PENSAR É TRANSGREDIR!

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“Para reinventar-se é preciso pensar: isso aprendi muito cedo.” Lya Luft 

Vocês sabem que adoro crônicas de vários autores onde costumo postar os meus preferidos aqui no Blog. Os de Lya Luft  costuma sempre me inquietar… leiam:
Não lembro em que momento percebi que viver deveria ser uma permanente reinvenção de nós mesmos — para não morrermos soterrados na poeira da banalidade embora pareça que ainda estamos vivos.
Mas compreendi, num lampejo: então é isso, então é assim… Apesar dos medos, convém não ser demais fútil nem demais acomodada. Algumas vezes é preciso pegar o touro pelos chifres, mergulhar para depois ver o que acontece: porque a vida não tem de ser sorvida como uma taça que se esvazia, mas como o jarro que se renova a cada gole bebido.
Para reinventar-se é preciso pensar: isso aprendi muito cedo.
Apalpar, no nevoeiro de quem somos, algo que pareça uma essência: isso, mais ou menos, sou eu. Isso é o que eu queria ser, acredito ser, quero me tornar ou já fui. Muita inquietação por baixo das águas do cotidiano. Mais cômodo seria ficar com o travesseiro sobre a cabeça e adotar o lema reconfortante: “Parar pra pensar, nem pensar!”
O problema é que quando menos se espera ele chega, o sorrateiro pensamento que nos faz parar. Pode ser no meio do shopping, no trânsito, na frente da tevê ou do computador. Simplesmente escovando os dentes. Ou na hora da droga, do sexo sem afeto, do desafeto, do rancor, da lamúria, da hesitação e da resignação.
Sem ter programado, a gente pára pra pensar.

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Pode ser um susto: como espiar de um berçário confortável para um corredor com mil possibilidades. Cada porta, uma escolha. Muitas vão se abrir para um nada ou para algum absurdo. Outras, para um jardim de promessas. Alguma, para a noite além da cerca. Hora de tirar os disfarces, aposentar as máscaras e reavaliar: reavaliar-se.
Pensar pede audácia, pois refletir é transgredir a ordem do superficial que nos pressiona tanto.
Somos demasiado frívolos: buscamos o atordoamento das mil distrações, corremos de um lado a outro achando que somos grandes cumpridores de tarefas. Quando o primeiro dever seria de vez em quando parar e analisar: quem a gente é, o que fazemos com a nossa vida, o tempo, os amores. E com as obrigações também, é claro, pois não temos sempre cinco anos de idade, quando a prioridade absoluta é dormir abraçado no urso de pelúcia e prosseguir, no sono, o sonho que afinal nessa idade ainda é a vida.
Mas pensar não é apenas a ameaça de enfrentar a alma no espelho: é sair para as varandas de si mesmo e olhar em torno, e quem sabe finalmente respirar.
Compreender: somos inquilinos de algo bem maior do que o nosso pequeno segredo individual. É o poderoso ciclo da existência. Nele todos os desastres e toda a beleza têm significado como fases de um processo.
Se nos escondermos num canto escuro abafando nossos questionamentos, não escutaremos o rumor do vento nas árvores do mundo. Nem compreenderemos que o prato das inevitáveis perdas pode pesar menos do que o dos possíveis ganhos.
Os ganhos ou os danos dependem da perspectiva e possibilidades de quem vai tecendo a sua história. O mundo em si não tem sentido sem o nosso olhar que lhe atribui identidade, sem o nosso pensamento que lhe confere alguma ordem.
Viver, como talvez morrer, é recriar-se: a vida não está aí apenas para ser suportada nem vivida, mas elaborada. Eventualmente reprogramada. Conscientemente executada. Muitas vezes, ousada.
Parece fácil: “escrever a respeito das coisas é fácil”, já me disseram. Eu sei. Mas não é preciso realizar nada de espetacular, nem desejar nada excepcional. Não é preciso nem mesmo ser brilhante, importante, admirado.
Para viver de verdade, pensando e repensando a existência, para que ela valha a pena, é preciso ser amado; e amar; e amar-se. Ter esperança; qualquer esperança.
Questionar o que nos é imposto, sem rebeldias insensatas mas sem demasiada sensatez. Saborear o bom, mas aqui e ali enfrentar o ruim. Suportar sem se submeter, aceitar sem se humilhar, entregar-se sem renunciar a si mesmo e à possível dignidade.
Sonhar, porque se desistimos disso apaga-se a última claridade e nada mais valerá a pena. Escapar, na liberdade do pensamento, desse espírito de manada que trabalha obstinadamente para nos enquadrar, seja lá no que for.
E que o mínimo que a gente faça seja, a cada momento, o melhor que afinal se conseguiu fazer.

By Lya Luft

A GENTE SE APAIXONA PELA FORMA COMO NOS TRATAM.

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“O amor é feito casa, não se constrói do alto, tem que ter o alicerce bom e duradouro, se constrói aos poucos.” Mirella Pereira

Num primeiro momento, somos atraídos pela pessoa em vista de sua aparência, da harmonia entre seus traços, seus gestos, seu sorriso.

O belo chama a atenção em todos os setores de nossas vidas, sejam momentos, sejam objetos, lugares ou pessoas. No entanto, ponto pacífico, a beleza por si só não se sustenta caso não se acompanhe de essência, daquilo que não vemos, mas é essencial.

Na verdade, o tempo somente deixa que fique em nós aquilo que nos toca o coração e a alma, de uma forma única e especial, e isso não tem nada a ver com roupas de grife, móveis vitorianos ou olhos azuis. Tanto é que, não raro, acabamos achando bonitas, com o passar do tempo, muitas pessoas que de início não nos chamaram a atenção por sua aparência.

Isso porque o amor é uma coisa de dentro, algo que atravessa o que há lá fora, adentrando pelos poros, instalando-se dentro de nós, sem avisar, sem ser visto a olho nu. Nosso íntimo é assim mesmo, depende de atitudes, daquilo que sentimos, do que nos fazem sentir, para muito além dos olhos. O que nos toca fundo não é manipulado com os dedos, mas com o envolvimento afetivo que paira além das aparências.

O mais importante, nisso tudo, é sabermos com segurança aquilo que procuramos, bem como o que não queremos para nós. Se estivermos conscientes de que não poderemos receber menos do que merecemos, de que temos muito a compartilhar, a dividir, a somar, dificilmente traremos para junto de nós quem só suga, quem mente, quem não retorna nada. É preciso ver além do que os olhos enxergam para perceber o que o outro tem a oferecer em termos de verdade, de vontade de estar junto.

Precisamos levar sempre em conta a passagem do tempo, dos anos, que levam embora a rigidez dos músculos, a firmeza da pele, a força da coluna, além de muitos dos sonhos que acabam não se realizando. Porém, e isso não há de se negar, aquilo que for verdadeiro, os sentimentos profundos, a amizade, a cumplicidade e a ternura, isso ninguém nos rouba, nem o tempo, nem a morte. By Marcelo Camargo

http://www.asomadetodosafetos.com/2016/09/a-gente-se-apaixona-pela-forma-que-nos-tratam.html

10 FRASES DO PEQUENO PRÍNCIPE QUE SÃO LINDAS LIÇÕES DE VIDA.

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“E nenhuma pessoa grande jamais entenderá que isso possa ter tanta importância!” Antoine de Saint-Exupéry

Pequeno Príncipe está entre os livros que mudaram a tua vida? A história de Antoine de Saint-Exupery é muito mais do que um conto para crianças. Reler esta obra-prima na idade adulta, poderá trazer novas nuances e significados que você nunca tinha pensado antes.

Por esta razão, escolhemos algumas das mais famosas citações tiradas diretamente do livro para que, talvez, depois de redescobrir algumas destas frases, te dê vontade de reler o livro. O que pode passar despercebido, é que por trás de cada linda frase do livro há valiosas lições de vida, verdadeiramente importantes para o crescimento pessoal de todos nós.

1. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. Quando uma pessoa cria laços com outra, sejam de amizade ou amor, essa ligação se torna uma responsabilidade. Você tem de cuidar e alimentar a relação, para que o sentimento não acabe.

pequeno-principe-1a2. As pessoas são solitárias porque constroem muros ao invés de pontes. Muitas pessoas se fecham e se protegem, afastando os outros. Esta mensagem de O Pequeno Príncipe incentiva as pessoas a criarem mais laços, mais pontes, alimentando a proximidade e amizade, combatendo a solidão.

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3. A gente corre o risco de chorar um pouco quando se deixa cativar. Criar ligações com outras pessoas tem os seus riscos e nunca sabemos se poderemos sofrer. Mas vamos ser sinceros. A felicidade que uma amizade ou amor nos traz, compensa tudo, né?

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4. É bem mais difícil julgar a si mesmo que julgar os outros. Criticar e julgar quando estamos de fora de uma situação é muito mais fácil do que olhar para dentro de nós. Muitas vezes criticamos os outros por aquilo que nós próprios também fazemos mas não conseguimos enxergar. Por isso, não aponte o dedo aos outros e tire uns minutinhos para refletir no seu próprio comportamento, tentando melhorar sempre.

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5. Todas as pessoas grandes foram um dia crianças – mas poucas se lembram disso. Nesta passagem, o autor nos mostra que os adultos se tornam pessoas muito sérias e preocupadas com as obrigações do dia a dia, esquecendo os sonhos da infância. Não se esqueça de ser criança de vez em quando, brinque, esqueça os problemas e sobretudo, não deixe os seus sonhos de criança de lado!

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6. É preciso exigir de cada um o que cada um pode dar. Quantas vezes exigimos algo aos outros que eles nunca se comprometeram a dar? O amor e a amizade não deveriam viver de cobranças! Uma atitude ou palavra de carinho ou amizade só têm valor verdadeiro quando chegam naturalmente, não é mesmo?

pequeno-principe-6-jpg7. Quando a gente anda sempre em frente, não pode ir muito longe… Esta frase nos mostra que qualquer situação tem muitos caminhos. Quando você apenas experimenta um, perde milhões de outras possibilidades que podem levar a um resultado ainda melhor. É preciso explorar a vida e o mundo, criar vivências. Só assim você crescerá e ficará mais rico por dentro.

pequeno-principe-7-jpg8. É preciso que eu suporte duas ou três larvas se quiser conhecer as borboletas. Muitas vezes não estamos disponíveis para sofrer, mesmo que seja para atingir um objetivo maior. Tal como a larva se transforma numa linda borboleta, esta frase de O Pequeno Príncipe nos mostra que para conseguir alcançar o que desejamos, às vezes é necessário fazer sacrifícios e passar por fases menos boas. Não se preocupe, quando você conseguir verá que tudo valeu a pena!

pequeno-principe-8-jpg9. É loucura odiar todas as rosas porque uma te espetou. É comum ficarmos com medo quando algo nos magoa. Mas o fato de um amigo ou amor nos ferir, não quer dizer que todos o farão. Ao ter medo de se magoar você pode estar perdendo lindos momentos e isso, nas palavras do autor, é uma grande loucura!

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10. Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos. Esta frase nos ensina a ver além das aparências, tentar entender as pessoas, as suas atitudes, as situações e não julgar apenas pelo que é visível. O que é verdadeiro não se pode ver, apenas sentir!

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Fonte do Texto: Pensador

A ARTE DO OTIMISMO.

“Nós não vemos as coisas como elas são… vêmo-las como nós somos”. Anais Nin.

Acredito que estar de bem com você mesma é essencial para sermos felizes na vida… Ser  positivista em relação aos desafios que a vida nos apresenta faz toda a diferença.

A sua atitude é  definida pela maneira de olhar ou viver a sua vida. Se você mudar a sua maneira de pensar… Você vai criar um mundo bem melhor ao seu redor. Este vídeo nos mostra bem isso…

Espero que gostem, beijos.

EU VOU SER VOVÓ… PELA PRIMEIRA VEZ… Á DISTÂNCIA…

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“… E eu, avó de primeira viagem… inicio a caminhada por essa nova e longa etapa de minha vida. Novos sentimentos vou descobrindo… Ser avó pela primeira vez é um marco único… importante e  definitivo na nossa vida. Ser vovó á distância…  é outro desafio a se vencer”. Bia Perez.

Ser avó, para nós mulheres, é a possibilidade de criar novos rumos no viver, re-contar histórias, escrever, registrar os eventos… Este é um deles…

Parto hoje daqui  (com o coração pequenininho)… depois de um tempo (77 dias) juntinho… curtindo meu neto, filho e nora que agora passam a morar aqui… tão distantes do Brasil. Lembranças lindas e  doces… é tudo que levo comigo hoje.

Sim vou pensar em vocês a cada passo que der. Espero que a vida os trate muito bem.  E espero que tenham tudo que sonharem! Na vida temos que ter a coragem de abraçar todas as oportunidades que nos aparacem… e acreditar em nossos sonhos. Isto vocês fizeram e só tenho a abençoar e pedir a Deus que os  proteja.

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Sou hoje a saudade do seus bracinhos abertos me aconchegando estendidos para te pegar do berço… do seu largo e inocente sorriso me olhando… dos seus olhinhos curiosos enxergando o mundo inteiro… (Bom dia mundo!!! Boa noite mundo!!!)… e experimentando de tudo um pouco! Sou a saudade dos seus dedinhos buscando os meus… entrelaçando-os até você adormecer juntinho da vovó, meu netinho querido…!

Sou hoje a saudade da sua risada leve… da sua emoção contando todo feliz e realizado como foi seu dia no trabalho… dos gostosos lanchinhos que fazia carinhosamente no jantar… do sorvetinho de sobremesa… e das longas noites assistindo aos seriados e filminhos… Sou a saudade dos longos passeios animados e divertidos me mostrando todas as histórias e as belezas do seu novo lugar, meu filho querido…!

Sou hoje a saudade de vê-la cuidando do seu lar e da sua família com tanto carinho e amor… Deste amor que transborda o seu ser, na entrega total ao seu filho e ao seu marido…  Sou a saudade dos nossos almoços e das pizzas que você mesma fazia… das nossas passeadas divertidas nos trens e pelo bairro com o carrinho de bebê apreciando o pôr do sol… com ou sem chuva… dos filminhos da nossa sessão da tarde… e das nossas gostosas conversas e risadas, minha norinha querida…!

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Ah, sim já sinto saudades!!! Fui me  despedindo cada dia um pouquinho! Vou ficar tentando lembrar de tudo que eu vivi aqui. Cada momento vivido… eternizarei dentro do meu coração.

Sou a soma de tudo isso, e infinitamente muito mais. Sou toda “coração”… amor e sentimentos! E além de tudo isso, sou eu mesma!!!

Vou carregada de todas estas lindas lembranças que me encorajam, me orgulham  e me confortam muito… me acrescentando novas experiências na minha vida… certa de que escolhem bem …

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“Ah, claro! Fotos e vídeos… muitassssss…

Para fazer longas paradas”. São paradas para me fazer relembrar nossas histórias vividas e que deixam saudades.

Revejo tudo na minha memória e pelo álbum de retratos.

Ah, tem ainda o skype uma distância que nos aproxima. Quem diria… isso ajudará bastante para amenizar minha saudade!

Sentirei saudades , saudades de tudo!! Saudades é coisa boa!

Agradeço tudo que fizeram por mim nestes dias… muito, muito obrigada mesmo…  e um até breve. Que Deus os abençoe!

Com amor… mil beijos.

Vovô Bia.

BIA SO

COMO VIAJAR COM BEBÊ NO AVIÃO? (Internacional/ Londres).

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“Os melhores momentos da vida não são aqueles em que você respira fundo… e sim aqueles que tiram o fôlego.” Anjos da Vida.

Já tinha contato aqui que meu filho mudou-se com a sua família para Londres. Ele foi na frente (em 19/maio) para iniciar seu novo trabalho e alugar um apartamento para levar sua família… nós fomos logo em seguida com tudo organizado por lá (em 14/junho).

Foi um grande desafio que enfrentei (amos)… viajar de avião para Londres com minha nora e meu neto, um bebê de apenas 7 meses de idade. Confesso que esta nova experiência me (nos) deixou um pouco ansiosa a princípio… onde as informações da internet foram fundamentais para o sucesso da viagem (meu otimismo tambésm rsrssr).

Viajar de avião com bebês pequenos é uma dificuldade para muitos pais. Além de precisar ter mais atenção na hora da compra da passagem e de alguns detalhes no embarque, é importante também saber o que fazer durante o voo, quando os bebês costumam ficar inquietas.  O Post ficou um pouco longo, mas consegui abordar todos os itens do antes: durante e depois da viagem… Paciência!

Hoje quero dar dicas sobre “como viajar com bebê num voo internacional”, no caso Londres. O que fizemos e o que recomendo.

PRIMEIRO MOMENTO: A COMPRA DA PASSAGEM – RESERVAR O BERÇO.   

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  1. A primeira coisa a fazer é: comprar a passagem aérea com antecedência, reservando um bom assento (sugiro pegar corredor) um vôo noturno. Informe também que vai com um bebê e quantos meses ele tem.

Nossa experiência: Escolhemos a Cia aérea TAM/LATAM, com voo direto. Partindo de São Paulo/Guarulhos (GRU) ás 23:55hs e chegando em Londres – Heathrow (LHR) ás 15:15hs, com duração de 11:20.hs. No caso compramos pela internet.

  1. Em seguida ligue no Call Center e faça uma pré reserva de “berço para bebê”, informando: altura (até 71cms) e peso (até 10kg). Trata-se de um berço que se encaixa na frente á primeira fileira (não se esqueçam de pedi-lo!) e ele tem cinto, caso o bebê se mexa. Fará uma diferença enorme na viagem o berço. A propósito, o berço é uma espécie de 1a classe para os bebês: o bebê fica bem acomodado nele… é bem prático para aliviar um pouco o colo, deixando-nos livres daquele pesinho extra no colo.

Nossa experiência: Nosso bebê conseguiu dormir bem quase toda a viagem. Nós ficamos sempre alerta… mas pudemos descansar melhor durante a viagem.

  1. Adocumentação (original)  para viagem varia de acordo com o destino (consulte antes). Em viagens internacionais, com foi o nosso caso (Londres) era  preciso ter apenas um passaporte válido (pelo menos com 6 meses validade) . O passaporte do bebê tem validade de apenas de 1 ano. Apresentem-se juntos (PF) pai e mãe para fazer o passaporte do bebê e fazendo a opção para viajar com ambos ou apenas um dos dois.  Caso a viagem aconteça sem a presença do pai, a mãe precisará apresentar o passaporte do bebê com esta autorização descrita nele. Este era o nosso caso. Dependendo do país, também pode ser necessário o visto e a carteira de vacinação sempre na mão (consulte com antecedência) . Não era o nosso caso.
  1. É bom ir ao Pediatra antes e verificar se esta tudo ok com o bebê e receber algumas orientações do médico.  Leve uma farmacinha na viagem.

São detalhes burocráticos, mas que podem impedir a viagem, melhor ver com bastante antecedência.

SEGUNDO MOMENTO: A VIAGEM: CHECK IN E EMBARCANDO.

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  1. Nossa experiência: Lembrem-se de que estamos com bebê, por isso, chegamos bem antes do horário de embarque, precisamente 5hs antes. Pois geralmente o check in do voo abre com 6 horas antes.
  2. Com o berço reservado não fizemos check in online. Tem que ser feito somente no aeroporto bem antes do momento do embarque. Cheguem com “bastante” antecedência. Detalhe: as primeiras fileiras (mais espaçosas) onde fica o berço só são desbloqueadas neste momento, no aeroporto. A maioria das aeronaves oferecem apenas 1 berço por voo (disponível somente em voos internacionais)… este era o nosso caso…

Nossa experiência: Quem fizer o check-in “primeiro no aeroporto” garante o seu berço reservado, pagando neste hora a taxa do berço (nós pagamos US$150). Ficamos na primeira fila (bem mais espaçosa e confortável). Quem consegue o berço (portátil) têm direito aos assentos na primeira fileira mais práticos na hora de entrar e sair do avião. Além da mãe, o bebê… também tivemos direito á um acompanhante (no caso eu).

Dica de Assento: Com bebês que não conseguem mais usar o berço, tentem ficar em uma fileira de 4 cadeiras (se tiverem sorte, pode ser que consigam pegar duas cadeiras para deitarem completamente a criança – verifiquem que os braços das cadeiras levantam. Corredor são melhores para se movimentarem com ele. O importante é evitar ficar na poltrona do meio, enclausurada e impossibilitada de fazer movimentos.

  1. Apresente seus documentos (passaportes) dos passageiros. Faça o check in.
  2. Despache as malas. Cada adulto tem direito á despachar 2 malas de 32 Kg (para Europa/TAM) e levar 1 de mão na cabine. O bebê tem direito de despachar apenas uma mala de 23 Kg, embora seja ele quem mais vai requerer volume rsrsr.
  3. Informe aqui que vai querer que o seu carrinho do bebê fique junto com você até o momento do embarque. Este será entregue e devolvido na porta do avião, assim que (des) embarcar.

Nossa experiência: Assim aconteceu conosco e foi muito prático e maravilhoso. Melhor pedir para que seja devolvido na saída do avião, nunca se sabe a extensão do aeroporto no qual vamos aterrissar (mas mesmo pedindo, algumas vezes, em voos internacionais, soubemos que eles saem junto com as malas).

  1. Vocês também têm prioridade (atendimento preferencial) na fila na hora do embarque (pelo menos no Brasil!).

TERCEIRO MOMENTO:  O VOO –  A VIAGEM – ALIMENTAÇÃO E A DISTRAÇÃO.

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  1. Pouco antes de embarcar, troque a fraldado bebe e se estiver em um horário razoável, já dê a comidinha/ leite do bebê.
  2. Nos voos internacionais, quando fizerem a reserva, lembrem-se de avisar a companhia aérea que irão embarcar com bebê ou criança (no momento da compra da passagem aerea), no nosso caso foi essencial reservar/ conseguir o berço.
  3. Quando o voo é noturno, os bebês demoram um pouco para “desligarem”, ficam excitadas com o todo, viagem, avião, etc… a própria agitação e ansiedade nossa, rsrsr. Mas uma vez as luzes apagadas, em geral, elas dormem… Digo bem: “em geral”, mas se for o caso do seu bebê ficar chorando (após verificação da fome, fralda, frio e coisas habituais)… não há muito o que fazer, tente relaxar… é chato para você e para os outros, e principalmente com certeza para a criança, mas quem nunca pegou um avião com uma criança chorando?! Acontece nas melhores famílias…! E sempre o noturno ainda é uma melhor opção do que voo comprido e diurno, porque o tempo demora mais a passar e elas ficam ligadas o voo inteiro!

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  1. DE MÃO DO BEBÊ EM VOOS LONGOS: Se o voo for de dia e relativamente curto, há que se ter bastante coisas em mãos para distraí-los e vai da preferência de cada bebê com seus brinquedos prediletos, mas tem que ser bem práticos. Leve os brinquedinhos preferidos do bebê (mordedores, bichinhos macios, brinquedinhos com diferentes texturas e cores… dê prefira aos sem sons).
  2. Caso seja necessário trocar seu bebê, existem trocadores no banheiro: ele é abaixado por cima do vaso sanitário… é bem apertado, mas atende bem! Na “mala do bebê” tenha muitas coisas para suas trocas: fraldas, toalhas higiênicas, pomadas contra assaduras, 2/3 roupas confortáveis, chupetas extras….
  3. E lembrem-se de levar um casaquinho e/ou manta, pois muitas vezes o ar condicionado do avião é gelado.
  4. Levem também alimentos do bebê em uma bolsa térmica pequena : mamadeira (leve a fórmula de leite do bebê em uns potinhos com compartimento pra dosagem certa e pelo menos para 2 mamadeiras com água na quantidade exata), papinhas (salgada ou doce as das Nestlé ajudam bastante aqui), danoninhos (colherzinhas, babador)… Enfim algo para o bebê se alimentar.
  5. De resto, relaxem, lembrem-se que os bebês sentem a ansiedade dos pais! E elas podem surpreender: no final, a viagem ainda pode ser tranquila, e de qualquer forma, os pimpolhos ficam sempre muito contentes em pegar o avião! O primeiro a gente nunca esquece! Tirem fotos e registrem o momento! Nós nos esquecemos rsrsrs.

Nossa experiência: No nosso caso o voo atrasou 1:30’hs em terra o que irritou um pouco o bebê depois de um certo tempo… tentamos distraí-lo cantando no colo da mamãe e da vovó… mas assim que levantamos voo (com o bebê no colo) o berço foi finalmente instalado. Ele mamou tudo e dormiu no colo da mãe como um anjo… colocamos então no berço portátil com o cinto. Uma maravilha para ele e para nós rsrsr. Dormiu quase toda a viagem. Acordou quase em Londres já.

Acordado (perto de Londres) trocamos e preparamos a mamadeira (tem água quente na cabine)… mamou tudo e ainda comeu uma banana amassada que era do nosso café da manhã. Brincou com seus mordedores, ouviu músicas e curioso como é observou todos os barulhos ao seu redor.

QUARTO MOMENTO: DICAS: DECOLANDO E ATERRISSANDO.

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Durante a decolagem e aterrizagem, dê a chupeta ou mamadeira ao filhote. O movimento de sucção minimiza os efeitos da pressão no ouvido.

DETALHE: Pressão e dor de ouvido: no momento da decolagem e aterrizagem, não esqueçam de fazer os bebês deglutirem, tomando mamadeira, água, chupando chupeta, dando o peito… qualquer coisa que as ajudem a desentupir os ouvidos, já que não sabem fazer isso sozinhas. O processo de sucção evita que os ouvidos doam por conta da pressurização do ar. Pressurização essa que na grande maioria das vezes é a grande culpada pelo choro dos bebês nos aviões.

Nossa experiência: No nosso caso não precisamos fazer nada, foi tudo tranquilo com o bebê.

infra-estrutura para se viajar com bebês é enorme, principalmente se eles forem menores que 12 meses. Por isso toda atenção e cuidado são necessárias no: antes, durante e depois da viagem isso  fará toda a diferença!

ALGUNS LEMBRETES:

  • Bebês de 1 a 4 meses dormem a maior parte do tempo no voo. Bebês de 5 a 7 meses um pouco menos. De 8 a 10 querem mais se divertir, inclusive, ficar “falando” enquanto os outros passageiros dormem! Bebês de 11 e 12 meses, querem desbravar o avião e engatinham por todo o corredor. Calma!
  • Se seu filho já bebe água,ofereça durante o voo uma quantidade maior que o habitual. Nas alturas, o  organismo requer mais líquido do que de costume.
  • Ah, não tem problemas levar comida de bebê caseira em voos internacionais, é aceito pela segurança do aeroporto
  • Veja se as vacinas dele estão em dia e fique atento as vacinas exigidas/ recomendadas no destino dependendo do destino.
  • Algumas companhias aéreas oferecem carrinho de bebês. O ideal é fazer a reserva antecipadamente para que um funcionário da cia fique no finger (na saída do avião) esperando o passageiro para entregar o carrinho. Isso é ótimo!!
  • Você pode também considerar levar o bebê no canguru, que deixa suas mãos livres para puxar as malas.
  • Caso esteja viajando sozinha com o bebê, você pode pedir auxílio da companhia para retirar a bagagem da esteira. A propósito, no ato do check in, você solicita que suas bagagens sejam identificadas como prioritárias e assim você não deverá ficar muito tempo aguardando a bagagem chegar. Assim é a teoria e nas melhores companhias, funciona também na prática.
  • Para que a viagem fique mais confortável, você pode utilizar algum acessório de viagem para bebês, que facilita a vida de quem está voando
  • Em relação aos preços de passagem de avião para criança, os valores são diferentes. : para bebês de até 2 anos, a tarifa é em geral 10% do valor do adulto + as taxas de embarque (mas não ocupam um assento). Para crianças de 2 a 12 anos, paga-se 75% da tarifa do adulto + taxas de embarque… e já devem ter seu lugar garantido no avião (ver: desconto definido por cada companhia, que pode chegar a 50%).
  • Se estiver com cerca de 10 meses ou mais a dica é levar o travesseiro de amamentação. Pode não parecer muito prático, mas ajuda muito, pois o bebê acaba dormindo em algum momento e com ele fica bem mais confortável a acomodação na poltrona do avião;

Espero que este post ajude bastante vocês quando viajarem com bebê em avião. Bom, depois do primeiro voo, você percebe que não é tão ruim como você imaginava. Vai logo se programar para a próxima viagem! Já estamos pensando nisso…

Sugiro assistir este vídeo: (www.macetesdemae.com)

http://www.ebc.com.br/infantil/para-pais/2016/01/dica-de-mae-o-que-voce-precisa-saber-para-viajar-de-aviao-com-bebe-e

CONVIVÊNCIA FAMILIAR.

“A família não nasce pronta; constrói-se aos poucos e é o melhor laboratório do amor. Em casa, entre pais e filhos, pode-se aprender a amar, ter respeito, fé solidariedade, companheirismo e outros sentimentos”. Luis Fernando Verissimo

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Amar… Compartilhar… Compreender…

Quem não sabe tolerar… não aprende a amar.

Os teus familiares são as tuas lições imediatas.

Sem paciência… o menor problema adquire proporções imensas.

Aprende a ceder em favor da felicidade alheia.

Necessário… muitas vezes.

Não agridas verbalmente aqueles que convivem contigo.

Respeite os limites de cada um.

Ouça com o coração acima de tudo.

A gentileza abre portas a muito tempo cerradas.

Não transforme o teu lar em lugar de aflições.

Repense… Paz e amor!

Aprenda a conviver com o outro.

Crie um ambiente de harmonia.

Torne mais aconchegante o teu ninho doméstico.

Seleciona os assuntos de teus diálogos familiares.

Incentive seu filho a conviver com todos da família.

Soluções surgem com um bom diálogo e respeito mútuo.

A família é o teu primeiro compromisso na vida.

A diversidade é inerente à família

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QUANDO OS FILHOS VOAM… POR RUBEM ALVES.

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“… Amar é ter um pássaro pousado no dedo! Quem tem um pássaro pousado no dedo sabe que, a qualquer momento, ele pode voar…” Rubem Alves.

Encontrar a sabedoria do amor que nos ensina a deixar voar e não a engaiolar… é uma benção! Pra variar este texto vivo e cheio de afeto de Rubem Alves me surpreende! Dia a dia, com dor e amor, alegria e nostalgia, eu tenho aprendido sobre as asas e raízes que se revelam nos relacionamentos entre pais e filhos.

Estou sim aprendendo e muito especialmente na maturidade a “transformar nascer, crescer e morrer num processo menos monótono e sem sobressaltos”… amando e dando asas aos filhos… Cada vez eles vão mais longe e ficam por mais tempo… nós vamos acompanhando ás vezes de perto, outras de longe … Nos encontrando e nos espelhando em seus sonhos e vitórias… melhor assim, né. Leia:

BIA SO

Sei que é inevitável e bom que os filhos deixem de ser crianças e abandonem a proteção do ninho. Eu mesmo sempre os empurrei para fora. Sei que é inevitável que eles voem em todas as direções como andorinhas adoidadas.

Sei que é inevitável que eles construam seus próprios ninhos e eu fique como o ninho abandonado no alto da palmeira…

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Mas, o que eu queria, mesmo, era poder fazê-los de novo dormir no meu colo…

Existem muitos jeitos de voar. Até mesmo o vôo dos filhos ocorre por etapas: O desmame, os primeiros passos, o primeiro dia na escola, a primeira dormida fora de casa, a primeira viagem…

Desde o nascimento de nossos filhos temos a oportunidade de aprender sobre esse estranho movimento de ir e vir, segurar e soltar, acolher e libertar. Nem sempre percebemos que esses momentos tão singelos são pequenos ensinamentos sobre o exercício da liberdade.

Borboletas livre

Mas chega um momento em que a realidade bate à porta e escancara novas verdades difíceis de encarar. É o grito da independência, a força da vida em movimento, o poder do tempo que tudo transforma.

É quando nos damos conta de que nossos filhos cresceram e apesar de insistirmos em ocupar o lugar de destaque, eles sentem urgência de conquistar o mundo longe de nós.

É chegado então o tempo de recolher nossas asas. Aprender a abraçar à distância, comemorar vitórias das quais não participamos diretamente, apoiar decisões que caminham para longe. Isso é amor.

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Muitas vezes, confundimos amor com dependência. Sentimos erroneamente que se nossos filhos voarem livres não nos amarão mais. Criamos situações desnecessárias para mostrar o quanto somos imprescindíveis. Fazemos questão de apontar alguma situação que demande um conselho ou uma orientação nossa, porque no fundo o que precisamos é sentir que ainda somos amados.

Muitas vezes confundimos amor com segurança. Por excesso de zelo ou proteção cortamos as asas de nossos filhos. Impedimos que eles busquem respostas próprias e vivam seus sonhos em vez dos nossos. Temos tanta certeza de que sabemos mais do que eles, que o porto seguro vira uma âncora que os impede de navegar nas ondas de seu próprio destino.

Muitas vezes confundimos amor com apego. Ansiamos por congelar o tempo que tudo transforma. Ficamos grudados no medo de perder, evitando assim o fluxo natural da vida. Respiramos menos, pois não cabem em nosso corpo os ventos da mudança.

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Aprendo que o amor nada tem a ver com apego, segurança ou dependência, embora tantas vezes eu me confunda. Não adianta querer que seja diferente: o amor é alado.

Aprendo que a vida é feita de constantes mortes cotidianas, lambuzadas de sabor doce e amargo. Cada fim venta um começo. Cada ponto final abre espaço para uma nova frase.

Aprendo que tudo passa menos o movimento. É nele que podemos pousar nosso descanso e nossa fé, porque ele é eterno.

Aprendo que existe uma criança em mim que ao ver meus filhos crescidos, se assustam por não saber o que fazer. Mas é muito melhor ser livre do que imprescindível.

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Aprendo que é preciso ter coragem para voar e deixar voar.

E não há estrada mais bela do que essa.

Fonte: https://osegredo.com.br/2015/12/quando-os-filhos-voam-por-rubem-alves/#.V2WQUmc7msR.facebook

VALE A PENA MORAR E TRABALHAR EM PORTUGAL?

Lisboa

 “Mude, mas comece devagar, porque a direção é mais importante que a velocidade”. Clarice Lispector.

Com o aumento dos impostos, juros bancários, desempregos, instabilidades economias e políticas… além dos muitos escândalos especialmente no governo brasileiro… tem sido cada vez mais frequente as perguntas em relação a morar e trabalhar em Portugal.

Semanalmente (2ªfeiras) estou postando diversos artigos sobre como morar em Portugal… e vou acrescentando também outros países da Europa. Muitas perguntas aparecem aqui e procuro postar abrangendo vários assuntos.

Mas a principal dúvida é se realmente vale a pena esta mudança. Por isso aproveitando a experiência de algumas pessoas que já passaram desta etapa e moram lá há algum tempo…  Vamos fazer uma análise geral da visão destes brasileiros que estão por lá vivendo… um deles é Erick da Eurodicas, veja o que ele diz:

A resposta mais correta para essa pergunta é “depende do que você quer”: Ganhar/guardar dinheiro em Portugal?

Sinto lhe dizer, mas ao contrário do que a gente sonha em relação aos Estados Unidos, Portugal não é um país para se fazer muito dinheiro e criar uma boa poupança. Isso por que os salários não são altos (arrisco até dizer que em alguns casos vai ganhar menos do que no Brasil).

Tenha em mente que o salário mínimo de Portugal é 530,00 (2016), assim como no Brasil, não vai te dar uma boa qualidade de vida. A partir de dois salários mínimos é que você começa a ter uma situação um pouco mais confortável. Já escrevemos aqui um guia do Custo de vida em Portugal.

Viver bem e ter qualidade de vida em Portugal?

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Se o seu objetivo não é focado em ganhar dinheiro e sim em viver bem, você está prestes a fazer uma excelente escolha…. Eu particularmente só tenho coisas boas a dizer sobre Portugal nesse sentido (baseado em minha experiência e dados de 9/2015):

  • Violência: a taxa de homicídios dolosos (por grupo de 100 mil habitantes) do Brasil é de 21.7 enquanto Portugal tem uma taxa de 1.26. Assaltos à mão armada são raros também. Existe uma sensação de segurança muito grande, você consegue andar tranquilamente com celular e carteira de noite na rua.
  • Saúde Pública: Já fizemos um guia completo decomo funciona a saúde pública em Portugal, e de maneira geral é muito satisfatória, podendo ser comparada a hospitais particulares do Brasil.
  • Ensino Público: O ensino público em Portugal é onde as maiorias das pessoas estudam, e de maneira geral é bem avaliado, mas claro que tem escolas que são melhores que as outras. Algumas faculdades públicas estão entre as melhores da Europa.

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  • Transporte Público: Ainda não sentimos a necessidade de comprar um carro, por que moramos do lado do metrô e conseguimos fazer TUDO de transporte público. Tem bilhetes mensais a partir de €30, e um detalhe é que aqui no Porto, não tem catracas nos ônibus e estações de metrôs, é tudo na base da confiança de que cada cidadão sabe seus deveres.
  • Aposentados: Recentemente o Algarve foi eleito o melhor lugar do mundo para se viver na aposentadoria por diversos fatores, incluindo a qualidade de vida. Se quer um lugar pra viver tranquilo e poder ir trabalhar a pé, por exemplo, é uma excelente opção.
  • Trabalhar em Portugal A minha mudança para Portugal foi por conta de uma proposta de trabalho, e pessoalmente valeu muito a pena por que consegui crescer profissionalmente e ganhar experiência internacional, mas tenho minhas dúvidas se realmente vale a pena sair do Brasil para trabalhar em subempregos em Portugal. Em subempregos você não vai conseguir ganhar bem para guardar dinheiro e nem aprender, talvez seja melhor procurar um país com um bom salário mínimo para pelo menos juntar dinheiro. O ideal é já vir com um bom emprego, porque apesar do desemprego ter caído por aqui, ainda é o DOBRO do Brasil. Ou seja, se for para trabalhar na sua área e ganhar experiência, VENHA. Se você quer saber mais, aconselho ler o guia de Como trabalhar em Portugal.

Fonte:http://www.eurodicas.com.br/vale-a-pena-morar-e-trabalhar-em-portugal/

COMO SUPERAR A SÍNDROME DO NINHO VAZIO?

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“Vivemos sobre o mesmo céu, mas nem todos temos o mesmo horizonte”. Konrad Adenquer.

Em um determinado momento das nossas vidas, nos damos conta de que os nossos filhos cresceram, e tomaram a decisão de começar um novo caminho…o  da independência… enfim vão viver suas vidas.

A síndrome do ninho vazio faz referência a esta situação. Muitas vezes os pais se sentem abandonados e tristes com esta situação… que faz com que deixem de se sentir importantes para os seus filhos e se sintam irritados e agoniados.

Nada vai substituir a saída dos filhos, mas é preciso entender que a fase da vida mudou, e se a pessoa não buscar outras fontes de prazer ela pode desenvolver muitas doenças. Não é para ignorar os sintomas, mas sim aceitar a dor, aceitar a saída dos filhos… se adaptar a essa mudança e dar novo sentido para a vida. Afinal criamos os filhos pro mundo!

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Devemos aceitar como um recomeço, não só para eles que sairão em busca de novos desafios e experiências, mas também para os pais, com um novo conceito de vida e de novas perspectivas. Temos que renovar nossos planos de vida, tanto individuais quanto matrimoniais, enxergar nessa situação que a principio parece negativa, a oportunidade de dedicarmos mais tempo e energia a nós mesmos, em busca de novas experiências e satisfação pessoal.

Esses sintomas variam de pessoa para pessoa, dependendo de sua personalidade, do estado emocional e até do grau de relacionamento que mantinha com aquele que deixou o lar.

Geralmente é necessário um lento processo de adaptação e mudança diante dessa nova realidade, pois toda a rotina de convivência será modificada, o que poderá causar crises entre os membros familiares envolvidos. É uma fase difícil até mesmo para alguns pais que se sentem satisfeitos por terem cumprido seus papéis para a independência dos filhos.

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A seguir mostraremos algumas ideias de como superar a síndrome do ninho vazio.

  1. Nova perspectiva da situação.Você deve pensar naqueles aspectos que contribuem com o seu bem-estar. Muitas vezes o relacionamento com os filhos melhora quando eles já não estão em casa. Outro aspecto é o tempo com o que agora você conta para se dedicar a novos projetos.
  2. Dê força para o seu companheiro. Quando temos filhos, muitas vezes nosso companheiro fica de lado. Este é o momento de dar força para o seu companheiro e de realizar aquelas atividades que você tinha adiado. Esta é uma nova etapa da vida que você deve desfrutar totalmente.
  3. Fale do assunto. Pôr para fora os seus sentimentos é o primeiro passo para melhorar. Às vezes, compartilhar este sentimento com nossos entes queridos nos permite perceber que podemos superar esta situação.
  4. Atividades prazerosas. Ao longo da vida as pessoas sempre sentem o desejo de realizar determinadas atividades que lhes dão prazer, mas as exigências diárias, às vezes, fazem com que estas terminem sendo adiadas. Faça uma lista de todas aquelas atividades que você gosta e se prepare para começar a fazê-las.
  5. Pratique um esporte.O exercício físico é muito bom para a saúde e ajuda a relaxar. Saia para caminhar todos os dias durante 30 minutos, e você notará como em pouco tempo se sentirá cada vez melhor.
  6. Cuidado pessoal.Não se abandone, nem se deixe abandonar. Você deve buscar um cuidado pessoal adequado, hoje você tem tempo para isso. É importante que você volte a adotar o papel de mulher, além do de mãe.
  7. Estimule a independência. É importante que seus filhos saibam que podem contar com o seu apoio nesta nova fase. Evite invadir a sua nova casa ou a sua vida com visitas ou telefonemas contínuos. Você deve deixá-los crescer, acompanhá-los e desfrutar com eles esta nova etapa da vida.
  8. Adote um animal de estimação. Se você não tem um marido ou namorado com quem compartilhar este momento e sente que a casa está vazia sem seus filhos, pode adotar um animal de estimação. Eles serão uma grande companhia.
  9. Melhore a relação com seu filho. À medida que passa o tempo, a relação com seu filho mudará positivamente. A maturidade de ambos fomentará outro tipo de comunicação mais frutífera. Você nunca vai deixar o seu papel de mãe, seus filhos estarão ai para você.
  10. Assista a este vídeo:

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http://g1.globo.com/mg/vales-mg/mgintertv-2edicao/videos/v/especialista-fala-sobre-a-sindrome-do-ninho-vazio/4921429/

Habitualmente, a síndrome do ninho vazio é pontual, ou seja, possui hora certa para ser findada, sendo que sua duração se estende do instante de separação dos filhos até o estabelecimento de uma nova ordem familiar.

Eu me encontro nesta fase agora e me sinto muito bem cheias novos projetos… Afinal venho me preparando pra esta fase já a algum tempo… e continuamos a conviver melhores como nunca. A família vem aumentando e trazendo novos aprendizados a todos.

Fonte: http://saude.umcomo.com.br/articulo/como-superar-a-sindrome-do-ninho-vazio-3209.html#ixzz49hXyHFEC – http://g1.globo.com