FAXINA!

Estava precisando fazer uma faxina em mim…
Jogar fora alguns pensamentos indesejados,
Tirar o pó de uns sonhos, lavar alguns desejos que estavam enferrujando…..
Tirei do fundo das gavetas lembranças que não uso e não quero mais.
Joguei fora ilusões, papéis de presente que nunca usei, sorrisos que nunca darei…
Joguei fora a raiva e o rancor nas flores murchas guardadas num livro que não li.
Peguei meus sorrisos futuros e alegrias pretendidas e as coloquei num cantinho, bem arrumadinhas.

Fiquei sem paciência! Tirei tudo de dentro do armário e fui jogando no chão: paixões escondidas, desejos reprimidos, palavras horríveis que nunca queria ter dito, mágoas de um amigo, lembranças de um dia triste…
Mas lá havia outras coisas… belas!!!
Uma lua cor de prata…o choro de meus filhos ao nascerem, seus primeiros passos, os abraços….
aquela gargalhada no cinema, o primeiro beijo….. o pôr do sol…. uma noite de amor…
Encantada e me distraindo, fiquei olhando aquelas lembranças.
Sentei no chão. Joguei direto no saco de lixo os restos de um amor que me magoou.
Peguei as palavras de raiva e de dor que estavam na prateleira de cima –
pois quase não as uso – e também joguei fora!
Outras coisas que ainda me magoam, coloquei num canto para depois ver o que fazer, se as esqueço ou se vão pro lixo.

Revirei aquela gaveta onde se guarda tudo de importante: amor, alegria, sorrisos, fé…..
Como foi bom!!!
Recolhi com carinho o amor encontrado, dobrei direitinho os desejos, perfumei na esperança,
passei um paninho nas minhas metas e deixei-as à mostra.

Coloquei nas gavetas de baixo lembranças da infância; em cima, as de minha juventude, e… pendurado bem à minha frente, coloquei a minha capacidade de amar… e de recomeçar…
Adoro esta crônica de Martha Medeiros… ela consegue dizer tudo que sinto na alma.

A MULHER AO CENTRO DA VIDA…

Chegou ao meio da vida e sentou-se para tomar um pouco de ar. Não sabia explicar. Não era cansaço, nem estava perdida. Notou-se inteira pela primeira vez em todos esses anos. Parou ali, entre os dois lados da estrada e ficou observando as margens da sua história, a estrada da vida ficando fininha, calando-se de tão longe que ia.

Estava em paz observando a menina que foi graciosa, cheia de vida. Estava olhando para si mesma e nem notou. Ali, naquele instante estava recebendo um presente. Desembrulhava silenciosamente a sabedoria que tanto pediu para ter mais.

Quando a mulher chega à metade da estrada da vida, começa lentamente a ralentar o passo. Já notou como tem gente que adora conturbar a própria rotina, alimentar o próprio caos? Ela não. Não mais. Deixa que passem, deixa que corram, a vida é curta demais para acelerar qualquer coisa. Ela quer sentir tudo com as pontas dos dedos, ela quer notar o que não viu da primeira vez. Senhora do seu próprio tempo.

Percebeu, à metade da vida, que caminhou com elegância, que viveu com verdade, que guiou a própria sombra na estrada em direção ao amor. E como amou! Amor por si, pelos outros, amou em dobro, amou sozinha, amou amar. A mulher ao centro da vida traz a leveza que os anos teceram, pacientemente. Escuta bem mais, coloca a doçura à frente das palavras, guarda as pessoas com preciosismo. Aquela mulher já perdeu pessoas demais.

Ao meio da estrada, ela já não dorme tanto, mas sonha bem mais. Sonha pelo simples exercício de sonhar. Sonha porque notou que é o sonho que tempera a vida. Aprendeu a parar de ficar encarando as linhas do corpo. Seu espírito teso, seu riso aberto, sua fé gigante não têm rugas, nem celulite, sem encanação. Descobriu que o segredo é prestar atenção no melhor das coisas, nas qualidades das pessoas, nas belas costas que tem e deixa-las ao alcance da vista dos outros.

Sentada ali, ao centro da própria vida, decidiu seguir um pouco mais. Há mais estrada para caminhar, mais certezas para perder, mais paixão para trilhar. Não há dádiva maior do que compreender-se, que encontrar conforto para morar em si mesmo, que perdoar-se de dentro pra fora. Ao centro da vida ela descobriu que a gente não se acaba, a gente vai mesmo é se cabendo, a cada ano um pouco mais.

Foi o que Diego Engenho Novo escreveu sobre as mulheres. Eu adorei e isto me representa muito. E você gostou? Olha se puder da uma olhadinha na minha página no Instagram e Facebook e também na nova página sobre avós & netos – A voz das avós.

Veja também: https://oterceiroato.com/2020/02/20/de-invisiveis-a-protagonistas-os-acima-de-50-anos/

NÃO PLANEJAMOS ISTO, MAS…

Li este post da Fernanda Floret no Instagram “vestida de mãe” e adorei, quis compartilhar com você. Levanta sacode a poeira e da a volta por cima… com todos os cuidados necessários, vivendo sim com otimismo, nos protegendo bem até descobrirem a vacina para o coronavírus, leiam:

Não é o ano que planejamos, que sonhamos, que desejamos, mas quero te contar que o ano está acontecendo.
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Não tem escola do jeito que gostaríamos, mas tem aulas online, tem aprendizado nas pequenas ações em família.
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Não tem diversão do jeito que queremos, mas podemos experimentar opções novas.
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Tem muito desemprego e rendas afetadas infelizmente, mas tem gente se reinventando também.
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Não dá para estar bem todos os dias neste ano, mas dá para seguir em frente.
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Temos boas notícias, vacinas sendo desenvolvidas em tempo recorde. Mas até ser aprovada, produzida, aplicada em toda população brasileira, estamos falando de uma previsão otimista mais ou menos de Abril de 2021.
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Quando essa data chegar, você vai olhar para trás e ver que ficou 1 ano inteiro isolada vibrando no problema? Ou faz parte também saber viver numa nova realidade?
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A questão de ficar apenas vibrando no medo é que você faz escolhas só para sobreviver, sem uma visão ampla de enxergar novas possibilidades. Só foca no problema, no julgamento.
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Faz parte ensinar para nossos filhos sobre cair e levantar, se adaptar às novas situações (essa é uma das grandes habilidades do futuro, não é mesmo?). Sempre com segurança, com máscara, álcool-gel, distanciamento físico, novos hábitos de saúde e cuidado, se proteger o máximo contra este vírus tão contagioso e perigoso – mas cuidar da saúde emocional.
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Você está cuidando da sua saúde emocional ou está esperando a quarentena acabar?
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Eu desejo que cada um dentro dos seus valores e limites possam lidar com suas emoções vibrando para o positivo.
✨✨✨

Veja também: https://oterceiroato.com/2020/05/10/mulheres-maes/. https://oterceiroato.com/2020/04/21/a-vida-e-suas-pedras/

É PRECISO IR EMBORA… EM MUITOS MOMENTOS NA VIDA!

Ir embora é importante para que você entenda que você não é tão importante assim, que a vida segue, com ou sem você por perto. Pessoas nascem, morrem, casam, separam e resolvem os problemas que antes você acreditava só você resolver. É chocante e libertador – ninguém precisa de você pra seguir vivendo.

Nem sua mãe, nem seu pai, nem seu ex-patrão, nem sua empregada, nem ninguém. Parece besteira, mas a maioria de nós tem uma noção bem distorcida da importância do próprio umbigo – novidade para quem sofre deste mal: ninguém é insubstituível ou imprescindível. Lide com isso. É preciso ir embora.

Ir embora é importante para que você veja que você é muito importante sim! Seja por 2 minutos, seja por 2 anos, quem sente sua falta não sente menos ou mais porque você foi embora – apenas sente por mais tempo! O sentimento não muda. Algumas pessoas nunca vão esquecer do seu aniversario, você estando aqui ou na Austrália.

Esse papo de “que saudades de você, vamos nos ver uma hora” é politicagem. Quem sente sua falta vai sempre sentir e agir. E não se preocupe, pois o filtro é natural. Vai ter sempre aquele seleto e especial grupo que vai terminar a frase “Que saudade de você…” com “por isso tô te mandando esse áudio”; ou “porque tá tocando a nossa música” ou “então comprei uma passagem” ou ainda “desce agora que tô passando aí”.

Então vá embora. Vá embora do trabalho que te atormenta. Daquela relação que você sabe não vai dar certo. Vá embora “da galera” que está presente quando convém. Vá embora da casa dos teus pais. Do teu país. Da sala. Vá embora. Por minutos, por anos ou pra vida. Se ausente, nem que seja pra encontrar com você mesmo. Quanto voltar – e se voltar – vai ver as coisas de outra perspectiva, lá de cima do avião.

Muitas vezes ficamos perdidos e confusos com coisas que estão nos incomodando… inquietas vamos seguir com sabedoria a nossa intuição de ir embora… nos (re) encontrarmos e vamos renascer… isto é libertador 🙌🏻 assim com nos diz Antônia Macchi… e eu concordo com ela. E você, o que acha?

Veja também: https://oterceiroato.com/2020/03/15/partidas-e-chegadas/.

FILHO… DESEJOS DE UMA MÃE AO FILHO QUANDO SE CASOU.

Carta que entreguei ao meu filho, quando se casou. Acredito que são os desejos das maiorias das mães aos seus filhos…

Meu Filho, sempre procurei te orientar e proteger, participando de tudo na sua vida. Desculpe das vezes em que não consegui! Temos muito o que brindar e ainda muito mais por vir… De menino ao homem que se tornou, só tenho do que me orgulhar. Te amo muito e me orgulho muito de tudo em você. Do grande homem que se tornou. Conte comigo sempre! Estou muito feliz em ver que agora vai se casar e construir a sua família… aumentando a nossa.
Tenho muito ainda para te dizer e te mostrar, mas nada mais importante que isso… Ame! Ame muito. Demonstre seu amor e afeto a todos que ama (não sinta vergonha disso). A coisa mais importante que podemos ter na vida, é a nossa Família. Ela é tudo, nosso chão… nossa força, nossa raiz, nossa fortaleza é a nossa vida. Proteja-a sempre de tudo que lhe fizer mal… e cuide muito bem dela… Ela nos fortalece, nos da equilíbrio, nos traz conforto, nos dá paz… enfim nos da tudo o que precisamos para ser felizes…
Que você e a sua esposa recebam todas as minhas bênçãos e consigam realizar todos os seus sonhos. Sonhem muito. Sonhem alto. Ousem. Voem. Se amem, se respeitem, dividam seus problemas e sucessos… busquem sempre o companheirismo e a parceria em tudo o que fizerem… Dialoguem! E conversem sempre muito. Reflitam juntos. Estarei sempre bem pertinho de vocês, pra o que der e vier…contem sempre comigo!!!!! Sempre.
Se puder dar mais alguns conselhos, aqui vai:
 Persiga metas possíveis de serem alcançadas;
 Sempre sorria espontaneamente e genuinamente;
 Divida com os outros;
 Ajude os necessitados;
 Não julgues ninguém;
 Não faça com ninguém… o que não quer para você;
 Aprenda com seus erros;
 Seja capaz de enxergar o “lado bom” das coisas;
 Aprenda…. reaprenda;
 Mantenha seu espírito jovem;
 Se relacione com ricos, pobres, bonitos e feios;
 Sob pressão, mantenha-se calmo!
 Conte ate dez… mil… dez mil… milhão;
 Paciência, paciência, paciência!!!
 Surfar na Internet por prazer;
 Corra riscos calculados;
 E compreenda “Dinheiro não é tudo!”
 Use seu humor para aliviar o stress;
 Se cair, aprenda e levante-se rapidamente;
 Mantenha em alta sua confiança e autoestima;
 Perdoe aos que te incomodam;
 Respeite as diferenças… em todos os sentidos;
 Vez ou outra permita-se quebrar as regras;
 Tenha alguns amigos em quem confiar;
 Coopere e consiga as melhores recompensas;

 Valorize cada momento com quem você ama;
 Seja companheiro de quem ama você;
 Nunca magoe os que o amam. Repense;
 Proteja sua família;
 Afaste-se do que te faz mal…ou aos seus!
 Saiba que tudo passa!
 Por isso aproveite bem o momento presente;
 Construa seu “futuro” ouvindo seu coração;
 Ame e viva intensamente;
 E o que demais importante temos sempre… A nossa Família!

Ps: Depois de uns anos relendo a carta acrescento…. Nós começamos assim, com o seu casamento… Temos muitas histórias pra contar…E ainda vamos ter muitas outras, tantas histórias a serem construídas…. Agora chegando nosso primeiro pequerrucho… seu filho… nosso João Pedro… fruto do seu amor com a sua esposa… vamos ter milhões de histórias pra viver e ser lembradas. Mal posso esperar pra ele chegar!

Veja também: https://oterceiroato.com/2020/03/23/ser-avo-pela-primeira-vez-e-maravilhoso/ https://oterceiroato.com/2020/03/15/partidas-e-chegadas/

ENQUANTO NÃO HÁ VACINA PARA COVID-19, AQUI 11 CUIDADOS INDICADOS POR UMA MÉDICA.

Mesmo sem controle da pandemia de COVID-19, diversos países já deram início ao processo de retomada da “vida normal”. Com isso, os cuidados tomados ao sair na rua devem ser redobrados – e a médica epidemiologista Denise Garrett deu conselhos simples sobre quais locais evitar e de que forma é possível tornar interações com outras pessoas menos arriscadas. Médica dá dicas para prevenir o novo coronavírus. Mesmo com a reabertura de comércios e a retomada de serviços não essenciais em alguns locais, é importante lembrar que o SARS-CoV-2 ainda está circulando em meio à população – especialmente no Brasil, cujo número de casos segue aumentando diariamente. Sendo assim, a necessidade de preveni-lo ainda é uma realidade, e Denise, que também é cientista e vice-presidente do Sabin Vaccine Institute, deu dicas simples de como agir.

Em um fio no Twitter, a médica afirmou que qualquer interação com outras pessoas ou ida a locais públicos deve ser considerada como uma potencial fonte de exposição ao vírus, e a chave para reduzir os riscos nestas situações é limitar o tempo de exposição e a carga viral recebida. Para fazer isso, a epidemiologista indica as seguintes medidas:

1. Dê preferência a ambientes abertos

Em locais abertos, as gotículas com vírus emitidas no espirro e na tosse de pessoas contaminadas se dispersam com mais facilidade e, por isso, é menos arriscado ficar ao ar livre. Caso haja a necessidade de ir a um ambiente fechado (como um supermercado, por exemplo), o ideal é optar por um que seja ventilado.

2. Mantenha distância de dois metros e evite contato físico

Segundo a médica, por enquanto, o contato físico por meio de apertos de mão, abraços e beijos segue sendo algo contraindicado – e a distância segura a se manter de outras pessoas é de dois metros.

3. Evite conversar com outras pessoas por mais de 15 minutos

Com a retomada das atividades, é natural que as pessoas precisem interagir umas com as outras de alguma forma. Nesse caso, Denise aconselha que estes momentos tenham, no máximo, de dez a quinze minutos. Apesar de não ser algo totalmente seguro, limitar o tempo de exposição ao vírus diminui os riscos de contágio.

4. Evite banheiros públicos

Neste momento, qualquer área pública está sujeita a contaminações, mas, como os banheiros concentram fluidos corporais, a médica aconselha evitá-los.

5. Evite horários de pico nos estabelecimentos

Caso seja preciso ir, por exemplo, ao supermercado, é indicado evitar os horários e dias em que ele está mais cheio, para reduzir os riscos de entrar em um ambiente mais contaminado.

6. Use máscara

Com exceção da máscara do tipo N95 e similares, as máscaras não bloqueiam totalmente a inalação de partículas contendo o vírus, mas usá-las diminui a carga viral recebida. Quanto mais pessoas usarem, menos vírus chegam ao ambiente, e essa carga viral inalada por outras pessoas fica menor ainda.

7. Mantenha a higiene das mãos

Principal recomendação feita por órgãos de saúde desde o início da pandemia, lavar as mãos com água e sabão frequentemente e higienizá-las com álcool gel 70% caso não seja possível lavar segue sendo algo extremamente indicado quando se fala em prevenir COVID-19.

8. Tenha um ventilador atrás de você no trabalho e mantenha janelas abertas

Para quem tiver de retornar ao local de trabalho, a médica aconselha desinfetar superfícies tocadas frequentemente e manter o ambiente o mais arejado possível, deixando as janelas abertas. Ela indica até, se possível, posicionar um ventilador atrás de você ou da sua mesa, de forma que o ar novo e limpo seja direcionado a você o tempo todo.

9. Prefira escada no lugar do elevador

Segundo a epidemiologista, é aconselhado evitar ao máximo áreas comuns no ambiente de trabalho e preferir usar as escadas aos elevadores, já que há menos circulação do ar no último.

10. Procure se sentar perto da janela no trasporte público

No transporte público, a médica aconselha, se possível, evitar horários de pico para fugir das aglomerações. Além disso, é indicado evitar interações desnecessárias, usar máscara, ficar perto de uma janela, não tocar o rosto, usar álcool gel 70% e lavar as mãos assim que chegar ao destino. Se for possível, a médica também indica o uso de óculos de proteção.

11. Evite principalmente 7 lugares

Apesar da reabertura do comércio e de locais de lazer, a médica aconselha ficar longe de:

1. igrejas;

2. restaurantes e bares que não sejam ao ar livre;

3. eventos grandes;

4. festas;

5. salões de beleza;

6. cinemas, teatros, shows ou cruzeiros e

7. idas desnecessárias a hospitais e serviços de saúde.

DESTAS PEDRAS… CONSTRUIREI UM CASTELO!

Neste momento que o mundo inteiro se encontra em isolamento social por causa da pandemia… angústias e ansiedades despontam mais do que nunca, e esta crônica de Mário Quintana nos traz uma boa reflexão… cutuca bem lá no fundo, mexe e remexe dentro de nós e traz uma luz sobre o que de mais importante temos na vida… aqui… e agora.

Ter clareza na percepção sobre tudo o que nos cerca é super importante, saber parar… esperar… ouvir e enxergar além dos nossos olhos, e pensar pra onde queremos ir… Com paciência, resignação e esperança fará toda a diferença. Sempre passamos por tantas coisas difíceis, mas muitas vezes não percebemos ou soubemos… a maturidade nos dá liberdade e essa clareza. Muitas vezes estamos exatamente onde devemos estar, na hora e no lugar certo… Mais tarde vamos ter certezas das nossas incertezas de hoje.

“Depois de muitas quedas, eu descobri que, às vezes, quando tudo dá errado, acontecem coisas tão maravilhosas que jamais teriam acontecido se tudo tivesse dado certo.

Eu percebi que quando me amei de verdade pude compreender que, em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa.

Então pude relaxar… pude perceber que o sofrimento emocional é um sinal de que estou indo contra a minha verdade.

Parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.

Desisti de querer ter sempre razão e com isso errei muito menos vezes.

Desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Isso me mantém no presente, que é onde a vida acontece.

Descobri que na vida a gente tem mais é que se jogar, porque os tombos são inevitáveis.

Percebi que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.

Também percebi que sem amor, sem carinho e sem verdadeiros amigos a vida é vazia e se torna amarga.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.

Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo…”

Veja também: https://oterceiroato.com/2020/07/10/comecar-de-novo-eu/. https://oterceiroato.com/2020/07/08/deixem-me-envelhecer-3/. https://oterceiroato.com/2020/04/21/a-vida-e-suas-pedras/

AVÓS DE HOJE EM DIA…

Sempre me senti uma vovó diferente… Uma avó com corpo e alma de criança… sim ela nunca deixou de existir dentro de mim… vira e mexe ela desperta e sai pra fora. Não acho isso nada ruim, muito pelo contrário me sinto mais próxima dos meus netos que vivem em outro tempo. A vida muda e eu mudo junto… ficamos mais modernas e antenadas… e vamos construindo nossas histórias de vida juntos. Quero deixar muita coisa boa pro meu legado. Eu adoro estar perto dos meus netinhos sempre. Todos (3) moram fora do Brasil. Morrooooo de saudades 👀 do meu 🇬🇧 João Pedro, 🇺🇸 do Noah e 🇫🇷 da Eva 😍. Virtualmente ou presencialmente estou sempre presente em suas vidas, acompanhando seu desenvolvimento… graciosidades… e suas descobertas do mundo. Sempre que podem eles vem pra cá 🇧🇷na casa dos vovós ou eu viajo ✈️ pra lá e passamos então muito tempo juntos… grudados mesmo, eu diria rsrsrs. Construímos muitas histórias sensacionais e nos divertimos muito juntos. São tempos preciosos na nossa vida. Quero que sintam e saibam que os amo ❤️❤️❤️ muito e que os nossos momentos únicos sejam marcados pelo com afetos e ternuras; risadas e brincadeiras; castelos de areia e algodão doce; princesas, príncipes e lobo mau; histórias, danças e muita músicas, ou seja pintando e bordando muitoooo. Avós modernas são assim não param de inventar e aprontar. Na verdade são outros tempos agora… somos avósuma nova vovó velha!

“Quer dizer que o lobo mau conseguiu engolir nossa vovozinha? As que usavam touquinha e tinham voz rouca foram papadas, sim, meus pêsames. Mas olhe agora, o que vemos? Avós de jeans, dirigindo jipes, cabelo pintado, óculos escuros. Avós que trabalham, que viajam, que dão festas, que namoram. Avós que fazem lipo, aeróbica, jogam paddle (…) Será que elas sabem pregar um botão? Não custa tentar, mas se a empreitada der errado, não complique. Ela terá o maior prazer em levar a netinha para comprar uma roupa nova no shopping. E o almoço de domingo? Também mudou. As avós de hoje não andam dispostas a engordar nem um grama com macarronadas familiares e muito menos a quebrar suas garras vermelhas lavando panelas. Que tal um buffet frio, muita água mineral e salada de frutas?
Netos e netas, não sintam-se desamparados. As avós de hoje são muito mais participantes. Podem não lembrar direito das histórias de Gulliver, Pele de Asno ou Gato de Botas, mas têm histórias pessoais tão encantadoras quanto. São mais divertidas e menos preconceituosas. Têm mais saúde e disposição para enfrentar parques, teatrinhos, zoológicos. E o fato de buscarem a eterna juventude não lhes tirou um pingo do afeto que sentem pela terceira geração. Ao contrário: nunca vi tantas avós apaixonadas por seus netos. É um amor enorme, desinteressado, sem o ônus do compromisso, só do prazer.


(…) Se por um lado estamos perdendo a imagem romântica da avó que cozinha, faz tricô e tem roseiras no quintal, por outro estamos ganhando uma avó bonitona, que tem o maior orgulho ao falar de nós para as amigas e que sempre estará disposta a nos dar um colo. Muito colo! Desde que esteja com uma roupa de microfibra, bem entendido.
O amor, que é o que interessa, não mudou. Mas mudaram as avós (…) que falam gíria, bebem cerveja e estão sempre prontas para uma novidade; são avós tanto quanto as nossas saudosas velhinhas de casaquinho nos ombros. Passarão, como toda mulher, pela menopausa, pela osteosporose e por outros distúrbios da idade, mas, certamente, não aceitarão o papel de uma avó caseira, bordadeira e sem outra ambição que não seja cuidar dos netos. Inovaram… ousaram… mudaram… super criativas e amorosas.

Sempre se disse que a avó era uma “segunda mãe”, pois ela nunca esteve tão parecida com a primeira”.
Esta crônica que eu adoro de Martha Medeiros, nunca enxergou e colocou tão bem como somos agora, bem isto é muito mais 👀. Sou sim uma Vovó muito coruja! Agora nos tempos modernos sinto que fomos mudando… nos reconstruindo e deu nisso. Uma nova vovó velha, se é que me entendem 😉. Quero desejar a todos os avós que me acompanham e os que ainda virão… um Feliz Dia das Vovós cheio de afetos, amor e muitaaaa felicidade. Curtam muito este seu dia, “virtualmente” ou “presencialmente” como puderem😷💻📱☎️🏡✈️🎼🎬🍭🍿🌈💐🙅🏻‍♀️… sei que devido a pandemia 🦠 este dia será diferente para todos nós… mas com criatividade podemos transformar💞💓 este dia em algo muito especial e marcante ❤️ ❤️ ❤️.

Veja também: https://oterceiroato.com/2020/04/12/heranca-do-amor-maes-e-filhos/. https://oterceiroato.com/2020/04/09/album-memorias-de-uma-avo-vovo-bia/. https://oterceiroato.com/2020/04/03/vovo-e-uma-uva-vovo-moderna/. https://oterceiroato.com/2020/03/23/ser-avo-pela-primeira-vez-e-maravilhoso/

SE EU PUDESSE CONVERSAR COM CLARICE LISPECTOR…

Se eu pudesse queria conversar com você Clarice Lispector, pela janela da minha sala escancarada, de robe e com meu cabelo ainda desgrenhado… bem cedinho. Eu daqui tomando um café fumegante acabado de ser passado no coador de pano e com uma bela fatia de bolo de fubá fumegante na mão, que certamente você me acompanhando do lado de lá da calçada e então te perguntaria: o que você faria na quarentena?

Como não posso, vou experimentar o que já sugeriu e pensar… “se eu fosse você, como seria e o que você faria neste período de isolamento?”… esta sua pergunta me provocou um novo olhar e me trouxe grandes reflexões sobre a que é importante na vida.

Vejo muitas coisas acontecendo pela televisão, os noticiários não falam de outra coisa é coronavírus pra cá, fique em casa e mortes pra lá… dia e noite. Uma explosão de estatística do mundo inteiro de hora em hora, instaurando um medo absurdo de pegar este vírus tão invisível, de fácil contaminação e tão devastador. A ansiedade desponta e me tira o ar.

“Melhor desligar a TV um pouco e viver, se atualize apenas uma vez ao final do dia, já basta. Aproveite a beleza e a simplicidade das pequenas coisas do seu dia a dia e respire fundo, apenas sinta a vida”, você aconselharia. E assim eu faço!

Ainda sem vacina ou algo para curar, nem sequer um remédio potente capaz de controlar a sua devastação em nossos pulmões, obrigou o mundo a parar… se isolar socialmente em suas casas e se protegerem a si mesmo e aos outros… Sim, o mundo inteiro parou… e continua parado, não sabemos até quando. Estamos numa pandemia. Uma guerra contra o invisível.

“Melhor se cuidar e relaxar, tenha paciência e esperança… Pode ler estudar, escrever… tente inovar e descobrir os prazeres da vida nas pequenas coisas, que a muito tempo você deixou de perceber por causa do corre corre e da vida atribulada. Aproveite melhor o tempo que tem agora, use e abuse dele, não desperdice esta chance. Será um grande aprendizado, vais ver.” você lembraria. E assim eu faço!

Percebo que tem governantes que resistiram um pouco a isto tudo no começo e foi devastador o resultado em seus países… Desta forma causaram mais sofrimento e mortes ao seu povo, assistimos isto com uma tristeza profunda, o que estes erros trouxeram…

“Ainda dá tempo de não cometermos o mesmo erro, afinal estamos vendo e temos mais tempo. Não queremos que isto aconteça por aqui também, não é verdade?”, certamente me alertaria. E assim eu pensaria e faço!

Mas aqui o que vejo chega a ser ainda pior, pois além do presidente não perceber a gravidade do momento que vivemos, faz pouco caso das nossas vítimas e das tantas mortes que agora só tendem a subir cada vez mais rápido. Tenta ainda desmoralizar tanto as recomendações da OMS, como dos nossos governadores dos estados brasileiros, que fazem imensas campanhas para conscientizar o povo, fiquem em casa…

Toda esta irresponsabilidade causa mais stress e gera um aumento nos problemas sociais, econômicos e políticos do país… além de estar na contramão, dando péssimos exemplos. Cada dia uma nova polêmica. Confunde a cabeça de muitas pessoas.

Pobre de nós brasileiros, enfrentamos duas guerras ao mesmo tempo a da vírus e o da incompreensão dos políticos que deveriam proteger o seu povo. Desestrutura seus Ministérios, dispara barbaridades nas redes sociais, fomentado por vaidades abaladas e incompatibilidade de pensamentos, onde muitos baseado na ciência pedem a todos que fiquem em casa, colaborem… enquanto poucos dizem temos que trabalhar agora. Vamos morrer mesmo, vira pano de fundo… as loucuras se juntam e mostram a sua cara… se destacando nas manchetes pelo mundo afora. Instauram-se o salvem-se quem quiser ou puder. E assim caminhamos, como sempre tentando sobreviver… na corda bamba e agora enfrentando uma pandemia.

“Acorde, você é quem faz as suas escolhas, não eles. A casa e a vida são sua, relaxe e fique em casa. Siga sua intuição e seus pensamentos. Procure em sua casa o que fazer, tem tantas coisas… redesenhe a uma rotina e que ela seja bem variada e criativa fazendo bem a você, tem que ser bem pensada. Inove, experimente coisas novas, descubra um sentido da vida pra você… Então relaxe, respire fundo e comece agora já”, assim voce aconselharia. E assim eu faço!

Tudo está de cabeça virada para baixo. Mortes, hospitais lotando… o sistema de saúde sufocado não está dando mais conta de tantos pacientes graves ao mesmo tempo. A morte ronda as UTI, muitas vezes esquecidas e sucateadas… com seus respiradores acabando. Estão todos correndo atrás do prejuízo causados por tanto tempo de descaso com os sistemas de saúde desabastecidos. E olha que tem muitos usando a criatividade e dando seus jeitos pra tentar melhorar ou sanar os graves problemas surgidos… Tentam todos cientistas, pesquisadores, técnicos num trabalho conjunto mundial, todos buscam sobreviver. Todos em busca de uma vacina que pode conter está pandemia. Mentes brilhantes juntam esforços.

Pedem para ficarmos em casa enquanto eles preparam os sistemas de saúde para que possa atender a todos os pacientes que irão precisar… correm contra o tempo.

Os médicos e o pessoal da saúde trabalhando incansavelmente nas linhas de frente arriscando suas vidas… nossos verdadeiros heróis agora.

Tudo está sendo adaptado. A maioria consciente da gravidade do momento faz o que é preciso. A vida está em primeiro lugar.

“Aproveite este momento como uma grande oportunidade de aprendizado para a sua vida. Recupere a leveza, a poesia e o encanto no que temos de mais simples e belo agora e no podemos ter agora… viver. Viva apenas isto”. ela me diria. E assim eu faço!

A economia mundial parou… empresas quebrando, desemprego em massa, meios de transportes restritos… os restaurantes só para entrega em delivery, escolas e todo o comércio fechados… só o que atende as necessidades estritamente básicas e essenciais de alimentação e saúde podem funcionar e com restrições de convívio social, com uso de máscaras e sem aglomerações.

Com a demora do dinheiro extra do governo a chegar no bolso dos realmente necessitados, a criatividade e a inovação tem acontecido e muita gente querendo ajudar.

Solidariedade tem surgido de muitas formas diferentes, todos lutam para sobreviver e ter o que comer… Ajudas vem de muitos lados e de formas diferentes.

“Tudo está diferente agora, temos que ter paciência e esperança… tudo vai passar, acredite… tenha fé, saiba esperar.”, me aconselharia. E assim eu faço!

A internet e às redes sociais são nossos aliados agora, bem vindos sejam… uma febre mundial que pode ser usados: para o “bem” melhorando os relacionamentos e com propostas de ótimas lives e demais projetos ao vivo… e para o “mau” com suas fake news e desatinos. Saber filtrar, ou seja, selecionar o que de fato nos importa é o deve ser visto e considerado, tem sido um grande desafio para todos nós.

Avós e netos foram separados, afinal tinham que proteger os idosos, que estão no grupo de risco… todos tinham que fazer a sua parte. Ao vivo não dá, mas a internet surgia como uma forma de interagir mais e se comunicarem pra contar como andam as coisas por aqui e ali.

Há muitos que acreditam na importância do isolamento social, do “fique em casa”, onde somos obrigados a mudar a rotina e tendo que conviver dia a dia com seus familiares. Atinge, aí, sua epifânia.

O que no começo não parecia tão difícil… era até divertido mas com o tempo tiveram que se (re) descobrirem… e o que parecia ser bom e diferente começou a desandar e a incomodar. Os relacionamentos quando se obrigam a ter uma maior convivência diária como agora, tem se mostrado uma verdadeira turbulência, sendo retratadas com intensidade todas as formas do relações humanas. Respeito ao outro e as diferenças se faz necessário, mas o difícil é ser aplicado.

Muitos tem se aproximado e se redescoberto como algo prazeiroso e em coisas que haviam sido esquecidas, são resgatadas… e despertando, para algo melhor ainda pra levar no futuro… enquanto outros se desalinham, se atacam, se matam e se destroem na certeza que não dão mais certo nesta convivência. E agora José?

“Esta se sentindo entediada com seu papel de esposa/marido e mãe/pai de família, filho pequeno ou adolescente dentro de casa?… Chegou a relaxar em suas tarefas diárias, sentir que não queria mais fazer isto assim ou assado… Hora da verdade, de repensar o que é importante pra você na vida… o que te faz feliz?Hora de parar e reprogramar.”. me perguntaria. E assim eu faço!

Há outros os que não acreditam nisto e desafiam a sua vida e dos demais… como que numa cegues e surdez destemida, fazendo diferente do que é preciso ser feito.

“Será que precisava de algo assim, pra fazer você despertar pra vida? Muitas coisas passam por nós despercebidas e adormecidas, quando vem algo, como uma bofetada e nos desperta enfim, ela chegou. O que realmente é importante pra você ser feliz na vida?”. me perguntaria você. Eu sei!

E eu te diria, não quero morrer agora, quero aproveitar bem o tempo que ainda tenho para viver e ser feliz. Tenho sonhos e muitos planos, estão sendo apenas adiados… e em breve retornarei firme e forte, cheia de saúde e amor pra dar e receber.

Me aguardem, tudo passa! Paciência e otimismo foram sempre a minha bandeira, e não será diferente agora.

Estou em casa á mais de um mês, aproveitando as pequenas coisas que a vida me dá e feliz por estar com saúde e de bem com a vida.

Sinto-me muito bem.

Veja também: https://oterceiroato.com/2020/04/15/sou-o-que-quero-ser/. https://oterceiroato.com/2020/03/25/saudades-dos-velhos-tempos/

COMEÇAR DE NOVO… EU…

Quantas vezes pensamos: Ah, se eu pudesse começar de novo, faria tudo diferente…


Começar de novo não é necessariamente começar de novo. Quando a vida lhe der uma oportunidade de recomeçar, pense novo. Às vezes, essas oportunidades chegam em forma de rupturas, mudanças dramáticas, perdas, rejeições, doenças. Às vezes, a chance se esconde no fim das grandes crises, das guinadas da sorte, das puxadas de tapete. Às vezes, só criamos coragem depois de perdermos o rumo, o chão. Na maior parte das vezes, só enxergamos com clareza quando estamos de fora.

Começar de novo não é reiniciar, é inventar outro padrão. É preciso reconhecer os erros, os nossos e os alheios, as fraquezas, os excessos, os entraves. Começar novo é permitir-se inclusive novos enganos, erros, fragilidades mas não os mesmos.
Só quem já apanhou da vida é capaz dessa façanha: passar os planos a limpo, faxinar os porões do coração, despedir-se daquelas dores crônicas, libertar-se do passado. Quando os velhos modelos falem, os antigos códigos não dizem mais nada, o futuro imaginado desaparece e até os sonhos murcham mas a despeito de tudo você percebe saídas, diagnostica a crise, identifica as fragilidades e não se dá por vencida, nesse momento você está engendrando o novo. Não uma retomada mas uma nova história.

Só quem viveu bem suas perdas e enganos pode começar novo. Só quem conhece o peso do fracasso, da solidão e da esperança perdida pode trocar de pele, escolhas, script. Como disse o filósofo: O que não me mata, me fortalece. Alguns caminhos, erros e ideais só se percorre, comete e persegue uma vez. Muitos deles tem prazo de validade. Nossas escolhas, certezas e sonhos não são estáticos; muitas vezes são eles que se mudam de nós, desistem de nós, insistir é burrice, é prolongar o desgaste.
Quando a vida lhe der uma oportunidade de recomeçar, seja generosa, diga sim, surpreenda-se e experimente ser a pessoa que você se tornou depois que enfrentou suas noites traiçoeiras, chorou suas perdas, atravessou seus desertos, matou seus leões.”

Assim nos diz Hilda Lucas, o que eu concordo em muitas coisas do que ela diz. Nestes tempo de pandemia, onde o medo e a morte ronda por perto… estamos tendo oportunidade de refletir sobre a nossa vida. Eu nunca vou ser daqueles que dirá ao final da vida… se eu tivesse mais tempo, mudaria… Eu mudo agora e todas a vezes que precisar. Quero me sentir realizada agora… faço a minha parte. E você? Já pensou sobre isto? Me conta…