EU VOU SER VOVÓ… PELA PRIMEIRA VEZ… Á DISTÂNCIA…

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“… E eu, avó de primeira viagem… inicio a caminhada por essa nova e longa etapa de minha vida. Novos sentimentos vou descobrindo… Ser avó pela primeira vez é um marco único… importante e  definitivo na nossa vida. Ser vovó á distância…  é outro desafio a se vencer”. Bia Perez.

Ser avó, para nós mulheres, é a possibilidade de criar novos rumos no viver, re-contar histórias, escrever, registrar os eventos… Este é um deles…

Parto hoje daqui  (com o coração pequenininho)… depois de um tempo (77 dias) juntinho… curtindo meu neto, filho e nora que agora passam a morar aqui… tão distantes do Brasil. Lembranças lindas e  doces… é tudo que levo comigo hoje.

Sim vou pensar em vocês a cada passo que der. Espero que a vida os trate muito bem.  E espero que tenham tudo que sonharem! Na vida temos que ter a coragem de abraçar todas as oportunidades que nos aparacem… e acreditar em nossos sonhos. Isto vocês fizeram e só tenho a abençoar e pedir a Deus que os  proteja.

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Sou hoje a saudade do seus bracinhos abertos me aconchegando estendidos para te pegar do berço… do seu largo e inocente sorriso me olhando… dos seus olhinhos curiosos enxergando o mundo inteiro… (Bom dia mundo!!! Boa noite mundo!!!)… e experimentando de tudo um pouco! Sou a saudade dos seus dedinhos buscando os meus… entrelaçando-os até você adormecer juntinho da vovó, meu netinho querido…!

Sou hoje a saudade da sua risada leve… da sua emoção contando todo feliz e realizado como foi seu dia no trabalho… dos gostosos lanchinhos que fazia carinhosamente no jantar… do sorvetinho de sobremesa… e das longas noites assistindo aos seriados e filminhos… Sou a saudade dos longos passeios animados e divertidos me mostrando todas as histórias e as belezas do seu novo lugar, meu filho querido…!

Sou hoje a saudade de vê-la cuidando do seu lar e da sua família com tanto carinho e amor… Deste amor que transborda o seu ser, na entrega total ao seu filho e ao seu marido…  Sou a saudade dos nossos almoços e das pizzas que você mesma fazia… das nossas passeadas divertidas nos trens e pelo bairro com o carrinho de bebê apreciando o pôr do sol… com ou sem chuva… dos filminhos da nossa sessão da tarde… e das nossas gostosas conversas e risadas, minha norinha querida…!

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Ah, sim já sinto saudades!!! Fui me  despedindo cada dia um pouquinho! Vou ficar tentando lembrar de tudo que eu vivi aqui. Cada momento vivido… eternizarei dentro do meu coração.

Sou a soma de tudo isso, e infinitamente muito mais. Sou toda “coração”… amor e sentimentos! E além de tudo isso, sou eu mesma!!!

Vou carregada de todas estas lindas lembranças que me encorajam, me orgulham  e me confortam muito… me acrescentando novas experiências na minha vida… certa de que escolhem bem …

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“Ah, claro! Fotos e vídeos… muitassssss…

Para fazer longas paradas”. São paradas para me fazer relembrar nossas histórias vividas e que deixam saudades.

Revejo tudo na minha memória e pelo álbum de retratos.

Ah, tem ainda o skype uma distância que nos aproxima. Quem diria… isso ajudará bastante para amenizar minha saudade!

Sentirei saudades , saudades de tudo!! Saudades é coisa boa!

Agradeço tudo que fizeram por mim nestes dias… muito, muito obrigada mesmo…  e um até breve. Que Deus os abençoe!

Com amor… mil beijos.

Vovô Bia.

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MORAR FORA DO BRASIL: 10 DICAS PARA SE ADAPTAR A UMA NOVA CULTURA.

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“Temos de nos tornar na mudança que queremos ver”. Mahatma Gandhi.

Como tenho contado para vocês estou um período (3 meses) em Londres auxiliando meu filho e sua família que estão se mudando para cá. Não conhecia o País e estou encantada com o que estou vendo aqui. Sim, voltarei muitas vezes para cá.

Pra começar a “gentileza” das pessoas e o “respeito ás diferenças” são bem fortes aqui… fazia tempo que não me sentia tão bem acolhida num lugar. Londres é  uma cidade multicultural onde todos convivem bem. Por morar na cidade de  São Paulo onde todos parecem correr muito de um lado para o outro…  as pessoas com pressa pararam de se olharem… de se cumprimentarem, perderam assim um parte muito importante no seu dia a dia, raramente isto acontece conosco tirando nossos amigos e familiares. O “outro” parece não existir mesmo dentro do elevador.

Outra coisa que merece destaque é sem dúvida a “segurança”…  que não temos e estamos perdendo cada vez mais e o pior parece que estamos nos acostumamos com os cuidados que temos que tomar e simplesmente aceitando… se conformando ou então mudando de País.  Me pergunto constantemente: quando é que os governantes vão pensar em nos dar a liberdade de ir e vir com segurança em nosso País? E melhorar a nossa Educação, Saúde, Economia…? É tão bom poder andar livremente pela cidade, pelos bairros a qualquer hora do dia e da noite… com seu celular, acessórios, bolsa e carteira… sem correr o risco de voltar para casa sem elas.

Também gostaria de dizer que é possível utilizar os “meios de transportes públicos” aqui com muita facilidade. Vamos para todos os lugares, utilizando diversos tipos de transportes com conforto e rapidez. Muita informação e acessibilidade o que ajuda a todos.

Durante toda minha vida assisti perplexa o que estamos perdendo a cada dia e mais… mais… temos acumulado perdas grandes nas ultimas décadas. Por isso entendo perfeitamente que mais pessoas pensem em morar fora do Brasil.

Leiam o que Érico Maia, do blog eLondres (o portal já existe há 13 anos, então tem bastante coisa legal, visite), que me encanta e sempre tem excelentes dicas (como estas) pra ajudar tanto quem vai para Londres a passeio como para morar, vale a pena conhecer o que ele diz. Estas 10 dicas estão originalmente no link, leiam: https://www.elondres.com/morar-fora-do-brasil-10-dicas-para-se-adaptar-a-uma-nova-cultura/.

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“A decisão de morar fora do Brasil é sempre cercada de muitas expectativas sobre o novo país de destino: a cultura, as pessoas e até o ritmo de vida diferentes causam dúvidas e uma certa ansiedade. O período de adaptação nem sempre é fácil — afinal, você estará longe da sua família e amigos, em um lugar novo e desconhecido, provavelmente sem conhecer ninguém.

Para que você consiga vivenciar esse momento com a cabeça mais tranquila, hoje compartilho estas 10 dicas (de Érico), que vão te ajudar a driblar a solidão e se adaptar a uma nova cultura! Vamos lá?

PREPARE-SE PARA O CHOQUE CULTURAL

Ao se mudar de país, tudo parece diferente e pouco familiar. É preciso conhecer novos hábitos alimentares, adaptar-se a um clima diferente, familiarizar-se com uma segunda língua e assimilar os valores e costumes desse novo país. Cada um passa por esse choque de uma forma e isso está relacionado com as expectativas e com o conhecimento de cada um sobre o país de destino.

Para lidar com essa etapa, é importante pesquisar bastante sobre o lugar para onde você quer se mudar para identificar as diferenças e similaridades em relação ao seu país, além de se familiarizar com as práticas dessa nova cultura. Estar aberto à diversidade e ao aprendizado é essencial para minimizar os possíveis efeitos negativos do choque cultural — que, para algumas pessoas, incluem a depressão e o stress.

CONHEÇA A LÍNGUA

Ter conhecimento de uma língua estrangeira no Brasil não é garantia de que você não terá dificuldades em se adaptar a uma nova cultura. Elementos como o sotaque, as gírias e até mesmo o nome de alguns objetos comuns podem ser difíceis de assimilar em um primeiro momento.

Quando você não se lembrar de alguma coisa, tente explicar com outras palavras e não se frustre: se até na sua língua nativa você pode se esquecer de uma ou outra palavra, é natural que isso ocorra morando fora.

ABRA A SUA CABEÇA

Não é fácil estar inserido em um país no qual os valores, os costumes e a cultura são completamente diferentes dos seus. Por isso, uma das estratégias para se adaptar com mais facilidade é estar com a cabeça aberta para experimentar novas coisas e tentar assimilar esses novos costumes.

Antes de rejeitar um novo alimento ou determinado hábito, faça uma tentativa bem-intencionada de se adaptar. Quem sabe você não vai acabar se surpreendendo?

EVITE COMPARAÇÕES

O grande desafio para se adaptar a uma nova cultura é aprender a conviver com as diferenças. A melhor forma de fazer isso é manter uma atitude positiva e aberta em relação às novidades.

Evite comparar hábitos, costumes e alimentos diferentes do que você está acostumado. Ser diferente não significa ser pior. Fuja das comparações entre o Brasil e o seu país de destino e encare as novidades com entusiasmo e boa vontade.

SEJA SOCIÁVEL

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Um dos fatores que mais ajudam a acelerar a adaptação de quem vai morar fora do país é conhecer novas pessoas. Procure fazer novas amizades e ser sociável com as pessoas com quem você trabalha ou estuda e não tenha vergonha de convidar para um café ou um happy hour. Uma vida social ativa é uma boa maneira de amenizar a saudade dos amigos e familiares que ficaram no Brasil.

BUSQUE AFINIDADES

Uma ótima maneira de fazer amizades no início é encontrar pessoas que estejam em uma situação semelhante à sua — ou seja, outros imigrantes ou intercambistas. Independentemente do fato de que essas pessoas também vêm de outros países e culturas, vocês terão algo em comum: estão tentando se adaptar à vida em um novo país, longe da família e dos amigos.

Em geral, outros imigrantes serão mais abertos e dispostos a criar laços sociais, uma vez que estão passando pela mesma situação e também estão buscando companhia.

MANTENHA CONTATO COM O BRASIL

Os primeiros meses fora de casa são muito difíceis para qualquer um. Afinal, ainda não deu tempo de fazer novas amizades e é muito normal sentir saudades de casa. Para minimizar esse trauma, planeje-se para manter contato regular com sua família e amigos no Brasil.

Eles te darão suporte emocional para passar por este momento de solidão e te ajudarão a se lembrar do por quê de você ter decidido viajar. Pode parecer uma dica boba, mas contar com o suporte dos seus amigos e familiares é um fator extremamente importante para a sua adaptação em outro país. A internet (wiFi) ajudará muito e tem sempre gratís em alguns cafés ou lugares próximos de você… descubra.

CONHEÇA AS PAIXÕES NACIONAIS

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Outra maneira de integrar-se a uma nova cultura é ter interesse pelas “paixões nacionais” e valorizar esse aspecto da cultura local. Se você foi morar em um lugar em que o basquete ou o rugby são esportes populares, vá a um jogo ou tente conhecer melhor as regras para poder participar das conversas sobre o tema.

O mesmo vale para qualquer outro esporte: nem todos os países valorizam o futebol como o Brasil e, para se adaptar, a dica é tentar se interessar por aquilo que as pessoas ao seu redor gostam. Assim, você terá mais assunto para conversar e mais facilidade para fazer amizades.

SEJA OBSERVADOR

Para não cometer gafes, observe como as pessoas se comportam ao seu redor, a maneira como elas cumprimentam umas às outras e as dinâmicas das relações sociais. O povo brasileiro é muito aberto e receptivo, mas nem todas as culturas são assim.

Cumprimentar com beijos ou abraços, que são formas perfeitamente normais de conhecer alguém no Brasil, pode ser mal interpretado em países em que as pessoas são mais reservadas. Observar como as pessoas se comportam é um bom atalho para entender melhor as dinâmicas sociais de cada lugar.

ACOMPANHE AS NOTÍCIAS

Saber o que está acontecendo e quais são os fatos importantes também é uma boa dica para se integrar à cultura e ao dia-a-dia de um novo país. Além de ser uma maneira de ter assuntos interessantes para conversar com as pessoas e criar laços sociais, acompanhar as notícias também é uma forma de despertar o seu interesse pelo que acontece no país.

Com essas dicas, a sua adaptação a uma nova cultura deve ser mais rápida e tranquila. Nos momentos difíceis, lembre-se dos motivos que o levaram a mudar-se do Brasil e siga em frente para atingir os seus objetivos. Pesquisar sobre o seu destino é sempre bom para começar a se inteirar sobre a cultura local.”

Curtiu estas dicas de Érico? A meu ver descreve de forma leve e objetiva o que podemos fazer e levar em consideração por lá.

Se o seu objetivo é morar (ou passear) em Londres, então confira no Blog elondres outras dicas essenciais para adaptar-se à cultura inglesa.

https://www.elondres.com/morar-fora-do-brasil-10-dicas-para-se-adaptar-a-uma-nova-cultura/

TAG TOP 7.

TOP 7

“Falar sem aspas, amar sem interrogação, sonhar com reticências, viver sem ponto final”. Charles Chaplin

Oi… Tudo bem pessoal?  Ainda estou aqui em Londres… Adorando!

Fui indicada pelo o blog quaseamores.wordpress.com , para participar da TAG Top 7. Esta TAG consiste em indicar pessoas para fazer um post com o tema #Top7, onde elas têm a liberdade de escolher sobre o que querem falar (Ex: #Top7: Filmes, #Top7: Músicas, #Top7: Séries, #Top7: Blogs, #Top7 de tops…), do que vocês escolherem, o tema é livre. Adorei responder a TAG, o mais difícil foi escolher um tema rsrssr….

Então vamos lá… #Top7 dos Lugares Imperdíveis… mais lindos e agradáveis… que já conheci e recomendo rsrsrs …

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7- PUNTA CANA.  Imagine um lugar com o mar turquesa do Caribe, areia banca, milhares de coqueiros, sol o ano todo e luxuosos complexos hoteleiros (mais de 30 resorts) com tudo incluído: esse lugar é Punta Cana… um paraíso no mar do Caribe... é o mais importante centro turístico da República Dominicana. É um destino mais bucólico, voltado para quem prefere aproveitar dias relaxando na frente da praia e curtindo todo o conforto de um resort… assim que eu fiz e amei!  Se desejar entrar em contato com a natureza, mergulhe com os golfinhos em um cenário paradisíaco e inesquecível. Com certeza aqui é um paraíso perfeito para o seu descanso.

6- MADRI.  É o coração da Espanha. Uma cidade apaixonante, com centenas de espetáculos teatrais, ópera, milhares de bares e uma vida noturna incrível… uma cidade viva e intensa… e cheia de histórias.  Com muito sol, vida pulsando 24 horas, comida boa e arte: assim é Madri, a capital da Espanha! . Aiii Madri, quem conhece se apaixona!

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5- RIO DE JANEIRO. É a cidade brasileira mais conhecida no exterior, tem a fama de possuir um povo alegre, ávido por sol, praia, futebol e samba…. e história. O Rio é a cara do Brasil; concentra em si tudo que uma cidade do mais alto padrão pode oferecer: muitos restaurantes, peças teatrais, passeios históricos, opções para a noite, caminhada ao ar livre, é também sede de grandes empresas. É  a segunda maior metrópole do país, e é claro, tem praias deslumbrantes uma beleza natural espetacular. Só tem um problema velho conhecida nossa… a falta de segurança.

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4- NOVA IORQUE. É impressionante por diversos motivos…cosmopolita, moderna e ao mesmo tempo clássica, dinâmica e culta, assim é Nova York. É a cidade mais populosa dos Estados Unidos. Um lugar onde ao lado de arranha-céus, vivem parques extremamente arborizados. Ideal para quem gosta de programas culturais, de musicais, de atividades ao ar livre, paisagens urbanas ou de panos de fundo encantadores – Nova York é um lugar versátil, para visitar e revisitar várias vezes.

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3- PORTO (PORTUGAL).  A cidade do Porto é sinónimo de boa comida, de gente simpática e solidária, de uma beleza e genuinidade que não se encontra em muitas cidades europeias. E quem passa por aqui, acaba quase sempre por voltar…é  apaixonante, logo à primeira vista! Uma Mini Veneza portuguesa eu diria rsrs. Amei!

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2- LONDRES. É uma das mais notáveis e excitantes cidades do mundo! Pode ser romântica, alternativa, antiga, moderna, boêmia, consumista, artítica, fashion, esportista ou careta… Sempre tem alguma coisa diferente para oferecer, surpreendendo o viajante a cada esquina com seu passado histórico e presente vibrante.  Uma cidade onde há história e arte para onde quer que olhe… uma vida cultural agitada e cosmopolita com gente interessantíssima, oportunidades de estudar, trabalhar, crescer e aprender, certamente Londres é um lugar mágico. Onde estou agora e recomendo muito.

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1- PARIS.   É romântica, emocionante, histórica… Paris  vibrante, chique elegante! Uh la lá…  Tudo o que contam sobre Paris é verdade… e muito mais… você nunca se arrependerá de conhecer e retornar várias vezes em Paris. Descobrirá sempre coisas novas. Poucos lugares do planeta marcam um antes e um depois tão claro na vida de quem a visita… Estarei lá em breve setembro) no meu niver… Bon voyage então.

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Indico esses blogs abaixo para participarem:

  1. Rolf do blog https://rolfcruz.wordpress.com/
  2. Patricia do blog https://camporeja.wordpress.com/
  3. Gil do blog https://casuismo.wordpress.com/
  4. André do blog https://andrehotter.com/
  5. Bethânia do blog https://umtempofora.com/
  6. Anísio do blog https://anisionogueira.wordpress.com/
  7. Jaqueline do blog https://jaquelineborgesblog.wordpress.com/

Adorei…  até a próxima, beijos!

 

TAG: SIX ON SIX .

SIX ON SIX

“Aquele que vive na esperança, irá morrer de jejum…” Benjamim Franklin

Oiiiii…. Estou agora aqui pra responder mais uma TAG.

A ideia dessa Tag é revermos as nossas primeiras metas para o ano e colocá-las em prática… ou (re) formular…  Sim, aquelas que ainda pretendemos concluir até dezembro.

Acredito que quando listamos as metas e damos um prazo (curto/ médio ou longo prazo), já nos empenhamos mais em realizar aquilo que propomos. Muitas delas foram  tão almejadas no início, mas esquecidas com a correria ao longo do ano… rsrsrs.
Enfim, vamos ás regras:

  1. Liste e descreva 6 metas que deseja concluir até dezembro deste ano;
  2. Indique 6 blogs para responder a tag;
  3. Avise os que foram marcados na tag mandando o link do post;
  4. Envie o link do seu post ao blog que lhe indicou como agradecimento.

Então se eu posso desejar 6 coisa para fazer até dezembro, vamos lá:

Metas á concluir até o fim deste ano:

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  1. Comemorar meu niver (1/setembro) em Paris… Já estou aqui perto (Londres).
  2. Fazer a Festa de 1 ano do meu neto que mora em Londres (aqui em minha casa, no Brasil em novembro). Quero eu mesma preparar uma decoração especial de acordo com o tema escolhido pelos pais (“O pequeno príncipe”).
  3. Melhorar meu Inglês… Urgente!
  4. Melhorar minhas atitudes em relação á “exercícios físicos” e a “alimentação”. Com mais seriedade, disciplina…. sem boicotes rsrsr. Cuidando melhor de minha saúde!
  5. Começar um trabalho voluntário.
  6. Diminuir meus gastos (tá dificil aprender isso rsrs)… Economizar mais! Organizar minhas finanças.

Pronto! Agora vamos aos Blogs indicados para a TAG:

Adalberto do Blog https://betoqueiroz.com/

Jaqueline do Blog https://jaquelineborgesblog.wordpress.com/

Minha xara Beatriz do Blog http://www.blogsince85.com/

Gabriel do Blog https://litherarium.wordpress.com/

Oliveira do Blog https://grupomoneybr.wordpress.com/

Betânia do Blog https://umtempofora.com/

Fico muito grata e feliz pela indicação para a“TAG: SIX ON SIX”… pelos queridos Blogs:  Devaneadora de Ideias  e diversosinfinit8s/.

Muito boa esta TAG adorei (re) pensar… refletir os nosso desejos! Foi um momento de rever e ir em frente para concluí-las. Espero que consiga realizar todos estes meus desejos.

Adorei refletir sobre minha metas… algumas já estavam esquecidas… rsrs

Espero que gostem!

Beijoooooooos….

COMO VIAJAR COM BEBÊ NO AVIÃO? (Internacional/ Londres).

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“Os melhores momentos da vida não são aqueles em que você respira fundo… e sim aqueles que tiram o fôlego.” Anjos da Vida.

Já tinha contato aqui que meu filho mudou-se com a sua família para Londres. Ele foi na frente (em 19/maio) para iniciar seu novo trabalho e alugar um apartamento para levar sua família… nós fomos logo em seguida com tudo organizado por lá (em 14/junho).

Foi um grande desafio que enfrentei (amos)… viajar de avião para Londres com minha nora e meu neto, um bebê de apenas 7 meses de idade. Confesso que esta nova experiência me (nos) deixou um pouco ansiosa a princípio… onde as informações da internet foram fundamentais para o sucesso da viagem (meu otimismo tambésm rsrssr).

Viajar de avião com bebês pequenos é uma dificuldade para muitos pais. Além de precisar ter mais atenção na hora da compra da passagem e de alguns detalhes no embarque, é importante também saber o que fazer durante o voo, quando os bebês costumam ficar inquietas.  O Post ficou um pouco longo, mas consegui abordar todos os itens do antes: durante e depois da viagem… Paciência!

Hoje quero dar dicas sobre “como viajar com bebê num voo internacional”, no caso Londres. O que fizemos e o que recomendo.

PRIMEIRO MOMENTO: A COMPRA DA PASSAGEM – RESERVAR O BERÇO.   

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  1. A primeira coisa a fazer é: comprar a passagem aérea com antecedência, reservando um bom assento (sugiro pegar corredor) um vôo noturno. Informe também que vai com um bebê e quantos meses ele tem.

Nossa experiência: Escolhemos a Cia aérea TAM/LATAM, com voo direto. Partindo de São Paulo/Guarulhos (GRU) ás 23:55hs e chegando em Londres – Heathrow (LHR) ás 15:15hs, com duração de 11:20.hs. No caso compramos pela internet.

  1. Em seguida ligue no Call Center e faça uma pré reserva de “berço para bebê”, informando: altura (até 71cms) e peso (até 10kg). Trata-se de um berço que se encaixa na frente á primeira fileira (não se esqueçam de pedi-lo!) e ele tem cinto, caso o bebê se mexa. Fará uma diferença enorme na viagem o berço. A propósito, o berço é uma espécie de 1a classe para os bebês: o bebê fica bem acomodado nele… é bem prático para aliviar um pouco o colo, deixando-nos livres daquele pesinho extra no colo.

Nossa experiência: Nosso bebê conseguiu dormir bem quase toda a viagem. Nós ficamos sempre alerta… mas pudemos descansar melhor durante a viagem.

  1. Adocumentação (original)  para viagem varia de acordo com o destino (consulte antes). Em viagens internacionais, com foi o nosso caso (Londres) era  preciso ter apenas um passaporte válido (pelo menos com 6 meses validade) . O passaporte do bebê tem validade de apenas de 1 ano. Apresentem-se juntos (PF) pai e mãe para fazer o passaporte do bebê e fazendo a opção para viajar com ambos ou apenas um dos dois.  Caso a viagem aconteça sem a presença do pai, a mãe precisará apresentar o passaporte do bebê com esta autorização descrita nele. Este era o nosso caso. Dependendo do país, também pode ser necessário o visto e a carteira de vacinação sempre na mão (consulte com antecedência) . Não era o nosso caso.
  1. É bom ir ao Pediatra antes e verificar se esta tudo ok com o bebê e receber algumas orientações do médico.  Leve uma farmacinha na viagem.

São detalhes burocráticos, mas que podem impedir a viagem, melhor ver com bastante antecedência.

SEGUNDO MOMENTO: A VIAGEM: CHECK IN E EMBARCANDO.

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  1. Nossa experiência: Lembrem-se de que estamos com bebê, por isso, chegamos bem antes do horário de embarque, precisamente 5hs antes. Pois geralmente o check in do voo abre com 6 horas antes.
  2. Com o berço reservado não fizemos check in online. Tem que ser feito somente no aeroporto bem antes do momento do embarque. Cheguem com “bastante” antecedência. Detalhe: as primeiras fileiras (mais espaçosas) onde fica o berço só são desbloqueadas neste momento, no aeroporto. A maioria das aeronaves oferecem apenas 1 berço por voo (disponível somente em voos internacionais)… este era o nosso caso…

Nossa experiência: Quem fizer o check-in “primeiro no aeroporto” garante o seu berço reservado, pagando neste hora a taxa do berço (nós pagamos US$150). Ficamos na primeira fila (bem mais espaçosa e confortável). Quem consegue o berço (portátil) têm direito aos assentos na primeira fileira mais práticos na hora de entrar e sair do avião. Além da mãe, o bebê… também tivemos direito á um acompanhante (no caso eu).

Dica de Assento: Com bebês que não conseguem mais usar o berço, tentem ficar em uma fileira de 4 cadeiras (se tiverem sorte, pode ser que consigam pegar duas cadeiras para deitarem completamente a criança – verifiquem que os braços das cadeiras levantam. Corredor são melhores para se movimentarem com ele. O importante é evitar ficar na poltrona do meio, enclausurada e impossibilitada de fazer movimentos.

  1. Apresente seus documentos (passaportes) dos passageiros. Faça o check in.
  2. Despache as malas. Cada adulto tem direito á despachar 2 malas de 32 Kg (para Europa/TAM) e levar 1 de mão na cabine. O bebê tem direito de despachar apenas uma mala de 23 Kg, embora seja ele quem mais vai requerer volume rsrsr.
  3. Informe aqui que vai querer que o seu carrinho do bebê fique junto com você até o momento do embarque. Este será entregue e devolvido na porta do avião, assim que (des) embarcar.

Nossa experiência: Assim aconteceu conosco e foi muito prático e maravilhoso. Melhor pedir para que seja devolvido na saída do avião, nunca se sabe a extensão do aeroporto no qual vamos aterrissar (mas mesmo pedindo, algumas vezes, em voos internacionais, soubemos que eles saem junto com as malas).

  1. Vocês também têm prioridade (atendimento preferencial) na fila na hora do embarque (pelo menos no Brasil!).

TERCEIRO MOMENTO:  O VOO –  A VIAGEM – ALIMENTAÇÃO E A DISTRAÇÃO.

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  1. Pouco antes de embarcar, troque a fraldado bebe e se estiver em um horário razoável, já dê a comidinha/ leite do bebê.
  2. Nos voos internacionais, quando fizerem a reserva, lembrem-se de avisar a companhia aérea que irão embarcar com bebê ou criança (no momento da compra da passagem aerea), no nosso caso foi essencial reservar/ conseguir o berço.
  3. Quando o voo é noturno, os bebês demoram um pouco para “desligarem”, ficam excitadas com o todo, viagem, avião, etc… a própria agitação e ansiedade nossa, rsrsr. Mas uma vez as luzes apagadas, em geral, elas dormem… Digo bem: “em geral”, mas se for o caso do seu bebê ficar chorando (após verificação da fome, fralda, frio e coisas habituais)… não há muito o que fazer, tente relaxar… é chato para você e para os outros, e principalmente com certeza para a criança, mas quem nunca pegou um avião com uma criança chorando?! Acontece nas melhores famílias…! E sempre o noturno ainda é uma melhor opção do que voo comprido e diurno, porque o tempo demora mais a passar e elas ficam ligadas o voo inteiro!

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  1. DE MÃO DO BEBÊ EM VOOS LONGOS: Se o voo for de dia e relativamente curto, há que se ter bastante coisas em mãos para distraí-los e vai da preferência de cada bebê com seus brinquedos prediletos, mas tem que ser bem práticos. Leve os brinquedinhos preferidos do bebê (mordedores, bichinhos macios, brinquedinhos com diferentes texturas e cores… dê prefira aos sem sons).
  2. Caso seja necessário trocar seu bebê, existem trocadores no banheiro: ele é abaixado por cima do vaso sanitário… é bem apertado, mas atende bem! Na “mala do bebê” tenha muitas coisas para suas trocas: fraldas, toalhas higiênicas, pomadas contra assaduras, 2/3 roupas confortáveis, chupetas extras….
  3. E lembrem-se de levar um casaquinho e/ou manta, pois muitas vezes o ar condicionado do avião é gelado.
  4. Levem também alimentos do bebê em uma bolsa térmica pequena : mamadeira (leve a fórmula de leite do bebê em uns potinhos com compartimento pra dosagem certa e pelo menos para 2 mamadeiras com água na quantidade exata), papinhas (salgada ou doce as das Nestlé ajudam bastante aqui), danoninhos (colherzinhas, babador)… Enfim algo para o bebê se alimentar.
  5. De resto, relaxem, lembrem-se que os bebês sentem a ansiedade dos pais! E elas podem surpreender: no final, a viagem ainda pode ser tranquila, e de qualquer forma, os pimpolhos ficam sempre muito contentes em pegar o avião! O primeiro a gente nunca esquece! Tirem fotos e registrem o momento! Nós nos esquecemos rsrsrs.

Nossa experiência: No nosso caso o voo atrasou 1:30’hs em terra o que irritou um pouco o bebê depois de um certo tempo… tentamos distraí-lo cantando no colo da mamãe e da vovó… mas assim que levantamos voo (com o bebê no colo) o berço foi finalmente instalado. Ele mamou tudo e dormiu no colo da mãe como um anjo… colocamos então no berço portátil com o cinto. Uma maravilha para ele e para nós rsrsr. Dormiu quase toda a viagem. Acordou quase em Londres já.

Acordado (perto de Londres) trocamos e preparamos a mamadeira (tem água quente na cabine)… mamou tudo e ainda comeu uma banana amassada que era do nosso café da manhã. Brincou com seus mordedores, ouviu músicas e curioso como é observou todos os barulhos ao seu redor.

QUARTO MOMENTO: DICAS: DECOLANDO E ATERRISSANDO.

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Durante a decolagem e aterrizagem, dê a chupeta ou mamadeira ao filhote. O movimento de sucção minimiza os efeitos da pressão no ouvido.

DETALHE: Pressão e dor de ouvido: no momento da decolagem e aterrizagem, não esqueçam de fazer os bebês deglutirem, tomando mamadeira, água, chupando chupeta, dando o peito… qualquer coisa que as ajudem a desentupir os ouvidos, já que não sabem fazer isso sozinhas. O processo de sucção evita que os ouvidos doam por conta da pressurização do ar. Pressurização essa que na grande maioria das vezes é a grande culpada pelo choro dos bebês nos aviões.

Nossa experiência: No nosso caso não precisamos fazer nada, foi tudo tranquilo com o bebê.

infra-estrutura para se viajar com bebês é enorme, principalmente se eles forem menores que 12 meses. Por isso toda atenção e cuidado são necessárias no: antes, durante e depois da viagem isso  fará toda a diferença!

ALGUNS LEMBRETES:

  • Bebês de 1 a 4 meses dormem a maior parte do tempo no voo. Bebês de 5 a 7 meses um pouco menos. De 8 a 10 querem mais se divertir, inclusive, ficar “falando” enquanto os outros passageiros dormem! Bebês de 11 e 12 meses, querem desbravar o avião e engatinham por todo o corredor. Calma!
  • Se seu filho já bebe água,ofereça durante o voo uma quantidade maior que o habitual. Nas alturas, o  organismo requer mais líquido do que de costume.
  • Ah, não tem problemas levar comida de bebê caseira em voos internacionais, é aceito pela segurança do aeroporto
  • Veja se as vacinas dele estão em dia e fique atento as vacinas exigidas/ recomendadas no destino dependendo do destino.
  • Algumas companhias aéreas oferecem carrinho de bebês. O ideal é fazer a reserva antecipadamente para que um funcionário da cia fique no finger (na saída do avião) esperando o passageiro para entregar o carrinho. Isso é ótimo!!
  • Você pode também considerar levar o bebê no canguru, que deixa suas mãos livres para puxar as malas.
  • Caso esteja viajando sozinha com o bebê, você pode pedir auxílio da companhia para retirar a bagagem da esteira. A propósito, no ato do check in, você solicita que suas bagagens sejam identificadas como prioritárias e assim você não deverá ficar muito tempo aguardando a bagagem chegar. Assim é a teoria e nas melhores companhias, funciona também na prática.
  • Para que a viagem fique mais confortável, você pode utilizar algum acessório de viagem para bebês, que facilita a vida de quem está voando
  • Em relação aos preços de passagem de avião para criança, os valores são diferentes. : para bebês de até 2 anos, a tarifa é em geral 10% do valor do adulto + as taxas de embarque (mas não ocupam um assento). Para crianças de 2 a 12 anos, paga-se 75% da tarifa do adulto + taxas de embarque… e já devem ter seu lugar garantido no avião (ver: desconto definido por cada companhia, que pode chegar a 50%).
  • Se estiver com cerca de 10 meses ou mais a dica é levar o travesseiro de amamentação. Pode não parecer muito prático, mas ajuda muito, pois o bebê acaba dormindo em algum momento e com ele fica bem mais confortável a acomodação na poltrona do avião;

Espero que este post ajude bastante vocês quando viajarem com bebê em avião. Bom, depois do primeiro voo, você percebe que não é tão ruim como você imaginava. Vai logo se programar para a próxima viagem! Já estamos pensando nisso…

Sugiro assistir este vídeo: (www.macetesdemae.com)

http://www.ebc.com.br/infantil/para-pais/2016/01/dica-de-mae-o-que-voce-precisa-saber-para-viajar-de-aviao-com-bebe-e

CONVIVÊNCIA FAMILIAR.

“A família não nasce pronta; constrói-se aos poucos e é o melhor laboratório do amor. Em casa, entre pais e filhos, pode-se aprender a amar, ter respeito, fé solidariedade, companheirismo e outros sentimentos”. Luis Fernando Verissimo

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Amar… Compartilhar… Compreender…

Quem não sabe tolerar… não aprende a amar.

Os teus familiares são as tuas lições imediatas.

Sem paciência… o menor problema adquire proporções imensas.

Aprende a ceder em favor da felicidade alheia.

Necessário… muitas vezes.

Não agridas verbalmente aqueles que convivem contigo.

Respeite os limites de cada um.

Ouça com o coração acima de tudo.

A gentileza abre portas a muito tempo cerradas.

Não transforme o teu lar em lugar de aflições.

Repense… Paz e amor!

Aprenda a conviver com o outro.

Crie um ambiente de harmonia.

Torne mais aconchegante o teu ninho doméstico.

Seleciona os assuntos de teus diálogos familiares.

Incentive seu filho a conviver com todos da família.

Soluções surgem com um bom diálogo e respeito mútuo.

A família é o teu primeiro compromisso na vida.

A diversidade é inerente à família

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TÃO IMPORTANTE QUANTO SEGUIR EM FRENTE, É SABER DEIXAR PRA TRÁS.

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 “Não somos responsáveis apenas pelo que fazemos, mas também pelo que deixamos de fazer”. Moliére.

Falar sobre seguir em frente, lembra-nos de deixar o passado no seu devido lugar. Encerrar ciclos e abrir novos caminhos… aprendemos melhor com o tempo ou tentamos… Em “A Soma de Todos os Afetos” de Fabíola Simões descreve bem esta passagem. Leiam.

Tenho um tio muito querido que é um nostálgico compulsivo. Adora tomar seu vinho ao som de Nat King Cole, Billie Holiday e Frank Sinatra, enquanto nos remete aos idos de nossa infância e à lembrança de um tempo bom. Estar ao seu lado é uma festa saudosa, que invariavelmente traz de volta um pouquinho do que éramos e de como nos sentíamos juntos.

Porém, outro dia, conversando com uma amiga, falávamos sobre a necessidade de seguir em frente. E sobre o quanto isso implica deixar certas coisas, lugares, pessoas e momentos para trás.

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Porque não basta abrir as portas para o novo tempo. É preciso fechar algumas janelas também. E talvez fechar algumas janelas seja a parte mais difícil de seguir em frente…

Como deixar partir fragmentos do que fomos ao trancarmos nossas janelas?

Talvez a resposta esteja na vivência do luto. É preciso respeitar a dor do fim de um tempo, mesmo que novas portas (muito melhores) estejam se abrindo à nossa frente.

É preciso deixar partir a infância dos filhos, o fim de um relacionamento que parecia perfeito, as amizades que não tinham vínculos muito sólidos, as palavras de amor que não vingaram, a própria juventude, o corpo perfeito, o tempo bom de faculdade, a saúde de nossos pais.

Diante da finitude, temos que aprender a seguir em frente sem olhar pra trás com saudosismo ou sofrimento.

É preciso coragem para queimar cartas antigas que perderam espaço em nossa memória afetiva, deixar abrigos conhecidos onde não nos refugiamos mais, dar chances às novas possibilidades de felicidade.

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Nem tudo resiste ao tempo. Agarrar-se ao que não existe mais não permite que novas chances se revelem… que novos caminhos sejam abertos…

O ouvido se habituará a novos sons se a gente deixar que ele escute novas canções. Assim também aprenderemos a aceitar o novo tempo se facilitarmos o começo de novas possibilidades e entendermos que não há mais o que se esperar daquilo que já passou.

Não há o que se esperar do passado. Ele aconteceu, foi bom, ficou vivo dentro da gente, nos fez feliz… mas passou. Guarde-os no seu devido lugar.

Que permaneçam as boas lembranças, não o desejo de perpetuar vapores de um tempo que não floresceu.

Que os álbuns de fotografia em sépia sirvam para nos lembrar dos sorrisos e sonhos que tínhamos, mas não substituam a alegria de nos relacionarmos com quem está ao nosso lado aqui e agora.

É preciso aprender a partir. A abandonar nossos lugares no mundo e de dentro das pessoas.

Descobrir que, tão importante quanto seguir em frente, é saber deixar pra trás.

Vivendo um luto de cada vez, aprendendo a desistir um tanto do que éramos para abrir espaço para quem nos tornamos; acreditando que uma vida abriga inúmeras fases, e para vivê-las com sabedoria é preciso resgatar o novo e abandonar o velho; sendo tolerante com alegrias novas que querem chegar, e permitindo que nos mostrem o que podem fazer por nós.

Nem sempre é fácil reconhecer que um tempo chegou ao fim. Insistimos em reviver antigos papéis, trazer à tona emoções que se esgotaram, resgatar pessoas que já partiram há muito tempo de nós.

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Cada um encerra seus ciclos de forma diferente, e é preciso respeitar o tempo de cada um. Mas tudo passa! O tempo é a melhor opção.

O presente te escolheu. Tenha a sabedoria de escolhê-lo também…
Fonte: http://www.asomadetodosafetos.com/2016/06/tao-importante-quanto-seguir-em-frente-e-saber-deixar-pra-tras.html#ixzz4BpiSSopZ

PORQUE ABANDONAR O BRASIL E MORAR EM PORTUGAL?

PORTUGAL brasil-e-portugal“É a possibilidade que me faz continuar e não a certeza. Uma espécie de aposta da minha parte. E embora me possam chamar sonhadora… louca ou qualquer outra coisa, acredito que tudo é possível…” Fênix Faustine.

Quando pensamos em morar em outro País… no caso aqui em Portugal, muitas dúvidas aparecem… Questões importantes para refletirmos reviram nosso pensamento, afinal é uma decisão importante que envolve muitas mudanças… que tem que ser muito bem analisadas. Certo que muita coisa só mesmo a experiência vai nos dizer, mas existem outras que podemos pesquisar e nos ajudaram a ter uma ideia melhor sobre como será. Isto nos ajuda a fazer uma opção mais consciente. Vale a pena conferir este depoimento tão claro e objetivo de Ione…  que viveu e vive esta experiência já a algum tempo. Leiam

Estamos cansados de ouvir falar dos problemas sociais, ambientais e econômicos que existem no Brasil, falta segurança, falta educação e saúde pública, falta tolerância, infelizmente falta tanta coisa e sobra desigualdade, exclusão e injustiça.

Infelizmente as oportunidades não são oferecidas a todos os cidadãos brasileiros e a miséria, material e intelectual, é uma lástima. A violência urbana assusta muito, a impunidade revolta, a corrupção e a ineficiência, tanto do governo como da iniciativa privada são estímulos para a indignidade.

Amo a vida que levo hoje em Portugal. Aprendi tantas coisas, e continuo aprendendo a respeitar mais as diferenças, ser flexível e descobri a diversidade de raças, culturas, estilos de vida e pensamentos muito diferentes do meu, e dos brasileiros, muitas vezes machistas, comodistas e hipócritas.

Os portugueses são afáveis e acolhedores, na minha opinião e na de muitas pessoas que moram aqui,  são carinhosos, recebem bem os visitantes, venham de onde vierem.

O choque cultural me forçou a perceber que minha visão de mundo está longe de ser a mais correta e que preciso expandir ainda mais. Aprendi que cada pessoa é um mundo e que cada um de nós cuida do seu próprio terreno, sem precisar ser superficial e forçado, morando fora você aprende a se tornar uma pessoa melhor, a ser adaptável e resistente.

Aprendi ainda que há mais vida para além do trabalho e das responsabilidades. Viver com emoção, re-energizar a vida e sempre se surpreender com alguma coisa é fundamental. Reavaliei tudo que é realmente importante, um diferencial tanto para minha vida pessoal quanto profissional.

Portugal apartamento

Aprendi que uma cidade não é formada por um bairro ou dois, é uma só, sem divisões, a diferença de “classes” que existe no Brasil, é muito menor aqui na Europa. Todos podem ter acesso à saúde, educação, aposentadoria, somos todos iguais. Isso é fantástico! Mesmo com pouco dinheiro as pessoas podem ter uma vida cultural agitada, podem se divertir e ainda viajar por muito pouco.

Aprendi ainda que as diferenças nem sempre geram integração, que imigrante tem que ser ainda mais esforçado, que tem que lutar muito para conseguir se estabelecer e que, por questões que fogem as suas capacidades, nem sempre consegue conquistar o que quer. E que apesar de tanta tolerância e igualdade por um lado, pode ser bastante preconceituoso e injusto por outro.

Então, depois de conviver com tantos outros valores e realidades, muitas vezes penso que não tenho vontade de voltar a morar no Brasil. Aprendi a atravessar uma rua pela faixa de pedestre sem medo de ser atropelada, a andar com meu computador na bolsa sem medo, de ouvir uma música no Iphone enquanto faço minha corrida na praia sem medo de ser roubada. Aos domingos ir para o parque público ver famílias inteiras fazendo piqueniques ou crianças soltas jogando bola, entrar num ônibus sem medo e ver o motorista ajudando um deficiente a entrar, essas coisas parecem tão simples, mas que no Brasil não existe.

Portugal Brasil

Gosto de ir para em Maceió (Brasil), rever meus amigos, passar tempo com minha família, comer todas as comidas que mais adoro e sinto falta. Mas confesso que não sinto nenhuma vontade de voltar a morar lá. Sei que as praias são maravilhosas, as pessoas são fantásticas, a comida é boa, mas não existe preço que pague a minha liberdade, de poder andar sozinha à noite na rua, de ter transporte público de qualidade, de não ter medo de ser assaltada ou que a minha vida está em constante perigo.

E quando pensei em voltar para o Brasil há uns anos atrás, e se readaptar à antiga cultura, sabia que seria pior que a dificuldade que tive em me adaptar aqui. Não, não é só geografia, nem tampouco é apenas culinária, cultura ou economia. É que o país de onde eu vim, também não existe mais, tudo muda… a minha cabeça mudou, os meus amigos mudaram. As “coisas” não ficaram lá esperando por mim, o choque dessa diferença seria muito grande.

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NEM TUDO É PERFEITO

O impacto psicológico da distância da família, o fato de ser estrangeira, a dureza dos invernos aqui (minha cidade no Brasil é verão o ano todo e foi muito duro no início), a falta dos amigos, passar datas importantes longe de quem a gente gosta…

Reconstruir a vida não é fácil. Fiz alguns amigos por aqui e não tenho do que reclamar. Sempre fui bem tratada, tive oportunidades para além das minhas expectativas, terminei a faculdade na Universidade do Porto, o curso de arquitetura é considerado um dos melhores da Europa. Fiz muitos cursos que sempre quis fazer e não ia ter a mesma oportunidade no Brasil, conheci muitas pessoas nesses cursos que fizeram muita diferença na minha vida. Mas os amigos que deixamos faz uma falta enorme!

Em Portugal teoricamente falamos a mesma língua, a verdade é que são muitas palavras diferentes e outras iguais com significados totalmente diferentes que às vezes me pergunto se falamos de verdade a mesma língua, aprendi as palavras que eles usam e não foi fácil.

Portugal Porto

SEMPRE SEREI ESTRANGEIRA

choque cultural dói e não é pouco. Depois aprendi a conviver com isso, mas no início foi bem complicado ter minha visão de mundo desafiada, forçar meu jeito de pensar e ser “a brasileira”.

Mesmo morando anos em Portugal, nunca vou ser portuguesa de verdade, não consigo falar com o sotaque português, não penso da mesma forma, tem coisas que aprendi no Brasil que não são iguais, tem sempre diferenças que por mais tempo que fique aqui, a verdade é que não nasci aqui, não fui criada aqui, não cantei as músicas infantis que eles cantaram escola, não vi os mesmos desenhos animados, não tive os mesmo brinquedos na infância, não fui educada da mesma maneira e por mais que eu adquira a cultura do lugar, as diferenças sempre vão existir.

Eu sempre serei “a brasileira”, a “que fala diferente”, a “estrangeira”. E tem horas que isso cansa. Por outro lado, se cansa, tem coisas que compensam, e nem tudo é dificuldade.

Há muito o que se ganhar depois que se paga o preço de aprender com a dor e as dificuldades, sobreviver depois de tudo é espetacular.

Fonte: http://ioneomena.com/porque-abandonar-o-brasil-e-morar-em-portugal/

QUANDO OS FILHOS VOAM… POR RUBEM ALVES.

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“… Amar é ter um pássaro pousado no dedo! Quem tem um pássaro pousado no dedo sabe que, a qualquer momento, ele pode voar…” Rubem Alves.

Encontrar a sabedoria do amor que nos ensina a deixar voar e não a engaiolar… é uma benção! Pra variar este texto vivo e cheio de afeto de Rubem Alves me surpreende! Dia a dia, com dor e amor, alegria e nostalgia, eu tenho aprendido sobre as asas e raízes que se revelam nos relacionamentos entre pais e filhos.

Estou sim aprendendo e muito especialmente na maturidade a “transformar nascer, crescer e morrer num processo menos monótono e sem sobressaltos”… amando e dando asas aos filhos… Cada vez eles vão mais longe e ficam por mais tempo… nós vamos acompanhando ás vezes de perto, outras de longe … Nos encontrando e nos espelhando em seus sonhos e vitórias… melhor assim, né. Leia:

BIA SO

Sei que é inevitável e bom que os filhos deixem de ser crianças e abandonem a proteção do ninho. Eu mesmo sempre os empurrei para fora. Sei que é inevitável que eles voem em todas as direções como andorinhas adoidadas.

Sei que é inevitável que eles construam seus próprios ninhos e eu fique como o ninho abandonado no alto da palmeira…

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Mas, o que eu queria, mesmo, era poder fazê-los de novo dormir no meu colo…

Existem muitos jeitos de voar. Até mesmo o vôo dos filhos ocorre por etapas: O desmame, os primeiros passos, o primeiro dia na escola, a primeira dormida fora de casa, a primeira viagem…

Desde o nascimento de nossos filhos temos a oportunidade de aprender sobre esse estranho movimento de ir e vir, segurar e soltar, acolher e libertar. Nem sempre percebemos que esses momentos tão singelos são pequenos ensinamentos sobre o exercício da liberdade.

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Mas chega um momento em que a realidade bate à porta e escancara novas verdades difíceis de encarar. É o grito da independência, a força da vida em movimento, o poder do tempo que tudo transforma.

É quando nos damos conta de que nossos filhos cresceram e apesar de insistirmos em ocupar o lugar de destaque, eles sentem urgência de conquistar o mundo longe de nós.

É chegado então o tempo de recolher nossas asas. Aprender a abraçar à distância, comemorar vitórias das quais não participamos diretamente, apoiar decisões que caminham para longe. Isso é amor.

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Muitas vezes, confundimos amor com dependência. Sentimos erroneamente que se nossos filhos voarem livres não nos amarão mais. Criamos situações desnecessárias para mostrar o quanto somos imprescindíveis. Fazemos questão de apontar alguma situação que demande um conselho ou uma orientação nossa, porque no fundo o que precisamos é sentir que ainda somos amados.

Muitas vezes confundimos amor com segurança. Por excesso de zelo ou proteção cortamos as asas de nossos filhos. Impedimos que eles busquem respostas próprias e vivam seus sonhos em vez dos nossos. Temos tanta certeza de que sabemos mais do que eles, que o porto seguro vira uma âncora que os impede de navegar nas ondas de seu próprio destino.

Muitas vezes confundimos amor com apego. Ansiamos por congelar o tempo que tudo transforma. Ficamos grudados no medo de perder, evitando assim o fluxo natural da vida. Respiramos menos, pois não cabem em nosso corpo os ventos da mudança.

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Aprendo que o amor nada tem a ver com apego, segurança ou dependência, embora tantas vezes eu me confunda. Não adianta querer que seja diferente: o amor é alado.

Aprendo que a vida é feita de constantes mortes cotidianas, lambuzadas de sabor doce e amargo. Cada fim venta um começo. Cada ponto final abre espaço para uma nova frase.

Aprendo que tudo passa menos o movimento. É nele que podemos pousar nosso descanso e nossa fé, porque ele é eterno.

Aprendo que existe uma criança em mim que ao ver meus filhos crescidos, se assustam por não saber o que fazer. Mas é muito melhor ser livre do que imprescindível.

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Aprendo que é preciso ter coragem para voar e deixar voar.

E não há estrada mais bela do que essa.

Fonte: https://osegredo.com.br/2015/12/quando-os-filhos-voam-por-rubem-alves/#.V2WQUmc7msR.facebook

VALE A PENA MORAR E TRABALHAR EM PORTUGAL?

Lisboa

 “Mude, mas comece devagar, porque a direção é mais importante que a velocidade”. Clarice Lispector.

Com o aumento dos impostos, juros bancários, desempregos, instabilidades economias e políticas… além dos muitos escândalos especialmente no governo brasileiro… tem sido cada vez mais frequente as perguntas em relação a morar e trabalhar em Portugal.

Semanalmente (2ªfeiras) estou postando diversos artigos sobre como morar em Portugal… e vou acrescentando também outros países da Europa. Muitas perguntas aparecem aqui e procuro postar abrangendo vários assuntos.

Mas a principal dúvida é se realmente vale a pena esta mudança. Por isso aproveitando a experiência de algumas pessoas que já passaram desta etapa e moram lá há algum tempo…  Vamos fazer uma análise geral da visão destes brasileiros que estão por lá vivendo… um deles é Erick da Eurodicas, veja o que ele diz:

A resposta mais correta para essa pergunta é “depende do que você quer”: Ganhar/guardar dinheiro em Portugal?

Sinto lhe dizer, mas ao contrário do que a gente sonha em relação aos Estados Unidos, Portugal não é um país para se fazer muito dinheiro e criar uma boa poupança. Isso por que os salários não são altos (arrisco até dizer que em alguns casos vai ganhar menos do que no Brasil).

Tenha em mente que o salário mínimo de Portugal é 530,00 (2016), assim como no Brasil, não vai te dar uma boa qualidade de vida. A partir de dois salários mínimos é que você começa a ter uma situação um pouco mais confortável. Já escrevemos aqui um guia do Custo de vida em Portugal.

Viver bem e ter qualidade de vida em Portugal?

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Se o seu objetivo não é focado em ganhar dinheiro e sim em viver bem, você está prestes a fazer uma excelente escolha…. Eu particularmente só tenho coisas boas a dizer sobre Portugal nesse sentido (baseado em minha experiência e dados de 9/2015):

  • Violência: a taxa de homicídios dolosos (por grupo de 100 mil habitantes) do Brasil é de 21.7 enquanto Portugal tem uma taxa de 1.26. Assaltos à mão armada são raros também. Existe uma sensação de segurança muito grande, você consegue andar tranquilamente com celular e carteira de noite na rua.
  • Saúde Pública: Já fizemos um guia completo decomo funciona a saúde pública em Portugal, e de maneira geral é muito satisfatória, podendo ser comparada a hospitais particulares do Brasil.
  • Ensino Público: O ensino público em Portugal é onde as maiorias das pessoas estudam, e de maneira geral é bem avaliado, mas claro que tem escolas que são melhores que as outras. Algumas faculdades públicas estão entre as melhores da Europa.

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  • Transporte Público: Ainda não sentimos a necessidade de comprar um carro, por que moramos do lado do metrô e conseguimos fazer TUDO de transporte público. Tem bilhetes mensais a partir de €30, e um detalhe é que aqui no Porto, não tem catracas nos ônibus e estações de metrôs, é tudo na base da confiança de que cada cidadão sabe seus deveres.
  • Aposentados: Recentemente o Algarve foi eleito o melhor lugar do mundo para se viver na aposentadoria por diversos fatores, incluindo a qualidade de vida. Se quer um lugar pra viver tranquilo e poder ir trabalhar a pé, por exemplo, é uma excelente opção.
  • Trabalhar em Portugal A minha mudança para Portugal foi por conta de uma proposta de trabalho, e pessoalmente valeu muito a pena por que consegui crescer profissionalmente e ganhar experiência internacional, mas tenho minhas dúvidas se realmente vale a pena sair do Brasil para trabalhar em subempregos em Portugal. Em subempregos você não vai conseguir ganhar bem para guardar dinheiro e nem aprender, talvez seja melhor procurar um país com um bom salário mínimo para pelo menos juntar dinheiro. O ideal é já vir com um bom emprego, porque apesar do desemprego ter caído por aqui, ainda é o DOBRO do Brasil. Ou seja, se for para trabalhar na sua área e ganhar experiência, VENHA. Se você quer saber mais, aconselho ler o guia de Como trabalhar em Portugal.

Fonte:http://www.eurodicas.com.br/vale-a-pena-morar-e-trabalhar-em-portugal/