Eu aprendi… Que a melhor sala de aula do mundo Está aos pés de uma pessoa mais velha; Que ser gentil é mais importante do que estar certo; Que eu sempre posso fazer uma prece por alguém Quando não tenho a força para Ajudá-lo de alguma outra forma; Que não importa quanta seriedade a vida exija de você, Cada um de nós precisa de um amigo Brincalhão para se divertir junto; Que algumas vezes tudo o que precisamos É de uma mão para segurar E um coração para nos entender; Eu aprendi, Que deveríamos ser gratos a Deus Por não nos dar tudo que lhe pedimos; Que dinheiro não compra “classe”; Que são os pequenos acontecimentos Diários que tornam a vida espetacular; Que debaixo da “casca grossa” existe uma pessoa Que deseja ser apreciada, Compreendida e amada; Que Deus não fez tudo num só dia; O que me faz pensar que eu possa? Que ignorar os fatos não os altera; Que o amor, e não o tempo, É que cura todas as feridas; Que cada pessoa que a gente conhece Deve ser saudada com um sorriso; Que ninguém é perfeito Até que você se apaixone por essa pessoa;
Que a vida é dura, mas eu sou mais ainda; Que as oportunidades nunca são perdidas; Alguém vai aproveitar as que você perdeu. Que quando o ancoradouro se torna amargo A felicidade vai aportar em outro lugar; Que devemos sempre ter palavras doces e gentis Pois amanhã talvez tenhamos que engolí-las; Que um sorriso é a maneira mais barata De melhorar sua aparência; Que todos querem viver no topo da montanha, Mas toda felicidade e crescimento Ocorre quando você esta escalando-a; Que quanto menos tempo tenho, Mais coisas consigo fazer; Eu aprendi que a felicidade é simples, e quase sempre somos nós que a tornamos mais difícil do que ela é. Crônica de autoria desconhecida 👀
Me divirto muito com os textos de meu amigo escritor Laerte Temple, sempre bem humorado. Leiam:
Malando que é malando acha que amar uma mulher só é trair todas as outras. Também sabe que, se quiser se dar bem, precisa estar comprometido. Às vezes fica meses sozinho, mas basta casar para chover interessada. Pensa que aliança é um tipo de ímã. Já a mulher de malandro é vacinada. Sabe que o cabra é safado mesmo, que não é fiel e, na dúvida, dá o troco na mesma moeda, de preferência com outro malandro casado, mais fácil para manter segredo e não causar barraco. Desde que ninguém fique sabendo, claro.
Engana-se quem vê preconceito neste texto e acha que esses rolos só ocorrem na malandragem. Vale o mesmo para todas as classes. A diferença está no nome e no ambiente. Em vez de rolo, é caso, ou afair. Em vez de drive-in, é motel, flat ou apê. Chifre é típico do seu humano. Boi usa de inxerido.
Doralice, mulher de João Gilberto, desconfia que ele a esta traindo. Chega em casa tarde, sempre cansado e não a procura mais. Seguiu-o e descobriu que ele esta ciscando Carolina, a caixa do estacionamento, depois do expediente. Queria uma vingança maligna, mas não podia se envolver, pois era casada com separação de bens e não queria ficar na mão. Pesquisou e descobriu que o marido de Carolina era o Chico, vigia noturno no mesmo estacionamento. Ela trabalhava das 9 às 18 e ele das 20 às 6 da manhã. Só se viam aos domingos, e olha lá. Descobriu que o canalha do Gilberto esperava Carolina na esquina, iam no motel e depois deixava a vadia no Metrô.
Ela procurou o Chico na saída do trabalho, convenceu-o a tomar um café e assim que ganhou sua confiança, contou sobre o rolo que descobriu. Disse que Chico devia aplicar um corretivo no marido. Ele cofiou a barba pensativo e disse:
– Dona, se eu der uma coça no cabra, e ele bem que merece, vou ter de chapar a cara da Carolina também. Perco a esposa de fim de semana e a senhora fica na mão. Deve ter um jeito melhor.
– Então você não vai fazer nada?
– Claro que vou, mas pensa. O que falta para mim e para a senhora, sobra pros dois. Eles se divertem e a gente chupa o dedo.
– Entendi. Sabe, você não é nada mal. A gente podia dar o troco na mesma moeda. É só você vir umas duas horas antes para o trabalho.
O arranjo funcionou bem até que um dia Doralice e Chico passaram da hora e João Gilberto e Carolina chegaram mais cedo. Encontraram-se no motel, dois entrando e dois saindo. Os homens se estranharam, começaram a rosnar, mas foram contidos pelas mulheres. Doralice falou:
– Gente, ninguém tá sabendo. Deixa como está.
João Gilberto chegou em casa à noite e encontrou Doralice dormindo. Beijou-lhe a testa, ajeitou a coberta e dormiu. Estava muito cansado.
Mudar é necessário aprender! Pode levar muito tempo para encontrarmos nosso lugar…
Conheço gente que tem o dobro da minha idade e ainda está à procura. Outros, tão jovens, já têm a certeza de seu espaço, confiança no seu rumo, fé nas suas escolhas. Existem momentos em que é difícil reconhecermos nosso lugar… Parece que a vida dá e tira, coloca e pede de volta, estende a mão e puxa o tapete… Mas com paciência, o tempo dirá! E então um dia, por algum motivo pequeno ou grandioso, você percebe que tem um bilhete autenticado em mãos. Um bilhete que lhe indica exatamente qual sua poltrona, sua janela… Por onde verá o mundo passar, e sua companhia nessa viagem. Já me senti sem chão algumas vezes… É difícil e parece que não vai passar. Mais ou menos como estar no trem errado vendo o certo ser conduzido para o lado oposto. Mas o tempo muda tudo! E dentro do “trem errado”, se você permitir, e somente se você permitir… Pode começar a ter boas surpresas, grandes presentes. Essa é a oportunidade de virar o jogo! (By Fabíola Simões)
Tem texto que leio e que marcam, muitas vezes me identifico, assim como este. Leiam: O tempo insiste em ser verdadeiro no dorso das mãos. O rosto despista, atenua os anos corridos com corretivos simples e semblante suave, mas as pregas das mãos denunciam o tempo dos ganhos e das perdas, dos dias vividos e irremediavelmente vencidos. O tecido que recobre suas mãos conta os anos de magistério com o giz em punho, a sensação de sentir-se segura no entrelaçamento de dedos com meu pai, o tempo de gerar e criar, o sol diário na despreocupação com o protetor solar, o carinho ao cair da noite, a firmeza ao volante, os gestos exagerados durante as costumeiras piadas, os movimentos contidos na desavença, o calor na menopausa, o frio na tristeza, o suor na espera, a suavidade resignada na prece e recomeço.
Sabe mãe, carrego alguma nostalgia da época em que suas mãos eram lisas e uniformes. Mas é no hoje, porém, que aprendi a respeitar o significado do desenho das veias que saltam através do tecido fino, e das manchas salpicadas como gotas de tinta decorando a fina estampa de sua superfície. Trazem mais história que ambição, exemplo de uma vida de coragem e superação. Observo seu rosto mas a sinto em suas mãos. Sei que carregam o tempo e a vivência, o que deixou pra trás e o que tem guardado dentro de si. E admiro os sulcos que traduzem o amadurecimento e o olhar reciclado perante a vida; a sabedoria de entender-se completa, ainda que lhe faltem pedaços.
Talvez os sulcos sejam mais que deficiências cutâneas provocadas pelos raios de sol. Talvez sejam faltas que lhe acompanham e hoje fazem parte daquilo que se tornou. Sinais de uma vida repleta de presença e ausência, orfandade e resiliência, alturas e tombos. Sei de seus voos, mãe, mas também acompanhei sua perda de altitude. Você, que sempre esteve no comando, teve que aprender a ser conduzida também. E isso lhe tornou uma pessoa melhor. Com mais marcas, mas melhor. É por isso que admiro tanto suas mãos, mãe. Porque me mostram que você não é de ferro. Você é de verdade, assim como eu e meus irmãos. E descobri-la mais humana tem me ajudado a entender a vida também. Porque assim é mais fácil compreender que todos nós até você carregamos dúvidas, incertezas, desilusões. Mas tudo isso é superável também. Apesar dos cabelos brancos e das pintinhas coloridas, estamos diariamente tentando resistir. E você é dura na queda, mãe. Você é porreta. De uma fé e certeza tão grandes que a gente duvida se é feita do mesmo tecido. Mas então eu tenho as suas mãos. E elas dizem que sim, que você também enfrenta desafios, você também sente na carne cada uma de suas dores. A diferença é que aprendeu a lidar bem com elas, e não está nem aí se lhe causaram algum dano visível ou invisível. Você só quer saber do que virá depois. Agora recordo uma história que aconteceu há aproximados dois anos. Fomos visitar minha amiga que tinha perdido a mãe no dia anterior. Eu perdi o apetite porque sentia a perda da mãe dela dentro de mim, como se fosse você que não estivesse mais ali. Mas você estava. E ao ser confrontada pela sobrinha da minha amiga, que não entendia o porquê do sofrimento e morte da avó, disse-lhe mais ou menos isso: “Você ainda não entende porque tem muito chão pela frente. Quando tiver a minha idade, vai aprender e conseguir aceitar também”. Acho que naquele momento, as mãos da menina começavam a rachar também, só que de um jeito imperceptível. Mas você soube apaziguar um pouco a dor. Vc Do alto de seus sessenta e poucos, soube colocar aquelas mãos tão jovens entre as suas e doar uma ponta de serenidade… Minhas mãos começam a mudar também. Estão mais finas, e o esverdeado das veias faz contraste com o caramelo de minha pele. Meu filho chama atenção para elas. Diz que estão mais magras e entendo que o colágeno vai indo embora enquanto se aproximam outras noções acerca do meu tempo e espaço. Aos poucos sigo seu caminho e desejo assemelhar-me a você. Nos gestos, nas andanças, na vontade de responder ao mundo como você tem respondido.
Mostrando ao Bernardo que, ainda que não haja remédio para a perda de gordura e saliência dos tendões, há delicadeza e poesia no tempo que chega de mansinho, de um jeito ou de outro, irremediavelmente. Obrigada mãe, por não tentar esconder o traçado de suas mãos. Por não querer disfarçar os sinais de um tempo que se desenrolou cheio de promessas e desfechos nem sempre fiéis ao que se esperava deles. Por me mostrar que a vida nos aproximou como meninas crescidas, e hoje posso me preocupar com você tanto quanto você se preocupa comigo. Obrigada por me ensinar a não censurar o que o tempo traz sem o nosso consentimento, perdoando as marcas que não podemos controlar, reagindo com alegria aos dias que nem sempre são só bons. Acima de tudo, por me dar a mão e mostrar que nossos sinais são resquícios de uma vida que se viveu intensa e plenamente. Amo você ! Belíssimo texto de autoria desconhecida, com olhar poético sobre o envelhecimento de uma mãe 👀😍
“Só por hoje quero apenas um dia recheadinho de alegria, amor e paz com o perfume suave da compreensão, aceitação e gratidão”.(Sonia Peter)
Se não for pedir demais, nos devolva, por favor, todos os abraços que seu prezado antecessor nos roubou. Queremos também as gargalhadas dos parentes e amigos, o livre sorriso dos desconhecidos, a brisa no rosto. Gostaríamos ainda de ter de volta a alegria das viagens; a tumultuosa euforia dos estádios e dos grandes shows; todas as tardes em que não fomos beber cerveja com os amigos no boteco da esquina.
Não se esqueça de nos devolver aqueles jantares intermináveis, em que discutíamos o fim do mundo e como iríamos recomeçá-lo. Hoje, que sabemos muito mais sobre o fim do mundo, essas conversas antigas me parecem todas um tanto ou quanto ingênuas. Contudo, mais do que antes, é importante conversar sobre recomeços. Trocar sonhos. Debater utopias.
Peço em particular que me devolva os festivais literários — dos quais, em 2019, eu estava até (confesso) um pouquinho enfastiado. Durante o seu reinado, quero muito regressar a Paraty. Não posso perder a FliAraxá, a Flup ou a Flica, em Cachoeira.
Eu, que não sou de futebol nem de carnaval, agora sinto ânsias de me perder entre multidões, gritando, sambando, abraçando, me descobrindo nos outros. Quero dançar sem culpa. Quero poder voltar a abraçar meus velhos pais sem medo de os contaminar.
A maior invenção da Humanidade não foi a roda nem o fogo. Não foi o futebol, a feijoada, o samba, o xadrez, a literatura, sequer a internet. A maior invenção da Humanidade, querido 2021, foi o abraço. Olho para trás e vejo a primeira mãe, acolhendo nos braços o filho pequeno. O nosso pai primordial apertando contra o peito forte (e peludo) a mulher amada; dois amigos se consolando numa armadura de afeto.
Depois desses primeiros abraços, alguma coisa mudou para sempre. O mundo continuou perigoso, sim, o mundo será sempre perigoso, mas passamos a ter o conforto de um território inviolável. Foi o abraço que fundou a civilização.
Com elevada estima,
José Eduardo Agualusa Alves da Cunha (jornalista, escritor moçambicano)
2020 foi um ano em que tudo parou e o 🌍 mundo inteiro mudou 🧐.
Minha retrospectiva de 2020! 🥂
Assustou! Deu medo! Deu tempo de pensar e refletir muitoooo.
Mudei!😷 Mudamos e ainda mudaremos mais 💉🦠😷.
Ficar comigo mesmo, foi bom 👀 eu gostei… Fui a minha 🥰 melhor companhia 😉🙏🏻 🙏🏻.
Gratidão pelos desafios superados… pelas muitas aprendizagens💫… pelos meus avanços no uso das novas tecnologias… pela resiliência… pelos cuidados… pela solidariedade… pela minha família e os meus amigos… 🥂aos novos amigos que fiz… pelos afetos e atenção recebidos mesmo que por on-line… pelos zoom que tanto me distraíram e me ensinaram… pela minha fé em acreditar que dias melhores virão 🙏🏻 pela vida… ufa! Valeu!!!
Vai passar 💉😷!!!
Chegaremos em breve 2021 🙌🏻🤩🧐💫🙏🏻. Um ano novo cheio de sonhos a realizar 🤩.
2021 será diferente 🥂
Esperança de uma vacina que possa nos proteção proteção contra a Covid-19.
Cada pessoa imagina o futuro próximo – aquele que começa logo após os abraços da meia noite – de um jeito diferente: umas criam novas #expectativas; outras, geralmente as mais sonhadoras, optam por revigorar suas #esperanças. Embora este ano seja diferente, não podemos estar juntos da família devido a segunda onda do coronavírus podemos criar outras maneiras de celebrar. 🥂💐
Para nós, que temos a #longevidade como a matéria-prima de tudo o que fazemos, estas duas palavras andam sempre juntas:
🔵 Enquanto a #expectativa de vida cresce a cada novo ano, nós alimentamos a #esperança de que as pessoas consigam mais qualidade para essa vida mais longa. Todo cuidado com a saúde é prioridade principalmente agora com a #pandemia ainda tão perto de todos nós. Que esta #vacina seja o tratamento ou controle efetivo de uma doença tão grave que surgiu e desestruturou mundo inteiro.
🔵 Enquanto o país vive a expectativa de gerar novos empregos, sair da crise econômica mundial… nós alimentamos a esperança de existir mais #integração #geracional no mercado de #trabalho. Que as pessoas sejam mais solidárias e compreensivas. Temos muito o que oferecer. Todas as pessoas. Empatia se faz necessário.
🔵 Enquanto as pessoas vivem a expectativa da chegada dos novos prefeitos municipais eleitos, nós alimentamos a esperança de que as cidades estejam preparadas para o #envelhecimento de suas populações e das inclusões de todas as pessoas com necessidades especiais. Que valorizem e respeitem mais o idoso… e o povo de todas as nações.
Passado um ano tão difícil em 2020 com esta pandemia e o isolamento social ainda acontecendo, estamos aprendendo a viver um novo normal. Preparando um novo mundo que em breve virá com a tão esperada vacina. Muita coisa mudou, muitas ainda irão mudar. Aprendendo dia a dia. Um dia de cada vez. Temos muita expectativa e esperança para 2021.
Por isso, continuaremos apontando os melhores caminhos para que os brasileiros consigam viver mais e melhor.
As vezes pensamos em mudar muitas coisas para o próximo Ano ou quase tudo. Ano novo vem chegando. Mas não precisa de tudo isso, basta ter um olhar positivo sobre o que foi e o que virá. Em 2021 muitas coisas estão por vir… muitas mudanças acontecendo no dia a dia. Algumas boas outras nem tanto. Cabe a nós refletir sobre o que queremos para frente. A pandemia tem nos trazido um novo normal… um novo tempo, muito diferente dos anteriores. Ansiedade pelas vacinas que possa nos protegerão do coronavírus tem sido uma prioridade para todos. Esta cada vez mais perto de acontecer, mas… Como será? Aos poucos vamos descobrindo e nos adaptando. Tudo vai passar! Pra melhor no meu olhar otimista em relação à qualidade de vida. Feliz Ano Novo meus amigos… Que você realize todos os seus sonhos. Muita paz, amor e saúde! Gosto deste texto de Drummond… com um pouco de mim…
Para você ganhar belíssimo Ano Novo cor de arco-íris, ou da cor da sua paz, Ano Novo sem comparação como todo o tempo já vivido (mal vivido ou talvez sem sentido) para você ganhar um ano não apenas pintado de novo, remendado às carreiras, mas novo nas sementinhas do vir-a-ser, novo até no coração das coisas menos percebidas (a começar pelo seu interior) novo espontâneo, que de tão perfeito nem se nota, mas com ele se come, se passeia, se ama, se compreende, se trabalha, você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita, não precisa expedir nem receber mensagens (planta recebe mensagens? passa telegramas?).
Não precisa fazer lista de boas intençõespara arquivá-las na gaveta. Não precisa chorar de arrependido pelas besteiras consumadas nem parvamente acreditar que por decreto da esperança a partir de janeiro as coisas mudem e seja tudo claridade, recompensa, justiça entre os homens e as nações, liberdade com cheiro e gosto de pão matinal, direitos respeitados, começando pelo direito augusto de viver. Para ganhar um ano-novo que mereça este nome, você, meu caro, tem de merecê-lo, tem de fazê-lo de novo, eu sei que não é fácil, mas tente, experimente, consciente. É dentro de você que o Ano Novocochila e espera desde sempre.
Texto (extraído do “Jornal do Brasil”, Dezembro/1997) – Carlos Drummond de Andrade
Quando você deixa de sentir carências, todas as coisas voltam para você. Quando você cessa de brigar com o mundo, todo mundo se aproxima pra falar com você sobre amor. Quando você aceita, você transforma. Quando você se atreve a tentar o novo, os condicionamentos desaparecem e o mundo te surpreende. Quando você se torna mole como a água, você penetra em todos os poros da terra. Quando você começa a olhar para você, o mundo desaparece. Quando você deixa ir o que não é pra você, esse vazio atrai o que realmente lhe pertence. Quando você perde, você se encontra. Quando você decidir, essa determinação encontra quem você é, e sussurra o que você quer. Quando você desiste da guerra, você ganha a batalha. Quando aquietas a tua mente, todo um universo fica aos teus pés. Quando não se apresse, tudo se aproxima de você. Quando você deixa de querer controlar, o mundo se acomoda a si mesmo. Quando você escolhe não reagir, mude o resultado e curte o karma. Quando você aceita mudanças e incerteza, você deixa de sofrer. Quando você se torna humilde, o mundo pertence a você. Quando você encontra, cessa a busca. Quando você abraça sua dor, você faz dele amigo Quando você se torna consciente, o nosso criador do universo aparece 🙏