ÁLBUM MEMÓRIAS DE UMA AVÓ… VOVÓ BIA!

23o da minha #quarentena💪🏠🙋🏼‍♀️16o dia de #quarentenasaopaulo

Faz parte da quarentena, com o nosso isolamento social sofrermos altos e baixos. Somos humanos, vulneráveis e, por enquanto, o virus nos é superior.

“Não podemos agir como se estivesse tudo bem”, disse a Monja Coen e eu concordo…

Depois do meu café da manhã caprichado e com tranquilidade começa a minha rotina variada e bem distribuída pela semana.Tem tempo para os afazeres do dia a dia da casa… e sempre tem algo que tenho prazer em realizar… cada dia escolho uma coisa diferente… e me envolvo tanto que nem vejo o tempo passar… ele voa. Eu, viajo no tempo e no espaço e me envolvo em algo bem legal.

Hoje continuo a fazer o meu “Álbum Memórias de uma Avó”… da vovó Bia , claro. Me realizo fazendo este álbum. Faço com muito amor e carinho.

Já escrevi sobre a início da minha vida, desde o “antes”; um pouco da minha família paterna e materna; como foi quando eu nasci e depois… como fui durante a minha infância e a minha adolescência; e uma parte da vida adulta… quais foram os fatos marcantes pro mundo e pra mim; as grandes escolhas que fiz; as mudanças e formação da minha família… as coisas que surgiram e foram acrescentadas na minha vida… as dificuldades, superações, reconstruções e grandes transformações… que me fazem feliz e realizadas como pessoa, mãe, filha, esposa, irmã e mulher…

Eu faço pesquisas da época, ligo meu click de memórias e lembranças junto tudo, revejo com tanto detalhe e depois começo a escrever… verdadeiramente viajo no tempo. Sempre que me sento pra escrever aqui… faço uma total imersão de corpo e alma… me doou por completo aqui.

E maravilhoso nesta época da minha vida eu fazer estar fazendo uma retrospectiva da minha vida. Uma benção. Sou muita agradecida.

Muita coisa aconteceu em todo este tempo da minha vida… e percebo claramente que sou fruto das minhas escolhas na vida. E o que é melhor… eu faria exatamente as mesmas escolhas… trilharia os mesmos caminhos.

Acertos e erros aconteceram, mas o mais importante é que o meu olhar resiliente, otimista e de querer aprender com eles… Passado o choque no tempo das perdas que eu tive, eu sempre reagi… me reergui, superei e com esperança em dias melhores e bom humor, continuei meu caminho rumo a ter mais qualidade de vida e em ser mais feliz. Está sempre foi a minha meta. Aproveitar o lado bom das coisas.

Sempre me preocupei em ser uma pessoa forte e em querer ensinar aos meus filhos que tudo passa e que fica melhor. Tenha paciência é o meu lema, temos tempo para tudo! Tudo vai se encaixar na hora certa. A maneira como olhamos e enfrentamos os problemas é decisivo para encontrar uma saída, construir pontes ou virar a página. A escolha é nossa… trato de fazer a minha parte… quero dar força pra todos e que saibam que aconteça o que acontecer… sempre há uma saída, uma solução… Dando certo ou não, podemos recomeçar e reconstruir nossos caminhos. É o que eu faço até hoje.

Pensei em fazer este álbum quando a medida que eu fui envelhecendo eu tive necessidade de conversar profundamente com minha mãe, mas me era impossível por causa da sua grave doença. Eu tinha tanta vontade de conversar com ela sobre tantas coisas, e na sua falta muitas vezes converso com as pessoas mais velhas, com mais experiência sobre as suas impressões sobre alguns fatos ou problemas que eu passo ou quero saber mais. Minhas reflexões com a vida! Fico entusiasmado com suas de encarar a vida… sua sabedoria que a idade e a experiência traz.

Eu quis então deixar um registro sobre as minhas impressões para que meus filhos e netos pudessem saber como me senti sobre tantas mudanças que vi no mundo e tive na minha vida pessoal, minhas conquistas e meus desafios, meus sonhos e propósitos de vida.

Um dia não estarei entre eles, mas vou deixar pra eles o que eu penso sobre a vida, como vivi e fui feliz, como brindei e que sonhei muito, como amei e me orgulhei de cada um deles… assim como superei meus maiores desafios… Tem que saber o quanto eles foram amados e importantes na minha vida. Sem eles talvez não tivesse o mesmo incentivo e motivação. Quero que se orgulhem de mim e que eu tenha marcado a vida deles de forma positiva e incentivadora… Isto me bastará. Sempre vou estar presente nos seus coração e nas suas lembranças.

#quarentena #fiqueemcasacovid19 #fiqueemcasa #pandemia

#pandemiacoronavirus

VOVÓ É UMA UVA… VOVÓ MODERNA…

Martha Medeiros sempre me encanta e surpreende com suas crônicas. Está da avó me remeteu a doces lembranças. Hoje sou uma avó bem moderna e muito diferente de como era a minha avó pra mim. Tempos modernos… quer ver só? Leia:

A palavra avó nos remete à infância, quando passávamos o domingo numa casa cheirando à comida, com toalhinhas de crochê decorando todos os ambientes e um quarto sempre na penumbra, com móveis de madeira maciça e uma enorme cadeira de balanço, onde cochilava a matriarca. Parece com a casa da sua avó também? Pois guarde esta imagem na lembrança, pois ela não se reproduzirá tão cedo. Já não se fazem mais avós como antigamente.

Os esteriótipos não são criados do nada: as avós eram assim mesmo, de cabelo branco e óculos pendurados no nariz. Toda família que se preze teve sua Dona Benta, e a imagem é tão forte que até hoje os comerciais de tevê insistem em caracterizar as vovós como senhoras idosas, rechonchudas, com aventais amarrados na cintura, cabelos presos num coque e aquele ar de quem não faz outra coisa na vida a não ser torta de amoras. E os avôs? Seja na televisão ou no rádio, todos têm voz de Papai Noel, enquanto que, na realidade, os avôs da nova era estão mais para Mick Jagger, que aliás, já tem um neto. Acorde: os avós de hoje não lembram mais das canções de ninar, mas sabem de cor a letra de Satisfaction.

Quer dizer que o lobo mau conseguiu engolir nossa vovozinha? As que usavam toquinha e tinham voz rouca foram papadas, sim, meus pêsames. Mas olhe agora, o que vemos? Avós de jeans, dirigindo jipes, cabelo pintado, óculos escuros. Avós que trabalham, que viajam, qu dão festas, que namoram. Avós que fazem lipo, aeróbica, jogam paddle e suspiram não pelo Lima Duarte, mas pelo Victor Fasano. Será que elas sabem pregar um botão? Não custa tentar, mas se a empreitada der errado, não complique. Ela terá o maior prazer em levar a netinha para comprar uma roupa nova no shopping. E o almoço de domingo? Também mudou. As avós de hoje não andam dispostas a engordar nem um grama com macarronadas familiares e muito menos a quebrar suas garras vermelhas lavando panelas. Que tal um buffet frio, muita água mineral e salada de frutas? Combinado, ela entra com a água.

Netos e netas, não se sintam desamparados. As avós de hoje são muito mais participantes. Podem não lembrar direito das histórias de Gulliver, Pele de Asno ou O Gato de Botas, mas têm históriazs pessoais tão encantadoras quanto. São mais divertidas e menos preconceituosas. Têm mais saúde e disposição para enfrentar parques, teatrinhos, zoológicos. E o fato de buscarem a eterna juventude não lhes tirou um pingo do afeto que sentem pela terceira geração. Ao contrário: nunca vi tantas avós apaixonadas por seus netos. É um amor enorme, desinteressado, sem ônus do compromisso, só do prazer. Sempre foi assim, mas agora há um fator novo: hoje as mulheres têm menos filhos, e em conseqüência, menos netos. Antigamente a família era gigantesca, e não havia memória que chegasse para lembrar o nome de toda a criançada. Hoje são só dois ou três, dá até para providenciar um mini-hotelzinho em casa para hospedá-los no final-de-semana. Tem mais: o limite de idade para engravidar foi muito ampliado, e hoje uma mulher poder ser mãe e avó quase ao mesmo tempo, encurtando as diferenças entre uma e outra. Se por um lado estamos perdendo a imagem romântica da avó que cozinha, faz tricô e tem roseiras no quintal, por outro estamos ganhando uma avó bonitona, que tem o maior orgulho ao falar de nós para as amigas e que sempre estará disposta a nos dar um colo. Desde que esteja com uma roupa de microfibra, bem entendido.

O amor, que é o que interessa, não mudou. Mas mudaram as avós. Danuza Leão, Baby Consuelo, Constanza Pascolato e tantas outras mulheres que falam gírias, bebem cerveja e estão sempre prontas para uma novidade são avós tanto quanto as nossas saudosas velhinhas de casaquinho nos ombros. Vera Fischer, Betty Lago e tantas outras gatas desta geração também já têm filhos adolescentes que não tardaram a procriar. Passarão, como toda mulher, pela menopausa, pela osteoporose e por outros distúrbios da idade, mas certamente não aceitarão o papel de uma avó caseira, bordadeira e sem outra ambição que não seja cuidar dos netos. Sempre se disse que a avó era uma segunda mãe. Pois ela nunca esteve tão parecida com a primeira.

E você que tipo de avó é?

Leia também: https://oterceiroato.com/2015/10/29/eu-vou-ser-avo-pela-primeira-vez-que-felicidade/

https://oterceiroato.com/2016/08/31/eu-vou-ser-vovo-pela-primeira-vez-a-distancia/

Xiiii!!!! ESTAMOS ENVELHECENDO… E AGORA?

Adorei estes Conselhos de um Geriatra, Dr. Joston Miguel, um olhar positivo e espirituoso sobre estarmos envelhecendo. Assim como eu vejo as coisas. Dá uma boa reflexão.

Estamos envelhecendo.

Não nos preocupemos! De que adianta? É assim mesmo! Isso é um processo natural. É uma Lei do Universo conhecida como a 2ª Lei da Termodinâmica, ou Lei da Entropia. Essa lei diz que: A energia de um corpo tende a se degenerar e, com isso, a desordem do sistema aumenta. Portanto, tudo o que foi composto será decomposto, tudo o que foi construído será destruído… Tudo foi, enfim, feito para acabar! E como fazemos parte do universo, essa Lei também opera em nós. Com o tempo, os membros se enfraquecem e os sentidos se embotam.

Sendo assim, relaxe e aproveite. Parafraseando Freud: A morte é o alvo de tudo que vive. Se você deixar o seu carro no alto de uma montanha, d’aqui a 10 anos ele estará todo carcomido. O mesmo acontece a nós. O conselho é: Viva! Faça apenas isso. Preocupe-se com um dia de cada vez. Como disse um dos meus amigos a sua esposa: Me use; estou acabando!. Hilário, porém realista.

Ficar velho e cheio de rugas é natural. Não queira ser jovem novamente, você já foi. Pare de evocar lembranças de romances mortos! Vai se ferir com a dor que a si próprio inflige. Já viveu essa fase, reconcilie-se com a sua situação e permita que o passado se torne passado. Esse é o pré-requisito da felicidade. Em última análise, se isto for lhe fazer bem, tente se reconciliar com a pessoa que você rejeitou. Tente se reconciliar com a Família que você, sem pensar, resolveu destruir… Pense nessa hipótese!

O passado é lenha calcinada. O futuro é o tempo que nos resta: finito, porém incerto, como já dizia Cícero. Mas nada impede uma pessoa se reconciliar com o seu passado! Tente, então!

Abra a mão daquela beleza exuberante, da memória infalível, da ausência da barriguinha, da vasta cabeleira e do alto desempenho, para não se tornar caricatura de si mesmo. Fazendo isso, você ganhará qualidade de vida.

Querer reconquistar esse passado (da beleza que já não mais existe em você) seria um retrocesso, e o preço a ser pago será muito elevado: serão muitas plásticas, muitos riscos e, mesmo assim você verá que não ficou como outrora. A flor da idade ficou no pó da estrada. Então, para que se preocupar? Guarda os bisturis, e toca a sua vida.

Essa resistência em aceitar as leis da natureza acaba espalhando sofrimento por todos os cantos. Advêm consequências desastrosas, quando se busca a mocidade eterna, as infinitas paixões, os prazeres sutis e secretos, as loucas alegrias e os desenfreados prazeres. Isso se transforma n’uma dor que você não tem como aliviar e condena à ruína sua própria alma.

Discreto, sem barulho ou alarde, aceite as imposições da natureza e viva a sua fase. Sofrer é tentar resgatar algo que deveria ter vivido e não viveu. Se não viveu na fase devida, o melhor a fazer é esquecer. Você não tem de experimentar todas as coisas, passar por todas as estradas e conhecer todas as cidades. Isso é loucura, é exagero. Faça o que pode ser feito com o que lhe está disponível.

Quer um conselho? Esqueça. Para o seu bem, esqueça o que passou. Tem tantas coisas interessantes para se viver na fase em que você está. Coisas do passado, no que se refere à juventude, já não te pertencem mais.

Se você tem esposa e filhos, experimente vivenciar algo que ainda não viveram juntos. Faça a festa. Celebre a vida! Agora, você tem mais tempo! Aproveite essa disponibilidade e desfrute-a. Aceitando ou não, o processo do envelhecimento vai continuar. Assuma viver com dignidade e nobreza a partir de agora. Nada nos pertence.

Tive um aluno com 60 anos de idade que nunca havia saído de Belo Horizonte. Não posso dizer que, pelo fato de eu conhecer grande parte do Brasil, sou mais feliz que ele. Muito pelo contrário. Parecia-me exatamente o oposto.

O que importa é o que está dentro de nós, a velha máxima continua atual como nunca: Quem tem muito dentro, precisa ter pouco fora.

Esse é o segredo de uma boa vida. Pense! Repense e não faça besteira. Ao final, você verá que não valeu a pena… Que não valeu ter destruído a sua Família para ir atrás de um sonho que, rapidinho, se voltará contra você em eterno e enorme pesadelo.
Sensacional né?

CURAR…

Um poema escrito por Catherine M. O’Meara (março de 2020)… descreve o nosso isolamento, se encaixando tão bem com as rotinas do nosso dia a dia e em como estamos vivendo atualmente, nesta pandemia… leiam:

E as pessoas ficaram em casa.

E leram livros e ouviram.

E descansaram e se exercitaram.
E fizeram arte e brincaram.
E aprenderam novas maneiras de ser.
E pararam.
E ouviram fundo
Alguém meditou
Alguém orou
Alguém dançou
Alguém conheceu sua sombra
E as pessoas começaram a pensar de forma diferente.
E pessoas se curaram
E na ausência de pessoas que viviam de maneiras ignorantes,
Perigosas, sem sentido e sem coração,
Até a Terra começou a se curar.
E quando o perigo terminou.
E as pessoas se encontraram.
Lamentaram pelas pessoas mortas.
E fizeram novas escolhas.
E sonharam com novas visões.
E criaram novos modos de vida.
E curaram a Terra completamente.

 Kathleen O’Meara, pen name Grace Ramsay 

Nascimento: 1839, Dublin, Irlanda

Falecimento: 10 de novembro de 1888, Paris, França

SER AVÓ PELA PRIMEIRA VEZ… É MARAVILHOSO!

Ser avó pela primeira vez é um acontecimento único em nossas vidas, que você deve aproveitar ao máximo. Eu aproveito muitooooo… cada minuto… cada momento nosso é inesquecível! Agora imagine triplicar está dose de alegria… É muita alegria pra uma vovó coruja como eu aguentar. Hoje está é a minha realidade.

Você vai ser avó pela primeira vez?

Então prepare-se para entender sentimentos completamente novos. Descobrir que vai ser avó te enche de sentimentos contraditórios, como alegria e preocupação. Uma mistura de alegria, amor, medo, mistérios e vai sofrer uma renovação da vida.

A alegria é pela chegada de um bebê que vai roubar o seu coração. Já a preocupação é porque você provavelmente acha que tem que se preparar para esta nova etapa… assim como seu filho (a). Vai nascer aí uma nova família. Seu legado vai crescer.

Ainda assim, o amor que sentimos por nossos netos é tão grande que todos esses sentimentos acabam desaparecendo…. assim que ouvir seu netinho chorar ou dizer vovó pela primeira, você vai esquecer imediatamente todos esses pensamentos. A partir de então, compartilhará sua história com todas as outras futuras e novas avós.

Ser avó pela primeira vez é sim maravilhoso… uma experiência única, que nos marcará assim como o nascimento de nossos filhos.

Prepare-se para descobrir um novo universo dentro de você, cheio de lágrimas e sorrisos… algo que parecia adormecido… irá despertar. Os netos nos ensinam uma nova forma de amar. É um amor extraordinário, único e completamente diferente do que sentimos por nossos filhos. Parece duplicar a intensidade e forma, é mágico. Por isso, ser avó pela primeira vez é inexplicável e maravilhoso.

É abrir seu coração ❤️ pra um amor sem finitude. É perceber que a sua sementinha plantada… está dando frutos… e florescendo. Os netos são um espelho 👶🏻❤️ daquilo que começamos um dia. Trará mil recordações.

A medida que o seu netinho for crescendo, você vai começar a notar alguns traços seus e de seus filhos refletidos nele a todo momento, trazendo memórias da sua infância. Quando ele sorrir, por exemplo, fará você se lembrar dos belos sorrisos dos seus filhos quando eram pequenos.

Da mesma forma, quando ele começar a comer e a ter preferência por algumas frutas específicas, isso trará recordações de quando você era pequena e também gostava mais de determinadas frutas, e das que gosta até hoje. Doces lembranças que vem e vão.

Quando e como participar dos planos dos pais?

Esperando um convite, na sua hora e no seu momento. Como assim?

Não saia espalhando por aí a chegada do novo membro da família. Espere que os pais se manifestem. Eles vão querer ser os portadores das boas novas. Afinal a grande notícia é deles? Não seja inconveniente.

Quanto aos presentes que quiser dar ao seu neto, tente conversar com os futuros pais antes para mostrar o que deseja comprar e pedir a opinião deles, compre o que eles precisarem… Escolheram juntos vai ser bom e ajudar na medida que forem úteis e necessários. Além disso, use a sua experiência para sugerir que comprem o for necessário para o bebê. Vai descobrir quantas novidades que fazem a vida bem mais práticas surgiram até agora, vai ser surpreendente.

Dessa forma, você poderá se integrar pouco a pouco nos planos dos pais… com a delicadeza que requer o momento. Tudo isto evita futuros conflitos.

Alguns conselhos para quem vai ser avó pela primeira vez…

Converse com seus filhos sobre o quanto é maravilhoso ser avó pela primeira vez. Da sua alegria e expectativas. Ouça com o coração, fale o necessário e paciência.

É muito importante que seus filhos saibam do amor que está crescendo dentro de você diante dessa belíssima notícia, que saibam o quão lindo é ser avó pela primeira vez e participar junto dos momentos antes de ele chegar, sem exageros e invasões. Mas na medida certa.

Lembre-se que os pais também estão em êxtase vivendo momentos únicos de ansiedade, preocupação e amor. Saiba esperar e compreender este momento pacientemente.

Lembre-se de que o novo bebê é seu neto, e não seu filho. Cada um no seu lugar.

Meus netos com o tempo vão crescer e dar trabalho… precisar de limites e amor na dose certa… como toda criança. Faz parte. Aprendemos dia a dia.

É importante que você se lembre que, de agora em diante que a responsabilidade pela educação e a criação dos filhos é dos pais, e não da avó. Mas não tenha medo de intervir quando sua ajuda for solicitada… participe dentro do seu limite, como uma boa avó coruja.

CONCLUINDO ao ser avó pela primeira vez, é importante ter em mente que a relação que você vai ter com os seus netos é diferente da que tem com os seus filhos. Os netinhos são para ser adorados, abraçados, mimados e amados. Vamos construir mil histórias juntos.

Na verdade, você deve se tornar cúmplice deles, mas sem perder o equilíbrio existente entre o respeito e a autoridade dos pais e a participação da avó.

Espero que vocês aproveitem bastante este período.

PARA MULHERES MADURAS CONSELHOS DE UM MÉDICO.

Aconselhamento de um médico para mulheres em 2020… Achei muito interessante. Um médico decidiu compartilhar algumas palavras de aconselhamento para as mulheres via WhatsApp. O conselho é simples e direto. Compartilhe com todas as mulheres por aí para que elas possam ficar mais saudáveis e melhores em 2020. Agora com a #quarentena do #coronavírus, ficar em casa se tornou a nossa melhor e única opção, quanto menos stress, melhor será pra nós, principalmente neste período de confinamento. Portanto relaxe… e aproveite pra se autoconhecendo melhor. Seja sua melhor companhia.

  1. Neste tempo atual, onde estamos confinados em casa, afetados pelo coronavírus… a “higienização das mãos” tornam-se essenciais e uma norma para a nossa segurança e de seus familiares. Use Álcool gel na impossibilidade de usar água e sabão. Desinfete com água sanitária tudo que usar fora de casa. Se proteja bem.
  2. Só saia de casa só por devida necessidade, e faça sempre toda a higienização conforme as orientações. Higienize tudo… sapatos, roupas, celulares, chaves… que voltou com você para casa, e separe. Evite aglomerações. Mantenha uma distância de 2 m da outra pessoa. Respeite você e as outras pessoas.
  3. Você não pode terminar todas as tarefas da casa em um dia. Crie “rotinas leves” e bem distribuídas pelos dias da semana pro seu dia a dia ficar melhores. Aqueles que o fizeram muita coisa junta ao mesmo tempo, estão estressadamente doentes e alguns já estão enterrados. Tenha um tempo pequeno pra cada atividade, variando na semana e nos períodos…
  4. Por favor, crie um “tempo para descansar” e relaxar… não é pecado sentar, colocar as pernas em cima da mesa e pegar pipoca enquanto assiste TV. Não fique assistindo notícias o tempo todo, isto pode causar stress, escolha um horário só pra se atualizar do que está acontecendo. A ociosidade faz bem a todos. Relaxe!
  5. Por favor, durma bem pelo menos 7 horas ou o necessário, para que a dor de cabeça vá. Crie um ambiente gostoso e prazeroso pra relaxar. Crie ritual e tire de perto tudo que pode atrapalhar. Aqueles que se recusam a parar um pouco… a tirar férias, pra sair da sua rotina, ou a descansar com suas famílias algumas vezes por ano… sentirão falta deste tempo no futuro.. Permita-se parar um pouco.
  6. Pare de tomar sedativos para dormir, você está destruindo seu cérebro e órgãos. Em um ponto, você começará a esquecer as coisas. Relaxe o cérebro, se preocupe menos, pense menos, ria mais, sorria mais… aprenda a meditar, respirar calmamente e melhor. Tudo vai passar com o tempo.
  7. Às vezes, sente-se do lado de fora da casa, no jardim, no terraço… ou olhe na janela em silêncio por conta própria, não diga nada, apenas admire a obra de Deus, respire ar fresco com calma. Aprecie a beleza do céu e da natureza ao seu redor. Não se apresse.
  8. Mantenha seu sorriso no espelho para si mesmo… ria, dance e cante, que ativa a memória positiva ao seu redor para que você possa brilhar. Se ame, antes de depender do amor de outros.
  9. Compre um lanche ou dois, faça uma comida diferente e beba um bom suco de uva ou uma taça de vinho. Se cuidem melhor com uma alimentação saudável e saborosa.
  10. Obtenha os aparelhos domésticos e use as tecnologias necessários para facilitar o seu trabalho e a sua vida, a fim de evitar o estresse e o cansaço desnecessário. O estresse é o maior assassino silencioso de mulheres.
  11. Se você não está se sentindo bem, diga algo, faça algo a respeito, vá ao centro de saúde, hospital ou chame uma enfermeira próxima, não fique esperando o marido comprar remédios. Ele pode voltar tarde, sua vida importa. Mas só vá ao PS se realmente necessitar.
  12. Verifique ocasionalmente a sua pressão arterial e o nível de açúcar, se você está doente ou não. Faça um checkup regularmente com seu médico e siga as orientações com presteza e atenção conforme solicitado… todo cuidado é importante. Isto já salvou muitas mulheres no passado. Confie em mim nisso.
  13. Leia livros e revistas, assistam a filmes e série… TV a cabo Netflix estão aí pra nos ajudar. Use e abuse da internet, das Redes Sociais e das interações com WattsApp… Faça pipoca, tome um chá ou um café… A distração é muito importante.
  14. Abuse dos delivery’s compre comida, roupas, artigos de beleza, bijuterias, farmácias, gêneros de limpeza e alimentação. Elas vieram pra facilitar nossas vidas.
  15. Aprenda com a internet, tem muitos cursos gratuitos de diferentes assuntos dando a possibilidade de aprendermos sobre muita coisa interessante. Busque algo que você goste e mais a abra.

CORONAMOR🦠

E assim, um dia, o mundo se encheu da desastrosa promessa de um apocalipse viral e, de repente, as fronteiras que foram tão defendidas com guerras se quebraram com gotículas de saliva, houve equidade no contágio, que foi distribuído igualmente aos ricos e pobres, as potências que se sentiam infalíveis viram como se pode cair ante um beijo, ante um abraço.

E nos demos conta do que era importante, e então uma enfermeira se tornou mais indispensável que um jogador de futebol, e um hospital se tornou mais urgente que um míssil. As luzes foram apagadas nos estádios, os filmes pararam de ser filmados, acabaram as missas e os encontros das multidões.

E então, no mundo, houve tempo para refletir sozinho, e esperar em casa que todos chegassem para se reunirem em frente às lareiras, mesas, cadeiras de balanço, redes e contar histórias quase esquecidas.

Três gotículas de ranho no ar nos levaram a cuidar dos nossos anciões, a valorizar a ciência acima da economia, a ouvir agora que não apenas os indigentes trazem pragas, que nossa pirâmide de valores estava invertida, que a vida sempre veio primeiro e que as outras coisas eram acessórios.

Não há lugar seguro, na mente de todos nós cabem todos, e começamos a desejar o bem ao próximo, precisamos que ele se mantenha seguro, que não fique doente, que viva muito, que seja feliz, e, junto com uma paranóia fervida em desinfetante, nos damos conta que se eu tenho água e ele, que vive mais distante não, minha vida está em risco.

Voltamos a ser uma aldeia, a solidariedade se tinge de medo e com o risco de nos perdermos isoladamente, percebemos que há apenas uma alternativa: sermos melhores juntos.

Algo invisível chegou e colocou tudo no lugar. De repente os combustíveis baixaram, a poluição baixou, as pessoas passaram a ter tempo, tanto tempo que nem sabem o que fazer com ele, os pais estão com os filhos em família, o trabalho deixou de ser prioritário, as viagens e o laser também.

De repente silenciosamente voltamo-nos para dentro de nós próprios entendemos o valor da palavra solidariedade.

Num instante damos conta que estamos todos no mesmo barco, ricos e pobres, que as prateleiras dos supermercados estão vazias e os hospitais cheios e que o dinheiro e os seguros de saúde que o dinheiro pagava não têm nenhuma importância porque os hospitais privados foram os primeiros a fechar. Nas garagens estão parados igualmente os carros de última geração ou ferro velhos antigos simplesmente porque ninguém pode sair.

Bastou meia dúzia de dias para que o Universo estabelecesse a igualdade social que se dizia ser impossível de repor. O MEDO invadiu todos Que ao menos isto sirva para nos darmos conta da vulnerabilidade do ser humano.

Não se esqueçam- BASTOU MEIA DÚZIA DE DIAS.

Este autor desconhecido disse tudo pra nossa reflexão.

PARTIDAS E CHEGADAS…

Quando viu a mala vermelha, aquela que havia tanto brincado naqueles dias… chegando á porta de saída e a porta se abrindo, com o táxi me esperando, ouviu:

⁃ Vamos nos despedir da vovó, agora.

Tudo se confirmou. João parou, imóvel na porta se encolheu todo por dentro… paralisado, me olhou com os olhos mareados… brotaram lágrimas num choro silencioso, foi como um grito surdo… uma dor sem fim.

Viu e entendeu pela primeira vez que as pessoas vão embora, como assim?Sentiu-se fragilizado… impotente, assim como todos nós, chorou: pai, mãe e avó.

João não podia fazer nada, era uma mistura de sentimentos de partida… de saudades. Chorou inconsolavelmente por 40’… A saudades já mora em mim, faz tempo.

Não há palavras para certas coisas João, você tem razão.

Me fez pensar durante o caminho para o aeroporto, como a distância e a saudades podem ser mais cruéis para as crianças, pois ainda não tem a real dimensão da partida e da chegada… nem da distância ou da saudades.

Não era eu que gostaria de te ensinar ou te fazer perceber isto… não eu, meu João. Isto me quebra toda por dentro.

Quero que saiba que assim como cheguei, fiquei… brincamos e rimos muito… fui embora, sim… por um tempo mas, eu voltarei.

Nos falaremos agora pela internet muitas vezes. E ele sempre me repete: – Vem ó ó… com o sinalzinho do avião em suas mãozinhas. Sim, eu voltarei, em breve!

Todos os dias, quando o seu pai vai buscá-lo na escola… João quer fazer o mesmo caminho em que me encontrou no meio da calçada, com a mala vermelha. E repete… repete… repete… todas as semanas, na esperança de me reencontrar no meio do caminho de volta para casa, assim como eu cheguei um dia.

Nos encontraremos sim. Não hoje, nem agora… mas vamos em breve estar juntos novamente… na mesma calçada. Pode me esperar. Eu voltarei!

Da mesma maneira que te fiz perceber a “partida”… e a “saudades”… também quero te ensinar que “voltamos”… chegamos de volta ao “ponto de partida”. Vais ver!

Mais tarde, quem sabe um dia… quando você crescer mais… eu possa lhe mostrar também que quando não enxergarmos mais o caminho de volta para o ponto de partida… é porque tudo mudou. E muda… as coisas mudam com o tempo, algumas vezes… e nós mudamos também com a vida. Não tenha medo. Construímos pontes, damos outra volta, viramos a página… e vamos chegar no lugar que queremos… num novo lugar… no nosso lugar… e construímos novas histórias…

Tudo ficará bem, pois tudo passa… acredite eu sei do que estou falando. Acredite sempre em você, na sua família e no amor. Isto é o mais importante que temos na vida. Nossas raizes… nosso alicerce.

SOMOS MULHERES… EMPODERADAS!!!

Eu sou assim… uma #mulher #empoderada!
Pulsante, #amorosa, #companheira, #paciente, positivista, #bem humorada, generosa, #feliz, aprendiz, #corajosa, #curiosa, #resiliente, rebelde… ufa!!! E muito mais rsrsrs
Gosto de quebrar padrões e #paradigmas… gosto de inventar e me #reinventar…. gosto #sonhar e #ousar realizar, e vou longe… se não der certo, reconstruo de outra maneira… gosto de compartilhar meus aprendizados e aprender… gosto de papear com amigos e conhecer pessoas novas de todas as idades, estou sempre aberta pra isto…. gosto de #transformar o mundo ao meu redor… com dose de humor e amor… e deixá-lo um #mundo 🌎 muito melhor.
Eu 🙋🏼‍♀️vivo de bem com a #vida💓🌸 🌹🌻💄💫🥰

Somos 🤩🤩🤩assim… mulheres empoderadas 🙋🏼‍♀️ eu e minhas irmãs 😍 Isa e 😍 Zai 💓💓💓
Feliz Dia das Mulheres 🌸🌺🌹💋

QUE MULHER EU SOU…

Como diz Martha Medeiros faço parte de uma nova geração de mulheres, sempre fortes e guerreiras… Gosto desta crônica dela:

Sempre que chega próximo ao “Dia Internacional da Mulher”, procuro fugir do discurso de vitimização que a data invoca. Não que estejamos com a vida ganha, mas creio que as mulheres já mostraram a que vieram e as dificuldades pelas quais passamos não são privilégios nossos: injustiça e violência são para todos.

Prefiro aproveitar a data, esse ano, para fazer um brinde à nossa importância não para a sociedade e a família, mas umas para outras. Assistindo ao delicado filme “Caramelo”, tive a sensação boa de confirmar que o tempo passa, os filhos crescem, os corações se partem, mas amigas ficam.

Como todos os filmes que abordam a amizade e a solidão intrínseca de toda mulher, Caramelho nos consola valorizando o que temos de melhor: a nossa paixão, a nossa bravura e o bom humor permanente, mesmo diante de tristezas profundas.

Precisamos de mulheres à nossa volta. Amigas, filhas, avós, netas, irmãs, cunhadas, tias, primas. Somos mais chatas do que os homens, porém, entre uma chatice e outra, somos extremamente solidárias e companheiras de farras e roubadas. Competitivas?! Talvez, mas isso não corrompe em nada a nossa predispoisção para o afeto, o nosso abraço na hora da dor.

Aprendemos a compartilha nossas virtudes e pecados e temos uma capacidade infinita para o perdão. Somos meigas e enérgicas ao mesmo tempo, o que perturba e fascina os que nos rodeiam.

Brigamos muito, é verdade: temos unhas compridas não por acaso.

Em compensação, nascemos com o dom de detecção do sagrado nas pequenas coisas, e é por isso que uma amizade iniciada na escola pode completar bodas de ouro e uma empatia inesperadapode estimular confidências nunca feitas. Amamos os homens, mas casadas, mesmo, somos umas com as outras.