperados. Esta voz pode soar também como uma ausência de voz, que indica, inflama e aponta para o ser que precisa dar um passo além para conhecer mais de si mesmo. E quem disse que toda escuta deve partir da análise de um ruído? A escuta possui raiz no silêncio. O silêncio é originante e originado de tudo que descansa sendo. O retumbar da coisa sendo coisa. Do ser sendo ser. A disposição de ser está sempre amarrada a um condicionamento efêmero. “O homem que diz sou, não é! /Porque quem é mesmo é não sou/”. A temporalidade do ser que se abisma sendo o “que está” o leva a condição de renovar a si mesmo: transmutando-se! Outrando-se! Multiplicando-se!

http://www.asomadetodosafetos.com/2016/03/transmuto-me.html

O TEMPO TRAZ A PODA.

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 “É preciso podar a árvore para que ela comece a dar bons e novos frutos…” Junior João.

Quem me conhece sabe que  gosto de postar crônicas que nos ajudem a enfrentar as adversidades da vida com um olhar mais positivo. Estamos sempre vivendo e aprendendo… seguindo em frente! Crescemos e nos fortalecemos com cada aprendizado, assim caminha a humanidade. Leiam:

A poda é necessária para a planta se fortalecer e equilibrar. O luto ensina e amadurece.

Ensina que existe tempo para tudo, e que alguns ramos irão se soltar durante a vida, modificando o vigor da espécie;

Ensina que os mais fortes são aqueles que se adaptam justamente como dizia Darwin;

Ensina que alguns galhos são supérfluos, ainda que não haja compreensão no momento;

Ensina a modificarmos nossa tendência de produzir mais folhagem que frutos a buscarmos novas alternativas, ter coragem, humildade.

Enquanto tivermos sorte, permanecermos jovens, belos e bem nascidos o acaso nos protegerá, mas permaneceremos mais selvagens folhagem e vegetação.

E não descobriremos quem realmente somos.

O tempo traz a poda. E a cada tesourada descobrimos que algumas feridas nunca se curam e você terá que se ajustar a uma forma de vida completamente nova.

Mesmo que seu coração tenha sido quebrado em mil pedaços, uma hora você perceberá que é capaz de amar de novo e, se tiver sorte, amará melhor.

Já perdi amigos, me separei de pessoas insubstituíveis, sofri decepções absurdas, descobri que ninguém é perfeito. Fui feliz, me atirei de cabeça, confiei demais, me frustrei na mesma proporção, tive dúvidas, morri de arrependimento.

Fui podada pela vida, aparada em minhas arestas, corrigida em minhas estruturas. Descobri novos arranjos, me equilibrei com as perdas e decepções, formulei novos caminhos. Aprendi que continuamente sofremos um processo de renovação natural _ como as plantas. Faz parte da vida, do processo de nos tornarmos melhores com o tempo, extraindo os ramos ruins e mantendo os bons…

Aprendendo a perdoar, a pedir perdão; a entender que o tempo leva pessoas especiais e deixa algumas nem tão perfeitas assim; que o coração é capaz de amar de novo, mas antes deve permitir-se chorar e enterrar o amor antigo bem fundo para que ele não ressuscite de tempos em tempos; aprendendo a valorizar o presente, a entender que tudo é passageiro_os bons e maus momentos; aprendendo que algumas pessoas simplesmente não percebem o mundo como você, e que isso não as torna mais cruéis. Aprendendo a ter compaixão, a separar seus medos antigos dos atuais.

O tempo molda as pessoas de formas diferentes, e alguns endurecerão ainda mais com o passar dos anos. Nem todo mundo aprende, não importa quantos tombos leve. E você não pode basear sua vida por essas pessoas.

A vida é muito curta e o roteiro só depende de você. É assim que você se mantém vivo. Decidindo ser melhor a cada dia, se permitindo chorar, se autorizando ter raiva, se justificando por estar sem forças. Mas ainda assim acreditando que uma hora, de alguma maneira que seria impossível, você não se sentirá assim. Não vai doer tanto…

By Fabíola Simões

http://www.resilienciamag.com/o-tempo-traz-poda/

EU PRECISO APRENDER A SER MENOS…

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“Sempre é pouco quando não é demais.” Arnaldo Antunes

Recentemente me deparei com este texto… as vezes me sinto assim rsrsrs…  bem interessante… Leiam:

Eu preciso aprender a ser menos. Menos dramática. Menos intensa. Menos exagerada. Alguém já desejou isso na vida: ser menos? Pois é. Estranho. Mas eu preciso. Nesse minuto, nesse segundo, por favor, me bloqueie o coração, me cale o pensamento, me dê uma droga forte para tranqüilizar a alma. Porque eu preciso. E preciso muito. Eu preciso diminuir o ritmo, abaixar o volume, andar na velocidade permitida, não atropelar quem chega, não tropeçar em mim mesma. Eu preciso respirar. Me aperte o pause, me deixe em stand by, eu não dou conta do meu coração que quer muito. Eu preciso desatar o nó. Eu preciso sentir menos, sonhar menos, amar menos, sofrer menos ainda. Aonde está a placa de PARE bem no meio da minha frase? Confesso: eu não consigo. Nada em mim pára, nada em mim é morno, nada é pouco, não existe sinal vermelho no meu caminho que se abre e me chama. E eu vou… Com o coração na mochila, o lápis borrado, o sorriso e a dúvida, a coragem e o medo, mas vou… Não digo: “estou indo”, não digo: “daqui a pouco”, nada tem hora a não ser agora. Existe aí algum remedinho para não-sentir? Existe alguma terapia, acupuntura, pedras, cores e aromas para me calar a alma e deixar mudo o pensamento? Quer saber? Existe. Existe e eu preciso. Preciso e não quero.   By Fernanda Mello.

PENSAR É TRANSGREDIR!

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“Para reinventar-se é preciso pensar: isso aprendi muito cedo.” Lya Luft 

Vocês sabem que adoro crônicas de vários autores onde costumo postar os meus preferidos aqui no Blog. Os de Lya Luft  costuma sempre me inquietar… leiam:
Não lembro em que momento percebi que viver deveria ser uma permanente reinvenção de nós mesmos — para não morrermos soterrados na poeira da banalidade embora pareça que ainda estamos vivos.
Mas compreendi, num lampejo: então é isso, então é assim… Apesar dos medos, convém não ser demais fútil nem demais acomodada. Algumas vezes é preciso pegar o touro pelos chifres, mergulhar para depois ver o que acontece: porque a vida não tem de ser sorvida como uma taça que se esvazia, mas como o jarro que se renova a cada gole bebido.
Para reinventar-se é preciso pensar: isso aprendi muito cedo.
Apalpar, no nevoeiro de quem somos, algo que pareça uma essência: isso, mais ou menos, sou eu. Isso é o que eu queria ser, acredito ser, quero me tornar ou já fui. Muita inquietação por baixo das águas do cotidiano. Mais cômodo seria ficar com o travesseiro sobre a cabeça e adotar o lema reconfortante: “Parar pra pensar, nem pensar!”
O problema é que quando menos se espera ele chega, o sorrateiro pensamento que nos faz parar. Pode ser no meio do shopping, no trânsito, na frente da tevê ou do computador. Simplesmente escovando os dentes. Ou na hora da droga, do sexo sem afeto, do desafeto, do rancor, da lamúria, da hesitação e da resignação.
Sem ter programado, a gente pára pra pensar.

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Pode ser um susto: como espiar de um berçário confortável para um corredor com mil possibilidades. Cada porta, uma escolha. Muitas vão se abrir para um nada ou para algum absurdo. Outras, para um jardim de promessas. Alguma, para a noite além da cerca. Hora de tirar os disfarces, aposentar as máscaras e reavaliar: reavaliar-se.
Pensar pede audácia, pois refletir é transgredir a ordem do superficial que nos pressiona tanto.
Somos demasiado frívolos: buscamos o atordoamento das mil distrações, corremos de um lado a outro achando que somos grandes cumpridores de tarefas. Quando o primeiro dever seria de vez em quando parar e analisar: quem a gente é, o que fazemos com a nossa vida, o tempo, os amores. E com as obrigações também, é claro, pois não temos sempre cinco anos de idade, quando a prioridade absoluta é dormir abraçado no urso de pelúcia e prosseguir, no sono, o sonho que afinal nessa idade ainda é a vida.
Mas pensar não é apenas a ameaça de enfrentar a alma no espelho: é sair para as varandas de si mesmo e olhar em torno, e quem sabe finalmente respirar.
Compreender: somos inquilinos de algo bem maior do que o nosso pequeno segredo individual. É o poderoso ciclo da existência. Nele todos os desastres e toda a beleza têm significado como fases de um processo.
Se nos escondermos num canto escuro abafando nossos questionamentos, não escutaremos o rumor do vento nas árvores do mundo. Nem compreenderemos que o prato das inevitáveis perdas pode pesar menos do que o dos possíveis ganhos.
Os ganhos ou os danos dependem da perspectiva e possibilidades de quem vai tecendo a sua história. O mundo em si não tem sentido sem o nosso olhar que lhe atribui identidade, sem o nosso pensamento que lhe confere alguma ordem.
Viver, como talvez morrer, é recriar-se: a vida não está aí apenas para ser suportada nem vivida, mas elaborada. Eventualmente reprogramada. Conscientemente executada. Muitas vezes, ousada.
Parece fácil: “escrever a respeito das coisas é fácil”, já me disseram. Eu sei. Mas não é preciso realizar nada de espetacular, nem desejar nada excepcional. Não é preciso nem mesmo ser brilhante, importante, admirado.
Para viver de verdade, pensando e repensando a existência, para que ela valha a pena, é preciso ser amado; e amar; e amar-se. Ter esperança; qualquer esperança.
Questionar o que nos é imposto, sem rebeldias insensatas mas sem demasiada sensatez. Saborear o bom, mas aqui e ali enfrentar o ruim. Suportar sem se submeter, aceitar sem se humilhar, entregar-se sem renunciar a si mesmo e à possível dignidade.
Sonhar, porque se desistimos disso apaga-se a última claridade e nada mais valerá a pena. Escapar, na liberdade do pensamento, desse espírito de manada que trabalha obstinadamente para nos enquadrar, seja lá no que for.
E que o mínimo que a gente faça seja, a cada momento, o melhor que afinal se conseguiu fazer.

By Lya Luft

TAG: 15 FATOS SOBRE MIM.

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“Tenho em mim todos os sonhos do mundo”. Fernando Pessoa.

Oi pessoal… estou aqui para responder mais uma TAG: 15 Fatos sobre mim… Adoro quando lembrem de mim…

Fui tagueada pela querida Patrícia do Blog https://realizecriatividade.wordpress.com/  já a algum tempo… mas como estava de férias demorei um pouquinho pra responder rsrsr e agora por Aline e Stephani do Blog https://paranoiadeumaruivaemeia.wordpress.com/… Obrigada queridas.  Agora voltei a todo vapor rsrsr. Difícil falar sobre nós mesmo né? Mas foi muito bom (re) pensar sobre como me vejo. Vamos lá:

15 fatos sobre mim

  • Amo viajar. Conhecer novas paisagens… novas culturas.
  • Não sei cozinhar muito bem… Mas sei escolher “ótimos” deliverys.
  • Gosto de conversar… mas falo mais do que escuto rsrsrs.
  • Gosto de ver filmes românticos… e me debulho em lágrimas.
  • Roo unhas até hoje.
  • .. Preciso melhorar meus hábitos alimentares pra emagrecer e melhorar minha saúde.
  • Vou morar em Portugal até 2019.
  • Sou uma chocólatra.
  • .. Mas não parei! Agora vivo pros meus prazeres.
  • Amo conviver com minha família. É a coisa mais preciosa que tenho.
  • Prefiro pôr de sol… e um céu estrelado. Natureza!!!
  • Sou a vovó mais coruja do mundo.
  • Sou animada e vivo de bem com a vida…. Resiliente!!!
  • Sou da paz…
  • Não tenho medo de morrer! Tenho pena de não viver!

Agora indicarei 5 Blogs… Confesso que queria indicar muito mais… mas vou seguir as regrinhas e quem queiser pode responder também

1 – Luíza do https://lacotovie.com/

2 – M. Lidia do https://cacadorasdespoiler.wordpress.com/

3 –  Giovanna do https://prateleiradevidro.wordpress.com/

4 – Bruna do https://umpalpite.com.br/

5 – E o Blog http://organizzada.com/

 

Espero que gostem… Bjs

A ARTE DO OTIMISMO.

“Nós não vemos as coisas como elas são… vêmo-las como nós somos”. Anais Nin.

Acredito que estar de bem com você mesma é essencial para sermos felizes na vida… Ser  positivista em relação aos desafios que a vida nos apresenta faz toda a diferença.

A sua atitude é  definida pela maneira de olhar ou viver a sua vida. Se você mudar a sua maneira de pensar… Você vai criar um mundo bem melhor ao seu redor. Este vídeo nos mostra bem isso…

Espero que gostem, beijos.

QUANDO OS FILHOS VOAM… POR RUBEM ALVES.

auto estima

“… Amar é ter um pássaro pousado no dedo! Quem tem um pássaro pousado no dedo sabe que, a qualquer momento, ele pode voar…” Rubem Alves.

Encontrar a sabedoria do amor que nos ensina a deixar voar e não a engaiolar… é uma benção! Pra variar este texto vivo e cheio de afeto de Rubem Alves me surpreende! Dia a dia, com dor e amor, alegria e nostalgia, eu tenho aprendido sobre as asas e raízes que se revelam nos relacionamentos entre pais e filhos.

Estou sim aprendendo e muito especialmente na maturidade a “transformar nascer, crescer e morrer num processo menos monótono e sem sobressaltos”… amando e dando asas aos filhos… Cada vez eles vão mais longe e ficam por mais tempo… nós vamos acompanhando ás vezes de perto, outras de longe … Nos encontrando e nos espelhando em seus sonhos e vitórias… melhor assim, né. Leia:

BIA SO

Sei que é inevitável e bom que os filhos deixem de ser crianças e abandonem a proteção do ninho. Eu mesmo sempre os empurrei para fora. Sei que é inevitável que eles voem em todas as direções como andorinhas adoidadas.

Sei que é inevitável que eles construam seus próprios ninhos e eu fique como o ninho abandonado no alto da palmeira…

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Mas, o que eu queria, mesmo, era poder fazê-los de novo dormir no meu colo…

Existem muitos jeitos de voar. Até mesmo o vôo dos filhos ocorre por etapas: O desmame, os primeiros passos, o primeiro dia na escola, a primeira dormida fora de casa, a primeira viagem…

Desde o nascimento de nossos filhos temos a oportunidade de aprender sobre esse estranho movimento de ir e vir, segurar e soltar, acolher e libertar. Nem sempre percebemos que esses momentos tão singelos são pequenos ensinamentos sobre o exercício da liberdade.

Borboletas livre

Mas chega um momento em que a realidade bate à porta e escancara novas verdades difíceis de encarar. É o grito da independência, a força da vida em movimento, o poder do tempo que tudo transforma.

É quando nos damos conta de que nossos filhos cresceram e apesar de insistirmos em ocupar o lugar de destaque, eles sentem urgência de conquistar o mundo longe de nós.

É chegado então o tempo de recolher nossas asas. Aprender a abraçar à distância, comemorar vitórias das quais não participamos diretamente, apoiar decisões que caminham para longe. Isso é amor.

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Muitas vezes, confundimos amor com dependência. Sentimos erroneamente que se nossos filhos voarem livres não nos amarão mais. Criamos situações desnecessárias para mostrar o quanto somos imprescindíveis. Fazemos questão de apontar alguma situação que demande um conselho ou uma orientação nossa, porque no fundo o que precisamos é sentir que ainda somos amados.

Muitas vezes confundimos amor com segurança. Por excesso de zelo ou proteção cortamos as asas de nossos filhos. Impedimos que eles busquem respostas próprias e vivam seus sonhos em vez dos nossos. Temos tanta certeza de que sabemos mais do que eles, que o porto seguro vira uma âncora que os impede de navegar nas ondas de seu próprio destino.

Muitas vezes confundimos amor com apego. Ansiamos por congelar o tempo que tudo transforma. Ficamos grudados no medo de perder, evitando assim o fluxo natural da vida. Respiramos menos, pois não cabem em nosso corpo os ventos da mudança.

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Aprendo que o amor nada tem a ver com apego, segurança ou dependência, embora tantas vezes eu me confunda. Não adianta querer que seja diferente: o amor é alado.

Aprendo que a vida é feita de constantes mortes cotidianas, lambuzadas de sabor doce e amargo. Cada fim venta um começo. Cada ponto final abre espaço para uma nova frase.

Aprendo que tudo passa menos o movimento. É nele que podemos pousar nosso descanso e nossa fé, porque ele é eterno.

Aprendo que existe uma criança em mim que ao ver meus filhos crescidos, se assustam por não saber o que fazer. Mas é muito melhor ser livre do que imprescindível.

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Aprendo que é preciso ter coragem para voar e deixar voar.

E não há estrada mais bela do que essa.

Fonte: https://osegredo.com.br/2015/12/quando-os-filhos-voam-por-rubem-alves/#.V2WQUmc7msR.facebook

CAMINHAR É UM EXCELENTE EXERCÍCIO, MAS TAMBÉM MERECE CUIDADOS…

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“Os benefícios dependem da disciplina e do objetivo de cada pessoa”. Fernando Melo

Apesar de ser uma atividade de fácil execução, é preciso buscar orientação profissional para saber se você está apto e sobre a intensidade do treino.

“Caminhar” é atividade física mais democrática que existe. Desde que não haja alguma restrição, qualquer pessoa de qualquer idade pode fazer uma caminhada. Para isso, basta usar uma roupa e um calçado confortável de preferência um par de tênis, que seja adequado ao seu tipo de pisada  e ir para rua ou esteira.

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Além dos benefícios para a saúde que contribuem para a longevidade, pesquisas mostram que essa atividade física combate inclusive a depressão. Apesar de ser uma atividade que parece ser de baixo impacto, é necessário adotar algumas precauções.

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OS MELHORES HORÁRIOS PARA TREINAR EM LOCAIS EXTERNOS: A decisão de começar a uma atividade física (caminhar/correr…) já foi tomada. Os tênis, a roupa e os aplicativos já foram escolhidos. Mas eis que surge a dúvida: qual é o turno mais adequado para nosso corpo sair caminhando/ correndo por aí?

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  • Na parte da manhã 7 horas e 9 horas.
  • Fim da tarde: 17 horas e 19 horas.
  • Horários em que o sol “castiga” menos.

Fonte: http://www.saudedica.com.br/as-20-dicas-para-quem-vai-comecar- a correr/

 

Meus “INSTANTES”…

Deste a primeira vez que eu li o poema “Instante” oferecido por meu pai me emocionei e me identifiquei muito com ele. Fiz dele minha filosofia de vida! Pensei logo que não gostaria nunca de chegar ao final da minha vida e me arrepender daquilo que não fiz.

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Penso agora que “Se eu pudesse viver minha vida novamente… eu gostaria de vivê-la do mesmo jeito como eu vivi… com todos os meus acertos, equívocos, desenganos e fracassos… Tive todas as razões para voltar atrás e tentar consertar os lugares onde errei ou mudar meu rumo…

Caucasian Woman Practicing Yoga At Seashore

Estou onde estou pelos caminhos e descaminhos que percorri. E estou onde estou porque alguns os meus planos deram errado, mas construí pontes para chegar aonde eu queria chegar… Algumas ruíram, outras eu reconstruí…  foram estes caminhos que me levaram a lugares novos, melhores… mais fortes e bem mais felizes.

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Os meus “medos” nunca me paralisaram… pelo contrário davam-me forças para enfrentar qualquer desafio! Respirava fundo e prosseguia… seguia em frente ou recomeçava. Minha coragem e determinação me levaram aonde eu queria estar… que é exatamente aonde eu estou hoje. Aqui e agora!

Retired couple dancing on the beach

Posso dizer que sinto-me uma mulher realizada e feliz!

Leia o poema “INSTANTES”…

vida

Se eu pudesse novamente viver a minha vida,
na próxima trataria de cometer mais erros. Relaxamento-mental-para-aliviar-o-stress Não tentaria ser tão perfeito,
relaxaria mais, seria mais tolo do que tenho sido.voo+livreNa verdade, bem poucas coisas levaria a sério.
Seria menos higiênico. Correria mais riscos, Travel the world monuments concept subiria mais montanhas, nadaria mais rios.
vista machu-picchu
Iria a mais lugares onde nunca fui,
tomaria mais sorvetes e menos lentilha,
teria mais problemas reais e menos problemas imaginários. caminho 2
Eu fui uma dessas pessoas que viveu sensata
e profundamente cada minuto de sua vida; vida 2 claro que tive momentos de alegria.
Mas se eu pudesse voltar a viver trataria somente
de ter bons momentos. alegrias 2
Porque se não sabem, disso é feita a vida, só de momentos;
Não percam o agora. momentos1 Eu era um daqueles que nunca ia
a parte alguma sem um termômetro, feliz uma bolsa de água quente, um guarda-chuva e um paraquedas e,
se voltasse a viver, viajaria mais leve. a0032-000037Se eu pudesse voltar a viver,
começaria a andar descalço no começo da primavera nadar rios e continuaria assim até o fim do outono. caminho 6
Daria mais voltas na minha rua,
contemplaria mais amanheceres e brincaria com mais crianças, mae-lendo-para-os-filhosse tivesse outra vez uma vida pela frente.
Mas, já viram, tenho 85 anos e estou morrendo…

envelhecer no espelho

O poema “INSTANTES”, durante muito tempo foi atribuído a Jorge Luís Borges (“Se eu pudesse viver novamente a minha vida…”),  mas na verdade trata-se de um poema que tem título original “I Would Pick More Daisies” e cujo autor é DON HEROLD, tendo sido publicado em Seleções do Reader’s Digest em 1953.

O curioso é que este autor, escritor, humorista e cartunista escreveu mais de dez livros, mas esta sua obra mais conhecida circula o mundo atribuída a outro autor… Este poema, impresso em pôster na década de 1980 por um laboratório farmacêutico, foi largamente distribuído a médicos…

Fonte: Don Herold e Rubem Alves