TÃO IMPORTANTE QUANTO SEGUIR EM FRENTE, É SABER DEIXAR PRA TRÁS.

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 “Não somos responsáveis apenas pelo que fazemos, mas também pelo que deixamos de fazer”. Moliére.

Falar sobre seguir em frente, lembra-nos de deixar o passado no seu devido lugar. Encerrar ciclos e abrir novos caminhos… aprendemos melhor com o tempo ou tentamos… Em “A Soma de Todos os Afetos” de Fabíola Simões descreve bem esta passagem. Leiam.

Tenho um tio muito querido que é um nostálgico compulsivo. Adora tomar seu vinho ao som de Nat King Cole, Billie Holiday e Frank Sinatra, enquanto nos remete aos idos de nossa infância e à lembrança de um tempo bom. Estar ao seu lado é uma festa saudosa, que invariavelmente traz de volta um pouquinho do que éramos e de como nos sentíamos juntos.

Porém, outro dia, conversando com uma amiga, falávamos sobre a necessidade de seguir em frente. E sobre o quanto isso implica deixar certas coisas, lugares, pessoas e momentos para trás.

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Porque não basta abrir as portas para o novo tempo. É preciso fechar algumas janelas também. E talvez fechar algumas janelas seja a parte mais difícil de seguir em frente…

Como deixar partir fragmentos do que fomos ao trancarmos nossas janelas?

Talvez a resposta esteja na vivência do luto. É preciso respeitar a dor do fim de um tempo, mesmo que novas portas (muito melhores) estejam se abrindo à nossa frente.

É preciso deixar partir a infância dos filhos, o fim de um relacionamento que parecia perfeito, as amizades que não tinham vínculos muito sólidos, as palavras de amor que não vingaram, a própria juventude, o corpo perfeito, o tempo bom de faculdade, a saúde de nossos pais.

Diante da finitude, temos que aprender a seguir em frente sem olhar pra trás com saudosismo ou sofrimento.

É preciso coragem para queimar cartas antigas que perderam espaço em nossa memória afetiva, deixar abrigos conhecidos onde não nos refugiamos mais, dar chances às novas possibilidades de felicidade.

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Nem tudo resiste ao tempo. Agarrar-se ao que não existe mais não permite que novas chances se revelem… que novos caminhos sejam abertos…

O ouvido se habituará a novos sons se a gente deixar que ele escute novas canções. Assim também aprenderemos a aceitar o novo tempo se facilitarmos o começo de novas possibilidades e entendermos que não há mais o que se esperar daquilo que já passou.

Não há o que se esperar do passado. Ele aconteceu, foi bom, ficou vivo dentro da gente, nos fez feliz… mas passou. Guarde-os no seu devido lugar.

Que permaneçam as boas lembranças, não o desejo de perpetuar vapores de um tempo que não floresceu.

Que os álbuns de fotografia em sépia sirvam para nos lembrar dos sorrisos e sonhos que tínhamos, mas não substituam a alegria de nos relacionarmos com quem está ao nosso lado aqui e agora.

É preciso aprender a partir. A abandonar nossos lugares no mundo e de dentro das pessoas.

Descobrir que, tão importante quanto seguir em frente, é saber deixar pra trás.

Vivendo um luto de cada vez, aprendendo a desistir um tanto do que éramos para abrir espaço para quem nos tornamos; acreditando que uma vida abriga inúmeras fases, e para vivê-las com sabedoria é preciso resgatar o novo e abandonar o velho; sendo tolerante com alegrias novas que querem chegar, e permitindo que nos mostrem o que podem fazer por nós.

Nem sempre é fácil reconhecer que um tempo chegou ao fim. Insistimos em reviver antigos papéis, trazer à tona emoções que se esgotaram, resgatar pessoas que já partiram há muito tempo de nós.

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Cada um encerra seus ciclos de forma diferente, e é preciso respeitar o tempo de cada um. Mas tudo passa! O tempo é a melhor opção.

O presente te escolheu. Tenha a sabedoria de escolhê-lo também…
Fonte: http://www.asomadetodosafetos.com/2016/06/tao-importante-quanto-seguir-em-frente-e-saber-deixar-pra-tras.html#ixzz4BpiSSopZ

TAG: CHEIA DE HISTÓRIA!

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“Posso ser de mel, e de veneno. Posso ser muito humana e muito bicho também. Me morde e eu te como!” Clarice Lispector.

Agora vamos então à TAG que a Ana do Blog “Escrevendo sonhos” me indicou. Obrigada querida. Ainda continuo longe (Londres)… Desculpe-me a demora em responder.

TAG: CHEIA DE HISTÓRIAS consiste em responder, com o máximo de sinceridade, as dez perguntas abaixo. O seu objetivo é aproximar o leitor da autora e redatora do blog que vos escreve através de uma espécie de entrevista.  Vamos lá…

  • Qual sua maior inspiração para escrever?

Coisas da vida! Coloco-me enquanto leitora quando escrevo… ou ao escolher os textos para o Blog… têm que me tocar! Penso em coisas que me estimulem a viver bem, com qualidade e em paz comigo mesma.

Também gosto de enxergar com positivismo os desafios que enfrentamos no dia a dia aprendendo com eles.

  • Há algum sonho secreto e que queira revelar?

Ainda não… quem sabe algum dia..rsrsr

  • O que te encanta?

As crianças!!!!

E qualquer pessoa ética, paciente e positivista em relação à vida.

TAG CHEIA DE HISTÓRIAS

  • Como descreveria uma viagem dos sonhos?

Amo viajar… ir a qualquer lugar pra mim é sempre uma maravilhosa aventura… Aprecio tanto montanhas como praias.

Gosto de conhecer diferentes países… todo ano, escolho um País diferente… e sigo conhecendo vários paisagens e muitas histórias interessantes… trocando ideias com o povo destes lugares… conhecendo seus hábitos e costumes.

Minha dificuldade é com a língua… sou péssima em Inglês… rsrsrsr…. mas não me intimido muito com isso, pelo contrario adoro desafios… e me viro muito bem.

  • Como gosta de passar seu tempo livre?

Lendo, assistindo filmes, escrevendo, estudando e/ou conversando.

  • Qual seu estilo de livro preferido? Dê um titulo para exemplificar?

Gosto de histórias baseadas em fatos reais, passando de geração em geração… algumas são biografias. Ah! Os romances então são os meus preferidos…. “A casa dos espíritos” de Isabel Allende me deixa maravilhada.

  • Tem alguma frase, ditado, provérbio ou citação que norteia sua vida?

“Nunca faça com o outro o que você não gostaria que fizessem com você”… Mais se fizer lembrem-se que o mundo dá voltas! Nada como um dia após o outro… com o tempo percebermos bem isso.

  • Que período da história do mundo você gostaria de visitar, se fosse possível? Por quê?

Penso em como seria bom ter vivido na apaixonante década de 60… havia mais poesia no ar, amor, paixão e liberdade… Adoro as roupas e músicas desta época. Tenho a sensação que era mais fácil sorrir e viver naquela época.

  • O que você mudaria em você? Por quê?

Preciso aprender a dizer não… urgente!!! Pouparia alguns abusos e muitos aborrecimentos.

Sou muito intensa em tudo… melhor desacelerar um pouco também.

  • Tem saudades de alguma coisa ou de alguém?

Acredito que da minha infância… marcada pelo sabor da inocência…  Sinto saudades dos meus filhos quando eram ainda pequenos… debaixo das minha asa rsrsrs… Mas logo passa e vamos juntos nos divertir.

Espero que gostem… TAG CHEIA DE HISTÓRIAS 2.jpgIndico esses blogs para responder esta tag:

  1. Anisio do Blog O LADO ESCURO DA LUA
  2. Alex André (Xandy) Lendo Muito!!!
  3. Renata do Blog petitluxo.com
  4. Barbara do Blog DIVINA MARAVILHOSA
  5. Crespinho do Blog bureaupaulista
  6. Luisa do Blog La Cotovie
  7. Lariis do Blog ElencoFeminino.
  8. Blog Pro seu dia ficar melhor
  9. Blog Um coração igual ao Teu
  10. Blog Tempo Certo
  11. Blog Devaneios Miudos
  12. Blog Vai Sem Medo
  13. Blog Aprendiz do Criador
  14. Blog Vamo que Vamo
  15. Blog Eternal Forever

PORQUE ABANDONAR O BRASIL E MORAR EM PORTUGAL?

PORTUGAL brasil-e-portugal“É a possibilidade que me faz continuar e não a certeza. Uma espécie de aposta da minha parte. E embora me possam chamar sonhadora… louca ou qualquer outra coisa, acredito que tudo é possível…” Fênix Faustine.

Quando pensamos em morar em outro País… no caso aqui em Portugal, muitas dúvidas aparecem… Questões importantes para refletirmos reviram nosso pensamento, afinal é uma decisão importante que envolve muitas mudanças… que tem que ser muito bem analisadas. Certo que muita coisa só mesmo a experiência vai nos dizer, mas existem outras que podemos pesquisar e nos ajudaram a ter uma ideia melhor sobre como será. Isto nos ajuda a fazer uma opção mais consciente. Vale a pena conferir este depoimento tão claro e objetivo de Ione…  que viveu e vive esta experiência já a algum tempo. Leiam

Estamos cansados de ouvir falar dos problemas sociais, ambientais e econômicos que existem no Brasil, falta segurança, falta educação e saúde pública, falta tolerância, infelizmente falta tanta coisa e sobra desigualdade, exclusão e injustiça.

Infelizmente as oportunidades não são oferecidas a todos os cidadãos brasileiros e a miséria, material e intelectual, é uma lástima. A violência urbana assusta muito, a impunidade revolta, a corrupção e a ineficiência, tanto do governo como da iniciativa privada são estímulos para a indignidade.

Amo a vida que levo hoje em Portugal. Aprendi tantas coisas, e continuo aprendendo a respeitar mais as diferenças, ser flexível e descobri a diversidade de raças, culturas, estilos de vida e pensamentos muito diferentes do meu, e dos brasileiros, muitas vezes machistas, comodistas e hipócritas.

Os portugueses são afáveis e acolhedores, na minha opinião e na de muitas pessoas que moram aqui,  são carinhosos, recebem bem os visitantes, venham de onde vierem.

O choque cultural me forçou a perceber que minha visão de mundo está longe de ser a mais correta e que preciso expandir ainda mais. Aprendi que cada pessoa é um mundo e que cada um de nós cuida do seu próprio terreno, sem precisar ser superficial e forçado, morando fora você aprende a se tornar uma pessoa melhor, a ser adaptável e resistente.

Aprendi ainda que há mais vida para além do trabalho e das responsabilidades. Viver com emoção, re-energizar a vida e sempre se surpreender com alguma coisa é fundamental. Reavaliei tudo que é realmente importante, um diferencial tanto para minha vida pessoal quanto profissional.

Portugal apartamento

Aprendi que uma cidade não é formada por um bairro ou dois, é uma só, sem divisões, a diferença de “classes” que existe no Brasil, é muito menor aqui na Europa. Todos podem ter acesso à saúde, educação, aposentadoria, somos todos iguais. Isso é fantástico! Mesmo com pouco dinheiro as pessoas podem ter uma vida cultural agitada, podem se divertir e ainda viajar por muito pouco.

Aprendi ainda que as diferenças nem sempre geram integração, que imigrante tem que ser ainda mais esforçado, que tem que lutar muito para conseguir se estabelecer e que, por questões que fogem as suas capacidades, nem sempre consegue conquistar o que quer. E que apesar de tanta tolerância e igualdade por um lado, pode ser bastante preconceituoso e injusto por outro.

Então, depois de conviver com tantos outros valores e realidades, muitas vezes penso que não tenho vontade de voltar a morar no Brasil. Aprendi a atravessar uma rua pela faixa de pedestre sem medo de ser atropelada, a andar com meu computador na bolsa sem medo, de ouvir uma música no Iphone enquanto faço minha corrida na praia sem medo de ser roubada. Aos domingos ir para o parque público ver famílias inteiras fazendo piqueniques ou crianças soltas jogando bola, entrar num ônibus sem medo e ver o motorista ajudando um deficiente a entrar, essas coisas parecem tão simples, mas que no Brasil não existe.

Portugal Brasil

Gosto de ir para em Maceió (Brasil), rever meus amigos, passar tempo com minha família, comer todas as comidas que mais adoro e sinto falta. Mas confesso que não sinto nenhuma vontade de voltar a morar lá. Sei que as praias são maravilhosas, as pessoas são fantásticas, a comida é boa, mas não existe preço que pague a minha liberdade, de poder andar sozinha à noite na rua, de ter transporte público de qualidade, de não ter medo de ser assaltada ou que a minha vida está em constante perigo.

E quando pensei em voltar para o Brasil há uns anos atrás, e se readaptar à antiga cultura, sabia que seria pior que a dificuldade que tive em me adaptar aqui. Não, não é só geografia, nem tampouco é apenas culinária, cultura ou economia. É que o país de onde eu vim, também não existe mais, tudo muda… a minha cabeça mudou, os meus amigos mudaram. As “coisas” não ficaram lá esperando por mim, o choque dessa diferença seria muito grande.

Portugal -gastronomico-da-culinaria-portuguesa

NEM TUDO É PERFEITO

O impacto psicológico da distância da família, o fato de ser estrangeira, a dureza dos invernos aqui (minha cidade no Brasil é verão o ano todo e foi muito duro no início), a falta dos amigos, passar datas importantes longe de quem a gente gosta…

Reconstruir a vida não é fácil. Fiz alguns amigos por aqui e não tenho do que reclamar. Sempre fui bem tratada, tive oportunidades para além das minhas expectativas, terminei a faculdade na Universidade do Porto, o curso de arquitetura é considerado um dos melhores da Europa. Fiz muitos cursos que sempre quis fazer e não ia ter a mesma oportunidade no Brasil, conheci muitas pessoas nesses cursos que fizeram muita diferença na minha vida. Mas os amigos que deixamos faz uma falta enorme!

Em Portugal teoricamente falamos a mesma língua, a verdade é que são muitas palavras diferentes e outras iguais com significados totalmente diferentes que às vezes me pergunto se falamos de verdade a mesma língua, aprendi as palavras que eles usam e não foi fácil.

Portugal Porto

SEMPRE SEREI ESTRANGEIRA

choque cultural dói e não é pouco. Depois aprendi a conviver com isso, mas no início foi bem complicado ter minha visão de mundo desafiada, forçar meu jeito de pensar e ser “a brasileira”.

Mesmo morando anos em Portugal, nunca vou ser portuguesa de verdade, não consigo falar com o sotaque português, não penso da mesma forma, tem coisas que aprendi no Brasil que não são iguais, tem sempre diferenças que por mais tempo que fique aqui, a verdade é que não nasci aqui, não fui criada aqui, não cantei as músicas infantis que eles cantaram escola, não vi os mesmos desenhos animados, não tive os mesmo brinquedos na infância, não fui educada da mesma maneira e por mais que eu adquira a cultura do lugar, as diferenças sempre vão existir.

Eu sempre serei “a brasileira”, a “que fala diferente”, a “estrangeira”. E tem horas que isso cansa. Por outro lado, se cansa, tem coisas que compensam, e nem tudo é dificuldade.

Há muito o que se ganhar depois que se paga o preço de aprender com a dor e as dificuldades, sobreviver depois de tudo é espetacular.

Fonte: http://ioneomena.com/porque-abandonar-o-brasil-e-morar-em-portugal/

QUANDO OS FILHOS VOAM… POR RUBEM ALVES.

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“… Amar é ter um pássaro pousado no dedo! Quem tem um pássaro pousado no dedo sabe que, a qualquer momento, ele pode voar…” Rubem Alves.

Encontrar a sabedoria do amor que nos ensina a deixar voar e não a engaiolar… é uma benção! Pra variar este texto vivo e cheio de afeto de Rubem Alves me surpreende! Dia a dia, com dor e amor, alegria e nostalgia, eu tenho aprendido sobre as asas e raízes que se revelam nos relacionamentos entre pais e filhos.

Estou sim aprendendo e muito especialmente na maturidade a “transformar nascer, crescer e morrer num processo menos monótono e sem sobressaltos”… amando e dando asas aos filhos… Cada vez eles vão mais longe e ficam por mais tempo… nós vamos acompanhando ás vezes de perto, outras de longe … Nos encontrando e nos espelhando em seus sonhos e vitórias… melhor assim, né. Leia:

BIA SO

Sei que é inevitável e bom que os filhos deixem de ser crianças e abandonem a proteção do ninho. Eu mesmo sempre os empurrei para fora. Sei que é inevitável que eles voem em todas as direções como andorinhas adoidadas.

Sei que é inevitável que eles construam seus próprios ninhos e eu fique como o ninho abandonado no alto da palmeira…

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Mas, o que eu queria, mesmo, era poder fazê-los de novo dormir no meu colo…

Existem muitos jeitos de voar. Até mesmo o vôo dos filhos ocorre por etapas: O desmame, os primeiros passos, o primeiro dia na escola, a primeira dormida fora de casa, a primeira viagem…

Desde o nascimento de nossos filhos temos a oportunidade de aprender sobre esse estranho movimento de ir e vir, segurar e soltar, acolher e libertar. Nem sempre percebemos que esses momentos tão singelos são pequenos ensinamentos sobre o exercício da liberdade.

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Mas chega um momento em que a realidade bate à porta e escancara novas verdades difíceis de encarar. É o grito da independência, a força da vida em movimento, o poder do tempo que tudo transforma.

É quando nos damos conta de que nossos filhos cresceram e apesar de insistirmos em ocupar o lugar de destaque, eles sentem urgência de conquistar o mundo longe de nós.

É chegado então o tempo de recolher nossas asas. Aprender a abraçar à distância, comemorar vitórias das quais não participamos diretamente, apoiar decisões que caminham para longe. Isso é amor.

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Muitas vezes, confundimos amor com dependência. Sentimos erroneamente que se nossos filhos voarem livres não nos amarão mais. Criamos situações desnecessárias para mostrar o quanto somos imprescindíveis. Fazemos questão de apontar alguma situação que demande um conselho ou uma orientação nossa, porque no fundo o que precisamos é sentir que ainda somos amados.

Muitas vezes confundimos amor com segurança. Por excesso de zelo ou proteção cortamos as asas de nossos filhos. Impedimos que eles busquem respostas próprias e vivam seus sonhos em vez dos nossos. Temos tanta certeza de que sabemos mais do que eles, que o porto seguro vira uma âncora que os impede de navegar nas ondas de seu próprio destino.

Muitas vezes confundimos amor com apego. Ansiamos por congelar o tempo que tudo transforma. Ficamos grudados no medo de perder, evitando assim o fluxo natural da vida. Respiramos menos, pois não cabem em nosso corpo os ventos da mudança.

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Aprendo que o amor nada tem a ver com apego, segurança ou dependência, embora tantas vezes eu me confunda. Não adianta querer que seja diferente: o amor é alado.

Aprendo que a vida é feita de constantes mortes cotidianas, lambuzadas de sabor doce e amargo. Cada fim venta um começo. Cada ponto final abre espaço para uma nova frase.

Aprendo que tudo passa menos o movimento. É nele que podemos pousar nosso descanso e nossa fé, porque ele é eterno.

Aprendo que existe uma criança em mim que ao ver meus filhos crescidos, se assustam por não saber o que fazer. Mas é muito melhor ser livre do que imprescindível.

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Aprendo que é preciso ter coragem para voar e deixar voar.

E não há estrada mais bela do que essa.

Fonte: https://osegredo.com.br/2015/12/quando-os-filhos-voam-por-rubem-alves/#.V2WQUmc7msR.facebook

PRÊMIO DARDOS!

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“É melhor que fale por nós a nossa vida, que as nossas palavras…” Mahatma Gandhi.

Oi pessoal, tudo bem? Estou bem longe de casa… precisamente em Londres. Não estou de férias não… vim para ajudar meu filho, nora e netinho que estão se mudando para cá… então vou aproveitar e descansar um pouquinho depois… pois ninguém é de ferro, né? Por isso demorei um pouco para responder as tags rsrsrs… me desculpem… estava na maior correria.

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Primeiramente eu quero agradecer a Ana do Blog “Escrevendo sonhos”, a Victória do Blog “Um coração igual ao Teu“ e a Emily do Blog “Será menina dos teus olhos”que me indicaram para o Prêmio Dardos. Sinto-me lisonjeada e muito feliz em ser indicada para receber outra vez o Prêmio Dardos… Muito obrigada pelo carinho meninas…  por lembrarem-se de mim!!!

E, se você não conhece o prêmio Dardos, clique aqui para descobrir o que é!

Pena que pelas regras eu não possa indicar mais do que 15 Blogs… São muitos os merecedores deste prêmio… Indico então para o prêmio, estes blogs que eu adoro, tenho acompanhado e acho que merecem tudo de bom…  são eles:

  1. Ferreiro do Blog Ponto final
  2. Maria do Blog Ôxi! Maria
  3. Fabio do Blog  http://agorababou.com
  4. Paloma Silva do Blog nossa cancao
  5. Amodoro do Blog de Textos
  6. Victória do Blog Liberte-se!
  7. Blog Amor e reticências
  8. Sara do Blog Dica Amiga
  9. Blog Gustavo Roubert
  10. Nolitalice do Blog leia também blog
  11. Blog Indefinição
  12. Blog Guria faladeira
  13. Blog Histericas ponto com
  14. Blog Matheus de Souza
  15. Blog Designer Eliz

VALE A PENA MORAR E TRABALHAR EM PORTUGAL?

Lisboa

 “Mude, mas comece devagar, porque a direção é mais importante que a velocidade”. Clarice Lispector.

Com o aumento dos impostos, juros bancários, desempregos, instabilidades economias e políticas… além dos muitos escândalos especialmente no governo brasileiro… tem sido cada vez mais frequente as perguntas em relação a morar e trabalhar em Portugal.

Semanalmente (2ªfeiras) estou postando diversos artigos sobre como morar em Portugal… e vou acrescentando também outros países da Europa. Muitas perguntas aparecem aqui e procuro postar abrangendo vários assuntos.

Mas a principal dúvida é se realmente vale a pena esta mudança. Por isso aproveitando a experiência de algumas pessoas que já passaram desta etapa e moram lá há algum tempo…  Vamos fazer uma análise geral da visão destes brasileiros que estão por lá vivendo… um deles é Erick da Eurodicas, veja o que ele diz:

A resposta mais correta para essa pergunta é “depende do que você quer”: Ganhar/guardar dinheiro em Portugal?

Sinto lhe dizer, mas ao contrário do que a gente sonha em relação aos Estados Unidos, Portugal não é um país para se fazer muito dinheiro e criar uma boa poupança. Isso por que os salários não são altos (arrisco até dizer que em alguns casos vai ganhar menos do que no Brasil).

Tenha em mente que o salário mínimo de Portugal é 530,00 (2016), assim como no Brasil, não vai te dar uma boa qualidade de vida. A partir de dois salários mínimos é que você começa a ter uma situação um pouco mais confortável. Já escrevemos aqui um guia do Custo de vida em Portugal.

Viver bem e ter qualidade de vida em Portugal?

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Se o seu objetivo não é focado em ganhar dinheiro e sim em viver bem, você está prestes a fazer uma excelente escolha…. Eu particularmente só tenho coisas boas a dizer sobre Portugal nesse sentido (baseado em minha experiência e dados de 9/2015):

  • Violência: a taxa de homicídios dolosos (por grupo de 100 mil habitantes) do Brasil é de 21.7 enquanto Portugal tem uma taxa de 1.26. Assaltos à mão armada são raros também. Existe uma sensação de segurança muito grande, você consegue andar tranquilamente com celular e carteira de noite na rua.
  • Saúde Pública: Já fizemos um guia completo decomo funciona a saúde pública em Portugal, e de maneira geral é muito satisfatória, podendo ser comparada a hospitais particulares do Brasil.
  • Ensino Público: O ensino público em Portugal é onde as maiorias das pessoas estudam, e de maneira geral é bem avaliado, mas claro que tem escolas que são melhores que as outras. Algumas faculdades públicas estão entre as melhores da Europa.

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  • Transporte Público: Ainda não sentimos a necessidade de comprar um carro, por que moramos do lado do metrô e conseguimos fazer TUDO de transporte público. Tem bilhetes mensais a partir de €30, e um detalhe é que aqui no Porto, não tem catracas nos ônibus e estações de metrôs, é tudo na base da confiança de que cada cidadão sabe seus deveres.
  • Aposentados: Recentemente o Algarve foi eleito o melhor lugar do mundo para se viver na aposentadoria por diversos fatores, incluindo a qualidade de vida. Se quer um lugar pra viver tranquilo e poder ir trabalhar a pé, por exemplo, é uma excelente opção.
  • Trabalhar em Portugal A minha mudança para Portugal foi por conta de uma proposta de trabalho, e pessoalmente valeu muito a pena por que consegui crescer profissionalmente e ganhar experiência internacional, mas tenho minhas dúvidas se realmente vale a pena sair do Brasil para trabalhar em subempregos em Portugal. Em subempregos você não vai conseguir ganhar bem para guardar dinheiro e nem aprender, talvez seja melhor procurar um país com um bom salário mínimo para pelo menos juntar dinheiro. O ideal é já vir com um bom emprego, porque apesar do desemprego ter caído por aqui, ainda é o DOBRO do Brasil. Ou seja, se for para trabalhar na sua área e ganhar experiência, VENHA. Se você quer saber mais, aconselho ler o guia de Como trabalhar em Portugal.

Fonte:http://www.eurodicas.com.br/vale-a-pena-morar-e-trabalhar-em-portugal/

ENVELHECER É CHATO, MAS A ALTERNATIVA É PIOR…

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“Vivemos cercados pelas nossas alternativas, pelo que podíamos ter sido”. Luis Fernando Veríssimo

Adoro crônicas… parece que foi escrita ontem esta crônica de Luís Fernando Veríssimo que foi publicada originalmente em O Globo, em 13 de junho de 2013, com o título de Alternativa. Leiam:

Envelhecer é chato, mas consolemo-nos: a alternativa é pior. Ninguém que eu conheça morreu e voltou para contar como é estar morto, mas o consenso geral é que existir é muito melhor do que não existir. Há dúvidas, claro. Muitos acreditam que com a morte se vai desta vida para outra melhor, inclusive mais barata, além de eterna. Só descobriremos quando chegarmos lá. Enquanto isto… vamos envelhecendo com a dignidade possível, sem nenhuma vontade de experimentar a alternativa.

Mas há casos em que a alternativa para as coisas como estão é conhecida. Já passamos pela alternativa e sabemos muito bem como ela é. Por exemplo: a alternativa de um país sem políticos, ou com políticos cerceados por um poder mais alto e armado. Tivemos vinte anos desta alternativa e quem tem saudade dela precisa ser constantemente lembrado de como foi. Não havia corrupção? Havia, sim, não havia era investigação para valer. Havia prepotência, havia censura à imprensa, havia a Presidência passando de general para general sem consulta popular, repressão criminosa à divergência, uma política econômica subserviente e um “milagre” econômico enganador. Quem viveu naquele tempo lembra que as ordens do dia nos quartéis eram lidas e divulgadas como éditos papais para orientar os fiéis sobre o “pensamento militar”, que decidia nossas vidas.

Ao contrario da morte, de uma ditadura se volta, preferencialmente com uma lição aprendida. E, se para garantir que a alternativa não se repita, é preciso cuidar para não desmoralizar demais a política e os políticos, que seja. Melhor uma democracia imperfeita do que uma ordem falsa, mas incontestável. Da próxima vez que desesperar dos nossos políticos, portanto, e que alguma notícia de Brasília lhe enojar, ou você concluir que o país estaria melhor sem esses dirigentes e representantes que só representam seus interesses, e seus bolsos, respire fundo e pense na alternativa.

Sequer pensar que a alternativa seria preferível — como tem gente pensando — equivale a um suicídio cívico. Para mudar isso aí, prefira a vida — e o voto.

http://contobrasileiro.com.br/alternativa-artigo-de-luis-fernando-verissimo/

COMO SUPERAR A SÍNDROME DO NINHO VAZIO?

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“Vivemos sobre o mesmo céu, mas nem todos temos o mesmo horizonte”. Konrad Adenquer.

Em um determinado momento das nossas vidas, nos damos conta de que os nossos filhos cresceram, e tomaram a decisão de começar um novo caminho…o  da independência… enfim vão viver suas vidas.

A síndrome do ninho vazio faz referência a esta situação. Muitas vezes os pais se sentem abandonados e tristes com esta situação… que faz com que deixem de se sentir importantes para os seus filhos e se sintam irritados e agoniados.

Nada vai substituir a saída dos filhos, mas é preciso entender que a fase da vida mudou, e se a pessoa não buscar outras fontes de prazer ela pode desenvolver muitas doenças. Não é para ignorar os sintomas, mas sim aceitar a dor, aceitar a saída dos filhos… se adaptar a essa mudança e dar novo sentido para a vida. Afinal criamos os filhos pro mundo!

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Devemos aceitar como um recomeço, não só para eles que sairão em busca de novos desafios e experiências, mas também para os pais, com um novo conceito de vida e de novas perspectivas. Temos que renovar nossos planos de vida, tanto individuais quanto matrimoniais, enxergar nessa situação que a principio parece negativa, a oportunidade de dedicarmos mais tempo e energia a nós mesmos, em busca de novas experiências e satisfação pessoal.

Esses sintomas variam de pessoa para pessoa, dependendo de sua personalidade, do estado emocional e até do grau de relacionamento que mantinha com aquele que deixou o lar.

Geralmente é necessário um lento processo de adaptação e mudança diante dessa nova realidade, pois toda a rotina de convivência será modificada, o que poderá causar crises entre os membros familiares envolvidos. É uma fase difícil até mesmo para alguns pais que se sentem satisfeitos por terem cumprido seus papéis para a independência dos filhos.

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A seguir mostraremos algumas ideias de como superar a síndrome do ninho vazio.

  1. Nova perspectiva da situação.Você deve pensar naqueles aspectos que contribuem com o seu bem-estar. Muitas vezes o relacionamento com os filhos melhora quando eles já não estão em casa. Outro aspecto é o tempo com o que agora você conta para se dedicar a novos projetos.
  2. Dê força para o seu companheiro. Quando temos filhos, muitas vezes nosso companheiro fica de lado. Este é o momento de dar força para o seu companheiro e de realizar aquelas atividades que você tinha adiado. Esta é uma nova etapa da vida que você deve desfrutar totalmente.
  3. Fale do assunto. Pôr para fora os seus sentimentos é o primeiro passo para melhorar. Às vezes, compartilhar este sentimento com nossos entes queridos nos permite perceber que podemos superar esta situação.
  4. Atividades prazerosas. Ao longo da vida as pessoas sempre sentem o desejo de realizar determinadas atividades que lhes dão prazer, mas as exigências diárias, às vezes, fazem com que estas terminem sendo adiadas. Faça uma lista de todas aquelas atividades que você gosta e se prepare para começar a fazê-las.
  5. Pratique um esporte.O exercício físico é muito bom para a saúde e ajuda a relaxar. Saia para caminhar todos os dias durante 30 minutos, e você notará como em pouco tempo se sentirá cada vez melhor.
  6. Cuidado pessoal.Não se abandone, nem se deixe abandonar. Você deve buscar um cuidado pessoal adequado, hoje você tem tempo para isso. É importante que você volte a adotar o papel de mulher, além do de mãe.
  7. Estimule a independência. É importante que seus filhos saibam que podem contar com o seu apoio nesta nova fase. Evite invadir a sua nova casa ou a sua vida com visitas ou telefonemas contínuos. Você deve deixá-los crescer, acompanhá-los e desfrutar com eles esta nova etapa da vida.
  8. Adote um animal de estimação. Se você não tem um marido ou namorado com quem compartilhar este momento e sente que a casa está vazia sem seus filhos, pode adotar um animal de estimação. Eles serão uma grande companhia.
  9. Melhore a relação com seu filho. À medida que passa o tempo, a relação com seu filho mudará positivamente. A maturidade de ambos fomentará outro tipo de comunicação mais frutífera. Você nunca vai deixar o seu papel de mãe, seus filhos estarão ai para você.
  10. Assista a este vídeo:

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http://g1.globo.com/mg/vales-mg/mgintertv-2edicao/videos/v/especialista-fala-sobre-a-sindrome-do-ninho-vazio/4921429/

Habitualmente, a síndrome do ninho vazio é pontual, ou seja, possui hora certa para ser findada, sendo que sua duração se estende do instante de separação dos filhos até o estabelecimento de uma nova ordem familiar.

Eu me encontro nesta fase agora e me sinto muito bem cheias novos projetos… Afinal venho me preparando pra esta fase já a algum tempo… e continuamos a conviver melhores como nunca. A família vem aumentando e trazendo novos aprendizados a todos.

Fonte: http://saude.umcomo.com.br/articulo/como-superar-a-sindrome-do-ninho-vazio-3209.html#ixzz49hXyHFEC – http://g1.globo.com

 

 

 

 

 

 

MORAR EM PORTUGAL – VISTO D7 – DÚVIDAS COMUNS E RESPOSTAS.

Portugal aposentados

“Ninguém tem a felicidade garantida. A vida dá a cada pessoa tempo e espaço. Depende de você enchê-los de alegria.” S. Brown.

O VISTO D7 para aposentados e pessoas que vivem de rendimento, despertou o interesse de grande parte das pessoas que nos seguem, mas também gerou muitas dúvidas.

Por isso esse texto da Euro dicas serve  para esclarecer essas dúvidas e mostrar como você pode morar em Portugal depois de aposentar, ou com rendimentos (imóveis, aplicações e etc.). (Abril de 2016)

Quem pode solicitar o visto D7?

Aposentados que tem rendimentos suficientes para se manter em Portugal, ou para pessoas que vivem de rendimentos, independente da idade. Rendimentos incluem: aposentadoria, pensões, imóveis alugados, dinheiro aplicado, investimentos e etc…

Quanto eu preciso ter de rendimento por mês para conseguir o visto?

O que a lei diz é que você deve ter:

  • 1º adulto – 100% do salário mínimo vigente;
  • 2º adulto – 50% do salário mínimo vigente;
  • Cada criança – 30% do salário mínimo vigente.

O seu processo vai ser analisado por um funcionário, e os critérios podem variar um pouco de funcionário pra funcionário. Para ficar mais seguro e ter mais chances, idealmente é ter uma poupança de uns R$40 ~ R$50mil reais, mais 1.500€/mês para um casal. Dessa maneira é bem provável ter o visto aceito e também consegue ter uma boa qualidade de vida em Portugal. Veja aqui o Custo de Vida em Portugal.

Lisboa

Quanto tempo demora para o visto D7 sair?

Varia de acordo como qual Consulado de Portugal você solicitar, mas o tempo médio é entre 30 e 60 dias (não pode legalmente demorar mais que 60 dias).

Quanto custo tirar o visto?

O visto D7 tem um custo total de 200€ para fazer por conta própria. Já com assessoria, fica por cerca de 800€ incluindo tratar de toda a documentação no Brasil e em Portugal, abrir conta bancária em Portugal e solicitar o NIF (número de identificação fiscal).

Como envio dinheiro pra Portugal? Quanto vou pagar de imposto?

Será necessário agendar com o seu banco transferências mensais para Portugal, e desse valor é retido 25% de imposto na fonte. Sim, é um valor alto e é importante ter em mente que a cotação do euro varia todos os dias.

Existem maneiras legais para o aposentado não pagar 25% de desconto na fonte através de mecanismos legais via advogado/assessoria… (algumas pessoas estão usando este recurso). Há uma manobra legal que pode ser feita com ajuda de advogado/assessoria que possibilita não pagar o imposto nas transferências para Portugal.

Quem pode ir comigo para Portugal com o Visto D7?

O visto de residência é extensível para cônjuge, filhos até 18 anos e pais com mais de 65 anos! Se você tem filhos maiores de idade, eles precisam de outro visto (de estudo ou trabalho, por exemplo).

Posso trabalhar em Portugal com esse visto?

O visto D7 não dá permissão de trabalho, mas uma vez com a residência você pode solicitar permissão de trabalho ou até abrir uma empresa. Essa informação também foi uma novidade pra mim, que conseguimos através da assessoria que trata de vistos desse tipo.

Portugal Brasil

Por quanto tempo o visto é válido?

O visto tem validade inicial de 1 ano, depois é renovado duas vezes consecutivas pelo período de 2 anos cada. Depois de 6 anos de residência confirmada em Portugal (nunca ficando mais que 6 meses direto fora do país) você tem o direito de solicitar a nacionalidade portuguesa, e passa a ter passaporte europeu e não precisa mais de visto para residir no país.

Você indica contratar assessoria? Qual?

Minha resposta é: depende do que você quer! Se você tem tempo livre, e não se importa em errar/refazer e etc. Pode ser uma boa para poupar dinheiro. Eu sinceramente faria com assessoria, por que além de poupar tempo, eles sabem exatamente o que fazer para conseguir logo de cara o visto. A única assessoria que eu conheço e confio é www.strobelesantos.com.pt, eles garantem em contrato que o seu visto vai ser aprovado e caso não dê certo (muito raro) eles devolvem 100% do valor. A garantia de conseguir o visto é uma grande vantagem.

Se você tiver dúvidas sobre como funciona o processo com a assessoria, entre em contato direto com eles através do email: geral@strobelesantos.com.pt. Dizendo que viu na Euro Dicas eles te fazem um atendimento especial .

Se você tem interesse em mudar pra Portugal, meu conselho é: trate o quanto antes o visto por que a procura tem aumentado MUITO e as leis estão mudando rapidamente para se adequar a este novo cenário.

Esse post foi feito com base nas dúvidas mais comuns postadas no site e no facebook. Queria deixar claro que apesar de num primeiro momento parecer algo simples, não é! Tem que preencher todos os requisitos, ter dinheiro e estar disposto a sair da sua zona de conforto, mas por fim eu posso garantir: vale a pena!

Fonte: http://www.eurodicas.com.br/visto-d7/

REPÚBLICA PARA IDOSOS: VOCÊ JÁ OUVIU FALAR SOBRE ISSO?

Republica Santos

“Não há nada que melhor defina uma pessoa do que aquilo que ela faz quando tem toda a liberdade de escolha” William M. Bulger.

Certamente você já deve ter ouvido alguém falar que a terceira idade é uma fase da vida caracterizada por muita solidão. Mas, ao contrário do que alguns acreditam, nesse período os idosos nem sequer pensam em levar uma vida sozinho em suas casas.

A alternativa encontrada por alguns está em morar na casa dos filhos. Outros, porém, aproveitam a aposentadoria para realizar viagens e conhecer diferentes locais, assim como eu… seja em solo brasileiro ou ao redor do mundo. Mas para quem não gosta de ficar viajando e também não é adepto de ficar abrigado na casa do genro ou da nora, a opção mais viável tem se tornado as repúblicas para idosos.

As repúblicas ficaram muito conhecidas pelo fato de hospedarem jovens que iam estudar ou trabalhar em cidades distantes das que moravam. Entretanto, elas também têm atraído pessoas mais velhas, devido à facilidade de pagamento das mensalidades que são acessíveis ao bolso de quem já é aposentado. Em algumas moradias deste tipo, o valor não ultrapassa R$150 se somado com as despesas da água, luz e gastos de gás.

Ter a sua liberdade garantida, privacidade e ao mesmo tempo convívio social, e poder dividir os custos de sua moradia, são bons motivos para optar por viver assim.

As repúblicas para idosos são relativamente novas. Com o número de pessoas com mais de 60 anos aumentando, também cresceu o número de tipos de moradia. Conhecer esses espaços é fundamental para realizar boas escolhas no futuro. Assista este vídeo e conheça a primeira experiência em Republica (GLOBO REPÓRTER – SANTOS -SP – 9/11/2012) :

A primeira república específica de atendimento ao público da terceira idade surgiu em Santos, no litoral de São Paulo, em 1995. O sucesso do projeto foi tamanho que, ao longo desses 19 anos, se estendeu para diferentes cidades do Brasil como: Belo Horizonte, Divinópolis, São José do Rio Preto e Curitiba. Nessas moradias autônomas, os residentes ficam responsáveis pelos cuidados com a limpeza e dividem as tarefas igualmente para todos.

Divisão de tarefas

Por ser um modelo que não precisa necessariamente de uma instituição para realizar o gerenciamento, as próprias pessoas que decidirem morar em república podem se organizar para escolher o local, a quantidade de moradores, a divisão de tarefas etc.

Os próprios moradores das repúblicas cuidam da limpeza e organização/divisão de tarefas, que são feitas por todos. Cada um tem suas responsabilidades, que são revezadas para que todos façam um pouco de tudo. Tudo é decidido em grupo. As casas possuem regulamentos e estatutos decididos pelos idosos, e que muda de acordo com as necessidades da maioria.

Enfim, é um tipo de moradia com suas características próprias, estabelecidas internamente, que dependem muito da colaboração de todos os moradores para ter sucesso.

Alternativa de manter a vida social

Republica Santos 2      Republica Santos 1.jpg

As vantagens de viver em comunidade quando se está em idade avançada, são muitas. Uma delas é evitar o aparecimento da depressão, um transtorno mental que afeta a autoestima de ambos os sexos e faz com que a pessoa se sinta triste e desmotivada. A oportunidade de conhecer novas pessoas é mais um benefício. Isto porque, como a casa está sempre cheia de pessoas, é possível fazer novas amizades na convivência do dia a dia, o que ajuda a espantar a solidão e melhorar o humor.

Assim, o ambiente das repúblicas possibilita que a terceira idade mantenha a vida social ativa, além de estimular a convivência social.

A diferença entre residir em uma republica e um asilo está neste convívio social. Nos asilos, como os idosos não podem sair, o convívio acaba ficando limitado a apenas dentro do ambiente. Ou seja, não participam da sociedade, não conhecem novas pessoas e não têm vida produtiva e ativa culturalmente. Nesse ambiente, eles ficam recolhidos e são mantidos pelo poder público ou por grupos religiosos.

Conheça outras em São Paulo, localizada no Tatuapé, a república de idosos abriga 10 pessoas. Todos eles são homens com mais de 60 anos e que recebem aposentadoria de ao menos um salário mínimo por mês. A Associação Reciclazário paga o aluguel da casa e os idosos dividem as despesas de água luz e telefone. (1/04/2015)

Fonte: https://www.aterceiraidade.com/casa-e-familia/republica-para-idosos-alternativa-de-manter-a-vida-social/