SEXO DEPOIS DOS 50 ANOS: PROBLEMAS QUE ELES E ELAS ENFRENTAM…

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“No homem, o desejo gera o amor. Na mulher, o amor gera o desejo.” Jonathan Swift

Sexo na “melhor idade” é um assunto de grande interesse, não é? Assunto cheio de tabus e preconceitos, mas que atualmente tem mudado muito. Afinal somos da geração Baby Boom (da Explosão de Bebês) e a Geração X (ou “baby bust“) lembra? Revolucionários? Acompanhamos de perto muitas mudanças culturais e sociais das décadas de 60 e 70. Mais do que uma explosão demográfica (Baby Boom), essas foram as gerações (e X) de grandes transformações culturais e sociais . Mudanças transformadoras eu diria, para um novo mundo que viria á frente. Dessas gerações surgiram os ideais de liberdade, o feminismo e os movimentos civis a favor dos negros e homossexuais. Gosto muito do que Maya Santana (do 50e mais) comenta sobre o sexo na terceira idade. Leiam.
Sexo depois dos 50 anos é um assunto cada dia mais atual, já que a população está envelhecendo rapidamente. E, a partir dessa idade, é natural que comecem aparecer os problemas: para as mulheres, um dos principais é a perda da libido e o consequente desinteresse por sexo; para eles, a questão mais aguda é a qualidade da ereção, que começa a declinar a partir dos 45 anos.

Que tal ler aqui trechos da entrevista de Mariza Tavares, de O Globo, com Carmita Abdo, uma das maiores autoridades do Brasil em questões sexuais, autora de oito livros, Doutora e livre-docente pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, fundou e coordena o Programa de Estudos em Sexualidade (ProSex) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP.

PERDA DA LIBIDO:
“A menopausa exerce um impacto muito grande sobre a mulher. Não fomos feitas para viver sem hormônios. Na ausência do estrógeno, a lubrificação da vagina fica prejudicada e a mulher pode, consequentemente, sentir dor na relação sexual. Há outros prejuízos: para os ossos, os músculos, a cognição. A reposição hormonal é medida de saúde precedida de orientação médica, mas não pode ser descartada. Também é preciso estar atenta à depressão, que aumenta sua incidência depois da menopausa. Neste caso, a mulher não se interessa por sexo, como também não quer se cuidar e se isola. Na verdade, é uma falta de interesse geral pela vida! No consultório, é frequente atender pacientes que não querem tomar antidepressivos, alegando que o remédio vai interferir negativamente na libido. Isso realmente pode acontecer, mas apenas durante o tratamento, enquanto que, se a depressão não for tratada, a falta de desejo sexual será mantida como consequência da depressão.”

Velhos-sexo

Depois dos 50, o maior problema para ela é a perda da libido; para ele, falhas na ereção.

POR QUE A MULHER PARECE SE INTERESSAR MENOS POR SEXO:
“A maioria das mulheres se empenha mais durante a sedução, no desafio da conquista. Algumas ficam, então, satisfeitas e abrem mão do prazer do ato sexual. Talvez por dificuldades pessoais, talvez devido a parceiros apressados ou inábeis. Ou até por desconhecimento delas, ou seja, porque não sabem como fazer o próprio corpo reagir ou não conseguem relaxar. Na atualidade, vivemos relações-relâmpago, com ainda menos chance de a mulher ter seu corpo pronto para a penetração, pois as preliminares nem sempre são suficientes ou satisfatórias. O sexo contextualiza a sociedade contemporânea, onde tudo acontece de forma rápida e descompromissada. Por outro lado, os homens adorariam ser informados sobre o que agrada às mulheres na cama. É o que ouço deles o tempo todo. No entanto, ainda parece estranho ou desconfortável para as mulheres falarem sobre o seu prazer sexual ou guiarem seus parceiros para o que dá prazer a elas. Algumas se referem a ser constrangedor falar, porque pode parecer que o parceiro não é eficiente e não ‘se garante’, a menos que seja conduzido. Puro machismo feminino. Ela prefere realizar um ato sem qualquer ganho pessoal, a correr o risco de ele se sentir pouco habilidoso. Vale a pena falar e dar a ele a oportunidade de fazer melhor.”

NOS HOMENS, PROBLEMAS DE EREÇÃO:
“Apesar do tamanho do pênis ser um grande fantasma na vida sexual dos homens, a qualidade da ereção (a qual começa a entrar em declínio a partir dos 45 anos) é ainda maior. Os medicamentos que promovem a ereção são eficazes, mas se o homem viveu boa parte de sua vida com o problema, certamente complicou o quadro com o prejuízo de sua autoestima. Nesse caso, a eficácia da medicação poderá estar comprometida e ele necessitará também de uma terapia sexual. O medicamento age na fase de excitação, o que significa que o desejo deve estar preservado para o efeito ocorrer. De modo geral, os homens não fazem prevenção e encaram o agendamento de uma consulta médica como sinal de fragilidade. No entanto, as doenças, quando prevenidas, ajudam a preservar a ereção na idade avançada. Se, por exemplo, todos os homens fizessem exame da próstata a partir dos 40 anos, teríamos uma diminuição drástica dos índices de câncer avançado e de cirurgias radicais, uma das causas de perda da ereção.”

Fonte:http://www.50emais.com.br/44968-2/

 

 

COMO VALIDAR O SEU DIPLOMA EM PORTUGAL: UM GUIA COMPLETO!

Faculdade Porto

“Para realizar grandes conquistas, devemos não apenas agir, mas também sonhar; não apenas planejar, mas também acreditar.” Anatole France.

Uma dúvida muito comum quando se quer estudar ou trabalhar em Portugal é se há a necessidade de validar diploma em Portugal. Primeiro, é interessante saber que esse procedimento pode ser mais conhecido no país pelos termos Reconhecimento, Equivalência ou Registo, tendo cada um deles uma finalidade diferente. Presta atenção nas dicas que a Cibele Dias nos dá sobre como revalidar seu diploma em Portugal.

Estudar fora do Brasil parece ser meio complicado quando não sabemos muitas informações. Quando vamos estudar fora do país, precisamos ter em dia nossos documentos escolares. Desde autenticações e apostilamentos até a tão famosa Equivalência/Reconhecimento de diploma. Fizemos um guia completo para te ajudar nesse processo.

O que é o Reconhecimento/Equivalência de diploma e existe diferença entre eles?

É o processo de reconhecimento de graus estrangeiros de nível superior que faz uma análise curricular para atribuição do grau desejado. Este processo foi instituído pelo Decreto-Lei n.º 283/83, de 21 de Junho.

A equivalência é um processo através do qual a qualificação acadêmica estrangeira é comparada a uma qualificação portuguesa, relativamente ao nível (Licenciado, Mestre ou Doutor), à duração e ao conteúdo programático, sendo também fixada a área científica da equivalência concedida, ou seja, é preciso avaliar o seu diploma, histórico escolar e ementa de cada disciplina cursada.

No caso do reconhecimento, a qualificação acadêmica estrangeira é comparada a uma qualificação portuguesa apenas ao nível.

Como faço o processo de Reconhecimento/Equivalência?

Para fazer o Reconhecimento/Equivalência você precisa entrar em contato com qualquer instituição de ensino superior e buscar informações sobre procedimentos, valores e outros. Dá uma olhada no post  conhecendo as universidades públicas portuguesas, nele você encontra algumas instituições que podem fazer este processo. É preciso encontrar um curso que tenha sua ementa o mais próximo possível da sua formação no Brasil. Vale lembrar que, aqui em Portugal, não existe a diferença entre Licenciatura e Bacharelado. Todos os cursos são Licenciaturas – e nem por isso te habilitam à sala de aula. Aqui no site do DGES você encontra as informações complementares para seguir o processo. Este processo também é o que deve ser feito caso você queira exercer sua profissão neste país.

Quanto custa e quanto tempo demora?

Como quem faz este processo são as universidades públicas, cada universidade atribui um custo e o tempo. Se tiver alguma dúvida sobre quais universidades são públicas, basta clicar aqui e pesquisar pela universidade. Não podemos definir um valor específico, pois ele varia de instituição para instituição. O que podemos dizer é que a média fica entre os 450€ e o tempo é de 4 a 5 meses de avaliação do processo. Podendo ou não ser aprovado. Na maioria das instituições, é cobrado 30% do valor na solicitação do processo e os outros 70% na retirada do documento.

Para nós, brasileiros o processo de Reconhecimento/Equivalência, só é permitido para os diplomas de graduação. No caso de necessidade de registro oficial em Portugal do diploma de mestrado ou doutorado, o processo que deve ser feito é o processo de Registro.

O que é o Registro de diploma?

Também é uma modalidade de reconhecimento de graus estrangeiros, porém como se trata de diplomas de especializações o processo é diferente e leva menos tempo que o processo de Reconhecimento/Equivalência. Nem todos os países podem fazer o registro em Portugal. O processo de registro esta instituído pelo Decreto-Lei n.º 341/2007, de 12 de Outubro e a lista de graus acadêmicos que podem passar pelo processo e seus respectivos países, está disponível aqui.

 Como faço o processo de Registro?

Para doutorado a solicitação deverá ser feita em uma universidade pública portuguesa ou na Direção-Geral do Ensino Superior (DGES). Para as licenciaturas e mestrados pode-se solicitar em universidades públicas portuguesas, no Instituto Politécnico público português e na Direção-Geral do Ensino Superior (DGES). Aqui no site do DGES você encontra os documentos necessários para realizar o pedido de registro.

Quanto custa e quanto tempo demora?

O valor para o registro fica entre 26€ e 28€ e o prazo é de no máximo 3 meses.

Ok, já sei como fazer o processo de Reconhecimento/Equivalência e o processo de registro.

Mas e a tal conversão de classificação de notas, o que é isso? Eu preciso fazer?

Passa por esta etapa quem fez o processo de Registro de diplomas ou Reconhecimento profissional. Essa conversão atribuirá o seu histórico a classificação portuguesa de notas que é de 0 a 20.

A atual legislação obriga a passar por este processo de conversão os diplomas que tem origem dos EUA, Espanha, Itália, Malta, Reino Unido, Países que tem uma classificação em uma escala de 0 a 10 e países que tem uma escala de 0 a 6. No Brasil, alguns programas atribuem a escala da A a F e nesses casos, cada programa define quais valores estão atribuídos a cada letra. Por exemplo, A pode ser de 10 a 9, neste caso você também precisa passar por este processo.

O site do DGES te indica qual o procedimento deve ser feito para a solicitação desta conversão para a escala portuguesa de valores.

Então, se você tem interesse em validar o seu diploma em Portugal porque precisa trabalhar, sua instituição de ensino solicitou ou mesmo precisa concorrer a uma bolsa de estudos portuguesa, este é o processo que deverá ser feito.

Se você ainda tem alguma dúvida ou quer buscar mais informações, entre em contato diretamente com o DGES (atendimento telefônico para a área de registros/reconhecimento somente às 2ª, 4ª e 6ª feiras das 9h30 – 12h30 no telefone +351 213 126 000).

Fonte: http://maracujaroxo.com/2017/01/29/como-reconhecer-o-seu-diploma-em-portugal-um-guia-completo/

 

APOSENTADO EM PORTUGAL!

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“Temos de nos tornar na mudança que queremos ver.”    Mahatma Gandhi

Morar em Portugal alguns meses por ano (ou de forma definitiva) ou simplesmente ter um lugar na Europa para poder viajar e aproveitar a vida depois da aposentadoria  tem sido cada vez mais procurado.  Portugal tem sido o lugar escolhido por muitos brasileiros que já trabalharam durante toda sua vida e que querem curtir cada segundo dessa nova etapa… Pensando em ter uma vida mais tranquila com uma melhor qualidade de vida bem superiores a que estamos vivendo aqui atualmente.

Já fiz diversos posts sobre este assunto.  Tenho acompanhado diversos grupos sérios,  comprometidos com diversas questões envolvidas nesta mudança… lá  discutimos com seriedade como planejamos ir… enquanto que outros já estão por lá dividem suas experiências com as pessoas do grupo.  Isto contribui muito para trocarmos informações, tirar dúvidas e me ajudam a planejar melhor este meu sonho.

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Numa destas pesquisas recentes tive o prazer de conhecer Luiz do Canal Aposentado Aventureiro que se encontra atualmente em Coimbra. Seus vídeos são bem atuais, trazendo a realidade de um aposentado que já esta em Portugal  com alguns esclarecimentos muito importantes para nós. Conheça:

Se você está planejando morar em Portugal assim como eu, saiba como é possível fazer o visto para aposentados neste post  https://oterceiroato.com/2016/06/20/como-viver-em-portugal-depois-de-aposentar/comment-page-1/ .

Boa sorte aos sonhadores como eu. Espero que gostem! Bjs

SE O TEMPO VOLTASSE…

Jogue Fora

” Temos nosso próprio tempo…” 

Amadurecer nos faz pensar que o tempo passa e deixa muitas histórias em nossa vida… lindas lembranças e muitos desafios superados nos deixaram mais fortalecidos para o que vem pela frente. Assim quero compartilhar este texto de Fabíola Simões para refletirmos!

 Existe um ditado que diz: “O que não tem remédio, remediado está”. Essa frase serve tanto pra gente se conformar com a realidade (que nem sempre é a que desejamos) quanto para entendermos que o tempo não volta, que o que aconteceu não deixará de acontecer, e que arrependimentos ajudam a construir uma existência mais certeira daqui pra frente.

Alguns acontecimentos nos colocam em xeque mate, e enquanto puxamos o freio de mão da vida que corre acelerada, é possível que questionemos o destino final com o descuido próprio dos viajantes sem direção.

De vez em quando revemos nossas vidas e paramos para pensar nas escolhas que fizemos até o momento. Fica sempre a pergunta: Se o tempo voltasse, eu faria outras escolhas? Teria tomado outro caminho? Ou será que “não somos donos, mas simples convidados”? _ Como disse Mia Couto?

Será que os desfechos de nossas histórias almejam um destino pré traçado, ou são escritos conforme a caligrafia das escolhas que fazemos e que poderíamos não ter feito?

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O que sei é que só podemos nos arrepender do amor que não demos, de que forma for. E mesmo lamentando uma situação presente, ela também é fruto da imperfeição dos dias, e não somente de escolhas mal feitas.

De vez em quando somos tentados a achar que se o tempo voltasse estaríamos mais felizes e realizados. Mas será que teríamos adquirido a sabedoria que temos hoje sem errar? Sem tropeçar nesse terreno arenoso e improvável que é a vida? Tombos e deslizes fazem parte do processo, aprender a levantar e seguir adiante tentando superar as cicatrizes, também. Lamentar o desfecho de nossas escolhas nos tira do papel de protagonistas de nossa própria história, e nos arremessa a um lugar secundário, como co-autores da vida que representamos.

Amadurecer é tomar as rédeas da própria existência; é ser protagonista dos bons e maus momentos, acreditando firmemente que, já que o tempo não volta, só podemos construir uma existência de paz aprendendo a lidar com o que temos pra hoje.

Por mais doloroso que seja o presente, ele é o nosso fato concreto. E aceitá-lo sem dívidas é a melhor maneira de nos sentirmos realizados. Sem pensar na possibilidade de sermos mais felizes em outro lugar senão no nosso. Sem cogitar a esperança de dias melhores a partir de um passado que não tem mais volta. Sem imaginar nossa vida com outros perfumes senão o aroma do presente.

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É comum pensarmos “nessa altura da vida”… “Se o tempo voltasse, eu teria seguido por esse caminho, mas o tempo passou e eu não fiz o que queria ter feito…” Desconhecemos a lógica de que o presente está mais perto do que imaginamos, ao alcance de nossas mãos. E é só com ele que podemos contar.

Minha avó tem 87 anos e se matriculou num curso de computação. Sigo me inspirando em sua cartilha de otimismo e determinação. No seu pensamento jovem, apesar das raízes brancas que denunciam os anos corridos. Na sua coragem de olhar para frente, lidando com a própria vida com o entusiasmo dos que não se curvam para trás nem lamentam o que aconteceu. Na sua liberdade de construir a pessoa que deseja ser, sem sabotar o desejo de suas asas, nem podar o que existe de mais belo dentro de si.

Se o tempo voltasse, talvez me machucasse menos. Mas minha falta de cicatrizes não ajudaria a valorizar o momento presente com sabedoria, entendendo que só depois de sermos derrubados, podemos descobrir de fato que fomos ensinados…

Por Fabíola Simões

60 CONSELHOS DAS MULHERES DE 60 PARA AS JOVENS DE 30.

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“Não se preocupe com o envelhecimento. Preocupe-se com o tédio.” Margaret Manning

Um dia Margaret Manning decidiu deixar o emprego e criar Sixty e me, uma comunidade para mulheres com mais de 60 anos.

Sua proposta abriu as mentes de muitas mulheres, fazendo-as questionar o propósito e o significado de suas vidas. Em particular, ela percebeu que as dúvidas se apresentavam de forma habitual nas mulheres que estavam em torno de 30 anos.

Então, Margaret convidou cada um dos membros de sua crescente comunidade para compartilhar uma dica com as mulheres que tinham metade de sua idade. Com conselhos honestos e profundos, que pudessem refletir o que elas passaram três décadas atrás, quando elas começaram a levantar voo.

Percebi que tenho muito á aprender com este lista rsrsrs… Nunca é tarde!

Aqui divulgamos suas sessenta sábias dicas:

Conselhos das mulheres de 60

1- Lembre-se de que você tem apenas uma vida; e esta não é um ensaio geral.

2- Tente ser positiva e olhar para o lado bom de cada experiência de vida.

3- Pense sobre o aqui e agora.

4- Viva cada dia de sua vida ao máximo, porque você nunca sabe o que te espera ao virar a esquina.

5- Lembre-se de que a sua vida pode mudar em um instante.

6- Ame todas as fases da sua vida e não tema passar por nenhuma delas, porque todas são mágicas.

7- Aprenda a viver o momento. Se você puder fazer isto enquanto você é jovem, vai ajudar muito quando você tiver 60.

8- A vida é muito curta para se preocupar com algo que vai acontecer no futuro. Viva o hoje.

9- Saia e desfrute da natureza!

10- Encontre um hobby ou um trabalho que faça você experimentar as diferentes sensações de cada fase de sua vida.

11- Seja você mesma. Envelheça com dignidade.

12- Foque no envelhecimento de uma forma positiva; não tente evitá-lo.

13- Aceite as mudanças em seu corpo e na sua mente enquanto você amadurece.

14- Seja sempre honesta com você mesma. A vida é um processo lento de aprendizagem, mas que vale a pena.

15- Preserve suas memórias, mas não seja demasiadamente dura consigo mesma.

16- Virginia Woolf estava certa; uma mulher precisa de espaço para si mesma e US$ 500.

17- Esqueça os estereótipos que a sociedade tem sobre o envelhecimento.

18- Não se preocupe com o envelhecimento. Preocupe-se com o tédio.

19- A idade é apenas um número, ela não define quem você é.

20- O tempo vai passar, goste você disso ou não, portanto comece a viver!

21- Não deixe de inspirar-se.

22- Viva de uma maneira simples e segura. Exercite-se, cultive, leia e viaje.

23- Um visual clássico sempre está na moda.

24- Não desperdice dinheiro em sapatos; os homens não olham para os seus pés.

25- Não encha a sua vida com coisas e pessoas inúteis!

26- Seja você mesma; brilhe. Mostre-se real, esteja consciente e viva em todos os momentos.

27- Não se torne obsessivas com as rugas. Quando elas começarem a 29. Esteja no presente; não se preocupe com o envelhecimento. O melhor ainda está por vir.

28- Viva com paixão e amor, com os olhos e o coração abertos. Basta ser feliz.

29- Esteja no presente; não se preocupe com o envelhecimento. O melhor ainda está por vir.

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30- Aprecie os pequenos prazeres da vida; não a complique ainda mais.

31- Respeite o seu parceiro e seus filhos da mesma forma que você quer que eles te amem e te respeitem.

32- Distribua o seu amor de forma livre e incondicional.

33- Tenha filhos quando quiser tê-los: não há um momento específico para isto.

34- Mostre empatia com você mesma e com aqueles que estão ao seu redor.

35- Tire um monte de fotos, você vai ficar feliz em tê-las quando seus entes queridos não estiverem mais presentes.

36- Aprenda a perdoar desde a juventude.aparecer em seu rosto, pense que elas são um mapa de sua vida.

37- Esqueça a sua raiva, e deixe a gratidão e a alegria serem a sua lei na vida.

38- Tenha um círculo íntimo de amigos. Isso é fundamental!

39- Valorize sua família. Eles vão estar com você quando os outros se afastarem. Irão apoiá-la durante todo o percurso de sua vida.

40- Nunca vá para a cama com raiva de si mesma ou de outra pessoa.

41- Diga ao seu parceiro, aos seus amigos e a sua família que você os ama todos os dias.

42- Aos 30 anos você se torna mulher. Aprecie sua beleza.

43- Não perca tempo se preocupando com coisas que não pode mudar; mude as que puder.

44- Termine um relacionamento ruim o mais cedo possível, você não pode mudar a outra pessoa.

45- Cuide de sua pele! E sorria com frequência.

46- Confie em seus instintos e nunca fale mal de si mesma.

47- Seja gentil com você mesma. Você não deve considerar o que não está sob seu controle. Se alguma coisa faz você se sentir mal, tire-a de sua vida.

48- Aprenda a rir de si mesma. Não seja tão séria!

49- Dedique algum tempo a si mesma todos os dias; ria e sorria o tempo todo.

50- Basta ser você mesma. Não pretenda ser perfeita.

51- Se você tem filhos, ame-os, mas não tente ser uma mãe perfeita.

52- Deixe o seu filho ser o seu próprio mestre.

53- Seja um guerreiro; aprenda a gerar os seus próprios recursos e a ser autossuficiente.

54- Não se guie pelo medo.

55- Não pare de aprender e a exercitar a sua mente, o seu físico e o seu espírito.

56- Mostre-se grato todos os dias, mesmo quando estiver tendo um dia ruim. Há sempre uma lição a aprender.

57- Aceite os aspectos positivos do envelhecimento, como ter menos responsabilidades e mais liberdade.

58- Muitas batalhas são simplificadas com a idade.

59- Não deixe que ninguém lhe diga que você está velho demais para fazer alguma coisa! Ou muito jovem.

60- Não tenha medo. Quando você ficar velha, você vai se sentir bem. A vida e a natureza preparam você para cada fase de sua vida.

Espero que gostem!

http://www.asomadetodosafetos.com/2017/02/60-conselhos-das-mulheres-de-60-para-as-jovens-de-30.html

SETE DICAS DE SAÚDE QUE NUNCA ENVELHECEM…

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“ Saber envelhecer é a grande sabedoria da vida”. Henri Amiel

A jornalista Cristiane Segatto escreveu este artigo para a revista Época lembrando dicas para se envelhecer bem dadas por um médico americano e publicadas na revista Time em 1959. Embora tenha se passado tanto tempo, a autora chama a atenção, o incrível é que permaneçam tão atuais: “Ouça e respeite as mudanças de seu corpo”, é uma delas”. Leia:

A revista Time andou bem preocupada com o envelhecimento da população americana e mundial – e não foi no ano passado. O aumento da longevidade e o desejo de viver mais e melhor têm sido tema das capas de revista há pelo menos cinco décadas.

Para uma edição especial publicada em 1959, a Time perguntou o que era preciso fazer para viver e envelhecer bem. É curioso ler, mais de meio século depois, os conselhos de Michael M. Dasco, diretor do departamento de medicina e reabilitação do Goldwater Memorial Hospital, de Nova York.

As dicas de Dasco são o melhor remédio contra a insanidade coletiva que hoje leva tanta gente a cometer loucuras estéticas e a consumir produtos pseudo-saudáveis (dietas, pílulas, suplementos) na tentativa de frear a passagem do tempo.

Começamos a envelhecer no exato momento em que chegamos ao mundo. Tentar parecer jovem para sempre é negar um fato da vida tão inevitável quanto o primeiro choro ou o último suspiro. Os 50 anos não são os novos 30. Os 60 não são os novos 20. E, felizmente, os 70 não são os novos 10.

A boa velhice depende das escolhas feitas ao longo da vida, da forma de encarar os fatos e, em grande medida, da sorte. Ter mais ou menos hormônios do prazer e do bem-estar circulando no cérebro altera o comportamento, mas ele também é influenciado por muitos outros fatores, como estrutura familiar, laços sociais e condições de vida.

Se você não pretende se despedir da vida tão cedo, vale a pena ler os conselhos de Dasco.

1) Prepare-se
A coisa mais importante é não deixar a idade chegar de repente. Não permita que ela desabe sobre você, sem aviso prévio. Prepare-se para aceitar o fato de que não será jovem para sempre. Seus filhos, que hoje parecem crescer tão lentamente, um dia sairão de casa e terão suas próprias famílias.

2) Amplie seus interesses
Envelhecer envolve solidão. Isso é inevitável, a menos que você tenha feito planos com antecedência. Comece ampliando seus interesses hoje mesmo. O trabalhador manual deve fazer um esforço para aprender por que questões culturais são tão importantes para os intelectuais. Ao mesmo tempo, o intelectual deveria começar a aprender os prazeres de construir coisas com as próprias mãos.

3) Foque na independência
Para envelhecer bem, é preciso aprender a ser emocionalmente independente. Você pode aprender muito com as habilidades dos orientais. Eles são capazes de meditar e de se ocupar com eles mesmos – até mesmo nas pequenas coisas, como fazer dobraduras de papel. É sempre uma boa ideia aprender outro tipo de independência: ser capaz de cozinhar e de tomar conta de si mesmo. Além de se entreter e de se divertir sozinho.

4) Poupe saúde
A maioria das doenças crônicas começa a se desenvolver durante a juventude. A medicina atual, de 1959, indica a mesma dieta ao diabético de 70 anos e ao de 17 anos. Cuide de você hoje mesmo. Aprenda a comer, a beber e a fumar moderadamente e a sua velhice será muito mais feliz.

5) Ouça e respeite as mudanças do seu corpo
Acima de tudo, não se agarre estupidamente e ilogicamente à juventude. Não tente levar qualquer atividade física a sério demais. Não exagere. Se você tem 50 anos, pare de achar que tem 30 só porque continua tão bom no golfe quanto os rapazes do clube.

6) Desenvolva um senso saudável de autorespeito
Tenha em mente que a sua visão sobre você mesmo é, muitas vezes, dependente da opinião das pessoas ao seu redor. Se os outros agem como se você fosse velho ou inútil, é compreensível que se sinta assim. Pense que a medida da velhice deve ser a das suas capacidades. Isso é o que interessa. Seja capaz de se autoavaliar.

7) Coma o que quiser, com moderação
Muita gente acha que envelhecer significa ser condenado à dieta light. Esse tipo de alimentação enfraquece você. A regra é comero que quiser, com moderação. Se você percebe que não pode comer pratos gordurosos, não coma – mas não culpe a velhice por isso. Muitos idosos podem comer essas coisas sem sofrer dano algum.

E você, leitor de 2016, o que achou? O único conselho insustentável nos dias de hoje é o “fumar moderadamente”. Nos últimos 60 anos, inúmeros estudos demonstram que não existe limite seguro para exposição ao cigarro. Hoje, imagino que Dasco diria: “coma e beba moderadamente e não fume jamais”.

Dicas atualíssimas para o nosso tempo – tão esquisito e castigado pelo excesso de recursos e pela falta de bom de senso.

Fonte: http://www.50emais.com.br/sete-dicas-de-saude-que-nunca-envelhecem/

COMO RECEBER A APOSENTADORIA EM PORTUGAL.

Portugal

“Não apenas se aposente de algo; tenha algo se aposentar.” Harry Emerson Fosdick

Como muitas pessoas estou sempre pesquisando sobre como aposentar em Portugal. Neste post da Eurodica a jornalista Amanda Corrêa escreve objetivamente como podemos receber a aposentadoria em Portugal. Vale a pena ler:

Os aposentados brasileiros que escolhem Portugal para morar e viver na terceira idade precisam além de fazer o visto de aposentado no país, escolher a forma como vão receber a aposentadoria em Portugal mensalmente.

Para decidir a melhor forma de receber a aposentadoria em Portugal é preciso fazer algumas contas para verificar as melhores taxas para não perder dinheiro na transferência entre países.

Melhor forma de receber a aposentadoria em Portugal.

Existem diversas formas de mandar e receber dinheiro entre Brasil e Portugal, elas podem ser online pelo TransferWiseWestern Union, MoneyGram, PayPal, Correios, ou através do seu banco.

A maioria das maneiras de envio devem ser feitas todos os meses, após a escolha do melhor dia de câmbio. Também é possível programar os pagamentos para receber o beneficio em uma conta bancária em Portugal.

Para isso é preciso receber a aposentadoria no Banco no Brasil e escolher uma instituição bancária em Portugal, entretanto, há uma retenção de 25% do valor.

Por que da retenção de 25% do valor.

A Receita Federal e o Governo Federal começaram a cobrar a taxa de 25% para pensões e aposentadorias recebidas no exterior a partir de maio de 2013. O valor é considerado um imposto de renda e cobrada para todos os valores de aposentadoria e pensões, inclusive para quem recebe apenas um salário mínimo.

Após a indignação de aposentados e pensionistas, muitos entraram na justiça através de advogados e conseguiram receber a aposentadoria em Portugal sem a retenção desse imposto. Mas para isso é preciso ter paciência e esperar cerca de um ano para as decisões judiciais.

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Custo de vida em Portugal para aposentados.

Para um aposentado viver em Portugal com qualidade são necessários pelo menos €1.000 mensais para os gastos com moradia, alimentação e lazer. Os serviços de saúde pública em Portugal funcionam muito bem no país e não é necessário ter plano de saúde particular.

Os valores dos remédios de forma geral também são mais baratos que no Brasil. Os planos de saúde são importantes apenas para quem precisa de médicos especialistas ou tratamentos em outros países da Europa. Para ter acesso ao sistema de saúde pública em Portuga, basta solicitar o seguro gratuito PB-4.

Vantagens de ser aposentado em Portugal.

Ser aposentado na Europa é estar “em casa”. O velho continente possui um grande número de idosos, que são respeitados e, conseguem viver com tranquilidade e qualidade de vida.

Portugal é um dos países mais seguros do mundo, o transporte público funciona e atravessa todo o país, podendo-se viajar sem preocupação e aproveitar a vida na aposentadoria. Além disso, o imposto de renda é cobrado apenas no Brasil, tendo 10 anos de isenção fiscal em Portugal.

Requisitos para solicitar o visto de aposentado em Portugal.

Para fazer o visto de aposentado em Portugal é preciso receber pelo menos €557 euros mensais (um salário mínimo). Quanto mais rendimentos e imóveis a pessoa tiver, mais chances de conseguir o visto para morar em Portugal.

O pedido de visto deve ser feito ainda no Brasil, e com bastante tempo de antecedência, pois o processo pode levar meses para a aprovação. Veja como funciona o processo e quais documentos precisa solicitar para viver em Portugal depois de se aposentar.

Melhores regiões para aposentados viverem em Portugal.

Os aposentados brasileiros que escolhem Portugal como destino para viver, normalmente gostam de escolher cidades mais quentes e com temperaturas mais amenas durante todo o ano.

O Algarve é uma das regiões preferidas, por ter praias, belas paisagens, mais horas de sol por ano e um bom sistema de saúde. Além do Algarve, cidades como Cascais e Estoril são ótimas opções para compra de moradias, porque além de serem do lado de Lisboa – a capital do país – possuem praias, pistas de caminhada, acesso ao aeroporto e muita qualidade de vida.

Espero que gostem.

Inclusive o Algarve já foi eleito o melhor lugar do mundo para viver a aposentadoria.

Fonte: http://www.eurodicas.com.br/receber-aposentadoria-em-portugal/

EU PRECISO APRENDER A SER MENOS…

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“Sempre é pouco quando não é demais.” Arnaldo Antunes

Recentemente me deparei com este texto… as vezes me sinto assim rsrsrs…  bem interessante… Leiam:

Eu preciso aprender a ser menos. Menos dramática. Menos intensa. Menos exagerada. Alguém já desejou isso na vida: ser menos? Pois é. Estranho. Mas eu preciso. Nesse minuto, nesse segundo, por favor, me bloqueie o coração, me cale o pensamento, me dê uma droga forte para tranqüilizar a alma. Porque eu preciso. E preciso muito. Eu preciso diminuir o ritmo, abaixar o volume, andar na velocidade permitida, não atropelar quem chega, não tropeçar em mim mesma. Eu preciso respirar. Me aperte o pause, me deixe em stand by, eu não dou conta do meu coração que quer muito. Eu preciso desatar o nó. Eu preciso sentir menos, sonhar menos, amar menos, sofrer menos ainda. Aonde está a placa de PARE bem no meio da minha frase? Confesso: eu não consigo. Nada em mim pára, nada em mim é morno, nada é pouco, não existe sinal vermelho no meu caminho que se abre e me chama. E eu vou… Com o coração na mochila, o lápis borrado, o sorriso e a dúvida, a coragem e o medo, mas vou… Não digo: “estou indo”, não digo: “daqui a pouco”, nada tem hora a não ser agora. Existe aí algum remedinho para não-sentir? Existe alguma terapia, acupuntura, pedras, cores e aromas para me calar a alma e deixar mudo o pensamento? Quer saber? Existe. Existe e eu preciso. Preciso e não quero.   By Fernanda Mello.

PENSAR É TRANSGREDIR!

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“Para reinventar-se é preciso pensar: isso aprendi muito cedo.” Lya Luft 

Vocês sabem que adoro crônicas de vários autores onde costumo postar os meus preferidos aqui no Blog. Os de Lya Luft  costuma sempre me inquietar… leiam:
Não lembro em que momento percebi que viver deveria ser uma permanente reinvenção de nós mesmos — para não morrermos soterrados na poeira da banalidade embora pareça que ainda estamos vivos.
Mas compreendi, num lampejo: então é isso, então é assim… Apesar dos medos, convém não ser demais fútil nem demais acomodada. Algumas vezes é preciso pegar o touro pelos chifres, mergulhar para depois ver o que acontece: porque a vida não tem de ser sorvida como uma taça que se esvazia, mas como o jarro que se renova a cada gole bebido.
Para reinventar-se é preciso pensar: isso aprendi muito cedo.
Apalpar, no nevoeiro de quem somos, algo que pareça uma essência: isso, mais ou menos, sou eu. Isso é o que eu queria ser, acredito ser, quero me tornar ou já fui. Muita inquietação por baixo das águas do cotidiano. Mais cômodo seria ficar com o travesseiro sobre a cabeça e adotar o lema reconfortante: “Parar pra pensar, nem pensar!”
O problema é que quando menos se espera ele chega, o sorrateiro pensamento que nos faz parar. Pode ser no meio do shopping, no trânsito, na frente da tevê ou do computador. Simplesmente escovando os dentes. Ou na hora da droga, do sexo sem afeto, do desafeto, do rancor, da lamúria, da hesitação e da resignação.
Sem ter programado, a gente pára pra pensar.

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Pode ser um susto: como espiar de um berçário confortável para um corredor com mil possibilidades. Cada porta, uma escolha. Muitas vão se abrir para um nada ou para algum absurdo. Outras, para um jardim de promessas. Alguma, para a noite além da cerca. Hora de tirar os disfarces, aposentar as máscaras e reavaliar: reavaliar-se.
Pensar pede audácia, pois refletir é transgredir a ordem do superficial que nos pressiona tanto.
Somos demasiado frívolos: buscamos o atordoamento das mil distrações, corremos de um lado a outro achando que somos grandes cumpridores de tarefas. Quando o primeiro dever seria de vez em quando parar e analisar: quem a gente é, o que fazemos com a nossa vida, o tempo, os amores. E com as obrigações também, é claro, pois não temos sempre cinco anos de idade, quando a prioridade absoluta é dormir abraçado no urso de pelúcia e prosseguir, no sono, o sonho que afinal nessa idade ainda é a vida.
Mas pensar não é apenas a ameaça de enfrentar a alma no espelho: é sair para as varandas de si mesmo e olhar em torno, e quem sabe finalmente respirar.
Compreender: somos inquilinos de algo bem maior do que o nosso pequeno segredo individual. É o poderoso ciclo da existência. Nele todos os desastres e toda a beleza têm significado como fases de um processo.
Se nos escondermos num canto escuro abafando nossos questionamentos, não escutaremos o rumor do vento nas árvores do mundo. Nem compreenderemos que o prato das inevitáveis perdas pode pesar menos do que o dos possíveis ganhos.
Os ganhos ou os danos dependem da perspectiva e possibilidades de quem vai tecendo a sua história. O mundo em si não tem sentido sem o nosso olhar que lhe atribui identidade, sem o nosso pensamento que lhe confere alguma ordem.
Viver, como talvez morrer, é recriar-se: a vida não está aí apenas para ser suportada nem vivida, mas elaborada. Eventualmente reprogramada. Conscientemente executada. Muitas vezes, ousada.
Parece fácil: “escrever a respeito das coisas é fácil”, já me disseram. Eu sei. Mas não é preciso realizar nada de espetacular, nem desejar nada excepcional. Não é preciso nem mesmo ser brilhante, importante, admirado.
Para viver de verdade, pensando e repensando a existência, para que ela valha a pena, é preciso ser amado; e amar; e amar-se. Ter esperança; qualquer esperança.
Questionar o que nos é imposto, sem rebeldias insensatas mas sem demasiada sensatez. Saborear o bom, mas aqui e ali enfrentar o ruim. Suportar sem se submeter, aceitar sem se humilhar, entregar-se sem renunciar a si mesmo e à possível dignidade.
Sonhar, porque se desistimos disso apaga-se a última claridade e nada mais valerá a pena. Escapar, na liberdade do pensamento, desse espírito de manada que trabalha obstinadamente para nos enquadrar, seja lá no que for.
E que o mínimo que a gente faça seja, a cada momento, o melhor que afinal se conseguiu fazer.

By Lya Luft

MORAR EM PORTUGAL: 5 DICAS PARA UMA BOA ADAPTAÇÃO.

PORTUGAL MUDANÇAS

“Temos de nos tornar na mudança que queremos ver”. Mahatma Gandhi

Pesquisando sobre o impacto que as pessoas sofrem com a mudança de País gosto de ouvir as experiências de quem que já avançou por esta etapa…  Conheça o que a Priscila do site Cultuga nos conta:

Desde a primeira vez que pisei em Lisboa, eu já sabia que precisaria de um tempo maior para poder vivenciar e entender tudo aquilo que estava sentindo. Voltei outras vezes de férias, mas sempre retornava ao Brasil com a sensação de que algo ainda estava faltando.

Escolher morar na capital portuguesa não foi uma tarefa simples. Eu sabia que Portugal poderia me oferecer uma experiência de vida importante e de acordo com as minhas expectativas. Entretanto, do outro lado (do oceano) estava a minha família, os amigos queridos e os planos idealizados para uma vida inteira no coração de São Paulo.

A decisão foi feita no susto, mas desse momento até a mudança passou um ano inteiro. Foi o tempo que tive para amadurecer o projeto, me desfazer dos planos paulistanos e fortalecer os elos com as pessoas que mais amo para seguir um novo caminho.

Morar fora de seu país de origem, seja temporariamente ou com um objetivo permanente, não é uma escolha fácil. Quando projetamos uma forma de vida no exterior, pensamos principalmente no que aquele momento vai nos trazer de positivo. Porém, o primeiro ano em solo estrangeiro vem como uma avalanche de sentimentos e novidades. Receber e filtrar tudo isso requer mente aberta e bastante paciência.

PORTUGAL brasil-e-portugal

1. Deixar ser levado pela cultura e tradições locais.

O primeiro conselho que dou para todos os brasileiros que me procuram e questionam a adaptação no país é: não tente fazer de Portugal um pequeno pedaço do Brasil. Parecem palavras duras, mas isso acontece com frequência, principalmente por dividirmos o mesmo idioma e termos alguns costumes similares. Aproveite a sua experiência no exterior para absorver a cultura e as tradições locais, não para impor as suas. De coração aberto e sem fazer incansáveis comparações aqui e acolá você certamente terá bons momentos e será bem recebido por todos.

2. Explorar o bairro, a cidade, as localidades vizinhas e o país.

Conhecer Portugal é muito barato. Portanto, depois de se instalar, faça caminhadas frequentes pela cidade, descubra novos caminhos para os locais que frequenta, experimente todos os transportes, aproveite os finais de semana para conhecer os arredores de onde você vive e, sempre que puder, viaje pelo país. Apesar de pequeno em território, Portugal tem muitas riquezas culturais espalhadas por suas regiões que são completamente diferentes umas das outras.

3. Fazer novas amizades (portuguesas ou estrangeiras).

Se você for morar nas grandes cidades portuguesas, certamente vai notar o alto volume de estrangeiros que também vivem por ali. São pessoas vindas de diversas partes do mundo e de todas as idades. Busque por atividades e grupos relacionados aos assuntos de seu interesse para se integrar com esses estrangeiros mas, sobretudo, com portugueses. Dessa forma, você poderá compreender melhor as raízes do povo, com as pessoas locais, e as diferentes formas de adaptação, com as pessoas de fora.

4. Trocar os sites de notícia brasileiros pelos portugueses.

Risque da sua lista de favoritos os sites de notícia brasileiros e inclua os portugueses (como o Público e o Observador). Essa leitura vai te levar para mais perto da cultura e da vida local (e do que acontece na União Europeia como um todo) e também vai afastá-lo da rotina brasileira. Via Facebook e por meio de amigos e familiares você já terá informações suficientes sobre as principais notícias do Brasil. O mesmo vale para canais de TV. Matar as saudades vale, claro que vale. Mas fazer disso uma rotina não vai te levar para perto do que realmente acontece no país que você escolheu para viver e passará os seus dias com a cabeça “lá” e não “cá”.

5. Quando a saudade apertar… Usar o Skype e o Whatsapp.

A tecnologia é a maior e melhor aliada dos imigrantes, na minha opinião. Não dá para imaginar como era a nossa vida sem ela. Em poucos anos, tudo se tornou muito simples e bem fácil. Conversamos diariamente com as pessoas que a gente ama via Skype, podendo fazer parte da vida de todos e levando um pouco da nossa experiência por meio da câmera. Ainda temos a sensação de proximidade quando podemos usar o whatsapp a todo e qualquer instante. Se a saudade apertar, então, já sabe…!

http://www.cultuga.com.br/2015/08/morar-em-portugal-dicas-para-uma-boa-adaptacao/