6 MANEIRAS DE SE RENOVAR APÓS OS 60 ANOS.

meditar

É bem verdade que quanto estamos #envelhecendo surge a grande questão sobre: quem sou eu com #60+; como quero #envelhecer?; Onde quero estar daqui 5 anos? Dez? Quinze?; O que preciso melhorar pra ter uma #longevidade saudável e com muita #qualidadedevida? Quem são estes “#novos velhos”? Grandes questões surgem… o que não falta são dicas… desta eu gostei… por #VirginiaPinheiro… tem muito haver com quem sou e como penso. Leia:

Após #60anos, ansiamos por renovação, queremos ativar nossas forças vitais e enxergar o mundo com novos olhos. Planejamos grandes #mudanças em nossas vidas na intenção de renovar a vitalidade. Por exemplo: decidimos nos #aposentar, iniciar um novo trabalho, renovar a casa, começar um novo relacionamento afetivo, partir em uma viagem para encontrar novas aventuras… Entretanto, embora essas medidas possam dar uma sensação de novidade e #rejuvenescimento, os seus efeitos são temporários, pois quando nos acostumamos com a nova casa, quando já estivermos no novo trabalho por um certo tempo, quando conhecermos mais a fundo nosso novo parceiro, ou ainda, quando terminarem as férias, vamos constatar que na verdade, nada mudou – ainda vamos continuar nos sentindo estagnadas e sem inspiração.

Na realidade, as medidas acima não modificam nada em nós mesmas, só mudam as nossas circunstâncias externas. Saiba que, para ir mais fundo e transformar a vida de verdade, precisamos mudar primeiro a nossa mente.

Veja 6 maneiras por onde podemos começar a nossa transformação interior:

1- Examine o que você sente

Seus sentimentos são uma expressão dos seus pensamentos e crenças mais profundas, eles são um reflexo do que se passa na sua mente. Se você nutre sentimentos de raiva, inveja, culpa ou vergonha, saiba que é preciso encontrar uma maneira de externalizá-los para que você possa reconhecê-los e elaborá-los.

Cultivar esses tipos de sentimentos impede a produção de novos pensamentos e, consequentemente, bloqueia a busca por outras formas de agir.

2- Dê um basta e siga adiante 

Tornar-se consciente dos seus sentimentos é o caminho para levá-la a alguns elementos da sua vida pessoal que podem estar minando a sua energia, como por exemplo: talvez você esteja se agarrando a coisas que não fazem mais sentido para você ou, quem sabe, você se sente impotente para buscar novas formas de ação…

Chegou a hora de examinar seus relacionamentos, seu trabalho, seu ambiente, sua amizades e conscientemente deixar para trás tudo aquilo que suga sua energia desnecessariamente e que puxa seu espírito para baixo.

Dê-se um tempo para alcançar este objetivo; faça uma lista das prioridades e enfrente um problema por semana. Com o tempo você vai se surpreender com as mudanças e também vai constatar o surgimento de novas e boas energias somente pelo fato de ter se reencontrado.

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3- Mude seus hábitos mentais

Saiba que toda #mudança efetuada em sua vida, desde seus sentimentos, seus relacionamentos e suas suas circunstâncias, começam a se transformar primeiro em seus pensamentos. Todos sabemos que quando começamos a ter pensamentos positivos a negatividade tende a se esvair, assim, pratique o exercício de formular bons pensamentos para atrair boas vibrações para sua vida.

Entretanto, esse é um trabalho árduo. Pessoas ao seu redor podem fofocar, falar mal da vida alheia, você pode assistir ou ler sobre eventos terríveis nos jornais e nos noticiários ou, claro, você pode ter conflitos em sua vida. Essas e tantas outras situações podem desencadear padrões de pensamentos que fazem com que sua mente comece a andar em círculos trazendo paralisia, angústia e pessimismo para sua existência.

Ao conseguir remover pelo menos uma destas influências negativas, você vai perceber uma enorme mudança de energia. Por exemplo, comece com a resolução de nunca ouvir, ou fazer fofocas, em seguida, procure enxergar um problema sob vários ângulos, isso vai lhe dar maior possibilidade de compreendê-lo e de solucioná-lo… E assim por diante. Um belo dia você vai perceber com grande surpresa que você mudou completamente suas atividades mentais e se verá não sendo mais arrastada por pensamentos negativos.

4- Mudar a sua vibração por meio da gratidão

Existe um ditado que diz “quem não é capaz de gratidão não é capaz de nenhum outro bom sentimento”. Para avaliar o seu estado de #gratidão, escreva uma lista de 7 coisas às quais você é grata.

Se você encontrar dificuldade em elaborar essa lista, comece a pensar, por exemplo, na sua saúde, na natureza que a cerca, nos seus amigos, nos seus familiares, nas pessoas que lhe ajudaram em momentos difíceis, naquelas pessoas que compartilharam com você os bons momentos etc.

Ao meditar sobre isso você vai perceber como é grande a abundância em sua vida e vai sentir necessidade de expressar seus agradecimentos a todas elas. Expressar a gratidão só vai atrair vibrações positivas que impactam diretamente seus pensamentos e seus sentimentos.

5- Limpar o seu espaço e mudar seus hábitos

Nosso ambiente nos envia mensagens poderosas. Se você vive em meio a confusão e a desordem, saiba que sua mente vai assumir esses estados. Livre-se das coisas que são inúteis, ultrapassadas, quebradas… Organize sua casa, limpe seu espaço para criar uma sensação de pura amplitude dentro de você, um espaço interno pronto para fluir em novas energias e ideias.

Aplique essas mesmas medidas aos seus hábitos. Hábitos ruins sugam energia. Se você fuma, come demais, é sedentária, se isola do convívio social etc., saiba que você está presa em um círculo vicioso destrutivo. Você pode parar com esses comportamentos, enfrentar e seguir por uma direção diferente. Se você não consegue fazer isso sozinha, procure ajuda médica. O importante é conseguir mudar seus maus hábitos para desfrutar de uma existência mais vital.

6- Sua nova identidade

Saiba que na medida em que você executar as mudanças acima sugeridas, algumas de suas velhas crenças serão modificadas fazendo com que  você descubra alguns traços da sua personalidade que, por vários motivos, ficaram submersos anos a fio. Agora você vai conseguir explorar valores diferentes, assim como vai se sentir mais disponível para conhecer novas pessoas e novas experiências. A sua força vital será ativada ao mudarem suas crenças e valores, a sua vida se tornará mais rica e inspiradora, pois as alterações feitas excedem em muito àquelas alcançadas apenas por fazer uma viagem ou mudar de emprego. Desta vez, você fez mudanças reais, ou seja, de dentro para fora.

*Baseado no texto de Diane Dahli para o  site Sixty + Me

http://www.viva50.com.br/5-maneiras-de-se-renovar-apos-os-60-anos/

EU QUERO RIR COM VOCÊ ATÉ QUE NÓS FIQUEMOS VELHINHAS.

#Amizades são uma parte importante da vida, pois algo é dito que os amigos são como a família que podemos escolher. Na vida encontramos muitas pessoas, mas elas são contadas nos dedos de uma mão quem podemos considerar verdadeiros amigos. Essas pessoas entram em nossa história para ficar para sempre e nos sentimos tão perto que não podemos imaginar nossas vidas sem elas.

Já vivi mais de meio século! E com certeza não viverei mais meio século… rsrsrs
O bom da idade chegar é que alguns medos diminuem em contra partida uns outros medos bobos chegam…

Se você tiver a sorte de ter alguém em sua vida, cuide dela e mantenha-a ao seu lado, então quando elas estiverem velhas, elas continuarão a te acompanhar e a rir como fazem hoje.

Estas são 10 características de #amizades bonitas e verdadeiras:

  1. Concentre-se no bem.

Bons amigos não precisam te impressionar. Isso é muito trabalho. Os amigos realmente enxergam além da superfície e apreciam suas boas qualidades.

  1. Seja real.

Os amigos podem realmente rir ou chorar, fazer bobagens ou ficar sérios, e ainda sentir o calor da verdadeira conexão.

  1. O amor conta.

Você reconhece bons amigos, no entanto, quando eles reconhecem o seu afeto, eles permanecem com você, mesmo que as coisas fiquem feias.

  1. Erros são parte da vida.

Amigos de verdade não condenam você por cometer erros; Somos todos humanos e cometemos erros. Nós aprendemos enquanto crescemos.

  1. Saldos de energia.

Amizades verdadeiras possuem uma liderança fixa. É sobre ser capaz de se revezar: entender e ser entendido, dar e receber apoio, e que você se importa o suficiente para ouvir o que não é dito.

  1. Peça perdão.

Quando há conflitos, verdadeiros amigos encontram a coragem de falar com você em vez de fofocar e deixar o desconforto aumentar. Verdadeiros amigos entendem, e porque eles entendem, eles são capazes de perdão.

  1. Lealdade, cuidado e conexão.

A verdadeira lealdade à amizade é fundamental e a conexão é a norma. Você sabe que eles estão lá cuidando de você. Os amigos realmente olham para além do flash da personalidade e ficam com a essência.

  1. Deixe o outro crescer.

A dinâmica e as pessoas mudam. #Amigos de verdade dão espaço uns aos outros para crescer, tempo para recalibrar e abrir a porta para compartilhar o que só é aprendido através da experiência.

  1. Regue a planta.

Tal como acontece com as plantas, as amizades devem ser regadas também. Amigos realmente ligam para ver como é. Seja no dia-a-dia ou nos aniversários, é sempre algo especial.

  1. Comemore as boas coisas.

Amigos de verdade celebram suas vitórias. Eles querem o melhor para você e você se preocupa muito em estar realmente feliz com seus sucessos. Sua alegria é sua alegria.

Fonte: Traduzido e adaptado do site Rincón del Tibet, de artigo publicado no site elvasomediolleno

DENTRO E FORA!

A menina que me habita é assim… Adorei esse poema de #LuanJessan…me lembrei de todas nós!!! Leiam:

“#Porfora tenho tantos anos que vc nem acredita.

#Pordentro, doze ou menos, e me acho mais bonita.

Por fora, óculos; algumas rugas, gordurinhas, prata nos tintos cabelos.

Por dentro sou dourada, alma imaculada, corpo de modelo.

Por fora, batem paixões contra o peito.

Paixões por versos, pinturas, filosofia e amigos sem despeito.

Por dentro, sei me cuidar, vivo a brincar, meio sem jeito.

Não me derrota a tristeza; não me oprime a saudade;

Não me demoro padecente.

E é por viver contente que concluo sem demora: é a menina que vive por dentro, que alegra a #mulher de fora! ”

AS DORES E AS DELÍCIAS DE SE ENVELHECER…

Este post destaca uma Roda de Conversa sobre #envelhecerbem. Leiam:

As dores e as delícias de se #envelhecer foi o tema de uma roda de conversa que aconteceu em pleno sábado (19/10/2019) à noite no átrio da #LivrariaCulturadoConjuntoNacional, em São Paulo, pelo pessoal do #GrupoTrabalho60+ com Beltrina Corte (jornalista). Antes da roda, brincaram com um flashmob musical com uma liberdade de ser invejável, porque ali estavam a fim de brincarem e protagonizarem suas velhices sem vergonha.

É isso que me encanta nas velhices que estão por aí botando suas caras. Sem vergonha de se assumirem velhos ou velhas, afinal é isso que somos, gostemos ou não. E velhos/velhas porque simplesmente vivenciamos a fase da vida chamada #velhice. Simples assim. Temos mais é que botar para fora o que nos incomoda com essas palavras e tornar a vida mais leve. Se o que nos incomoda lá no fundo é a nossa #finitude, vamos então buscar espaços para que possamos falar de nossos demônios e enxergar a velhice uma etapa de oportunidades. É isso que faz o grupo Trabalho 60+ com maestria, indo na contramão do discurso que circula por aí de que a velhice é uma fase de declínio, de degeneração, de fim de linha. E é por isso que cada vez mais venho me identificando com o grupo. É o orgulho de sermos #velhos que nos aproxima.

A convite do Grupo Trabalho 60+, especialmente da Márcia Cabral, participei da roda de conversa, junto com Eduardo Meyer (o criador do Grupo), Martha Kastrup, Natália Verdi, Ana Michela Lista Merchan e Ary Filler. Um espaço em que damos a conhecer o que pensamos, o que vivenciamos e o que observamos a respeito desta etapa da vida, em que cada um de nós é uma história, daí falarmos de velhices plurais. No meu lugar de fala, onde incorporo anos de estudo sobre o #envelhecimento mais a experiência de vivenciar aquilo que eu estudo, venho observando um fato que é muito comum no desenvolvimento da sociedade: uma distância entre os fatos e o pensamento.

Em outras palavras, entre o envelhecimento prolongado como acontecimento da vida e a maneira que pensamos sobre ele. Ou seja, vivenciamos em nosso cotidiano velhices totalmente distintas àquelas que foram vividas por nossos pais, avós, bisavós. No entanto, apesar de sermos velhos diferentes, em nossas cabeças, quando falamos de velhos ou velhices, o que nos vem à cabeça é aquela imagem antiga, onde a velhice carrega toda carga negativa do universo.

Essas imagens foram construídas ao longo de nossa história. Jérôme Pellissier, em 2013, no texto “Com que idade nos tornamos velhos” publicado no Le Monde Diplomatique Brasil já dizia, “Não é coincidência que os três discursos dominantes sobre os #idosos sejam de ordem demográfica, médica e econômica: em vez de pensar a velhice, nos concentramos no número, nos corpos e no custo”. Hoje eu me atrevo acrescentar mais um discurso, o “midiático”, que ao proclamar os “talentos grisalhos” está, justamente, mantendo a velhice e o envelhecimento na ignorância e no silêncio.

Em parte, a culpa tem sido nossa ao incorporarmos esses discursos em nossos cotidianos, e por muitas vezes negarmos a velhice, ao invés de afirmá-la, orgulhosamente, de falar sobre ela, sobre nossos medos, como lembrou Ary Filler, Márcia Cabral, Natália Verdi e Ana Michela Merchan. De pensar a velhice como oportunidade para sabermos quem somos, oportunidade para nosso aprimoramento espiritual. Oportunidade para valorizar o cotidiano, as relações, os afetos.

Na roda de conversa essa questão foi colocada, a de temor a velhice e ser velho. Mas sabemos que o enfoque excessivo nas perdas e declínio só acentua a vulnerabilidade que prejudica as possibilidades de independência e autonomia, e a aceitação da velhice como condição contemporânea de ser.

E Martha Kastrup, orgulhosamente defendeu sua idade e o título de ser velha. Ah, seria tão bom se a gente não tivesse vergonha de ser o que é!

Somos velhos contemporâneos. Não novos velhos, porque não precisamos colocar a palavra “novos” na frente de velhos para sermos aceitos pela sociedade. Simplesmente velhos contemporâneos.

Protagonistas de nossas velhices, que são plurais.

Papos como esses, em lugares abertos, deveriam ser replicados, a fim de provocar reflexões nas pessoas. De velhos e não velhos ouvirem da boca de outros velhos contemporâneos que o envelhecimento é vida e a vida se faz de polaridade o tempo todo, de perdas e ganhos, de tristezas e alegrias, de saúde-doença…, o tempo todo, e em todas as fases da vida.

Não estávamos ali para idealizar (nem negativa nem positivamente) a velhice, porque a vida é esse ciclo dinâmico. Mas o que estávamos fazendo ali, na roda de conversa, era justamente recuperando, nesse ciclo dinâmico, de que a velhice também produz coisas muito positivas. E o Grupo Trabalho 60+ é uma amostra de que os velhos podem contribuir com a sociedade.

Penso sinceramente que rodas de conversa como esta, ou como muitas que fazemos no Espaço Longeviver, é, talvez, a maior oportunidade que se poderá ter em nosso Longeviver para descobrirmos o humano que há em cada um de nós e o velho digno, e orgulhoso de si, que daí poderá sair.

Eu estou começando a fazer parte deste grupo maravilhoso.

Fonte: https://www.portaldoenvelhecimento.com.br/as-dores-e-as-delicias-de-se-envelhecer/

Roda de Conversa – Livraria Cultura com:

Grupo Trabalho 60+

Site: http://www.trabalho60mais.com.br/

Facebook: https://www.facebook.com/negocio60mais/

UM BRINDE Á NÓS!

Bia Barco Bus Paris 2015-06-09 19.42.13

“A vida é tão perfeita que nos dá a chance de recomeçar a todo instante”. Andreza Filizzola

 “Gostaria de te desejar muitas coisas. Mas nada seria suficiente. Então, desejo apenas que vocês tenham muitos desejos… Desejos grandes! E que eles possam te mover a cada minuto, ao rumo de sua felicidade!” (Drummond). 

Hoje é o aniversário do nosso casamento, 15 anos juntos…. com meu amor, amigo e companheiro… da pessoa mais importante que preenche minha vida, meu coração e minha alma! Parabéns maridinho. Parabéns família! Sabe preciso contar algumas coisas pra você (s)…

Valeu a pena conhecer você… Valeu a pena ter deixado o destino nos fazer encontrar, na hora certa… um momento único! Valeu a pena ter correspondido ao primeiro impulso… Valeu a pena ter ultrapassado barreiras… Valeu a pena acreditar que podia dar certo e ter seguido em frente… Valeu a pena ter tido paciência… e esperança! Valeu a pena ter tido compreensão… ter recebido e dado tanto amor… Valeu a pena ter feito amor… e ter me doado completamente a você e aos seus filhos… Valeu a pena ter cuidado dos meus filhos… dos seus filhos… dos nossos filhos!

Valeu a pena ter dado uma chance ao destino de nos conhecermos melhor… e nos entregarmos de corpo e alma… Valeu a pena juntos termos reconstruído nossas famílias… Valeu a pena ter escolhido você pra caminhar comigo… seguir a vida… construir uma nova história… a nossa história!

Valeu a pena superarmos os problemas juntos… tentar e tentar… Valeu a pena cada um dos desafios enfrentados… desafios que nos fortaleceram… e juntos tentamos supera-los… erramos e acertamos tantas vezes… E foram (que são) tantas!!!! Insistimos e superamos todos juntos… e os desafios nos levaram longe… ainda estamos adquirindo nossas aprendizagens! Refizemos e construímos uma nova família, a nossa família… linda, pulsante, viva, intensa…  com toda a imperfeiçoes que a vida nos proporciona … mas tudo baseada no amor e na compreensão. Continuamos aprendendo ainda todos… dia a dia!

Valeu a pena tudo! Tudo isso mesmo… valeu a pena!!!

Quero que saiba meu amor (e todos da nossa família) que valeu e vale muito a pena sim estar compartilhando minha vida com você (s)… Vale a pena tudo que somos, quando estamos juntos! Somos todos loucos… uns pelos outros!

Vale a pena amadurecer e envelhecer junto com você… é uma benção, só tenho o que agradecer. Vale muito a pena, tudo mesmo!

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Com vocês, nossos filhos adorados nos completando ainda mais: Bruno, Michelle, Ca e André.

Amo muito a nossa família, que agora vem crescendo… com os netinhos chegando João PedroEva e Noah… lindos e maravilhosos, nos completando ainda mais, alegrando mais ainda tudo o que já tínhamos… Tudo floresce da melhor maneira que poderíamos ter e ser… é a vida que se transforma e renova.

Vale muito a pena, tudo mesmo!

Com vocês sempre junto conosco, e vem completando e aumentando com suas famílias… Bruno e Vanessa; Michelle e Fabio; Cá e Renaud… só tenho a agradecer.

Vale a pena brindar a vida com você… Nossa vida esta perfeita do jeitinho que é! Confesso que faria tudo novamente, igualzinho!!!

Te amo muito viu Zé?

E vocês nossos meninos! As suas famílias… aos nossos queridos netinhos… Um brinde a todos nós!

 

 

NUNCA TE ESQUEÇAS DE QUE SÓ HÁ DOIS TIPOS DE DOR: A QUE TE DÓI… E AQUELA QUE TE FAZ MUDAR! ESCOLHA…

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“Existem transformações pelas quais vais ter de passar na vida mesmo que não as queiras”. José Micard Teixeira

Esta crônica de José Micard Teixeira, fala das escolhas que podemos fazer na vida. Entre a dor e aquela que te impulsiona a mudar e reconstruir novos caminhos… fico com a segunda opção. Leia:

Há muito que sabes que não há nada que consigas fazer para evitá-las, mas ainda assim acreditas que vai ser possível mudar o rumo dos acontecimentos.

Muitas vezes, quem gostarias de ser não tem nada a ver com quem realmente és, porque resulta tão-somente do teu desejo de agradar a alguém ou sentires-te amado.

Por outro lado, essa pessoa que você criou vem da tua vontade de sobreviver num mundo que te é hostil e falso e se apresenta a ti sem qualquer salvação possível.

No entanto, não vais conseguir viver bem contigo mesmo se não te aceitares como és e ao mundo a tua volta.

Sabes perfeitamente que só podes mudar aquilo que aceitas.

Você reclama da dor que te provoca a indiferença e a crueldade de algumas pessoas para contigo, do desrespeito e falsidade com que te tratam, mas por favor para de te queixar e nunca te esqueças que só existem dois tipos de dor, a que te dói e aquela que te faz mudar.

Escolha, mudar. Mude! Um começo já… Construa novas histórias de vida. A energia se renova.

Transforme sua vida!

Three generations

Fonte:  Residência Mag

O TEMPO, FEROZ AMIGO!

 

LYA 1Lya Luftfala de um tema ao qual ela está sempre recorrendo: a passagem implacável do tempo e a “implicância” – quem sabe, medo – que demonstramos ter de palavras como envelhecimento, velho, velhice e outras derivadas. Leiam:

É uma das esquisitices do nosso tempo que na época em que mais tempo vivemos haja tanta dificuldade em relação ao que se convencionou chamar velhice. Palavras significam emoções e conceitos, portanto também preconceitos. Por isso, quero falar de minha implicância com a implicância que temos com os vocábulos – e a realidade – velho, velhice.
E, como gosto de historinhas, algumas, como esta, reais, lembro um episódio com Tônia Carrero, ainda uma linda mulher aos oitenta anos. E certa vez alguém lhe perguntou: “Tônia, chegando aos oitenta, como você lida com a velhice?”. Todos gelaram, mas ela, em pé no meio da sala, possivelmente com um cálice de champanhe na mão, respondeu sem hesitar: “Ora, eu acho ótimo. Porque a alternativa seria a morte”.
E todos acharam maravilhosa aquela presença de espírito, e aquele pensamento. Naturalmente, nem ela, nem ninguém gostaria de envelhecer com as doenças, perdas e fragilidades que tantas vezes nos acompanham quando o número de anos cresce assustadoramente. Mas que, pelo menos, não sejamos velhos chatos e sombrios, eternamente reclamando de tudo e de todos.
Quando não pudermos mais realizar negócios, viajar a países distantes ou dar caminhadas, poderemos ainda exercer afetos, agregar pessoas, ler bons livros, observar a humanidade que nos cerca, eventualmente lhe dar abrigo e colo. Para isso, não é necessário ser jovem, belo, com carnes firmes e pele de seda… ou ágil, mas ainda lúcido. Viver deveria ser poder celebrar sempre mais um dia: o nosso, e dos que amamos. E, em momentos de dor indizível, redobrar sem espalhafato, com delicadeza, o amor de que somos capazes. Nesta crônica, publicada recentemente no jornal Zero Hora, a escritora gaúcha Lya Luft fala de um tema ao qual ela está sempre recorrendo: a passagem implacável do tempo e a “implicância” – quem sabe, medo – que demonstramos ter de palavras como envelhecimento, velho, velhice e outras derivadas. Num tempo em que o número de pessoas com mais de 60 anos explode no Brasil – e só tende a aumentar – Lya chama a atenção para a nossa luta vã contra a realidade.”